Consistência? Político declarou em programa de TV em 1999 que sonegaria o que fosse
"possível"; dez anos depois bens de Bolsonaro multiplicaram (Foto Fabio Rodrigues
Pozzebom/Agência Brasil)
Jornal GGN - Em entrevista a um programa na TV Bandeirantes, em 1999, já no seu terceiro mandato como deputado federal, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse que uma coisa que fazia e aconselhava era sonegar "tudo que for possível", arrematando: "Se puder, não pago (imposto) porque o dinheiro vai pro ralo, pra sacanagem. Prego sobrevivência. Se pagar tudo o que o governo pede, você não sobrevive".
E parece que há consistência no que o presidenciável disse há cerca de 16 anos, observando sua vida pessoal como político. Uma reportagem publicada pela Folha de S.Paulo no domingo (7) revelou que o patrimônio de Bolsonaro passou de R$ 10 mil, logo quando iniciou a carreira política em 1998, para R$ 1,7 milhão em 2017, sem contar o número de imóveis em nome dele e dos seus três filhos que exercem mandato que passou de dois lotes de terra em Resende (interior do Rio) para 13 imóveis com valor de mercado de R$ 15 milhões boa parte em pontos valorizados do Rio como Urca e Barra da Tijuca. A reportagem mostra, ainda, que muitos foram registrados com valor abaixo do mercado se destacando uma casa em condomínio à beira-mar na Barra comprada por R$ 580 mil, reformada e depois de quatro meses vendida para Bolsonaro por R$ 400 mil, ou seja, com perda de 31% para a última dona.
A multiplicação de bens da família Bolsonaro chama a atenção, também, considerando o rendimento do presidenciável que recebe atualmente salário bruto de R$ 33,7 mil como parlamentar (líquido de R$ 24 mil) e um soldo como capitão da reserva de cerca de R$ 5.600 brutos.
Nesta segunda, a Folha traz uma nova matéria destacando que apesar de ter um imóvel em nome próprio em Brasília, o deputado recebe auxílio-moradia da Câmara, assim como seu filho Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). O apartamento da família de dois quartos e 69 m² foi adquirido em 1998 e ficou pronto no início de 2000, mas Bolsonaro recebe o benefício público desde outubro de 1995 até hoje, ininterruptamente. Enquanto que, Eduardo, recebe o auxílio moradia desde fevereiro de 2015, quando tomou posse do mandato como deputado federal pela primeira vez.
O auxílio moradia é pago de duas formas, ou em espécie, sem o parlamentar apresentar recibo, mas com desconto de 27,5% sobre o Imposto de Renda recolhido, ou por meio de reembolso após apresentar recibo de aluguel ou gasto com hotel em Brasília. A família Bolsonaro utiliza a primeira forma, ou seja, o desconto no IR, recebendo cada um, R$ 3.083 por mês. Até dezembro de 2017, portanto, os Bolsonaros embolsaram R$ 730 mil, já descontado o imposto.
Montazeri, acusou quinta-feira um funcionário da CIA de liderar uma semana de protestos iranianos
contra o governo, com o apoio da inteligência de
Israel e do financiamento saudita. Na quinta-feira, as
manifestações caíram em escala depois que 21
pessoas foram mortas e centenas detidas. Montazeri
disse que o oficial da CIA procurou a ajuda de
grupos iranianos exilados e planejava transformar o
protesto em uma insurreição “armada” até meados
de fevereiro, o aniversário da Revolução Islâmica de
1979.
Você já reparou que situação estranha essa das recentes
manifestações no Irã?
Lá, o Ministério da Inteligência e a Procuradoria Geral
da República trabalharam durante 4 anos seguindo as
atividades de um grupo de agentes da CIA
que as esteve preparando durante este tempo.
Encontraram primeiro as provas, o dinheiro repassado,
as comunicações, as gravações.
O financiamento das operações era da Arabia Saudita e a
inteligência da CIA e do Mossad.
Agora as autoridades prenderam esse agente que coordenava o grupo.
As manifestações tinham razões legítimas, pessoas legitimamente preocupadas com a inflação,
desemprego e outras situações CAUSADAS PELO BLOQUEIO E SANÇÕES ECONOMICAS dos
EUA contra o Irã alegadamente por "não cumprir o Acordo Nuclear", coisa que até a União Europeia
nega, afirmando ao contrário que o Irã está sim cumprindo este acordo para o qual Lula e Erdogan,
presidente da Turquia, cooperaram muito para que fosse firmado.
Você lembra disso? Lá em 2009? Lembra que depois de tudo resolvido com o Irã o Obama não quis
assinar o Tratado?
Pois é...
Os manifestantes legítimos fizeram suas manifestações mas, junto com eles, estavam infiltrados
manifestantes violentos, pagos e armados pela CIA que atacaram delegacias e quarteis da polícia,
roubando armas e matando 10 policiais.
A mídia pública e dos movimentos populares denunciou a articulação dos "oposicionistas" com a
CIA e ajudou a mobilizar esse enorme contingente de povo contra os golpistas.
Acontece que o Governo Iraniano vinha se preparando durante todos esses anos para quando esse
golpe fosse ser dado.
Seguiram as reuniões dos golpistas com os agentes estrangeiros.
Mapearam o repasse de recursos e de dados de inteligência.
E dois dias após as pequenas manifestações dos golpistas, saíram às ruas aos milhões em
manifestações organizadas em 1.200 municípios do Irã, todas no mesmo dia, em apoio ao Governo
do Irã, contra a ingerência da CIA, de Israel e da Arábia Saudita.
Não adiantou nada Trump e Benjamin Netanyahu declararem publicamente com toda a Mídia
Internacional do seu lado que "apoiariam os manifestantes do Irã que lutam contra o Governo
corrupto e terrorista do Irã."
O povo iraniano e o Governo Iraniano estavam preparados.
Os agentes estrangeiros já estão presos. E vão a julgamento. O governo já está divulgando seus
nomes e as provas de sua colaboração com empresas e agências de inteligência estrangeiras.
Você consegue fazer alguma correlação entre isso e o que aconteceu no Brasil?
Você lembra de Kim Kataguiri num encontro do MBL , em vídeo, dizendo claramente que aquela
organização recebeu dinheiro da petroleira Irmãos Koch dos EUA para financiar carros de som,
coqueteis molotov, foguetes e diárias para vândalos nas manifestações verde e amarelas de 2013?
Você não acha estranha a atuação da Procuradoria Geral da República, da PF e da Inteligência
Brasileira no caso?
E a inteligência do Exército e das forças armadas, onde estava?
Ou está?
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Rodovalho, um personagem que é capaz de pérolas como a de afirmar que havia dinheiro no “Céu” e
que “mulher foi feita para procriar com o esperma do homem”.
Meirelles sobe ao púlpito sem que ninguém se lembre que ele era presidente do grupo empresarial de
Joesley Batista – de cujas falcatruas nada sabia, certo? – até pouco antes de entrar no governo de
Michel Temer. O ex-patrão de Meirelles denunciou o Presidente e foi para a cadeia por conta da
gravação do “tem que manter isso, viu?” da mesada de Eduardo Cunha.
Cunha, outro pregador da hipocrisia, já prestou favores a Rodovalho,em cuja igreja fez sua primeira
parada no mundo evangélico. E, desgraça, não foi abandonado pelo bispo agora meirellista, que a ele
previdenciária – aquela que Meirelles diz que não dá para pagar os aposentados – os pagamentos
feitos a título de comissão por almas convertidas aos pastores de igrejas como a de Rodovalho, Silas
Malafaia e do “missionário” R.R.Soares que, segundo a Folha, tinha uma dívida de R$ 60 milhões.
Ah, a propósito, diz o jornal que “Michel” ajudou na “bondade”.
Tudo está esquecido, tudo está perdoado.
São todos, ali, homens imaculados, santos, gente que sempre pensou nos seus irmãos sofredores
antes de cuidarem de si mesmos e de suas fortunas. Como os desvalidos não terão o Estado a lhes
garantir a sobrevivência, Rodovalho pontifica:
“O Brasil está pedindo um liberal de cabo a rabo”, alguém que defenda o Estado mínimo na
economia e valores conservadores no campo dos costumes, defende.“Quem sabe o ministro possa ser
esse nome?
São os mercadores da fé que, há 2 mil anos, foram tangidos do templo a chicote por um barbudinho
radical. E contra os quais se insurgiu, há exato 500 anos, um tal Martinho Lutero, com as 95 Teses
que foram a origem do protestantismo.
É o caso de desconfiar-se de que há gente mais próxima ao homem que despertou a ira de Lutero, o
frade Johann Tetzel, a quem se atrobiu, como vendedor de indulgências, a frase famosa:
“Tão logo uma moeda na caixa cai, a alma do purgatório sai”
Entrada do deputado federal Jair Bolsonaro no PSL e a confirmação de que ele será o candidato da legenda à Presidência provocou a primeira baixa de grande porte na legenda; grupo Livres, de tendência libertária, que controlava 12 diretórios estaduais do PSL, disse, em nota, que está se desligando do partido; "Chegada do deputado Jair Bolsonaro, negociada à revelia dos nossos acordos, é inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma força partidária moderna, transparente e limpa", diz a nota
247 - A entrada do deputado federal Jair
Bolsonaro no PSL e a confirmação feita pelo
presidente nacional do partido, Luciano Bivar,
de que ele será o candidato da legenda à Presidência da República provocou a primeira baixa de grande porte na legenda.
O grupo Livres, de tendência libertária, que controlava 12 diretórios estaduais do PSL, disse, em nota, que está se desligando do partido.
"É com extremo pesar que comunicamos a saída dos Livres do Partido Social Liberal", diz a nota do
Conselho Nacional do grupo. "A chegada do deputado Jair Bolsonaro, negociada à revelia dos
nossos acordos, é inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma
força partidária moderna, transparente e limpa", completa o texto.
Sergio Bivar, filho do presidente nacional da legenda e que faz o elo de ligação entre o Livres e o
partido, também emitiu nota criticando a entrada de Bolsonaro no PSL e disse que está avaliando se
irá se desfiliar da legenda.
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Depois de o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, presidente do Tribunal
Regional Federal da 4ª Região (TRF4), ter feito declarações públicas defendendo a sentença do
Judge Murrow contra Lula como "irretocável" e "tecnicamente irrepreensível", mesmo sem
ter lido a peça, foi a vez da chefe de gabinete do ministro, Daniela Tagliari Kreling Lau,
defender a prisão do ex-presidente nas redes sociais; "O golpe continua em todas as frentes.
Resistir é preciso!"
Jornal GGN - Daniela Tagliari Kreling Lau é uma ativista digital moderada. Ela, em seu Facebook, defende o Exército nas ruas, o Movimento Brasil Livre (MBL) e a Escola sem Partido. Tudo seria tranquilo se ela não fosse a chefe de gabinete da Presidência do TRF-4, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz.
Thompson Flores, como se sabe, é o desembargador que endossou a condenação de Lula, sem ler a peça de acusação (sentença) produzida por Sergio Moro, juiz de piso.
Daniela assumiu a vaga deixada por Denize Magliorim Rossi, como atesta a foto do Ato nº 316, de 20 de junho de 2017, do Diário da Justiça Federal da 4ª Região, que sacramenta a posse. Assina o presidente do TRF-4. Antes disso ela era Diretora ligada a Protocolo.
Mas a servidora do TRF-4 tem uma ação a ser questionada: ela assina e pede ajuda para uma petição pela prisão de Luiz Inácio Lula da Silva, num manifesto que, em 3 de janeiro, tinha 234 pessoas (contando com ela) subscritas. Ela pede ajuda para que o TRF-4, onde ela trabalha como chefe de gabinete do presidente Thompson Flores, julgue pela prisão.
A servidora pede outras coisas em seu Facebook, como um ano novo em que o amor pelo próximo seja uma constante no viver e na jornada, mas não se furta a endossar uma prisão que ainda está em julgamento, como a do ex-presidente.
A ação da Justiça destinada a eliminar Lula da vida pública, impedindo-o de voltar à Presidência da República, não é um ato isolado, instrumentalizado pelo juiz Sergio Moro, mas parte de um plano muito mais amplo, concebido nos gabinetes do Departamento de Justiça norte-americano, abrangendo toda a América Latina e cujos sinais são vistos, além do Brasil, na Argentina, no Chile, no Peru e na Venezuela. A eleição de Macri, na Argentina, e de Piñera, no Chile, parte desse plano, revela claramente a onda direitista que assola a América do Sul e teve o seu ponto alto no golpe que destituiu a presidenta Dilma Roussef, mas prossegue com as tentativas para derrubar Maduro, na Venezuela, e o movimento no Peru para votar o impeachment do seu presidente, Pedro Pabllo Kuczynski. O golpe do Brasil, no entanto, ainda não foi concluído, o que só se dará quando o ex-presidente operário for considerado inelegível e ficar de fora das eleições presidenciais deste ano, pois esse é o objetivo para o qual foi minuciosamente planejado após as eleições de 2014. O golpe, na verdade, foi o plano B dos seus promotores, pois eles imaginavam vencer aquele pleito com Aécio Neves, o plano A que os eleitores brasileiros frustraram. O mesmo aconteceria na Argentina se Macri não tivesse sido eleito, ou seja, lá, em terras portenhas, o plano A deu certo, mas já enfrenta grandes problemas de sustentação. Aqui no Brasil a derrubada de Dilma era fundamental para chegar-se ao alvo principal, Lula, mas desta vez não havia clima para um golpe militar, o que levou os seus responsáveis a procurar emprestar uma cara de legalidade ao movimento golpista, usando o impeachment, previsto na Constituição, com a cumplicidade do vice-presidente , do PMDB, do PSDB, de parte do Legislativo e do Judiciário, além de empresários e da mídia. Todos estavam conscientes da inexistência de crime de responsabilidade que justificasse o afastamento da Presidenta, mas todos deram a sua contribuição para oferecer um verniz de legalidade à conspiração, de modo a convencer o resto do mundo, em especial os países que mantém relações diplomáticas com o Brasil, sobre um suposto acerto da decisão. A espionagem da presidenta Dilma Roussef e da Petrobrás, pela Agência de Segurança dos Estados Unidos, cuja descoberta provocou ligeiro estremecimento nas relações com os americanos, foi de vital importância para a montagem do plano de assalto ao Palácio do Planalto. Não foi por acaso, portanto, que a Petrobrás foi o ponto de partida para as investigações que já estavam programadas para chegar de qualquer maneira até Lula. Não houve acaso, também, na escolha do juiz Sergio Moro para comandar a Operação Lava-Jato, considerando suas ligações com os responsáveis naquele país pelo planejamento do golpe. Ele viaja com frequência a Washington para, oficialmente, proferir palestras, mas na verdade sua finalidade seria receber instruções, conforme suspeitam observadores. A escolha de Pedro Parente para presidir a empresa estatal, por indicação dos tucanos, igualmente não foi casual. Ele é tido como um dos brasileiros integrantes da equipe de governo de FHC que só nasceram no Brasil, mas escolheram os Estados Unidos como sua pátria de coração. E vem cumprindo fielmente a missão para a qual foi colocado na Petrobrás: entregar nosso petróleo para as empresas estrangeiras e promover a privatização da empresa petrolífera nacional, dando sequência à quebra do monopólio do Petróleo, realizada por FHC, e a abertura do pré-sal para o capital internacional, projeto de outro tucano, o senador José Serra. O pré-sal, na realidade, foi um dos motivos do golpe, diante do interesse americano em abocanha-lo, pois a principal causa mesmo foi a aproximação do Brasil, promovida por Lula, com a Russia e a China. A criação do BRICS foi a gota dágua que disparou o gatilho para a execução do plano, gerado nas terras do Tio Sam, que destituiu Dilma e pretende impedir Lula de voltar ao Palácio do Planalto. Os americanos ficaram preocupados com o afastamento do Brasil da sua esfera de influência e sua consequente aproximação com os seus principais rivais, pois isso fatalmente levaria os demais países da América do Sul a trilharem o mesmo caminho. Então, elaboraram um plano que incluísse, além do Brasil, também todo o continente americano, de modo a reconduzir as nações deste continente de volta ao seu aprisco. Conseguiram chegar ao poder através de eleições na Argentina e no Chile, com Macri e Piñera, respectivamente, mas não obtiveram êxito na Venezuela, onde partiram para o golpe armado, frustrado pela mão firme de Nicolas Maduro. Não vai demorar muito, porém, para que consigam derrubar o presidente do Peru, utilizando o mesmo método empregado no Brasil, o que só ainda não aconteceu porque Kuczynski fez um acordo com Fujimori, obtendo maioria no Parlamento. A participação dos Estados Unidos no golpe do Brasil e na perseguição a Lula foi confirmada pelo subprocurador geral daquele país, Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça, durante palestra em julho passado, sobre o tema "Lições do Brasil: Crise, corrupção e cooperação global", realizado em evento denominado Diálogo Interamericano. Na oportunidade, ele deu as boas vindas a seu amigo Rodrigo Janot, ex-Procurador Geral da República do Brasil e um dos seus principais colaboradores. A informação foi publicada pelo jornal "El Clarin", do Chile, acrescentando que Blanco se felicitou pelos "resultados extraordinários" alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça com a operação Lava-Jato. "A cooperação entre o Departamento de Justiça e o Ministério Público brasileiro – disse Blanco – levou a resultados extraordinários. Só em 2016, por exemplo, o FBI e a Lava-Jato estiveram cooperando e se coordenaram nas resoluções de quatro casos ligados à Embraer, Rolls Royce, Braskem e Odebrecht." Em sua palestra Kenneth A. Blanco afirmou, também, que "é difícil imaginar, na história recente, uma melhor relação de cooperação do que esta entre o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os procuradores brasileiros. Esta cooperação nos ajudou de forma substancial com uma série de temas públicos que agora estão resolvidos e continuamos juntos em uma série de investigações". E acrescentou, em tom de comemoração, que "os procuradores brasileiros conseguiram um veredito condenatório contra o ex-presidente Lula da Silva, acusado de receber subornos da empreiteira OAS em troca de contratos com a Petrobrás". A agenda norte-americana continua sendo cumprida com a anunciada venda da Embraer para a Boeing, a entrega da base espacial de Alcântara e a transformação de nossas Forças Armadas em polícia, um velho projeto do Tio Sam para deixar a segurança do continente com o seu exército. Os traidores da Pátria, entre eles Temer, FHC, Serra, Parente e Moro, estão concluindo, como marionetes manipulados de Washington, a tarefa iniciada no governo tucano: a entrega do Brasil aos Estados Unidos. Será que ainda existe alguma dúvida sobre a participação dos norte-americanos no golpe que derrubou Dilma Roussef, colocou Michel Temer no poder e quer impedir Lula de voltar ao Palácio do Planalto?
tem reunião marcada com o partido na próxima semana.
O problema é que o Patriotas não gostou muito da postura do pré-candidato, que fez exigência de
cargos e que teria membros não muito dotados de inteligência na opinião deles.
A ida de Jair Bolsonaro para o Patriota continua incerta. Apesar de uma nova rodada de conversas
estar marcada para a próxima semana, o clima no partido é de total rejeição ao modus operandi do
deputado boquirroto.
“Todos os 26 diretórios com que Bolsonaro lidou ele criou problema”, diz um membro da liderança.
“Só tem ignorante na equipe dele”, garante.
“Em Brasília, por exemplo. Bolsonaro disse na frente do presidente do diretório, o suplente de
deputado Paulo Fernando, que tiraria ele assim que possível. Ele não sabe fazer política”, diz um
Parente (E) recebe uma ninharia (perto do que deu aos abutres) das santas mãos do Dallagnol
(o mais alto - e baixo...-) e do inesquecível Moscardi Grillo (D), que destruiu a indústria
alimentícia com a operação Carne Fraca (Reprodução/MPF).
Em dura nota divulgada nesta manhã, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e os líderes do
partido na Câmara, Paulo Pimenta, e no Senado, Lindbergh Farias, criticam o pagamento de
R$ 10 bilhões pela Petrobras a investidores americanos e acusam a Lava Jato de agir contra os
interesses do País; "Parece que um há evidente conluio entre a operação Lava Jato e os
interesses do governo norte-americano e de firmas estrangeiras, que querem se apossar das
estratégicas reservas do pré-sal e privatizar nossa grande empresa", dizem os líderes petistas;
"A Lava Jato está destruindo vários setores estratégicos da nossa economia, inclusive o de
petróleo e gás, numa postura irresponsável que só beneficia interesses alienígenas. Parece
claro, dessa forma, que tal operação está sendo dirigida de fora do País", afirmam.
Leia a nota do PT na íntegra:
NOTA
O PT e suas Bancadas no Senado e na Câmara denunciam como lesivo ao interesse público e
contrário à legislação nacional o acordo negociado pela Petrobras para encerrar a ação coletiva
iniciada por investidores estrangeiros contra a empresa em Nova Iorque.
Por meio deste acordo, a Petrobras se compromete a pagar uma indenização de quase US$ 3 bilhões
a esses investidores, em razão dos prejuízos causados pela operação Lava Jato às ações da empresa
em Wall Street.
Tal indenização é 6,5 vezes maior que o dinheiro recuperado até agora pela operação Lava Jato e
devolvido a Petrobras, bem como superior ao valor que reconhecidamente foi desviado por atos de
corrupção. Saliente-se que há outras 13 ações judiciais nos EUA contra a nossa empresa e que os
acionistas brasileiros agora exigem a mesma indenização, o que pode multiplicar os prejuízos da
Petrobras, no médio prazo.
Trata-se, portanto, de um acordo que prejudica a Petrobras e coloca os interesses dos investidores
estrangeiros acima do interesse público brasileiro. Deve-se observar que a Petrobras é uma empresa
sólida, detentora da melhor tecnologia para prospecção de óleo em águas profundas, a última
fronteira do petróleo no mundo. Suas dificuldades conjunturais advêm das circunstâncias do
mercado, não de eventuais atos corrupção, que estão presentes, aliás, em todas as grandes empresas
de petróleo do mundo.
Com acesso a uma das maiores reservas de petróleo do planeta, a Petrobras tinha tudo para se
recuperar com celeridade, o que se reverteria em novas valorizações de suas ações. Contudo, o
governo do golpe se dedica a enfraquecê-la, com o objetivo claro de privatizá-la e de entregar nossas
reservas estratégicas ao capital internacional.
Foi essa lógica imediatista e privatizante que levou o governo FHC a abrir o capital da Petrobras na
Bolsa de Valores de Wall Street, tornando-a vulnerável a ações desse tipo, decididas por juízes norte-
americanos. É lamentável ver a nossa principal empresa ser destruída por decisões monocráticas de
juízes brasileiros e estrangeiros.
Nesse sentido, parece que um há evidente conluio entre a operação Lava Jato e os interesses do
governo norte-americano e de firmas estrangeiras, que querem se apossar das estratégicas reservas
do pré-sal e privatizar nossa grande empresa. Com efeito, há muito que o PT vem denunciando os
efeitos deletérios dessa operação para os interesses nacionais. Em outros países, inclusive no EUA,
as investigações sobre corrupção prejudicam apenas os corruptos, mas preservam as empresas e seus
empregos. No Brasil, contudo, a Lava Jato está destruindo vários setores estratégicos da nossa
economia, inclusive o de petróleo e gás, numa postura irresponsável que só beneficia interesses
alienígenas. Parece claro, dessa forma, que tal operação está sendo dirigida de fora do País.
O PT e suas Bancadas continuarão lutar para que a Petrobras e o pré-sal sirvam aos interesses
estratégicos do Brasil, e não aos interesses mesquinhos, imediatistas e predatórios de investidores
estrangeiros.
Os fãs de Chico Buarque de Holanda não decepcionaram o ídolo, ao final de seu show
realizado na noite dessa quinta-feira (4), na casa de espetáculos Vivo Rio, no Rio de Janeiro;
para felicidade do músico, grande admirador e apoiador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, além de ter se tornado um dos principais críticos do governo de Michel Temer, a plateia
se uniu e gritou em altos brados: "Fora Temer" e Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula"; assista
Revista Fórum- Os fãs de Chico Buarque de Holanda não decepcionaram o ídolo, ao final de seu
show realizado na noite dessa quinta-feira (4), na casa de espetáculos Vivo Rio, no Rio de Janeiro. Para felicidade do músico, grande admirador e apoiador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva,
além de ter se tornado um dos principais críticos do governo de Michel Temer, a plateia se uniu e
gritou em altos brados: "Fora Temer" e Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula".
Antes da turnê, Chico e sua equipe trabalharam duro no lançamento da turnê "Caravanas" na
internet.
Em julho de 2017, o compositor de 73 anos lançou perfil no Instagram, teve peças bem-humoradas
publicadas pela equipe e postou vídeos ensaiando canções do novo disco.
A nova coletânea do artista é seu 23º trabalho. O álbum tem nove canções, entre elas composições
interpretadas em parcerias com os netos Clara e Chico Brown, e com Rafael Mike, do Dreamt Team
E-mail enviado pelo maior produtor de cinema do Brasil, Luiz
Carlos Barreto, a quem o Judge Murrow deveria pedir a
bênção:
A respeito da notícia veiculada no site do jornal Estado de São Paulo (Estadão), na qualidade de
responsável pela produção do filme “Lula, o filho do Brasil”, tenho a esclarecer o seguinte:
A captação de recursos necessários à realização do projeto teve como decisão central não se recorrer
aos mecanismos de Renúncia Fiscal (leis Rouanet e audiovisual) para não nos acusarem de utilizar
recursos públicos para contar a história de vida do Presidente Luiz Inácio (Lula) da Silva, em pleno
exercício do cargo.
A partir dessa decisão principal e levando em conta o elevado custo da produção, inicialmente
estimado entre 10 e 12 milhões de reais, tomamos outra importante decisão: não concentrar a nossa
captação em poucos patrocinadores, pulverizando ao máximo a captação.
Esta nova decisão nos causou um alongamento no tempo para realizar as captações, todas registradas
em contratos e devidamente documentadas.
No caso da Odebrecht, houve uma solicitação para que não incluíssemos o nome da empresa nos
créditos do filme e dos materiais publicitários, condição essa que não foi, por nós, aceita, visto que é
de praxe dar ao patrocinador, como uma das contrapartidas de seu investimento, seu logo nos
créditos de apresentação do filme e também nos materiais publicitários.
Elucidadas essas questões, quero deixar claro que jamais solicitamos ou nos foi oferecido qualquer
espécie de tráfico de influência da área da Presidência da República junto a eventuais patrocinadores,
cujos contatos foram estabelecidos diretamente pelos nossos agentes de captação. Portanto, se
alguém se arvorou em cobrar apoio à Odebrecht para o filme, o fez por sua auto-recreação.
Abaixo, segue a lista de patrocinadores, co-produtores e apoiadores do filme Lula, o Filho do Brasil,
todos devidamente creditados no longa e nos materiais de divulgação.
Mas, esses abutres, que compram títulos de dívida para lucrar astronomicamente a médio prazo,
fazem parte da América Latina há bastante tempo.
Após declarar a moratória da dívida pública em 2001, a Argentina deu início a uma longa batalha
contra eles.
Em 2014, a Corte Suprema dos Estados Unidos (claro) determinou que a Argentina pagasse um valor
exorbitante a esses fundos (o equivalente a 1600% do que eles investiram...) Como lembrou à época o economista Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de Economia, talvez tenha
sido a "a primeira vez na história que um país pode e quer pagar os seus credores, mas é impedido
pela Justiça". Em 2015, o Sputnik News relembrou as principais etapas da luta movida pela Argentina, em especial
pela Presidenta Cristina Kirchner, contra os fundos abutres: -------------------------------------
É preciso dar nome aos bois, ou melhor, aos abutres. Aos que deram carne aos abutres, como diz a Rádio Navalha. Dar o nome dos consultores. Dar o nome dos (alguns) advogados, como faz o Roberto Kaz. Mas, a patranha só foi possível porque contou com juízes. Quem são? Procuradores! Qual é o nome deles? Delegados federais! Que nome tem, além daquela delegada Marena, que contribuiu para o suicídio do Reitor Cancellier? E os jornalistas, que alimentam os abutres 24 horas por dia, 365 dias por ano? Qual é o nome deles? É preciso dar os nomes. Seguir, para começar, a pista do dinheiro. Depois, a pista das ideias, dos conceitos, da ideologia. E não deixar pedra que não tenha sido revirada. Sem um acerto de contas, acaba tudo como em Porto Alegre. Onde o prefeito, um Marchezan, quer jogar os cães da polícia na frente do TRF-4. Por que essa valentia toda? Porque o pai dele, Nelson Marchezan, foi cúmplice do regime militar. E não foi punido. "Marchezan" fica parecendo um nome inocente - como "Fleury"... Tem que ter nome. E paredón do Conversa Afiada. Quando a canoa virar.
O que fazer diante disso, amigo navegante? Cair na gargalhada, como o ladrão do Jefferson!
Essa capa do Globo é o Boletim de Ocorrências do Golpe! Em tempo: Bob Jefferson é aquele
notório corrupto de Furnas - segundo a Justiça - que procurou dezenas de jornalistas para
vender uma entrevista e condenar o Ministro José Dirceu (mas, que só recebeu crédito da
Renata FoFrete, hoje, no lugar do William Waack...)
SEIS FUNDOS ABUTRES JANTARAM O VIRA LATAS PARENTE
Quem são os beneficiários dessa "class action" em que o Pedro Malan Parente se qualifica
irremediavelmente para ser fuzilado no paredón do Conversa Afiada?
Os beneficiários são seis e não mais do que seis fundos "abutres" que NÃO eram acionistas da
Petrobras ao tempo dos fatos.
São os fundos que compraram ações da Petrobras para se beneficiar do "acordo".
O mesmo tipo de abutre que chupou o sangue da dívida externa argentina e aos quais o Macri se
curvou, também, de forma súcuba.
Que dinheiro é esse que o Pedro Malan Parente entregou aos seis abutres?
Esse dinheiro é do Erário, dos cofres públicos, porque a Petrobras é uma empresa do ESTADO!
Além disso, o dano que a empresa sofreu é incompatível com a indenização!
A Petrobras perdeu R$ 400 bilhões em valor de mercado desde a Lava Jato!
Que combate à corrupção é esse que detona a vítima?
Por isso, o Judge Murrow também vai para o paredón do C Af, assim que a canoa virar.
Isso é um crime, em que um bando de espertalhões se aproveitou da oportunidade criada pela Lava
Jato.
A Petrobras é vítima da corrupção, não é a beneficiária. É um órgão do Estado brasileiro, não uma
companhia qualquer.
O que desvalorizou as ações da Petrobras, assim como das demais petroleiras, foi a queda nos preços
do petróleo.
Ou alguém acha que a Shell, a Exxon, a Chevron são praticantes das "boas práticas de governança
corporativa" e não tenham nenhuma relação com corrupção?
Quem comprou ações da Petrobrás comprou (e compra) por dois motivos: pelo fato de a Petrobras
ser ainda monopolista e, portanto, lucra com o monopólio da empresa, e pelo fato de a Petrobras ser
uma empresa estatal, uma sociedade de economia mista, portanto, é um investimento seguro: ela não
vai quebrar, pois é um órgão do Estado brasileiro.
247 - A bolada de R$ 10 bilhões
que o presidente da Petrobras,
Pedro Parente, reservou aos
acionistas, que ele pretende pagar
antes mesmo de qualquer
condenação judicial, diz respeito
apenas a investidores dos Estados
Unidos.
A companhia alega que não tem
obrigação de indenizar investidores
no Brasil. Cerca de mil acionistas se
reuniram em um processo de
arbitragem na Bolsa de São Paulo.
A ação coletiva foi iniciada em dezembro de 2014 por investidores que se sentiram lesados com a
perda no valor de seus ativos após a Operação Lava Jato.
Em comunicado, a Petrobras diz que o acordo "atende aos melhores interesses da companhia, tendo
em vista o risco de um julgamento influenciado por um júri popular (e) as peculiaridades da
legislação processual e do mercado de capitais norte-americano". Alega ainda que apenas 0,3% dos
casos de ações coletivas nos Estados Unidos chega à fase de julgamento, "o restante é encerrado
antes por acordos por causa das incertezas dos julgamentos".
"O acordo é o maior envolvendo uma ação coletiva na última década", afirma um comunicado da
Pommerantz, a firma nova-iorquina que representou o grupo de investimentos liderados pela Universities Superannuation Scheme contra a petroleira.
Em toda a história americana, o acordo é o quinto maior do gênero –e o maior de todos eles
envolvendo uma empresa estrangeira que tem papéis negociados nos EUA. O valor total proposta
fica atrás apenas dos casos Enron (US$ 7,22 bilhões), Worldcom (US$ 6,13 bilhões), Tyco
International (US$ 3,2 bilhões) e Cendant Corporation (US$ 3,18 bilhões).
Por Paulo Moreira Leite - diretor do 247 em Brasília
A ideia de organizar uma invasão estrangeira para derrubar o governo de Nicolas Maduro, na
Venezuela, reapareceu no dia de hoje, através de um artigo do economista Ricardo Hausmann, ex-ministro no governo de Carlos Andrés Perez, publicado pela Folha e outros jornais.
Depois que a oposição venezuelana sofreu três derrotas eleitorais consecutivas em 2017, era razoável imaginar que o golpismo local estivesse adormecido pelo menos na entrada do Ano Novo. O ex-ministro, um quadro político com conexões acadêmicas e políticas na região, mostra que não.
Num descaramento poucas vezes visto na história das conspirações políticas de qualquer país, Hausmann chega a sugerir abertamente a intervenção de forças estrangeiras na Venezuela -- numa operação militar mais parecida com a gigantesca Guerra do Iraque, de George W Bush, no início da década, do que a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, em 1961, durante o governo John Kennedy.
O calendário político venezuelano define que 2018 é um ano de eleições presidenciais -- e o próprio Hausmann não esconde que o quadro para a oposição é desfavorável. No artigo, admite, textualmente, que a "oposição política organizada está mais fraca do que estava em julho", quando a população venezuelana foi às urnas votar na Constituinte e abriu uma saída política para o país.
O raciocínio é simples: oposição fraca, golpe forte. Já vimos isso, certo?
Em seu artigo, Hausemann imagina o afastamento de Maduro em três fases. Na primeira, a Assembleia Nacional, única instituição federal controlada pela oposição, declara o "impedimento de Maduro". Na segunda, "indica "constitucionalmente o novo governo". Na terceira etapa, pede-se " ajuda militar a uma coalizão de países dispostos, incluindo latino-americanos, norte-americanos e europeus." Em seu raciocínio, embriagado no próprio otimismo, Hausmann sugere que a força externa "libertaria a Venezuela assim como canadenses, australianos, britânicos e norte-americanos libertaram a Europa em 1944-1945".
É interessante notar que, no esforço para embelezar uma condenável invasão de um país por tropas estrangeiras, sem qualquer justificativa do ponto de vista político ou diplomático, Hausmann deixa de mencionar que em 1944-1945 vários países da Europa estava ocupados por uma tropa estrangeira, a Alemanha nazista. Também esquece de mencionar o papel decisivo da União Soviética e particularmente da classe operária russa na derrota de Hitler, que teve início em Stalingrado e terminou com a chegada dos tanques soviéticos em Berlim.
No esquema para o golpe de Caracas e a invasão do país, tudo se passa como se fosse possível ignorar a base popular do governo Maduro, uma população que mantém-se fiel na defesa das conquistas obtidas no período chavista. Mesmo enfrentando uma crise real, que tem origem conhecida na queda do preço do petróleo e em erros do governo, mas é inseparável da guerra econômica contra o chavismo levada a cabo pelo mercado internacional, os venezuelanos demonstram com clareza sua vontade de resistir.
Uma das explicações para isso é que, mesmo vivendo um quadro social difícil, a maioria dos venezuelanos guarda uma memória de tempos ainda piores e mais sofridos do período anterior ao chavismo, como demonstram dados de subnutrição das Nações Unidas -- o que torna qualquer tentativa de confronto militar, ainda mais com ajuda estrangeira, uma perspectiva de violência descontrolada, capaz de desestabilizar o conjunto da região.
Personagem importante do conservadorismo venezuelano, com fortes conexões acadêmicas e políticas nos Estados Unidos, Hausmann confirma no artigo a fama de economista com ideias chamativas e nem sempre exequíveis e muito menos interessantes do ponto de vista da maioria da população.
No ano 2 000, foi um dos partidários radicais da dolarização das economias latino-americanas, medida que produziu o suicídio econômico da Argentina -- segunda maior economia da região na época -- no período. Também foi um aliado feliz do acordo de Fernando Henrique Cardoso com o FMI, um pacto tão ruim para o país que só foi confirmado, em Washington, depois que os principais candidatos da oposição em 2002 se comprometeram a não revogá-lo caso fossem eleitos.
Sua história não é muito diferente de tantas viúvas da oligarquia que Hugo Chávez derrotou nas urnas de 1998 e não conseguiu retornar ao palácio Miraflores pelas urnas. Ele foi ministro do Planejamento Econômico no governo de Carlos Andrés Perez, um presidente que, conforme se provou mais tarde, estava na lista de agentes remunerados da CIA e nessa condição foi um ator importante em operações secretas de Washington na América Central.
Antigo membro da Internacional Socialista, duas vezes presidente, Perez inaugurou seu segundo governo, em 1988, como homem de confiança do Fundo Monetário Internacional, baixando um pacote impopular tão cruel que provocou uma das revoltas históricas da América do Sul, conhecida como Caracazo. Afogada com 500 mortos, a insurreição está na origem da tentativa de golpe militar (fracassado) de Hugo Chávez um pouco mais tarde. Mesmo derrotado, o Caracazo marcou para sempre a reputação de Perez como "traidor" -- um ano antes da posse, ele fizera uma campanha de denúncias radicais contra o mesmo FMI com o qual negociava em segredo. Hausmann assumiu Ministério do Planejamento no último ano do desastrado governo Perez, quando se fazia uma derradeira e inútil tentativa de salvar o presidente, que acabou condenado por denúncias de corrupção.
Nélson Marchezan é filhote da ditadura, ativista do MBL, um provocador
O prefeito de Porto Alegre, Marchezan Júnior, pediu a Michel Temer que envie a Força Nacional e o
Exército para Porto Alegre no dia 24 de janeiro. É um ato de pura provocação. O prefeito diz que
existe ameaça de “desobediência civil e luta propugnadas nas redes sociais por alguns políticos,
inclusive Senadores da República”.
O jornalista de extrema direita Políbio Braga divulgou o ofício (abaixo) enviado por Marchezan e
registrou que é preciso “conter os atos de violência e desordem prometidos por aparelhos do
lulopetismo, como CUT, MST e MTST, dia 24”.
Não existe nenhuma promessa de atos de violência. É cascata, produto da cabeça de alguém que
quer, como se dizia no passado, pescar em água turva. É terrorismo de direita. O cidadão ainda diz:
“Os órgãos de segurança possuem informações de que são preparados atos de desobediência civil e
até mesmo de ataques ao próprio TRF-4, visando pressionar os juízes a absolver Lula ou impedir o
julgamento. Muitas das ameaças e informações sobre a organização de atos de violência são
disponibilizados diariamente nas redes sociais.
Onde?
Mentira.
Diz o suposto jornalista:
Os governos estadual e federal, incluindo Brigada, Polícia Civil, TRF-4, Marinha, Aeronáutica,
Exército, Abin e MPF, reúnem-se na secretaria da Segurança Pública para coordenar as ações de
manutenção da lei e da ordem pública, o que inclui o uso da força armada.
Quando?
Onde?
É fake news, mas leitores desse tipo de profissional acreditam em qualquer coisa.
O semipresidencialismo esvaziaria a eleição direta e a condenação de Lula seria uma aberração jurídica, além de “um profundo ataque à democracia”, diz Guilherme Boulos, 35, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), cotado para disputar a Presidência pelo PSOL.
O julgamento em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está marcado para o dia 24 deste mês de janeiro, em Porto Alegre. E a proposta de uma PEC para implantar o sistema semipresidencialista (depois da eleição) vem sendo costurada pelo ministro do STF Gilmar Mendes e pelo presidente Temer.
Liderança emergente de esquerda, Boulos vê a investida de tipo parlamentarista como um “retrocesso”. Diz que a mudança retiraria poder de decisão do povo e o “terceirizaria” para um Parlamento dominado por representantes de oligarquias e de grandes interesses econômicos –que passaria, na prática, a escolher quem governaria o Brasil.
A conversa aconteceu antes da publicação da entrevista de Marcelo Freixo à Folha, na qual o ex-candidato à Prefeitura do Rio diz que não sabe se é o momento de unificar a esquerda. Instado posteriormente a falar sobre as declarações de seu correligionário , o líder do MTST preferiu não comentar.
Blog – Está em curso uma articulação conduzida por Temer e Gilmar Mendes para apresentar uma PEC com o intuito de mudar o sistema político para o semipresidencialismo. Como você vê essa proposta?
Boulos – Momentos de crise são momentos em que retrocessos se apresentam como falsas soluções. O sistema político está falido e precisa ser mudado, mas essa mudança deve se dar com a ampliação da participação popular, não com a redução. Para ampliá-la, é necessário adotar mecanismos que envolvam referendos e plebiscitos em temas fundamentais; é importante também construir canais de participação mais permanentes da população, através de conselhos deliberativos. É preciso aproximar o poder das pessoas. Democracia não pode ser apenas apertar um botão a cada quatro anos.
As distorções do presidencialismo de coalizão podem ser resolvidas em parte com essa ampliação do controle social e com formas de participação direta. Há também a questão do voto em lista, como maneira de despersonalizar o processo eleitoral, enfraquecendo o clientelismo. Já o semipresidencialismo seria um retrocesso.
Blog – Mas não poderia ser uma saída para solucionar ou contornar crises?
Boulos – Não é uma saída. Basta ver quem está propondo. Uma proposta que venha de Temer e Gilmar Mendes deve ser vista em princípio com muita desconfiança. O semipresidencialismo é uma forma de esvaziar ainda mais a democracia em nosso país.
Nós temos uma democracia de baixa intensidade no Brasil, como constatou o professor Boaventura de Souza Santos. O semipresidencialismo na verdade daria todo o poder ao Parlamento. E a este Parlamento, com essa composição, na qual historicamente as oligarquias e os grupos de interesse econômico predominam.
Você imagina um Eduardo Cunha ou outros que têm suas redes de influência parlamentar desde sempre decidindo sobre quem vai governar o Brasil… Na prática é isso. É esvaziar a eleição direta, é esvaziar um momento de decisão popular e terceirizar essa decisão para o Parlamento.
Blog – Propostas de parlamentarismo já surgiram em outros momentos e foram rejeitadas em plebiscitos. Agora a ideia é tentar aprovar uma emenda à Constituição, um caminho que parece polêmico.
Boulos – Mudança de regime político precisa passar pela decisão popular. É curioso observar as aparições da proposta parlamentarista. Ela foi colocada em 1961 para impedir João Goulart de assumir a Presidência. A seguir, houve um plebiscito e o povo rejeitou. Depois tivemos um outro plebiscito em 1993 –e novamente a proposta foi rejeitada.
A questão reapareceu no fim dos anos 90, judicializada, e não foi adiante. Agora, o Supremo desengaveta a ideia para tentar viabilizá-la por meio de uma emenda constitucional. Historicamente o povo rejeitou. Tentar aprovar isso com uma PEC é tentar subverter a vontade popular. É inadmissível. Neste momento histórico, no Brasil, seria um profundo retrocesso democrático.
Blog – Como você vê a perspectiva de Lula ser condenado e impedido de concorrer à eleição presidencial?
Boulos – A forma de condução do processo contra Lula é uma aberração jurídica. Primeiro, Sergio Moro o condenou sem provas, num julgamento político. As cartas estavam marcadas. Agora, o TRF4 acelera todos os ritos e antecipa o julgamento, no pior estilo sumário dos tribunais de exceção. Respeito muito o Ciro Gomes, mas não acho que Justiça boa seja Justiça rápida. Justiça boa é a que faz justiça e respeita os direitos de defesa, sem linchamentos.
Ninguém está acima da lei, mas também ninguém pode estar abaixo. Lula não está tendo um julgamento justo até aqui. Espero que o tribunal acate o recurso de Lula e desmonte esse absurdo. O MTST estará dia 24 em Porto Alegre com toda sua militância para defender essa posição nas ruas.
Blog – Qual seria o significado histórico de uma condenação?
Boulos – A condenação de Lula significaria, neste momento histórico e nas circunstâncias do processo, um profundo ataque à democracia. O Judiciário retiraria no tapetão e de forma casuística o candidato mais popular. Seria um novo momento do golpe.
Por isso, denunciar uma condenação sem provas e defender o direito de Lula ser candidato é defender a democracia, é enfrentar o golpe. Independentemente de gostar ou não de Lula, de concordar ou não com ele. Eu mesmo divirjo de posições dele, mas estaremos em Porto Alegre e nas trincheiras de defesa da democracia. Como estivemos em defesa do mandato de Dilma, mesmo divergindo de opções políticas que seu governo tomou. É saber estar do lado certo da história.
No futuro, quando os historiadores descreverem o uso do lawfare no Brasil para destruir uma liderança política, Sergio Moro será retratado com certeza. Páginas e páginas se escreverão sobre ele. Mas não seria justo fazer o registro sem que se conhecesse também as pessoas que o ajudaram nessa tarefa. E além de Rosângela Moro, dedicada a manter as massas mobilizadas com o uso da rede social, um nome não poderá ser omitido: Ivanice Grosskopf, diretora da secretária da 13a. Vara Federal de Curitiba.
Ivanice trabalha com Moro desde o tempo de Cascavel, quando o juiz se tornou titular pela primeira vez, meados dos anos 90, na sucessão de João Pedro Gebran Neto (houve um juiz entre eles, que ficou pouco tempo lá). Na época, Moro passou por uma situação constrangedora, como recorda o procurador da república Celso Três, que trabalhava na jurisdição.
Um advogado apresentou mensagem de Rosângela Moro, advogada, que informava o telefone do gabinete do marido como seu próprio contato. Poderia ser interpretado como exploração de prestígio ou irregularidade equivalente, mas o caso não foi levado adiante.
“Na época, eu ouvi as explicações de Moro e achei que não tinha havido dolo. Pareceu mesmo que foi um equívoco”, disse o procurador, conhecido desde o Banestado pela tenacidade com que conduz suas investigações — Três já teve o carro perfurado a bala quando apurava o envolvimento de policiais civis do Paraná num esquema de concussão de sacoleiros que faziam compra no Paraguai.
Ivanice já era conhecida de todos, e se atribui a ela a redação de despachos do juiz, inclusive sentenças, o que não é incomum no Judiciário, dado o excesso de tarefas do magistrado e a relação de confiança que existe entre este e alguns subordinados. São estes que tocam a Vara, o juiz dá as diretrizes e confere o trabalho antes de assinar, para que nada saia fora de sua orientação.
Quando Moro deixou Cascavel e foi para Curitiba, onde implantou a Vara especializada em lavagem de dinheiro, Ivanice o acompanhou, para ocupar o posto de funcionária número 1, chefe do cartório. Na transcrição do vídeo com o depoimento de Lula à Polícia Federal, sob condução coercitiva, em março de 2016, o nome de Ivanice aparece como responsável pela tarefa.
A neutralidade e a imparcialidade são requisitados que se exige do magistrado, para o bom desempenho de suas funções, mas seria ainda melhor que suas pessoas de confiança mantivessem postura semelhante. Mas não é o que acontece na 13a. Vara de Curitiba.
Se, em Moro, a parcialidade é enrustida, em Ivanice é escancarada, pelo menos até 3 de agosto de 2016, data da última postagem pública em seu facebook. Nesse dia, ela postou o link com a entrevista de Deltan Dallagnol ao Programa do Jô. I
vanice também revela em sua rede social um papel ativo nas manifestações convocadas pelo Vem Pra Rua. Compartilha publicações de uma tal organização que se define pelo slogan “Curitiba, a capital mais direita do Brasil”. Deu publicidade também a manifestações do senador Ronaldo Caiado contra o assim chamado Foro de São Paulo, um assunto recorrente em sua rede social.
Compartilhou texto de Olavo de Carvalho, com ilustração em que aparece um bispo do xadrez com a estrela do PT alterada com foice e martelo e o aviso do ativista de extrema-direita de que havia postado um comentário na “página da CNBBosta”. Ivanice convocou para um twittaço e facebookaço com a hashtag “Agora Somos Todos Moro”.
Compartilha textos do site de extrema-direita O Antagonista, texto do movimento escola sem partido e de grupos que defendem a liberação do porte de armas no Brasil — “vinte fatos que comprovam que posse de armas deixa uma população mais segura”.
Revela as viagens que fez aos Estados Unidos, com direito a foto em frente à estátua de Abrahan Lincoln em Washington, e uma publicação que trata da importância de se fundar no Brasil algo como o Tea Party nos Estados Unidos — na verdade, existe, é o MBL, de cujas postagens ela compartilha, como, por exemplo, um fake news que atribui a um deputado do PT a iniciativa de “calar mídia à força” depois das eleições (em 2014).
No dia do segundo turno da eleição para presidente, postou mensagem com o seguinte teor:
Hoje é o dia de você exercer o direito de ir às urnas e escolher o próximo presidente do Brasil. Caso ocorra alguma situação diferente, no momento da votação, que te impeça de votar, avise o mesário e nos informe, enviando uma mensagem para aeciocampanha2014@gmail.com ou para o whatsapp (11) 952104827, com seu nome e telefone, para fazermos contato.
Roberto Jefferson indica própria filha para Mistério do Trabalho, e Temer aceita!!
No Brasil pós-golpe, em que os brasileiros veem Michel Temer como "sujo, corrupto, fraco e
egoísta", mais um triste capítulo foi escrito nesta quarta-feira 3, com a escolha da deputada
Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha de Roberto Jefferson, para o Ministério do Trabalho; ao fazer
o anúncio a jornalistas, Jefferson, que também é presidente do partido, chorou e disse que não
se trata de uma indicação".
BRASÍLIA (Reuters) - A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) será a nova ministra do Trabalho,
afirmou o presidente do partido e pai dela, o ex-deputado Roberto Jefferson, a jornalistas, após
participar de audiência com o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu.
Segundo Jefferson, o nome dela surgiu numa conversa dele com Temer e o ministro da Casa Civil,
Eliseu Padilha, e não se trata de uma "indicação". Ele disse ainda que telefonaram para o líder do
partido na Câmara, Jovair Arantes (GO), que anuiu "imediatamente" com a escolha.
A indicação coloca fim a um impasse desde que o nome do deputado Pedro Fernandes (PTB-MA),
levado pelo partido para substituir Ronaldo Nogueira, havia sido rejeitado pelo Palácio do Planalto.
Fernandes teve seu nome barrado pelo ex-presidente José Sarney, por ser aliado do adversário dele, o
atual governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).
A decisão do governo Michel Temer de fechar acordo com a Justiça dos Estados Unidos para
que a estatal brasileira pague US$ 2,95 bilhões – o equivalente a R$ 10 bilhões – a investidores
norte-americanos; "Se alguém tinha dúvidas de que a Lava Jato é uma operação contra a
economia do Brasil, eis a prova nesse acordo, que é corroborada com o desemprego,
precarização do trabalho e redução nos salários dos trabalhadores brasileiros".
O trio formado pelo juiz Sergio Moro, e os procuradores Carlos Fernando Lima e Deltan Dallagnol
conseguiu o que parecia impossível: fazer com que o pré-sal fosse roubado pelas petroleiras e ainda
que os investidores dos Estados Unidos fossem indenizados em R$ 10 bilhões. "É escandalosa a notícia de que Pedro Parente, [indevido] atual Presidente da Petrobras, decidiu
indenizar investidores americanos. Até onde eu sei um agente público não tem essa
autonomia para não recorrer e pagar antecipadamente uma condenação. É como se o Parente
assumisse que a Petrobras é culpada e não vítima das empreiteiras. Sendo culpada dá 10 bilhões aos
americanos. Incrível como conseguiram fazer o maior assalto da história da humanidade. Todo
suposto dinheiro recuperado pela Lava Jato foi entregue para os americanos", diz o líder petista.
Segundo Paulo Pimenta, o Brasil não ganhou nada com a operação. "O Brasil não ganhou nada. Isso
fecha a Conexão. O assalto foi comandado de lá dos EUA. Moro, Dallagnol e Carlos Fernando
conseguiram o impossível. Petrobrás foi saqueada pelas empreiteiras. Os empresários estão soltos
vivendo em mansões nababescas", destaca. "O pré-sal foi entregue. E os 'salvadores da pátria' vão dar aulas nos Estados Unidos e fazer palestra
de 'combate à corrupção'. Petrobrás sendo fatiada e vendida, e os gringos mais ricos. Foi uma
invasão imperial muito bem executada, sem armas, pela Toga, tendo a Globo como instrumento
principal de dominação. E, ao fim, vão morar no EUA porque as coisas não estão boas no Brasil"
Deputado Wadih Damous (PT-RJ) também se manifesta com indignação contra o pagamento de R$
10 bilhões pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente, a investidores norte-americanos; "Além de
permitir que os ladrões confessos fiquem com boa parte do dinheiro que roubaram, a Lava Jato
mostra agora o que sempre dissemos: é composta por quintas colunas inimigos do Brasil e agentes
dos EUA", protesta, defendendo ação popular contra a decisão; "Pedro Parente e os integrantes da
O povo está de costas para os golpistas, e neste Ano Novo que recém começou o povo quer democracia e o direito de escolher seus governantes. A primeira batalha será no dia 24, em Porto Alegre.
Meus amigos, minhas amigas do Nocaute. O ano de 2018 será o que nós formos capazes de
construir, de conquistar, na luta, no combate.
E a luta começa dia 24 em Porto Alegre, onde vamos manifestar a nossa indignação, o nosso
protesto, a nossa revolta contra a tentativa de cassar Lula, de impedir que Lula seja candidato.
Na verdade, não é a única tentativa de impedir que o povo se manifeste. A outra é mais grave, é o
semi-presidencialismo. É o parlamentarismo envergonhado, que o povo já enterrou duas vezes, em
93 e em 2003.
Nos porões do Planalto, no Congresso Nacional, e mesmo na Suprema Corte, tentam afastar o povo
da decisão de eleger o seu presidente. Por quê? Porque eles temem o povo? Porque o povo é a memória nacional. É a consciência nacional,
é o fio da história. O povo é nacionalista, o povo está contra as privatizações, o povo quer liberdade,
quer democracia. O povo sabe que o Estado é indispensável para um projeto de desenvolvimento nacional com bem-
estar, com distribuição de renda. Por isso o povo está de costas para eles, para os golpistas, para aqueles que querem refundar a
República quando não receberam esse mandato da nação. São juízes, não foram eleitos, mas fazem
algo mais grave. Querem usurpar o poder do Legislativo e do próprio Executivo, violando direitos
fundamentais. Tudo em nome de impedir Lula de ser candidato. Mas nós derrotamos a ditadura
militar, que governava por Atos Institucionais, e nāo vamos permitir a ditadura da toga. Vamos juntos em 2018 combater para garantir Lula candidato, fazer a campanha, elegê-lo, dar posse
a Lula, e de novo governar com o povo, pelo povo. Mas nós derrotamos a ditadura militar, que governava por Atos Institucionais, e nāo vamos permitir
a ditadura da toga. Vamos juntos em 18 combater para garantir Lula candidato, fazer a campanha
elegê-lo, dar posse a Lula, e de novo governar com o povo, pelo povo.
O império não perde nunca. A Petrobras fechou “acordo” para pagar US$ 2,95 bilhões aos investidores norte-americanos pelos
prejuízos (inflados generosamente pela mídia) causado aos investidores estrangeiros com os casos da
Lava Jato. Quase oito vezes o valor que a empresa diz ter recuperado com a operação: R$ 1,475 bilhão no
Brasil. Grande negócio, não é? Como ainda falta o que a empresa vai pagar aos acionistas daqui – ou a nossa Justiça vai agir
diferente da norte-americana? – pode “dobrar a meta”. Será que os milhares de desempregado da Lava Jato têm direito também a serem indenizados pela
perda do equilíbrio de suas vidas? Será que o Rio de Janeiro, afundado pela destruição da empresa e
pelo impacto de sua derrocada sobre a cadeia produtiva que ela liderava, especialmente a industria
naval, terá alguma reparação. Claro que não, só os donos do dinheiro têm direito a estas garantias. Muito menos o nosso país, Ainda bem que a turma de Curitiba está salvando o Brasil, não é?
Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca Secretário - Bruno Costa Uma secretaria nota 10!!! O seu titular é graduando em engenharia agrônoma, técnico agrícola formado em São Paulo. É técnico em meio ambiente. Já atuou no Projeto Saúde e Alegria. Desenvolveu trabalhos para o Governo do Estado de São Paulo. Foi professor na Fundac, atuou na Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, foi servidor público da Adepará e técnico em Agropecuária da Universidade Federal do Oeste do Pará. Sua atuação em frente a SEMAP tem chamado atenção pela sua dedicação, simplicidade e elevada competência.
O repórter fotográfico Guilherme Santos, do Sul21, teve uma pistola apontada para a cabeça, na
tarde desta terça-feira (2), por um integrante da Brigada Militar, durante uma abordagem realizada
nas imediações do prédio do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
Guilherme foi abordado por quatro policiais em uma viatura da Brigada Militar, na avenida Augusto
de Carvalho, cerca de 10 minutos depois de fazer algumas fotos externas do prédio do TRF4, onde
será realizado o julgamento em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia
24 de janeiro.
Na abordagem, segundo relata o repórter, um dos policiais apontou uma pistola para ele, pela janela
da viatura, e ordenou que colocasse as mãos na cabeça.
Guilherme Santos, que portava o crachá do Sul21 no momento da abordagem, se identificou como
jornalista e explicou que estava trabalhando.
Os policiais pediram o documento de identidade do repórter e passaram os seus dados pelo rádio.
Após a identificação, ele foi liberado.
Questionados sobre o motivo da abordagem, os policiais disseram que receberam um chamado para
averiguar o que ele estava fazendo nas proximidades do prédio do tribunal.
“Fiquei muito nervoso e sem reação na hora. Não entendi o que estava acontecendo. Não tinha
nenhuma explicação para uma abordagem daquele tipo com arma apontada para a cabeça. Eu estava
trabalhando, com a câmera no pescoço e o crachá visível na altura do peito”, relatou Guilherme
Santos.
A assessoria de comunicação social do TRF4 disse que a ligação não partiu do tribunal e assegurou
que não há nenhuma orientação para esse tipo de abordagem.
Segundo Analice Bolzan, coordenadora de Comunicação do tribunal, os profissionais da imprensa
poderão acompanhar o julgamento do dia 24 de janeiro, segundo regras de credenciamento que
deverão ser definidas na próxima semana.
O Sul21 entrou em contato com o Cel. Jefferson Jacques, comandante do CPC (Comando de
Policiamento da Capital), para entender se existe uma orientação para abordagens deste tipo nas
imediações do TRF4 e se já há alguma restrição física ao trabalho de jornalistas na região.
Segundo ele, o plano de segurança para o dia do julgamento está sendo montado mas, no momento,
não há qualquer restrição para a circulação de pessoas no local.
O coronel disse ainda que, para que a BM tenha feito a abordagem, ela precisa ter sido acionada por
Quando deixou o governo no final de 2016, o ex Prefeito aplicou um calote no INSS de mais de 30
milhões em dividas, pois recolhia o INSS do funcionalismo e não pagava, isso se deu entre os meses
de Junho a Dezembro de 2016, incluindo o 13°, num total de 7 parcelas. Von também deu calote no
fornecedores da PMS. Von está na eminência de responder a processo por não ter prestado contas ao TCM. Von foi um prefeito que virou as costas para o povo, não recebia lideranças comunitárias e quase
nem recebia vereadores.
Seu governo recebeu nota ZERO pelo Portal Transparência da CGU, por não cumprir a lei da
transparência e esconder informações da Prefeitura para a imprensa e a população. Von com a máquina administrativa nas mãos foi massacrado nas urnas, perdendo a eleição ja no
primeiro turno. O ex prefeito detinha a maior rejeição dos prefeitos que ja ocuparam o Palácio Jarbas
Passarinho, e isso certamente foi a resposta dada do porque a maioria da população o tinha, e ainda o
tem, como o pior prefeito da história de Santarém.