terça-feira, 5 de junho de 2018

DEFESA DE LULA FOI CERCEADA, DIZ TACLA DURAN


Rodrigo Tacla Duran compara Lava Jato com a Alemanha nazista, onde se definia crime ou 
criminoso conforme a conveniência.

“Amordaçar testemunhas é um sinal claro que não está se fazendo justiça”, disse hoje o advogado
Rodrigo Tacla Durán, em texto que leu antes de depor à Comissão de Direitos Humanos da Câmara 
dos Deputados.
Tacla Durán já tinha sido ouvido anteriormente, na CPMI da JBS, em 30 de novembro de 2017.
Autoridades da Justiça brasileira já se negaram cinco vezes a aceitar o depoimento de Tacla Durán, 
requisitado pela defesa do ex-presidente Lula.
Durán trabalhou como advogado para a Odebrecht entre 2011 e 2016.
No Brasil, responde a acusações de lavar dinheiro para a empresa no âmbito da Operação Lava Jato, 
mas não reconhece a jurisdição brasileira por viver em Madri, na Espanha.
A Justiça espanhola negou a extradição do advogado.
Tacla Durán configura a maior ameaça à Lava Jato e, especialmente, ao acordo de delação de 77 
executivos da Odebrecht, que sustenta a abertura de dezenas de inquéritos contra políticos, inclusive 
Michel Temer e o ex-presidente Lula.
Durán contou aos deputados que já respondeu a três oitivas do Equador, uma de Andorra, uma da 
Suiça, uma de Antigua e Barbuda, uma do México, uma do Peru, uma da Argentina e uma do Brasil.
No caso da oitiva solicitada pelo Ministério Público Federal, marcada para 4 de dezembro de 2017, 
na presença de um juiz e de um procurador espanhóis, Tacla Durán compareceu mas os procuradores 
brasileiros simplesmente não foram — dentre eles, Roberson Henrique Pozzobon e Orlando Martello 
Jr.
O MPF não explicou o motivo da desistência.
Àquela altura, Tacla Durán já havia feito as denúncias de corrupção na Lava Jato à CPMI da JBS.
Uma delas é de que o advogado Carlos Zucolotto Junior, compadre do juiz Sérgio Moro, queria tirar 
vantagem financeira de sua delação, que Zucolotto ajudava a negociar.
Como prova, além da troca de mensagens com Zucolotto, Durán mostrou à CPMI minuta do acordo 
que negociava com o MPF na qual a multa a ser paga por ele seria diminuída. Em troca, Zucolotto 
embolsaria R$ 5 milhões.
Tanto Moro quanto a esposa dele, Rosângela, que já trabalhou no escritório de Zucolotto, sairam 
publicamente em defesa do amigo.
FURA BOLHA
Tacla Durán denuncia que a delação premiada da Odebrecht foi organizada de forma a preservar a 
empresa, executivos da empresa e eventualmente autoridades que foram corrompidas pela 
empreiteira.
Os 77 delatores receberam a garantia de que vão receber salários pelos próximos 15 anos.
Segundo Tacla Durán, o sistema Drousys, de comunicação interna da Odebrecht — troca de e-mails, 
chat e voip — foi adulterado antes e depois de sua apreensão por autoridades.
O Drousys estava abrigado em servidores da Suiça e posteriormente foi transferido para a Suécia.
Da mesma forma, de acordo com Durán, houve manipulação do sistema MyWebDay, que registrava 
as transações financeiras da Odebrecht.
Um dos objetivos teria sido o de apagar registros de que executivos da própria Odebrecht desviavam 
dinheiro da empresa.
De acordo com Tacla Durán, isso aconteceu no Meinl Bank, de Antigua, que funcionava como uma 
espécie de caixa dois da empreiteira.
O advogado denuncia vantagens concedidas pelo MPF aos executivos Luiz Augusto França, Marco 
Bilinski e Vinicius Borin: apesar de movimentaram U$ 2,6 bilhões em esquemas de lavagem de 
dinheiro no Meiln Bank, eles se livraram das acusações mais graves, receberam pena máxima 
combinada de 8 anos em regime fechado e pagaram multa que somou apenas R$ 3,4 milhões.
Além disso, foram autorizados a fazer até seis viagens internacionais durante o cumprimento da 
pena, desde que com autorização judicial.
Durán sugere que, nas viagens, os executivos teriam a oportunidade de apagar rastros e fazer outras 
operações em defesa de interesses pessoais ou até da Odebrecht.
CHANTAGEM E PROSTITUTAS
No depoimento, Tacla Durán confirmou que a Odebrecht utilizava garotas de programa, em viagens 
fora do Brasil, para permitir que beneficiários do dinheiro da empreiteira fossem chantageados.
Segundo ele, um dos operadores deste esquema era Fernando Migliaccio, ex-executivo da empresa.
Durán esclareceu a anotação “efeito Bisol”, encontrada no celular do dono da empreiteira, Marcelo 
Odebrecht.
Segundo ele, o termo diz respeito a chantagem que teria sido feita contra o ex-senador petista José 
Paulo Bisol, quando da criação da CPI das Empreiteiras, em 1994.
A CPI foi criada mas, misteriosamente, nunca foi instalada.
PANELA DE CURITIBA
Tacla Durán também reafirmou suas denúncias contra a chamada “panela de Curitiba”, que 
envolveria escritórios de advocacia e procuradores da Lava Jato em acordos informais.
Seria a “indústria da delação premiada”, oferecendo vantagens em troca de denúncias específicas ou 
mesmo arquivando delações.
Durán deu como exemplos o doleiro Dario
Messer e seus associados.
Embora delatados e alvos da Operação Câmbio,
Desligo, da Polícia Federal, o chamado “doleiro
dos doleiros” e seus sócios não são alvo de
processos na Justiça Federal do Paraná.
Messer está foragido.
Como lembrou o colunista Jeferson Miola, o
“sumiço” de Messer é suspeito:
A fuga e o desaparecimento de Dario Messer
adquire ainda maior relevância e valor
investigativo depois da denúncia feita por doleiros acerca da existência de esquema mafioso
mediante o qual o advogado Antônio Figueiredo Basto recebia US$ 50 mil dólares mensais como
“taxa de proteção” para garantir que “eles [doleiros] seriam poupados nas delações decorrentes do
caso Banestado, que correu na jurisdição de Sergio Moro”.
Em seu depoimento, Tacla Durán fez uma conta: considerando que Messer e quatro de seus 
associados teriam sido protegidos desde 1996 por Figueiredo Basto, o esquema poderia ter rendido 
ao advogado U$ 25 milhões.
Para Durán, a inexistência de ações contra Messer sugere que o suposto esquema do advogado 
Figueiredo Basto, originário do escândalo do Banestado, de fato funcionou.
Basto é um dos acusados por Durán de fazer parte da “panela de Curitiba”, de advogados que teriam 
‘facilidades’ junto a integrantes da Lava Jato.
Tacla Durán também estranhou que, apesar de delações feitas pelos executivos Benedito Jr. e 
Henrique Valadares, da Odebrecht, não houve investigação sobre o jornalista Diogo Mainardi — que 
teria testemunhado um ato de corrupção — nem das empresas PVR Marketing e Propaganda e
Empiricus, que teriam sido beneficiárias de dinheiro da empreiteira.

ENQUANTO TACLA DURAN CONTRIBUI PARA DESMONTAR A CORRUPÇÃO EM 
SETE PAÍSES , MORO SE RECUSA ACEITAR SEU DEPOIMENTO.
Rede Brasil Atual 
O advogado Rodrigo Tacla Duran, que atuou como consultor da Odebrecht e teve seu depoimento à Operação Lava Jato, como testemunha de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, bloqueado pelo juiz Sérgio Moro, depõe em audiência pública nesta-terça-feira (5), às 10h, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara dos Deputados. O advogado, que vive na Espanha, falará por meio de videoconferência. A TVT transmite a audiência, que poderá ser vista também na RBA.
A expectativa do depoimento é que o advogado apresente informações sobre os bastidores da operação Lava Jato, inclusive relacionadas a esquemas de pagamento de propina em troca de “melhorias” em delações premiadas negociadas em Curitiba.
“Ele possui diversas informações relevantes sobre a Lava Jato e, por isso, deve ser ouvido nas instâncias adequadas e responsáveis pelo processo. Porém, por causa de diversas negativas injustificadas, teve violado o direito ao devido processo legal, além da garantia ao contraditório e da ampla defesa”, disse o deputado Wadih Damous (PT-RJ), autor do requerimento para a Comissão ouvir o advogado em audiência pública.
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou que Duran prestasse depoimento no âmbito do incidente de falsidade de documentos por parte da Odebrecht, no contexto da Lava Jato. Para o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), trata-se de mais um absurdo autoritarismo de Moro contra Lula. “É um processo extremamente importante para o país, pois envolve um ex-presidente da República que lidera todas as pesquisas eleitorais e foi condenado como preso político, pois não há nenhuma prova nos processos que justifiquem sua condenação”.
Histórico
Em dois depoimentos, um à CPI da JBS e outro à defesa do ex-presidente Lula, Rodrigo Tacla Duran mostrou documentos que não conferem com os que teriam sido obtidos no sistema eletrônico de contabilidade da Odebrecht. Portanto, colocou em xeque a veracidade de provas apresentadas pela Odebrecht a partir dos sistemas Drousys e MyWebDay – largamente utilizados pela Lava Jato.
Essa diferença pode indicar que houve alteração nos documentos. Tacla Duran submeteu esses documentos a uma perícia na Espanha, onde mora, e a autenticidade foi atestada. Mas uma perícia não foi feita pela Polícia Federal no Brasil. Há evidências de que Moro não quer ouvir Duran, porque o advogado denunciou à imprensa um suposto esquema de pagamento de propina em troca de melhorias em delações premiadas, negociadas em Curitiba.
Padrinho de Moro
Duran afirmou que um amigo e padrinho de casamento do juiz, o advogado Carlos Zucolotto (ex-sócio de Rosângela Wolff Moro, esposa de Moro) teria cobrado mais de US$ 5 milhões “por fora” para “melhorar” o acordo de delação de Duran com os procuradores da Lava Jato, liderados por Deltan Dallagnol. Duran detalha uma série de irregularidades que envolvem procedimentos adotados por procuradores, juízes, empresas e delatores na Lava Jato.
Em novembro de 2016, Duran teve a prisão preventiva decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, foi preso na Espanha, mas libertado porque tem dupla cidadania, o que impediu a extradição.
Há seis meses, os deputados Paulo Pimenta, Wadih Damous e Paulo Teixeira (PT-SP) cobraram da Procuradoria-Geral da República (PGR) investigação das denúncias feitas por Tacla Duran. As denúncias são baseadas em farta documentação, que coloca em xeque não apenas a totalidade das delações dos executivos da Odebrecht no âmbito da operação, mas também de todas as denúncias construídas a partir dessas delações e de outros dados coletados a partir de sistemas de informações da empreiteira. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prometeu tomar providências, mas até agora nenhuma explicação foi dada.

UM CAIPIRA EM MONTE CARLO PARA RECEBER O PRÊMIO ASAS DOURADAS!


O Príncipe entrega a geringonça ao Judge e senhora ... Lá tem cassinos, iates, lavagem de 
dinheiro - e gente brega!

O Judge Murrow não cansa de nos surpreender!
Depois de desfilar na breguice do Homem do Ano em Nova York, na companhia de um condenado 
na Justiça, o João Agripino Doria, Prefake e de um advogado de canalhas, ele se submeteu ao 
ridículo de ir a uma festa caça-níquel do falso "Príncipe" de Mônaco, o filho da Grace Kelly com o 
Rainier que colecionava DVDs pornográficos (Grace descobriu na lua de mel...).
O Painel da Fe-lha noticiou com júbilo incontido (ah, esse new money...):

Esse tal "Brasil Mônaco Project" é suspeitíssimo!
Project de que, em Mônaco?
O que notabiliza Mônaco é um cassino, uma variedade de iates (onde o Joesley era "habitué"...) e
uma variedade de pseudo-bancos onde se lava dinheiro da forma quase tão despudorada quanto se 
lavava no Banestado...
Na "noite de gala", foi sorteada uma borboleta com a Gisele Bündchen semi-nua.
Uma "escultura" da Bia Doria, mulher do João Agripino.

A obra abstrata de Bia Doria 

Também estava lá a irmã do Ayrton Senna, a Viviane, motor-de-arranque
dos eventos do João Agripino, onde contribui com a trilha sonora que a
Globo usava para saudar as vitórias de Ayrton.
Foi aí que o João Agripino se ferrou: com a mania do Acelera São
Paulo... Para ter o direito de participar daquela constrangedora breguice,
o otário tinha que pagar mil euros!
Será que o Judge Murrow pagou ou foi na faixa?
Quem pagou a passagem dele e da senhora a Mônaco?
Foi via Paris (Air France) ou via Milão (Alitalia)?
O amigo navegante não pode perder essas imagens delirantes: no vídeo
abaixo, Moro recebe uma geringonça das mãos do "príncipe" e agradece
naquele Inglês da Maringá (pelo menos Monte Carlo e Mônaco são mais
fáceis de pronunciar que "Massachusetts").
No outro histórico video abaixo, que deveria ser preservado na Galeria
das Vergonhas do Conselho Nacional de Justiça, mostra o leilão das
peças, onde se inclui a camiseta autografada do Neymarketing (será que
ainda tinha cheiro de suor?).
E viva o Príncipe, que meteu uma boa grana no bolso!
E viva nós, da República Federativa da Cloaca!

Em tempo: o que devo fazer para merecer o titulo "Asas Douradas"? Voar?

PHA

ASSISTA AO VIVO: TACLA DURAN DESMASCARA A INDUSTRIA DAS DELAÇÕES DE MORO

MADURO: ESTA É A ÚLTIMA ASSEMBLEIA DA OEA EM QUE A VENEZUELA PARTICIPA


O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, confirmou nesta segunda-feira (4) que seu país 
sairá da Organização dos Estados Americanos (OEA), depois de ter iniciado o processo de 
retirada há 13 meses

247, com RT e AVN - "Denunciamos a OEA e vamos sair desse organismo, que é o ministério das
colônias. Confirmado: já se vão 13 meses dos 24 que temos que esperar para que se torne efetiva (a 
saída)", disse o mandatário durante uma reunião com o Birô Político do Partido Socialista Unido da 
Venezuela (PSUV).
Maduro fez essa declaração depois que o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge 
Arreaza, participou em uma reunião do organismo hemisférico que pretendia incluir sem consultas a 
discussão de um ponto sobre a situação política da nação sul-americana.
"É a última Assembleia Geral da OEA em que participa um chanceler venezuelano", disse o chefe de 
Estado, enfatizando que no dia em que se concretizar a saída da Venezuela da OEA será um dia de 
júbilo nacional.
Maduro também desprezou o poder da OEA, que qualificou de "inútil", porque "não há um cenário 
internacional no mundo onde se perca mais tempo". "É um organismo inútil que lamentavelmente 
sofreu uma involução e voltou a se converter em um ministério das colônias do imperialismo norte-
americano", afirmou.
Em abril do ano passado, Caracas empreendeu o processo de denúncia da Organização dos Estados 
Americanos (OEA), um protocolo que demora 24 meses para se tornar efetivo. A Venezuela 
considera que no seio da OEA foram violentados os princípios da soberania, não intervenção, 
multilateralismo e igualdade dos Estados
Campanha de chantagem
Maduro denunciou a campanha de chantagem dos Estados Unidos sobre os governos da América 
Latina para atentar contra a soberania da Venezuela.
"Nas últimas semanas o governo dos Estados Unidos desenvolveu uma campanha criminosa, 
macabra, com chantagem, ameaças a todos os governos da América Latina e Caribe. Ameaçou 
retirar as ajudas econômicas, possibilidades de financiamento, cortes dos fluxos de turismo e fluxos 
comerciais e restringir os imigrantes".
O mandatário enfatizou que esta campanha tem por objetivo "acabar com o modelo independente, de 
desenvolvimento" impulsionado pelo comandante e líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez.
Nesse sentido, ratificou o caráter anti-imperialista do povo venezuelano para poder enfrentar todos 
os obstáculos que os eixos imperiais promovam para acabar com a independência do país.
"Agora está em curso uma batalha pela dignidade de nossa América e a Venezuela está no centro da 
luta pela dignidade. Vamos sair dela com a força moral", enfatizou.
A mando dos EUA, Brasil pós-golpe tenta suspender Venezuela 
da OEA


Sete países, entre os quais o governo brasileiro de Michel Temer,
propuseram nesta segunda-feira 4 a suspensão da Venezuela da
Organização dos Estados Americanos (OEA); o pedido para iniciar
o processo de afastamento será votado nesta terça e precisa do
apoio de 18 dos 34 países-membros da organização; chanceler do
golpe, Aloysio Nunes Ferreira disse defende a suspensão citando
princípios baseados no respeito à democracia e à liberdade.
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VIRA LATA PARENTE VENDEU POR US$ 5 BI AÇÕES QUE VALIAM R$ 150 BI


Fernando Siqueira, presidente do Conselho Fiscal da Petros revela que a gestão de Pedro 
Parente à frente da Petrobras resultou em prejuízos graves à estatal e ao Brasil; "Um deles, a 
venda dos ativos, de 36% de suas ações na bolsa de Nova York. Segundo nossos cálculos da 
AEPET, elas valiam 150 bilhões, e foram vendidas por 5 bilhões de dólares",

Em sua coluna no Jornal do Brasil, Hildegard Angel revela o que Fernando Siqueira, presidente do 
Conselho Fiscal da Petros conta do ex-presidente da Petrobrás: "Pedro Parente foi conselheiro da 
Petrobrás de 1999 a 2002, nesse período assumiu a presidência do Conselho de Administração, que é 
o órgão máximo da empresa. Nessa gestão dele aconteceram prejuízos imensos...Um deles, a venda 
dos ativos, de 36% de suas ações na bolsa de Nova York. Segundo nossos cálculos da AEPET, elas 
valiam 150 bilhões, e foram vendidas por 5 bilhões de dólares. Com grandes prejuízos que a Nação 
levou, a Petrobrás e, em consequência, o próprio povo brasileiro".
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CARMINHA, A VOVÔ ADAMS DO SUPREMO RECUA E TIRA GOLPE DO PARLAMENTARISMO DA PAUTA!


A Justiça é cega!

Do JOTA:

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, retirou da pauta de julgamentos do 
plenário em junho ação que discute a instituição do parlamentarismo. O processo foi pautado em 
meio ao agravamento da crise dos caminhoneiros e provocou até críticas internas à presidente. O 
caso estava previsto para a sessão do dia 20.
Segundo interlocutores da presidente do STF, o ministro Alexandre de Moraes pediu que o tema 
saísse da pauta. O ministro é relator do mandado de segurança que questiona se o Congresso pode, 
por meio de emenda à Constituição, instituir o parlamentarismo. O caso chegou ao Supremo em 
1997 pelas mãos do ex-ministro Jaques Wagner (Casa Civil), que na época era deputado, e teve 
apoio do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) e do jurista Helio Bicudo.
Nesta segunda, os autores apresentaram um pedido de desistência do MS, mas sem justificativa para 
o requerimento. O relator vai analisar o arquivamento.
(...)

ESCARNIO: ESTATAL ITALIANA ASSUME O CONTROLE DA ELETROPAULO


Da Agência Brasil

A Enel Brasil Investimentos Sudeste S.A., braço da elétrica italiana Enel, fechou nesta segunda (4) a 
compra de mais de 73,38% das ações da Eletropaulo Metropolitana de São Paulo (Eletropaulo). A 
Bolsa de Valores de São Paulo informou que na oferta pública realizada hoje à tarde foram 
negociados 122,799.289 milhões de papéis da Eletropaulo, com valor de R$ 45,22 cada que 
totalizaram R$ 5,55 bilhões. A companhia possui cerca de 167,3 milhões de ações em 
circulação.Com a aquisição, a Enel torna-se controladora da Eletropaulo, que atende a capital 
paulista e 23 cidades da região metropolitana de São Paulo. A empresa será a maior distribuidora de 
energia do país e ultrapassando a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), da chinesa State Grid. 
Os maiores acionistas da Eletropaulo antes do leilão eram a norte-americana AES e o braço de 
participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Enel fará 
um pronunciamento a respeito da aquisição da Eletropaulo na manhã desta terça-feira (5) na capital 
paulista. A empresa já controla distribuição de energia no Rio de Janeiro, no Ceará e em Goiás, além 
de usinas eólicas e solares.

LEONARDO BOFF DIZ QUE A “HORA DE SERGIO MORO” VAI CHEGAR - Câmara vai saber tudo do Zucolotto, o do Judge Murrow


O teólogo Leonardo Boff, um dos autores preferidos do Papa Francisco, disse em seu Twitter 
que a hora de Sérgio Moro vai chegar; segundo Boff, a injustiça nunca triunfou na história; 
para Boff, a covardia de Sérgio Moro será sua própria ruína, ao dar sinais de que pode se 
refugiar em alguma embaixada dos EUA quando sua situação se tornar insustentável.
Confira o tuíte do teólogo:
A hora de Sergio Moro vai chegar.A injustiça nunca triunfou na história.Como se acovarda,vai se refugiar na embaixada dos USA que lhe ensinaram o farelaw,como distorcer o direito para condenar inocentes.Ele acusa,investiga e pune,método da Inquisição que conheci no meu caso em 84
Câmara vai saber tudo do Zucolotto, o do Judge Murrow
Informações sobre os bastidores da operação
Lava Jato, inclusive relacionadas a esquemas de
pagamento de propina em troca de melhorias em
delações premiadas negociadas em Curitiba.
Esse é o tema principal de depoimento do ex-
consultor Rodrigo Tacla Durán, que realizou
serviços como advogado da Odebrecht, em
audiência pública que será promovida nesta-
terça-feira (5), às 10h, pela Comissão de
Direitos Humanos e Minorias. O advogado, que
vive na Espanha, falará por meio de
videoconferência.
“Ele possui diversas informações relevantes sobre a Operação Lava Jato e, por isso, deve ser ouvido nas instâncias adequadas e responsáveis pelo processo. Porém, por causa de diversas negativas injustificadas, teve violado o direito ao devido processo legal, além da garantia ao contraditório e da ampla defesa”, disse o deputado Wadih Lula Damous (PT-RJ), autor do requerimento para a Comissão ouvir o advogado em audiência pública.
Tacla Durán também foi arrolado como testemunha de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula Da Silva por seus advogados, mas os pedidos têm sido negados pelo juiz Sérgio Moro. A defesa do ex-presidente Lula solicitou que Durán prestasse depoimento no âmbito do incidente de falsidade de documentos por parte da Odebrecht, no contexto da Lava Jato.
Para o líder do PT na Câmara, Paulo Lula Pimenta (RS), trata-se de mais um absurdo autoritarismo de Moro contra Lula. “É um processo extremamente importante para o País, pois envolve um ex-presidente da República que lidera todas as pesquisas para a Presidência da República e foi condenado como preso político, pois não há nenhuma prova nos processos que justifiquem sua condenação”.
Histórico – Em dois depoimentos, um à CPI da JBS e outro à defesa do ex-presidente Lula, Rodrigo Tacla Durán mostrou documentos que não conferem com os que teriam sido obtidos no sistema eletrônico de contabilidade da Odebrecht. Portanto, colocou em xeque a veracidade de provas apresentadas pela Odebrecht a partir dos sistemas Drousys e MyWebDay – largamente utilizados pela Lava Jato.
Essa diferença pode indicar que houve alteração nos documentos. Tacla Durán submeteu esses documentos à uma perícia na Espanha, onde mora, e a autenticidade foi atestada. Mas uma perícia não foi feita pela Polícia Federal no Brasil.
Há evidências de que Moro não quer ouvir Durán porque o advogado denunciou à imprensa um suposto esquema de pagamento de propina em troca de melhorias em delações premiadas negociadas em Curitiba.
Padrinho de Moro – Durán afirmou que um amigo e padrinho de casamento do juiz, o advogado Carlos Zucolotto (ex-sócio de Rosângela Wolff Moro, esposa de Moro) teria cobrado mais de 5 milhões de dólares “por fora” para “melhorar” o acordo de delação de Durán com os procuradores da Lava Jato liderados por Deltan Dallagnol. Durán detalha uma série de irregularidades que envolvem procedimentos adotados por procuradores, juízes, empresas e delatores na chamada operação Lava Jato.
Em novembro de 2016 Durán teve a prisão preventiva decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, foi preso na Espanha, mas libertado porque tem dupla cidadania, o que impediu a extradição.
Há seis meses, os deputados Paulo Pimenta (RS), Wadih Damous e Paulo Lula Teixeira (PT-SP)cobraram da Procuradoria-Geral da República (PGR) investigação das denúncias feitas por Tacla Durán contra a operação Lava Jato. As denúncias de Durán são baseadas em farta documentação que coloca em xeque não apenas a totalidade das delações dos executivos da Odebrecht no âmbito da operação, mas também de todas as denúncias construídas a partir dessas delações e de outros dados coletados a partir de sistemas de informações da empreiteira. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prometeu tomar providências, mas até agora, nenhuma explicação foi dada.
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados é presidida pelo deputado Luiz Lula Couto (PT-PB).

PGR: Mesmo que provas contra Lula sejam falsas, Tacla Duran não deve ser ouvido

Jornal GGN - O Brasil 247 divulgou na noite desta segunda (4) uma nota informando que a Procuradoria Geral da República, por meio do subprocurador Nicolao Dino, apresentou parecer ao Superior Tribunal de Justiça pedindo que Rodrigo Tacla Duran não seja admitido como testemunha de defesa de Lula em um incidente de falsidade que tramita na jurisdição de Sergio Moro.
Segundo o portal, Dino teria argumentado que "ainda que possa realmente haver falsidade nos documentos [da Odebrecht, usados em ação penal contra Lula], suas declarações [de Duran] não se mostram relevantes para o deslinde da causa penal ou da própria falsidade arguida". 
Tacla Duran ganhou os holofotes da mídia após denunciar um suposto esquema de corrupção envolvendo a indústria da delação premiada em Curitiba. Ele afirma que o amigo pessoal de Moro, Carlos Zucolotto, cobrou dinheiro "por fora" para "melhorar" a negociação com os procuradores liderados por Deltan Dallagnol.
Desde então, Moro vem rejeitando admitir o depoimento de Duran como testemunha de Lula. A defesa do ex-presidente afirma que Duran é relevante para a ação porque tem provas de que o sistema da Odebrecht, de onde "provas" são extraídas para serem usadas contra Lula e outros réus, foi adulterado antes e depois da Lava Jato estourar.
Do Brasil 247
O Subprocurador Geral da República, Nicolao Dino, protocolou nesta segunda-feira (4) um parecer no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo rejeição do recursos da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ouvir o ex-advogado da Odebrecht Tacla Duran.
Segundo Dino, “não se verifica pertinência temática e específica sobre o objeto da ação em apreço” com o depoimento de Tacla Duran. “Vale dizer, ainda que possa realmente haver falsidade nos documentos, suas declarações não se mostram relevantes par o deslinde da causa penal ou da própria falsidade arguida pelo recorrente”, acrescenta

segunda-feira, 4 de junho de 2018

#LulaLivre marca presença em Brasil x Croácia, dentro e fora do estádio; veja vídeos






BARBICHA DA LAVA JATO EM APUROS

O STF (Supremo Tribunal Federal) estuda abrir uma investigação contra o procurador da 
Lava Jato Carlos Fernando Dos Santos Lima, em função das críticas ofensivas que o 
procurador fez ao Tribunal, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal 
Folha de S. Paulo; alguns ministros do STF consideram que a corregedoria do Ministério 
Público Federal não tomará providências.

247 – O STF (Supremo Tribunal Federal) estuda abrir uma investigação contra o procurador da Lava 
Jato Carlos Fernando Dos Santos Lima, em função das críticas ofensivas que o procurador fez ao 
Tribunal, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo. Alguns 
ministros do STF consideram que a corregedoria do Ministério Público Federal não tomará 
providências.
“A decisão do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) de enviar processo disciplinar 
contra o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que atua na Lava Jato, à corregedoria do 
MPF (Ministério Público Federal) acendeu o sinal de alerta no STF (Supremo Tribunal Federal).
O processo analisava, entre outras coisas, críticas feitas por Lima a magistrados da corte, que alguns 
deles consideram ofensivas. A expectativa era a de que o procurador fosse punido por isso —pelo 
menos com uma censura pública.
Leia mais aqui.

ENTRE CID E O ACHACADOR EDUARDO CUNHA, DILMA PREFERIU O ACHACADOR. ASSISTA A ENTREVISTA DE PHA COM CID GOMES

domingo, 3 de junho de 2018

VIDEO: PORCHAT RIDICULIZA CAMPANHA DA GLOBO SOBRE VIOLÊNCIA DA GREVE DOS CAMINHONEIROS



POR LULA LIVRE E JUSTIÇA SOCIAL, MILHARES DE JOVENS ACAMPAM NO FRIO DE CURITIBA PARA FALAR DE POLÍTICA


Já esteve em um encontro, congresso, conferência de gente jovem, com idade média de 20 anos?
Não me refiro a festival de música nem a jogos universitários, mas a um encontro de 1.200 jovens,
que compartilham ideais, ideias e sonhos, entre os quais lutar juntos pela liberdade do ex-presidente
Lula e por justiça social.
Difícil descrever. Mas é tudo isto junto e misturado. A energia contagiante. O grito do fundo de suas
gargantas. O irreverente coro, ecoado incontáveis vezes.
Ôôô Moooro,
queria que você
Ôôô Moooro,
queria que você
Entendesse que não dá
pra acabar com o PT
Entendesse que não dá
pra acabar com o PT
Este grito, como uma grande bandeira sonora, marcou o sábado (02/06) do Congresso Extraordinário
da Juventude do PT, realizado de sexta a domingo, em Curitiba (PR).
Jovens petistas de todo o Brasil e de movimentos de esquerda de Argentina, Paraguai, Uruguai e
África do Sul participam. Estão acampados numa chácara em São José dos Pinhais, na Grande
Curitiba.
Os brasileiros têm um ponto em comum: viveram sob o governo do PT, desde que começaram a se
entender como entender e a se interessar por política.
Nem o frio de Curitiba nessa época do ano afugentou-os dos debates neste sábado, quando
aconteceram as principais mesas do congresso.
A estudante secundarista Clélia Moreira, da Juventude Avante e do PT, que veio de Natal (RN),
observa:
“Por que precisamos resistir? Porque de onde eu venho, do Nordeste, a gente sabe quanta gente tinha
morando em casas de taipa, sem três refeições por dia, e como e quando isso começou a mudar.
A gente sabe quem fez cisterna no sertão, quem levou luz elétrica para quem não tinha.
A gente sabe muito bem por que temos que resistir, pelo que temos que lutar, por que colocamos a
estrela no peito”.
João Luís Lemos, estudante de história da USP, diz que vai com a candidatura de Lula à presidência
até o fim:
“Vivemos um período em que uma crise econômica está sendo jogada para as costas da classe
trabalhadora.
Vivemos um tempo em que 30% da juventude está desempregada. Imagine este percentual
considerando só jovens pobres e negros.
Para reduzir o desemprego, o que se propõe, o que se pratica?
Precarização das relações trabalhistas. A conta nas costas do trabalhador. Tem um candidato que já
afirmou que vai revogar as recentes medidas golpistas, que vai promover mudanças estruturais para
retomar um rumo de crescimento com mais igualdade.
Por isso, com muita nitidez, reafirmamos com muita força, com todas as letras, que não tem Plano B,
que eleição sem Lula é fraude, que nós vamos com Lula até o fim”.

Karina Beatriz Cáceres Ortega, da Frente Guasu do Paraguai, lembrou da Unila (Universidade
Federal da Integração Latino-Americana), fronteira do Brasil com o seu país:
“O Brasil conhece a história de seu continente?
Há cátedras nas universidades, disciplinas no currículo das escolas sobre a história da América
Latina e Caribe? Ou sempre se olhou para os Estados Unidos e para a Europa?
Alguém aqui sabe o que está acontecendo no norte do Paraguai? Sabe dos assassinatos de
campesinos que lutam pelo direito à terra por lá? Os meios de comunicação noticiam esses fatos
aqui?
Teve um companheiro que começou para mudar isso, que criou a Unila. Este companheiro, hoje, está
preso. Mas estou segura de que ele voltará. Lula Livre, Lula Presidente”.
A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, prestigiou o evento desde o início:
“A Juventude do PT não pode ser acomodada, a Juventude do PT tem que ser transgressora,
inclusive com alguns códigos do próprio partido.
Porque é essa transgressão, essa cobrança, essa rebeldia que faz a gente acordar, mudar nossas
formas de agir, sacudir, não deixar que a burocracia tome conta do nosso cotidiano.”

O PETRÓLEO NÃO É DA PETROBRAS, MAS NOSSO!

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É possível vender combustível mais barato e garantir o lucro da Petrobras

Cerca de 80% do combustível consumido no Brasil é feito com petróleo nacional, enquanto só 20% são importados. Mas por que, então, os preços no país dispararam com a alta no mercado internacional, como se todo nosso petróleo fosse importado?
Se a Petrobras considerasse apenas os custos nacionais de produção, poderia vender gasolina e diesel por um preço bem abaixo do atual, segundo analistas. Ainda assim, a empresa conseguiria lucrar e não teria risco de quebrar.
No entanto, reduzir os preços dos combustíveis para todos os brasileiros – e não apenas para os caminhoneiros – dependeria basicamente de uma decisão de Estado, com a Petrobras assumindo efetivamente o papel de companhia estatal, com gestão eficiente e transparente. Trata-se de uma mudança radical em relação ao modelo econômico neoliberal vigente na empresa hoje.
(...) A Petrobras possui mais de 600 mil acionistas, entre pessoas físicas, grandes investidores estrangeiros e fundos de investimentos. Suas ações são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e na Bolsa de Nova York (NYSE) sob a forma de ADRs (recibos de ações).
(...) Os especialistas afirmam que a administração da Petrobras nunca conseguirá atender plenamente aos interesses dos grupos afetados pela companhia. "O acionista sempre vai querer maximizar o lucro e o consumidor sempre vai querer o menor preço de combustível. A saída é buscar uma conciliação civilizada, que beneficie a população em geral", diz Ildo Sauer.
"O petróleo não pertence à Petrobras. Ele pertence à União e, portanto, ao povo. A prioridade no uso do petróleo e das riquezas geradas por ele deve ser dada aos mais fracos. Deve ser pensado um plano estrutural para a Petrobras com foco em justiça social", afirma o professor do IEE/USP.
Cloviomar Cararine, autor da Nota Técnica do Dieese "A escalada do preço dos combustíveis e as recentes escolhas da política do setor de petróleo" também defende que atuação da Petrobras seja voltada ao interesse coletivo, em vez de favorecer "os investidores estrangeiros e especuladores, que ganham com a livre flutuação de preços".
No documento, o técnico do Dieese e da FUP diz que é possível gerir empresas estatais de forma eficiente, sob a perspectiva do interesse público. "As empresas estatais diferem das privadas à medida que, pela natureza, deveriam tomar decisões orientadas pelo interesse coletivo e não apenas por critérios econômico-financeiros."
Conforme o estudo, experiências em países desenvolvidos mostram a viabilidade de diferentes tipos de gestão no setor público, com controle social, que possibilitam reduzir problemas relacionados à corrupção e à apropriação indevida das estatais por interesses privados.
(...) Cloviomar Cararine defende que a Petrobras deveria desistir da política de paridade internacional nos preços dos combustíveis. Ele afirma que o país se tornou mais vulnerável aos choques dos preços do petróleo no mercado externo e às oscilações do câmbio, uma vez que o barril é cotado em dólar.
Além disso, a paridade de preços estimulou a entrada de importadores de combustíveis no mercado nacional. O Brasil passou a comprar mais combustíveis no exterior em vez de produzir internamente.
As refinarias da Petrobras possuem capacidade de refinar 2,4 milhões de barris/dia, mas estão utilizando apenas 68% da capacidade.
"A paridade favorece os importadores. Na prática, você está deixando de usar as refinarias aqui para gerar empregos no exterior", declarou o professor Ildo Sauer, do IEE/USP.
(...)

sábado, 2 de junho de 2018

ALÔ, ALÔ OTÁRIOS !! GASOLINA AUMENTA DE NOVO !! A POLITICA NÃO MUDA. É TUDO A MESMA BOMBA !!


"Vocês nunca se perguntaram por que o petróleo brasileiro, com custos nacionais, produzido 
em real, tem que estar dolarizado?"(Crédito: Aroeira)

A Petrobras anunciou a elevação de 2,25% no preço da gasolina comercializada nas refinarias. Com 
a alta, o litro da gasolina A nas refinarias passará de R$ 1,9671 para R$ 2,0113, a partir deste sábado 
(2), segundo informou a companhia. Trata-se da 2ª alta seguida após uma sequência de 5 quedas.
Na quarta-feira, a estatal havia anunciado aumento de 0,74% no preço da gasolina. Na terça-feira, os 
preços tinham sido reduzidos em 2,84%. Desde o início de maio, já foram anunciadas 14 altas e 6 
quedas no preço da gasolina. Em 1 mês, o combustível acumula alta de 11,29% nas refinarias.
(...)
Novo aumento da gasolina não é “política de 
preços”. É fazer odiar a Petrobras

POR FERNANDO BRITO 



O reajuste de preço da gasolina anunciado hoje ( + 2,25%) pela Petrobras não é “técnico”.
É mais um degrau para desmoralizar a empresa e fazê-la odiada pela população.
Não houve aumento no preço internacional do petróleo, ao contrário.
Nem a Petrobras fecha contratos ao câmbio do dia, no varejo.
Está claro que isto se destina a fazer o consumidor de gasolina sentir que está pagando a conta de 
“redução” do preço do diesel (a ver se vai acontecer, aliás).
Nos jornais é fácil perceber o que se pretende com isso.
Na Folha, lê-se – apenas hoje – artigos furiosos contra o controle estatal da Petrobras.
Um certo Roberto Castello Branco diz que “é urgente a necessidade de se privatizar não só a 
Petrobras, mas outras estatais“, dizendo que a Petrobras concentra “99% do refino” de petróleo do 
país e que isso torna urgente ter “várias empresas privadas competindo nos mercados de 
combustíveis”.
A chiadeira do sujeito não resiste a uma pergunta: porque não há mais que 1% de refinarias privadas 
no país, se não há monopólio do refino?
Porque estes sujeitos querem que sigamos na escolinha do Parente, exportando petróleo bruto e 
importando produtos refinados na capacidade ociosa do parque de refinarias internacionais.
Colônia, pura e simples.
Outro economista, Rodrigo Zeidan, diz que o pré-sal – a maior jazida de petróleo descoberta neste 
século em todo o mundo é “um desastre” e que investir na sua exploração, hoje equilvalente a mais 
da metade do que produzimos é um erro: “0 ideal seria a empresa fazer somente os investimentos 
básicos para explorar os poços muito viáveis e se planejar para em 30 a 40 anos não mais existir”.
Pense que barbaridade é alguém dizer que encontrar imensas jazidas de petróleo pode ser “prejuízo” 
para uma empresa de petróleo.
É preciso desmoralizar a maior empresa brasileira que, apesar de agir como uma madrasta para os 
brasileiros, ainda tem, segundo as pesquisas, a defesa de mais da metade da população.
Nada do que está sendo feito na empresa guarda outra intenção senão a de destrui-la.
Mas esbarra no fato de que este governo não tem legitimidade mais para coisa alguma.
Até mesmo o mercado financeiro sabe que não há “política de preços”, nem política de longo prazo 
para a Petrobras.
Vai ganhar, quando muito ( e muito), na especulação, não no médio prazo.
Não há hipótese de “recuperar” a empresa no “mercado”.
O projeto de entrega da Petrobras está em suspenso, até as eleições, até porque tudo o que se venha a 
fazer, desesperadamente, não se sustentará.

VÍDEO: CAETANO E BOULOS COMENTAM O “ILUMINADO POR DEUS”. TEMER É RIDICULIZADO NAS REDES SOCIAIS: 'O ILUMINADO'


Michel Temer mais uma vez foi alvo de chacotas nas redes sociais. Os internautas não 
perdoaram seu discurso, durante cerimônia religiosa, ao dizer que deu "graças a Deus" pelo 
encerramento da greve dos caminhoneiros e por se considerar um ser "iluminado".

247 - Michel Temer mais uma vez foi alvo de chacotas nas redes sociais. Os internautas não 
perdoaram seu discurso, durante cerimônia religiosa, ao dizer que deu "graças a Deus" pelo 
encerramento da greve dos caminhoneiros e por se considerar um ser "iluminado". No Twitter, a 
#Temeroiluminado viralizou entre os usuários da rede.
A internauta Alda Santos postou. "Temer ser deveria ter vergonha na cara e recolher-se à sua 
insignificância".
Já o usuário do twitter Zé Mauro relembra as atrocidades cometidas pelo ilegítimo. "Temer é o 
iluminado que apagou o SUS, apagou a educação, apagou os Correios, apagou a Eletrobras, apagou a 
esperança do povo... de fato ele é iluminado pelas sombras!".
A internauta Laura Oliveira condena o governo. "Que iluminação existe em cortar verba da saúde e 
educação para compensar as políticas desastrosas com a Petrobrás? Educação ilumina, mas a 
universidade pública está cada vez mais sucateada. E a gasolina vai aumentar, a educação piorar e a 
sobre ser “iluminado de Deus”


Encontro da esquerda mundial em Nova York impulsiona campanha por ‘Lula Livre’



Começou nesta sexta-feira (1), e se estende até o domingo (3), no John Jay College, em Nova York, 
o “Left Forum” (www.leftforum.org ), evento que reúne as pautas de movimentos sociais e partidos 
de esquerda de todo o mundo.
O Comitê “Defend Democracy in Brazil/NY” lidera neste sábado (2), das 10h às 11h50h, o debate 
“Desafios para a esquerda brasileira em tempos de repressão: do golpe de Estado à prisão de Lula”.
Veja mais detalhes clicando aqui.

PETROBRAX: SAI LADRÃO ENTRA LADRÃO...É GASOLINA DA MESMA BOMBA SE A POLITICA NÃO MUDA, PORQUE O VIRA LATA PARENTE FUGIU?


funcionamento do pregão, provocando um terremoto. Há ganhadores e perdedores. Qualquer 
investidor, de posse dessa informação, poderia ter vendido seus papéis antes do anúncio, para 
recomprá-los em plena catarse. Mais que isso, todos os investidores que apostaram na 
valorização do papel, em função da política suicida de aumento de dividendos, com venda de 
subsidiárias, tiveram tempo para pular fora. Bastava esperar algumas horas para anunciar, 
com o mercado fechado, dando tempo no final de semana para que as coisas se acomodassem. 
Com seu gesto, Vira lata Parente se expõe a investigações não apenas perante a CVM, como 
perante a SEC.
Vira Lata "Elevou os preços dos derivados para viabilizar a importação e criar uma capacidade
ociosa nas refinarias, de maneira a comprometer seus resultados e facilitar a venda. Para uma 
empresa sem problemas de crédito no mercado, passou a queimar ativos usando o falso argumento 
de que a Petrobras estaria quebrada"Vira lata Parente se mostrou eficaz para o golpismo e os 
interesses anti-nacionais, mas encontrou resistências. 
"Quando coube a ele montar a estratégia, o resultado foi o desastre, que não apenas desmascarou a 
corrupção soviética instalada no país, como acabou de vez com a farsa de Michel Temer. E ainda 
deixou rastros que, em algum momento, deflagrarão investigações do Ministério Público. E sem 
poder recorrer à vara de Curitiba, de seu amigo Sérgio Moro",


É GASOLINA DA MESMA BOMBA Se a política não muda, 
por que o Vira Lata Parente fugiu?
O presidente ladrão e o gatinho angorá fritaram o Pedro Malan Parente e agora levaram para o lugar 
o diretor-financeiro Ivan Monteiro.
Monteiro era do Banco do Brasil e foi para a Petrobras pelas mãos do ladrão do Bendine.
E ficou como chefe das finanças da empresa na jestão do prodíjio neolibelista o Parente.
Foi Monteiro quem:
- organizou o impairment que "contabilizou" as roubalheiras na Petrobras inauguradas na jestão do 
Príncipe da Privataria e desfalcou os ativos da empresa muito acima do necessário. Foi para agradar 
o Judge Murrow e seus patronos;
- Monteiro pagou os abutres do mercado de Nova York, por uma ação judicial que ainda não tinha 
sido julgada;
- realizou a política de "sanear" as finanças na interessada suposição de que a empresa estivesse 
quebrada e, por isso, fosse melhor entregar a quem sabe administrar - a Shell (entronizada no 
Conselho e nos segredos da empresa) , Total francesa, Chevron do Serra, a estatal norueguesa e 
qualquer gringo que por aqui aparecesse;
- foi a política de Monteiro que autorizou o prodijioso Parente a vender ativos a preço de banana e a 
desistir do pré-sal, que só não é uma "maldição" para os gringos que dele querem se apropriar;
- enfim, Monteiro convalidou a política de reajustes diários de todos os combustíveis, em nome do 
"saneamento" do que não estava sujo!
Monteiro é gasolina da mesma bomba.
Abaixo, a peça humorística do presidente ladrão que o transformou na próxima bucha de canhão à frente da destroçada Petrobrax:

Declaração à imprensa do Presidente Ilegitimo da República, Michel Temer
Palácio do Planalto, 01 de junho de 2018

Fazer uma breve comunicação aos senhores e às senhoras. Comunico que, escolhido hoje como 
interino, Ivan Monteiro, é diretor da Petrobras, será recomendado ao Conselho de Administração 
para ser efetivado na presidência da Petrobras.
Eu aproveito para reafirmar que meu governo mantém o compromisso com a recuperação e a saúde 
financeira da companhia, como fizemos nesses dois anos. Portanto, nós continuaremos com a 
política econômica que nestes dois anos retirou a empresa do prejuízo e a trouxe novamente para o 
rol das mais respeitadas no Brasil e no exterior.
Declaro também que não haverá qualquer interferência na política de preços da companhia. E Ivan 
Monteiro, naturalmente, é a garantia de que esse rumo permanece inalterado.
Eu, naturalmente, desejo, e tenho certeza, do sucesso da gestão do novo presidente. E tenho certeza 
também de que sua diretoria, seus funcionários e colaboradores alcançarão excelentes resultados 
para os acionistas e para todos os brasileiros.
Aproveito, também, para registrar o agradecimento ao ex-presidente Pedro Parente pela sua 
extraordinária dedicação. A recuperação da Petrobras veio para ficar. E é neste contexto que Ivan 
Monteiro é recomendado para a presidência da Petrobras, a ser examinada pelo Conselho de 
Administração.
Muito obrigado.
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sexta-feira, 1 de junho de 2018

QUEDA DE VIRA LATA: O PROBLEMA NÃO ACABA, A CRISE TAMBÉM NÃO


POR FERNANDO BRITO 
A escolha do novo presidente da Petrobras é o próximo capítulo da novela do preço dos
combustíveis, que teve seu primeiro clímax com a paralisação dos caminhoneiros. E que está longe
de acabar.
Hoje, dificilmente sairá o nome do ocupante do cargo “definitivo”, seja por conta das disputas
políticas – lembre-se que é Moreira Franco, Ministro das Minas e Energia, quem deverá formalizar a
indicação do escolhido – seja pela dificuldade em encontrar algum nome capaz de dar ao “mercado”
a ideia de que não se interferirá na política de preços.
Até porque é inevitável que se interfira.
Parente estava cercado e já previa que poderia sair, tanto que deixou “standby” o cargo de presidente
da BRF, que estava à sua disposição.
Está claro que não existem mais objetivos de longo prazo e, neste momento, nada preocupa mais o
Governo em evitar que se consume a reunião de elementos que exploda o único patrimônio que
ainda lhe resiste: a taxa de inflação “civilizada” e, com ela, o nível da taxa de juros públicos.
Porque estes elementos, a começar pela sustentação do dólar acima do patamar de R$ 3,70, estão
todos presentes e, agora, agravados pela elevação dos preços do setor que vinha segurando altas
inflacionárias: o de alimentação.
Parente estava cercado e já previa que poderia sair, tanto que deixou “standby” o cargo de presidente
da BRF, que estava à sua disposição.


Por que Pedro Parente caiu?
por Gilberto Maringoni
Houve uma combinação de interesses que tornou insustentável a permanência de Pedro
Parente à testa da Petrobrás.
O PRIMEIRO e mais evidente deles foi a abrangência de um maciço movimento de massas
policlassista que paralisou o país por dez dias. Os efeitos da mobilização dos caminhoneiros
foram os de uma verdadeira greve geral nacional.
O SEGUNDO se deve à espantosa receptividade e acolhida popular do movimento. É algo
extremamente avançado: mesmo prejudicada em sua mobilidade e com sérios problemas
de abastecimento, a maioria da população brasileira - vide sondagem do DataFolha -
apoiou os bloqueios nas estradas. É como se as pessoas dissessem: "a situação geral está
tão ruim que alguma coisa precisa ser feita, mesmo que isso me prejudique
momentaneamente". Greve vitoriosa é greve com sustentação social para além da
categoria.
EM TERCEIRO, houve um descolamento de um setor da burguesia do bloco dominante
golpista. Os donos do agronegócio já vinham há meses se colocando contra a política de
comercialização da Petrobrás. Os constantes aumentos no preço do diesel representam um
irrefreável aumento de custos de produção que - apesar da altíssima produtividade do setor
- lhes tira competitividade internacional. No interior do agronegócio, o ramo de abate - em
especial o de frango, como mostrou o Jornal Nacional - teve prejuízos expressivos ao longo
da semana de paralisação.
Formou-se assim, tacitamente, uma frente que vai da base dos caminhoneiros -
funcionários, terceirizados e autônomos - ao patronato da indústria agrícola de exportação,
passando pelo empresariado de transportes.
Ironicamente, pode-se dizer que a queda de Parente foi uma vitória da conciliação de
classes, pois frente é o nome científico desse fenômeno.
DOIS PONTOS ADICIONAIS:
UM: Os céticos afirmam que de nada adianta tirar Parente se a Petrobrás seguir adiante
com sua diretriz de exportar óleo cru e importar refinados. Sim, há essa possibilidade.
Arrisco dizer que essa não é a mais provável, numa quadra de virtual dissolução da gestão
Temer.
O embate entre agronegócio e governo não é brincadeira e os caminhoneiros podem
retomar a mobilização. De mais a mais, o paliativo da isenção tributária para o diesel tem
limites orçamentários e políticos numa situação de valorização do dólar e do barril do
petróleo no mercado mundial. É possível que se chegue a uma saída mista, como chegou a
aventar Moreira Franco há alguns dias. De toda forma, a política pura e dura de Pedro
Parente parece ter saído do mapa.
DOIS: A semana que passou foi pródiga para os arautos do apocalipse, que viram golpe
até embaixo da cama. A visão é distorcida: o golpe já aconteceu. O que há é uma disputa
de rumos no interior da coalizão que o dirige.
O fato de desequilibrados e desinformados entre a massa de caminhoneiros e de populares
clamarem por intervenção militar é ruim. Mas nada é mais emblemático da confusão
mental dessa gente do que a cena vista em uma manifestação no interior de Minas. Após
brados pela volta dos fardados, a turba em uníssono cantou "Pra não dizer que não falei
das flores", quase um hino contra a ditadura, composto por Geraldo Vandré, em 1967.
A conjuntura mudou. Para melhor.

Petroleiros comemoram saída de Parente. Assista


"O que prometi, foi entregue", diz Vira lata Parente em carta de demissão da Petrobras



Funcionários da Petrobras concentrados na porta da Refinaria Gabriel Passos, em Betim, 
comemoraram a notícia da demissão de Pedro Parente da presidência da empresa. , uma das 
reivindicações da categoria na greve abortada ontem, depois do acumpliciamento da Justiça ao 
governo, estabelecendo multas estratosféricas aos sindicatos, caso a paralisação seguisse.
Como na época da ditadura, estamos chegando a um ponto em que notícias boas só se lê nos 
obituários “políticos”.
Aliás, para quem gostar de clima fúnebre, sugere-se assistir, neste momento, a programação da 
Globonews.
A defenestração de Parente é apenas mais um parágrafo em outro destes textos necrológicos: o de 
Michel Temer.

VIRA LATA PARENTE CAIU FORA


Greve dos petroleiros foi vitoriosa!

247 - O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º), dois 
anos depois de tomar posse como presidente da Petrobras.
Imediatamente após a notícia, as ações da estatal entraram em leilão na B3. De acordo com 
comunicado da estatal, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo 
Conselho de Administração.
Ainda de acordo com o comunicado, a diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer 
alteração.
Às 11h20, logo após o anúncio da demissão de Parente, a Bolsa de Valores de São Paulo registrou 
queda. Em aviso de fato relevante, a estatal informou que as negociações das ações PETR-N2 foram 
suspensas das 11h22 às 11h42, mas as operações já foram retomadas.
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O fim da aventura pós-soviética de Pedro Parente 
Encontrei pela ultima vez Pedro Parente meses atrás, em uma padaria dos Jardins. 
Aparentava ar cansado e estava a caminho do hospital. Nos cumprimentamos formalmente.
Conheci-o, e bem, no governo Fernando Henrique Cardoso, substituindo Clóvis Carvalho na
Casa Civil. Era, de longe, o técnico mais preparado. É injusto taxá-lo de “pai do apagão”. Na
verdade, coube a ele coordenar a Câmara que tentou resolver o imbróglioinfernal criado
por FHC, com a desregulamentação do setor elétrico, que promoveu um choque tarifário
similar ao que Parente tentou reeditar com o petróleo agora.
Historicamente, grandes funcionários públicos se tornaram executivos de grandes grupos
econômicos. Nenhum mal nisso. Durante muito tempo, Banco do Brasil e Itamarati tiveram
os melhores quadros técnicos da República. Muitos deles passaram a servir o setor privado
sem perder a perspectiva de país.
Não foi o caso de Parente.
Sua atuação na Petrobras teve um mérito inegável: serviu para expor as vísceras de um
modelo de corrupção público-privado que, nos tempos modernos, só encontra paralelo no
que aconteceu na ex-União Soviética – e, antes disso, com o setor elétrico brasileiro.
Por aqui, a descontratação da energia das hidrelétricas significou uma explosão nas tarifas,
tirando completamente a competitividade de setores relevantes da economia. Depois, a
privatização para um bando de aventureiros internacionais, que abriam empresas em
paraísos fiscais e tomavam financiamentos amplos do BNDES, dando como única garantia
as ações das empresas privatizadas. Aliás, esse saque consumou-se no caso Celmar,
adquirido pela Equatorial - do grupo Lehman – já no governo Lula.
O resultado foi a crise de 1999, obrigando o país, como um todo, a pagar pela corrupção
instalada no governo FHC.
Na Petrobras, a ação de Parente foi mais escandalosa. Elevou os preços dos derivados para
viabilizar a importação e criar uma capacidade ociosa nas refinarias, de maneira a
comprometer seus resultados e facilitar a venda.
Para uma empresa sem problemas de crédito no mercado, passou a queimar ativos usando
o falso argumento de que a Petrobras estaria quebrada. Teve participação ativa na
mudança da legislação do petróleo, ajudando a enterrar todos os investimentos feitos na
indústria naval.
A estratégia de desmonte da Petrobras, no entanto, mostrou suas limitações. Era o
gerentão, capaz e fazer andar um projeto desde que o CEO lhe desse as referências.
Quando coube a ele montar a estratégia, o resultado foi o desastre, que não apenas
desmascarou a corrupção soviética instalada no país, como acabou de vez com a farsa de
Michel Temer.
E ainda deixou rastros que, em algum momento, deflagrarão investigações do Ministério
Público. E sem poder recorrer à vara de Curitiba, de seu amigo Sérgio Moro.

COALIZÃO DE ESQUERDA ASSUME O GOVERNO NA ESPANHA


Cai primeiro-ministro reaça da Espanha e esquerda volta ao poder. Reviravolta na política da 
Espanha. Caiu o primeiro ministro Mariano Rajoy, do Partido Popular, mais à direita, e 
assumiu como primeiro-ministro Pedro Sánchez, que tem o apoio dos grupos independentistas 
nacionalistas do País Basco e da Catalunha, além de Unidos Podemos, coalizão de esquerda.

O líder socialista Pedro Sánchez, que se tornou primeiro-ministro da Espanha nesta sexta-feira 
é um admirador do ex-presidente Lula; em 2015, ele esteve no Brasil e se reuniu com o ex-
presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, Sánchez disse que Lula era "uma referência 
em política global, da boa política"; "Lula apostou em construir uma classe média forte no 
Brasil por um progresso inclusivo e uma economia justa. É isso que também quero para a 
Espanha" 

O Parlamento da Espanha aprovou nesta sexta-feira (01/06) uma moção de censura contra o antigo 
chefe de governo Mariano Rajoy, o que levou a sua destituição. Pedro Sánchez, secretário-geral do 
Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) foi nomeado para o cargo.
Com 180 votos a favor, 169 contra e uma abstenção, o Parlamento da Espanha aprovou pela primeira 
vez na história uma moção de censura que destituiu um governo. Rajoy e seu Partido Popular (PP) se 
envolveram em um escândalo de corrupção nas últimas semanas, o que motivou seus opositores do 
PSOE a moverem a moção de censura.
Por sua vez, o socialista Sánchez, novo chefe de governo, agradeceu o apoio à sua candidatura e 
afirmou que o Parlamento "escreveu uma nova página na história da democracia do país".
Em maio, a Justiça da Espanha revelou um caso de corrupção envolvendo altos funcionários do PP, 
partido de Rajoy, que teriam recebido propina em troca de contratos e licitações públicas.
29 pessoas foram condenadas pelos crimes de peculato, corrupção e lavagem de dinheiro, na 
operação que ficou conhecida como Caso Gürtel. O PP foi condenado a pagar mais de 240 mil Euros 
por ter recebido verbas de fundos ilícitos.

PARLAMENTARISMO É O GOLPE MORTO DOS GOLPISTAS VIVOS. A PATRANHA DE JOAO PLENÁRIO, VOVO ADAMS, EX ADVOGADO DO PCC, SERRA E GLOBO


Barrocal desnuda a patranha de Gilmar, Cármen Lúcia, Moraes, Serra e da Globo 

André Barrocal conhece como ninguém as vísceras dos Golpistas vivos e canalhas e canalhas.
É o que demonstrou aqui e aqui.
Temer vai definhar na masmorra por conta das reportagens do Barrocal sobre o Porto de Santos.
Agora, com a deposição do ladrão presidente pelos caminhoneiros e seus três patetas, Barrocal
percorre a trilha do Golpe do Golpe: o parlamentarismo, semiparlamentarismo ou lá seja o nome que 
se dê à trapaça.
Em 1997, o então líder do PT na Câmara, Jaques Wagner recorreu ao Supremo para BARRAR uma 
proposta de parlamentarismo.
Alexandre de Moraes, ex advogado do PCC, único ministro (sic) do Supremo (sic) nomeado pelo 
ladrão presidente, com ele conversou na segunda-feira 28, sempre FORA da agenda.
Em novembro do ano passado, o ex PCC já tinha liberado a ação sobre o Parlamentarismo para o 
Supremo votar (sic).
O assunto esteve (moribundo) na pauta do Supremo em 2002, 2015 e 2016.
Na quinta-feira, dia 24, quando o Governo afundava na crise dos caminhoneiros, o ministro Gilmar 
Mendes e o ladrão presidente conversaram FORA da pauta, longamente.
Um dia depois, a presidente Cármen Lúcia - que dá saudades de Ellen Gracie naquele mesmo trono... 
- marcou o "julgamento" do parlamentarismo para o dia 20 de junho!
Trata-se de uma patranha - como demonstra a cronologia límpida do Barrocal - do ladrão presidente.
Tem também as impressões digitais de seu ministro (sic) Alexandre Moraes;
• do empresário Gilmar, ministro do escarnecedor Fernando Henrique Cardoso;
• do Botafogo da lista de alcunhas da Odebrecht, que acha que se sentará no trono;
• do Careca, o maior dos ladrões, que sempre defendeu o Parlamentarismo para poder mandar sem 
voto;
• de todos os gatunos - como o gatinho angorá e o Eliseu Quadrilha (segundo o ACM), que 
assaltaram o Palácio e sonham com uma anistia antecipada;
• e da Globo Overseas, empresa que tem sede na Holanda, que prefere presidentes fracos (e 
primeiros-ministros idem) para que o Gilberto Freire com “i” e a Míriam Lúcia possam governar e 
manter a concessão que, a título precário, lhe permite explorar um bem do povo brasileiro, o espectro 
eletromagnético.
Ah, esse Barrocal... como é que ele descobre o que se passa atrás da moita, FORA da agenda?

PHA

Em genebra Sindicalistas fazem ato internacional por Lula Livre


Foto de Clair Ruppert

Sindicalistas de dezenas de países de todos os continentes, que estão participando da 107ª 
Conferência Internacional do Trabalho da OIT, realizada em Genebra, na Suíça, marcaram presença 
no “Ato Internacional de Solidariedade dos Trabalhadores e das Trabalhadoras pela libertação do ex-
presidente Lula”. O evento realizado nesta quinta(31) foi organizado pelas centrais sindicais 
brasileiras – CUT, Força Sindical, Nova Central e CTB.
A integrante da equipe de defesa de Lula, a advogada Valeska Teixeira, relatou o processo de 
perseguição política do Juiz da Lava Jato, Sérgio Moro. A prisão coercitiva, com a invasão no 
apartamento dele, dos filhos, noras e netos, que levou vários objetos e documentos até hoje nunca 
devolvidos, as divulgações ilegais de gravações dos advogados de defesa, a prisão política de Lula e 
a farsa da propriedade do apartamento no Guarujá atribuída ao ex-presidente.
“É um juízo de um tribunal de exceção que nenhum lugar do mundo permitiria. Esse é o ambiente 
que o ex-presidente Lula está sendo condenado”, denunciou a advogada.