quarta-feira, 11 de setembro de 2019

LAVA JATO ATACOU FILHA DE INVESTIGADO PARA FORÇAR PAI A SE ENTREGAR


Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) solicitaram duas vezes a Sérgio Moro a abertura
de operações contra Nathalie Schmidt Felippe, filha de Raul Schmidt, empresário investigado pela 
Lava Jato por suposto pagamento de propina a ex-diretores da Petrobras.
A revelação foi feita em novo capítulo da Vaza Jato do Intercept, divulgado nesta quarta-feira, 11/IX.
Raul tem cidadania brasileira e portuguesa. Ele foi detido pela polícia de Portugal pela primeira vez 
em março de 2016, na 25a fase da Lava Jato. Dias depois, foi liberado para responder ao processo 
em prisão domiciliar - enquanto isso, o governo brasileiro solicitou sua extradição, para responder às 
acusações no Brasil.
Em 24/I/2018, a justiça portuguesa emitiu um mandado de prisão contra Raul Schmidt, para que ele 
fosse entregue às autoridades brasileiras. Entretanto, o empresário não foi localizado: a polícia 
portuguesa passou a considerá-lo foragido.
Nathalie Schmidt, filha de Raul, era titular de contas no exterior que, segundo as investigações, 
receberam dinheiro de propina. Entretanto, ela não era suspeita de planejar ou executar qualquer 
atividade ilícita.
Mesmo assim, os procuradores da Lava Jato solicitaram medidas contra Nathalie em 1o/II/2018: a 
ideia era que o passaporte da filha do empresário fosse cassado e que ela fosse proibida de deixar o 
Brasil. Dessa forma, o MPF poderia fazer pressão contra Raul Schmidt, forçando o empresário a se 
entregar.
A ideia partiu do procurador Diogo Castor de Mattos: "Prezados, gostaria de submeter à analise de 
todos a questão da operação na filha do Raul Schmidt. (...) Pensamos em fazer uma operação nela 
para tentar localizá-lo. O que acham?", perguntou ele em um grupo do Telegram.
Outros procuradores concordam em rastrear as ligações do celular de Nathalie: "Intercepta ela", disse 
Atahyde Costa.
Moro vetou o pedido dos procuradores: "não há provas muito claras de que Nathalie Angerami 
Priante Schmidt Felippe tinha ciência de que os valores tinham origem ilícita e/ou eram fruto de atos 
de corrupção", argumentou.
No dia 3/II, Raul foi encontrado e preso em Sardoal, próximo a Lisboa. Doze dias depois, ele foi 
novamente solto, para responder em liberdade.
Em 24/V do mesmo ano, os procuradores da Lava Jato apresentaram novo pedido a Moro. Dessa 
vez, o Judge Murrow topou: a Polícia Federal cumpriu mandato de busca e apreensão na casa de 
Nathalie, incluindo varredura na casa, nas comunicações e nas contas bancárias.
Os advogados de Nathalie alegam, também que a PF a coagiu a relatar onde o pai estava escondido.
No mesmo dia, Raul Schmidt conseguiu extinguir seu processo de extradição. A Lava Jato tenta, até 
hoje, trazê-lo para ser julgado no Brasil.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

BOZO VÍDEO NEWS




“Se colocar um chimpanzé em frente ao computador é capaz de sair um texto mais inteligível que o 
do Carlos Bolsonaro”
ATO EM DEFESA DA LIBERDADE DE IMPRENSA, DO JORNALISMO E DA  DEMOCRACIA, na Faculdade de Direito da @usponline
Via: @inst_lula
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Bárbara Paz vence Festival de Veneza e grita: NÃO À CENSURA! Filme premiado é um documentário sobre a vida de Héctor Babenco! Viva Bárbara Paz!

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TRUMP DEMITE BOLTON, O AMIGO DE BOLSONARO


O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou pelo Twitter no começo da tarde desta terça 
que demitiu o assessor de Segurança Nacional, John Bolton. Trump não explicou o motivo da 
decisão, mas escreveu num twitter: "Discordei fortemente de muitas de suas sugestões, assim 
como outros no governo". Bolton é conhecuido como "o senhor da guerra" por sua posição 
beligerante que implementou no governo George W. Bush, e agora com Trump
Do New York Times, com tradução do Conversa Afiada:
O presidente Trump anunciou nesta terça-feira que demitiu John R. Bolton, seu terceiro consultor de 
segurança nacional, em meio a divergências fundamentais sobre como lidar com grandes desafios da 
política externa como Irã, Coréia do Norte e, mais recentemente, Afeganistão.
"Informei John Bolton na noite passada que seus serviços não são mais necessários na Casa Branca", 
escreveu o presidente no Twitter. “Discordei fortemente de muitas de suas sugestões, assim como 
outras pessoas no governo, e, portanto, pedi a John a sua renúncia, e ela me foi dada nesta manhã. 
Agradeço muito a John por seus serviços".
Bolton ofereceu uma versão diferente sobre a sua saída em uma mensagem no Twitter logo depois. 
"Eu me ofereci para renunciar ontem à noite e o presidente Trump disse: 'Vamos falar sobre isso 
amanhã'", escreveu Bolton, sem dar mais detalhes.
Respondendo a uma pergunta do The New York Times por mensagem de texto, Bolton disse que a 
iniciativa foi dele. "Ofereci [a renúncia] ontem à noite sem que ele pedisse", ele escreveu. "Pensei 
nisso durante a noite e entreguei a renúncia a ele nesta manhã."
(...)
Em tempo: John Bolton é aquele que foi à casa de Bolsonaro na Barra da Tijuca, antes da posse, e 
comeu pão com leite condensado.

Moro transforma PF em braço político de Bolsonaro e manda investigar policiais no caso de Hélio Negão

Em meio à interferência de Jair Bolsonaro no comando da PF, o ministro da Justiça. Sergio 
Moro, determinou que a "imediata apuração dos fatos no âmbito administrativo e criminal, 
com a identificação dos responsáveis" por uma suposta fraude em uma investigação que teria 
entre os alvos o aliado de primeira hora do clã Bolsonaro e possível candidato à Prefeitura do 
Rio de Janeiro, o deputado Hélio Negão (PSL-RJ). Ação de Moro evidencia que a PF está se 
tornando uma espécie de polícia política do atual governo.
247 - Em meio à interferência de Jair Bolsonaro no comando da Polícia Federal, o ministro da 
Justiça. Sergio Moro, determinou que a PF abra uma "imediata apuração dos fatos no âmbito 
administrativo e criminal, com a identificação dos responsáveis" por uma suposta fraude de agentes 
em uma investigação que teria entre os alvos o aliado de primeira hora do clã Bolsonaro e possível 
candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro, o deputado Hélio Negão (PSL-RJ).
Pedido de investigação de Moro foi aberto no primeiro dia “das férias” do diretor-geral da PF, 
Mauricio Valeixo – que já foi ameaçado de exoneração por Bolsonaro caso não atendesse a ordem 
para demitir o superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi – e evidencia que o curso político dado à 
corporação pelo atual governo. No ofício enviado ao diretor-geral em exercício da PF , Disney 
Rossetti, Moro também exige ser informado dos “desdobramentos" da investigação. 
A crise na Policia Federal foi aberta após a revista Veja e o jornal Folha de S. Paulo publicarem 
reportagens de que uma investigação contra Hélio Negão estaria em curso, o que teria desagradado 
Bolsonaro e o levado a intervir diretamente no comando da corporação. 
Segundo reportagem do jornal O Globo, Moro teria argumentado que de, acordo com a Folha de S. 
Paulo, o nome de Hélio Negão teria sido incluído na investigação "com o aparente intuito de 
manipular o governo federal contra a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro", 
evidenciando o conteúdo político da nova investigação.

GLENN GREENWALD: VAZA JATO ENFRAQUECEU A IMAGEM DO MORO


Glenn Greenwald, do Intercept Brasil, fala ao auditório da USP, na noite de 9/IX (Créditos: 
Roberto Parizotti)
O auditório principal do prédio histórico da Faculdade de Direito da USP, no Largo de São 
Francisco, centro de São Paulo, recebeu na noite de ontem (segunda-feira, 9/IX) um ato em defesa da 
Democracia e da liberdade de imprensa no Brasil - e, em especial, em solidariedade ao trabalho do 
jornalista Glenn Greenwald e de toda a equipe do Intercept Brasil, responsáveis pelas revelações da 
O principal convidado do evento foi o próprio Greenwald, que relatou os ataques que ele e sua 
família vêm sofrendo desde o início da série de reportagens.
Para o jornalista, o trabalho do Intercept ajudou a desconstruir a imagem de "super-herói" do 
ministro da Justissa Sérgio Moro:
"Moro tinha uma imagem que foi construída, durante os últimos cinco anos, com a ajuda de quase 
toda a mídia daqui, exceto a mídia independente. E vai ser muito difícil mudar isso junto ao público. 
Mas fico surpreso com o fato de que existem pesquisas mostrando que a opinião pública sobre 
Sérgio Moro está mudando - não vou falar 'radicalmente', mas de forma bem significativa", disse 
Greenwald durante coletiva de imprensa.
"Obviamente, ele ainda é ministro da Justiça, e Deltan ainda é o coordenador da Lava Jato. Mas a 
opinião pública mudou e várias coisas mudaram também. Moro é uma figura muito mais fraca hoje 
do que há quatro meses, sem dúvida nenhuma."
Leandro Demori, editor executivo do Intercept, falou sobre o apoio do público ao trabalho do site: 
"desde 9 de junho, quando começamos a revelar as mensagens da Lava Jato, eu recebo cem por 
cento de agradecimento".

Leandro Demori e Glenn Greenwald, do Intercept, durante a coletiva de imprensa (Créditos: 
Elineudo Meira/Mídia Ninja)
Greenwald garantiu: a Vaza Jato vai continuar!
“Nós estamos defendendo a liberdade de imprensa garantida na Constituição brasileira. Não vamos 
deixar este país regredir para uma ditadura de novo”, disse ele para o auditório lotado. Muitos 
manifestantes também levaram faixas e cartazes contra Moro e Bolsonaro e pediram a liberdade para 
o presidente Lula.

O evento foi organizado pela Associação Brasileira de Imprensa, Sindicato dos Jornalistas de São 
Paulo, Ordem dos Advogados do Brasil, Federação Nacional dos Jornalistas e Instituto Vladimir 
Herzog, além dos centros acadêmicos da USP e de outras universidades.
Em tempo: ainda hoje, a TV Afiada irá exibir uma entrevista exclusiva de Glenn Greenwald 
ao Conversa Afiada!
Créditos: Roberto Parizotti

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

O Brasil não está quebrado, mas sendo “quebrado” para ser vendido

O Brasil não é um país quebrado, o Brasil é um país que sofre, cronicamente, o mal de ser um país 
sem projetos.
Como é que se pode dizer que está “quebrado” um país que tem a 6a. maior reserva cambial do 
mundo? Que tem um confortabilíssimo saldo comercial na sua corrente de comércio exterior? Que 
tem um parque industrial com 30% de ociosidade, pronto a trabalhar sem a necessidade de novos 
investimentos expressivos? Que está montado num mar de petróleo e tem a tecnologia – talvez não o 
capital, é certo – para explorá-lo em prazo reduzido.
Temos mão de obra ociosa aos montes que, empregada, produziria aumento da renda (e do consumo) 
sem grande pressão sobre custos e sobre a inflação. Isso, do lado humano.
Do lado físico, há cerca de 14 mil obras financiadas com recursos do Governo Federal que estão 
paradas ou se arrastando e muitas delas deteriorando-se. De novo, com investimento relativamente 
baixo se pode potencializar recursos que, hoje, estão deteriorando-se na chuva, no sol e no abandono.
Um plano consistente e focado de retomada tem toda a base material para funcionar, sem abalar 
nosso volume de reservas ou realizar endividamento irresponsável.
Mas a única política econômica com a qual se acena para o Brasil é a de liquidar seu patrimônio, em 
lugar de pô-lo a trabalhar.
Para “justificar” este criminoso objetivo é preciso criar o terror da falência, como para “justificar” a 
reforma da previdência foi preciso chantagear aposentados dizendo que eles parariam de receber seus 
proventos, para que concordassem em sacrificar filhos e netos pelas suas próprias sobrevivências.
Paulo Guedes anuncia agora a intenção, que estaria aprovada por Bolsonaro – de vender todas as 
empresas estatais. O dinheiro, claro, vai ser consumido na voragem do déficit e da dívida, embora 
déficit público e dívida não sejam obstáculos ao crescimento econômico no nosso “modelo” nos 
Estados Unidos que tem a um e à outra imensamente maiores que o Brasil, mesmo levando em conta 
a proporção com o PIB norte-americano.
Nenhum país – exceto os de economia “mixuruca” e sem potencial de crescimento – adotou uma 
política de cortes irracionais e foi bem sucedido em recuperação econômica.
Pior, diante da escassez de recursos para investir, Guedes fala em pulverizar entre estados e 
municípios o pouco que há para investir. Perde-se, portanto, grande parte dos filtros que poderiam 
assegurar relevância econômica para o país.
É a nossa “sofisticada” política a economia: venda-se tudo, dê-se uma parte da venda para cada 
agente político (deputados, senadores, prefeitos e governadores) e que cada um faça o que quiser. 
Não que um ou outro vá gatar bem os recursos, mas não precisa ser um gênio para saber que a 
grande maioria será malbaratada.
A classe dirigente brasileira, herdeira perdulária dos que construíram este país, agradece e vai viver 
de Bolsa de Valores.

PROJEÇÕES ELEITORAIS INDICAM VITORIA ESMAGADORA DE ALBERTO E CRISTINA NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO NA ARGENTINA

A chapa peronista Frente de Todos, de Alberto Fernández e Cristina Kirchner, deve vencer as 
eleições presidenciais da Argentina em outubro contra o atual presidente, Mauricio Macri, por uma 
diferença esmagadora - maior, até, do que aquela das eleições primárias, em agosto.
É o que aponta pesquisa da empresa Ricardo Rouvier & Asociados divulgada nesta segunda-feira 9.
Os dados projetam a vitória de Alberto e Cristina com 51,5% dos votos, contra 34,9% de Macri, o 
candidato do neolibelismo responsável por enfiar a Argentina em uma das piores crises econômicas 
de sua história.
À agência Reuters, o analista Julio Burdman, do Observatorio Electoral, diz que vê "uma 
consolidação do resultado” das primárias.
Já a mais recente sondagem da consultoria Trespuntozero conclui que Alberto e Cristina devem 
vencer com 51,9% dos votos em outubro, frente a 34% de Macri, e conquistar a vitória sem 
necessidade de um segundo turno.
Já para a empresa Clivajes, Fernández deve receber 52,6% dos votos; Macri, 32,5%.
Na Argentina, para vencer uma eleição em primeiro turno é necessário conquistar 45% dos votos ou 
obter mais de 40% e uma diferença de 10 pontos percentuais sobre o segundo colocado.
Nas primárias de agosto, Fernández teve 47,78% dos votos, contra 31,79% de Macri.

Vídeo flagra Macron dizendo que Bolsonaro não tem comportamento de presidente


Uma câmera que acompanhou os bastidores do G7 ao lado do presidente da França, 
Emmanuel Macron, flagrou o chefe-de-estado tecendo duras críticas a Jair Bolsonaro, 
acompanhado por outros líderes internacionais igualmente inconformados diante das atitudes 
do brasileiro. 
247 - Uma câmera que acompanhou os bastidores do G7 ao lado do presidente da França, Emmanuel
Macron, flagrou o chefe-de-estado tecendo duras críticas a Jair Bolsonaro, acompanhado por outros
líderes internacionais igualmente inconformados diante das atitudes do brasileiro, conta Jamil Chade
em seu blog.
Em programa que foi ao ar pela rede CNews no fim de semana, Macron conversa com o presidente
do Chile, Sebastián Piñera, sobre o fato de Bolsonaro ter chancelado uma ofensa contra sua mulher,
Brigitte Macron.
Segundo o jornalista, Piñera, um dos poucos aliados de Bolsonaro, mostrou estar inconformado com
o que o brasileiro fez em relação à primeira-dama francesa.
"Foi incrível", disse.
Macron, respondeu: "Claro, eu tinha de reagir. Você entende?"
"Sim, eu concordo", disse o chileno.Macron continuou. "Eu queria ser pacifico. Queria ser correto,
construtivo com o cara (Bolsonaro) e respeitar sua soberania. Tudo bem. Mas eu não poderia aceitar
isso", justificou.
Nesse momento, aparece a chanceler alemã, Angela Merkel, que exclamou: "Não!" .
Macron não disfarça o mal-estar e insiste em atacar Bolsonaro.
"Você sabe que, quando meu ministro de Relações Exteriores foi lá?", perguntou a Piñera. "Ele
(Bolsonaro) o deveria receber e cancelou no último minuto para ir cortar seu cabelo. E filmou a si
mesmo. Desculpa. Mas isso não é a atitude de um presidente", completou.
Assista:
Brasil nunca foi tão humilhado internacionalmente. Macron explica nesse vídeo pq decidiu reagir às grosserias de Bolsonaro.

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EM SANTARÉM, SEMINÁRIO APRESENTA NOVOS MODELOS DE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PARA A AMAZÔNIA


G1 Santarém — PA
Já estão abertas as inscrições para o Seminário “Amazônia em Sintropia – Ciência, Agricultura e
Floresta”, que será realizado pelo Projeto Saúde & Alegria em parceria com o Ministério
Público do Estado do Pará e Ufopa, na quinta-feira (12), no Auditório do MPPA, em Santarém, oeste
do Pará.
O evento é gratuito e as vagas limitadas.                                                 
Também participam da mesa, Lilian Braga, promotora de Justiça na 8ª Promotoria de Justiça de
Direitos Constitucionais e Fundamentais e Ações Constitucionais, Defesa da Probidade
Administrativa e Fazenda Pública de Santarém e Marcos Prado Lima, biólogo com doutorado em
genética, conservação e biologia evolutiva pelo Inpa e Pró-Reitor da Universidade Federal do Oeste
do Pará.
Serviço:
O quê: Seminário “Amazônia em Sintropia – Ciência, Agricultura e Floresta”
Data: 12/09/2019,
Horário: 8h30 às 12h00
Local: Auditório do Ministério Público Estadual - Av. Mendonça Furtado, 3991 – Liberdade, Santarém – PA.
Para se inscrever ao seminário que vai apresentar os novos modelos de agricultura sustentável que
integram produção, floresta e meio ambiente com redução de custos e aumento de produtividade, os
interessados devem preencher formulário eletrônico disponível neste link.
O seminário terá a participação do geneticista e pesquisador Ernst Gotsch, criador do modelo de
Agricultura Sintrópica, o cientista Antonio Donato Nobre, agrônomo com mestrado em Biologia
Tropical (Ecologia) e Phd em Earth System Sciences (Biogeochemistry), e o engenheiro agrônomo e
agricultor Rogério Vian, membro da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), do
Instituto Goiano de Agricultura (IGA), presidente e um dos fundadores do GAS – Grupo de
Agricultura Sustentável.

Bolsonaro mudou comando da PF no Rio para brecar investigação sobre Milícias


Aparece o verdadeiro motivo da crise entre Jair Bolsonaro e o comando da PF no Rio, que 
teria levado à exoneração do delegado Ricardo Saad: um inquérito sobre as milícias e a 
lavagem de dinheiro. Há dois meses o inquperito chegou ao conhecimento de Bolsonaro, que 
teria ficado furioso. A crise ainda poder levar à queda do diretor -geral do órgão, Maurício 
Valeixo.
247 - Aparece o verdadeiro motivo da crise entre Jair Bolsonaro e o comando da PF no Rio, que teria 
levado à exoneração do delegado Ricardo Saad: um inquérito sobre as milícias e a lavagem de 
dinheiro. Há dois meses o inquperito chegou ao conhecimento de Bolsonaro, que teria ficado furioso. 
A crise ainda poder levar à queda do diretor -geral do órgão, Maurício Valeixo. A informação é do 
jornalista André Guilherme Vieira, no Valor Econômico.
"A PF chegou aos milicianos ao descobrir que um grupo estaria achacando doleiros investigados por 
lavagem de dinheiro. Apesar de mantida sob discrição, a notícia sobre a investigação teria sido 
transmitida ao Palácio do Planalto por policiais federais próximos de Bolsonaro", informou o 
jornalista.
A notícia acendeu o sinal vermelho no clã. As relações entre os Bolsonaro e o ex-capitão do Bope 
Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do “Escritório do Crime”, no Rio, são antigas e conhecidas. 
Sua ex-mulher e mãe trabalharam no gabinete da Assembleia Legislativa do hoje senador Flávio 
Bolsonaro (PSL-RJ). A mãe do miliciano participava do esquema de "rachadinha" de funcionários 
coordenado pelo ex-assessor Fabrício Queiroz.
Informado sobre o perfil técnico de Ricardo Saadi - que é especialista no combate a crimes 
financeiros e organizações criminosas -, Bolsonaro passou a dizer publicamente que o 
superintendente precisava ser trocado por "problemas de produtividade". Saadi terminou exonerado 
no dia 30 de agosto.
A saída de Ricardo Saadi da PF do Rio marcou o início da crise do ministro Sergio Moro. A 
iniciativa para deixar a base fluminense da corporação foi do próprio Saadi. Mas acabou antecipada 
em ao menos quatro meses por decisão de Bolsonaro, alarmado com o rumo das investigações.

LAVA JATO ENGAVETOU O GRAMPO DO YOUSSEF


Procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba pediram de forma "abrupta 
e antecipada" o arquivamento de uma investigação sobre espionagem, por meio de grampo, na 
cela do doleiro Alberto Youssef. A denúncia é do delegado responsável pelo caso, segundo a 
Folha de S.Paulo
José Marques, na Fel-lha de São Paulo, revela que a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba solicitou, 
"de forma abrupta e antecipada", o arquivamento do inquérito da Polícia Federal sobre a instalação 
de um grampo na cela de Alberto Yousseff, preso em 2014 por lavagem de dinheiro.
O pedido para engavetar o caso foi feito pelo próprio Ministério Público Federal.
"Os procuradores atipicamente requerem o arquivamento do inquérito policial, antes mesmo da 
realização de diligências básicas e da confecção do relatório final", disse o delegado Márcio 
Carvalho Xavier, corregedor da PF, à Justiça Federal, em junho de 2017.
A investigação da Polícia Federal tentava descobrir o que motivou a instalação do grampo e se houve 
alguma tentativa, por parte de agentes da PF, de abafar o caso.
Em março de 2014, Yousseff descobriu uma escuta eletrônica oculta em sua cela em Curitiba. 
Posteriormente, um laudo técnico apontou que foram gravadas mais de 260 horas de áudio de forma 
irregular.
O agente da PF responsável pela instalação da escuta, Dalmey Werlang, afirma que cumpriu "ordens 
superiores" - orientações de delegados que estavam, à época, na chefia da Operação Lava Jato e, 
hoje, integram a cúpula da Polícia Federal em Brasília.
Dalmey responde a processo disciplinar por conta das escutas clandestinas. Seus superiores, não.
Sobre o caso, leia também no Conversa Afiada: Depoimento confirma grampo ilegal em cela da 
29/VIII/2019.

sábado, 7 de setembro de 2019

ALÔ, ALÔ POVO BRASILEIRO!! MORO FOI Á SEDE DA PF ONDE LULA ESTÁ PRESO...EM REUNIÃO A PORTAS FECHADAS !!!

Numa atividade fora da agenda, o ministro da Justiça e ex-juiz Sergio Moro esteve na sede da 
Superintedência da PF onde Lula está preso para “uma visita técnica”.
O ministro da Justiça (sic), Sergio Moro, foi à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), 
nesta sexta-feira 6.
Lá, teve uma reunião fora da agenda e a portas fechadas com o chefe da corporação no estado, o 
delegado Luciano Flores, de acordo com informações de Bela Megale no Globo Overseas.
Esta foi a primeira visita de Moro ao local desde que deixou de ser juiz (sic) da Lava Jato.
A pessoas próximas, Moro disse que foi à PF fazer uma "visita técnica" (seja lá o que isso 
signifique...).
A reunião entre Moro e o superintendente aconteceu a poucos metros da cela onde Lula está preso 
injustamente há quase um ano e meio.
No momento em que Moro se reunia com Flores, o ex-presidente Lula estava reunido com a 
deputada e sua advogada Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, que visitava o ex-
presidente.
Luciano Flores assumiu o posto quando Maurício Valeixo aceitou o convite de Moro para se tornar 
diretor-geral da PF. Agora, Valeixo deve deixar o cargo por decisão de Jair Bolsonaro. 
À noite, o deputado federal Rogério Correia, do PT-MG, comentou o estranho caso no Twitter:


ADVOGADO CEARENSE PEDE INTERDIÇÃO DE BOLSONARO POR INSANIDADE MENTAL


Por Demitri Túlio, no jornal O Povo, de Fortaleza:
O mesmo advogado que conseguiu derrubar um decreto do então presidente Michel Temer (MDB) 
contra um desmatamento na Amazônia, em agosto de 2017, agora volta à Justiça Federal para pedir a 
interdição de Jair Bolsonaro (PSL). Na manhã desta sexta-feira, 6, véspera do feriado da 
Independência do Brasil, o cearense Antonio Carlos Fernandes, 69, entrou com uma ação popular. “É 
um instrumento legal que os brasileiros pouco usam”, disse.
Na ação popular, protocolada na 21ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, o advogado argumenta 
que Jair Messias Bolsonaro “demonstra a cada dia, de forma notória, não possuir o necessário 
discernimento e equilíbrio mental para os atos da vida política imposta pelo alto cargo que ocupa”.
Antônio Carlos Fernandes escreve que “o atual presidente, que foi para a reserva do Exército 
Brasileiro por ‘insanidade mental’ há mais de 30 anos, parece não ter curado da doença mental” 
atestada pela Força Armada que o promoveu até capitão.
“Todos os dias praticamente, desde o início do governo em 1º/1/2019, ele assusta a nação e afronta a 
Constituição que jurou cumprir com declarações que transitam da escatologia à sandice e passando 
pela irresponsabilidade”, descreve o também professor do curso de Direito da Faculdade de Fortaleza 
(Unifor).
O autor da ação popular 56 cita exemplos de ataques à Constituição Federal. “O interditando não 
respeita atacando minorias; expressando seus preconceitos de origem em relação aos nordestinos; de 
raça e etnia, quando ataca quilombolas e índios; de cor quando afirma que um filho seu não casaria 
com uma negra; declarando ainda homofobia e misoginia em várias de suas falas, atacando 
finalmente, a Constituição de 1988, em seu artigo 3º, inciso IV”.
(...) A petição popular lista mais de duas dezenas de situações em que Jair Bolsonaro teria se 
envolvido com atos que demonstram “insanidade”, segundo o advogado, ou desrespeitos à legislação 
brasileira. Caso com o suposto nepotismo em andamento a indicação do filho e deputado federal 
Eduardo Bolsonaro (PSL) para a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos e toda a sequência de 
fatos que deu na crise ambiental e destruição de parte da floresta Amazônica.
Antônio Carlos Fernandes pede ao juiz que, baseado na lei 4.657 de 4/9/42 com redação da Lei 
12.376 de 30/12/10, artigo 4º (de Introdução às normas do Direito brasileiro), puna pela apreciação 
do pedido de interdição. Vez que, no “caso de omissão legislativa, o julgador decidirá o caso 
concreto de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais do Direito".
O advogado pede ao juiz, “pelo bem comum da nação brasileira”, que interdite “o atual presidente da 
República e “determine a produção de prova pericial nomeando uma equipe de expertos para atestar 
ou não a sanidade mental” de Jair Bolsonaro.
(...)

GREENWALD: TODO MUNDO SABE QUEM DIRIGE AS MILÍCIAS DIGITAIS DE BOLSONARO!


O fundador e editor do site The Intercept, Glenn Greenwald, foi ao Twitter na tarde desta sexta-feira 
6 para dizer que é "questão de tempo" para que descubram os detalhes da "milícia virtual" que 
espalharia notícias falsas e atuaria em defesa de Jair Bolsonaro.
Greenwald comentou tweet do deputado federal Alexandre Frota, ex-PSL e agora no PSDB. Disse 
Frota:"Vamos descobrir essa milicia virtual. Eu já sei que tem uma parte no Palácio a outra em um 
gabinete na Câmara e uma casa na QL 19 em Brasília. A suspeita é que na casa está o núcleo e 
direção dos ataques virtuais".Na sequência, Greenwald afirmou:
"Tic-tac. Todo mundo sabe quem são os covardes que dirigem as milícias digitais de Bolsonaro 
enquanto se escondem. É apenas uma questão de tempo até que a prova surja publicamente, e eles 
sabem disso. Suas táticas são tão vis que alienaram até a maioria de seus antigos aliados".

ACREDITE SE QUISER !! TRUMPONARO PRESTA HOMENAGEM AOS EUA NO 7 DE SETEMBRO !!

247 – Jair Bolsonaro, que governa para atender aos interesses de Donald Trump e colocou o Brasil 
em seu momento de maior submissão internacional de toda a sua história, escreveu uma mensagem 
de 7 de setembro, em que presta homenagem aos Estados Unidos, país para o qual bate continência. 
Confira abaixo a mensagem postada por ele, na companhia de Edir Macedo e Silvio Santos, dois 
empresários de comunicação, donos da Record e do SBT, que aderiram ao bolsonarismo:  

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

ASSISTA: MÚSICA DO EX COMPARANDO LULA A BOLSONARO VIRALIZA


Revista Fórum 
Um música comparando o ex-presidente Lula com o atual, Jair Bolsonaro, viralizou nas redes nesta 
sexta-feira (6).
Em um ritmo que mistura forró e arrocha, a música tem como refrão o verso “você ganhou meu 
coração trapaceando, eu não quero mais você. Não vem com essa de já ir se acostumando, ninguém 
gosta de sofrer”, diz a letra, no clipe que mescla imagens de Lula e do desmonte promovido por 
Bolsonaro.
“Lindo vídeo e linda música para embalar a luta pela liberdade de @LulaOficial, que é feita de amor 
verdadeiro por um Brasil livre e soberano!”, tuitou o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), ao 
compartilhar o vídeo.
Assista: