segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

VIDEOS SHOWS !! O RETARDA DA EDUCASSÃO (KKKK) E MUITO MAIS!


“Mil trabalhadores demitidos. Parabéns para quem votou no Bolsonaro”, diz funcionário de 
empresa fechada no PR

Batedor de Dizimo Edir Macedo consegue por a Universal dentro dos quarteis com 
distribuição de bíblia e sessões de descarrego


Preparar militares para atender fila leva um ano e meio, dizem trabalhadores do INSS


Maneira mais rápida de diminuir 
o problema que atrasa 3 milhões 
de pedidos de benefícios seria 
contratar servidores aposentados 
da própria seguridade social
da Rede Brasil Atual
Preparar militares para atender 
fila leva um ano e meio, dizem 
trabalhadores do INSS
São Paulo – A decisão do governo
Bolsonaro de recrutar militares da
reserva não reduzirá a fila de
pedidos de benefícios do Instituto
Nacional do Seguro Social (INSS).
A opinião é de servidores do órgão,
em reportagem de Jô Miyagui, no
Seu Jornal, da TVT. Três milhões
de pedidos feitos à Previdência
Social estão parados e até agora não
foram atendidos. Para contornar a
crise, o governo Bolsonaro decidiu
contratar 7 mil militares da reserva
para trabalhar emergencialmente no
INSS. De acordo com os servidores
da Previdência Social, atualmente
há um déficit de 11 mil trabalhadores no setor, e não será com a contratação de sete mil militares
despreparados para o cargo que o problema será resolvido.
“Nós somos contra, servidores são contra, porque os militares sequer têm a capacitação técnica para
fazer o serviço. O nosso trabalho é um serviço especializado, técnico, tem que ter prestado concurso.
Hoje no atendimento nós temos poucos servidores e estagiários que nos dão suporte. O estagiário
ganha uma bolsa de R$ 400 para fazer esse serviço, é absurdo mandar um militar para ganhar R$ 2
mil, R$ 3 mil para fazer um serviço que ele desconhece e não vai dar conta dessa fila”, afirma Rita
de Cássia Assis, diretora da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde,
Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps).
Vilma Ramos, do Sindicato dos Trabalhadores do INSS, afirma que preparar um servidor para esse 
serviço leva um ano e meio e a maneira mais rápida de diminuir o problema é contratar servidores
aposentados da seguridade social. “Para nós, o concurso público é uma das soluções, é óbvio que nós
sabemos que nós temos aí toda uma restrição orçamentária imposta pelo governo, mas nós temos,
como já disse, os nossos os aposentados, funcionários, capacitados, qualificados com compromisso
com a Previdência Social, que dedicaram sua vida à Previdência Social e que poderiam ser muito
bem chamados”, defende.
“O servidor do INSS tem um cheque em branco, dado pelo Estado brasileiro, para conceder
benefícios e orientar sobre esta situação e gerar uma despesa para o Estado brasileiro durante 20, 30
anos, por isso, cuidar desses dados é uma condição sine qua non para a Previdência Social”, diz
Vilma.
O sindicato dos trabalhadores do INSS afirma que esse sucateamento é um processo calculado de
desmonte e privatização do sistema. “A reforma da Previdência já apontou para isso, o ministro
Guedes (Paulo Guedes, da Economia) levou a proposta e não passou, mas ainda não tirou da sua
cabeça a privatização do sistema previdenciário. O INSS, o governo nos últimos dois anos, de Temer
e principalmente agora no governo Bolsonaro, pouco se preocupou se a população ia ter o seu auxílio
doença, se a pessoa mais vulnerável da sociedade iria ter o seu Loas, por exemplo”, afirma, referindo-
se ao Benefício de Prestação Continuada (BCP), que atende as pessoas mais vulneráveis da
sociedade.
Na sexta-feira, o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União pediram a paralisação do
processo por entenderem que há a necessidade de concurso público. A federação afirmou que
também entrará na justiça contra essa medida e não descarta uma greve nacional.
Confira a reportagem do Seu Jornal:

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

VIDEO BOZO SHOW: “Agora temos um secretário de Cultura de verdade”, disse Bolsonaro sobre Alvim



Pastor bolsonarista Valdemiro Santiago cobra “até R$ 1 000” 
para fiéis colocarem digitais em sua “capa de batismo”

Malafaia diz o que o crente deve fazer quando descobre que o 
pastor é ladrão: “Não toque no ungido do Senhor”

CONVOCAÇÃO !!!

Convoco todos os artistas brasileiros a se posicionar contra o homem que destratou Fernanda 
Montenegro. Que todos assumam a defesa da cultura brasileira contra esse debil mental, mente 
lesada pela cocaina, que se arvora num novo Goebbels! Ou somos todos um bando de merdas?

ROBERTO ALVIM, QUEM ?

POR RUTH DE AQUINO
Desculpe minha ignorância, atores, atrizes, dramaturgos, pessoal da cultura. Eu nunca tinha ouvido 
falar de Roberto Alvim até ele virar diretor da Funarte por sua adoração a Jair Bolsonaro e a tudo que 
o presidente representa. Para ser honesta com os leitores, devo dizer que continuei a não saber nada 
de Roberto Alvim até ele decidir ter seus 15 minutos de fama por caminhos tortos. Ele ofendeu a 
dama do teatro brasileiro, a mais digna, a melhor atriz, a que deslumbrou plateias internacionais no 
cinema, Fernanda Montenegro, nossa diva maior que fará 90 anos no dia 16 de outubro. 
Quem é Roberto Alvim? Lavaste a boca para falar de Fernanda? Não lavou. Pelo que disse, não 
lavou. Queria criticar Fernanda? Não tem estrada, não tem estofo nem para críticas, quanto mais 
ofensas. Partiu para a ignorância e o desrespeito flagrante. Acertou no que não viu. Não é só a classe 
artística que está indignada. Qualquer pessoa minimamente educada sabe que chamar Fernanda de 
“sórdida” vai muito além de apoiar Bolsonaro na “guerra irrevogável” contra a "esquerda cultural". 
Roberto Alvim é o 00 do governo. Nada. Ele se refere a uma entrevista de Fernanda como “infantil, 
mentirosa e canalha”. Disse que hoje sente “desprezo” por ela. Enlouqueceu.
Sério mesmo? Essa pessoa chamada Roberto Alvim não tem condições de ocupar o cargo na Funarte 
ou de liderar a classe teatral, que chama de “asquerosa”. Essa pessoa chamada Roberto Alvim disse 
que Fernanda, ao interpretar Simone de Beauvoir, fez um “endeusamento de uma personagem 
progressista abjeta e hipócrita” e que tudo isso que ele falou são “fatos”. Socorro. Falou que 
Fernanda vive “um triste fim de carreira”. Onde vive essa pessoa? Quem é? Roberto Alvim é diretor 
do Centro de Artes Cênicas da Funarte. Precisa voltar rapidamente ao lugar de onde veio, àquele 
lugar no passado em que quase ninguém sabia quem ele era. 
Corri à biografia de Roberto Alvim, para saber algo. Precisamos fazer jus a Roberto Alvim, essa 
pessoa que se gaba de ter “pisado na cabeça da serpente”. Xô. Vou dar um copy-paste no site 
“infoescola”, com a bio dele. Nasceu em 1973. “Criador e diretor de pelo menos 16 peças, levadas 
aos palcos cariocas, paulistas, franceses, suíços e argentinos”. (???) “Aos 22 anos, Roberto 
subitamente retrocedeu e entrou em processo de busca interior através de práticas meditativas”. 
“Ele radicalizou sua escolha refugiando-se numa cabana em pleno sertão piauiense, ao longo de 21 
dias, sem contato com ninguém, comendo e bebendo apenas o suficiente para sobreviver. Retornou 
ao seio familiar, mas deu sequência ao mesmo estilo de vida, até receber um convite, um ano e meio 
depois de sua repentina mudança de caminho, para voltar à direção teatral. Sem saber bem por que, 
Roberto decidiu retomar sua trajetória profissional”.
Foi diretor artístico de dois teatros, o Carlos Gomes e o Ziembinski. Em 2006 Alvim se mudou para 
São Paulo. Casado com a atriz Juliana Galdino, criou a companhia Club Noir. "Com encenações que 
mergulham fundo em um estilo conhecido como estética da penumbra, Roberto vem utilizando o 
palco como um meio de representar a escuridão caótica, que é estruturada através do poder da 
palavra”.
“Enquadram-se nessa estética as peças 'A Terrível Voz de Satã', de Gregory Motton, e 'O Quarto', do 
irlandês Harold Pinter, com a qual Roberto conquistou um prêmio. No Rio de Janeiro ele encenou 
'PeleCarneSangueOssos', ‘Qualquer espécie de salvação’, ‘Às vezes é preciso usar um punhal para 
atravessar o caminho’”.
Umas informações que não constam dessa bio se referem a drogas e depressão. No final de 2016, 
sofreu com um tumor no intestino, álcool e drogas, e queria se suicidar. Foi quando descobriu Jesus 
ao ouvir a oração da empregada doméstica. "Eu senti uma energia, levantei da cama e nunca mais 
senti dor nenhuma. O tumor praticamente desapareceu e eu não tive mais nenhum sintoma", disse 
Alvim. Ele se considerava ateu, mas passou a ir a missas e aderiu à Igreja Católica. Virou um 
ortodoxo. Um fundamentalista feroz e sem estribeiras.
Não dá muito para verificar a veracidade da curta biografia de Alvim, porque poucos fora da área 
restrita dele o conhecem direito. Ex-alunos e alunas contam em off passagens chocantes sobre a vida 
dele antes da conversão. Não ouso reproduzir. Mas agora dá para intuir quem é o dramaturgo que 
incorporou a “escuridão caótica” para usar a palavra como punhal e exorcizar suas obsessões. Só isso 
explica seu surto nas redes sociais contra Fernanda Montenegro. Numa era em que presidente e 
ministros acham engraçado ser deselegante e ofensivo, mesmo em nome de Deus, burocratas como 
Roberto Alvim imaginam que as comportas do ultraje foram escancaradas no Brasil. Não é preciso 
ser atriz para nutrir desprezo por…quem é ele mesmo?

ASSISTA! SECRETÁRIO DE BOLSONARO COPIA DISCURSO DE MINISTRO DE HITLER!

Roberto Alvim, secretário de Cultura, publicou vídeo no Twitter
Em um vídeo publicado no Twitter na noite desta quinta-feira 16/I, o secretário especial de Cultura 
do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, anunciou um novo "Prêmio Nacional das Artes", que irá 
distribuir R$ 20 milhões em benefícios para 145 projetos de diversas categorias, como óperas, 
esculturas e exposições de pintura.
Notadamente, a premiação exclui qualquer incentivo ao cinema nacional - categoria atacada 
pesadamente pelo secretário Alvim nos últimos meses, com as investidas contra a Ancine e as 
ofensas à atriz Fernanda Montenegro.
No vídeo publicado nesta quinta-feira, Roberto Alvim - até 2019 um dramaturgo desconhecido e 
conservador, que militava contra a dita "cultura da esquerda" no Facebook - elogia o tal "Prêmio 
Nacional das Artes".
Segundo o secretário, o programa será "um marco histórico", capaz de salvar a juventude do Brasil. 
A premiação será capaz de incentivar o que ele acredita ser a "verdadeira cultura", aquela "enraizada 
na nobreza de nossos mitos fundantes".
Quais seriam esses "mitos fundantes"?
"A pátria, a família" e "sua profunda ligação com Deus", diz o secretário.
Mas não foi isso que mais chamou a atenção dos internautas.
Em certo momento do vídeo, o secretário Alvim afirma que "a arte brasileira da próxima década será 
heróica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será 
igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou 
então não será nada".
É um trecho muito semelhante a um discurso de Joseph Goebbels, ministro da Cultura e 
Comunicação da Alemanha Nazista: "a arte alemã da próxima década será heróica, será ferreamente 
romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente 
imperativa e vinculante, ou então não será nada".
Goebbels, o ministro de Hitler, teria feito tal afirmação a diretores alemães de teatro no início da 
década de 1930, segundo o livro "Goebbels: a Biography", de Peter Longerich.
A trilha sonora utilizada no vídeo é um trecho da ópera "Lohengrin", de Richard Wagner. Segundo 
Adolf Hitler, em seu livro Mein Kampf, tal composição foi "decisiva" em sua vida.
Não à toa, foi a música escolhida por Charles Chaplin para a cena do globo terrestre em O Grande 
Ditador, a clássica paródia anti-nazista...
Assista abaixo ao vídeo do secretário Alvim:

500 LIDERES INDIGENAS NO ENCONTRO DO XINGU


Já são mais de 500 lideranças indígenas de todo o Brasil participando do encontro Mebemgokrê, que 
segundo os povos do Xingú, é o maior encontro na região desde o período da constituinte.
Hoje a liderança Sonia Guajajara se juntou aos demais líderes que debatem temas como o 
arrendamento de Terra Indígenas, a Ferrogrão e outros megaempreendimentos que afetam seus 
territórios, a terceirização e municipalização da saúde indígena, o trágico desmonte das políticas 
indigenistas, os perigos crescentes enfrentados pelos povos que vivem em isolamento voluntário, a 
proibição de atendimento de serviços públicos aos índios que vivem em terras não homologadas, 
entre outros.
Os presentes debatem as estratégias de resistência e mobilização entre os povos, os encontros e 
agenda de luta, o papel da juventude e das mulheres e a organização do movimento indígena no país.
Fotos: Mídia NINJA e Mídia Índia








quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

General Santo Cruz Encara Bolsonaro e diz que não tem cabimento colocar Militares no INSS

O Ex-Ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, um dos 
nomes mais respeitados do Exército, criticou a decisão de Bolsonaro em recrutar militares da 
reserva para repor mão de obra no INSS. "Colocar militares para qualquer coisa é simplismo, 
falta de capacidade administrativa", disse
247 - O ex-ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, um dos 
nomes mais respeitados do Exército, criticou a decisão do governo de recrutar militares da reserva 
para repor mão de obra no INSS. "Militares no INSS? Não tem cabimento. Os funcionários do INSS 
sabem dar as ideias para a solução. Tem que valorizar a instituição e as soluções irão aparecer. 
Colocar militares para qualquer coisa é simplismo, falta de capacidade administrativa. É obrigação 
valorizar as instituições", disse.
Recentemente, ele também declarou que o "governo Bolsonaro se afastou do combate à corrupção".
Veja:
A ação deflagrou uma onda de críticas entre servidores dentro e fora do órgão. Categorias cogitam ir 
à Justiça contra a medida e defendem que o Executivo contrate de forma temporária servidores do 
INSS já aposentados, além de fazer novos concursos para reforçar o corpo técnico de forma 
permanente, como reproduziu o Portal UOL. 

A ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O EX-PRESIDENTE LULA A TVT

A GRILAGEM EM BELTERRA: Empresário instala portão no meio da estrada que dá acesso ao Lago do Jurucui, na região da praia do Pindobal,


SEGUNDO A EX SECRETARIA DA SEMAT BELTERRA TÂMELA PEREIRA, O ATUAL
PREFEITO JOCICLELIO MACÊDO, SABIA DA CONSTRUÇÃO DO PORTÃO QUE IMPEDE O
ACESSO AO LAGO DO JURICUÍ E NADA FEZ, TUDO INDICA QUE O PREFEITO É
CONSCIENTE QUE NÃO VEM PARA TRILEIÇÃO, E  ABANDONOU O MUNICÍPIO.
DEPOIS TER FEITO VISTA GROSSA, E CAUSADO REVOLTA NOS BELTERRENSE, FISCAIS
DA SEMAT, MANDARAM ABRIR O PORTÃO QUE IMPEDIA O ACESSO AO
LAGO JURUCUÍ. 
ALGUNS PONTOS PRECISAM SER ESCLARECIDO:
O PORTÃO NÃO  DEVERIA SER RETIRADO
SERÁ QUE É SÓ PARA DEIXAR POEIRA BAIXAR E VOLTA TUDO NORMAL? SERÁ QUE
ERA DO VAI QUE COLA?

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Maduro adverte Bolsonaro: "Vamos Arrebentar seus Dentes!"

Discurso de Maduro na TV estatal durou cerca de duas horas
Em um discurso na Assembleia Nacional da Venezuela nesta terça-feira 14/I, o presidente Nicolás 
Maduro acusou os governos da Colômbia e do Brasil de participação no ataque contra uma base 
militar no sul do país, no dia 22/XII.
Na ocasião, um grupo de soldados se rebelou contra o governo de Maduro na pequena cidade de 
Luepa, a aproximadamente 170 quilômetros da fronteira com o Brasil, e roubou centenas de armas 
entre fuzis, pistolas, escopetas e lançadores de morteiros. Houve troca de tiros entre os rebeldes e 
militares leais ao governo. Ao menos um soldado morreu no confronto.
Apesar da maior parte dos rebeldes ter sido capturada, o governo venezuelano afirmou que um 
pequeno grupo conseguiu fugir - e se escondeu no Brasil.
O Itamaraty negou qualquer participação do Brasil no episódio.
No discurso desta terça-feira, que foi transmitido para todo o país pela TV estatal, o presidente 
Nicolás Maduro relembrou o caso:
"Um grupo de terroristas, mercenários, desertores, traidores apoiados, financiado e amparado 
pelos governos de Jair Bolsonaro do Brasil e Iván Duque da Colômbia assaltaram um quartel 
no estado de Bolívar", disse o presidente.
Maduro lembrou, também, que tropas venezuelanas conseguiram recuperar 95% das armas roubadas. 
"O resto foi levado para o Brasil, amparados pelo governo fascista de extrema direita de Jair 
Bolsonaro", afirmou.
O presidente venezuelano alertou para que Bolsonaro e Duque não tentem novas ações contra a 
soberania de seu país: "caso se atrevam, vamos arrebentar seus dentes para que aprendam a 
respeitar a Força Armada Nacional Bolivariana", declarou.
Ele completou: "quem atentar contra a república receberá o castigo que estabelece nossa 
Constituição e vai se encontrar diante dos fuzis de nossa Força Armada".

FILA DO INSS É CULPA DO GOVERNO E DO TCHUTCHUCA!!


Do Blog do Kennedy Alencar
A volta da enorme fila para pedir aposentadoria é responsabilidade do ministro da Economia, Paulo 
Guedes, que não entende de gestão pública e tem muito gogó para soltar balões de ensaio. Ele não 
entrega, para usar um termo caro ao mercado.
Há vários fatores que explicam o acúmulo de pedidos, mas Guedes está no poder há um ano. A fusão 
de vários ministérios sob sua alçada, acabando com a pasta da Previdência, deu no previsto há um 
ano neste espaço: a estrutura administrativa de Bolsonaro geraria problemas de gestão.
Acrescente-se que a Previdência é vista como problema pelo atual governo. Interessa a Guedes o 
desmonte da área social. Segurar aposentadorias na boca do caixa ajuda no ajuste fiscal, com os mais 
pobres pagando uma conta salgada.
Nos últimos anos, foi abandonado o contrato de gestão na Previdência, o que estimulava a 
produtividade de servidores. Vagas abertas foram canceladas. O último concurso para o setor 
aconteceu em 2015. As filas acabaram no governo Lula e voltaram com toda a força sob Bolsonaro e 
Guedes.
Recorrer a 7 mil militares para atender ao público é medida paliativa. Pela entrevista de ontem da 
equipe econômica, a fila vai continuar grande por um bom tempo. Demofobia ajuda a explicar.

Cacique Raoni reúne lideranças indígenas no Xingu contra ameaças de Bolsonaro

Encontro dos Povos Mebengokrê é organizado por uma das vozes mais respeitadas 
mundialmente sobre meio ambiente e luta indígena, Cacique Raoni, e reúne cerca de 450 
lideranças indígenas
Revista Fórum - Cerca de 450 lideranças indígenas de todo o país, homens e mulheres, participam do 
Encontro dos Povos Mebengokrê, que se iniciou nesta terça-feira (14) e é organizado por uma das 
vozes mais respeitadas mundialmente sobre meio ambiente e luta indígena, Cacique Raoni. Encontro 
acontece na Terra Indígena Capoto Jarina, às margens do rio Xingu, no Mato Grosso, e vai até sexta-
feira (17).
O tema central de debate será as crescentes ameaças aos povos originários no primeiro ano de 
governo de Jair Bolsonaro. Questões como demarcação de terras, mega empreendimentos que afetam 
territórios e desmonte das políticas indigenistas são alguns dos temas que serão abordados.
“Nos últimos 12 meses, o mundo vem acompanhando a crescente onda de ameaça aos povos 
tradicionais brasileiros. Nesta oportunidade, indígenas de diferentes gerações pretendem elaborar um 
plano de ação em conjunto para enfrentar o problema”, diz a organização do evento.
Outra problemática que deve estar presente no debate é a possível autorização de exploração de 
territórios indígenas, proposta finalizada por Bolsonaro no último final de semana e que seguirá para 
votação no Congresso.
O documento autoriza mineração, pecuária, construção de hidrelétricas, prospecção de petróleo e 
gás, agricultura, e até turismo nas áreas demarcadas. De acordo com o texto, indígenas deverão ser 
consultados sobre o projeto, mas não terão poder de veto.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Heleno critica "Democracia em Vertigem" e as Redes Reagem sugerindo Filme sobre Matança e Corrupção no Haiti

O ministro do GSI, general Augusto Heleno, criticou a indicação do documentário 
"Democracia em Vertigem" ao Oscar, mas o tiro saiu pela culatra. Internautas lembraram que 
ele liderou missão no Haiti acusada de promover matanças e corrupção.
247 - O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, usou suas 
redes sociais para criticar a indicação do documentário "Democracia em Vertigem" ao Oscar, mas o 
tiro saiu pela culatra.Internautas lembraram que ele liderou missão no Haiti acusada de matanças e
corrupção. Suas tropas dispararam 22 mil balas na busca por líder combatente. Segundo 
organizações, dezenas de civis morreram no fogo cruzado, incluindo mulheres e crianças.

Laboratório de sementes florestais da Ufopa será modernizado através de parceria com Saúde e Alegria


Termo de parceria e doação foi assinado nesta segunda-feira (13) pela reitoria da Universidade
Federal do Oeste do Pará e Centro de Estudos Avançados de Promoção Social e Ambiental – Saúde e 
Alegria. Com equipamentos será possível realizar cadastro para emissão de laudos de origem das 
sementes para geração de renda para comunidades tradicionais;
Manter a floresta em pé e cumprir o propósito do Programa Floresta Ativa do Saúde e Alegria 
depende de inúmeras ações, dentre elas apoiar as iniciativas com desenvolvimento de pesquisa e 
extensão. Em Santarém o Laboratório de Sementes Florestais-LASF/UFOPA exerce a função de 
sustentar a rede de sementes florestais e mudas para criar um movimento de trabalho e 
fortalecimento do manejo florestal não madeireiro. Esse trabalho entretanto, necessita de materiais e 
utensílios de ponta para oferecer informações para a população sobre qualidade química, clínica e 
bioquímica das sementes, além de melhorar a qualidade da pesquisa, ensino e extensão.
Pensando na continuidade do trabalho da Universidade e na melhor estruturação, o Saúde e Alegria 
através do Programa Floresta Ativa Tapajós com recursos do Fundo Amazonia/BNDES irá doar 
equipamentos para modernizar o laboratório e contribuir para as atividades nele realizadas.


“Este componente tem como objetivo desenvolver as cadeias produtivas de óleos vegetais, 
meliponicultura, sementes e mudas, ampliar a escala de produção, aperfeiçoar o processo produtivo e 
facilitar a comercialização, promovendo a inclusão produtiva dos agroextrativistas da região.
Os resultados esperados destas ações são fortalecer a capacidade organizativa e oferecer espaço para 
estocagem, seleção e comercialização conjunta das sementes. Uma parte das sementes será fornecida 
também para a unidade de beneficiamento de óleos vegetais” – explicou o Engenheiro Florestal do 
PSA, Steve McQueen.
Uma das preocupações do PSA é quanto a geração de renda para as populações tradicionais da 
Amazônia por meio de atividades sustentáveis como a cadeia de sementes. Entretanto a 
comercialização esbarra na falta de comprovação da origem desses produtos, explicou o Professor 
Everton Almeida, responsável do Laboratório de Sementes Florestais: “Existe uma condição que já 
veio desde a criação do sistema do Cadastro Ambiental Rural, no qual precisaria de fornecimento de 
sementes, com uma origem comprovada e a comprovação dessa origem passa por laboratórios 
credenciados”.
Nesse aspecto, com o laboratório devidamente equipamento será possível credenciá-lo para a 
atividade: “No meio público a aquisição de equipamentos é uma coisa complicada, difícil até as 
vezes por falta de recursos. A parceria entrou nesse sentido no qual a Universidade prestaria esse 
serviço de certificação e legalização desses lotes de sementes que vão chegar no laboratório passando 
pela análise de sementes e armazenamento para que sejam enviados e emitidos laudos técnicos 
periciais e possa ser feita a venda em benefício das comunidades e coletores de sementes


Foto: Everton C. Almeida
Dentre os itens selecionados, serão comprados e doados os abaixo discriminados:
1 Autoclave Vertical – 75l
2 Autoclave Vertical – 50l
3 Estufa Para Secagem
4 Balança Centesimal 0,01g
5 Balança Milicentesimal 0,001g
6 Germinador Tipo B.O.D
7 Destilador De Água Tipo Pilsen Capacidade 10l/H
8 Termômetro Químico Mercúrio Escala Interna
9 Moinho De Facas
10 Medidor De Ph De Bancada
11 Phmetro Digital De Bolso
12 Controlador De Temperatura
13 Bandeja Polipropileno
14 Medidor De Umidade
16 Contador De Sementes
17 Basqueta Orti Fruti
18 Barrica De Papelão
19 Saco Plástico Transparente
20 Termohigrômetro

O MUNDO SUSPEITO DO TCHUTCHCA: Ministro da Economia é suspeito de ser sócio oculto de empresas e de lotear cargos públicos por interesses privados


CARTA CAPITAL
O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou de férias na segunda-feira 13 e já fará as malas de novo. Entre os dias 21 e 24 estará em Davos, na Suíça, para o convescote anual da elite global. Essa turma evitou o Brasil em 2019. O fluxo cambial no País ficou negativo em 44 bilhões de dólares, um recorde. A Bolsa atingiu níveis inéditos, graças à queda dos juros básicos do Banco Central, não ao crescimento do PIB, mas os gringos escaparam dela. Não importa. Guedes deve se sentir em casa nos Alpes suíços, ele que enriqueceu no “mercado”, sócio de empresas e fundos. No governo, sua gestão é do jeito que o diabo financeiro gosta. “É um infiltrado na máquina pública. Fez uma aliança com o capital e tem desenvolvido políticas públicas para essas alianças que construiu em seus negócios privados durante a vida”, afirma o deputado Paulo Ramos, do PDT do Rio de Janeiro.
Veterano da Assembleia Constituinte, Ramos, de 77 anos, colocou Guedes na mira, por considerá-lo o pilar de sustentação de Jair Bolsonaro. Ao longo de 2019, vasculhou a Junta Comercial do Rio, foi atrás de uma investigação do Ministério Público Federal sobre fundos de pensão, reuniu reportagens e terminou o ano com um presente natalino para o ministro. Pediu à Procuradoria-Geral da República, que remeteu o caso à Procuradoria no Distrito Federal, ao Tribunal de Contas da União e à Comissão de Ética Pública uma investigação sobre o “Posto Ipiranga”, a fim de provar que o ministro é sócio oculto de empresas e fundos beneficiados por decisões do governo. Promete acionar o Supremo Tribunal Federal também, quando a corte voltar de férias em fevereiro.
Guedes seria um caso para a Lei de Conflito de Interesses, a 12.813, de 2013. O ministro, segundo a denúncia de Ramos, “integra, seja como administrador ou sócio – inclusive possivelmente oculto – uma vasta rede composta por bancos e fundos de investimentos” que “possuem íntimas relações com entes estatais de mesmo gênero, notadamente o BNDES”. Ao examinar dados de empresas às quais
Guedes era, ou é, ligado, o deputado identificou uma “curiosa coincidência”: outros sócios ou cotistas “se revezam não apenas na mesma sociedade, como também em várias outras, coligadas ou não, formando uma espécie de teia societária”, a fim de “ocultar seu verdadeiro controlador”. Tradução: laranjal. Mais: “tudo aponta” que Guedes, após aderir à campanha de Bolsonaro, comandou “uma série de reestruturações societárias nas empresas, fundos e todo tipo de investimento em que tivesse participação, a fim de se ocultar”.
Ramos tentou aproveitar a CPI do BNDES, que funcionou em 2019 na Câmara, para saber mais sobre os negócios do ministro. E esbarrou no presidente do banco. Compreensível. Gustavo Montezano é homem de Guedes. Antes de assumir o BNDES, era secretário-especial-adjunto do ministro para privatizações. Seu pai, Roberto, trabalhou em priscas eras com Guedes no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, o Ibmec, criado pelo ministro. Em agosto de 2019, a CPI pediu a Montezano informação sobre os financiamentos do banco a empresas e fundos nos quais houvesse digitais de Guedes. A resposta, segundo Ramos, chegou quando a CPI tinha terminado. Não citava empresas, só setores. E continha uma incomum recomendação: manter tudo em sigilo. O deputado nunca conseguiu uma cópia do documento, pode apenas olhar e fazer anotações.


Rastro. O deputado Paulo Ramos, do PDT, quer entender melhor os negócios e as motivações 
do ministro. Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Montezano passou por outra cria de Guedes, o BTG Pactual. Foi sócio e diretor do banco de 2008 até entrar no gasoduto no Amazonas. Parece que valeu a pena um dos sócios do banco, André Esteves, esforçar-se para estar na ala vip na posse de Guedes, de quem havia sido estagiário. Em janeiro de 2019, Esteves tinha acabado de voltar à ativa no BTG, após ser inocentado por falta de provas em um caso da Operação Lava Jato que o levara à cadeia em 2015.
O BTG deve ter ficado feliz com uma decisão de dezembro do ministério de Guedes. O órgão anunciou os vencedores de um processo seletivo de escolha de empresas que, em troca do acesso aos valiosos dados pessoais de 1,2 milhão de servidores federais, aposentados incluídos, arranjam descontos para o funcionalismo em compras de bens e serviços. A seleção foi acusada de “práticas imorais” por uma empresa competidora, a Markt, autora de uma ação judicial, e sofreu uma tentativa de impugnação por parte da federacão dos policiais federais, conforme revelado pelo site de CartaCapital em setembro. Em uma audiência pública com deputados, a federação fez coro à suspeita de que tudo foi feito para favorecer o BTG. Uma das concorrentes da seleção era uma star-tup na qual o banco havia decidido botar fé, a Allya, semanas antes do anúncio do processo seletivo. A Allya foi, de fato, escolhida.

Relações. Gustavo Montezano, ex-funcionário de Guedes, ganhou cargo no governo. Foto: 
Antonio Cruz/ABR
A exemplo do próprio “Posto Ipiranga”, Montezano é egresso do setor privado. Entrou no governo graças ao ministro e, um dia, provavelmente voltará aos negócios privados cheio de informações. É o tipo de situação descrita pelo economista americano Joseph Stiglitz como “porta giratória”, aquele vai e vem de profissionais entre cargos públicos e privados, que configuraria uma espécie de… deixa pra lá. Um caso similar é citado por Ramos na denúncia contra Guedes. É o do engenheiro Eudes de Gouveia Varela, de 66 anos. Este foi sócio de Guedes em uma empresa que não chegou a iniciar as atividades, o Centro de Estudos e Pesquisas Minerais Capitão Felizardo. Varela foi nomeado por Guedes para o conselho de administração de duas estatais, o Banco do Nordeste e a Embrapa.
O deputado não mencionou, mas podia, Daniella Marques Consentino. Aos 40 anos, ela é formada em administração de empresas e trabalhou com Guedes no setor privado por uma década. Desde o início de 2019, é chefe da assessoria especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. É uma das figuras mais próximas e da maior confiança do “Posto Ipiranga”. Acompanha-o em reuniões, eventos e audiências públicas no Congresso. Uma dessas audiências, em abril de 2019, terminou em confusão depois que o deputado Zeca Dirceu, do PT do Paraná, disse que Guedes era “tchutchuca” com banqueiros e “tigrão” com os pobres”, e o ministro devolveu: “Tchutchuca é a mãe, é a avó”. Consentino aconselhou o chefe a ir embora e foi detida por alguns instantes pela polícia legislativa, acusada de agressão pela deputada Maria do Rosário, do PT gaúcho.


Eli Horn, bilionário paulista, frequenta o ministério e teria ligações com a milícia bolsonarista.
Até a quarta-feira 8, a assessora constava nos registros da Receita Federal como diretora da empresa Mercatto A2 Participações e como representante legal da Crescera Investimentos em outra empresa, a BP Venture Capital. A Crescera é o nome atual da Bozano Investimentos, empresa da qual Guedes era sócio (ainda seria, de forma oculta?) até entrar no governo. A lei dos servidores, a 8.112, de 1990, proíbe-os de “participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário”. Um veto destinado a evitar que um funcionário público defenda, no governo, interesses particulares. Consentino diz ter saído de todas as empresas antes de ingressar no ministério e que deve ter havido alguma falha de atualização cadastral.
O ministro é alvo de investigações por fraudes cometidas contra fundos de pensão. Familiares e sócios estão na mira em outros processos
Em 22 de abril de 2019, ela reuniu- -se no ministério com um dos sócios da Crescera, e, portanto, seu chefe quando ela era representante legal da empresa na BP Venture Capital, o bilionário Elie Horn. Em seguida, com dirigentes de uma filantrópica criada pelo empresário, o Instituto Liberta, de combate ao abuso sexual infantil. Teriam sido reuniões sobre o programa de incentivo ao voluntariado que o governo lançaria dali a alguns meses. Horn e a Liberta são nomes que correm na CPI das Fake News. Chegou a integrantes da comissão a informação de que o bilionário teria sugerido usar o Liberta como canal de financiamento das milícias digitais bolsonaristas na eleição. Grana empresarial entraria no instituto e este contrataria uma agência de marketing, a Cucumber, para pagar o submundo na internet. A agência é da esposa do secretário de Comunicação Social da Presidência, Fabio Wajngarten, de origem judia, como Horn. Será que Guedes, rico e experiente em arquitetura financeira, teria auxiliado a financiar essas milícias? É uma dúvida de Ramos.
Consentino foi convocada a depor em novembro de 2018 pelo Ministério Público em Brasília em uma investigação aberta um mês antes contra o “Posto Ipiranga” por suspeita de fraude em investimentos em educação feitos por um fundo do ministro, o BR Educacional, com dinheiro obtido em fundações de pensão estatais. É uma apuração no âmbito da Operação Greenfield, uma das cumbucas em que Ramos meteu a mão. Começou com seu conteúdo tornado público pelo chefe da força-tarefa da Greenfield, o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, mas depois se tornou sigilosa, a pedido do procurador Henrique de Sá Valadão, atual responsável pelo caso.

Em família. Gustavo Guedes, irmão do ministro, assumiu a culpa em um processo da CVM. E 
também é investigado na Operação Greenfield. Foto: Evaristo Sa/AFP
Gustavo Guedes, irmão do ministro, também é investigado pela Greenfield e chegou a depor. Contou, conforme relatado por CartaCapital, que o investimento suspeito foi idealizado para ajudar as Organizações Globo, o que talvez explique por que o inquérito agora corre em segredo. Gustavo mostra como a biosfera do irmão é, digamos, tóxica. Em 2007, ele foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, “xerife” do mercado acionário, por uso de informação privilegiada. Em 1999, a família Guedes era sócia em um fundo, o JPG, que decidira comprar ações de uma empresa, a Cambuci, depois que um analista a serviço do fundo descobriu que a companhia renegociaria dívidas bancárias. Paulo Guedes só não foi condenado por Gustavo ter dito à CVM que tinha feito tudo sozinho. A punição não doeu. Uma advertência, apenas.
Outra sociedade dos irmãos, o fundo GPG, beneficiou-se de coisa mais pesada. Fraudes e ilícitos. É o que diz uma sentença de julho de 2018 do juiz Tiago Pereira Macaciel, da 5a Vara Criminal do Rio. O fundo ganhou cerca de 600 mil reais graças a um prejuízo imposto ao fundo de pensão dos funcionários do BNDES, o Fapes, por uma corretora, a Dimarco, que, em 2004, intermediar negócios feitos com dinheiro das duas partes, em operações conhecidas como day trade. Macaciel condenou dirigentes da corretora, hoje extinta, a quatro anos de prisão, por gestão fraudulenta. Esse episódio é citado na portaria da força- -tarefa da Greenfield, que abriu a investigação contra os irmãos Guedes. A propósito: a irmã deles, Elizabeth, comanda desde abril de 2019 a associação das universidades particulares. Os filiados da Anup beneficiam-se de dinheiro da Caixa Econômica Federal nas bolsas do Fies e do ProUni. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, está no cargo por escolha de Guedes.
O deputado Ramos quer saber se Guedes tem relação com o financiamento das milícias bolsonaristas nas redes sociais
Dois meses antes da sentença do juiz Macaciel, a biosfera do ministro tinha sido atingida por outra operação, a Câmbio, Desligo, que desbaratou uma megarrede ilegal de doleiros. Um dos presos, Oswaldo Prado Sanchez, era colaborador antigo de um bilionário, Julio Bozano, de quem Guedes foi sócio (ainda seria, de forma oculta?) na Bozano Investimentos até chegar ao governo. Foi denunciado pelo Ministério Público à Justiça fluminense por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa. Fechou uma delação, sobre a qual não se sabe nada. Sanchez fornecia dólares ao esquema, obtidos inclusive em contas pessoais de Julio Bozano. Este es- tava fora do “mercado” desde 2000, por causa de fraudes financeiras descobertas pelo Banco Central. O BC queria banir o bilionário do sistema financeiro. Ele recolheu-se por um tempo. Voltou à praça em 2013, em sociedade com Paulo Guedes, na Bozano Investimentos, hoje rebatizada de Crescera.
Internamente, Guedes diz ter se afastado de todos os seus negócios antes de assumir o cargo. CartaCapital questionou-o, via assessoria de imprensa, sobre as acusações do deputado Ramos, mas não obteve resposta até a conclusão desta reportagem, na quinta-feira 9.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

MARIA DO CARMO LIDERA PRIMEIRA PESQUISA EM SANTARÉM

A ex-prefeita Maria do Carmo (PT) lidera com folga a primeira pesquisa de intenção de votos para Prefeitura de Santarém, oeste do Pará, realizada pela Destak neste ano de 2020. O levantamento foi realizado entre os dias 9 e 12 último, e recebeu o registro PA-00475-2020 na Justiça Eleitoral. A promotora de justiça que exerceu 2 mandatos de prefeita  (2005 a 2008 e 2009 a 2012) aparece à frente dos demais pré-candidatos ao cargo na pesquisa espontânea e em todos os cenários simulados pela Destak na pesquisa estimulada 
Foram entrevistadas 621 eleitores nas zonas urbana e rural do município. A margem de erro é de 3,5%, para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Na espontânea, quando os entrevistados listam livremente o nome de seus candidatos, Maria lidera com 31%. Atual prefeito, e candidato à reeleição, Nélio Aguiar (DEM), aparece em 2º
 (17%). Em seguida o tucano Ney Santana (9%). Os demais nomes citados têm entre 1% e 0,22%. Os eleitores que ainda não sabem em quem irão votar no dia 4 de outubro deste ano (1º turno) somam quase 30%.
Cenário da espontânea

Estimulada – cenário 1 Na pesquisa estimulada da Destak, num cenário em que são listados 10 pré-candidatos a prefeito, a petista também lidera. Desta vez com 50%. Seguem-na Nélio Aguiar (19%) e Ney Santana (13%).
Coronel Tomaso (Patriota) é o 4º colocado. Seguido do vereador Valdir Matias Jr., do PV, com 2%. Os demais cravaram 1% — Birinha (PSB), João da Massamix (PSC), Jota Ninos (PCdoB), Jackson do Folclore (PSL) e Jarsen Guimarães (PDT).
O percentual dos que não sabem/não responderam foi de 5% e os entrevistados que disseram que votarão em branco ou nulo é de 2%.
Estimulada – cenário 2 e 3 A Destak também simulou um cenário com apenas os 3 candidatos mais citados na estimulada — Maria, Nélio e Ney Santana.
Maria ficaria à frente com 53%. Por quanto da margem de erro da pesquisa (3,5%, para mais ou para menos), Nélio (20%) e Ney (17%) ocupariam o 2º lugar, num empate técnico. Em um cenário sem o nome da ex-prefeita Maria do Carmo, o tucano Ney Santana venceria o confronto com Nélio Aguiar por 39% a 25%, respectivamente, em 2º turno.

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Estimulada – 2º turno Num eventual 2º turno entre Maria e Nélio, o cenário previsto pela Destak, se a eleição fosse hoje, teria a configuração abaixo:



Rejeição O nome mais rejeitado entre os potenciais candidatos a prefeito de Santarém listados na pesquisa da Destak é o de Nélio Aguiar (DEM), que lidera 35%. Maria é a 2ª mais rejeitada (11%), seguido de João da Massamix (7%) e Birinha (6%). Professor Jarsen Guimarães (PDT) tem a menor rejeição: 2%.


OSCAR 2020: “DEMOCRACIA EM VERTIGEM” É INDICADO A MELHOR DOCUMENTÁRIO


O documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, foi indicado ao Oscar 2020 na categoria 
"melhor documentário".
O filme, que narra os bastidores do Golpe de Estado que depôs a presidenta Dilma Rousseff, foi 
lançado pelo Netflix em junho de 2019.
A obra de Petra Costa, que também dirigiu os premiados “Elena” (2012) e “Olmo e a Gaivota” 
(2014), já havia entrado na lista do New York Times dos melhores do gênero no ano passado. Esta é 
a primeira indicação de Petra ao Oscar.
Competem com “Democracia em Vertigem” os documentários “American Factory” (Steven Bognar), 
“The Cave” (Feras Fayyad), “For Sama” (Waad) e “Honeyland” (Ljubo Stefanov).
Pouco após a divulgação da notícia, o presidente Lula - figura de grande importância nos fatos 
retratados pelo documentário - parabenizou a cineasta Petra Costa:
Em tempo: Em junho de 2019, o Conversa Afiada analisou "Democracia em Vertigem". Leia:
O historialista dos múltiplos chapéus é ardiloso: ele publica o mesmo texto, no mesmo dia, em dois 
jornais que ficam a 400 km de distância, um do outro, na era da internet!
O Globo e a Folha são as vitimas do ardil, como foram do predecessor do Gaspari, o Paulo Francis, 
que mentia descaradamente e foi, por isso, expulso da Fel-lha.
O Gaspari já teve o seu momento "intercept"!
Foi quando se soube que o Geisel combinava com o Figueiredo quem deveria morrer!
O Geisel, que o Gaspari esculpiu em mármore de Napolis como o "Sacerdote" da dupla com o 
"Feiticeiro", que deu o Golpe de 1964 para salvar o Brasil do petebo-comunismo, porque o Jango só 
gostava de pernas: de coristas e de cavalos.
O Sacerdote e o Feiticeiro são os beneméritos de fluvial obra sobre o que Gaspari chama de 
"ditadura".
Mesmo depois que se soube que Geisel mandava matar, Gaspari não confessou: não admitiu que de 
sacerdote Geisel não tinha nada.
Reagiu mais ou menos como Moro: não reconheceu o crime e, se fosse verdade, não tinha nada 
demais.
O historialista produz nesse domingo 23/VI um ataque virulento, frontal ao magnífico filme 
"Democracia em vertigem", de Petra Costa.
Magnífico é pouco!
É filme que informa, emociona e descreve com cenas originais e fortíssimas os passos que a extrema-
direita (de que Gaspari foi e é um dos sacerdotes) deu para derrubar a Dilma e prender o Lula.
Ela entrevistou Dilma e Lula em circunstâncias decisivas: quando Dilma foi derrotada na Câmara 
pela quadrilha do Eduardo Cunha (que o Janot deixou solto até perder a serventia); e no Sindicato 
dos Metalúrgicos, pouco antes de Lula se entregar (e cometer um dos mais graves erros de sua 
trajetória política...).
(É provável que o advogado da capitulação de Lula tenha sido o mesmo que defendeu Dilma e não 
ganhou nenhuma causa - o zé da Justiça).
A narrativa de Petra Costa se enriquece com a de sua família, ela mesma dividida entre duas partes: a 
que serviu à Andrade Gutierrez e à direita, e os pais que recorreram à luta armada e, milagrosamente, 
sobreviveram a sacerdotes e feiticeiros!
"Democracia em vertigem" é imperdível!
O que já se perdeu são os exemplares encalhados da obra gaspárica que, na editora Intrínseca, devem 
servir para alimentar ratos.

Rei do Mambo: Quem é o Cidadão de Bem, Dançarino de Lambazouk que atacou o Porta dos Fundos


VICTOR CALCAGNO - CARTA CAPITAL
Basta buscar por “Eduardo Fauzi” no YouTube para encontrar na lista de resultados dois tipos de 
vídeos com conteúdo contrastante: no primeiro, um homem alto e forte, de camisa aberta, dança com 
bailarinas em performances profissionais de lambazouk, ritmo caribenho de dança de salão. No 
segundo, o mesmo cidadão agride ao vivo, em 2013, com um soco na cabeça, o então secretário de 
Ordem Pública do Rio de Janeiro, Alex Costa, por ocasião do fechamento de estacionamentos 
irregulares no Centro carioca. As duas atitudes vêm do único suspeito identificado pela Polícia Civil 
como participante do ataque com coquetéis molotov à produtora Porta dos Fundos, na Zona Sul da 
cidade, em 24 de dezembro. 
Apelidado de “Rei do Mambo” ou apenas “Mambo” pela perícia na dança de salão, Eduardo Fauzi 
Richard Cerquise foi o reconhecido entre os cinco suspeitos que a polícia considera terem 
participado do ataque, uma vez que, ao contrário dos demais, ele aparece com o rosto descoberto nas 
imagens de câmeras de segurança. 
Segundo os agentes, Mambo teria sido o responsável por dirigir o veículo utilizado na ação, além de 
filmá-la, o que foi suficiente para que um mandado de prisão fosse expedido contra ele no dia 30, 
seguido de uma batida em seus endereços. 
Àquela altura, Fauzi, que se define como guardador de carros por estar ligado ao ramo de 
estacionamentos, tinha embarcado para Moscou, onde tem filho e namorada. Em entrevista ao site 
Projeto Colabora, em terras russas, afirmou não se arrepender, justificou a ação a partir de dogmas 
cristãos e disse ter recebido informações de que seria preso a tempo de deixar o País.
A polícia pediu a inclusão de Fauzi na lista de procurados pela Interpol e o Itamaraty deu início, na 
terça-feira 7, aos trâmites para o processo de extradição. Os outros suspeitos ainda não foram 
identificados e a polícia afirma que “as investigações estão em andamento”, com “os agentes 
analisando informações, provas obtidas e documentos”, além de o caso ter sido “tratado inicialmente 
como crime de explosão e tentativa de homicídio”, e não como ataque terrorista. 
Ainda assim, Fauzi tem passagem de volta comprada para o fim de janeiro e disse pretender retornar 
nessa data para “enfrentar as consequências”, embora afirme ter ingressado com pedido de asilo 
político na Rússia.
Mambo acumula 20 anotações criminais, entre elas a de ameaça e agressão denunciadas pela ex-
mulher, além de ser investigado por envolvimento com milicianos em estacionamentos rotativos 
irregulares no Centro do Rio – o que levantou suspeitas sobre os tipos de “conexões” que o teriam 
colocado a par dos procedimentos internos da polícia que resultaram em seu mandado de prisão.
Foi com surpresa que alunos da Faculdade de Economia receberam a notícia de que Eduardo Fauzi é 
egresso da instituição. “Barbárie”, “vergonha”, “vamos fazer um ato de repúdio!”, escreveram alguns 
estudantes em um grupo do Facebook. Politicamente, era filiado desde 2001 ao PSL, antigo partido 
do presidente Jair Bolsonaro, e também à Frente Integralista Brasileira. As duas organizações 
resolveram expulsá-lo depois de divulgada sua relação com o ataque à produtora.
O obscurantismo não dá, porém, tréguas. Na quarta-feira 8, o desembargador Benedito Abicair, da 6ª 
Câmara Cível do Rio de Janeiro, acatou uma ação da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura 
e mandou a Netflix retirar do ar o Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de 
Cristo. 
O desembargador refez uma decisão de primeira instância, que havia negado a censura ao material. 
O especial de 46 minutos apresenta Jesus, interpretado pelo humorista Gregório Duvivier, surpreso 
com uma festa de aniversário de 30 anos ao voltar do deserto acompanhado pelo namorado, Orlando, 
desempenhado por Fábio Porchat. Na quinta-feira 9, o presidente do Supremo Tribunal Federal 
(STF), ministro Dias Toffoli, concedeu liminar autorizando a exibição.
Enquanto Fauzi se esconde na Rússia, em desembargador manda suspender o Especial de 
Natal do Porta dos Fundos
Nos depoimentos concedidos, o economista e empresário deixa clara a motivação religiosa do ataque 
ao Porta dos Fundos. Na entrevista ao Projeto Colabora, o fugitivo afirma que “um cidadão imerso 
na pós-modernidade liberal e ateísta não tem como acessar a violência simbólica do ato de 
profanação causado pelo Especial de Natal do Porta dos Fundos” e que “uma blasfêmia sempre será 
infinitamente pior do que qualquer reação contra ela”.
Apesar de ter afirmado a intenção de voltar ao Brasil no fim do mês, “a menos que não se sinta 
seguro”, o processo de extradição de Fauzi, ainda a ser encaminhamento às autoridades russas, 
formaliza a atitude sob um acordo de cooperação entre os dois países.
Caso o pedido seja aceito, após passar pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação 
Jurídica Internacional do Ministério da Justiça e o Ministério das Relações Exteriores, o Brasil tem 
60 dias para retirá-lo da Rússia e, ainda de acordo com a lei acertada entre os dois países, Fauzi não 
poderá cumprir pena maior do que teria se fosse condenado pelo mesmo crime em solo russo.

ACREDITE SE QUISER !! Para Weintraub e Bolsonaro, concurso “esquerdiza” o serviço público

Em vídeo postado nas redes sociais, o desocupado Ministro da Educação – republicado pelo ocioso 
Não se sabe em que estudo sociológico se baseia o senhor Weintraub para fazer esta afirmação, 
muito menos que alternativa ele sugere aos concursos para preencher os cargos públicos – quem sabe 
uma indicação do Olavo de Carvalho, por exemplo?
Há inúmeras e honrosas exceções, mas não é isso que se observa nas gerações de “concurseiros” com 
que todos nós convivemos.
E que são os funcionários públicos de hoje, quase todos, pois há 31 anos, desde a constituição – só 
assim se entra no serviço público efetivo.
Foram, aliás, os governos ditos “esquerdistas” que deram moralidade e organicidade ao serviço 
público, desde o DASP de Getúlio Vargas.
Na maioria das vezes, o que se observa são pessoas, premidas pela insegurança e precariedade do 
trabalho – quando se consegue um – fazendo concursos como forma de terem um pequeno mundo de 
segurança.
O problema é mais sério nas chamadas “carreiras típicas de Estado”, geralmente as jurídicas e 
econômicas.
E não é o de “serem e esquerda”, mas o de se acostumarem a um padrão de remuneração e de 
autoridade que, não raro, as desconecta da vida da população e as aproxima, ideologicamente, do 
mundo das elites – ou de subelites, porque sua remunerações, ainda que fartas, não são nada perto da 
elite real.
Mas esta é outra questão.
A crítica do ministro, endossada pelo presidente, é outra, diferente e pior.
É a ótica do medíocre, do incapaz, do que só ascende pelo compadrio no fanatismo, pela adulação, 
pela subserviência, pela “sacada” sabuja.
Como a desta camada que ascendeu na estupidez destes tempos e que elevou à ponte de comando do 
país coisas como o próprio ministro.
E, sim, se há falha no serviço público exercido via concurso, ela é a de não nos ter dado um 
funcionalismo que, diante de um ministro e de um presidente que o acusam, não tenha a reação digna 
de parar até que se retratem por tentarem reduzir a uma “peixada” ideológica o seu profissionalismo.