segunda-feira, 29 de maio de 2017

PREFEITO DESTINA NOVO CAMINHÃO CAÇAMBA PARA COLETA DE LIXO EM ALTER DO CHÂO

Nélio Aguiar e ao fundo o veículo doado ao município de Santarém

O caminhão-caçamba doado ontem, 27, para Santarém pelo Ministério da Integração Nacional, em parceria com a bancada de deputados federais e senadores do Pará, já tem destino certo definido pelo prefeito Nélio Aguiar (DEM).
O veículo circulará nas ruas do distrito turístico de Alter do Chão, no serviço de transporte de piçarra e entulhos.
– Além do caminhão, conseguimos ainda uma indicação do deputado federal Beto Salame (PP), que vai destinar uma emenda a Santarém para ser investida na área da saúde -, antecipou o prefeito.
Ao todo, foram entregues 46 caminhões-caçamba, e doados a 41 municípios paraenses.
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sábado, 27 de maio de 2017

LULA: PREFIRO PERDER DEZ ELEIÇÕES DIRETAS DO QUE GANHAR UMA INDIRETA


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou a posição do PSDB que, após perder quatro 
eleições presidenciais e promover um golpe parlamentar no Brasil, agora sonha em conquistar 
o poder por meio de uma eleição indireta; “Prefiro perder dez eleições diretas do que ganhar 
uma indireta”, disse ele, durante encontro com juristas, promovido pelo PT; desde que Michel 
Temer se tornou inviável, o PSDB já lançou nomes como Tasso Jereissati, Geraldo Alckmin e o 
próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a vaga de Temer, numa disputa 
indireta – Lula defende diretas; no mesmo encontro, ele também falou pela primeira vez sobre 
as delações da JBS; Lula chamou o empresário Joesley Batista de "bandido" e criticou os 
benefícios que ele obteve, que considerou um "escárnio".

247 – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou a posição do PSDB que, após perder quatro 
eleições presidenciais e promover um golpe parlamentar no Brasil, agora sonha em conquistar o 
poder por meio de uma eleição indireta.
“Prefiro perder dez eleições diretas do que ganhar uma indireta”, disse ele, durante encontro com 
juristas, promovido pelo PT, segundo informa a jornalista Juliana Sofia, no Painel.
Desde que Michel Temer se tornou inviável, o PSDB já lançou nomes como Tasso Jereissati, 
Geraldo Alckmin e o próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a vaga de Temer, numa 
disputa indireta – Lula defende diretas.
No mesmo encontro, ele também falou pela primeira vez sobre as delações da JBS; Lula chamou o 
empresário Joesley Batista de "bandido" e criticou os benefícios que ele obteve, que considerou um 
"escárnio".
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MINISTRO ENTREGA 46 CAMINHÔES COLETORES DE LIXO PARA 41 MUNICÍPIOS DO ESTADO DO PARÁ


HELDER ENTREGA CAÇAMBAS  NAS CIDADES DO PARÁ – VEJA O QUE DIZ O 
MINISTRO - “Como ministro paraense, fico mais uma vez muito feliz em poder garantir benefícios 
ao povo do Pará. Junto com a bancada federal, estarei amanhã entregando 46 caminhões-caçamba 
para 41 municípios do estado. Os 104 caminhões coletores de lixo e as 14 lanchas de monitoramento 
já estão em fase de produção e brevemente também serão entregues às cidades

ACHARAM PROVAS NOS APOSENTOS DE AÉCIO


Indignado Aécio publica video na Internet para esclarecer os fatos

"Mineirinho" foi afastado do senado após operação 
Patmos Defesa nega que “cx 2” seja referência a algo ilícito




PODER360

A Polícia Federal diz ter encontrado no apartamento do senador afastado Aécio Neves no Rio de
Janeiro 1 documento com a seguinte anotação: “cx 2“. Segundo a PF, foram apreendidos documentos
em 1 saco plástico azul. O papel com a inscrição conteria também senhas, comprovantes de
depósitos e outras anotações.



Aécio está afastado do mandato de senador desde 18 de maio. Naquele dia foi deflagrada a operação
Patmos, com cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao político. A
irmã de Aécio, Andrea, e o primo, Frederico Pacheco, foram presos.
A operação foi deflagrada devido às delações premiadas de executivos da JBS para a operação Lava
Jato. No dia anterior, parte do conteúdo dessas delações havia sido publicado, dando início ao caso
FriboiGate.
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INACREDITAVEL !! DIRETOR DA PF ESCONDE QUEM FINANCIA O FILME DA GLOBO JATO !!!


Diretor da PF decide manter em segredo financiadores do filme Polícia Federal – A Lei é Para 
Todos; Pimenta levará caso ao MPF

Diretor da PF decide manter em segredo 
financiadores do filme Polícia Federal – A Lei 
é Para Todos; Pimenta levará caso ao MPF

Embora tenha conhecimento, o diretor-geral da 
Polícia Federal, Leandro Daiello, afirmou que 
não vai revelar quem são os financiadores do 
filme “PF – A Lei é Para Todos”.
A decisão de manter em segredo está expressa 
em resposta encaminhada ao deputado federal 
Paulo Pimenta (PT-RS), que solicitou, via Lei de 
Acesso à Informação (LAI), uma série de 
questionamentos sobre as possíveis ilegalidades na relação entre a PF e a equipe de filmagem.
Segundo Daiello, “a Polícia Federal teve acesso à relação de financiadores do filme, mas não é 
possível o fornecimento de tal documentação”.
De acordo com a LAI, a recusa no fornecimento de informação constitui conduta ilícita que enseja 
responsabilidade do agente público ou militar.
Além de não revelar quem são os financiadores do filme, o diretor-geral admite ainda que a Polícia 
Federal colaborou com a equipe de filmagens, embora reconheça que “não tenham sido elaborados 
documentos” prevendo essa colaboração.
Por outro lado, os produtores do filme desmentem Leandro Daiello e garantem, sim, que foi firmado 
um “acordo exclusivo de cooperação” com a PF.
Contrato de “boca”
Para Pimenta, na medida em que reconhece a inexistência de ato formal para a celebração de 
convênios entre PF e produtores do filme, Daiello confessa irregularidades de várias naturezas.
“A falta de um ato formal, além de ser um escândalo, configura ato de improbidade administrativa. 
Como pode o diretor-geral da PF admitir que estabeleceu um contrato de ‘boca’ com a produção de 
um filme, em que seus financiadores são mantidos sob segredo para a população brasileira?”, 
questiona o deputado.
Para Pimenta, ao negar as informações solicitadas, o diretor-geral da PF acabou fornecendo um 
conjunto de elementos que revelam ilegalidades, e que agora serão levadas ao Ministério Público 
Federal, que já apura contra Leandro Daiello possível prática de ato de improbidade administrativa, 
peculato, abuso de autoridade e prevaricação por conta da relação – segundo Pimenta – “promíscua”, 
estabelecida entre a PF e os produtores do filme.
Financiadores
De acordo com informações recebidas pelo deputado Pimenta, há suspeitas de que a maior parte do 
filme é financiada por grandes empresas da indústria da carne, que foram beneficiadas por acordos 
de delação premiada.
Como contrapartida, sequer foram instauradas contra essas empresas inquéritos para apurar 
efetivamente os crimes que tenham cometidos.
O filme “Polícia Federal – A Lei é Para Todos – tem sido alvo de inúmeras críticas por ser uma peça 
de perseguição política. Em março deste ano, o delegado Igor Romário de Paula confessou que a PF 
gravou, sem autorização da Justiça, imagens internas do apartamento do ex-presidente Lula, durante 
condução coercitiva dele, em março de 2016.
Segundo noticiado na imprensa, essas imagens foram entregues aos produtores do filme e à revista 
Veja. Em visita à sede da Polícia Federal de Curitiba, o ator Ary Fontoura, que participa do filme, 
confirmou as suspeitas sobre a colaboração ilegal cometida pela Polícia Federal: “Vim assistir às 
gravações que a PF fez da condução coercitiva do Lula”.
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ULTIMA SEMANA PARA O POSTIÇO ?



POR FERNANDO BRITO 

Não se sabe ainda o que vem no final de 
semana, embora sejam grandes as possibilidades 
de surgirem novos escândalos, como este das 
apreensões no apartamento de Aécio Neves, já 
na happy-hour da sexta-feira.
Mas não é difícil ver que nada de bom virá para 
aliviar o cerco a Michel Temer.
Ficou claro que ele permaneceu esta semana no 
Governo pela necessidade de buscar o
impossível: alguém que, numa eleição indireta,
pudesse seguir a impor as reformas no parlamento.
Houve farto delírio: Henrique Meirelles, Tasso Jereissati, até Rodrigo Maia que, se tem os meios, 
também tem seus pais a marcá-lo na paleta: Temer, Moreira e César Maia.
Talvez tenha sobrado algo da carga daquele helicóptero do senador Zezé Perrela, porque os jornais se 
ao velho jurista, reduziria seu nome a Carvalhosa, porque o Modesto passaria a ser uma 
impropriedade vocativa.
Temer sobreviveu com base na frase de FHC, nada lisonjeira: “é o que temos”.
Mas não se tem mais. O “mercado” – o de verdade, não os 80% de imbecis de “mesa de operações”- 
sabe que ele está morto e já não tem dúvidas – apesar das declarações públicas em contrário – de que 
não há base política para aprovar nem a reforma trabalhista nem a previdenciária.
Com isso, desparece o último tubo de suporte á vida – ou sobrevida – do Governo Temer.
Temer escolheu jogar o jogo fora de seu campo, o da cooptação e do conchavo no meio-campo, e 
partir para o enfrentamento dentro da grande área. Só que toda a sua zaga tem cartão amarelo e a 
defesa é uma peneira.
O STF não poderá passar mais uma semana omisso, porque será deixar a palavra única para o TSE.
Eu diria – e não sou o único – que Temer entra em sua última semana.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

GOVERNO DO POSTIÇO DERRETE E CHEFE DO BNDES RENUNCIA


Governo de Michel Temer desmorona a olhos vistos; primeira a entregar os pontos e 
desembarcar da nau furada de Temer é Maria Silvia Bastos Marques, presidente do Banco 
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que entregou sua carta de 
renúncia nesta sexta-feira, 26; em carta aos funcionários do BNDES, Maria Silvia ela disse que 
já informou sua decisão a Michel Temer e alegou razões de cunho "pessoal";  o diretor 
Ricardo Ramos, do quadro de carreira do BNDES, vai assumir interinamente a presidência da 
instituição.

A questão é que Maria Silvia fechou os financiamentos do BNDES, vitais para a economia 
brasileira. Queda de 35% em 2016 e mais uma redução de 16% no primeiro bimestre deste ano.
O BNDES é a única fonte de crédito viável para as empresas brasileiras e esta fonte secou, em 
grande parte porque Henrique Meirelles obrigou o Banco a antecipar o retorno de nada menos do que 
R$ 100 bilhões em Títulos do Tesouro, que ajudavam a lastrear suas operações com taxas de juros 
equalizadas.
Agora, no caso JBS, Maria Silvia, aparentemente, não topou atropelar o corpo técnico do banco e 
entrar na onda policialesca de dizer que os empréstimos às empresas dos Batistas foram um mau 
negócio para o banco, porque não foram (ou não eram), porque representaram um naco considerável 
da maior empresa mundial de proteína animal em poder da instituição, e isso é dinheiro, muito 
dinheiro em garantia. Seja como for, é um abalo no que resta do Governo Temer, a área econômica. 
Por enquanto

(Reuters) - A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 
Maria Silvia Bastos Marques, informou pessoalmente sua renúncia do cargo ao presidente Michel 
Temer nesta sexta-feira, alegando motivos pessoais.
Em breve comunicado à imprensa, o banco afirmou que o diretor Ricardo Ramos, do quadro de 
carreira do BNDES, vai assumir interinamente a presidência da instituição.
No início do mês, descartando rumores de que sofria pressão para deixar a presidência do BNDES, 
Maria Silvia afirmou que "não faltava" a ela "apoio do presidente Michel Temer".
A saída da executiva do banco de fomento também ocorreu poucos dias depois de o BNDES ter 
criado uma comissão interna para avaliar operações com a gigante de alimentos JBS (JBSS3.SA: 
Cotações).
A comissão foi anunciada por Maria Silvia após a deflagração de operação da Polícia Federal 
encarregada de investigar fraudes e irregularidades na liberação de 8 bilhões de reais em recursos do 
BNDES para a JBS antes da executiva assumir a presidência da instituição.
Maria Silvia tomou posse como presidente do BNDES em 1º de junho do ano passado e desde então 
vinha promovendo uma série de revisões nas políticas de concessão de financiamentos do banco.
Leia a carta de Maria Sílvia aos funcionários do BNDES:
"Prezados benedenses,

Nesta sexta-feira, 26 de maio, informei pessoalmente ao presidente Michel Temer a minha decisão 
de deixar a presidência do BNDES.
Todos os diretores permanecem no cargo e o diretor Ricardo Ramos, pertencente ao quadro de 
carreira do BNDES, responderá interinamente pela presidência do Banco.
Deixo a presidência do BNDES por razões pessoais, com orgulho de ter feito parte da história dessa 
instituição tão importante para o desenvolvimento do país. Nas duas passagens que tive pelo Banco, 
como diretora, nos anos 90, e agora, como presidente, vivi experiências desafiadoras e de grande 
importância para a minha vida profissional e pessoal.
Neste ano à frente da diretoria do BNDES busquei olhar para o futuro, estabelecendo novos modelos 
de negócios e estratégias para o Banco, sem descuidar do passado e do presente, sempre tendo em 
mente preservar e fortalecer a instituição e seu corpo funcional.
Desejo boa sorte a todos, esperando que sigam trabalhando para que o BNDES continue sendo o 
Banco que há 65 anos faz diferença na vida dos brasileiros.

Um grande abraço,

Maria Silvia".
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VÍDEO SENSACIONAL!! O HERÓI DOS TOLOS !!



MAIOR CRIME NO BRASIL: NASCER POBRE!!!!!

A mulher do Malvado favorito dos coxinhas (Eduardo Cunha) Ela Claudia Cruz, movimentou
milhoes do dinheiro da corrupçao, gastou milhoes comprando só roupa de luxo no cartao de credito, 
no entanto, para o Tucano de torga ela nao cometeu crime e foi absorvida, é claro que o Ministerio 
Pulblico como orgao acusador pode revorrer da decisao do juiz.
Ai o senhor juiz parcial quer condenar Lula por um triplex q nao é do Lula q nao estar no nome do 
Lula. Pode isso? O pior cego é o q nao quer ver.
Ai eu pegunto: se nessa historia de Lava Jato se nao há dois pesos e duas medidas?????

ONU CONDENA REPRESSÃO E VIOLÊNCIA POLICIAL EM BRASILIA E NA CRACOLÂNDIA


Foto: Jornalistas Livres
 
Jornal GGN - Comunicados da Organização das Nações Unidas (ONU) condenaram o “uso excessivo da força” contra os manifestantes do último ato em Brasília, na quarta-feira (25) e também manifestaram preocupação com a operação promovida pela Prefeitura de São Paulo na cracolândia, na região central da cidade. 
Assinado também pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, o documento critica a violência policial em operações de segurança nas cidades e nos conflitos de terra no campo. 
"Instamos o Estado brasileiro a redobrar seus esforços para promover o diálogo e proteger o direito à manifestação pacífica", afirmou Amerigo Incalcaterra, o representante da entidade.Os organismos também pediram que manifestantes exerçam seus direitos à livre manifestação de forma pacífica.  
Também é criticado o uso de armas de fogo durante as manifestações, afirmando que elas não devem ser utilizadas “exceto naquelas ocasiões em que as instituições policiais não possam reduzir ou deter com meios menos letais àqueles que ameaçam a vida e integridade de outras pessoas”.
 
Leia mais abaixo, em reportagem de Jamil Chade:  
 
 
Entidade diz que armas de fogo devem estar excluídas do controle de protestos e cita operação contra drogas em SP

O Escritório Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou o uso "excessivo da força por parte da Polícia Militar para reprimir protestos e manifestações no Brasil", criticou a ação de domingo, 21, na Cracolândia e a violência de manifestantes. Para as entidades, o uso de armas de fogo deve estar excluído de qualquer estratégia de controle de atos de rua.  
Em um comunicado, assinado também pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a entidade da Organização das Nações Unidas (ONU) também criticou a violência policial em operativos de segurança no espaço urbano e no marco do conflito de terras. 
O comunicado foi emitido dois dias depois que Brasília registrou protestos em sua Esplanada, com cerca de 35 mil pessoas. "Durante as manifestações, ocorreram atos de violência, incluindo o incêndio e a depredação de equipamentos públicos", apontou a ONU. A entidade lembrou que sete pessoas foram detidas e 49 ficaram feridas, algumas delas gravemente e uma delas com arma de fogo. "Do mesmo modo, reportou-se que a Polícia Militar utilizou gases pimenta, lacrimogêneo e balas de borracha para reprimir os protestos."  
Apesar de o decreto do presidente Michel Temer (PMDB) sobre o uso das Forças Armadas ter sido revogado, as Nações Unidas fizeram um alerta. "Instamos o Estado brasileiro a redobrar seus esforços para promover o diálogo e proteger o direito à manifestação pacífica", disse o representante da entidade, Amerigo Incalcaterra. "A manifestação pacífica é uma forma de participação própria das sociedades democráticas, em que as pessoas podem exigir seus direitos humanos e exercer ativamente suas liberdades de opinião e de expressão." 
A crítica também foi direcionada aos manifestantes. Os organismos "condenam todo ato de violência e urgem aos manifestantes a exercer seus direitos à livre manifestação de forma pacífica, ao mesmo tempo em que reafirmam que a ação das forças de segurança deve respeitar em todo momento as normas internacionais de direitos humanos". 
Cracolândia 
Outro alerta da ONU se refere à desocupação da Cracolândia, promovida pela Prefeitura de São Paulo. "Várias pessoas ficaram feridas na região conhecida como Cracolândia, na cidade de São Paulo, durante uma operação de segurança para remover das ruas dependentes químicos usuários de drogas ilícitas", indicou.  
"De acordo com a informação recebida, a operação teria incluído a demolição de um prédio que estava ocupado, o despejo de moradores e comerciantes da Cracolândia e o uso de bombas de gás e balas de borracha para reprimi-los", disseram as entidades. 
Para a ONU, a situação gerou uma "profunda preocupação pelo uso excessivo da força por parte das forças de segurança do Estado brasileiro". 
Outro exemplo usado pela entidade foi a morte de dez pessoas durante um despejo violento realizado pelas Polícias Civil e Militar em uma fazenda no Estado do Pará. A ONU quer uma investigação sobre o caso.  
Armas 
Tanto a ONU como a Comissão Interamericana ainda se dizem preocupadas com os incidentes com armas de fogo em diferentes momentos das manifestações no Brasil. As entidades pediram para o "Estado adotar mecanismos para garantir o estrito apego aos princípios gerais de legalidade, proporcionalidade e absoluta necessidade no uso da força em contextos de protesta social".  
"As armas de fogo devem estar excluídas dos dispositivos utilizados para o controle dos protestos sociais. O uso deste tipo de armas é uma medida extrema, e não deve utilizar-se exceto naquelas ocasiões em que as instituições policiais não possam reduzir ou deter com meios menos letais àqueles que ameaçam a vida e integridade de outras pessoas", alertou a ONU, que pede que as autoridades investiguem os casos e sancionem os responsáveis.  
Ela ainda convoca o Estado a "garantir e proteger a integridade física e a segurança dos e das manifestantes". "Chamamos as autoridades brasileiras a garantir o pleno exercício dos direitos humanos no marco de um Estado democrático de Direito, o qual é condição fundamental para a promoção e proteção efetiva dos direitos humanos no país", disse Incalcaterra. 
"Buscamos garantir os direitos humanos em uma situação bastante delicada no Brasil neste momento", disse o relator da Comissão Interamericana para o Brasil, James Cavallaro, que quer fazer uma visita ao Brasil para avaliar a situação. 
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JUNGMANN, O FANFARRÂO QUE SE ACHA UM DOBERMANN' E NÂO PASSA DE UM "PINSCHER"


Jornalista Luís Costa Pinto criticou nesta sexta-feira, 26, o ministro da Defesa, Raul 
Jungmann, pela patética atuação na convocação do Exército, feita por Michel Temer, às ruas 
de Brasília para conter a manifestação dessa quarta-feira, 24; " Todo pinscher nasce se crendo 
um dobermann. Ameaçam como dobermanns. Ladram como tal. Até estufam o peito – aliás, 
outro gesto típico de Jungmann. Quando se descobrem pinscher de fato, desinflam", diz o 
jornalista.

247 - O jornalista Luís Costa Pinto
criticou nesta sexta-feira, 26, o
ministro da Defesa, Raul Jungmann,
pela patética atuação na convocação
do Exército, feita por Michel
Temer, às ruas de Brasília para
conter a manifestação dessa quarta-
feira, 24.
Leia um trecho:"Quem inventou
Raul Jungmann para o exercício de
cargos públicos foi o ex-governador
de Pernambuco (assumiu por 11
meses entre 1990 e 1991) e ex-
senador Carlos Wilson, que o
nomeou secretário de Planejamento.
Jubilado na Faculdade de Filosofia do Recife, onde não conseguira conquistar o diploma superior, o
hoje ministro da Defesa era chamado por Wilson de 'Gogó de Ouro'. 
O então governador explicava: 'tenho orçamento curto e preciso projetar ao menos minhas ideias. 
Raul fala tudo de forma tão mirabolante, diz as coisas mais incríveis de forma tão crível, que é a 
melhor pessoa para se ter quando a gente sabe que vai fazer muito pouco e precisa causar impacto e 
impressionar'. Definição melhor, impossível.
Ao convocar a imprensa para o pronunciamento em que mentiu sobre a autoria do pedido de 
convocação das Forças Armadas para a exibição coercitiva na Esplanada Jungmann certamente se 
sentiu um dobermann de guarda pretoriana de Palácio. É a fantasia perfeita para esconder o espírito 
sabujo de labradores brincalhões que combinam mais com seu jeitão meio atrapalhado, embora se 
diga que ali habita um cérebro de dálmata (dálmatas têm handicap pouco lisonjeiro no mundo 
canino).
Antes que chegasse ao fim a tensa quarta-feira 24 de maio o ministro da Defesa havia descoberto que 
sua identidade real nesse universo paralelo era a de um pinscher – aqueles cãezinhos que latem como 
se não houvesse amanhã e exibem um porte de gigantes. Todo pinscher nasce se crendo um 
dobermann. Ameaçam como dobermanns. Ladram como tal. Até estufam o peito – aliás, outro gesto 
típico de Jungmann. Quando se descobrem pinscher de fato, desinflam."
Leia na íntegra o artigo de Luís Costa Pinto.
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BARBICHA DO BANESTADO SE SUPERA....


Jornal GGN - O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, disse nesta sexta (26) que a única coisa que pode explicar a decisão de Sergio Moro em relação à Claudia Cruz é o "coração generoso" do juiz.
Na noite de quinta, a decisão de Moro sobre a ação penal em que Claudia era acusada de lavagem de dinheiro e evasão de dividas veio a público: o magistrado absolveu a esposa de Eduardo Cunha por falta de provas e não comprovação de dolo. Ele ainda escreveu, no despacho, que a jornalista foi imprudente por nunca se perguntar de onde vinham os recursos que ela despendia com exagero no exterior, já que o marido era apenas um agente público com remuneração limitada.

Temer é denunciado na ONU por reprimir manifestação e por chacina no Pará


Deputados denunciaram a repressão violenta ocorrida na última quarta-feira em Brasília, que 
contou com a convocação das Forças Armadas, e chacina ocorrida no sul do Pará ocorrida no 
mesmo dia

"O governo Temer utilizou as Forças Armadas e o Estado contra o povo brasileiro", 
denunciam deputados em carta dirigida à ONU

Sul 21 – Na tarde desta quinta-feira (25), as deputadas federais Maria do Rosário (PT-RS), Luiza Erundina (PSOL-SP) e o deputado federal Paulão (PT-AL) entregaram ao coordenador residente do Sistema das Nações Unidas (ONU) no Brasil, Niki Fabiancic, documento que relata violações de direitos humanos ocorridas no governo Temer.
A carta-denúncia centra-se nas repressões ocorridas no ato em Brasília, no Decreto autorizando o uso das Forças Armadas – revogado, posteriormente – e na chacina do sul do Pará, ambos os casos ocorridos na última quarta-feira (24). O texto assinado por parlamentares, artistas, entidades e sociedade civil pede que a ONU envie observadores internacionais para averiguação dos fatos.



Deputados denúncia ONU
Deputados encaminharam denúncia à ONU


"O governo Temer utilizou as Forças Armadas e o Estado contra o povo brasileiro, a liberdade de manifestação, de organização e de expressão de um povo”, afirmou Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS) e ex-ministra dos Direitos Humanos. Segunda ela, no plano da denúncia internacional este é apenas o primeiro passo.
O coordenador da ONU no Brasil se comprometeu em enviar o documento para o Alto Comissariado das Nações Unidas em Genebra para que sejam investigadas as violações de Direitos Humanos. A carta, endossada por sindicatos, movimentos sociais, artistas e intelectuais, estará disponível na internet para que brasileiros e brasileiras possam assinar. O processo de coleta de assinaturas ainda está em aberto.
Confira íntegra do documento:
Ao Alto Comissariado das Nações Unidas, Comissão Interamericana de Direitos Humanos, e entidades defensoras de Direitos Humanos do Brasil e do mundo
Considerando que os direitos à vida, à liberdade, à segurança e à integridade física e mental são constitutivos do sistema nacional e internacional de proteção aos Direitos Humanos e se situam em posição hierárquica suprema no rol dos direitos fundamentais, servindo como alicerce a todos os demais direitos;
Considerando o disposto na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, promulgado no Brasil pelo Decreto nº 594, de 6 de julho de 1992, especificamente em seus Arts. 6º, 7º e 19º, e na Convenção Contra a Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes, promulgada pelo Decreto nº 40, de 15 de fevereiro de 1991;
Considerando a Constituição Federal em seu art. 5º, incisos IV, IX, XVI, que asseguram os direitos humanos de reunião e de livre manifestação do pensamento a todas as pessoas pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
Considerando a Resolução 06 de 2013 do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) que dispõe sobre recomendações para garantia de direitos humanos e aplicação do princípio da não violência no contexto de manifestações e eventos públicos, bem como na execução de mandados judiciais de manutenção e reintegração de posse;
Destacando a nota de repúdio emitida em 24 de maio de 2017 pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos do Brasil (em anexo), relatamos o que segue;
Cidadãs e cidadãos brasileiros de várias faixas etárias e de todo o território nacional, integrantes de movimentos sociais e sindicatos de todo Brasil se reuniram durante a manhã de 24 de maio em frente ao estádio Mané Garrincha e seguiram em uma marcha pacífica rumo à Esplanada dos Ministérios, centro do poder político do país. Esta manifestação, convocada contra as reformas previdenciária e trabalhista em curso no Congresso Nacional, e que recentemente inseriu dentre suas reivindicações as eleições diretas para a Presidência da República, foi duramente reprimida como há tempos não se via num Estado que se afirma democrático.
A marcha transcorria pacificamente, com bandeiras multicoloridas, músicas e expressões criativas da cultura brasileira, até que policiais do Governo do Distrito Federal e da Força Nacional, com um aparato gigantesco e jamais visto no período pós-ditadura, impediram a instalação do ato.
As agressões indiscriminadas aos manifestantes, inclusive contra mulheres, crianças e idosos se deram de diversas formas, desde cassetetes, uso da cavalaria, spray de pimenta, bombas de gás lacrimogêneo, de efeito moral, balas de borracha, helicópteros e até mesmo o emprego de armas de fogo.
Atitude criminosa que resultou em 49 feridos notificados em atendimento hospitalar. Ao agirem indiscriminadamente e sem controle, as forças de segurança feriram pessoas que exerciam seu direito de expressão e manifestação, ou trabalhavam na cobertura dos atos, como jornalistas e cinegrafistas.
Deputadas (os) federais e senadoras (es) que participaram do ato também foram alvo da repressão e tiveram obstruída sua atribuição constitucional, não sendo ouvidos pelo comando das forças repressivas no local para que cessassem a violência.
Após a lamentável atuação dos agentes do Estado, o presidente Michel Temer editou o Decreto de 24 de maio de 2017, que instituiu a GLO (Garantia da Lei e da Ordem), autorizando às Forças Armadas atuarem na repressão à liberdade de manifestação em Brasília.
Além disso, a decisão é arbitrária por não observar pressupostos legais para uso da medida, como a necessária comprovação do esgotamento de todos os instrumentos destinados à preservação da ordem pública, e não informou ao governador do Distrito Federal sua decisão, estabelecendo que durante oito dias, ficaria à cargo do Ministério da Defesa definir a área de atuação das Forças Armadas.
Os relatos de violações de Direitos Humanos se multiplicam no Brasil. No mesmo dia em que a barbárie foi praticada por agentes do Estado em Brasília, dez trabalhadores rurais foram mortos no município de Redenção, no Pará, também em uma ação da Polícia Militar, totalizando 36 pessoas assassinadas em conflitos fundiários no campo apenas em 2017.
Em paralelo, observamos um desmonte progressivo das estruturas do Estado responsáveis pela mediação de conflitos no campo e de apoio aos trabalhadores rurais e minorias, como por exemplo, na extinção da Ouvidoria Agrária, recriada posteriormente com estrutura precarizada.
Este cenário de intensificação nas violações de Direitos Humanos no Brasil é de conhecimento da comunidade internacional. Em maio deste ano, durante sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, na apresentação do relatório do governo brasileiro para a Revisão Periódica Universal, 119 países fizeram mais de 200 recomendações sobre temas relacionados aos Direitos Humanos no Brasil.
Desta maneira, apresentamos esta denúncia e conclamamos a Organização das Nações Unidas, a Organização dos Estados Americanos e a comunidade internacional a repudiar a postura autoritária e desmedida do Governo Brasileiro, encaminhando ao país os Relatores Especiais do Conselho de Direitos Humanos da ONU nos temas relacionados ao objeto dessa denúncia.
Solicitamos ao Alto Comissariado da ONU, uma visita in loco para análise das graves violações dos direitos humanos.
Assinam:
Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS) e ex-Ministra Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
Luiza Erundina de Sousa – deputada federal (PSOL-SP)
Paulão, deputado federal (PT-AL)
Aly Muritiba – cineasta
Ana Júlia Ribeiro – estudante secundarista
Ana Moser – empreendedora social
Ana Petta- Atriz
Ana Paula Siqueira – RP e social media
Andréa Castello Branco – jornalista
Andrea Nathan – jornalista
Bernardo Cotrin – Fórum 21
Bianca Comparato – atriz
Breno Bergson – advogado
Bruno Garcia – ator
Bruno Monteiro – jornalista, produtor e ativista de Direitos Humanos
Bruno Trezena – jornalista
Carlos Zarattini, líder da bancada de deputados federais do PT (PT-SP)
Carolina Kasting – atriz
Central de Movimentos Populares (CMP)
Central dos Trabalhadores do Brasil
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Central Única dos Trabalhadores
Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
Chico Alencar, deputado federal (PSOL-RJ)
Coletivo Juntos
Dandara Tonantzin – Enegrecer
Danielle Freitas Kattah – produtora
Daniel Filho – produtor e diretor de cinema
Danilo Moreira – Gestor Público
David Miranda- Jornalista Vereador
Débora Lamm – atriz
Edmilson Rodrigues, deputado federal (PSOL-PA)
Efraim Neto – Jornalista
Fabio Malini – professor Labic/Ufes
Fátima Bezerra, senadora (PT-RN)
Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
Fernanda Takai – cantora
Fernando Sato – ativista e jornalista
Flávia Lacerda – direção audiovisual
Flávia Gianini – jornalista
Flávio Renegado – Músico
Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
Fora do Eixo
Gabriella Gualberto – jornalista
Glauber Braga, deputado federal (PSOL-RJ)
Glória Médici – professora Ifes
Guta Nascimento – jornalista
Helena Petta – médica
Henrique Fontana – Deputado Federal
Herson Capri – ator
Hugo Cesar – Ativista
Iriny Lopes, ex-Ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência da República
Ivan Valente, deputado federal (PSOL-SP)
Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social
Jandira Feghali, deputada federal (PCdoB-RJ)
Jean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ)
Joanna Maranhão (atleta)
Kátia A.S.Brenicci – advogada
Laís Bodanzky – cineasta
Léo Casalinho – ativista
Leoni – músico
Leonardo Boff – teólogo
Levante Popular da Juventude
Lucia Helena – psicóloga
Luiz Couto – deputado federal (PT-PB)
Macaé Evaristo – professora
Maeve Jinkings – atriz
Manno Góes – músico
Manuela Davila – jornalista, Deputada Estadual
Marcia Miranda – professora e fundadora do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis
Márcio Jerry – Jornalista, presidente PCdoB MA, Secretário Estado Comunicação/Maranhão
Margarida Barbosa – professora
Margarida Salomão – deputada federal (PT-MG)
Maria de Fátima Mendonça- Enfermeira
Maria do Pilar Lacerda – educadora
Marilena Garcia- educadora
Marcia Tiburi – professora de filosofia
Maximiliano Nagl Garcez – advogado sindical
Mônica Martelli – atriz
Monique Prada – trabalhadora sexual, escritora, CUTS
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST)
Movimento Quero Prévias
Naná Rizinni – musicista e produtora musical
Olivia Byington – cantora
Orã Figueiredo – ator
Padre João, deputado federal (PT-MG)
Patricia Pillar – Atriz
Paulo Paim – senador (PT-RS)
Paulo Pimenta – jornalista e deputado federal
Pedro Henrique França – jornalista e roteirista
Pedro Tourinho – médico, vereador em Campinas
Pepe Vargas – deputado federal (PT-RS) e ex-Ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
Rafael Dragaud – Diretor
Renan Quinalha – advogado
Roberta Calza – atriz
Rodrigo Cebrian – diretor
Rosana Maris- Atriz e Produtora Cultural
Sâmia Bonfim – vereadora em São Paulo
Sérgio Mamberti, ator
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais
Tamara Naiz – Pesquisadora e Presidente da ANPG
Thadeu de Mello e Silva – advogado
Thássia Alves – jornalista
Tico Santa Cruz – artivista
União da Juventude Socialista (UJS)
União Nacional dos Estudantes (UNE)
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES)
Vanessa Grazziotin, senadora (PCdoB-AM)
Vinicius Cascone – Advogado
Wadih Damous, deputado federal (PT-RJ)
Wallace Ruy – Atriz
Wagner Moura – ator
Warley Alves – ativista e produtor cultural
Wolney Queiroz – Deputado Federal PDT-PE
Zé Geraldo, deputado federal (PT-PA)
Zélia Duncan – cantora

NÃO VAI DAR NA GLOBO: Vídeo flagra policiais cometendo vandalismo em manifestação



Viralizou nas redes sociais um vídeo em que policiais são flagrados quebrando vidraças de um 
prédio público.
As centrais sindicais e movimentos sociais que organizaram o #OcupaBrasília, na quarta-feira (24), 
denunciaram a infiltração de “policiais mascarados”, disfarçados de black blocs, no quebra-quebra 
do Distrito Federal.
O Blog do Esmael questionou integrante de alta patente da PM-PR sobre a veracidade das imagens. 
Segundo o militar, sim, são verídicas, mas não dá para precisar o local exato do vandalismo 
praticado pelos fardados.
As incontestes imagens dos policiais depredando vidraças de prédios, ou seja, praticando vandalismo 
para incriminar o movimento pelas Diretas Já, desmonta a narrativa da velha mídia golpista de que 
os trabalhadores são uns “vândalos”.
Tal “vandalismo” foi a justificativa para decreto (já revogado) de Michel Temer convocando as 
Forças Armadas na repressão do protesto pacífico e democrático.
Além dessa disputa pela narrativa, choca muito o fato de setores médios da sociedade terem prestado 
mais atenção nos vidros quebrados do que nas 50 pessoas massacradas pelas bombas da PM de 
Brasília; ou o desprezo pelos 10 sem-terra que foram assassinados no Pará.
É bom frisar: as imagens mostram os policiais praticando vandalismo na manifestação.
Tais relatos acima são provas concretas de que, ao destilar ódios, a mídia desumaniza as pessoas 
transformando-as em coisas descartáveis. Um horror!

Os encontros Temer-Joesley: “diz que seu nome é Rodrigo”. Ouça



POR FERNANDO BRITO  
Áudio divulgado pelo Estadão revela mais um detalhe sórdido nas relações que Michel Temer 
mantinha, secretamente, com o empresário Joesley Batista, da JBS.
O “homem da mala” Rodrigo Rocha Loures orienta Joesley a isar seu nome, Rodrigo, ao identificar-
se na entrada do Palácio do Jaburu, residência oficial (por enquanto) de Michel Temer.
Era a senha para libertar a entrada para os “embalos da garagem” que antecediam a “festa da 
mochila”.
Basta a leitura do diálogo, que você pode ouvir no trecho que selecionei e coloco ao final do post, 
nem é preciso comentar. As conclusões são inevitáveis.
Loures pergunta a Joesley. “A conversa com ele (Temer) foi boa lá aquele dia?”
Joesley: “Muito boa, muito boa. Eu tava precisando ter aquela conversa lá com ele. Primeiro, 
brigado.”
Loures: “Imagina.”
Joesley: “Super, super discreto ali, bem, é, também dei meu nome nada. Entrei, entrei direto na 
garagem, desci, fui ali naquela salinha ali.”
Loures: “Protege você, te deixa à vontade, dá para fazer sempre assim. Quando for, quando você 
chegar e o cara pergunta, teu nome é ‘Rodrigo’. O menino… como aqueles militares ali da portaria 
não são controlados por nós, a gente nunca sabe quem vai estar naquela posição. O Comando fica 
trocando esses caras. Quando você chega, a placa do (inaudível). Diz: ‘O ‘Rodrigo’ vai chegar aí 
com o carro tal’. O menino que está na porta sabe nada.”
Joesley: “Funcionou super.”
Loures: “Ele queria acho que também falar com você, te ouvir, não é? E da outra vez, ele perguntou 
naquele dia, ele falou assim: ‘mas ele te disse o que é?’. Eu falei: ‘Presidente, nem disse, nem eu 
perguntei, porque (inaudível)’. Daí ele até disse assim: ‘é, então, mas diga a ele que se ele quiser 
falar, que ele pode falar com você’.”
Joesley: “Isso.”
Rocha Loures: “‘Ele só vai falar se ele quiser falar. Então, tem que deixar o Joesley à vontade’.”
Joesley: “Agora eu estou autorizado, porque ele me autorizou.”
Joesley aponta a Rocha Loures quem eram seus interlocutores no Planalto.
Joesley: “Então, primeira coisa que eu fui falar com ele era exatamente isso. (Inaudível) Eu disse 
assim: ‘Michel, eu falava (inaudível) com o Eduardo. Aconteceu o que aconteceu com o Eduardo, 
enfim, aí eu fui falar com o Geddel. Aí eu tava falando com o Geddel, tudo bem, aí aconteceu o que 
aconteceu com o Geddel, que eu falava com o Padilha aí, acho que hoje o Padilha está voltando, 
mas…”
Rocha Loures: “Voltou já.”
Joesley: “Isso, aí o Padilha estava naquela situação. Pô, eu tenho que achar com quem que eu falo. 
Aí ele falou: ‘Pode falar com o Rodrigo, o Rodrigo é da minha mais alta confiança. Tudo’. Então, 
pronto. Falei, então: ‘Então, pronto, agora eu tô em casa’. Aí, então, foi ótimo, foi conversa. Falei, 
então, o seguinte: ‘não vou ficar te enchendo o saco, vou falar tudo com o Rodrigo que eu precisar, 
nós vamos tocando. Se em algum momento tiver alguma coisa que eu ache que é importante, aí eu 
venho’.”
Loures: “Aí vocês se encontram.”
Joesley: “Isso.”

Caetano, Mano Brown, Criolo e outros artistas se apresentam em ato no Rio por diretas já


Grandes nomes da música brasileira marcam presença neste domingo (28), na praia de 
Copacabana, para pedir a saída de Temer e "o direito do povo votar".

Redação RBA  

'Temer não se sustenta mais na presidência. Agora é hora de escolhermos nosso caminho', afirma a 
organização


São Paulo – “Vamos para as ruas em um
evento gigantesco, com grandes artistas,
pelas diretas já. Pelo direito do povo
votar.
Nossa crise é de legitimidade”, afirma em
vídeo o ator Wagner Moura, sobre o
evento "O Rio pelas Diretas Já", que será
realizado na praia de Copacabana, a partir
das 11h, no próximo domingo (28). Além
de pedir a saída do presidente Michel
Temer (PMDB) e a realização de eleições 
diretas, os presentes poderão assistir a
shows de grandes nomes da música
nacional.
“Isso não é um movimento de esquerda nem de direita. Isso é pela democracia. Vamos pressionar
para tirar esse Temer de onde ele nunca deveria ter chegado. Temos o direito de escolher o próximo
presidente”, completa o ator. O ato conta com a organização das frentes Povo sem Medo e Brasil
Popular. “É um fato: Temer não se sustenta mais na presidência. Agora é hora de escolhermos o
nosso caminho”, afirmam os organizadores.
Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Maria Gadú, Teresa Cristina, Mart´nália, Mosquito, Cordão
da Bola Preta e BNegão são alguns dos nomes que estarão presentes. “Esse movimento é super
importante e necessário para o país”, afirma a cantora e atriz Emanuelle Araújo. “Vamos para a rua
lutar por nosso direito de mudar essa bagunça em que foi transformado o governo do nosso país.
Serão vários artistas maravilhosos e você não pode perder”, completa.
A organização do evento remete ao movimento das Diretas Já, que defendia o direito de a população
votar para presidente, em 1984. “Mais de 30 anos se passaram desde o histórico movimento das
Diretas Já. Não há saída que não seja a democracia (…) Não podemos abrir mão dessa escolha e
deixar que a Câmara formada por parlamentares tão corruptos quanto Temer e seus aliados decidam
por nós”, diz o texto da convocação no Facebook.
O ator Vladimir Brichta gravou um vídeo em seu perfil no Facebook convocando para o ato. “Vamos
todos para as ruas pedir nosso direito de escolher o novo presidente. Não vamos deixar nas mão do
Congresso. Novo presidente porque todos sabem que Temer vai cair, isso não se discute mais. Mas
não se engane, esse Congresso não representa a gente. São mais de 200 pessoas sendo investigadas”,
afirma.
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TÓC-TÓC-TÓC. TEIXEIRA BATE NA PORTA DA GLOBO


Se o Teixeira roubou, a Globo Overseas, também! 

Informa o Estadão, em estado comatoso, sob a retranca "corrupção", que "(Ricardo) Teixeira teria 
desviado milhões da CBF"!
"...ex-presidente da CBF criou uma rede de empresas de fachada para ganhar dinheiro com jogos da 
seleção".
Jamil Chade, de Genebra, conta que Teixera teria roubado pelo menos o correspondente de R$ 90 
milhões - dinheiro de gorjeta para o maior dos ladrões, o Careca.
Mas, ainda assim, uma boa grana para o porteiro do Joesley.
Segundo investigação da Justiça da Espanha, - essa mesma que vai encanar o astro global 
Neymarketing, de quem o Tite começa a se livrar - Teixeira fazia um rachuncho com o Sandro 
Rosell, o presidente do Barcelona - hoje preso - que comprou o Neymarketing.
Tudo a mesma sopa, diria o Mino Carta!
A pergunta que não quer calar: só o Rosell metia a mão na grana da seleção?
E a dona da seleção?
A Globo Overseas Investment BV que monopoliza a seleção do Brasil, enquanto os 
Havelange/Teixeira/Del Nero, essa quadrilha que governam a CBF e a seleção!
(O Brasil é o ÚNICO país supostamente sério em que a seleção nacional do esporte preferido dos 
nacionais pertence a uma empresa privada, de capital fechado, que explora um serviço público...)
Como é que a Globo Overseas "compra" o monopólio da seleção?
Com os dotes da mão esquerda do Galvão Bueno, essa que tem livre arbítrio?
A batata dos filhos do Roberto Marinho (e do inesquecível Marcelo Campos Pinto) está assando.
Como a do IBOPE que a sustenta - e ao Renan...

Em tempo: para conhecer as vísceras da relação entre a Globo Overseas e Ricardo Teixera, assistir à 
entrevista do Azenha na TV Afiada e ler o imperdível "O lado sujo do futebol", dele, do Tony 
Chastinet e do infatigável Amaury Ribeiro Jr., que vendeu, num livro, A Privataria Tucana", mais do 
que todas as 783 (inúteis) obras do FHC Brasif.
Em tempo2: por que os filhos do Roberto Marinho "fundaram" a Globo Overseas? Com que 
finalidade?

PHA
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COMENTÁRIO DO DIA: NÚMEROS DA TV AFIADA PROVAM: O PIG JÁ ERA!

A absolvição de Cláudia Cruz é prova da perseguição de Moro a Marisa Letícia


Livre para voar

Por Kiko Nogueira 

Depois de alguns dias no oblívio obrigatório graças à delação da JBS que matou Temer, o juiz Sergio
Moro volta às manchetes, seu habitat natural.
Sai Janot, volta o super herói de Curitiba.


Moro absolveu a mulher de Eduardo Cunha, a jornalista Cláudia Cruz, na Lava Jato.
Cláudia era acusada de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Entre 2008 e 2014, ela gastou mais 
de 1 milhão de dólares de uma conta na Suíça.
Segundo a denúncia do MPF, o gasto era “totalmente incompatível com os salários e o patrimônio 
lícito” dela e de Cunha.
Para Moro, não há “prova suficiente” de que ela agiu com dolo ao usar a grana.
O juiz considerou em seu despacho que, “embora tal comportamento seja altamente reprovável, ele 
leva à conclusão de que a acusada Cláudia Cordeiro Cruz foi negligente quanto às fontes de 
rendimento do marido e quanto aos seus gastos pessoais e da família”.
Foi um negligência da madame, enfim. Quem nunca?
Cunha, que desde o início declarava estar preocupado com sua família, está feliz. Cláudia pode fazer 
parte de seu acordo de delação premiada.
Moro sempre tratou dona Cláudia com um estranho respeito. No ano passado, ficou famosa a história 
de que tentou por duas vezes, sem sucesso, intimá-la.
Seu advogado Pierpaolo Bottini contou candidamente que informou ao oficial de Justiça que sua 
cliente podia ser encontrada nos finais de semana no Rio de Janeiro e, de segunda a sexta, no 
endereço de sempre em Brasília.
Pouco depois, Moro autorizou a devolução do passaporte dela, contrariando os procuradores que 
alertaram para risco de fuga.
A absolvição fica ainda mais absurda diante da atitude do magistrado para com Marisa Letícia.
Morta, Marisa luta na Justiça para ter sua absolvição reconhecida. O caso está em apreciação no 
Tribunal Regional Federal da 4ª. Região.
Moro recusou o pedido da defesa para declarar sua inocência.
Desde 2008, uma adaptação da lei a tratados internacionais, manda que, com a morte e a 
consequente extinção da punibilidade de um réu, este seja declarado absolvido, para preservar o 
princípio da presunção de inocência.
No país de Sergio Moro, isso é o que menos importa.
Segundo o Joaquim de Carvalho informou no DCM, o processo está sendo debatido em grau de 
recurso nas instâncias superiores.
É impossível dissociar o AVC de Marisa Letícia da perseguição que ela sofreu, juntamente com Lula 
e filhos. Pagou com a vida.
Marisa, ao menos, teve a sorte de não ver a que ponto a Justiça brasileira desceu.
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PAULO FONTELES FILHO: MENTIRAS SOBRE O MASSACRE NO PARÁ COMEÇAM COM UM “ARSENAL” DE ARMAS DE CAÇA; TELEJORNAL “QUE NÃO TEM LADO” FEZ PRESS RELEASE NOJENTO


A postura da Globo, está comprovado, é a de quem não tem lados. Ali Kamel, no artigo em que 

As mentiras do general e a curva do “S” de Temer e Jatene

Por Paulo Fonteles Filho, em seu blog

“Eu entendo que não eram trabalhadores rurais. Eles estavam armados”.(General Jeannot Jansen, 
Secretário de Segurança Pública do Pará)

Sim, general, eram trabalhadores rurais os chacinados em Pau D’arco, sul do Pará.
Não eram quadrilheiros, bando de malfeitores ou criminosos de índole vil, como corrupiões 
zangados.
Era gente, general.
No corolário da tragédia anunciada desta Amazônia tão espoliada e ultrajada cometes, caro Jeannot 
Jansen, mais um tosco crime contra a consciência social de nosso povo, o da mentira.
E a mentira não tem só pernas curtas, ela, sobretudo, alimenta a impunidade.
A primeira mentira é a do confronto, de que os ocupantes da fazenda Santa Lúcia teriam recebido 
agentes de segurança do estado à bala.
Um escarcéu vergonhoso tentou ser montado com a apresentação de armas de caça, numa região 
onde todo camponês tem sua vinte.
O que não for espingarda de caça sugere mais um “plantio” das carabinas, conhecemos bem essa 
prática.
A segunda mentira, histórica, é de que os trabalhadores são “invasores”.
No alvorecer pérfido das explicações governamentais uma profunda ignorância — será? — sobre as 
últimas cinco décadas na Amazônia e todo processo que a penetração do capital ensejou na maior — 
e mais abandonada — região do país.
Aqui, a grilagem corre solta com o apoio da polícia, cartórios, judiciário, governos e políticos 
picaretas.
O Pará, segundo os registros cartorários, tem quatro vezes o seu tamanho.
A família Babinski, supostamente proprietária da fazenda Santa Lúcia, é denunciada por transformar 
terra pública — que deveria servir para assentar pequenos agricultores — em pasto privado, com 
direito a jagunços, decisão judicial, proteção do generalíssimo e meganhas de dedos mais que 
quentes.
A terceira mentira é a própria descaracterização do perímetro da chacina.
Como, em sã consciência, policiais experientes devassam o local e só apresentam os mortos em 
Redenção? Essa turma não assiste CSI?
Um engodo macabro vai se enredando e a mentira dança com as botas do satanás.
Nessas horas sinto saudades do Ariano Suassuna.
Todos sabemos — ou deveríamos saber — que o Pará é um reino de grileiros, latifundiários, 
pistoleiros e gatos do trabalho escravo.
Há décadas que ostentamos os mais infames números e continuamos no topo do ranking da violência 
no campo.
Muitos acadêmicos e jornalistas já escreveram sobre isso e os movimentos sociais, por décadas, têm 
denunciado que a disputa de terras — sempre violenta contra os empobrecidos do campo — é a 
expressão cruenta da fronteira amazônica.
Mas não interessa se trabalhadores viram defuntos, apenas neste mês de maio 17 foram mortos em 
solo paraense. Não é mesmo?
Hoje, exatamente hoje, um dia após a chacina, 35 trabalhadores rurais foram presos em Canaã do 
Carajás (PA) sob acusação de esbulho e formação de quadrilha.
Em meio à crise política no país, marcada pelo golpe midiático e desmonte dos direitos sociais e 
trabalhistas, o episódio em Pau D’arco confere ao ilegítimo Temer e ao tucano Jatene – a cada um – 
uma curva do “S”.
Tal curva foi onde 19 trabalhadores foram mortos em 1996, em Eldorado dos Carajás, numa ação da 
PM paraense.
O impostor que ocupa o Palácio do Planalto tem sob seus ombros a responsabilidade de ter extinto à 
Ouvidoria Agrária Nacional e, com isso, sedimentou o caminho de retorno aos violentos conflitos no 
campo brasileiro, como são os casos de Colniza (MT) e Pau D’arco (PA).
A Ouvidoria, criada no governo de Fernando Henrique Cardoso, era um espaço de observatório, 
denúncia e apuração de situações de violência no espaço rural.
Liderada pelo corajoso e incansável Dr. Gersino José da Silva Filho era, sobretudo, um instrumento 
para a redução e pacificação das contendas fundiárias.
Temer é no mínimo um irresponsável, leviano. Isso sem falar na extinção, também, do Ministério do 
Desenvolvimento Agrário, voltado à agricultura familiar e aos pequenos lavradores do país, além da 
aliança de alcova com o velho latifúndio, hoje travestido de agronegócio.
Mas, pro crime ser perfeito, tem que ter o dedo do Simão.
Há muitos anos que a Comissão Pastoral da Terra (CPT) ousa colocar a questão das terras do Pará 
em pratos limpos.
Aqui, o governo tucano celebrou acordos para vender terras públicas — à preço de banana — para 
poderosos grupos econômicos, como é o caso do banqueiro Daniel Dantas.
Essas denúncias são de 2012.
O que verdadeiramente depõe contra o Tucanistão do Norte e seus dirigentes é a umbilical relação 
com os poderosos do campo, dentre elas a Federação da Agricultura do Estado do Pará (Faepa), 
conhecida organização dos grandes proprietários rurais no estado.
Tal entidade nos lembra a União Democrática Ruralista (UDR) na década de 1980.
Nós, que sabemos o que é a viuvez e a orfandade não podemos permitir que mais essa chacina — e 
as mentiras envoltas em discurso oficial — possam seguir impunes, como centenas de casos de 
trabalhadores rurais mortos no campo paraense nas últimas décadas.
Justiça!

PS do Viomundo: O telejornal que não tem lado, o Jornal Nacional, fez uma reportagem 
vergonhosa, nojenta, sobre o caso. A reportagem conseguiu culpar os mortos num “confronto” que 
não teve um policial sequer arranhado. A “reportagem” ouviu duas autoridades paraenses e nenhum 
parente das vítimas. O telejornal que não tem lado é exibido numa emissora que, incrivelmente, faz 
parte da associação do agronegócio! Duvida? Clique aqui. Ou aqui, no site da Abag, a Associação 
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

VOCÊ TINHA DUVIDAS ? MORO ABSOLVE MULHER DE CUNHA NA LAVA JATO



Acordo à vista? 
Juiz Sérgio Moro absolveu nesta quinta-feira, 25, a jornalista Cláudia Cruz, 
mulher do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) dos crimes de lavagem de dinheiro e 
de evasão fraudulenta de divisas, no âmbito da operação Lava Jato;  
Não é só a propina da JBS que ajuda Eduardo Cunha a “ficar calmo”. Deve estar, com toda a 
razão, calmíssimo agora, com a decisão do juiz Sérgio Moro – o mesmo que vetou mais da 
metade de suas perguntas para Michel Temer – de absolver sua mulher, Cláudia Cruz, cuja 
condenação por lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas havia sido pedida pelo 
Ministério Público.
Moro considerou que não havia provas suficiente para mostrar que havia dolo em Cláudia 
operar uma conta de mais de US$ 1 milhão, de 2008 a 2014, com recursos oriundos dos trustees 
Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton (US$ 165 mil) e Orion SP (US$ 60 mil).
Ela não teria obrigação de saber, segundo Moro, que o dinheiro teria origem ilícita.
Eram, afinal, os “alfinetes” da madame.

Paraná 247 - Contrariando as expectativas, o juiz Sérgio Moro absolveu nesta quinta-feira, 25, a 
jornalista Cláudia Cruz, mulher do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) dos crimes de 
lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas, no âmbito da operação Lava Jato.
Segundo Moro, faltou 'prova suficiente de que (Cláudia Cruz) agiu com dolo' ao manter conta na 
Suíça com mais de US$ 1 milhão, dinheiro supostamente oriundo de propina recebida pelo marido. 
"Absolvo Cláudia Cordeiro Cruz da imputação do crime de lavagem de dinheiro e de evasão 
fraudulenta de divisas por falta de prova suficiente de que agiu com dolo", assinalou Moro.
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Cláudia Cruz era a única controladora da conta 
em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no 
exterior em montante superior a US$ 1 milhão num prazo de sete anos (2008 a 2014)'.
O Ministério Público Federal apontou que o valor de US$ 1 milhão gasto por Cláudia é 'totalmente 
incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido'. Quase a totalidade do dinheiro 
depositado na Köpek (99,7%) teve origem nas contas Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton 
(US$ 165 mil) e Orion SP (US$ 60 mil), todas pertencentes a Eduardo Cunha.
Na mesma ação, também eram réus Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da Área Internacional da estatal 
petrolífera, pelo crime de corrupção passiva; João Augusto Rezende Henriques, operador que 
representava os interesses do PMDB no esquema, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e 
evasão de divisas; e Idalecio Oliveira, empresário português proprietário da CBH (Companie 
Beninoise des Hydrocarbures Sarl), pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
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LULA DESMORALIZA O FRANGOTE DA GLOBO JATO E APONTA FARSA EM CONLUIO COM A MÍDIA GOLPISTA


O Instituto Lula denuncia "conluio" entre procuradores da Lava Jato e Rede Globo, Folha de 
S. Paulo O Estado de S. Paulo na produção de "mais uma farsa contra o ex-presidente"; 
"Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do 
Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no 
depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro", diz a assessoria; "A juntada de 'documentos' sobre 
supostas 'reuniões' de Lula com a diretoria da Petrobras não foi fruto da descoberta de algum 
segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca de reescrever a história 
e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões interministeriais e cerimônias da 
Presidência acompanhadas pela imprensa", diz a nota; "Parece que para a equipe de Deltan 
Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da República".

247 - O Instituto Lula divulgou uma nota em que denuncia "conluio" entre procuradores da Lava 
Jato e Rede Globo, Folha de S. Paulo O Estado de S. Paulo na produção de "mais uma farsa contra o 
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".
"Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do 
Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento 
de Lula ao juiz Sergio Moro", diz a assessoria.
Confira a íntegra:

NOTA À IMPRENSA: Lava Jato e imprensa montaram farsa com agendas da Petrobras

São Paulo, 25 de maio de 2017,

Em conluio com procuradores da Lava Jato em Curitiba, a Rede Globo, a Folha de S. Paulo e O 
Estado de S. Paulo produziram semana passada mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio 
Lula da Silva. Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o 
tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no 
depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro.
A juntada de “documentos” sobre supostas “reuniões” de Lula com a diretoria da Petrobras não foi 
fruto da descoberta de algum segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca 
de reescrever a história e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões 
interministeriais e cerimônias da Presidência acompanhadas pela imprensa.
Uma irresponsabilidade que atenta contra o papel institucional do Ministério Público em uma 
democracia. Parece que para a equipe de Deltan Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da 
República. E a mesma imprensa que acompanhou e divulgou essas agendas durante os dois 
mandatos de Lula, agora dá manchetes sem checar nem mesmo seus próprios arquivos.
A fraude começou a ser montada em 15 de maio, cinco dias depois do depoimento de Lula. Naquela 
data, os procuradores anexaram 78 documentos aos autos, sem explicitar o propósito. 27 destes 
documentos são cópias de agendas de ex-diretores, registrando “reuniões”, “almoços” e “jantares” 
com Lula. As cópias de agendas foram entregues pela Petrobrás aos acusadores de Lula, mas não a 
sua defesa.
Na manchete de 17 de maio, a Folha afirmou: “Lava Jato contraria com documentos fala de Lula a 
Moro”. Segundo o jornal, as agendas mostrariam que Lula não teve apenas duas reuniões com a 
diretoria da Petrobrás em seu governo, como ele havia declarado a Moro, mas pelo menos 23. O 
Estadão destacou “reuniões de Lula” com três ex-diretores condenados na Lava Jato. O Jornal 
Nacional juntou as duas coisas, elevou para 28 as supostas “reuniões” e citou o Ministério Público 
como fonte de suas ilações, numa reportagem de três minutos.
A farsa desmorona quando se compara o que está escrito nas agendas da Petrobrás e o que Lula 
realmente fez nas datas indicadas. Por exemplo: das 27 agendas, três se referem a recepções 
oferecidas por chefes de Estado a Lula e sua comitiva, em viagens internacionais: uma pelo 
presidente da China Hu Jintao, outra pelo rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz, e outra 
pela presidenta do Chile, Michelle Bachelet.
Pelo menos 14 agendas referem-se à participação de ex-diretores em cerimônias públicas nas quais 
Lula estava presente, em inaugurações, visitas a instalações da Petrobrás ou em reuniões 
interministeriais, como as do Conselho Nacional de Política Energética. Não se tratam, portanto, de 
reuniões com a diretoria da Petrobrás, muito menos de agendas com diretores específicos. E tudo 
realizado com cobertura da mídia.
Para verificar a veracidade das agendas (o que no jornalismo se chama checagem), basta conferir as 
datas mencionadas com a agenda de viagens nacionais e internacionais do ex-presidente Lula, que 
está disponível no site da Presidência da República.
As agendas da Petrobras mencionam duas supostas reuniões do delator Paulo Roberto Costa em 
Brasília, que não podem ser confirmadas porque o atual governo retirou do site da Presidência as 
agendas diárias de Lula. Mas o próprio delator afirmou, em dois depoimentos ao juiz Sergio Moro, 
um deles feito ontem (24), que nunca teve reuniões individuais com o ex-presidente Lula. Confira 



Paulo Roberto da Costa fez essa declaração como testemunha, ou seja, com a obrigação de falar a 
verdade. Ele já havia dito o mesmo em depoimento anterior, mas a imprensa ignorou este fato para 
sustentar a farsa das agendas.
Não há dúvida de que as agendas foram plantadas no processo para desqualificar o depoimento de 
Lula em 10 de maio, o que nem mesmo seus maiores adversários conseguiram fazer. Uma imprensa 
imparcial ao menos teria checado os fatos antes de publicá-los sob o viés dos detratores de Lula. E 
não precisaria se esforçar tanto, pois boa parte dessas agendas foram noticiadas pelos próprios 
jornais, como está registrado neste documento.
Lula foi o presidente brasileiro que mais visitou as diversas instalações da Petrobrás em todo o País, 
em eventos públicos relacionados à empresa, que viveu forte valorização durante o seu mandato. 
Mais de 60 dessas visitas foram registradas pela imprensa. Quanto às reuniões com a diretoria, 
conforme declarou no depoimento, foram mesmo raríssimas. E Lula citou duas: uma para discutir o 
plano estratégico da empresa e outra para decidir o cancelamento de leilões para exploração de 
petróleo em áreas do pré-sal, quando ele foi descoberto, em 2008.
Os dados a seguir mostram a verdade sobre as agendas da Petrobrás, revelam o golpe baixo dos 
procuradores de Curitiba e denunciam a indigência e parcialidade de jornalistas que se comportam 
como papagaios da Lava Jato para difamar Lula.
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LENIN MORENO TOMOU POSSE COMO NOVO PRESIDENTE DO EQUADOR


Rafael Correa (esq.) e o agora presidente Lenín Moreno, durante posse deste último no 
Equador. Após a posse de Moreno, presidente do Parlamento empossou o vice-presidente Jorge 
Glas Espinel, que permanece no cargo.

O novo presidente do Equador, Lenín Moreno, tomou posse nesta quarta-feira (24/05) para o 
mandato 2017-2021 em uma cerimônia na Assembleia Nacional diante de centenas de convidados.
Moreno prestou o juramento ao cargo ao presidente do Parlamento, o governista José Serrano, e 
recebeu a faixa de seu agora antecessor, Rafael Correa. “Hoje, se unem o passado, o presente e o 
futuro que se está construindo há dez anos”, afirmou o novo presidente.
A Assembleia Nacional, em Quito, foi o palco da transferência de poderes entre Correa e Moreno, 
que em 2 de abril derrotou o conservador Guillermo Lasso no segundo turno das eleições com 
51,16% dos votos. Após a posse de Moreno, Serrano tomou o juramento do vice-presidente Jorge 
Glas Espinel, que permanece no cargo. 
 

O embaixador do Equador na OEA (Organização dos Estados Americanos), Marco Vinicio Albuja, 
solicitou nesta quarta-feira (24/05) à delegação brasileira que explique no organismo a crise política 
no país, após as denúncias de corrupção contra Michel Temer. 
O diplomata equatoriano disse que "há alguns dias há notícias muito graves a respeito da situação no 
Brasil" e as "afetações de caráter regional" lhe "obrigam a solicitar" esclarecimentos à delegação 
brasileira.
O embaixador do Equador na OEA introduziu o tema de acordo com "os princípios democráticos de 
nossa organização", mas oito países se opuseram a abordar o assunto na sessão ordinária realizada 
hoje em Washington.
Por sua parte, o embaixador brasileiro, José Luiz Machado, explicou que "o tema está no sistema 
judicial", defendeu que no Brasil se continua respeitando "as liberdades e a democracia" e qualificou 
a proposta equatoriana como uma "tentativa para mudar o foco" antes da reunião de chanceleres 
sobre a Venezuela marcada para o dia 31 de maio.  
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VIRA LATA PARENTE DESISTE DO PRÉ-SAL E ABRE RIQUEZA A PETROLEIRAS INTERNACIONAIS


Com o governo de Michel Temer, rejeitado por 95% dos brasileiros, vivendo seus dias 
derradeiros, a Petrobras anunciou que não irá explorar cinco de oito campos do pré-sal que 
serão leiloados em outubro; a alegação da companhia, sob a gestão de Pedro Parente, é que a 
empresa não tem recursos para explorar uma riqueza que ela própria descobriu; com isso, 
enquanto todos os países do mundo cuidam de suas reservas energéticas, que são finitas, o 
Brasil abre caminho para que seu petróleo seja explorado por empresas como Shell, Exxon, 
Chevron e Total; com essa abertura, Temer cumpre uma das promessas do golpe parlamentar 
de 2016, que era a entrega do pré-sal; alguns presidenciáveis, no entanto, alertam que esses 
acordos são precários e serão revistos no futuro; "tudo que o Parente fizer será desfeito", avisa 
Ciro Gomes

Por Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Diante de restrições financeiras, a Petrobras anunciou nesta quinta-
feira que exercerá o direito de preferência em apenas três dos oito prospectos que serão ofertados nos 
dois leilões do pré-sal, sob regime de partilha, em outubro.
A Petrobras estimou em 810 milhões de reais o valor correspondente ao bônus de assinatura a ser 
pago pela companhia, considerando que os resultados dos leilões confirmem apenas as participações 
mínimas de 30 por cento indicadas em cada bloco.
Tal montante, disse o presidente da empresa Pedro Parente, equivale a 0,3 por cento do plano 
plurianual de investimento da companhia, de cerca de 74,1 bilhões de dólares, e não impacta as 
metas da petroleira, que busca reduzir seu elevado endividamento.
Na segunda rodada do pré-sal, a empresa informou que exercerá a preferência para a área unitizável 
adjacente ao campo de Sapinhoá, um dos maiores do Brasil já em produção, enquanto na terceira a 
estatal exercerá preferência nos prospectos exploratórios de Peroba e Alto de Cabo Frio Central.
"Todas as áreas são muito boas. Sem dúvida nenhuma, nem poderia ser diferente, as decisões (sobre 
a preferência) levaram em conta restrições de natureza financeira", afirmou o presidente da Petrobras 
a jornalistas, em conferência para tratar do tema.
A Reuters adiantou na noite de quarta-feira que a decisão da Petrobras sobre sua participação nos 
leilões do pré-sal seria anunciada nesta quinta-feira.
Ainda que considere mínimos os aportes com o bônus do pré-sal, perto dos investimentos totais 
previstos, a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, disse que a empresa 
decidiu postergar atividades exploratórias no litoral da Bahia para fazer à participação da empresa no 
leilão.
Dessa forma, a empresa não precisará aumentar a previsão de investimentos em seu plano até 2021.
Em contrapartida, a empresa não descarta a possibilidade de ampliar o percentual de 30 por cento 
indicado para as áreas onde está exercendo seu direito de preferência, formando consórcios para 
participar das licitações.
Isso, em tese, abre espaço para a participação de grandes petroleiras globais nos leilões.
A companhia também disse que, nas áreas em que não exerceu direito de preferência, poderá 
participar em condições de igualdade com os demais licitantes, seja para atuação como operador ou 
como não-operador.
Enquanto busca reduzir sua enorme dívida, a maior para uma petroleira no mundo, com forte 
redução de custos e um bilionário plano de venda de ativos, a Petrobras não revelou de onde viriam 
novos recursos para possíveis participações maiores.
O presidente da Petrobras evitou dar detalhes sobre as estratégias definidas pela empresa até agora, 
mas destacou que deverá participar das licitações em consórcios.
"Nossa preferência sempre será para a formação de consórcios e não esperamos hipótese de não 
haver consórcio", afirmou Parente.
O executivo negou que já tenha conversado com petroleiras possivelmente interessadas nos leilões, 
mas destacou que pôde observar em viagens recentes ao exterior forte interesse de companhias 
multinacionais nos prospectos que serão ofertados.
POSSIBILIDADES ABERTAS
O executivo frisou ainda que as restrições financeiras terão que ser levadas em conta em suas futuras 
decisões, além das avaliações sobre os interesses da empresa na agregação de áreas exploratórias ao 
portfólio.
"Existe uma sequência de questões que se colocam de hoje até a realização do leilão que vão 
determinar várias possibilidades diferentes para decisões que a empresa tem que tomar, onde 
restrições financeiras especialmente no curto prazo certamente são relevantes", disse Parente.
O executivo destacou ainda que estuda participar da 14ª rodada de licitação de áreas exploratórias de 
petróleo e gás, sob regime de concessão, que ficam fora da área definida como pré-sal.
"(Na rodada de concessões) tem áreas que podem vir a ser do nosso interesse e que podem melhorar 
a resultante risco e retorno do nosso portfólio como um todo", afirmou.
Segundo a Petrobras, o investimento em áreas nesses leilões não impactará as metas de seu Plano de 
Negócios e Gestão 2017-2021, como a de redução de sua dívida.
A segunda rodada vai oferecer aos investidores as áreas unitizáveis adjacentes aos prospectos de 
Carcará (bloco BM-S-8), Gato do Mato (bloco BM-S-54), Campo de Sapinhoá, na bacia de Santos, e 
Campo de Tartaruga Verde (jazida compartilhada de Tartaruga Mestiça), na bacia de Campos. Os 
bônus de assinatura totalizam 3,4 bilhões de reais.
A terceira rodada ofertará as áreas de Pau Brasil, Peroba e Alto de Cabo Frio Oeste, na Bacia de 
Santos, e a área de Alto de Cabo Frio Central, nas Bacias de Santos e Campos. O valor dos bônus de 
assinatura soma 4,35 bilhões de reais.
No regime de partilha, ganha o leilão aquele consórcio/empresa que oferecer o maior percentual de 
óleo ao governo.
Até hoje apenas um leilão foi realizado sob regime de partilha de produção, que foi com a oferta do 
promissor prospecto de Libra, em 2013.
Os próximos dois leilões serão os primeiros com a nova regra de direito de preferência da Petrobras.
No passado, a Petrobras era obrigada a ser operadora em todas as áreas do pré-sal. Na nova regra, 
além de ter o direito de decidir antes do leilão se será ou não operadora das áreas ofertadas, a 
empresa terá ainda o direito de confirmar seu interesse em ser a operadora no dia do leilão, caso a 
oferta vencedora esteja acima de sua capacidade financeira.
Se a empresa desistir de ser operadora, o consórcio vencedor irá decidir quem ficará com a parcela 
da Petrobras.
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