quarta-feira, 30 de agosto de 2017

LULA VAI ACUSAR JUIZECO DE CERCEAMENTO DE DEFESA


Defesa do ex-presidente Lula irá acusar o juiz Sérgio Moro de cerceamento da defesa, por
negado o pedido para que o advogado espanhol Rodrigo Tacla Duran prestasse depoimento
como testemunha de defesa de Lula; segundo a coluna Painel, defesa de Lula vai usar o
discurso de que, com a decisão, Moro se contradiz; advogados vão dizer que a palavra de um

criminoso serve para condenar; já a palavra de um acusado não serve para esclarecer fatos 
relevantes da Lava Jato.

247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá acusar o juiz federal Sérgio Moro de
cerceamento da defesa, por negado o pedido para que o advogado espanhol Rodrigo Tacla Duran
prestasse depoimento como testemunha de defesa de Lula.
Tacla Duran é ex-advogado da Odebrechtr e acusou o advogado Carlos Zucolotto Junior, amigo e
padrinho de casamento de Moro, de tentar interferir junto à força-tarefa da operação Lava Jato para
melhorar um acordo de delação premiada (leia mais).
Segundo a coluna Painel, da Folha, a defesa de Lula vai usar o discurso de que, com a decisão, Moro
se contradiz. Os advogados vão dizer que a palavra de um criminoso serve para condenar; já a
palavra de um acusado não serve para esclarecer fatos relevantes da Lava Jato.
Moro nega pedido de Lula para ouvir 
advogado que acusa seu amigo

Juiz federal Sérgio Moro negou nesta terça-feira,
29, pedido da defesa do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva para incluir o advogado
Rodrigo Tacla Duran entre suas testemunhas de
defesa; Duran acusou o advogado Carlos
Zucolotto Junior, amigo e padrinho de
casamento de Moro, de tentar interferir junto à
força-tarefa da operação Lava Jato para
melhorar um acordo de delação premiada; "A palavra de pessoa envolvida, em cognição sumária, em
graves crimes e desacompanhada de provas de corroboração não é digna de crédito", disse o
magistrado; "Ainda que possa receber momentâneo crédito por matérias jornalísticas descuidadas",
criticou Moro
Moro mudou versão sobre sociedade da
esposa com amigo após escândalo

Após a revelação de que pode ter existido tráfico
de influência e possível pagamento de propina
em uma negociação de acordo de delação na
Lava Jato de Curitiba, o juiz Sergio Moro
admitiu à imprensa que sua esposa, Rosangela,
teve sim sociedade com o escritório de Carlos
Zucolotto, seu "amigo pessoal"; mas reforçou
que a parceria se deu "sem comunhão de trabalho ou de honorários", numa tentativa de preservar a
mulher das denúncias que agora caem sobre os ombros de Zucolotto; de acordo com uma reportagem
do Conjur, há dois anos, Moro deu outra versão sobre essa parceria: ele disse que sua esposa tinha
sociedade com Zucolotto visando"apenas a partilha de honorários", o que não significa, contudo, que
eles atuavam nos mesmos processos.
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terça-feira, 29 de agosto de 2017

JANOT TEM "FETICHE" PELO MEU BIGODE, DIZ O CAJÚ


Após ser denunciado pela terceira vez em uma semana, pelos crimes de corrupção e lavagem 
de dinheiro, o líder do governo no Senado Federal, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o 
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tem uma "fixação" nele; "Ele até deu 
declaração sobre meu bigode. Não sei se é um fetiche ou alguma coisa. Não entendo esse 
comportamento dele", disse o senador. "Não dá para querer se transformar em justiceiro, 
passar por cima da Justiça e tentar fazer uma ação deliberada contra a política brasileira. Mas 
respeito a posição dele, não vou ficar batendo boca", complementou.

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou nesta terça-feira (29) que o procurador-geral da 
República tem “fetiche” pelo seu bigode.
“Eu diria que pelo menos é uma fixação. Ele até deu declaração sobre meu bigode. Não sei se é um 
fetiche ou alguma coisa. Não entendo esse comportamento dele”, ironizou o peemedebista.
Jucá se refere a um passagem na nova denúncia apresenta por Janot, que diz “a palavra de um 
homem está no fio do bigode”.
O líder do governo no Senado foi denunciado pela terceira vez, em uma semana, pelos crimes de 
corrupção e lavagem de dinheiro.

Suspeito de matar o prefeito de Tucurui mata empresário de Itaituba


Bruno Oliveira é acusado de matar o empresário Albenor e o prefeito Jones William, conforme 
retrato falado.

Por Diógenes Brandão

A Polícia Civil está perto de encontrar o suspeito de ser o assassino do prefeito de Tucuruí, Jones 
William, morto no dia 25 do mês passado. O acusado teria sido o mesmo assassino do empresário 
Albenor Moura de Sousa, de 56 anos, crime ocorrido no município de Itaituba, na última quinta-feira 
(24).
O empresário morto foi acusado e confessou o assassinato do advogado Raimundo Messias de 
Oliveira, da cooperativa de garimpeiros da Mineração Ouro Roxo, mas foi inocentado de ser o 
executor, porém foi condenado por ocultação de cadáver. O crime foi cometido em Setembro de 
e meio de pena, em regime aberto.
Além de matar o empresário em Itaituba e ser suspeito do assassinato do prefeito de Tucuruí, Bruno 
Oliveira é o principal suspeito do assassinato do empresário de Ulianópolis, Jean Clésio Ferreira 
Aguillar, que trabalhava no ramo madeireiro e foi executado na porta de sua residência, em março 
deste ano, no município de Uruará, vizinho a Novo Repartimento.

Direita sem voto fantasia um Lula sem povo. Assista e confira



POR FERNANDO BRITO

Aquele site de extrema-direita do qual aqui não se pronuncia o nome, fica desesperado com o 
sucesso da caravana de Lula pelo Nordeste.
Ele, e outros “coxinhas” produzem a versão de que os atos estejam esvaziados.
Hoje, para provar que o ato que reuniu milhares de pessoas ontem em Mossoró (RN) foi um 
fracasso, publicou uma foto com poucas pessoas no local.
A foto não é falsa, é verdadeira.
Mas foi tirada à tarde, ainda com sol.
E o ato foi à noite…
Manipulação tão barata quanto torpe.
Para não colocar as imagens – lindas, competentíssimas – de Ricardo Stuckert, fui buscar as feitas 
num vídeo por um jornal local, o Defato.
É para você entender que o jornalismo padrão “Veja” – que vai muito além da revista, é uma 
abreviatura.
O nome completo é “Veja só o que nós queremos, do jeito que queremos que você Veja”

"DEBI & LOIDE" CRIAM O MAIOR ROMBO DA HISTÓRIA


A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta terça-feira, 29, que o governo de Michel 
Temer apresentou um déficit primário nas contas de R$ 20,15 bilhões somente no mês de julho 
deste ano; é o maior rombo nas contas públicas em um mês desde 1997, início da série 
histórica; no acumulado dos sete primeiros meses deste ano, as contas do governo registram 
um déficit fiscal de R$ 76,27 bilhões - no que também foi o pior resultado para este período em 
21 anos; números comprovam que, ao invés de recuperar a economia, a política de Henrique 
Meirelles está aprofundando depressão econômica do País, enquanto Temer sugere vender 
empresas e ativos públicos como saída

247 - A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta terça-feira, 29, que o governo de Michel 
Temer apresentou um déficit primário nas contas de R$ 20,15 bilhões somente no mês de julho deste 
ano. É o maior rombo nas contas públicas em um mês desde 1997, início da série histórica.
No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, as contas do governo registram um déficit fiscal 
de R$ 76,27 bilhões - no que também foi o pior resultado para este período em 21 anos.
De acordo com o Tesouro Nacional, as receitas totais recuaram 1,3% em termos reais (após o 
abatimento da inflação) de janeiro a julho deste ano, para R$ 773 bilhões. Ao mesmo tempo, as 
despesas recuaram 0,2% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado, para R$ 
713,55 bilhões.
Os dados oficiais mostram que o governo também diminuiu fortemente o pagamento de 
investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida, 
para R$ 12,6 bilhões, de janeiro a julho deste ano. No mesmo período de 2016, os gastos esses 
investimentos somaram R$ 22,24 bilhões. A queda foi de 45,8%.
Números comprovam que, ao invés de recuperar a economia, a política de Henrique Meirelles está 
aprofundando depressão econômica do País, enquanto Temer sugere vender empresas e ativos 
públicos como saída
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TICO SANTA CRUZ ENCARA EDUARDO BOLSONARO, SOBRE CRIMES DE SEGUIDORES NAS REDES: HOMBRIDADE E RESPEITO NÃO SÃO O FORTE DA FAMÍLIA


Publicado no Facebook de Tico Santa Cruz.



Agora de madrugada o filho de Jair Bolsonaro enviou 2 tuítes para minha conta, e um outro onde 
esqueceu de me mencionar.
Vou responder por aqui porque o Twitter é fácil de tirar de contexto.
Primeiro – eu não descobri os nomes, e-mails e Ips de quem hackeou o meu FB. Esses rastros foram 
deixados pelos criminosos. Um deles inclusive deixou link para seu perfil pedindo que o seguissem. 
Com relação ao IP do invasor, o FB manda um e-mail para avisar quando sua conta sofre alguma 
alteração ou é utilizada num dispositivo fora do padrão usual.
Nele consta localização, horário, tipo de aparelho, operadora e IP.
Não precisa ser investigador para ter acesso a isso! O próprio FB com sua central de segurança 
disponibiliza esse serviço!
Com relação à invasão do Canal de Pablo Vittar, por que cargas d’água eu teria como ter acesso?
Não entendi a relação! Mas ok deputado.
Segundo – Cobrar Bolsonaro por um posicionamento Público de repúdio à utilização de sua imagem 
ou seu nome em crimes cometidos na internet Sim! Para que o Deputado e aspirante a presidente 
deixe claro diante desses ataques que independente de serem apoiadores ou não, que ele não 
concorda com este tipo de atitude! Isso não tem nada a ver com hipocrisia, tem a ver com a defesa da 
própria honra!
Basta ver como se comportam os seguidores de Bolsonaro nas redes que podemos ter uma noção da 
violência com a qual se utilizam para defender seu nome!
Mas isso é uma escolha!
Se algum irresponsável estivesse usando meu nome ou minha imagem para cometer crimes, sendo 
meu apoiador ou não, eu imediatamente viria a público repudiar tal atitude!
Mas parece que esse exercício de hombridade e respeito não é o forte da família.
Por fim, todo cidadão brasileiro tem o direito de cobrar e de dizer o que um deputado deve fazer sim! 
Vocês são funcionários públicos, pagos com nossos impostos. Não preciso me candidatar para cobrá-
los! Esse é um dever cívico, ou o senhor acha que está lá para fazer apenas o que quer, sem ouvir a 
população?
Quando “nos vimos” na câmara, estava participando de uma sessão sobre o MINC e estavam 
presentes vários coletivos de cultura.
Eu não coloquei “2 machos P se beijar”, essa foi uma reação a fala preconceituosa do seu amiguinho 
pastor Marco Feliciano. E não tenho problema nenhum em ver 2 machos se beijando. Num ambiente 
onde todo tipo de aberração acontece, um ato de amor faz muito bem para a energia do lugar! Eu me 
sentiria ofendido se um “macho” pegasse o microfone para exaltar torturador da Ditadura militar.
Pois bem deputado, somos dois homens, quando tiver oportunidade, se quiser conversar sobre esses 
assuntos, pode ter certeza que estarei a sua espera. Esse negócio de ficar de papo furado pela internet 
é coisa de adolescente. O senhor como parlamentar pago com dinheiro público, tem o dever de ouvir 
qualquer brasileiro – mesmo que discorde de ti – isto é, se souber exercitar a democracia, coisa que 
não me parece muito familiar a sua turma.
A delegacia de crimes de internet será acionada, assim como meus advogados!
Será que seu pai ou você não tem interesse em saber quem foram os responsáveis pela invasão se 
utilizando de vossos nomes e vossas imagens? Seria uma maneira de mostrar que vocês não 
compactuam com esse tipo de ação!
Boa madrugada!

PRE ESTREIA: PALMAS PRA MIM ! CAMISA PRETA, GRAVATA VERMELHA, BARBA ESCANHOADA, PARA AQUELE "LOOK" DE BUNDINHA DE BEBÊ



POR FERNANDO BRITO


Camisa preta, gravata vermelha, barba bem escanhoada, para aquele “look” de bundinha de bebê.
Tapete vermelho também para ele e uma platéia de convidados “gente fina”
Sérgio Moro, com a discrição que o caracteriza e que em tudo combina com o recolhimento de um 
juiz, sorria como uma lâmpada acesa no escurinho do cinema onde se fez a pré-estreia do filme “A 
Lei é para Todos”, o – querem apostar? – futuro fracasso de bilheteria que ninguém pode saber quem pagou.
Dinheiro sobrando para a promoção da produção. Nos filmes de férias a que levei meu filho em 
julho, só dava trailler dela, com cenas de ação, perseguições e suspense que, na realidade, nunca 
existiram, exceto nas mobilizações de guerra feitas para deter a ninguém que oferecesse resistência.
A cena do cinema era um retrato muito melhor da Lava Jato do que o filme.
Um espetáculo, onde havia fatos, mas sobram encenações e que tem no centro da platéia o ator 
principal, reluzente.
Na mesma Folha, o historiador italiano Giovano Orsina, falando da Operação Mãos Limpas, o céu de 
Moro, faz uma descrição que se encaixa como luva no que se via:
Juízes e promotores viraram atores políticos, mas é muito difícil apontar se eles faziam isso por 
alguma agenda.(…)
Até certo ponto, eu acho, alguns dos magistrados tinham sim uma agenda [política], (…) como no 
caso de Antonio di Pietro [o juiz principal da Mãos Limpas, que virou ministro do governo de centro-
esquerda de Romano Prodi em 1996 e de 2006 a 2008]. Houve artigos incríveis escritos por ele e 
também por outros, nos quais era adotada uma retórica moralista. O indiciamento ético da classe 
política era moral, não judicial.
Tanto que ele apareceu em um programa de TV fazendo café da manhã, um verdadeiro herói do 
povo. Depois ele viria a fundar um partido, o Itália de Valores [em 1998], cujo nome diz tudo. 
Paradoxalmente, esse clima de moralismo abriu caminho para Silvio Berlusconi, mas isso é nosso 
olhar hoje. Em 1994, quando Berlusconi foi eleito, sua figura era a solução para a demanda por 
moralidade. Ele não era um político, e para a sociedade os políticos não eram mais necessários.
Pois é. O filme original foi uma tragédia.
“A lei é para todos”, menos que para eles e seus amigos 

BARBICHA DA LAMA JATO: O CAVADOR DE DIÁRIAS



POR FERNANDO BRITO 

O promotor Carlos Fernando dos Santos Lima, o cardeal da Lava Jato, reagiu com um grosseiro 
“tome vergonha na cara” às críticas do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro sobre o que 
seria a aplicação dos “métodos lavajatenses” no caso denunciado ontem de que poderiam estar 
Já que o Dr. Carlos Fernando introduziu o “conselho” grotesco no debate, não é demais saber se os 
pudores também não podem ser aplicados a ele.
Dias atrás, o jornal Gazeta do Povo divulgou que o procurador recebeu, ano passado, R$ 137 mil 
reais em diárias – isentas de Imposto de Renda e fora do teto constitucional – por sua presença na 
República do Paraná.
Marcelo Auler mostra em seu blog, que Santos Lima é mesmo “viajandão”. E acham pouco o 
que ganha por isso.
Entre 10 de janeiro a 8 de julho de 2005, 130 dias úteis, Carlos Fernando recebeu nada menos que 
101 diárias de viagem do Ministério Público.
Considerando que o valor da diária de um procurador da República corresponde a 1/30 do seu 
subsídio, quase três salários e meio.
Mas ele não ficou satisfeito.
Como em julho de 2005 foi sancionada uma lei aumentando a remuneração dos procuradores, 
retroativo a janeiro, foi à Justiça para pedir aumento nas diárias já pagas de viagens já feitas, para 
embolsar mais R$ 26 mil.
Perdeu em primeira e em segunda instâncias, claro, porque a finalidade da diária é custear as 
despesas de viagem (exceto passagens) e, portanto, não há sentido em “custear” o que já se fez.
É claro que é direito de Carlos Fernando pedir o que quiser à Justiça, mesmo que sejam vantagens 
sobre vantagens já fartíssimas.
Mas é uma boa oportunidade para lembrar de sua sugestão sobre “tomar vergonha na cara”.
Leia a história e veja os documentos no Blog do Marcelo Auler.

O jogo de cena da Lava Jato com José Serra


Luis Nassif

Muitos se surpreenderam com o fato do algoritmo do STF (Supremo Tribunal Federal) ter sorteado o processo do senador José Serra (no caso da delação da JBS) para a Ministra Rosa Weber, e não para os indefectíveis Gilmar Mendes ou Alexandre de Moraes.
Teria o algoritmo falhado miseravelmente em hora tão delicada?
Não. O algoritmo continua bem azeitado. E a maior prova é o fato de Serra ter emergido das sombras onde se oculta sempre que o medo bate, e voltado a falar, querendo pegar carona na bandeira do parlamentarismo.
No período de maior pressão, chegou a circular até o boato de que Serra estaria sendo vítima de doença terminal, tal o nível de abatimento do valente ao pressentir a viola em cacos. Uma das características da personalidade de Serra é sempre se esconder quando exposto a qualquer tipo de pressão, política ou penal.
O caso JBS não deve ter contrapartidas de Serra. Ou seja, foi uma contribuição de campanha, parte para a campanha, parte provavelmente embolsada, já que não declarada, mas que, em todo caso, não implicou em uma contrapartida de Serra. Mesmo porque a JBS produz salsicha, não obras viárias. Por isso mesmo, tem tudo para entrar na vala comum do caixa 2 sem identificação de propina.
O processo que inquieta Serra é o motivado pelas delações da Odebrecht. Lá, há propina na veia, o percentual do dinheiro gasto nas obras do Rodoanel e do Metrô de São Paulo, os encontros com Marcelo Odebrecht no escritório de Verônica e um conjunto de indícios que permitiria ao Procurador Geral da República solicitar a quebra do sigilo de Verônica.
O algoritmo entregou esse inquérito para Gilmar Mendes.
Terá o mesmo destino dos inquéritos contra Aécio Neves, que só não se safou devido ao ponto fora da curva da delação da JBS acompanhado de gravações de conversas com ele, Aécio.
Aliás, se prosperar a delação de Antônio Pallocci, sobre a suposta propina paga ao ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça César Ásfora, e a operação Castelo de Areias vier a ser recuperada, encontrarão indícios robustos do pagamento de R$ 5 milhões a autoridades do governo de São Paulo, para abafar o episódio da cratera do Metrô. As negociações permitiram às empreiteiras indicar funcionários-laranjas como responsáveis, em vez dos próprios presidentes. Segundo advogados que acompanharam de perto as negociações, o total foi R$ 15 milhões, irmamente divididos entre as três empreiteiras.
De qualquer forma, o jogo de cena com senadores do PSDB não convencerá ninguém, enquanto se poupar dois personagens-chaves: Dimas Toledo, no caso Furnas, e Paulo Preto, no caso Dersa. Ou enquanto se mantiver incólume o fundo de investimento de Verônica Serra.

Acuados pela opinião pública, golpistas fingem voltar atrás na venda da Amazônia


Após a repercussão negativa diante da extinção da Renca (Reserva Nacional de Cobre e 
Associados), na Amazônia, o governo de Michel Temer decidiu revogar o decreto. Outro texto 
será publicado, no entanto, liberando ainda a área para exploração mineral.

"Atenção: Temer e Sarney Filho fazem jogo de cena. Não revogaram coisa nenhuma na 
Amazônia. O 'novo decreto' sobre extinção da Reserva Nacional de Cobre não muda 
rigorosamente nada em relação ao anterior. É marketing. Manipulação", escreve Alceu 
Castilho; diretor da WWF também avaliou que o novo decreto é inócuo

Após a repercussão negativa diante da extinção da Renca (Reserva Nacional de Cobre e Associados), 
na Amazônia, o governo de Michel Temer decidiu revogar o decreto. Outro texto será publicado, no 
entanto, liberando ainda a área para exploração mineral.
Em anúncio no Palácio do Planalto, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, falou que o novo 
decreto mantém a extinção da Renca, mas traz “um vigor muito maior” para garantir a preservação 
das unidades de conservação.
“O novo decreto colocará ponto por ponto de como deverá ser agora após a extinção da Renca, 
preservando as questões ambientais, indígenas, sejam elas reservas estaduais ou federais. […] A 
mineração só irá ocorrer dentro da legislação ambiental em vigor”, diz o ministro de Minas e 
Energia, Fernando Coelho Filho.
Criada durante a ditadura militar, a Renca é uma reserva do tamanho do Espírito Santo, entre o Pará 
e o Amapá, que foi aberta à atividade de mineração após 30 anos com o decreto assinado por Temer. 
A área é rica sobretudo em ouro, mas também em tântalo, minério de ferro, níquel, manganês e 
outros minerais. A região tem nove unidades de conservação.
O decreto enfrentou forte resistência por parte de ambientalistas e movimentos sociais. O temor é de 
que a exploração de minério em regiões próximas às terras indígenas e às áreas de proteção integral e 
uso sustentável dentro da Renca provoque degradação na floresta e nos cursos d’água, e cause um 
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CARAVANA LULA: O SERTÃO VIROU UM MAR DE GENTE


São notórias as razões do medo a Lula. Entre elas, por exemplo, em referência a assuntos da 
semana: o governo de Lula jamais privatizaria a Eletrobras, a reacender fatais atitudes da 
Presidência de FHC, a bem de amigões endinheirados atentos aos movimentos das bolsas e de 
compradores estrangeiros para desgraça da própria segurança nacional. Tampouco permitiria 
a presença de soldados americanos nas manobras militares marcadas para novembro próximo 
na fronteira amazônica.

A um velho brizolista é, talvez, mais fácil entender o que se passa em relação a Lula que a muitos 
petistas.
Estamos acostumados ao que eu chamava de “cenas de brizolismo explicito”, como temos agora as 
de “lulismo explícito”
Damos de ombros à crítica de que isso é populismo, porque sabemos contra o que este nome é usado.
Como não somos regidos pelo “o que sai no jornal”.
Porque o jornal é “deles”.
Sim, digam que somos simplórios, que temos um “nós” e “eles”.
Não sai na imprensa, claro, ou sai torcido, explorando migalhas: um contratempo aqui, a presença de 
estruturas públicas presentes ali – ter proteção policial em jogo de futebol ou show de música é 
legítimo, não é? – mas os videos e as imagens não mentem.
A caravana de Lula pelo Nordeste ganha ares de procissão.
A luzes dos “flashes” dos celulares ganham cores de velas acesas de esperança.
Outras luzes, as de alarme, acenderam-se nos salões.
Onde não creem na profecia de Gláuber Rocha: “mais fortes são os poderes do povo”
O “vale-tudo” vai atingir proporções inimagináveis. Ou melhor, imagináveis para quem viu coisas 
como aquelas do “O Fim do Brasil” do grupo que patrocina aquele site de extrema direita do qual 
não se pronuncia o nome aqui.
Por isso a um velho brizolista é mais fácil entender.
Porque aprendeu que não são virtudes vagas que estão na balança, mas o próprio reconhecer-se do 
povo.
Por isso as elites – poucos – e os elitistas – muitos – não entendem que não é a um herói que 
abraçam, agarram, beliscam, beijam, amassam em seus braços.
Abraçam, agarram, beliscam, beijam, amassam a si mesmos, tomados pela sensação – muito mais do 
que pela compreensão racional – de que existem, de que não têm mais que viver escondidos na 
floresta ou no sertão, como bichos.
Não são bichos, são gente, como eu ou você.
Que quer ser tão importante como qualquer um, até mesmo um pouco menos, talvez, por enquanto.
Mas que quer existir, como descobriu que existia.

MULHER DE DEPUTADO QUE APOIOU IMPEACHMENT É FILMADA RECEBENDO DINHEIRO DE PROPINA


A prefeita de Juara (MT) foi filmada recebendo uma bolada em propina como parte de um 
grande esquema denunciado na Operação Sodoma; o marido dela, deputado Oscar Bezerra, 
foi favorável ao impeachment; ma época, ele declarou: “Esse é o momento de todos os 
representantes da população e sociedade em geral se posicionarem sobre os desmandos 
cometidos pelo governo federal, para que todos os fatos venham à luz, e o Brasil consiga se 
recuperar desta crise política que possui reflexos diretos em nossa economia”

Gravações entregues pelo ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), ao Ministério 
Público, em delação premiada, mostram políticos do estado recebendo bolos de dinheiro, como parte 
de um grande esquema denunciado na Operação Sodoma.
A prefeita de Juara, Luciane Bezerra (PSB), aparece colocando uma bolada na bolsa.
O marido dela, deputado Oscar Bezerra, foi favorável ao impeachment. Na época, ele declarou: 
“Esse é o momento de todos os representantes da população e sociedade em geral se posicionarem 
sobre os desmandos cometidos pelo governo federal, para que todos os fatos venham à luz, e o Brasil 
consiga se recuperar desta crise política que possui reflexos diretos em nossa economia”.

"AMIGO" DE MORO RENUNCIA À DEFESA DO BARBICHA DA LAMA JATO


O advogado Carlos Zucolotto Junior, amigo do juiz Sergio Moro, deixou a defesa do 
procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Operação Lava Jato, quem representava em 
uma ação trabalhista que corre no STJ, informa a jornalista Mônica Bergamo; Zucolotto 
renunciou à defesa nesta segunda-feira 28, um dia após a acusação do ex-advogado da 
Odebrecht Rodrigo Tacla Duran, de que ele teria tentado intermediar um acordo favorável a 
ele na Lava Jato, onde teria bons contatos.
247 - O advogado Carlos Zucolotto Junior, amigo do juiz Sergio Moro, deixou a defesa do 
procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Operação Lava Jato, quem representava em uma 
ação trabalhista que corre no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
A informação é da jornalista Mônica Bergamo, da Folha. Segundo ela, Zucolotto renunciou à defesa 
nesta segunda-feira 28, um dia após a divulgação da acusação, pela mesma colunista, feita pelo ex-
advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran, de que Zucolotto teria tentado intermediar um acordo 
favorável a Tacla Duran na Lava Jato, onde teria bons contatos.
Carlos Fernando alega não ter relação com Zucolotto e diz que seu defensor é Vicente Paula Santos, 
de quem o amigo de Moro já foi sócio. A acusação contra Zucolotto foi rebatida em nota por Sergio 
Moro. Para ele, Duran é foragido e não merece crédito.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

JUIZECO IMPARCIAL JÁ LIVROU SUSPEITO QUE ACUSA SEU AMIGO PESSOAL DE COBRAR PROPINA


Moro livrou suspeito que acusa seu amigo de cobrar propina
Cíntia Alves 

Jornal GGN - Apesar de tratar o advogado Rodrigo Tacla Duran como um bandido, a verdade é que o juiz Sergio Moro, num primeiro momento, não quis transformá-lo em réu na Lava Jato. A desculpa utilizada foi que processar um foragido que precisa de extradição junto com pessoas já presas no Brasil iria atrasar o julgamento. Por isso, Moro decidiu não aceitar a primeira denúncia do Ministério Público Federal contra Duran. Só veio a fazê-lo em outra tentativa dos procuradores, meses depois.
A denúncia contra Duran por lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa foi apresentada pelos procuradores de Curitiba em 11 de abril deste ano - quando o investigado, que tem cidadania espanhola, já era considerado foragido da Justiça. Nove dias depois, Moro analisou a acusação e decidiu não aceitar a parte que diz respeito ao advogado.
No domingo (27), a jornalista Mônica Bergamo publicou reportagem sobre um trecho vazado de um livro que Duran pretende lançar nos próximos meses. O advogado promete relatar na obra um episódio comprometedor para um “amigo pessoal” de Sergio Moro, o advogado trabalhista Carlos Zucolotto. De quebra, as informações expõem os procuradores de Curitiba.
Segundo os relatos de Bergamo, Duran acusou Zucolotto de “intermediar negociação paralela com a força-tarefa da Lava Jato”. Segundo ele, o amigo de Moro o procurou para oferecer seus serviços em Curitiba alegando que tinha “bons contatos” e que poderia ajudar a construir um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal.
Em troca, o amigo de Moro pediu para receber ⅓ dos honorários “por fora”, com a desculpa de que precisava pagar as pessoas que participaram das tratativas nos bastidores.
Antes de Zucolotto entrar em cena, o procurador Roberto Pozzobon teria proposto a Duran uma multa de 15 milhões de dólares para fechar a delação. Pelos relatos no livro, Zucolotto fez algumas “sondagens” e afirmou que poderia “melhorar a proposta”, inclusive usando um “contato” para levar Deltan Dallagnol à mesa de negociação.

"(...) de fato, os procuradores Julio Noronha e Roberson Pozzobon enviaram por e-mail uma minuta de acordo de colaboração com as condições alteradas conforme o que Zucolotto havia indicado em suas mensagens", assinalou Duran. 
Contrariado com a narrativa, Moro entrou em contato com seu amigo pessoal e publicou uma nota no site O Antagonista, na qual diz que não há provas das acusações relatadas e lamenta “o crédito dado pela jornalista ao relato falso de um acusado foragido tendo ela sido alertada da falsidade por todas as pessoas citadas na matéria.”
Os principais fatos envolvendo Duran ocorreram na seguinte ordem:
- Em 5 de julho de 2016, Moro decreta a prisão preventiva e autoriza o bloqueio de bens de Duran, que vinha sendo investigado por offshores para lavar dinheiro para empreiteiras que tinham contratos com a Petrobras. O pedido (busca e apreensão criminal nº 5035144­ 88.2016.4.04.7000) foi feito pelo MPF no âmbito do processo 5048976­28.2015.4.04.7000 - que, segundo o portal da Justiça do Paraná, está em segredo de Justiça.
- Em novembro de 2016, a imprensa deu notícias de que as autoridades, a mando de Moro, bloquearam recursos das contas de Duran.

- Em 11 de abril de 2017, o MPF acusa Duran e outros por lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

- No dia 20 de abril de 2017, Moro acolhe parcialmente a denúncia, livrando Duran da situação de réu. O argumento usado pelo juiz foi que Rogério Gonçalves, um dos denunciados, já estava preso preventivamente no Brasil, enquanto a situação de Duran exigia um embate com a Justiça da Espanha em torno da extradição. Moro avaliou como um prejudicial à celeridade do julgamento o fato do MPF ter optado por denunciar Duran nessas condições, e decidiu rejeitar esse trecho da acusação. “Não é apropriado reunir na mesma ação penal pessoas que se encontram em situação processual díspares, sendo necessário imprimir urgência à ação penal contra o acusado preso no Brasil, o que não será possível com outro acusado no exterior”, disse. O juiz sugeriu aos procuradores que apresentem um caso exclusivamente sobre Duran. “Assim, essa parte da denúncia não será recebida e deverá o MPF, querendo, promover ação penal em separado a respeito desses fatos, não sendo apropriado incluí-la na presente."

- O processo 5015608-57.2017.4.04.7000, que poderia ter Duran como réu, mas não tem, entrou em fase de alegações finais. A ação originária (50565024620154047000), que ainda pode estar relacionada ao advogado, está em segredo de Justiça. 
- O Ministério Público acatou a ordem de Moro e apresentou uma denúncia apartada, que só foi aceita pelo juiz em 29 de maio (ação penal 5019961-43.2017.4.04.7000). No mesmo despacho, Moro disse que preferiria aguardar o resultado do processo de extradição antes da citação por cooperação internacional.
- Em 28 de julho, a imprensa divulgou que a Espanha negou a extradição de Duran, mas advertiu que ele poderá ser julgado naquele país com base nas informações enviadas pela Justiça brasileira quando da ordem de prisão preventiva. 
***
Folha ainda expôs que Rosangela Moro e Zucolotto eram sócios, mas Moro afirmou que se tratava de uma "sociedade de advogados sem comunhão de trabalho ou de honorários", e que Rosangela "jamais trabalhou em processos do escritório do sr. Carlos Zucolotto e vice-versa".
Uma fonte que atua na Lava Jato em Curitiba afirmou ao GGN, contudo, que "ao que parece" a esposa de Moro "saiu correndo" do escritório em 2016, qando este entrou na mira de investigadores por "prestar serviços para petrolíferas com interesse nos resultados da Lava Jato".

Zucolotto, por fim, disse que as acusações de Duran são inverídicas e não passam de uma tentativa de implicar Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato, com o objetivo de fugir de uma ação penal. 

EM TEMPOS DIFÍCEIS ...UMA TUCANA CORAJOSA !!


*Presidente nacional do PSDB Mulher e ex-
ministra da Secretaria Especial de Políticas 
Públicas para Mulheres no governo 
Fernando Henrique Cardoso.
Foto: Tercio Carpello/ASCOM PSDB-AL

“Não dá mais para esperar”, 
por Solange Jurema

Por dois dias, eu assisti maravilhada a
exposições com especialistas de várias áreas que
falaram sobre um Brasil possível, que dá
oportunidades às comunidades mais carentes e
que enxerga as necessidades de cada um com
suas especificidades, a partir do
desenvolvimento de seus potenciais. Foi durante
a conferência dos parceiros da Fundação Konrad
Adenauer (KAS), no Rio, que discutiu: “O
Brasil em transição: Em busca de uma cultura ética e transparente”.
Nas discussões, uma conclusão que pode parecer óbvia, mas muito dura de ouvir quando no coração
bate um verde-amarelo. O Brasil sofre de uma grave crise político-institucional em que partidos
políticos e seus atores já não contam mais com a confiança da sociedade e o pior, por vezes com a
desconfiança e o descrédito. Como se isso não fosse o suficiente, há uma crise econômica que
interrompe planos e perspectivas imediatas.
Diante de um cenário deste, a alternativa é buscar parcerias para realizar projetos práticos que aliam
medidas de transparência e de combate à corrupção, mas, sobretudo, ações que podem melhorar o
cotidiano das comunidades – por vezes, invisíveis aos olhos de muitos.
Parceira do PSDB-Mulher, a KAS, que é uma fundação política alemã, independente e sem fins
lucrativos, que atua em vários segmentos e tem projetos muito interessantes. Um deles é o Saúde e
Alegria, desenvolvido na Amazônia, que é encantador: com palhaços e de forma lúdica os
educadores orientam, de forma sustentável, uma série de ações para o desenvolvimento das
comunidades e da região.
O projeto Saúde e Alegria reúne um conjunto de práticas e soluções adaptadas que geram benefícios
diretos à população tradicional. Há ações que estimulam os jovens e o empreendedorismo, as
mulheres artesãs e o ecoturismo. Estes são só alguns exemplos. Há mais de 10 anos, essas ações
conjuntas são colocadas em prática envolvendo aproximadamente 15 mil pessoas.
Ao ouvir esses relatos, eu me pergunto: por que não buscar mais parcerias para executar propostas
assim? É hora de arregaçarmos as mangas e por em prática a nossa grande bandeira da igualdade de
oportunidades para todos e todas indistintamente pelo Brasil afora. Não dá mais para esperar!
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BRANCOS, NULOS E ABSTENÇÕES GANHAM ELEIÇÃO NO AMAZONAS, MA QUEM ASSUME O MANDATO TAMPÃO É A MÃE DE TODAS AS EPIDEMIAS



Amazonino Mendes venceu com apoio do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto Pela quarta vez.
Amazonino será governador do Amazonas. Ele foi eleito no domingo, 27, para comandar o estado
até o final de 2018, completando mandato que foi iniciado por José Melo, cassado por compra de votos.
Depois de quase cinco anos afastado da política, Amazonino Mendes (PDT), 77, foi eleito neste
domingo (27) o novo governador do Amazonas. Ele vai exercer um mandato-tampão de 14 meses,
até o fim do ano que vem.  
Depois de quase cinco anos afastado da política, Amazonino Mendes (PDT), 77, foi eleito neste
domingo (27) o novo governador do Amazonas. Ele vai exercer um mandato-tampão de 14 meses,
até o fim do ano que vem. Mendes derrotou o senador Eduardo Braga (PMDB) no segundo turno das
eleições suplementares determinadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Com 100% das urnas
apuradas ainda antes da meia-noite, o pedetista alcançou 59,21% dos votos válidos, enquanto o
peemedebista teve 40,79%.
Ex-aliados, tanto Mendes quanto Braga já governaram o Estado --o primeiro de 1995 a 2003, e o
segundo de 2003 a 2010. Além de governador, Amazonino foi prefeito de Manaus de 2009 a 2013. O
vencedor da eleição comemorou o resultado com uma mensagem de agradecimento em uma rede
social. "Agradeço do fundo do meu coração a cada pessoa que acreditou que, juntos, podemos mudar
a política e podemos mudar nosso Estado", escreveu:

BARBICHA DO BANESTADO ATACA KAKAY, QUE REBATE: DESONRA O MP


Agora foi vez do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Lava Jato 
em Curitiba, correr em defesa do juiz Sérgio Moro e rebater declarações do advogado Antônio 
Carlos de Almeida, o Kakay, sobre caso envolvendo um amigo do juiz Sérgio Moro; "Tome 
vergonha na cara", disse o procurador; na tréplica, Kakay disse que o procurador desonra o 
MP; "Comentei as acusações dando a ele o pressuposto da presunção de inocência, que ele e 
sua turma negam a todos. Este procurador, que desonra o MP, ao usar o Facebook como 
maneira de intimidação, de forma ridícula, nem mereceria resposta, mas eu o faço em 
homenagem a um MP que orgulha o país e ao qual a advocacia respeita, elogia e reverencia".

AMIGO DE MORO
Segundo a Folha de S. Paulo, Rodrigo Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht, afirma que o 
advogado trabalhista Carlos Zucolotto Jr, amigo de Moro, intermediou "negociação paralela com a 
força-tarefa da Operação Lava Jato".
Duran cumpre liberdade condicional na Espanha. E recusou fechar delação premiada junto de outros 
ex-executivos da construtura.
No domingo (27), dia da publicação da matéria na Folha, Moro correu em defesa do amigo através 
de nota.
Kakay havia dito que caberia prisão preventiva de Moro, caso tomasse decisões similares a de casos 
que julga na Lava Jato. "O fato do juiz ter entrado em contato diretamente com o advogado 
Zucolatto, seu padrinho de casamento, para enviar uma resposta à Folha, ou seja, combinar uma 
resposta a jornalista, seria interpretado como obstrução de Justiça, com prisão preventiva decretada 
com certeza", afirmou.
Agora foi vez do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da 
Lava Jato em Curitiba, correr em defesa do juiz Sérgio Moro e rebater, neste domingo (27.ago.2017), 
declarações de Kakay, advogado de réus na operação, sobre caso envolvendo um amigo do juiz 
Sérgio Moro.
"Tome vergonha na cara", disse o procurador. "Kakay foi longe demais". Em nota, a força-tarefa da 
Lava Jato em Curitiba também repudiou a fala de Kakay.
TRÉPLICA DE KAKAY
O advogado Kakay mandou ao Poder360 uma nota em que afirma que não ter acusado ninguém. 
"Comentei as acusações dando a ele o pressuposto da presunção de inocência, que ele e sua turma 
negam a todos. Este procurador, que desonra o MP, ao usar o Facebook como maneira de 
intimidação, de forma ridícula, nem mereceria resposta, mas eu o faço em homenagem a um MP 
que orgulha o país e ao qual a advocacia respeita, elogia e reverencia".
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Delação que atinge Sergio Moro e procuradores da Lava Jato é uma lição de moral


Com essa delação contra si, Sergio Moro sentiu apenas o cheiro, e de longe, do próprio veneno e já
ficou histérico.
Imagina se ele fosse obrigado a beber o copo inteiro de arbítrios e execração pública que ele mesmo, 
associado à mídia, obrigou todos os réus, junto com seus amigos, parentes, advogados, conhecidos, 
jornalistas, a beberem até a boca?
Mais do que uma acusação contra Sergio Moro e procuradores da Lava Jato, a denúncia do advogado 
da Odebrecht atinge em cheio a teoria furada de que se pode combater a corrupção com arbítrios e 
violência judicial.
O arbítrio gera mais corrupção, porque a 
corrupção procura o poder.
Se o Judiciário criminaliza a política, prende a 
política em prisão cautelar, tortura a política 
com ameaças de condenações eternas em regime 
fechado, obriga-a a delatar o que interessa ao
procurador e ao juiz, então o que acontece?
A corrupção, farejando o poder, migra para o 
judiciário e para o ministério público!
A quantidade de procuradores corruptos está 
crescendo proporcionalmente à transferência de
poder para a instituição.
Veja o caso de Dallagnol, ganhando dinheiro com palestras pagas por especuladores internacionais, 
que lucram com a destruição da indústria nacional, do emprego e da economia brasileira de forma 
geral, provocada pela Lava Jato. Ele finge esconder disso de si mesmo, mas isso também é 
corrupção, e das mais sórdidas!


O dinheiro da corrupção nem sempre vem com um carimbo “Corrupção”. A propina é como o diabo: 
assume diversas formas. Ela pode ser paga na forma de prêmios da Globo, da Time, cachê de 
palestras no Brasil e nos EUA, e todo tipo de adulação vinda de diferentes instâncias do poder.
Corrupção, por isso mesmo, não se combate com arbítrio, violência judicial, supressão de garantias.
Corrupção não se combate com estado de exceção!
Corrupção se combate com transparência, democracia, bom senso e garantias individuais.
Diante da violência histórica do Estado, garantias individuais nunca são excessivas!
Para o cidadão perseguido pelo Estado, as garantias individuais, que garantem sua liberdade e 
dignidade, são sempre menores do que o necessário!
Padre Antonio Vieira, no famoso Sermão aos Peixes, proferido no Convento das Mercês, em São 
Luis do Maranhão, no dia 13 de junho de 1654, já denunciava a odiosa perseguição judicial que 
condena a pessoa antes mesmo da sentença!
​Vede um homem desses que andam perseguidos de pleitos ou acusados de crimes, e olhai quantos o 
estão comendo. Come-o o meirinho, come-o o carcereiro, come-o o escrivão, come-o o solicitador, 
come-o o advogado, come-o o inquiridor, come-o a testemunha, come-o o julgador, e ainda não está 
sentenciado, já está comido. São piores os homens que os corvos. O triste que foi à forca, não o 
comem os corvos senão depois de executado e morto; e o que anda em juízo, ainda não está 
executado nem sentenciado, e já está comido.
E olha que, no tempo do Padre Vieira, ainda não tínhamos a mídia de hoje, a qual, dentre tantos usos 
positivos, também se tornou um terrível instrumento de opressão, tortura e condenação!
Corrupção, sobretudo, se combate dentro da lei.
Giorgio Agamben, em seu clássico Stato di Eccezione, recorda que Dante Alighieri, no século XIII, 
já avisava num de seus livros, De Monarchia:
quicunque finem iuris intendit cum iure graditur
Quem se propõe a fazer valer o Direito, deve proceder segundo o Direito.
Ah, esqueci. A filosofia de Sergio Moro não apenas é anterior a Cesare Beccaria, cuja obra-prima 
Dei delitti e delle pene, denunciando os juízes da Idade Média, foi escrita ao final do século XVIII.
É anterior a Dante!
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COMO A GLOBO TENTOU DESTRUIR O PT, A DILMA E PRENDER O LULA


Não dispersar esforços, dinheiro e tempo: tudo contra o inimigo único 

Num furo de reportagem, o Conversa Afiada revela os princípios que organizaram e organizam o
trabalho da Globo Overseas e do Gilberto Freire com “i” para dar o Golpe e mantê-lo no poder:

1. Princípio da simplificação e do inimigo único
  • A Globo se concentrou em destruir o PT: derrubar a Dilma e prender o Lula.
  • O resto não interessa.
  • O inimigo é único.
  • Não dispersar esforços, dinheiro e tempo: tudo contra o inimigo único.
2. Princípio do contágio
  • A Globo mostrou como o PT contagiou tudo e transformou tudo em pecado e vicio.
3. Princípio da Transposição
  • Transpor, levar todos os males e vícios a este inimigo único: tudo é culpa dele.
  • O avião que cai em Congonhas, a colisão com o jatinho Legacy sobre a Amazônia, o zica, a chuva, a falta de chuva...
4. Princípio da exageração e da desfiguração
  • O PT, Dilma e Lula foram culpados de TUDO MULTIPLICADO POR DEZ!
  • A Míriam Leitão diz que a culpa – DE TUDO! - é da Dilma, até hoje, em 28 de agosto de 2017!
5. Princípio da vulgarização
  • A Globo transformou tudo o que o PT, a Dilma e o Lula fizeram em algo torpe, vulgar, safado, sujo, enlameado… fácil de descobrir e localizar.
6. Princípio da orquestração
  • A Globo transformou boatos, delações premiadas do Moro, disse-me-disse, fake news – tudo virou notícia que se oficializou no Diário Oficial, o jornal nacional!
7. Princípio da renovação
  • A Globo tinha uma “notícia” nova, “original” sempre: uma no Mau Dia Brasil, outra no Hoje, outra novíssima no jornal nacional e uma requentada, às quatro da manhã, com o William Traaack.
8. Princípio do verossímil
  • Usar e abusar do depoimento de especialistas que referendam a falsidade, a suposta “informação”. Especialistas que acham qualquer coisa de qualquer assunto. Eles dão credibilidade às mentiras. Especialistas preferidos são os “economistas de bancos” e de “consultorias” - embora nunca saiba quem se consulta com elas...
9. Princípio do silêncio
  • A Globo ocultou - não vem ao caso – toda informação que não fosse conveniente à destruição do único inimigo
10. Princípio da transferência
  • A Globo potencializou um fato presente com um fato passado: se o PT roubou no mensalão do Presidente Barbosa, roubou mais ainda na Lava Jato do Moro! O Moro multiplicou o Barbosa por mil, no jornal nacional!
11. Princípio da Unanimidade
  • A Globo fez parecer que “todo mundo”, o “Brasil inteiro” e “a sociedade sadia”, as jovens recatadas e do lar estavam indignadas com o que jorrava e jorra da Lava Jato!
Em tempo: esses princípios aí reproduzidos da Carta Maior são os que Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda de Hitler, seguia, religiosamente…

Paulo Henrique Amorim

ACHARAM OS FINANCIADORES DO FILME "LAMA JATO"



POR FERNANDO BRITO  

Lauro Jardim, na sua coluna de hoje em O Globo, dá uma pista sobre os misteriosos financiadores do 
filme de apologia à Lava Jato, o tal “a Lei é para Todos”.
“Quem bancou o orçamento de R$ 15 milhões para botar nos cinemas no dia 7 de setembro a 
megaprodução “PF — a lei é para todos”, o filme da Lava-Jato? Seus produtores não dizem sob 
hipótese alguma. O que se sabe até agora é que foram 30 investidores reunidos pela paulista Saga 
Investimentos”.
A Saga Investimentos é um empresa controlada pelo milionário Sergio Antonio Garcia Amoroso, 
que comprou, no governo Fernando Henrique Cardoso, por um real, o falido Complexo do Jari, um 
imenso e polêmico projeto de produção de celulose na Amazônia, que pertencia ao lendário Daniel 
Ludwig, um milionário americano que afundou em dívidas sua aventura no que se chamava então de 
“inferno verde” e que foi comprado antes por Augusto Trajano de Azevedo Antunes, da Caemi.
A venda teve, segundo publicou, naqueles dias, a Folha,teve a participação do BNDES, um dos 
maiores credores do Projeto Jari.
Amoroso aparece na foto acima com João Doria, como representante do Graacc – Grupo de Apoio 
ao Adolescente e à Criança com Câncer -, uma instituição beneficente que opera 90% das suas 
atividades com recursos do SUS.
Ele e Mário Frering, herdeiro de Azevedo Antunes – e quem lhe repassou o Jari – são fundadores 
da WWF-Brasil, “Fundo Mundial para a Conservação da Natureza”, justo o dono e o ex-dono do 
Jari…O mundo dá voltas, não é?