quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
LULA ESTÁ, COMO AS VITIMAS DE BRUMADINHO, SOTERRADO SOB A LAMA DE UM PODER JUDICIÁRIO QUE ACANALHOU-SE
POR FERNANDO BRITO
Escrevi, outro dia, aqui, que o comportamento da dita Justiça em relação a Lula era apenas o
exercício da maldade.
A ratificação pela Senhora (não me sinto à vontade em chamá-la de juíza) Carolina Lebbos da
A ratificação pela Senhora (não me sinto à vontade em chamá-la de juíza) Carolina Lebbos da
perversidade da Polícia Federal de Sérgio Moro e impedir Lula de ir ao enterro do seu irmão mais
velho é, até para os cegos por outra razão que não seja o ódio mais estúpido, a confirmação de que
estamos diante de gente governada pelo ódio mais insano.
Coisa só comparável a campos da Gestapo.
Mas há, no fundo, um sentimento maior a motivá-los: o medo.
É preciso que Lula, em nenhuma hipótese, seja visto ou ouvido.
É preciso que ele morra em vida, na escuridão do silêncio.
Não pode ser entrevistado porque influenciaria as eleições, mesmo depois de meses que a eleição
Coisa só comparável a campos da Gestapo.
Mas há, no fundo, um sentimento maior a motivá-los: o medo.
É preciso que Lula, em nenhuma hipótese, seja visto ou ouvido.
É preciso que ele morra em vida, na escuridão do silêncio.
Não pode ser entrevistado porque influenciaria as eleições, mesmo depois de meses que a eleição
ocorreu e levou ao poder um amigo da milícia.
Mas, desta vez, os limites de qualquer coisa que não provocasse nojo e vômito foram ultrapassados.
Alegar, como alegou a Senhora Lebbos que a ida de Lula ao cemitério de São Bernardo “poderia
prejudicar os trabalhos humanitários realizados na região de Brumadinho” é de uma sordidez que
ultrapassa todos as fronteiras do que é vergonha.
Lula submeteu-se, inocente, a toda a ferocidade com que o Judiciário o tratou.
Não lhes basta.
Lula está, como as vítimas de Brumadinho, soterrado sob a lama de um Poder Judiciário que
Não lhes basta.
Lula está, como as vítimas de Brumadinho, soterrado sob a lama de um Poder Judiciário que
acanalhou-se.
A lei, para os que são responsáveis por aplicá-la, é como o laudo que atestou que a barragem, como
A lei, para os que são responsáveis por aplicá-la, é como o laudo que atestou que a barragem, como
as instituições, estava funcionando perfeitamente.
O que brota dela, porém, é tão asqueroso quanto o que estamos vendo nas televisões.
Lula é um homem que não pode mais existir e não não pode ser mais visto.
Lula não pode mais existir, pela simples razão que existe.
O que brota dela, porém, é tão asqueroso quanto o que estamos vendo nas televisões.
Lula é um homem que não pode mais existir e não não pode ser mais visto.
Lula não pode mais existir, pela simples razão que existe.
MORO FAZ DE CONTA QUE NÃO É COM ELE

Responsável por impedir a ida do ex-presidente Lula ao enterro do irmão Vavá, o ex-juizeco
Sergio Moro, hoje ministro da Justissa, disse que não comentará a decisão da sua jauleira
Carolina Lebbos, criticada por juristas por negar a Lula um direito humanitário. A Jauleira
de Moro impediu a ida de Lula ao enterro do irmão porque a Polícia Federal, subordinada a
Moro, negou condições técnicas de garantir a presença do ex-presidente no enterro; alvo de
uma das maiores perseguições judiciais da história da humanidade, Lula seria presidente se
não tivesse sido preso por Moro e já conta com mais de 500 mil assinaturas para ser Prêmio
Nobel da Paz.
Agência Brasil: O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse hoje (30) que não
Agência Brasil: O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse hoje (30) que não
cabe a ministros de Estado comentar determinações judiciais. Segundo ele, decisões da Justiça têm
de ser executadas. O ministro participa de cerimônia de anúncio das ações interministeriais para
garantir o escoamento da safra de 2018/2019.
"As decisões judiciais têm que ser cumpridas. Têm que ser respeitadas", disse o ministro. "Não cabe
a ministro do Poder Executivo aprovar ou censurar decisão judicial. Não é o papel dele."
Moro se referiu à decisão da juiza federal Carolina Lebbos, da 12ª Vara Criminal em Curitiba, que
negou o pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de deixar a cela da Superintendência da
Polícia Federal, na capital paranaense, para ir ao enterro do irmão Genival Inácio da Silva, conhecido
como Vavá, que morreu ontem (29), em decorrência de um câncer no pulmão.
O ministro, que é ex-juiz federal, foi questionado se o veto ao pedido da defesa de Lula fere a
O ministro, que é ex-juiz federal, foi questionado se o veto ao pedido da defesa de Lula fere a
legislação, Moro se limitou a balançar o dedo, sugerindo "não". O gesto, no entanto, também podia
representar sua recusa em comentar a decisão.
Este foi o segundo pedido da defesa do ex-presidente para comparecer a um enterro negado pela
Este foi o segundo pedido da defesa do ex-presidente para comparecer a um enterro negado pela
Justiça. Em dezembro de 2018, Lula também foi impedido de ir ao sepultamento do ex-deputado
petista Sigmaringa Seixas (DF).
DELTAN POWER POINT, DISSE QUE CONCEDER DIREITO A LULA PODERIA AFETAR BUSCAS EM BRUMADINHO

O pânico do Ministério Público com a possível ida do ex-presidente Lula ao enterro de seu
irmão Vavá ficou patente na própria redação e velocidade do parecer assinado por Deltan
Dallagnol (a decisão do MPF saiu minutos depois do parecer da PF); o que fundamenta o não
deferimento do pedido da defesa é, em linhas gerais, o poder popular de Lula (que põe em risco
a 'segurança'); mas, o que chama mais a atenção é a associação do pedido ao crime ambiental
da Vale em Brumadinho; o texto diz: "consultada a Coordenação de Aviação Operacional da
PF, sobreveio a informação de que no momento os helicópteros que não estão em manutenção
estão sendo utilizados para apoio aos resgates das vítimas de Brumadinho".
247 - O pânico do Ministério Público com a possível ida do ex-presidente Lula ao enterro de seu
irmão Vavá ficou patente na própria redação e velocidade do parecer assinado por Deltan Dallagnol
(a decisão do MPF saiu minutos depois do parecer da PF). O que fundamenta o não deferimento do
pedido da defesa é, em linhas gerais, o poder popular de Lula (que põe em risco a 'segurança'). Mas,
o que chama mais a atenção é a associação do pedido ao crime-catástrofe da Vale em Brumadinho. O
texto diz: "consultada a Coordenação de Aviação Operacional da PF, sobreveio a informação de que
no momento os helicópteros que não estão em manutenção estão sendo utilizados para apoio aos
resgates das vítimas de Brumadinho."
O parecer de Deltan Dallagnol e da Lava Jato insere a discussão no seguinte viés: "conforme a
mencionada decisão, a permissão de saída pretendida esbarra em insuperável obstáculo técnico: a
impossibilidade de, ao tempo e modo, conduzir o custodiado mediante escolta e com as salvaguardas
devidas, aos atos fúnebres de seu irmão."
E complementa: "no tocante à logística necessária para sua retirada da cela em Curitiba com trajeto
E complementa: "no tocante à logística necessária para sua retirada da cela em Curitiba com trajeto
passando pelo aeroporto de São José dos Pinhais/PR, aeroporto de São Paulo e Cemitério de São
Bernardo do Campo/SP, para que tudo fosse feito em tempo oportuno e com a devida segurança,
seria necessário um transporte de helicóptero da sede da Superintendência da PF em Curitiba até o
primeiro aeroporto, uma aeronave da PF – com a devida segurança e piloto próprio – para o
transporte entre Curitiba e São Paulo/SP e outro helicóptero até o cemitério. Consultada a
Coordenação de Aviação Operacional da PF, sobreveio a informação de que no momento os
helicópteros que não estão em manutenção estão sendo utilizados para apoio aos resgates das vítimas
de Brumadinho. Além disso, a aeronave de asa fixa, disponível no momento, por questões de
segurança poderia voar somente a partir das 6:00 de 30/01/2019, cujo tempo estimado entre a vinda
da aeronave de Brasília, chegada em Curitiba e deste local para o Aeroporto de Congonhas,
demandaria no mínimo 6 (seis) horas, considerando o tempo dos vôos, movimentação em pista e
abastecimento em Curitiba/PR. Sobre o deslocamento do aeroporto de Congonhas ao Cemitério de
São Bernardo do Campo/SP seriam necessárias mais 2 (duas) horas. Feitas as considerações no
tocante ao meio de deslocamento, o que por si só resta inviabilizado o atendimento ao pedido, seja
porque os helicópteros da PF estão sendo utilizados no momento em Minas Gerais, para auxiliar nos
resgastes de Brumadinho, seja pela ausência de tempo hábil para o deslocamento da única aeronave
da PF disponível no momento, restam as ponderações relativas às análises de risco e do efetivo
policial que seria necessário empregar para uma escolta como esta."
O "MONSTRO" FASCISTA ESTÁ DE VOLTA E EM AÇÃO: O CASO LULA E VALE

Para que prender os engenheiros da Vale antes de qualquer instrução criminal? É um show!
Luis NassifO monstro do aparelho judiciário está de volta em dois
episódios dramáticos, em que a única voz decente, nas instituições, foi do vice-
presidente, General Hamilton Mourão.
A infâmia tem cara.
Na justiça federal de 1ª instância é a juíza Carolina Lebbos, que procurou atrasar a decisão –
e, portanto torná-la sem efeito – pedindo parecer do Ministério Público Federal. Entre os
procuradores da Lava Jato, a infâmia foi coletiva. Na PF, tem a cara de Sérgio Moro,
Ministro da Justiça e comandante em chefe da PF. Na Justiça Federal de 2ª Instância, a cara
do desembargador Leandro Paulsen.
e, portanto torná-la sem efeito – pedindo parecer do Ministério Público Federal. Entre os
procuradores da Lava Jato, a infâmia foi coletiva. Na PF, tem a cara de Sérgio Moro,
Ministro da Justiça e comandante em chefe da PF. Na Justiça Federal de 2ª Instância, a cara
do desembargador Leandro Paulsen.
A perseguição implacável e cruel a Lula desonra a Justiça e acontece em um momento em
que o fator Jair Bolsonaro lança sobre o país os temores de uma era de trevas.
que o fator Jair Bolsonaro lança sobre o país os temores de uma era de trevas.
O segundo episódio foi a prisão de engenheiros que supostamente teriam responsabilidade
pelo desabamento em Brumadinhos.
Nos dois casos, Mourão identificou os vícios do arbítrio. No caso Lula, pela falta de piedade.
No caso Vale, pela ansiedade em dar satisfações à opinião pública, mandando prender
antes de apurar corretamente as responsabilidades.
O monstro está vivo e respira.
É o mesmo monstro que criminalizou problemas administrativos de universidades, levando
um ex-reitor ao suicídio, invadiu universidades para impor censura ideológica, ordenou
condução coercitiva a quarenta funcionários do BNDES, afetou a imagem da carne
brasileira no mundo, liquidou com a vida de jovens estudantes no caso do major espião,
ordenou a detenção de um cientista renomado por discutir a maconha, transformou Lula
em prisioneiro político e colocou o país sob a influência de milícias.
É a volta dos porões da ditadura.
A maneira como se valem de manobras jurídicas, como foi o caso agora de Lula, é da
mesma natureza da manobra de Luiz Fux procurando livrar o filho de Bolsonaro das
investigações. Os métodos são os mesmos do período militar.
E isso acontece em um momento em que o antilulismo cada vez mais tem a face do
bolsonarismo. Não há mais a mesma coesão na mídia e nas redes sociais para esses
abusos processuais. E os pronunciamentos de Mourão reforçam essa sensação.
Na ditadura, o próprio Romeu Tuma fez questão de acompanhar Lula, liberando-o para o
enterro de sua mãe. Não deixou a decisão nas mãos do guarda da esquina. Agora, o que se
vê são pessoas menores, em guerras sem risco, incapazes de qualquer gesto de grandeza,
como o de respeitar o inimigo caído.
pelo desabamento em Brumadinhos.
Nos dois casos, Mourão identificou os vícios do arbítrio. No caso Lula, pela falta de piedade.
No caso Vale, pela ansiedade em dar satisfações à opinião pública, mandando prender
antes de apurar corretamente as responsabilidades.
O monstro está vivo e respira.
É o mesmo monstro que criminalizou problemas administrativos de universidades, levando
um ex-reitor ao suicídio, invadiu universidades para impor censura ideológica, ordenou
condução coercitiva a quarenta funcionários do BNDES, afetou a imagem da carne
brasileira no mundo, liquidou com a vida de jovens estudantes no caso do major espião,
ordenou a detenção de um cientista renomado por discutir a maconha, transformou Lula
em prisioneiro político e colocou o país sob a influência de milícias.
É a volta dos porões da ditadura.
A maneira como se valem de manobras jurídicas, como foi o caso agora de Lula, é da
mesma natureza da manobra de Luiz Fux procurando livrar o filho de Bolsonaro das
investigações. Os métodos são os mesmos do período militar.
E isso acontece em um momento em que o antilulismo cada vez mais tem a face do
bolsonarismo. Não há mais a mesma coesão na mídia e nas redes sociais para esses
abusos processuais. E os pronunciamentos de Mourão reforçam essa sensação.
Na ditadura, o próprio Romeu Tuma fez questão de acompanhar Lula, liberando-o para o
enterro de sua mãe. Não deixou a decisão nas mãos do guarda da esquina. Agora, o que se
vê são pessoas menores, em guerras sem risco, incapazes de qualquer gesto de grandeza,
como o de respeitar o inimigo caído.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
INDICADO POR BEÓCIO NEVER, PRESIDENTE DA VALE GANHA R$ 1,6 MILHÃO POR MÊS E AVALIA A VIDA DOS MORTOS PELA EMPRESA EM R$ 100 MIL

Mineirinho acertou diretoria com Joesley!
O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, recebe remuneração de R$ 1,6 milhão mensais -
quase R$ 20 milhões por ano; os outros cinco diretores da companhia recebem cerca de R$ 1
milhão por mês; eles avaliaram que a vida de cada um dos soterrados pelo novo crime da
companhia não vale mais que R$ 100 mil no total - um pouco mais de 6% da remuneração de
Schvartsman; este é o valor da "doação" que a Vale anunciou à família dos mortos em
Brumadinho.
247 - O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, chegou à empresa em com a missão de recuperá-la
depois do abalo sofrido com o crime de Mariana, rompimento da barragem do Fundão, em 5 de
novembro de 2015, que havia deixado um saldo de 19 mortos e uma agressão sem precedentes ao
meio ambiente do país. Schvartsman chegou à empresa já como um milionário, depois de presidir a
Klabin, uma das maiores produtoras de papel do mundo. Na Vale, tornou-se multimilionário. Recebe
R$ 1,6 milhão mensais -quase R$ 20 milhões por ano. Mas avaliou que a vida de cada um dos
soterrados pelo novo crime da companhia não vale mais que R$ 100 mil - um pouco mais de 6% de
sua remuneração mensal.
Toda a cúpula da Vale é composta de milionários. A remuneração média anual dos diretores empresa
Toda a cúpula da Vale é composta de milionários. A remuneração média anual dos diretores empresa
foi de R$ 12,4 milhões em 2017 -mais de R$ 1 milhão por mês (aqui). Uma conta simples indica que
mesmo que chegue a 300 o número de mortos pelo crime de Brumadinho, a "doação" da Vale,
conforme o termo usado por Luciano Sani, diretor da empresa em coletiva à imprensa, será inferior a
seis meses de remuneração da cúpula da companhia. O valor total dos proventos de Schvartsman e
seus cinco diretores (veja aqui no site da Vale) é superior a R$ 5,5 milhões -mensais. Se forem, ao
final, 300 os mortos, a doação da Vale será de R$ 30 milhões.
Apesar de privada, controlada por bancos e grandes investidores, a Vale é uma companhia de capital
Apesar de privada, controlada por bancos e grandes investidores, a Vale é uma companhia de capital
aberto, e deveria divulgar o salário de seus executivos. Mas sempre recusou-se a fazê-lo. Os números
são conhecidos porque em junho de 2018, o com base em decisão do Tribunal Regional Federal
(TRF) da 2ª Região, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou a divulgação dos valores
das remunerações da Vale e de dezenas de empresas que sonegavam a informação ao público (leia
aqui).
SUPERMERCADOS CR DE SANTARÉM EM CRISE 3 EMPRESAS DO GRUPO PEDEM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

No Blog do Jeso
Três empresas do grupo CR, que entrou com pedido de recuperação judicial na semana passada,
estão incluídas no processo em tramitação na 4ª Vara Cível e Empresarial de Santarém, oeste do
Pará.
São elas:
— Simões & Duarte Ltda. * Criada em 1991 e que tem nome de fantasia de Super Center CR,
localizado na Turiano Meira.
— Empório CR. * Criada em 2010 e cujo nome de fantasia é CR Próximo, na Galdino Veloso.
— Ávila & Ramalheiro Ltda * Criado em 2010, e cujo nome de fantasia é CR Nova República,
na avenida Tancredo Neves.
As 3 empresas, conforme o processo do caso, acumulam dívidas na quase sua totalidade de
“empréstimos bancários”, segundo explicou ao blog o advogado da empresa, Diego Montenegro.
O grupo CR tem outras empresas, como a Elo Logística, mas que estão fora do pedido de
O grupo CR tem outras empresas, como a Elo Logística, mas que estão fora do pedido de
recuperação judicial. De acordo com o site do grupo, as unidades de supermercados CR que ele
dispõe são:
O grupo CR tem outras empresas, como a Elo Logística, mas que estão fora do pedido de
recuperação judicial. De acordo com o site do grupo, as unidades de supermercados CR que ele
dispõe são:
• CR Turiano
• CR Mendonça
• CR Mendonça II
• CR Shopping Rio Tapajós
• CR Tapajós
• CR Galdino
• CR Aeroporto
• CR Próximo
• CR Nova República
recuperação judicial. De acordo com o site do grupo, as unidades de supermercados CR que ele
dispõe são:
• CR Turiano
• CR Mendonça
• CR Mendonça II
• CR Shopping Rio Tapajós
• CR Tapajós
• CR Galdino
• CR Aeroporto
• CR Próximo
• CR Nova República
segundo o advogado Ítalo Melo Farias:
O pedido de recuperação judicial do grupo CR demonstra o quanto
é difícil empreender no Brasil e especialmente na Amazônia.
Alguns fatores são a alta carga tributária, a complexidade das
obrigações fiscais, além das dificuldades logísticas de estar sediada
em uma região que sofre com a falta de infraestrutura.
Esse exemplo traz à tona a necessidade de defesa de bandeiras
históricas da nossa região, como o asfaltamento da BR-163
[Santarém-Cuiabá] e a busca de alternativas de transporte
hidroviário e ferroviário.
Outro ponto que vejo como fundamental está na fomento da
relação entre as empresas e as universidades.
Acredito que já é tempo de Santarém ter uma universidade que se dedique ao desenvolvimento de
uma escola de negócios para a formação de gestores para as nossas empresas e para a Administração
Pública.
A geração de um ambiente saudável de negócios depende de um olhar técnico da Administração
A geração de um ambiente saudável de negócios depende de um olhar técnico da Administração
Pública na busca de alternativas para as dificuldades enfrentadas por quem quer empreender. Disso
dependem empregos e o desenvolvimento da nossa cidade.
VAVÁ IRMÃO DE LULA MORRE AOS 79 ANOS, PRESIDENTE PEDE PARA IR AO ENTERRO. A "JAULEIRA" DE MORO IRÁ DEIXAR?

Ele sofria de câncer de pulmão. Decisão sobre Lula fica a cargo de juíza que havia endurecido
seu regime de visitas.
Faleceu nesta terça 29 Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Ele tinha 70 anos e morreu em decorrência de um câncer no pulmão.

Vavá era um dos irmãos mais próximos de Lula e
estava internado desde a semana passada para
tratar da doença. A Defesa de Lula deve pedir
para que o ex-presidente possa comparecer ao
enterro.
A decisão fica a cargo da juíza Carolina Lebbos,
da 12ª Vara Federal de Curitiba, cidade onde o ex-
presidente está sendo detido, na sede da Polícia
Federal.

VAVÁ, IRMÃO DE LULA (CRÉDITO: RICARDO STUCKERT)
estava internado desde a semana passada para
tratar da doença. A Defesa de Lula deve pedir
para que o ex-presidente possa comparecer ao
enterro.
A decisão fica a cargo da juíza Carolina Lebbos,
da 12ª Vara Federal de Curitiba, cidade onde o ex-
presidente está sendo detido, na sede da Polícia
Federal.
Na semana passada, já havia endurecido as regras
para as visitas recebidas por Lula.
Se a lei brasileira for cumprida, o ex-presidente
para as visitas recebidas por Lula.
Se a lei brasileira for cumprida, o ex-presidente
Lula, que vem sendo mantido como preso
político desde abril do ano passado, deixará nesta
terça-feira, 29, a cela em Curitiba, onde foi colocado para não disputar as eleições presidenciais de
2018; advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, já apresentou o pedido para que o ex-presidente
seja autorizado a sair para velar e enterrar o irmão Genival Lula da Silva, o Vavá, que morreu aos 79
anos vítima de câncer; no fim do ano passado, Lula teve negado pedido para ir ao enterro do amigo e
ex-deputado Sigmaringa Seixas, sob argumento de que poderia sair da prisão apenas em casos de
"falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão"
Lideranças petistas já demonstraram solidariedade, como a presidente do partido, Gleisi Hoffmann e
a ex-presidenta Dilma Rousseff. veja abaixo:
Mais uma tristeza para Lula. Morre seu irmão mais velho, Vavá, vítima de um câncer. Lula tinha em Vavá uma figura paterna. Nossos sentimentos à família. Abraço afetuoso e de força a Lula. Esperamos que ele possa ver Vavá pela última vez
Recebi com muita tristeza a notícia da morte de Genival Inácio da Silva, o Vavá, que vinha lutando contra um câncer. Ele faleceu hoje. Lamento pela família e amigos, que enfrentam este momento de dor. Espero que o presidente Lula possa ao menos se despedir do seu irmão querido.
Manifesto por Nobel para Lula chega a meio milhão de assinaturas e é reportagem de capa do jornal francês L’Humanité
Quando você estiver lendo este texto, já terá passado de meio milhão de assinaturas o
manifesto do escritor Alberto Perez Esquivelque propõe a outorga do Prêmio Nobel da Paz ao
ex-presidente Lula. Quando escrevo, faltam apenas 60 nomes, um deles talvez o seu. Seriam
vários milhões, se os pobres e miseráveis deste país tomassem conhecimento e tivessem acesso
ao texto. Embora a indicação seja pelo que Lula fez por eles e por este país, agora o texto é um
apelo pela sua libertação e para que não se confirmem os versos de Cecília Meirelles no seu
Romanceiro da Inconfidência:”Quem não presta fica vivo /Quem é bom, mandam matar…”
Num país que condecora milicianos, honra a quem combateu o crime histórico de fazer do
povão a vítima eterna da injustiça.
EX-PRESIDENTE LULA PARA O NOBEL
DA PAZ
por Lina Sankari, L’HumanitéQuase meio milhão de pessoas já assinou uma petição lançada pelo artista e ativista pelos direitos humanos argentino, Adolfo Pérez Esquivel, para fazer do ex-presidente um Prêmio Nobel da Paz. Aquele que hoje é prisioneiro político teve a iniciativa de um programa para erradicar a fome.
Que gosto tem a farinata? Essa granola, reservada exclusivamente para os pobres, que lembra a ração servida aos animais de estimação, e da qual ninguém conhece a composição, foi apresentada em 2017 pelo (então) prefeito conservador de São Paulo, João Doria, como uma revolução na luta contra a fome no país. O que importa, no final, é que os especialistas entenderam que a farinata ampliaria a desigualdade ao invés de reduzi-la. E isso seria um “passo atrás no progresso alcançado nas últimas décadas no campo da segurança alimentar”, segundo o conselho regional de nutrição.
No Brasil, como em outros lugares, o termo “revolução” continua sendo usado em favor de projetos reacionários. No início dos anos 2000, Luiz Inácio Lula da Silva, hoje preso político condenado sem prova, iniciou sua presidência com a ambiciosa campanha “Fome Zero”. “Precisamos superar a fome, a miséria e a exclusão social. Nossa guerra não é matar ninguém, mas salvar vidas ”, disse ele na ocasião.
“O Brasil deixou o mapa da fome”
O emblema da campanha – um prato, uma faca e um garfo sobre uma bandeira brasileira – evocava “a maravilha das sensações saciadas” citada pelo escritor Jean-Marie Le Clézio. Mas também o gosto de tudo que falta, além do arroz e do feijão. E especialmente esperança.
Em 2014, no coração do popular bairro de Campo Limpo, Lula convidou a todos para medir o progresso do gigante sul-americano desde o início dos anos 2000: “Antes, a mãe que ia fazer compras devolvia o carrinho vazio porque tudo estava inacessível. A carne tornou-se acessível, podemos nos dar ao luxo de ir a restaurantes, viajar, ir à universidade. Quem teria imaginado isso? Companheiras, diga a seus filhos que antes, a esperança não era permitida.”
Embora várias aspirações tenham desaparecido desde a eleição de Jair Bolsonaro como presidente, alguns cidadãos parecem determinados a travar uma luta extremamente política para ganhar a candidatura de Lula ao Prêmio Nobel da Paz de 2019 em nome de “correlação entre a garantia dos direitos humanos pelos povos, especialmente saúde e segurança alimentar, e a construção internacional da paz”, segundo o Comitê de Solidariedade Internacional para a defesa de Lula e da democracia no Brasil.
Lançada pelo ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1980, o artista argentino Adolfo Pérez Esquivel, a petição já reuniu cerca de 500 mil assinaturas, incluindo as dos sociólogos Jean Ziegler e Éric Fassin, Angela Davis, o ator Danny Glover, o lingüista Noam Chomsky e o sindicato UGTT.
Segundo eles, os programas Fome Zero e Bolsa Família “foram os principais responsáveis pela queda das taxas de desnutrição no país (de 11% em 2002 para menos de 5% em 2007), bem como pela redução dos índices de extrema pobreza, que, segundo relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV), caiu 50,6% no período referente ao mandato de Lula. Isso permitiu que o país alcançasse o sucesso histórico de deixar o mapa da fome da ONU em 2014”.
No cenário internacional, as políticas iniciadas por Lula também levaram a uma série de programas em todo o mundo, incluindo o Fome Zero Internacional, em 2004, sob a liderança do governante brasileiro, do ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e do Presidente Francês Jacques Chirac.
Além disso, ao contrário de seu antecessor, Lula continuou a desempenhar um papel de mediador, sublinham os iniciadores da campanha.
Esse foi o caso entre a Venezuela e a Colômbia, durante o conflito armado na Colômbia, e pela Declaração de Teerã, que visava estabelecer um acordo regulando o programa nuclear iraniano.
“Um exemplo mundial da luta contra a pobreza”
A indicação de candidaturas ao comitê do Nobel termina na quinta-feira.
Estão aptos a apresentar nomes os parlamentares e ministros, os chefes de estado, os membros da Corte Internacional de Justiça em Haia e da Corte Permanente de Arbitragem em Haia, ou professores, reitores e diretores de universidades.
Para justificar sua iniciativa, Adolfo Pérez Esquivel argumenta que a fome “é um flagelo e um crime contra as vítimas da pobreza e da marginalização, privadas de vida e esperança por gerações. Por esta razão, se um governo nacional se tornar um exemplo global da luta contra a pobreza e a desigualdade, contra a violência estrutural que nos aflige como humanidade, deve ser reconhecido por sua contribuição à paz na humanidade.”
E para fazer ressoar essa sentença de Martin Luther King: “Se alguém me anunciasse que o fim do mundo é para amanhã, eu ainda plantaria uma macieira.”
PS do Viomundo: A campanha Lula Nobel da Paz vai até esta quinta-feira, 31 de janeiro.
O abaixo-assinado que pede indicação de Lula já ultrapassou 500 mil assinaturas.
Pode ser apoiado pelo público em geral. Basta assinar o manifesto aqui.
Já o apoio oficial pode ser feito por professores universitários, eméritos e associados das áreas de história, ciências sociais, direito, filosofia, teologia e religião, diretores de institutos de pesquisa, além de chefes de estado e membros de assembleias e congressos nacionais.
Neste caso, a adesão tem que ser feita diretamente no site do Comitê Norueguês do Prêmio Nobel. Acesse-o aqui.
BANCADA DA LAMA BLINDA AS MINERADORAS NO CONGRESSO E ARTICULADOR DE BOLSONARO É LOBISTA DE MINERADORAS

Ligado ao lobby de empresas de mineração, o articulador político do governo Bolsonaro no
Senado, Leonardo Quintão (MDB) operou mudanças na medida provisória (MP) que criou a
Agência Nacional de Mineração (ANM); ele retirou dois dispositivos que aumentariam a
fiscalização de barragens de rejeitos, como a que rompeu em Brumadinho, causando 65 mortes
até o momento; Quintão é deputado federal por Minas Gerais, mas não foi reeleito e passará a
atuar a partir de fevereiro como secretário especial da Casa Civil para o Senado.
Em sua coluna no jornal O Globo, o jornalista Bernardo Mello Franco afirma que "depois datragédia, vêm as promessas. Nos últimos dias, políticos anunciaram medidas para evitar que o
desastre de Brumadinho se repita. Já aconteceu em 2015, quando o rompimento de outra barragem
matou 19 pessoas em Mariana".
"O Congresso criou duas comissões especiais para discutir a catástrofe da Samarco. O trabalho
"O Congresso criou duas comissões especiais para discutir a catástrofe da Samarco. O trabalho
resultou em seis projetos para reforçar a fiscalização sobre as mineradoras. Até hoje, nenhum deles
foi aprovado. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) tentou endurecer a Política Nacional de
Segurança de Barragens. Sua proposta recebeu parecer favorável na Comissão de Meio Ambiente,
mas foi arquivada. 'Forças subterrâneas impediram a votação', diz o tucano".
"O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) propôs regras mais rígidas para as empresas que armazenam
rejeitos tóxicos. O texto também foi bloqueado antes de chegar ao plenário. 'O lobby das grandes
mineradoras é pesado', ele reclama"
"Na Câmara, a bancada do setor é suprapartidária, mas tem um líder conhecido: o deputado
"Na Câmara, a bancada do setor é suprapartidária, mas tem um líder conhecido: o deputado
Leonardo Quintão (MDB-MG), ex-escudeiro de Eduardo Cunha. Em 2014, as mineradoras bancaram
42% de sua campanha. Ele retribuiu com uma atuação incansável a favor das empresas", relata
Mello.
Segundo aponta Mello, "no fim de 2015, Quintão assinou o relatório do Código de Mineração. Antes
da votação, descobriu-se que o texto havia sido redigido no escritório de advocacia que defendia a
Vale e a BHP. O deputado não se reelegeu, mas foi alojado na Casa Civil do governo Bolsonaro".
"Dos 27 titulares da comissão que debateu o Código, 20 declararam doações de mineradoras. A lista
"Dos 27 titulares da comissão que debateu o Código, 20 declararam doações de mineradoras. A lista
incluía o presidente, Gabriel Guimarães (PT-MG), e o vice, Marcos Montes (PSD-MG), atual
secretário-executivo do Ministério da Agricultura", revela.
"Protagonista das tragédias de Mariana e Brumadinho, a Vale investiu R$ 88 milhões nas eleições de
"Protagonista das tragédias de Mariana e Brumadinho, a Vale investiu R$ 88 milhões nas eleições de
2014. Com a proibição das doações empresariais, o lobby do setor deve ficar um pouco menos
explícito", conclui Mello.
MOURÃO JÁ RECUA DE DECISÃO DE MUDAR DIRETORIA DA VALE IMPOSTA POR BEÓCIO NEVES

Mineirinho acertou diretoria com Joesley!
O presidente interino, general Hamilton Mourão, já recuou da decisão de usar a influência do
governo sobre o Conselho de Administração da Vale para afastar imediatamente a diretoria da
empresa; depois de dizer no final da manhã desta segunda que o gabinete de crise criado pelo
Palácio do Planalto estudava a possibilidade de afastamento da diretoria da Vale, Mourão
voltou atrás e, à noite, afirmou que o assunto é da alçada do conselho da empresa, lavando as
mãos.
247 - O presidente interino, general Hamilton Mourão, já recuou da decisão de usar a influência do
governo sobre o Conselho de Administração da Vale para afastar imediatamente a diretoria da
empresa. Depois de dizer no final da manhã desta segunda que o gabinete de crise criado pelo
Palácio do Planalto estudava a possibilidade de afastamento da diretoria da Vale, Mourão voltou
atrás e, à noite, afirmou que o assunto é da alçada do conselho da empresa, lavando as mãos.
A informação é do jornal Valor Econômico. "A ideia seria fazer por meio do conselho, mas o
presidente [Jair Bolsonaro] está fora, ele tem que decidir isso", disse Mourão, ao recuar da intenção
original. Como o governo detém uma ação "golden share" da empresa - que confere direitos a vetos -
poderia convocar a reunião do conselho para discutir o tema, mas Mourão ponderou que é preciso
esperar o retorno de Bolsonaro. Questionado pelos jornalistas se o governo vai usar a "golden share"
para tratar do ocorrido em Brumadinho, Mourão desconversou, dizendo que precisa estudar o
assunto.
A ideia matinal do governo federal, conforme noticiou o Brasil 247 era forçar uma reunião
A ideia matinal do governo federal, conforme noticiou o Brasil 247 era forçar uma reunião
extraordinária do Conselho de Administração da Vale, com intuito de promover a troca dos atuais
diretores, incluindo o presidente Fábio Schvartsman, que foi indicado para o cargo por Aécio Neves,
durante a administração de Michel Temer. O governo apostava em no votos dos representantes
aliados, em maioria no conselho, para convencer o restante dos representantes de acionistas da
companhia a aprovarem a destituição dos diretores.
Entre a manhã e a noite, os planos mudaram.
Entre a manhã e a noite, os planos mudaram.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
BOMBEIROS DESMONTAM APOIO DE ISRAEL: EQUIPAMENTOS NÃO SÃO EFETIVOS PARA BUSCAS

A ajuda que o presidente Jair Bolsonaro obteve de Israel para encontrar os corpos da tragédia-
crime da Vale em Brumadinho pode ser apenas um factóide; segundo o tenente-coronel do
Corpo de Bombeiros de Minas Eduardo Ângelo, que comanda o resgate, os equipamentos
trazidos por militares israelenses "não são efetivos para esse tipo de desastre"; "O ministro de
Israel se pronunciou a respeito das dificuldades que eles tiveram. O imagiador que eles têm
pegam corpos quentes, e todos os corpos [na região] são frios. Então esse já é um equipamento
ineficiente", disse ele; 60 corpos já foram retirados dos rejeitos e outras 292 pessoas estão
desaparecidas.
Da Folha:Os equipamentos trazidos de Israel para Brumadinho (MG) “não são efetivos para
Da Folha:Os equipamentos trazidos de Israel para Brumadinho (MG) “não são efetivos para
esse tipo de desastre”, disse o comandante das operações de resgate, o tenente-coronel Eduardo
Ângelo.
“O ministro de Israel se pronunciou a respeito das dificuldades que eles tiveram. O imagiador que
“O ministro de Israel se pronunciou a respeito das dificuldades que eles tiveram. O imagiador que
eles têm pegam corpos quentes, e todos os corpos [na região] são frios. Então esse já é um
equipamento ineficiente”.
Indagado sobre que outros equipamentos israelenses podem ser usados nas buscas, o comandante
Indagado sobre que outros equipamentos israelenses podem ser usados nas buscas, o comandante
afirmou: “Dos equipamentos que eles trouxeram, nenhum se aplica a esse tipo de desastre”.
O militar reconheceu que o detector de imagens poderia ser eficaz para localização de sobreviventes,
O militar reconheceu que o detector de imagens poderia ser eficaz para localização de sobreviventes,
pois capta o calor humano. Porém, nenhum sobrevivente foi localizado pelas buscas das últimas 48
horas. “O que faz [constitui] a imagem é a temperatura. Quando a temperatura está homogênea, é
como se não houvesse nada no solo”.
(…)
PRESIDENTE INTERINO, MOURÃO DÁ MAIS UMA FACADA EM BOLSONARO E NEGA EMBAIXADA EM JERUSALÉM

O presidente em exercício, Hamilton Mourão,afirmou ao embaixador palestino no Brasil,
Ibrahim Alzeben, que não há qualquer decisão sobre a transferência da embaixada brasileira
em Israel de Tel Aviv para Jerusalém; "Saímos muito satisfeitos que as boas relações
continuarão entre Brasil e Palestina, respeitando o direito internacional, respeitando a tradição
brasileira dos últimos 70 anos", disse Alzeben; segundo ele, o encontro foi "o melhor possível"
e Mourão deu "um sinal muito positivo"; alinhamento com a politica externa dos EUA foi
declarada pelo presidente Jair Bolsonaro por diversas vezes durante a campanha eleitoral, o
que irritou os países árabes.
Reuters - Em um contraponto à postura do presidente Jair Bolsonaro, o presidente em exercício,
Reuters - Em um contraponto à postura do presidente Jair Bolsonaro, o presidente em exercício,
Hamilton Mourão, recebeu nesta segunda-feira uma comitiva de representantes da Palestina,
incluindo o embaixador no Brasil, Ibrahim Alzeben, e afirmou que não há qualquer decisão do
governo brasileiro sobre a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para
Jerusalém.
"Saímos muito satisfeitos que as boas relações continuarão entre Brasil e Palestina, respeitando o
"Saímos muito satisfeitos que as boas relações continuarão entre Brasil e Palestina, respeitando o
direito internacional, respeitando a tradição brasileira dos últimos 70 anos. Foi falado esse assunto,
qualquer assunto desse será estudado pelas autoridades brasileiras e esperamos que isso não vai
acontecer", disse Alzeben ao sair do encontro.
A ideia de mudar a embaixada brasileira em Israel para Tel Aviv, imitando o movimento feito pelo
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi declarada por Bolsonaro por diversas vezes mas,
desde que assumiu o governo, o presidente tem sido evasivo sobre este tema.
A medida tem o apoio do chanceler Ernesto Araújo, mas encontra resistência entre diplomatas e
A medida tem o apoio do chanceler Ernesto Araújo, mas encontra resistência entre diplomatas e
entre outros membros do governo e apenas a ameaça de mudança já trouxe consequências
econômicas para o Brasil, que é um dos principais exportadores de carne e frango para o Oriente
Médio.
No final do ano passado, depois de Bolsonaro reafirmar sua intenção, o Egito cancelou uma visita do
então chanceler Aloysio Nunes e uma delegação de empresários ao país. Na semana passada, a
Arábia Saudita desabilitou cinco frigoríficos antes autorizados a exportar frango. O país negou
razões políticas por trás da decisão, mas autoridades sauditas já fizeram chegar ao Itamaraty sua
insatisfação com a posição brasileira.
À Reuters, o embaixador palestino, que veio acompanhado de uma comitiva de religiosos, se
mostrou satisfeito com o encontro com o presidente em exercício. Segundo ele, foi "o melhor
possível" e que Mourão deu "um sinal muito positivo".
Alzeben também convidou Mourão e Bolsonaro para visitarem a Palestina e "rezarem juntos" na
Basílica da Natividade.
COMENTÁRIO DO DIA: PARAÍSO BOLSONAICO
Site alemão detona Sergio Moro, em série de
reportagens

O site alemão Nach Denk Seiten (Depois de pensar em páginas), que tem muito prestígio por suas
análises críticas, publica desde sábado uma série de reportagens sobre o ministro da Justiça Sergio
Moro, e desconstrói a “farsa” do super herói.
Dossiê Sergio Moro é o título da série.
No primeiro artigo, chama o ex-juiz de “carreirista” e lembra que, durante muito tempo, ele recebeu
Dossiê Sergio Moro é o título da série.
No primeiro artigo, chama o ex-juiz de “carreirista” e lembra que, durante muito tempo, ele recebeu
acima do teto constitucional e também justificou de maneira cínica o auxílio-moradia que recebia.
Moro disse que era uma compensação pela falta de aumento salarial.
“Na carreira de Sergio Moro, o combate à corrupção é um slogan que ele se aplica aos outros, não a
Moro disse que era uma compensação pela falta de aumento salarial.
“Na carreira de Sergio Moro, o combate à corrupção é um slogan que ele se aplica aos outros, não a
ele”, registra o artigo, de autoria de Frederico Füllgraf.
O jornalista cita o Diário do Centro do Mundo e o GGN como referência a informações sobre a
O jornalista cita o Diário do Centro do Mundo e o GGN como referência a informações sobre a
indústria da delação premiada (série de reportagens feita em parceria pelos dois sites).
Mais especificamente, a ligação de Moro e da mulher, Rosângela, com advogados acusados de
Mais especificamente, a ligação de Moro e da mulher, Rosângela, com advogados acusados de
intermediar acordos no âmbito da Lava Jato.
No primeiro artigo, ele não cita Carlos Zucolotto Júnior, mas a ligação a que se refere é esta, também
No primeiro artigo, ele não cita Carlos Zucolotto Júnior, mas a ligação a que se refere é esta, também
a dois outros advogados, Marlus Arns e Antônio Figueiredo Basto.
Moro também é citado por uma situação de conflito de interesses, por investigar corrupção na “semi-
Moro também é citado por uma situação de conflito de interesses, por investigar corrupção na “semi-
estatal Petrobras”, e depois aceitar o convite para realizar palestra patrocinada pela empresa e por
advogados que prestam serviço à empresa.
Era uma referência a dois eventos, realizados em Nova York no ano passado, um na Câmara de
Era uma referência a dois eventos, realizados em Nova York no ano passado, um na Câmara de
Comércio Brasil-Estados Unidos, em que recebeu o título de “Homen do Ano”, e outro promovido
pela Lide, da família de João Doria.
O jornalista reconhece a popularidade de Moro no Brasil e no exterior.
“O juiz provincial brasileiro tem desfrutado de crescente popularidade nacional e internacional. No
O jornalista reconhece a popularidade de Moro no Brasil e no exterior.
“O juiz provincial brasileiro tem desfrutado de crescente popularidade nacional e internacional. No
Google, seu nome ultrapassa 38 milhões de referências a links, mais da metade dos 70 milhões de
Donald Trump e Vladimir Putin”, conta.
Os textos sobre o Dossiê Moro estão disponíveis desde sábado no site Nack Denk Seiten.
O primeiro artigo tem como título “A ascensão do carreirista a parteiro de Bolsonaro” (em tradução
Os textos sobre o Dossiê Moro estão disponíveis desde sábado no site Nack Denk Seiten.
O primeiro artigo tem como título “A ascensão do carreirista a parteiro de Bolsonaro” (em tradução
livre).
Ou seja, sem Moro, não teria nascido Bolsonaro presidente.
Ou seja, sem Moro, não teria nascido Bolsonaro presidente.
MAIS UMA IDIOTICE: ACABOU A IDEIA DE UNIVERSIDADE PARA TODOS; É SÓ PARA A ELITE DIZ MINISTRO DA EDUCAÇÃO

"A ideia de universidade para todos não existe"; a frase não é de um banqueiro ou de um
ruralista; é do ministro da Educação de Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodriguez; ele é taxativo: as
universidades são para as elites; "As universidades devem ficar reservadas para uma elite
intelectual, que não é a mesma elite econômica [do país]"
247- "A ideia de universidade para todos não existe". A frase não é de um banqueiro ou de um
247- "A ideia de universidade para todos não existe". A frase não é de um banqueiro ou de um
ruralista. É do ministro da Educação de Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodriguez. Ele é taxativo: as
universidades são para as elites. "As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual,
que não é a mesma elite econômica [do país]".
Vélez afirmou em entrevista ao jornalista Hugo Passarelli, no Valor Econômico, que não faz sentido
Vélez afirmou em entrevista ao jornalista Hugo Passarelli, no Valor Econômico, que não faz sentido
um advogado estudar seis anos para ser motorista de Uber: "nada contra o Uber, mas esse cidadão
poderia ter evitado perder seis anos estudando legislação". Para o ministro, o "retorno financeiro"
dos cursos técnicos é maior e mais imediato do que o da graduação.
O ministro disse que busca um modelo parecido ao de países como a Alemanha. Ele diz que ainda
não está em estudo a cobrança de mensalidades em universidades públicas, mas é urgente
reequilibrar seus orçamentos. O ministro também defende a redução do Fundo de Financiamento
Estudantil (Fies), iniciado por Temer.
O jornalista Hugo Passarelli descreve: "cercado de seus principais assessores e secretários de
primeiro escalão durante a entrevista, Vélez diz que elabora apenas as diretrizes do que deverá ser a
marca de sua gestão à frente do MEC, com metas alinhadas ao slogan 'Menos Brasília, mais Brasil'
do governo de Jair Bolsonaro. Os diagnósticos e elaboração de programas ficam a cargo de seus
secretários, que ainda estão se debruçando sobre as medidas de gestões anteriores."
E acrescenta: "tido como ministro da ala dos 'ideológicos' de Bolsonaro, Vélez critica o que chama de ideologia de gênero nas escolas, que ensinam 'menino a beijar menino e menina a beijar menina'.
E acrescenta: "tido como ministro da ala dos 'ideológicos' de Bolsonaro, Vélez critica o que chama de ideologia de gênero nas escolas, que ensinam 'menino a beijar menino e menina a beijar menina'.
Questionado sobre a inexistência de evidências empíricas que sustentem tal tese, limitou-se a dizer
que essa não é uma pauta que o interesse. 'Mas se houver demanda da sociedade, vamos discutir',
diz. No ano passado, o projeto da Escola Sem Partido, principal síntese dessa linha de pensamento,
foi engavetado em Comissão da Câmara. Não está descartada, porém, a volta de sua tramitação."
BRASIL FAKE: A verdade sobre o Fake News de que Wyllys mandou matar Bolsonaro

Por: Gilberto Dimenstein |
Já estamos cada vez menos despreparados para lidar com as Fake News nas redes sociais graças a recursos tecnológicos.
Veja como foi rastreada a mentira de que Jean Wyllys estaria envolvido na tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, segundo destaque do Canal Meio
Imediatamente após o deputado federal eleito Jean Wyllys anunciar que não assumiria o mandato, começou a se espalhar muito rápido na internet a história de que ele estaria envolvido com o financiamento do atentado à vida do presidente Jair Bolsonaro.
A informação é falsa. O Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, identificou em relatório, como primeiro tweet a levantar a história, o de Milene Reis, moça seguida por Carlos Bolsonaro e o assessor olavista da presidência, Filipe Martins.
O primeiro grande impulso foi dado pelo ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma. A partir daí, espalhou-se qual fogo.
Os meios de comunicação sérios têm de aprender a ser cada vez mais velozes para combater as mentiras.
Veja essa Fake News detalha no Monitor do Debate Político.
Direita difunde boato de que Jean Wyllys foge do Brasil por envolvimento na facada em Bolsonaro
Logo depois que Jean Wyllys anunciou que renunciaria ao mandato de deputado e sairia do país devido à insegurança, boatos sobre ele começaram a se difundir nas redes de direita, sugerindo ou diretamente acusando o deputado do PSOL de estar articulado com Adelio Bispo no atentado contra o presidente Jair Bolsonaro.
Os boatos, com algumas variações, sugerem que Adelio teria ido ao Congresso em 2013 e que na visita teria se encontrado com Jean Wyllys; no dia da facada, Adelio teria sido registrado no Congresso pela equipe de Wyllys para criar um álibi caso conseguisse escapar (na verdade, o registro foi um erro de um atendente ao fazer uma pesquisa para saber se Adelio já tinha estado no Congresso); com o aprofundamento das investigações sobre o atentado, Wyllys, que seria suspeito, teria decidido fugir do país.
Sugestões com essas deduções começaram a se difundir no Twitter logo na tarde do dia 24. A conta de Milene Reis, seguida por Carlos Bolsonaro e pelo assessor do presidente Filipe Martins, tweetou às 16:49: “Vídeo comprova que Adélio, ex-PSOL, visitava um deputado no Congresso/ Quem pagou os advogados de Adélio?/ Moro vai investigar entrada de dinheiro da ditadura de Maduro no Brasil/ Maduro é deposto/ Jean Wyllys desiste do mandato e foge do país/ Coincidência? #VaiPraCubaJean” (1.400 retweets)
No decorrer da tarde, a tese começa a ser difundida e ganhar centenas de retweets a partir das contas @peakebraga, @adrianotomasoni, @bolsoneas e @maryritalopes com a hashtag #VaiPraCubaJean. À noite, às 21:56, o ex-secretário nacional de justiça Romeu Tuma tweeta: “Essa história do Jean Wyllys tá muito estranha!!! Tem coelho nesse mato!” (2,1 mil retweets) Logo em seguida, tweet da conta O Corvo diz “Talvez a PF tenha descoberto o vinculo de Adélio com alguém do PSOL no caso do atentado! Será que Jean Fugiu?” (2,2 mil retweets) No dia 25, a tese viraria trending topic #1 com a hashtag #InvestigarJeanWillis (sic)
https://twitter.com/OCorvo_/status/1088596498848382979
Fundamental para a difusão do boato é o longo vídeo da jornalista Regina Vilella publicado na noite do dia 24 no canal de Youtube Cabra da Peste TV, depois reproduzido no canal Política Play (500 mil visualizações) e pela página de Facebook da maçonaria Avança Brasil. No vídeo, a jornalista relaciona um suposto fim da imunidade parlamentar, a investigação da Polícia Federal e os vínculos de Adélio com o PSOL e Jean Wyllys.
https://www.youtube.com/watch?v=ZUuip8B8a2o
https://www.facebook.com/MovimentoAvancaB…/…/292223571648272
No Facebook, a notícia também começa a se difundir na noite do dia 24, quando os sites e páginas hiperpartidários publicam a tese. Com mais de 2 mil compartilhamentos, o site bolsonarista Notícias Brasil Online pergunta, “Se Jean Wyllys Está Sofrendo Ameaças. Será Por Queima De Arquivo?” Já no começo da madrugada, com 10 mil compartilhamentos, o blog do Cleuber Carlos é ainda mais direto, “Jean Wyllys Pode Ser o Mandante Por Trás de Adelio Bispo na Tentativa de Matar Jair Bolsonaro”; a página Movimento Curitiba Contra a Corrupção simplesmente sugere “juntar os pontinhos” (24 mil compartilhamentos); por fim, Olavo de Carvalho também não é sutil, “Eu apostaria que a perseguição ao Flávio Bolsonaro, a fuga de Jean Wyllys e a tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, por um ex-membro do PSOL, estão ligados de alguma forma bem bizarra.” (1,4 mil compartilhamentos)
https://noticiabrasilonline.com/se-jean-wyllys-esta-sofren…/
https://cleubercarlos.blogspot.com/…/bomba-jean-willis-pode…
https://www.facebook.com/movimentocuritba…/…/970962923092329
Via Fernanda Salles AndradeQuem achou que a esquerda estava se adequando aos meios democráticos e aceitando a histórica…
Posted by Olavo de Carvalho on Thursday, January 24, 2019
No começo da manhã é a vez do presidente Jair Bolsonaro, no Twitter e no Facebook, resgatar o tema do atentado. Ele não faz menção a Jean Wyllys, mas faz questão de enfatizar as ligações do atentado ao PSOL: “ADÉLIO BISPO: filiado ao PSOL até 2014/ Em 6 de agosto de 2013, o então filiado ao PSOL, esteve no anexo 4 da Câmara dos Deputados, como registra sistema/ (…) Usando o nome do antigo filiado ao PSOL, alguém registra presença na Câmara dos Deputados no mesmo dia da tentativa de assassinato. Álibi perfeito caso fugisse do local do crime; (…)”
Veja como foi rastreada a mentira de que Jean Wyllys estaria envolvido na tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, segundo destaque do Canal Meio
Imediatamente após o deputado federal eleito Jean Wyllys anunciar que não assumiria o mandato, começou a se espalhar muito rápido na internet a história de que ele estaria envolvido com o financiamento do atentado à vida do presidente Jair Bolsonaro.
A informação é falsa. O Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, identificou em relatório, como primeiro tweet a levantar a história, o de Milene Reis, moça seguida por Carlos Bolsonaro e o assessor olavista da presidência, Filipe Martins.
O primeiro grande impulso foi dado pelo ex-secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma. A partir daí, espalhou-se qual fogo.
Os meios de comunicação sérios têm de aprender a ser cada vez mais velozes para combater as mentiras.
Veja essa Fake News detalha no Monitor do Debate Político.
Direita difunde boato de que Jean Wyllys foge do Brasil por envolvimento na facada em Bolsonaro
Logo depois que Jean Wyllys anunciou que renunciaria ao mandato de deputado e sairia do país devido à insegurança, boatos sobre ele começaram a se difundir nas redes de direita, sugerindo ou diretamente acusando o deputado do PSOL de estar articulado com Adelio Bispo no atentado contra o presidente Jair Bolsonaro.
Os boatos, com algumas variações, sugerem que Adelio teria ido ao Congresso em 2013 e que na visita teria se encontrado com Jean Wyllys; no dia da facada, Adelio teria sido registrado no Congresso pela equipe de Wyllys para criar um álibi caso conseguisse escapar (na verdade, o registro foi um erro de um atendente ao fazer uma pesquisa para saber se Adelio já tinha estado no Congresso); com o aprofundamento das investigações sobre o atentado, Wyllys, que seria suspeito, teria decidido fugir do país.
Sugestões com essas deduções começaram a se difundir no Twitter logo na tarde do dia 24. A conta de Milene Reis, seguida por Carlos Bolsonaro e pelo assessor do presidente Filipe Martins, tweetou às 16:49: “Vídeo comprova que Adélio, ex-PSOL, visitava um deputado no Congresso/ Quem pagou os advogados de Adélio?/ Moro vai investigar entrada de dinheiro da ditadura de Maduro no Brasil/ Maduro é deposto/ Jean Wyllys desiste do mandato e foge do país/ Coincidência? #VaiPraCubaJean” (1.400 retweets)
- Vídeo comprova que Adélio, ex-PSOL, visitava um deputado no Congresso
- Quem pagou os advogados de Adélio?
- Moro vai investigar entrada de dinheiro da ditadura de Maduro no Brasil
- Maduro é deposto
- Jean Wyllys desiste do mandato e foge do país
Coincidência? #VaiPraCubaJean
1.864 pessoas estão falando sobre isso
Estranho o Jean Willis renunciar ao mandato no mesmo dia q a PF prorroga a investigação de Adelio Bispo por mais noventa dias .
Será q ele tem culpa no cartório? #VaiPraCubaJean
2.003 pessoas estão falando sobre isso
Essa história do Jean Wyllys tá muito estranha!!! Tem coelho nesse mato!
3.929 pessoas estão falando sobre isso
Fundamental para a difusão do boato é o longo vídeo da jornalista Regina Vilella publicado na noite do dia 24 no canal de Youtube Cabra da Peste TV, depois reproduzido no canal Política Play (500 mil visualizações) e pela página de Facebook da maçonaria Avança Brasil. No vídeo, a jornalista relaciona um suposto fim da imunidade parlamentar, a investigação da Polícia Federal e os vínculos de Adélio com o PSOL e Jean Wyllys.
https://www.facebook.com/MovimentoAvancaB…/…/292223571648272
No Facebook, a notícia também começa a se difundir na noite do dia 24, quando os sites e páginas hiperpartidários publicam a tese. Com mais de 2 mil compartilhamentos, o site bolsonarista Notícias Brasil Online pergunta, “Se Jean Wyllys Está Sofrendo Ameaças. Será Por Queima De Arquivo?” Já no começo da madrugada, com 10 mil compartilhamentos, o blog do Cleuber Carlos é ainda mais direto, “Jean Wyllys Pode Ser o Mandante Por Trás de Adelio Bispo na Tentativa de Matar Jair Bolsonaro”; a página Movimento Curitiba Contra a Corrupção simplesmente sugere “juntar os pontinhos” (24 mil compartilhamentos); por fim, Olavo de Carvalho também não é sutil, “Eu apostaria que a perseguição ao Flávio Bolsonaro, a fuga de Jean Wyllys e a tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, por um ex-membro do PSOL, estão ligados de alguma forma bem bizarra.” (1,4 mil compartilhamentos)
https://noticiabrasilonline.com/se-jean-wyllys-esta-sofren…/
https://cleubercarlos.blogspot.com/…/bomba-jean-willis-pode…
https://www.facebook.com/movimentocuritba…/…/970962923092329
Via Fernanda Salles AndradeQuem achou que a esquerda estava se adequando aos meios democráticos e aceitando a histórica…
Posted by Olavo de Carvalho on Thursday, January 24, 2019
No começo da manhã é a vez do presidente Jair Bolsonaro, no Twitter e no Facebook, resgatar o tema do atentado. Ele não faz menção a Jean Wyllys, mas faz questão de enfatizar as ligações do atentado ao PSOL: “ADÉLIO BISPO: filiado ao PSOL até 2014/ Em 6 de agosto de 2013, o então filiado ao PSOL, esteve no anexo 4 da Câmara dos Deputados, como registra sistema/ (…) Usando o nome do antigo filiado ao PSOL, alguém registra presença na Câmara dos Deputados no mesmo dia da tentativa de assassinato. Álibi perfeito caso fugisse do local do crime; (…)”
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