sábado, 27 de fevereiro de 2016

O sumiço inexplicado de Margrit, irmã de Mirian Dutra e funcionária fantasma de Serra.


Ela estava ao lado do Senado, mas não para trabalhar

por Kiko Nogueira 

O imbroglio Mirian Dutra/FHC trouxe de lambuja as desventuras da irmã de Mirian, Margrit Dutra
Schmidt.
Margrit é funcionária fantasma do senador José Serra. Teria de cumprir nove horas de expediente, 
mas nunca foi vista pelos colegas.
Um chefe de gabinete de Serra forneceu uma desculpa cínica: “Ela trabalha para o senador como 
consultora. Ele solicita trabalhos e ela produz”.
O salário é de R$ 9.456,13. Serra veio com uma conversa absurda de que Margrit estaria envolvida 
em um “projeto educacional”.
Pediu a um repórter que não adiantasse o assunto porque se trata de algo sigiloso. “Conheço a Mag 
há muitos anos. Tenho relações pessoais e intelectuais”, afirma. 
Como alguém iria “adiantar um assunto” se ele não existe? Que misteriosas “relações pessoais e 
intelectuais”?
A última vez em que se ouviu falar de Margrit ela estava na República Dominicana, 
coincidentemente no mesmo período em que João Santana esteve no país.
Desde então, sumiu.
Parêntese: o colunista Ricardo Noblat conseguiu dar mais um chute em sua longa carreira de 
cacetadas a esmo (como esquecer do fantástico “furo” sobre a morte “para as próximas horas” de 
Ariano Suassuna quando o pobre velhote já estava na UTI por um fio?)
De acordo com Noblat, ela será demitida. Até 2020, quem sabe, isso ocorra. Fecha parêntese.
Suas contas nas redes sociais foram apagadas. Margrit, como todos os infelizes que moram no 
Facebook, postava foto de suas viagens (inclusive a da Dominicana), da família, dos cachorros, da 
comida, de tudo enfim.
É uma típica revoltada on line. Tremendo 171, há 15 anos na maciota com chefes tucanos, vivia 
gritando contra a corrupção, os petralhas e o escambau.
É uma mulher rica. Foi casada com um antigo lobista de Brasília, Fernando Lemos, amigo de 
Fernando Henrique Cardoso. Segundo o jornalista Palmério Doria, Lemos foi o operador das 
tentativas de suborno do governo para tentar melar a reportagem sobre Mirian Dutra da “Caros 
Amigos” em 2000.
Primo de Roberto Campos, figura folclórica, Lemos também teria intermediado a jogada para a 
Brasif pagar Mirian no emprego de mentirinha no exterior. Morreu em 2012 com seus segredos e 
suas pilantragens. 
Serra, embora não pareça, está bem vivo e deve explicações, mas elas não lhe serão cobradas. Entre 
outras coisas, o feroz opositor do ajuste fiscal e dos cortes públicos sustenta uma senhora com 
dinheiro público.
Senhora essa que sabe Asmodeu onde estará, mas que ninguém deverá se surpreender se não estiver 
morando mais no Brasil.
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A METAMORFOSE DE DILMA: EM 2010 DESTRUIU SERRA AO DEFENDER O PRÉ SAL NO DEBATE DO SEGUNDO TURNO !!



AGUARDAMOS O VETO !!

No debate do segundo turno na Band ela deu as razões para 
vetar agora
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MISSÃO IMPOSSIVEL? Suíço-italiano Gianni Infantino é eleito o novo presidente da Fifa


Secretário-geral da Uefa, Infantino terá a responsabilidade de refomar a entidade, evitar sua 
quebra financeira e restaurar a sua credibilidade

Nesta sexta-feira, a Fifa elegeu o suíço-italiano Gianni Infantino como seu novo presidente, 
encerrando a era Joseph Blatter. Secretário-geral da Uefa (União Europeia de Futebol), 
Infantino representa o retorno dos europeus ao controle do futebol mundial, e terá a 
responsabilidade de refomar a entidade, evitar sua quebra financeira e restaurar a 
credibilidade após escândalos de corrupção. A crise na Fifa tem início em maio de 2015, com a 
prisão de dirigentes em Zurique que acabou resultado na queda de Blatter. Apesar de ser 
suíço, Blatter nunca foi considerado um representante dos europeus, já que era afilhado 
político de João Havelange - que governou a Fifa por 24 anos - e também por garantir seus 
votos com as pequenas federações de países africanos e asiáticos. Infantini entrou na disputa 
pela presidência da Fifa após Michel Platini, ex-jogador da seleção francesa e presidente da 
Uefa, teve de abandonar a campanha também por suspeitas de corrupção.

Gianni Infantino está diante de uma missão quase impossível: devolver credibilidade à Fifa.
Quase impossível porque não bastará melhorar a imagem da transnacional do futebol.
Precisará mudar as imagens, por exemplo, da Conmebol e da CBF, seus eleitores.
Infantino tem experência como segundo homem da Uefa e à frente de onde se joga o melhor futebol 
do mundo, a Europa.
Neste sentido, sua vitória dá a pontinha de esperança que seu principal adversário não daria, o xeque 
do cheque.
Mas quem tinha o melhor programa, o francês Jêróme Champagne, teve apenas sete dos 207 votos 
no primeiro turno e nenhum no segundo.
Provavelmente tenha sido apoiado pelas federações da Holanda, Suécia, Dinamarca, Noruega, 
Finlândia, Islândia, Ilhas Feroé…
Que, ao menos, o coronel Nunes, digno representante da CBF, aprenda que o nome do novo 
presidente da Fifa é Gianni e não Gianini, como o chamou em Assunção, no Paraguai.
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PRE SAL: É O PREÇO DO RENAN QUE A DILMA PAGOU


Lindbergh: Dilma perdeu porque quis

Nesta sexta-feira (26), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) conversou, por telefone, com Paulo
Henrique Amorim sobre o acordo secreto que o Governo fez com o senador Renan Calheiros
para entregar o pré-sal à Chevron. Lindbergh estava onde ocorrerá Convenção do PT no Rio 
de Janeiro, no próximo sábado (26).
PHA: Senador, dava para ganhar a questão do pré-sal no Senado?
Lindbergh: Nós iriamos ganhar aquela votação se o Governo não mudasse de posição. No dia 
anterior (na terça-feira, 23), teve uma votação para a retirada da urgência do projeto e nós 
perdemos por dois votos. Foi 33 a 31. Daí, eu liguei para o Palácio [do Planalto] e disse que se 
eles entrassem do nosso lado nós ganharíamos a votação. 
Na quarta, eu fui ao Palácio, de manhã, tive uma reunião com o Berzoini e ligamos para vários 
senadores que toparam votar conosco. O fato é que fomos surpreendidos pelo anuncio do 
Romero Jucá que tinha fechado o acordo com o Governo. E aquilo revoltou a nossa base, na 
hora.
Eu tenho nomes de senadores que iam votar conosco e mudaram de posição, entre eles Jader
Barbalho (PMDB-PA). O filho dele é ministro [Secretaria de Portos, Helder Barbalho]. Com o
acordo, ele saiu do plenário.  Raimundo Lira (PMDB-PR) e José Maranhão (PMD-PR), o Helio
José (PMB-DF), o Vicentinho Alves (PR-TO), Wellington Fagundes (PR-MT), Ivo Cassol (PP-
RO), Benedito Lira (PP-AL). Teve senador se comprometeu conosco e com o acordo não
votou conosco.
O fato é o seguinte, nas nossas contas, íamos ganhar. Portanto, a tese de que foi feito um
acordo porque o Governo ia perder é uma tese furada. Tem gente dizendo que foi uma política
de redução de perdas. Nós só perdemos porque o Governo mudou de lado.
PHA: Por que o Governo mudou de lado?
Lindbergh: Eu só consigo entender que o Renan [Calheiros - PMDB] viu que ia perder a 
votação e deve ter feito pressão em Dilma. Mas a Dilma não podia ter recuado ou mudado 
assim, sem falar com a gente. Nós estamos nessa briga há muito tempo, e quando a gente vê, 
a notícia (do acordo) vem pela boca do Romero Jucá (PMDB-RO).
PHA: Vocês só souberam quando eu e os espectadores da TV Senado souberam: 
quando o Jucá anunciou no acordo?
Lindbergh: Exatamente. Não avisaram a gente. Se tivessem nos ligado eu teria dito que
ganharíamos. Os senadores iam votar com a gente.
PHA: E só não votaram porque o Governo fez o acordo ?
Lindbergh: Porque o Governo mudou de posição. Ou seja, nós perdemos pela mudança de
posição do Governo. Eu tenho muito medo de a Câmara ampliar esse projeto.
PHA: O deputado Mendonça Neto já disse que vai entrar com um projeto para acabar 
com a partilha.
Lindbergh: Eles podem pegar esse projeto e colocar um ponto a mais acabando com a
partilha. O PMDB do Rio, sob a liderança do Leonardo Picciani,  defende a tese de que o Rio 
ganharia mais royalties com o regime de concessão. 
PHA: A Presidenta não pode vetar?
Lindbergh: Claro e vamos começar uma campanha pelo veto. Ela cometeu um grande erro,
mas pode se redimir.
PHA: E esse veto para ser derrubado precisa de 2/3 da Câmara e do Senado?
Lindbergh:  O veto eles não conseguem derrubar.
PHA: Será que o Renan conseguiu persuadir a Presidenta com o argumento de que ele 
barraria o impeachment no Senado ?
Lindbergh: Eu não sei, mas, com certeza, ele fez pressão na Presidenta. Foi uma mudança
muito brusca.
PHA: E sem o Renan, o [José] Serra (PSDB-SP) progrediria?
Lindbergh: Esse projeto é do Serra, mas o Renan abraçou ele com muita força. Eu fico
preocupado, porque depois desse projeto eles vão querer colocar na pauta a independência
do Banco Central, o PL 555, que transforma todas as estatais em sociedades anônimas. O 
Renan quer impor uma pauta neoliberal.
PHA: O senhor está na Convenção do PT ? A Presidenta vai?
Lindbergh: Estou. Estão dizendo que ela não vem. Agora, o PT está preparando aqui um Plano 
Nacional de Emergência que é um documento muito bom, que vai no sentido de aumentar o 
gasto social, investimento e reduzir os juros. É retomar a política do Lula para enfrentar a crise 
de 2008.
Em tempo: o inciso 4o  do artigo 66 da Constituição diz que e não 2/3.
Porém, mesmo assim, segundo o senador, é e tem sido muito difícil o Congresso derrubar um veto presidencial. Por isso, num telefonema posterior, que, se a Câmara vier a concordar com o Senado e a Dilma vetar, o veto prevalecerá.
PHA
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LULA RECORRE AO STF CONTRA DUPLA PERSEGUIÇÃO DOS ALMOFADINHAS


STF tem que decidir - a guilhotina é a do Janot ou do MP tucano de SP?

Nota do Instituto Lula:

MPs de São Paulo e de Curitiba investigam sítio de Atibaia. Eis a prova
No desespero de defender as arbitrariedades cometidas pela Ministério Público na Operação 
Lava Jato e pelo Ministério Público de São Paulo, alguns porta-vozes estão espalhando na rede que o 
primeiro investiga o sítio de Atibaia, que não é do Lula, e o segundo investiga o apartamento do 
Guarujá, que nunca foi. 
Essa distinção é importante, porque dois MPS (Federal e Estadual) não podem legalmente investigar 
os mesmos fatos. Lula pediu ao STF para decidir quem tem o direito de investigar.
A Lava Jato já marcou e remarcou para semana que vem os depoimentos dos donos do sítio, 
Fernando Bittar e Jonas Suassuna, além de ter ouvido gente que trabalhou nas reformas da 
propriedade. E aqui está a prova de que o promotor Cássio Conserino, do MP de São Paulo, também 
se embrenhou pelas matas de Atibaia: no final do ano passado, Conserino foi a Dourados (MS) para 
ouvir o arquiteto Igenes Iragaray e o empreiteiro Adriano Fernandes, que trabalharam na reforma do 
sítio.

Os autos estão aí, para não deixar ninguém mentir.

O STF tem de decidir quem investiga o sítio de Atibaia. E a decisão, neste momento, está nas mão da 
ministra Rosa Weber.













Incêndio destruiu documentos da Brasif dois dias antes da eleição presidencial de 2014



por Renato Rovai, na Revista Fórum

A Brasif, empresa que está envolvida tanto no caso do triplex da família Marinho quanto na 
contratação para não trabalhar de Miriam Dutra, jornalista da Globo que manteve por seis anos caso 
extra-conjungal com Fernando Henrique Cardoso, teve todos os seus documentos, desde a fundação 
da empresa até setembro de 2014, destruídos num incêndio ocorrido no dia 3 de outubro. Exatamente 
na sexta-feira anterior ao primeiro turno da eleição presidencial que ocorreu no dia 5.
O comunicado do incêndio foi publicado em diversos veículos, mas pode ser acessado no site do 
jusbrasil. Segundo informa a empresa, o incêndio ocorreu no depósito da Memovip Guarda de 
Documentos Ltda, que fica em Contagem, Minas Gerais.
Segundo a nota publicada da Brasif, não sobrou nada para contar a sua história. Todos os 
documentos fiscais e trabalhistas viraram pó. Entre eles, certamente estavam o contrato de trabalho 
de Miriam Dutra, os da concessão para operar os Dutty Free de aeroportos durante o governo 
Fernando Henrique Cardoso e, claro, os que tratavam do helicóptero e do triplex em Paraty da 
família Marinho.
Enquanto esta nota está sendo publicada, a redação da Fórum está em busca de mais informações 
sobre o caso.
Se quiser entender um pouco mais da história que envolve a Brasi, dê uma olhada neste link.
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A Globo notificou judicialmente os blogs Tijolaço, Cafezinho e DCM A resposta do Tijolaço à Globo


O triplex de Paraty é de bêbado ... Não tem dono. Os sem teto sabem disso ? Por que o Ali 
Kamel nao revela o verdadeiro dono no jn?

A Globo notificou judicialmente os blogs Tijolaço, Cafezinho e DCM.
Porque publicaram reportagens que aproximariam a Operação Lava Jato dos filhos do Roberto 
Marinho - eles não têm nome próprio.
Sim, porque o Moro resolveu invadir os triplex do edificio Solaris, no Guarujá e, no triplex ao 
lado daquele que NÃO é do Lula, pode estar a chave para desvendar um desses mistérios da 
carochinha que só o Moro não percebe: quem é o dono daquele maravilhoso triplex em Paraty, 
que agrediu a natureza litorânea de uma forma que nem a Bláblárina Silva, a Fadinha da 
Floresta seria capaz de tolerar.

Com o noticiário sobre as notificações dos Marinho, fui verificar o spam da caixa do “fale conosco” 
do tijolaço e, encontrei a seguinte mensagem, que reproduzo, antes de qualquer discussão sobre seu 
mérito.

Prezados Senhores,

JOÃO ROBERTO MARINHO, brasileiro, casado, jornalista, com endereço profissional na Rua Lopes Quintas 303, Jardim Botânico, na cidade e Estado do Rio de Janeiro, vem, por meio da presente, NOTIFICÁ-LOS do que se segue:

O notificante tomou conhecimento que no dia 18/02/2016 foi postado no blog denominado “Tijolaço”, reportagem de responsabilidade dos notificados com informações inverídicas a respeito da propriedade de casa situada em Paraty, Rio de Janeiro, conforme consta da url http://tijolaco.com.br/blog/34363-2/
De acordo com o título e os trechos da matéria abaixo transcritos, os notificados atribuem ao notificante a propriedade do imóvel.
“Desde que surgiu o caso da mansão dos Marinho, os solitários blogueiros que se dedicam a investigar o que, de fato, ocorre ali, tem esbarrado nas dificuldades, muito além de nossas próprias penúrias, em conseguir dados nos paraísos fiscais onde esta turma vai maquiar seus negócios.
Agora, porém, tenho os documentos e as provas de que o “triplex” da família Marinho em Parati está indissoluvelmente ligado à empresa Mossack Fonseca, que a Lava Jato, ao que parece, desistiu de investigar pela eventual lavagem de uns apartamentos mixurucas no Guarujá
(…)
Como neste blog, ao contrário do que ocorre na vara do Dr. Sérgio Moro, sugestivo não é o suficiente para acusar ninguém, não se acusou a empresa dona da casa dos Marinho de ter sido criada pela empresa de quem a Lava Jato acusava (parece que desistiram) de lavar dinheiro com negócios imobiliários.
(…)
Portanto, pelas conclusões do juiz Cam Federbach, é obrigatório afirmar que a empresa que criou a offshore que detém a propriedade da mansão de altíssimo luxo dos Marinho foi crada pela mesma empresa que Moro manda investigar pelo mesmo tipo de negócio no condomínio “meia boca” do Guarujá.
E porque é dos Marinho não será mais investigada? Ainda mais porque – só aqui – a empresa laranja está com seu funcionamento cancelado nos EUA desde o final de 2014, mas opera no Brasil, onde nem endereço tem…
(…)”
Contudo, a notícia é inverídica, pois a casa em questão e as empresas citadas na matéria não pertencem, direta ou indiretamente, ao notificante ou a qualquer um dos demais integrantes da família Marinho.
Além da matéria apontada acima, identificamos outras reportagens constantes dos links abaixo que também contêm incorreções sobre a propriedade do imóvel.
http://tijolaco.com.br/blog/o-triplex-de-paraty-foi-feito-no-peitaco-que-lei-que-nada-somos-os-marinho/
http://tijolaco.com.br/blog/34244-2/
http://tijolaco.com.br/blog/com-minhas-desculpas-ao-dcm-o-que-seu-reporter-nao-vou-na-mansao-marinho/
Verifica-se, assim, que os textos publicados, além de conter inverdades sobre a propriedade da mencionada casa em Paraty e das empresas citadas, traz insinuações infundadas, constituindo, portanto, ofensa ao notificante e aos demais integrantes da família Marinho.
Pelo exposto, ficam V.Sas. NOTIFICADOS para que retifiquem imediatamente as informações incorretas constantes das referidas matérias ou de qualquer outra publicada por V.Sas, sendo tal retificação divulgada no mesmo espaço do blog onde consta(m) a(s) publicação(ões) ofensiva(s) ou fique a esta(s) atrelada(s) através de link, sob pena de adoção das medidas legais cabíveis.

Atenciosamente,

PP. MARIANA GASPAR
OAB/RJ 118.119
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Enviei o seguinte e-mail à Globo, da mesma forma que recebi sua notificação.

Senhor João Roberto Marinho.

Recebi com atraso, por ter sido feita por e-mail “fale conosco” e se desviado para a caixa de “spam”, a comunicação de Vossa Senhoria. Com o noticiário sobre a notificação a outros blogs, pedi para verificar e a mesma, encontrada, foi imediatamente publicada, a guisa de direito de resposta que este blog não se recusou, não se recusa e não se recusará a conceder, de plano, a qualquer pessoa.
Assim, creio ter sido atendido o “pedido de retificação” feito por V. Sa. e, a seguir, como solicitado, em cada matéria, será colocado um link para a publicação integral da missiva enviada.
Bem assim, fica desde já o blog à disposição para qualquer esclarecimento que deseje o senhor oferecer à opinião pública, embora com microscópico alcance perto do império de comunicação que V.Sa. dirige.
Quanto à relação entre a mansão citada e a Família Marinho, certamente não há de desconhecer V. Sa. que foi noticiada pela prestigiosa Bloomberg, em 7 de março de 2012, sob o título“Brazil’s Rich Show No Shame Building Homes in Nature Preserves“e nos seguintes termos:
Heirs to Roberto Marinho, who created Organizacoes Globo, South America’s biggest media group, built a 1,300-square-meter (14,000-square-foot) home, helipad and swimming pool in part of the Atlantic coastal forest that by law is supposed to be untouched because of its ecology.
E, a seguir, na mesma reportagem:

Modernist Home
That’s the case with the Marinho media family. The Marinhos broke environmental laws by building a 1,300-square-meter mansion just off Santa Rita beach, near Paraty, says Graziela Moraes Barros, an inspector at ICMBio.
Without permits, the family in 2008 built a modernist home between two wide, independent concrete blocks sheathed in glass, Barros says. The Marinho home has won several architectural honors, including the 2010 Wallpaper Design Award.
The Marinhos added a swimming pool on the public beach and cleared protected jungle to make room for a helipad, says Barros, who participated in a raid of the property as part of the federal prosecutors office’s lawsuit against construction on the land.
“This one house provides examples of some of the most serious environmental crimes we see in the region,” Barros says. “A lot of people say the Marinhos rule Brazil. The beach house shows the family certainly thinks they are above the law.”

Ao que se tenha notícia, o referido texto, em publicação internacional de renome e alcance não mereceu a preocupação que, como é de seu direito, foi manifestada sobre este blog, de representar ” ofensa ao notificante e aos demais integrantes da família Marinho”.
Assim como nas inúmeras republicações que tal texto recebeu, total ou parcialmente, no UOL/Folha (Revista acusa família Marinho e Camargo Correa de construir mansões em áreas de preservação, em 18 de março do mesmo ano) ou a CartaCapital, de 15 de março, (RJ: Milionários destroem mata nativa com mansões).
As demais conexões partiram, claro, da razoável compreensão, ante a inação descrita (mormente de uma imensa empresa de comunicação, que monitora continuamente sua imagem pública) de que a ligação entre a proprietária formal da casa – a Agropecuária Veine e de sua controladora Vaincre LCC – seria, de fato, uma ligação com quem lhe foi apontado como proprietário real e, mesmo dispondo de todos os meios para fazê-lo, não esclareceu que, como afirma em seu texto, que “a casa em questão e as empresas citadas na matéria não pertencem, direta ou indiretamente, ao notificante ou a qualquer um dos demais integrantes da família Marinho”.
Aliás, se me permite tratá-lo como colega jornalista – e foi em O Globo que dei meus primeiros passos na profissão, em 1978 – tomo a liberdade – quem sabe a ousadia – de sugerir que as emissoras de TV, rádio, sites e jornais de suas Organizações, então, produzam, com os meios abundantes e o profissionalismo que reconheço em seus colaboradores, uma apuração sobre quem, afinal, é o proprietário ou usufrutuário daquela joia arquitetônica que, desafortunadamente, invadiu área de preservação ambiental e privatizou uma praia antes pública, em que pese ser remota.
Sei que o tema ambiental é caro às suas Organizações e cito como exemplo a reportagemConstruções irregulares avançam em 25 ilhas de Paraty, em O Globo, quando a referida construção já havia sido repetidamente multada e tinha ordem até de demolição mas que, certamente num lapso, não foi uma das irregularidades abordadas.
É uma imperdível oportunidade de sanear aquela omissão, naturalmente involuntária.
Creio que se estará, assim, prestando um serviço público de alta relevância ao revelar quem, afinal, se oculta sob uma agropecuária para empreender uma edificação de altíssimo luxo. Este blog se comprazerá de aplaudir a ação cidadã das Organizações Globo em mostrar ao povo brasileiro quem, de fato, se aproveita daquele templo no paraíso.
Sempre à disposição para qualquer pedido de esclarecimento, fica um e-mail onde se poderá fazer de imediato qualquer contato que, com prazer e interesse público, será aqui imediatamente atendido.
Permita-me, à guisa de conclusão, citar um ditado gaúcho – convivi muito com um deles e absorvi seus traços de honra e dignidade: “a luta não nos quita a fidalguia”.

Atenciosamente,

Fernando Brito, editor do Tijolaço.
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Após repercussão de triplex e caso Mirian Dutra, Globo quer censurar os blogs

 

Jornal GGN - O Grupo Globo resolveu interpelar na Justiça sites e blogs, após a sequência de 
notícias e publicações sobre o triplex em Paraty, da família de Roberto Marinho, que controla as 
Organizações Globo, e a grande repercussão que tomaram as declarações da ex-funcionária da TV, 
Mirian Dutra, sobre a sua relação com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o suposto 
acordo fechado com BNDES e a Globo para abafar o caso.
A novidade é que as Organizações não entram mais com pedidos judiciais em nome de um de seus 
executivos contra o que considera "ofensas" ou informações que "não respondem" com o que a 
emissora "considera a versão correta dos fatos", mas diretamente em nome do grupo Globo.
A decisão da empresa foi publicada pelo jornalista do Uol, Fernando Rodrigues, em seu blog. Ele 
informa que o objetivo do Grupo Globo é "notificar os sites e blogs para que reafirme a informação 
ou se retratem". A medida, segundo Fernando Rodrigues, teria começado com as recentes 
publicações sobre um empréstimo do BNDES que teria beneficiado a TV, no episódio Mirian Dutra.
A ex-funcionária, que teve um relacionamento pessoal com FHC, afirmou em entrevista que a Globo 
a "exilou" com contratos na Europa, com o objetivo de evitar a sua volta ao Brasil e, assim, abafar a 
relação com o ex-presidente afim de não prejudicar a imagem do político. Em troca, o ex-presidente 
teria liberado financiamentos do BNDES a juros baixos para a Rede Globo. Outros detalhes do caso 
foram publicados por Palmério Dória, em seu livro "O Príncipe da Privataria" (Geração Editorial, 
2013).
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

GOLPE NO TSE AVANÇA


Eles se acham......Tabelinha Moro-Gilmar pensa que é do Barcelona.

Agência Brasil: Mendes pede investigação de empresas que prestaram serviços à campanha de 
Dilma

O ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu pedido do PSDB e 
determinou que seis órgãos de investigação apurem supostas irregularidades nos pagamentos a sete 
empresas que, em 2014, prestaram serviços à campanha eleitoral da presidenta Dilma Rousseff.
De acordo com a decisão, assinada na quarta-feira (24), a Receita Federal, a Polícia Federal e o 
Ministério Público, entre outros órgãos, deverão investigar se as empresas receberam valores 
desproporcionais em relação à capacidade operacional para prestar serviços para a campanha.
Mendes é relator da prestação de contas da presidenta, aprovada, por unanimidade pelo TSE, em 
dezembro do 2014. Ao deferir o pedido do PSDB, o ministro entendeu que a decisão pode ser revista 
se eventuais ilícitos forem verificados.
A Agência Brasil tentou contato com o advogado da campanha da presidenta, Flávio Caetano, mas 
não obteve retorno até a publicação da matéria.
Outras ações
A presidenta Dilma e o vice, Michel Temer, são alvo de quatro ações na Justiça Eleitoral, 
protocoladas pelo PSDB. Em uma delas, o partido pede a cassação do mandato de Dilma e Temer, 
por supostas ilegalidades no recebimento de recusos na campanha de empreiterias inevestgadas na Operação Lava Jato.
Na semana passada, em defesa enviada ao processo, os advogados da coligação de Dilma afirmam 
que todos os recursos utilizados na campanha foram declarados e acusam o PSDB de usar a Justiça 
Eleitoral politicamente.
A defesa de Temer alegou que doações declaradas de empresas com capacidade para contribuir não 
são caixa 2. Para os advogados do vice-presidente, o PSDB recebeu doações das mesmas empresas.
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O Brasil precisa de uma lei antiterrorismo?



por Mauro Donato 

Às portas dos jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, é de se supor que muitos se lembrem dos atentados 
em Munique (Alemanha) em 1972. O ato vitimou atletas e membros da delegação israelense. 
Natural, portanto, que alguém se preocupe com essa possibilidade e concorde que deveríamos ter 
uma legislação específica que trate de terrorismo uma vez que teremos um evento internacional de 
grande porte. 
Esse é o argumento mais utilizado para a aprovação da lei que tipifica o crime de terrorismo que já 
foi aprovada anteriormente no Senado e ontem também na Câmara, faltando apenas a chancela da 
presidente Dilma.
Terreno pantanoso no qual há que se perguntar: Como um evento dessa envergadura concordou que 
os jogos fossem realizados em um país que não atendia essa preocupação? O COI não deveria ter 
visto isso antes?
Ora, se o Brasil não se adequava, simplesmente não aceitasse nem mesmo a candidatura. Se a 
legislação não estava adequada, uma pressão agora é muito perigosa. Elaborar e votar assim, em 
cima da bucha, algo tão complexo e polêmico pode deixar marcas extremamente prejudiciais ao 
estado de direito. 
As penas podem chegar a 30 anos de prisão para atos definidos como “sabotagem violento ou 
potencialmente violento, motivado por xenofobia, discriminação racial, étnica ou religiosa cujo fim 
seja provocar terror generalizado” e que abrange ainda quem faça apologia ao terrorismo. As penas 
são aumentadas caso a apologia seja feita pela internet.
Há que se insistir nas perguntas. O que é terrorismo? Além de subjetivo, é algo muito flexível e 
mutante nos dias de hoje. Quem pode prever onde, com que método, qual o alvo? E como precisar a 
motivação? De quem?
Por isso é preciso olhar com muita atenção para todo esse auê que está se fazendo em razão das 
Olimpíadas. Ao invés de acelerar para aprovar uma exigência que precisava ter sido analisada lá 
atrás, o governo deveria antes de mais nada parar e refletir se a não aprovação assim afobada irá 
trazer algum prejuízo. Se irá fazer com que o COI cancele os jogos, por exemplo. Duvido muito. 
Agora?
Todo cuidado é pouco, mesmo com as alterações que partidos de esquerda exigiram retomando o 
texto original que procurava resguardar os movimentos sociais e manifestações de rua. Afinal, 
sabemos que sempre existem brechas para criminalizar alguém que esteja portando uma garrafa de 
água sanitária e mantê-lo preso por anos. Conhecemos bem como são aplicadas as leis aqui.
É realmente necessária uma lei anti-terrorismo no país? Talvez, porém diante do histórico nulo de 
atos de terroristas por aqui, não há a menor necessidade de atropelo em uma questão que pode 
mutilar a democracia. Muita calma nessa hora. O debate com a população não está sendo respeitado.
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O auto-flagelo de Dilma e a dor causada nos que a defendem


Desnorteada: Dilma 

por Carlos Fernandes  

Quem segura Dilma no cargo que a democracia lhe deu não é a lei, essa não passa de uma pequena 
refém nas mãos de juízes descompromissados com a própria justiça. Não é a ausência completa de 
qualquer denúncia que sequer arranhe a sua honestidade, para os justiceiros da mídia e sua horda de 
alienados, isso pouco importa. Também não é, muito menos, a “base governista”, de que tão 
mercenária se confunde rotineiramente com a oposição mais irresponsável.
Quem mantém Dilma até hoje na presidência não é ninguém mais do que a militância de esquerda e 
os movimentos progressistas desse país. Não fossem a maciça e constante luta e apoio dessas forças 
a favor de seu mandato democraticamente eleito, ela já teria sido deposta. Deposta pelo poder 
econômico, pela mídia plutocrática brasileira, pelos partidos mais conservadores e fascistas desse 
país e por uma parcela significante da sociedade incapaz de entender os valores do pleno respeito à 
decisão soberana das urnas. 
A despeito de tudo isso, Dilma não cansa de afrontar justamente aqueles que a defendem. Seja na 
inconcebível manutenção de uma política econômica digna da direita, seja no escabroso acordo 
realizado com a oposição para a entrega de um patrimônio público de trilhões de reais ao capital 
internacional. Dilma não só decepciona os seus mais fiéis escudeiros como fornece aos seus inimigos 
as mais eficientes armas para o seu próprio fuzilamento. É realmente um exercício de auto-flagelo.
Dilma, com a sua ineficiência política, com o seu ostracismo econômico e com a sua insuficiente 
atuação social, não merece todos os sacrifícios que a militância de seu partido voluntariamente se 
propõe a fazer.
Independente disso, desistir não é uma opção. O que se está em jogo é algo muito maior do que ela e 
do que o próprio PT e os demais partidos de esquerda. O bem estar social, a soberania da nação e o 
desenvolvimento do país são questões inegociáveis.
Só agradeceria a Dilma se ela não resolvesse participar das manifestações contra o seu próprio 
mandato. Dado o que vimos no Senado, já não me espantaria.
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O TEMPO POLITICO DE DILMA ESTÁ SE ESGOTANDO



Uma análise realista dos possíveis cenários futuros indicam que, em breve, o impasse político-
econômico será rompido, ou com um governo de coalizão, ou com o caos.
As peças que compõem esse jogo são as seguintes:
Peça 1 – O tempo político de Dilma Rousseff encurtou consideravelmente.
Há uma crise fiscal acelerada, no meio de uma crise política que tem paralisado todos os passos do 
governo. A aprovação da CPMF (Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira) é 
essencial para o equilíbrio fiscal e para reverter a queda perigosa do PIB. Com ameaça de nova 
queda de 4% do PIB, as receitas fiscais caindo vertiginosamente, os estados entrando em default, não 
há muito tempo pela frente para a hora da verdade.
Peça 2 – Cresce a convicção de que Dilma não conseguirá montar um plano política e 
economicamente viável.
O Ministro da Fazenda Nelson Barbosa precisaria ser suficientemente ousado para apresentar um 
grande plano que não implicasse em riscos fiscais, que não aprofundasse a recessão e, ao mesmo 
tempo, passasse a ideia de previsibilidade – para contornar as resistências ao seu nome – sem 
descontentar a base do governo, mais à esquerda.
Montou duas propostas que não impactando o curto prazo poderiam acenar para o longo: reforma da 
Previdência e limites para as despesas públicas. Não foi suficiente para demover a direita e provocou 
rupturas no lado esquerdo da base de apoio.
Para conseguir apoio à CPMF, o governo concordou com as pressões do presidente do Senado Renan 
Calheiros, flexibilizando a lei do petróleo.
No momento, está por um fio a única base política efetiva com quem Dilma pode contar.
Peça 3 – Dilma não conseguirá se equilibrar entre mercado e base.
Exemplo claro foi o anúncio da reforma da Previdência. O mercado ouviu com pé atrás; à esquerda 
reagiu. No momento seguinte ela escala o Ministro do Trabalho Miguel Rossetto para explicar que 
não era bem assim.
Queimou-se com o mercado e com a esquerda.
Peça 4 – Mesmos nos círculos próximos a Dilma, aumenta a convicção de que a crise é grande 
demais para ela.
Mesmo os habilidosos Jacques Wagner e Ricardo Berzoini têm enorme dificuldade em convencê-la 
de medidas óbvias. O termo mais usado no Palácio é “não adianta dar murro em ponta de faca”.
Peça 5 – Há um amplo espaço para aprofundamento da radicalização política e policial.
Tanto no STF como no STJ, qualquer Ministro que ouse uma postura mais garantista acaba vítima de 
ataques à reputação ou pelos jornais ou redes sociais. E poucos têm estrutura emocional para 
enfrentar a barbárie.
Peça 6 – Ruim com Dilma, o caos com o impeachment.
Suponha que Gilmar Mendes atropele leis e regulamentos e emplaque o impeachment via TSE 
(Tribunal Superior Eleitoral). O caso iria para o STF. Se Dilma e Temer fossem cassados, quem 
assumiria? O presidente do Senado, Renan Calheiros, alvo da Lava Jato? Eduardo Cunha e sua 
imensa capivara? O país entraria em ebulição.
O governo de coalizão
Juntando todas essas peças, chega-se à conclusão de que a única saída seria um governo de coalizão 
com Dilma, tipo o que foi montado por Itamar Franco, quando pegou o pepino de suceder a 
Fernando Collor.
Ocorre que um governo de coalizão exige que o presidente efetivamente abra mão de poder.
No momento, Dilma tenta montar a coalizão em cima de medidas goela abaixo, mantendo o 
comando, recusando-se a abrir mão de qualquer espaço de poder. Não funciona.
Como diria Ricardo Berzoini – justificando o acordo de flexibilização do pré-sal – o governo tem 
que ser realista e entender quando perde as condições políticas e negociar uma política de menor 
dano.
O aprofundamento da crise obrigará Dilma a cair na real em um ponto qualquer do futuro.
Para acelerar a transição, quando a hora chegar, sugere-se aos articuladores políticos responsáveis 
que comecem a elaborar as ideias para tornar a transição a menos traumática possível.
Como suas pretensões políticas acabam em 2018, Dilma terá facilidades em arbitrar uma coalizão 
que garanta igualdade de condições a todas as partes.
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MORO, PF E MP, LAMBUZEM-SE!


O Presidente FHC já tinha mandado o Moro para a Vara do De Sanctis​

O próximo Presidente da Republica será o Lula, ou quem ele indicar, porque tucano não será!
Nem com a grana da Chevron (ou da Shell).
Seja quem for o próximo Presidente da Republica, vai acabar a sopa dos Golpistas instalados em 
Curitiba, no Ministério Público (estadual de São Paulo e no MPF do Janot) e na Polícia Federal do zé.
Nenhum, NENHUM Presidente eleito pelo povo vai coonestar essa tresloucada subversão de 
princípios e valores, o protagonismo desses cruzados de pé rapado, que falam com Deus e o PiG para 
rasgar a Constituição e a presunção de inocência.
Em nome do combate à corrupção – no PT!
Qualquer presidente da República eleito pelo povo vai botar um chefe na Polícia Federal.
Polícia sem chefe é polícia de regime totalitário.
Em que mata-mosquito vira agente da Lei!
Qualquer Presidente da República eleito pelo povo vai acabar com esse ritual de cartas marcadas de 
escolher o Procurador Geral da República para ferrar o PT e só o PT!
Esse balé de trocar seis por meia dúzia, Rangel por Janot – para esconder Aecím em Furnas e 
Demóstenes na cachoeira.
Qualquer Presidente eleito pelo povo vai mudar a lei que deu ao MP o poder de um DOI-CODI do 
regime sub-democrático.
Procurador é da República.
E não dos tucanos e do PiG!
Esse dispositivo constitucional, esse monstro, como disse seu criador, o Sepúlveda Pertence, o MP 
vai mudar em três dias de um novo Governo eleito pelo povo.
Pelo povo, sem vergonha de ter sido eleito pelo povo!
E o Moro?
Quem disse que um Presidente eleito povo se permitirá conviver com um Imperador de Província 
que resolve corroer a Segurança Nacional, desmontar a Petrobras - para que o Cerra e o Renan a 
vendam à Chevron a preço de Vale - e, mais recentemente, para ferrar o PT e só o PT, fechar as 
O Moro agora quer fechar a Ferrovia Norte-Sul!
A Ferrovia Oeste-Leste.
E o porto de Ilhéus, para desespero do Nacib, coitado… além de corno, mais essa!
Qualquer dia desses o Moro vai fechar os aeroportos de Guarulhos e Brasília, porque o Marcelo 
Odebrecht pousava lá com o jatinho que roubou do Tasso Jerissaiti!
Moro é incompatível com um regime de Democracia.
(Veja a Lei “Bye-bye Moro”, de autoria do valente Wadih Damous)
NENHUM, NENHUM, NENHUM Juiz do mundo civilizado pode acumular e exercer, 
irrestritamente, impunemente, irrecorrivelmente o poder que o Moro detém.
Nem um presidente tucano – que não será eleito… - poderia conviver com o Moro.
Um presidente tucano removeria o Moro para o Tribunal dos Velhinhos, como fizeram com o bravo 
Fausto De Sanctis.
O Presidente tucano tomaria posse no dia 1º de janeiro e o Moro já passava o Carnaval cuidando da 
titia do Richa.
E como resolver isso?
Com o voto popular!
Com a autoridade construída na soberania do povo para submeter o Moro, os delegados aecistas e os 
Procuradores às regras da subordinação e do interesse nacional.
Pergunta ao Fernando Henrique se no Governo (sic) dele existiria um Daiello na PF, um Janot na 
PGR ou um Moro em Curitiba.
Quá, quá, quá!
Só agora, hoje, quando não prevalece a soberania popular!
Quando se fala em “republicanismo”, “preservar governabilidade” e, por isso, dar a Petrobras à 
Chevron e a PF aos tucanos!
Um presidente eleito pelo povo vai restabelecer os princípios originais do Conselho Nacional de 
Justiça, com poderes sobre o Supremo!
Quando o CNJ quis, o conselheiro Joaquim Falcão, hoje incorporado ao corpo ideológico do PiG, 
destituiu um Juiz que tinha um negócio paralelo no ramo da Educação!!!
Lembra disso, Joaquim?
Moro, a PF, Procuradores e Promotores de todo o país, lambuzem-se!
Prendam todos os petistas.
Vendam a Petrobras, a Eletronuclear, tranquem as ferrovias.
Entreguem a chave ao Trump.
Levem os inimigos para celas com grampo.
Destruam a reputação dos que lhe fazem concorrência.
Condenem os desafetos no jornal nacional.
Mudem os planos de carreira.
Garantam todas as promoções.
Aumentem os salários.
Antecipem a aposentadoria.
Porque essa sopa vai acabar.
Essa ditadura montada nas costas do jornal nacional não sobreviverá à eleição de 2018!
E o jornal nacional?
Na manhã do primeiro dia em que o novo governante sentar naquela cadeira, o monopólio da Globo 
será questionado.
Nenhum Presidente eleito pelo povo vai tolerar, mais, co-governar o Brasil com o Gilberto Freire 
com “i”.
A Globo sabe disso.
A Globo foi quem mais se beneficiou de quatro mandatos presidenciais do PT.
Locupletou-se!
Lambuzou-se!
A sopa acabou, rapaziada.
Lambuzem-se, enquanto é tempo!

Paulo Henrique Amorim
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

QUANDO O GOVERNO TIROU O TAPETE DO PT



O Padim Pade Cerra e Renan rasgaram todos os procedimentos regimentais e, num Golpe 
Parlamentar, conferiram o regime de “urgência urgentérrima” ao projeto do Cerra de entregar o pré-
sal à Chevron, como atesta o WikiLeaks.
O Governo Dilma não tinha dado um único telefonema para ajudar a resistência heroica do Requião 
e do Lindbergh no plenário.
Aprovada a “urgência urgentérrima, vamos salvar a Chevron, já”, a matéria foi a votação no Senado, 
nessa trágica quarta-feira 24 de fevereiro (Getúlio se matou num dia 24, de agosto…).
Lindbergh e Requião estavam convencidos de que, se o Palácio entrasse em campo, conseguiriam 
reverter alguns votos da véspera e ganhar, apertado.
Lindbergh e Requião já sabiam que não podiam contar com dois senadores petistas: Walter Pinheiro, 
da Bahia, e Jorge Viana, do Acre, que sumiram na poeira da História.
Será difícil reencontrá-los.
Começa a batalha.
Senadores sobem ao púlpito para falar.
O Palácio no telefone, instigado por Lindbergh e Requião.
Faltava puco para virar o resultado da véspera.
De repente, sem que ninguém saiba por que, o Palácio para de operar.
Não telefona para mais ninguém.
Requião e Lindbergh perdem o contato.
Começam a trabalhar sem o GPS político do Executivo.
E os oradores discursam.
De repente, outro traíra, da categoria do Renan, o Romero Jucá sobe à tribuna e diz que tinha 
acabado de fazer um acordo com o Governo!
Entregar o pré-sal à Chevron do Cerra e conceder à Petrobras o direito de se ajoelhar – se preferir, 
pode adotar outra posição....
Os senadores do PT e da base aliada ficam sabendo ali, pelo Jucá, que o Governo tinha feito um 
acordo: sem consultá-los!
Todos os senadores do PT – pela primeira vez em muitos anos! - votam contra!
Essa é a grande novidade.
A novidade é que o PT votou maciçamente contra o Governo do PT.
Isso terá consequências políticas.
Até o Lula falar!

Paulo Henrique Amorim
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A BARBIE DO PT AFIRMA QUE DILMA NÃO TRAIU ELEITOR NO CASO DO PRÉ-SAL


Em meio a uma saraiva de críticas de parlamentares governistas contra a aprovação do 
projeto do senador José Serra (PSDB), que abre o pré-sal para empresas estrangeiras, e o 
governo Dilma, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) sai em defesa da presidente; "Não temos 
de criticar Dilma, apontar o dedo, chamá-la de traidora. Não, não é. É presidenta num 
contexto político duro, de disputa intensa, frágil politicamente, que governa com uma 
composição de forças políticas que tem grandes contradições entre si", afirma; nas redes 
sociais, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que Dilma traiu os senadores petistas com 
"a mudança de orientação do governo"; para Gleisi, porém, "se posicionar contra o governo é 
tudo o que a direita quer"; a senadora também lembra que "essa luta não está perdida, ainda 
tem a votação na Câmara e temos condições de nos organizarmos e nos mobilizarmos".

247 – Apesar de crítica ao projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que prevê a abertura do pré-sal 
a empresas estrangeiras, aprovado na noite desta quarta-feira no Senado, a senadora Gleisi Hoffmann 
(PT-PR) saiu em defesa da presidente Dilma Rousseff.
"Não temos de criticar Dilma, apontar o dedo, chamá-la de traidora. Não, não é. É presidenta num 
contexto político duro, de disputa intensa, frágil politicamente, que governa com uma composição de 
forças políticas que tem grandes contradições entre si", afirma Gleisi em artigo.
Nas redes sociais, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que Dilma traiu os senadores petistas 
com "a mudança de orientação do governo" no meio da votação. Gleisi também admitiu que "foi 
realmente duro receber no final do processo de votação uma proposta do governo para flexibilizar a 
participação da Petrobras na exploração do pré-sal".
"Se posicionar contra o governo é tudo o que a direita quer", constata a senadora petista. "Vamos 
defender nosso governo, vamos defender Dilma!", ressalta. A parlamentar também lembra que "essa 
luta não está perdida, ainda tem a votação na câmara e temos condições de nos organizarmos e nos 
mobilizarmos".
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ESSE TRAÍRA JÁ FOI CONTRABANDEADO COMO UM INTELECTUAL


Moro não sabe como condenar Dirceu

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ACREDITE: CNMP CONFIRMOU QUE LULA É PERSEGUIDO


Ex-conselheiro do CNMP acusa órgão de se submeter ao antipetismo

Blog da Cidadania

Há algumas semanas, o ex-representante da Câmara dos Deputados no Conselho Nacional do Ministério Público jurista Luiz Moreira deu entrevista a este Blog fazendo críticas a entrevista de um promotor à revista Veja, na qual o membro do MP antecipou ação que iria propor contra o ex-presidente Lula.
A entrevista que Moreira deu a este Blog causou forte repercussão devido ao fato de sua crítica ao promotor paulista Cássio Conserino ter sido feita por um ex-membro do CNMP, orgão que tem como uma de suas atribuições principais justamente conter excessos de promotores.
Segundo Moreira, Conserino teria cometido infração funcional ao antecipar à imprensa medida administrativa que não havia tomado. O jurista afirmou que era entendimento “pacificado” no órgão que promotores só poderiam comunicar suas medidas à imprensa após elas terem sido tomadas.
Em seguida, o mesmo jurista e ex-membro do CNMP afiançou a este Blog que Conserino e seu séquito de promotores antipetistas haviam incorrido em nova infração das regras do MP ao proferirem declarações partidarizadas à imprensa sobre o ex-presidente Lula, como a de que ele pretendia se colocar “acima da lei” por usar um instrumento legítimo como representar ao CNMP contra o promotor da Veja.
Na terça-feira (23), o Conselho Nacional do Ministério Público se reuniu e, para surpresa de todos os que conhecem as normas que regem aquele órgão, decidiu, por unanimidade, cassar a liminar do Conselheiro Valter Shuenquener Araújo, que, no dia 16 de fevereiro, suspendeu o depoimento de Lula e de sua mulher que seria dado ao promotor Conserino no dia seguinte.
O próprio Shuenquener (como é conhecido), o relator do caso, deu um voto contraditório em que condescendeu com a unanimidade de seus pares e manteve o promotor da Veja à frente da investigação contra Lula.
Os votos dos Conselheiros do CNMP são absolutamente malucos. Reconhecem que houve uma infração funcional do procurador da Veja, reconhecem que ele usurpou a titularidade à frente do inquérito e, de forma estarrecedora, dizem que, daqui para frente, tudo vai ser diferente.
Ou seja: não permitirão que outros promotores façam o que fez Conserino (!!??)
Parece brincadeira, mas não é.
Aliás, artigo do site Consultor Jurídico intitulado Apesar de ver irregularidade, CNMP mantém Conserino em caso do triplex aponta essas contradições. Leia alguns trechos.
“Apesar de a distribuição do inquérito ter sido considerada irregular, o promotor Cássio Roberto Conserino, de São Paulo, continuará à frente da investigação sobre sobre a suspeita de ocultação de um apartamento triplex, em Guarujá (SP), do patrimônio do ex-presidente Luiz Inácio Lula de Silva e sua mulher Marisa Letícia.
A decisão é do plenário do Conselho Nacional do Ministério Público, ao analisar representação do deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Para o parlamentar, o promotor extrapolou suas prerrogativas funcionais ao assumir o comando do caso de ofício, e que a investigação não poderia ter sido distribuída à 2ª Promotoria Criminal, da qual Cesarino faz parte, mas à 1ª Promotoria Criminal.
Na teoria, a decisão dá razão ao deputado. Entendeu-se que todo procedimento investigativo deve ser livremente distribuído entre os membros do Ministério Público, isso porque a atribuição por prevenção contraria o princípio do promotor natural, e permite a instauração de agentes de exceção.
Só que seguindo o voto do relator do caso, Valter Shuenquener de Araújo estabeleceram que essa interpretação vale apenas para os casos surgidos a partir da publicação do acórdão. O que, na prática, garante a permanência de Conserino nas investigações sobre a relação entre a família de Lula com um apartamento triplex em Guarujá (…)“
Parece piada, mas é sério. O promotor da Veja agiu mal, infringiu as regras, mas, “em benefício da investigação”, vão deixar a ilegalidade permanecer. E mais: o CNMP ainda reconhece que o promotor Conserino cometeu uma infração disciplinar e promete inquérito para puni-lo.
Mas a ação ilegal contra Lula e sua mulher, permanece…
Diante desse descalabro, o Blog foi ouvir novamente o Jurista e ex-membro do CNMP Luiz Moreira. Confira, abaixo, a entrevista. E, ao fim, assista à sessão do CNMP que convalidou uma ilegalidade sob a premissa de que para “pegar” Lula vale tudo.
Blog da Cidadania – Como você viu a decisão do CNMP de manter o procurador Cássio Conserino na investigação contra Lula?
Luiz Moreira – Eu considerei a decisão errada. Há uma contradição muito forte no voto do Conselheiro Valter Araujo. Faz parte do fundamento do voto a explicitação de conduta ilegal do promotor Conserino.
(A) ele dolosamente não submete o inquérito à distribuição;
(B) violando com isso o princípio do promotor natural;
(C) possibilitando que ele se mova tendo em vista o que se chama direito penal do autor, ou seja, o propósito parece ser o de obter provas para incriminar o presidente Lula;
(D)o que se confirma com as diversas entrevistas concedidas por ele, em que é nítida intenção de fixar no imaginário popular que Lula praticou algum crime.
Blog da Cidadania – Que conclusão você tira, então, de uma decisão unânime do CNMP nesse sentido?
Luiz Moreira – O promotor agiu com o propósito deliberado. A decisão unânime do Cnmp mostra que o órgão decidiu não se submeter a nenhuma regra ou lei desde que obtenha sucesso em seu propósito, que é o de incriminar o presidente Lula
Blog da Cidadania – Como você avalia a frase “as instituições se ajoelham no altar do antipetismo”?
Luiz Moreira – Cabe ao Cnmp, entre outros, o controle da atividade administrativa. É justamente o caso da burla à distribuição.
O que fez o promotor Conserino? Subtraiu dos colegas dele com atribuição nas promotorias criminais e do presidente Lula o direito de ter o inquérito presidido pela autoridade competente para atuar no caso.
Da decisão unânime se pode concluir que o promotor Conserino feriu o princípio da legalidade dos atos administrativos. Então, o CNMP errou ao dizer que, caso tirasse o promotor do caso, haveria prejuízos ao inquérito. Não é convalidado um erro que a nulidade do ato praticado pelo promotor deixará de existir.
O CNMP não existe para convalidar mal feitos. Seu papel constitucional é o de correção desses erros, que foram apontados de modo incontestável em sua decisão.
Blog da Cidadania – Mas o que se entende de suas palavras é que o CNMP reconhece o erro do promotor, mas diz que tem que ficar assim mesmo para não haver prejuizo à investigação. É isso?
Luiz Moreira – Exatamente isso. A primeira parte do voto do relator só fala disso.
Blog da Cidadania – Se reconhece, não pune e deixa o processo correr mostra que o objetivo é pegar Lula ao arrepio da lei
Luiz Moreira – Sim
Blog da Cidadania – O promotor da Veja e seus amigos dizem que o CNMP tentou interferir na atividade fim do MP. Isso procede?
Luiz Moreira – Vivemos numa sociedade democrática em que as questões precisam ser legitimadas. A liminar e eventual decisão do CNMP não interferiam na atividade fim, mas num simples ato administrativo que é a distribuição dos feitos.
No caso concreto, e é isso que diz a decisão do CNMP: não houve intervenção na atividade fim simplesmente porque o promotor Conserino não tem atribuição para presidir o inquérito. Do ponto de vista jurídico a atribuição, a atividade fim de um membro do Ministério Público decorre do direito e não de um ato ilegal.
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A MÃE DE TODAS AS BATALHAS: O PRÉ-SAL


A batalha mais importante para os brasileiros neste ano de 2016 será manter a Petrobras como 
proprietária e operadora única do pré-sal. E o momento de agir é agora. Só uma mobilização 
nacional urgente pode salvar nosso futuro. Roubar o petróleo do Brasil é coisa de quinta 
coluna, crime de lesa pátria. 

(Do twitter do senador)

O senado hoje envergonhou o país dando prosseguimento ao projeto entreguista do Serra sobre a 
Petrobras.
Pergunta que remanesce: teria o Brasil perdido a maioria no plenário do senado para as 
multinacionais do petróleo? Ainda espero que não.
No senado hoje os suplentes dos senadores ministros da Dilma votaram com o SERRA PELA 
ENTREGA DO PETRÓLEO BRASILEIRO AS MULTINACIONAIS.
Se os suplentes de sen ministros da Dilma não tivessem apoiado o projeto entreguista do petróleo 
teríamos enterrado hoje esta barbaridade.
Senado ontem trocou bandeira do Brasil pelas flâmulas das multinacionais do Petróleo?Depois 
entrega BB, BC e Caixa? Muda a língua nacional?
Como brasileiro estou estarrecido com o vezo entreguista de parte do senado federal.
Pilantras roubaram a Petrobras,cadeia para eles. Mas projeto do Serra quer roubar o petróleo do 
Brasil !
Roubar da Petrobras é crime sério. Roubar o petróleo do Brasil é coisa de quinta coluna,crime de lesa 
pátria.
Quero acreditar que o senado ontem viveu um pesadelo entreguista, hoje acorda e enterra o projeto 
anti Nação de Serra.
Guerra e trilhões de dólares para avançar nas reservas de petróleo do Iraque. No Brasil só o Serra e 
senadores entreguistas ou alienados?
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O PT É FROUXO.... VAI PERDER POR WO ?




A esta altura, o mais tolo “republicano de taubaté” deveria estar vendo que o roteiro da tomada do 
poder segue sua marcha inexorável.
Se Dilma não pode ser incriminada por qualquer benesse recebida, que o seja pelos negócios de seu 
marqueteiro.
Se Lula não tem milhões, que seja corrupto pelos pedalinhos, pelo puxadinho, pela churrasqueira ou 
pela canoa de lata.
O país é varrido por uma onda de moralismo que, junto com a falcatruas reais, que já deixaram de ser 
importantes, arrasta tudo de roldão, com um juiz e suas matilhas de policiais e promotores, que tem 
jurisdição sobre tudo e sobre todos, em qualquer assunto e em qualquer parte do país.
E uma “tropa de reserva” de juízes e promotores que, deuses que se acham, estão dispostos a 
investigar até o cesto de roupa suja do ex-presidente.
O Judiciário, como um todo, vive uma Síndrome de Estocolmo: está sequestrado pela mídia e 
apaixonou-se por ela.
Viu-se elevado à condição que sempre desejou: a condição de deus ex machina, usurpando o poder 
de ser a solução dos problemas brasileiros, criados por estes abjetos e corrompidos portadores do 
voto e praticantes da política.
Cessará a corrupção nas estatais, todas serão destruídas.
As grandes empreiteiras, corruptas (fico espantado pela descoberta!) também, serão igualmente 
aniquiladas, pouco importando se é dos raros setores econômicos onde o país se projeta no exterior.
A indústria de defesa – esta monstruosidade perdulária – vai ser aniquilada, por inútil: defender o 
que, se devemos entregar tudo?
Tudo, apesar de abjeto, tem a sua lógica perversa.
A sede de poder , à qual a democracia impõe um sistema de freios e contrapesos, é tão velha quanto 
as sociedades humanas.
O que não tem lógica é que Lula, Dilma, o governo e o PT continuem, bois mansos, seguindo para o 
matadouro.
Acreditando, como os pobres judeus nos campos nazistas, que aqueles chuveiros são para um banho, 
uma faxina, não para lhes sufocar em Zyclon-B.
As concessões, absolutamente necessárias à política, não podem jamais ter o poder de destruir nossas 
almas, nossa dignidade, nossa missão e compromissos com o povo brasileiro.
Se nos levam a isso, é questão de tempo – e não muito – até que destruam a nós próprios.
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