terça-feira, 30 de maio de 2017

Deputados e senadores devem R$ 876 milhões à Receita



No Pará:

O Sen JADER BARBALHO deve R$ 5.554.747,48
O Dep. JOSUE BENGTSON  deve R$ 2.226.170,49
O Deputado cassado Wladimir Costa deve R$ 370.932,89

ANDRÉ SHALDERS  - PODER 360

Deputados e senadores devem à União R$ 876,6 milhões, incluindo as empresas às quais estão
ligados. A informação está na correção de 1 relatório da PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda
Nacional). Ao todo, 183 deputados e senadores têm algum tipo de débito com o governo federal.
Atualmente, o Congresso Nacional analisa a medida provisória do Refis. O texto permite às empresas endividadas renegociar suas dívidas.
As informações sobre as dívidas foram obtidas pelo Poder360 por meio da Lei de Acesso à Informação.
O dado equivocado, divulgado no começo de maio, havia estimado em R$ 878 milhões as dívidas dos congressistas, sem contar as dívidas de empresas. No novo estudo, o mesmo critério registra débitos totais de “apenas” R$ 272,7 milhões.
No novo levantamento, a PGFN também incluiu informações sobre a parcela dos débitos que está regularizada (em pagamento ou renegociada). São R$ 337,3 milhões, ou 38% do total.
O estudo traz ainda a relação de devedores que fizeram doações a congressistas.
MAIORES DEVEDORES
Ao todo, são 152 deputados e 31 senadores com algum tipo de dívida, segundo a PGFN.
O senador mais endividado é o ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL): R$ 143 milhões. A maior parte é da TV Gazeta de Alagoas, da qual o senador é sócio. São R$ 88,5 milhões, sendo R$ 84,9 considerados irregulares pela PGFN. Collor não tem dívidas irregulares em nome próprio.
Zeze Perrella (PMDB-MG) responde por R$ 72,2 milhões. A dívida é de uma empresa relacionada a Zeze. Do total, R$ 62 milhões são considerados irregulares.



O deputado com maior débito individual é Egídio Balestra (PP-GO): R$ 100,19 milhões. A dívida é de uma empresa jurídica ligada ao congressista, a Centroalcool S/A. O débito está todo regularizado, segundo a PGFN.
O relator da MP do Refis na comissão especial que analisou o texto, Newton Cardoso Júnior (PMDB-MG) também possui dívidas grandes em empresas. Somam pouco mais de R$ 50 milhões. Desses, R$ 48 milhões são considerados irregulares.



REAÇÃO NO CONGRESSO
A divulgação da versão anterior da lista, semanas atrás, acirrou os ânimos entre os deputados e a PGFN. “A Receita e a PGFN tratam os devedores como criminosos”, disse um deputado à reportagem, à época.
A versão anterior continha erros grosseiros, como uma confusão entre a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) e uma pessoa chamada Ana Amelia Moscoso de Mello Franco, incluída indevidamente na relação.
Para os congressistas, o subtexto é claro: deputados e senadores estão votando a MP do Refis para beneficiar seus financiadores.
Congressistas avaliam que o levantamento é parte de uma guerra política da PGFN contra a MP do Refis das empresas.
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TUDO DOMINADO, FERROLHO REJEITA CONVITE E DEIXA HOMEM MALA DO POSTIÇO SEM FORO ESPECIAL


Decisão de Osmar Serraglio aproxima Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), assessor especial de 
Michel Temer que recebeu uma mala com propina de R$ 500 mil da JBS, de uma delação 
premiada; Temer demitiu Serraglio do ministério da Justiça e nomeou para a pasta o jurista 
Torquato Jardim, que era da Transparência, para tentar controlar a Polícia Federal; o nome 
de Serraglio, que é citado na Operação Carne Fraca, foi rejeitado e alvo de protesto de 
servidores na Controladoria Geral da União (CGU), órgão anticorrupção do governo; pesou 
em sua decisão o fato de que Temer pode perder o mandato a qualquer momento. 

247 - O ex-ministro da Justiça Osmar Serraglio recursou o convite de Michel Temer para assumir a 
pasta da Transparência, de onde saiu o jurista Torquato Jardim para o antigo cargo de Serraglio, a fim 
de tentar controlar a Polícia Federal.
A decisão de Serraglio aproxima o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), assessor especial 
de Temer que foi flagrado recebendo uma mala com propina de R$ 500 mil da JBS, de uma delação 
premiada.
Isso porque Loures é suplente de Serraglio na Câmara dos Deputados. Com a recusa de Serraglio em 
assumir o ministério, ele volta a exercer o mandato de deputado federal, fazendo com que o deputado 
paranaense, que está afastado, fique sem foro privilegiado, podendo ser preso a qualquer momento.
O nome de Serraglio, que é citado em um grampo na Operação Carne Fraca, em que chama o líder 
do esquema de fiscalização em frigoríficos de 'chefe', foi rejeitado e alvo de protesto de servidores na 
Controladoria Geral da União (CGU), órgão anticorrupção do governo.
Ele vinha sendo pressionado a não aceitar o comando do ministério. Segundo a Coluna do Estadão, 
Osmar Serraglio tinha ficado chateado com Temer, por não ter recebido qualquer explicação do 
presidente sobre a troca de nomes nas pastas. Pesou também em sua decisão o fato de que Temer 
pode perder o mandato a qualquer momento.
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PALAVRA DE REQUIÃO ! UMA INTERVENÇÃO ANTOLÓGICA CONTRA O ESTADO DE EXCEÇÂO

OS INTELECTUAIS DO PIB - PERFEITO (PREFEITO) IDIOTA BRASILEIRO


“Vou quebrar sua cara”, diz secretário de Cultura de Dória a agente cultural da Zona Leste

O secretário de Cultura da cidade de São Paulo, André Sturm (ao centro na foto acima), de 50 anos
de idade, ameaçou “quebrar a cara” do agente cultural Gustavo Soares, do Movimento Cultural 
Ermelino Matarazzo. As palavras do subordinado do prefeito João Doria para gerir as políticas 
públicas culturais da maior cidade do Hemisfério Sul podem ser ouvidas a partir dos 30 minutos do 
áudio abaixo:


A ameaça aconteceu nesta segunda-feira (29 de maio), em uma reunião realizada na Secretaria Municipal de Cultura (SMC) entre Sturm, Gustavo, da coordenadora do Núcleo das Casas de Cultura, Priscila Machado, e de sua assessora, Bárbara Rodarte, para discutir a possível renovação do contrato de gestão compartilhada da Casa de Cultura Ermelino Matarazzo/Ocupação Cultural Mateus Santos, firmado na gestão passada e cujo contrato se encerrou em abril deste ano.
Sem quaisquer equipamentos públicos de cultura, agentes integrantes do Movimento Cultural Ermelino Matarazzo ocuparam um imóvel abandonado da Subprefeitura local – atual Prefeitura Regional de Ermelino Matarazzo – e criaram a própria casa de cultura (uma demanda de mais de 20 anos da população local). Desde o ano passado, o espaço passava por uma gestão compartilhada com coletivos culturais, que inclusive conseguiram patrocínio de empresas privadas para realizar atividades no local. A ocupação cultural é um dos mais de 30 espaços populares implementados por artistas da cidade em áreas ociosas.
“Se eu quiser fechar a porta e tirar de vocês lá, também posso”
Com o término do contrato de gestão compartilhada, a SMC apresentou proposta única de parceria que prevê um convênio sem aporte financeiro aos coletivos que ocupam o espaço. Diante do questionamento do integrante do Movimento da falta de investimentos do poder público na Cultura, o secretário Sturm altera o tom de voz e diz que “o espaço é público, é do governo. Se você não formalizar, nós vamos tirar vocês de lá”.
Em outro ponto, Sturm alega que “legitimidade e nada é a mesma coisa” e que “o prefeito foi eleito, você não foi”.
Vocês querem fazer esse discursinho babaca. A gente não tá conversando. Você é um chato, rapaz! – diz Sturm
Ao ouvir do agente cultural que estava “desequilibrado”, Sturm rebate e diz:
Vou quebrar sua cara! É isso mesmo: vou quebrar sua cara!

Em seguida, diz de forma autoritária:
Cabô a molecagem. Vai arranjar um lugar pra fazer suas gracinhas, com o coletivo articulado.

“O Movimento Cultural Ermelino Matarazzo repudia a atitude autoritária, antidemocrática, reativa e de coação do Secretário de Cultura André Sturm e tomará todas as medidas de proteção cabíveis junto aos órgãos públicos”, dizem, em nota, os integrantes do movimento. “A continuidade de uma Casa de Cultura é parte da garantia de um direito universal e não um favor restrito a uma ou outra instituição”, dizem, em outro ponto da nota. Leia a íntegra abaixo.
O Periferia em Movimento entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Cultura na madrugada desta terça (30 de maio) e aguarda retorno. Assim que obtivermos uma resposta, atualizaremos o texto.
Verba congelada e desmonte da Cultura
André Sturm é titular em uma secretaria que teve 43,5% de seu orçamento congelado este ano. Desde o início de 2017, trabalhadores e trabalhadoras da Cultura têm se mobilizado contra o “desmonte” das políticas públicas culturais pela Prefeitura capitaneada por João Dória.
O orçamento aprovado no fim do ano passado após uma árdua luta travada por artistas na Câmara dos Vereadores destinava pouco mais de R$ 518 milhões para a Cultura, menos de 1% do orçamento total do município. Organizados na Frente Única Descongela a Congela Já, artistas de diferentes linguagens culturais denunciam que o congelamento dessa verba coloca em risco e inviabiliza políticas públicas diversas, como os de formação (Vocacional, o PIÁ e o Jovem Monitor Cultural); os fomentos à Dança, ao Teatro, ao Circo e às Periferias (este último, que teve sua primeira edição ano passado e que até o momento não teve o edital de sua segunda edição publicado); os programas de cidadania cultural (como o Programa VAI, o Aldeias e o Agente Comunitário de Cultura); além dos pontos de cultura, o Circuito Municipal de Cultura, a Semana do Hip Hop, o Edital Redes e Ruas de cultura digital, a programação dos equipamentos culturais, entre diversos outros.
A maior parte desses programas foi instituída a partir de demandas de artistas e da sociedade civil como um todo, com impacto direto a toda a cadeia produtiva ligada à cultura na cidade, como gráficas, mídias, publicidade, restaurantes, entre outros serviços.
O último escândalo envolvendo Sturm diz respeito ao VAI, respeitado e suado programa de fomento a iniciativas culturais nas periferias instituído em 2004 e que já beneficiou mais de 1.200 projetos no período. Segundo reportagem da Rede Brasil Atual, o secretário interferiu no resultado do edital deste ano, eliminando cinco projetos contemplados da lista final e atropelando decisão soberana da comissão julgadora.
Por outro lado, após a polêmica da “cidade cinza” e perseguição a pixadores e grafiteiros, o secretário André Sturm e o prefeito João Dória lançaram – com a participação de artistas – o edital MAR (Museus de Arte de Rua) com o valor de R$ 200 mil oriundos de empresas privadas para selecionar oito projetos de intervenção com graffiti na cidade de São Paulo. O primeiro mural foi inaugurado neste final de semana, no Tucuruvi, Zona Norte da cidade.
Artistas denunciam as ações como estratégia de marketing e o investimento isolado em eventos e ações pontuais, em detrimento de processos contínuos e geração de subjetividades, além da perseguição política a quem discute temas como racismo e machismo, assédio moral a funcionários de equipamentos culturais e sucateamento para possibilitar a posterior privatização dos espaços culturais, como as casas de cultura e as próprias bibliotecas.
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SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA TRANSPARÊNCIA MANDAM FERROLHO A M.....

O deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), demitido da Justiça via imprensa, está num mato 
sem cachorro.

Domingo (28) foi defenestrado do cargo pelo
ilegítimo Michel Temer, mas, para garantir foro 
privilegiado para seu amigo, Rocha Loures, deu-
lhe um prêmio de consolação: o Ministério da 
Transparência.
O diabo é que a Transparência rejeita Serraglio,
como ficou demonstrado nesta segunda-feira
(29).
Servidores do órgão protestaram contra a ida do
parlamentar investigado para o cargo.
Se Serraglio voltar à Câmara, há entendimento
de que seu suplente Rocha Loures (PMDB-PR)
não perderia o foro porque a ação penal que o investiga está atrelada a de Michel Temer.
Entretanto, nesses tempos de exceção e de relativização do Direito, é bom Rocha Loures colocar a 
barba de molho…
Na tarde desta terça-feira (30), Serraglio vai dizer se aceita a Transparência — embora a mesma já 
disse que não o aceita de jeito de nenhum.

IMPERDIVEL !! CHAPEUZINHO, LOBO MAU E A VOVÓ, POR FREI BETTO


O que diria a imprensa tradicional brasileira se fosse noticiar o conhecido conto da 
Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau? Frei Betto revela!

Todos nós conhecemos a história da chapeuzinho vermelho, mas a história da chapeuzinho vermelho
pode ter vários pontos de vista.
Se o William Bonner e a Fátima Bernardes, no Jornal Nacional, fossem falar da história da 
chapeuzinho vermelho, certamente diriam: boa noite, uma menina chegou a ser devorada por um 
lobo na noite de ontem. E a Fátima adicionaria: mas a atuação de um caçador evitou a tragédia.
O Jornal da Band diria: IBAMA multa lobo por transpor limites da floresta.
O Jornal da Record: Caçador evangélico salva a avó e menina da barriga do lobo.
O Fantástico: nossa equipe de reportagem conseguiu entrevistar o lobo mau. Vejam essa noite 
porque vovozinha e chapeuzinho escaparam vivas.
Globo Ecologia: floresta desmatada obriga lobo a sair pela estrada afora em busca de comida.
Programa da Hebe: que gracinha gente, vocês não vão acreditar, mas essa linda menina aqui foi 
retirada viva da barriga de um lobo. Não é mesmo queridinha? Conta pra gente.
Cidade Alerta, o Datena: onde é que a gente vai parar. Cadê as autoridades? A menina ia para a 
casa da vovozinha a pé, não tem transporte público, foi devorada viva pelo lobo, o lobo safado. Põe 
na tela, eu falo mesmo, não tenho medo de lobo.
Revista Istoé: Lobo também estava na lista do mensalão de Brasília.
Revista Superinteressante: Lobo mau, mito ou verdade?
Folha de S.Paulo: vermelho de chapeuzinho prova influência do MST.
Globo Repórter: tara, fetiche, violência. O que leva alguém a comer na mesma noite uma idosa e 
uma adolescente.
Estadão: Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.
Revista Veja: Lula sabia das intenções do lobo.
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VÍDEO: MADURO BATE DURO NOS GOLPISTAS DO BRASIL


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou uma mensagem aos brasileiros sobre os 
últimos escândalos envolvendo Temer e Aécio. Compara as gravações divulgadas a diálogos da 
“máfia e de narcotraficantes”. Dáles duro, presidente, que les duele más.


PARLAMENTO DO MERCOSUL APROVA MOÇÃO SOBRE CRISE NO BRASIL

VÍDEO: Jean Wyllys denuncia governo Temer no Parlasul e Roberto (Jetão) Freire tem 
chilique

O parlamento do Mercosul aprovou uma moção de preocupação a respeito da grave crise 
institucional vivida pelo Brasil; o anúncio foi feito pelo presidente do parlamento, o deputado 
brasileiro Arlindo Chinaglia; a manifestação do Mercosul pede respeito à "soberania do povo"

247 - O presidente do Parlamento do Mercosul, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), anunciou nesta 
segunda-feira (29), de Montevideo, no Uruguai, moção aprovada na sessão de hoje sobre a crise 
institucional do Brasil.
Segundo informou, em vídeo, a moção destaca três pontos:
– Manifesta preocupação com a grave situação institucional do Brasil, que gera problemas sociais e 
políticos, não só no Brasil, mas na região do Mercosul, e exorta para a resolução dos problemas, 
respeitando a soberania do povo.
– Rechaça a militarização e a repressão violenta às quais as manifestações brasileiras têm sido 
vítimas e apoia pronunciamento da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e a Oficina 
Regional para a América do Sul, do alto comissariado das Nações Unidas para os direitos humanos, 
que fizeram duras críticas ao Brasil por essas repressões.
– Recomenda à Comissão de Direitos Humanos do Parlamento do Mercosul acompanhar a crise 
institucional, política e social no Brasil.
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IDIOTISMO: GENTILI RASGA E ESFREGA NAS PARTES ÍNTIMAS NOTIFICAÇÃO DE MARIA DO ROSÁRIO


Em mais um gesto típico de machistas, o debiloide Danilo Gentili divulgou um vídeo em que 
rasga e esfrega nas partes íntimas a notificação extra-judicial da deputada Maria do Rosário 
(PT-RS), que reagiu e disse que "criminoso vai responder à Justiça"

O Debiloide Danilo Gentili, que se diz também humorista e comediante, fez mais um ataque baixo à 
deputada federal Maria do Rosário (PT-RS).
Em vídeo divulgado pelo Facebook nesta segunda-feira (29), o retardado do SBT aparece rasgando a 
notificação extrajudicial enviada pela parlamentar. Em uma atitude típica de machistas, ele ainda 
esfrega o documento em suas partes íntimas, e dispara: "Para a Maria do Rosário e para qualquer 
outro deputado de qualquer outro partido, eu pago o seu salário. Então eu decido se você cala ou não 
a boca, nunca o contrário".
A notificação de Rosário pedia para que o apresentador excluísse de suas redes sociais postagens que 
faziam menção à parlamentar e que as classificava como "falsa", "cínica" e "nojenta". Após o gesto, 
Maria do Rosário, pelo Twitter, rebateu, e disse que Gentili responderá pelo ato na Justiça.
"Sofri outro ataque daquele que se diz comediante. Comprova viés machista e autoritário. Criminoso 
vai responder à Justiça. E assim será", escreveu.

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ÁUDIO: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”, diz Zezé Perrella a Aécio em novo trecho de grampo


“E aí, chefe, tudo bem?”

No dia 13 de abril, a Polícia Federal interceptou uma conversa telefônica entre o senador Aécio 
Neves, do PSDB, e o colega Zezé Perrella, do PMDB.
No diálogo, Aécio cobra fidelidade de Perrella e lhe dá uma dura pelo fato de o aliado ter dado uma 
entrevista à rádio Itatiaia de Minas Gerais se gabando de não estar na lista de Janot e no “mar de 
lama” do Brasil.
“Acho que não preciso provar o quanto sou seu amigo na vida, né, cara. Então vou te falar como 
amigo, com a liberdade de amigo. Poucas vezes vi uma declaração tão escrota, Zezé, como essa que 
você deu na rádio Itatiaia”, diz Aécio.
Uma versão editada foi divulgada no DCM. Agora o jornal Hoje em Dia colocou no ar a gravação na 
íntegra. Você pode conferir abaixo.
Perrella cita o caso do Helicoca. “Qual a maneira que eu encontrei de rebater essas coisas que eles 
falam de mim do helicóptero até hoje?”, afirma.
E completa, adiante: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”.
Aécio ri.
Ouça:

segunda-feira, 29 de maio de 2017

KPMG INFORMA MORO: NÃO HOUVE ILÍCITOS DE LULA NA PETROBRAS


Depois da PricewaterhouseCoopers, maior empresa de auditoria do mundo, que em abril desse 
ano já havia isentado o ex-presidente Lula de irregularidades na estatal ao longo de seu 
mandato como presidente, agora foi a vez da auditoria independente KPMG, que respondeu a 
um requerimento feito pelo juiz Sergio Moro, da Lava Jato, com o mesmo teor; "Não foram 
identificados pela equipe de auditoria atos envolvendo a participação do ex-presidente da 
república, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, na gestão da Petrobras que pudessem ser qualificados 
como representativos de corrupção ou configurar ato ilícito", diz o comunicado da empresa, 
que auditou as contas da estatal entre 31.12.2006 e 31.12.2011.

247 - A auditoria independente KPMG respondeu a um requerimento feito pelo juiz Sergio Moro, da 
Lava Jato, isentando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de participação em qualquer ato de 
irregularidade na Petrobras durante seu governo.
Esta é a segunda auditoria que afirma que Lula não se envolveu em irregularidades na estatal. A 
primeira foi a PricewaterhouseCoopers, maior empresa de auditoria do mundo, em abril desse ano 
(relembre aqui).
"Não foram identificados pela equipe de auditoria atos envolvendo a participação do ex-presidente 
da república, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, na gestão da Petrobras que pudessem ser qualificados 
como representativos de corrupção ou configurar ato ilícito", diz a KPMG, que auditou as contas da 
estatal entre 31.12.2006 e 31.12.2011. Confira o comunicado:
"Em resposta ao ofício supra, a KPMG Auditores Independentes vem, respeitosamente, à presença 
de V.Exa, esclarecer que, durante a realização de auditoria das demonstrações contábeis da Petrobras, 
que abrangeu os exercícios sociais encerrados no período de 31.12.2006 e 31.12.2011, efetivada por 
meio de procedimentos e testes previstos nas normas profissionais de auditoria, não foram 
identificados pela equipe de auditoria atos envolvendo a participação do ex-presidente da república, 
Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, na gestão da Petrobras que pudessem ser qualificados como 
representativos de corrupção ou configurar ato ilícito".
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QUEDA DE FERROGLIO É PARTE DA OPERAÇÃO SALVA POSTIÇO



Alex Solnik

O mínimo que Temer esperava de um ministro da Justiça era que o informasse o que rolava nos 
bastidores da Polícia Federal e o avisasse com antecedência da delação-bomba do rei do gado.
Serraglio dançou porque foi incompetente até nisso, que era o que interessava a Temer e aos seus 
agregados. Aécio se queixava dele até a Joesley como todo o Brasil soube outro dia.
O que eles querem não é um ministro da Justiça escravo da lei, mas alguém que tome nas mãos as 
rédeas da Polícia Federal e não leve bola nas costas, como Serraglio. Eles não pensam num ministro 
da Justiça bom para o Brasil e sim bom para eles.
O gabinete Temer, ministros que se empenham em salvar seus cargos e em razão disso o mandato 
presidencial sabem que o pavio da bomba foi aceso e é preciso correr contra o relógio.
Estão queimando os últimos cartuchos na luta desesperada pela sobrevivência.
Quem sabe – imaginam – o novo ministro dá uma dura na Polícia Federal e um chega pra lá na Lava 
Jato ou acerta alguma espécie de trégua pelo menos enquanto se arrastam as votações das reformas.
Mas Serraglio não voltou à Câmara, como se especulou, foi para o ministério da Transparência 
(kkkk) e desse modo Rocha Loures não perdeu os benefícios de ser um deputado afastado, com 
salário integral, plano de saúde e auxílio-moradia e o tão precioso foro privilegiado que faz toda a 
diferença.
Temer não iria cometer o erro primário de jogar Rocha Loures aos leões.
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LEONARDO BOFF: A ESQUERDA BRASILEIRA PRECISA SE RENVAR


Leonardo Boff em 2014 (Créditos: A. Marques/Folhapress). "Nunca pudemos elaborar um 
projeto autônomo e soberano de país" 
Entrevista do teólogo Leonardo Boff a El País: Boff: “O poder de mobilização da esquerda não 

A sociedade brasileira vê-se fragmentada neste momento depois de um tsunami político que 
parece começar em 2013. Na sua avaliação, em que ponto nos perdemos como sociedade para 
expor nosso pior lado nas relações sociais? Era uma ilusão que o país já esteve mais unido?

Nós nunca fomos uma sociedade no sentido moderno, pois nunca saímos da situação colonial e 
neocolonial a que fomos submetidos desde a chegada dos europeus em nossas terras. Somos sócios 
menores e agregados ao projeto das grandes potências que dominam o mundo. Nunca pudemos 
elaborar um projeto autônomo e soberano de país.

As denúncias feitas pelo dono da JBS, que implicam o presidente Michel Temer e o senador 
Aécio Neves, podem reunificar as pessoas depois da polarização que varreu o país?

Creio que o efeito negativo maior recai sobre a figura de Temer, claramente cúmplice de corrupção 
comprovadas por gravação, a ponto de lhe tirar qualquer legitimidade e autoridade moral para estar à 
frente do governo. Não creio que vai reunificar as pessoas, pois os que deram o golpe querem levar 
seu projeto neoliberal extremamente radical até o fim. E continuarão a apoiá-lo.

O senhor sempre foi bastante crítico ao Governo Temer, a quem chama “golpista”. Qual é sua 
concepção de golpe?

O impeachment está na lógica da dominação das oligarquias. Elas usaram não mais o Exército como 
em 1964 mas o parlamento para afastar um governo que poderia ameaçar seus privilégios. Armaram 
um golpe que juridicamente, segundo os melhores juristas do país, era insustentável. A decisão havia 
sido previamente tomada de modo que os fautores do golpe sequer iam às sessões para escutar os 
especialistas e argumentação dos defensores de Dilma. Foi um golpe de classe com base parlamentar, 
com o apoio da mídia mais conservadora e até reacionária e de setores da Justiça, até no mais alto 
escalão, que temem a ascensão dos milhões de pobres na vida social minimamente digna. A nossa 
democracia é de baixíssima intensidade. Se medirmos a democracia pelos critérios dos direitos 
humanos, da participação popular, da defesa das grandes maioria negras, da justiça social, essa 
democracia é antes uma farsa que uma realidade sustentável.

Não era hora de grandes lideranças, incluindo representantes da igreja, se coordenarem para 
garantir um mínimo de estabilidade até 2018?

Creio que está ocorrendo esse processo. Mas ele é inicial porque há um vazio de lideranças, com 
capacidade de convocação geral. Possivelmente a situação obrigará essa articulação, especialmente, 
se Temer insistir em permanecer no poder. Ele será tirado por uma dupla combinação: pressão 
popular e condenação pelo STF dos crimes a que é acusado. Aí perderá o mandato. O que vier depois 
é um enigma.

O Brasil viveu a era do PT por 13 anos que trouxe ganhos hoje bastante questionados. Do seu 
ponto de vista, o PT deixou mais desilusão do que um legado?

Os dois governos do PT foram os únicos na história do Brasil que deram centralidade aos pobres, 
fazendo políticas sociais que ao todo incluíram na cidadania cerca de 36 milhões de pessoas. E 
principalmente lhe deram dignidade, valor humano que funda a autoestima e o sentido da vida. A 
política de cotas e o PROUNI permitiu que os pobres tivessem acesso à universidade que antes lhes 
era negado. Hoje há favelados negros que são médicos, engenheiros e até diplomatas. Isso era 
impensável antes. Tal avanço daqueles do andar de baixo, assustou a oligarquia e também a classe 
média que viu seus lugares de privilégio serem ocupados por esses novos cidadãos. Essa ascensão 
está na base do ódio de classe que vem do andar de cima, não dos pobres beneficiados. Esse legado 
não pode ser perdido, pois significou uma diminuição da desigualdade, uma humanização nas 
relações sociais e um limite à voracidade selvagem de nosso tipo de capitalismo que nunca foi 
civilizado e mantém níveis de acumulação dos mais altos do mundo, sem qualquer sentido de 
solidariedade para com seus semelhantes.

(...) A esquerda tem sido criticada por seus integrantes por não assumir o timão dos protestos 
de rua, deixando para a direita esse papel. Ela ficou “PT-dependente”?

A esquerda brasileira nunca teve muito enraizamento popular, apenas em algum dos sindicatos das 
grandes indústrias. Seu poder de mobilização é mais metafórico (bandeiras vermelhas e slogans) do 
que efetivo em termos de apresentar um projeto alternativo para o país. Ela sempre foi uma força 
auxiliar de grupos progressistas, mesmo neoliberais, mas que lhe permitiam uma presença no 
aparelho de Estado por causa de um presidencialismo de coalizão partidária. A esquerda precisa se 
renovar, no paradigma social, na linguagem, nas formas de se dirigir ao povo e especialmente se 
apresentar como um centro de reflexão séria sobre qual Brasil finalmente queremos. Falta 
pensamento e sobre movimentação.

Aqui como no mundo partidos de esquerda são criticados por não ter um plano consistente para a economia. Onde estão errando?

Não se trata de erro mas de profunda desigualdade na correlação de forças. Hoje há uma dominação 
completa da ordem do capital que gerou a cultura do capital que se impôs a todos, também aos da 
esquerda (troca de celular, de computador, de tênis, de roupas, de modos de consumo). O nosso 
impasse e também a nossa desgraça é termos que viver dentro de um sistema que só sobrevive à 
condição de que o dinheiro produza mais dinheiro, não para melhorar a vida, mas para aumentar de 
forma ilimitada. É o império do capitalismo especulativo e materialmente improdutivo. E não existe 
nenhum projeto alternativo com suficiente força de se contrapor eficazmente a esta forma avançada 
de capitalismo rentista. Talvez somente após uma grave crise ecológico-social que desequilibre o 
sistema-Terra e o sistema-vida, poderá vir um sistema mais justo socialmente, mais amigo da vida e 
com um consumo solidário e sóbrio no quadro de uma governança global.

O apoio à greve geral (no dia 28 de abril) e o rechaço à reforma da Previdência mostra que, 
apesar do despeito político, a população tem ciência de que benefícios e direitos essenciais estão 
sendo perdidos?

Grande parte da população é anestesiada pela mídia, especialmente pela Rede Globo como todos os 
seus meios, entre outros meios situados em São Paulo, como a Folha de São Paulo e o Estado de São 
Paulo. Estes veículos são os instrumentos ideológicos das elites e dos endinheirados do país que 
nunca se deram bem com a democracia e que querem continuar com a política do patrimonialismo 
pelo qual Estado e as empresas privadas fazem projetos milionários sobre os quais incidem 
vantagens monetárias ou postos de mando na administração. Os negócios viraram negociatas que 
estão na base da corrupção generalizada no país na forma de propinas ou supervalorização dos 
projetos.

(...) A sociedade brasileira pode fazer essa mudança de baixo para cima?


Nenhuma mudança, a meu ver, em nenhum lugar do mundo, vem de cima. De cima sempre vem 
mais do mesmo. É a lógica do poder que somente se mantém acumulando mais poder ou se aliando a 
outros poderes. As mudanças vem de baixo, daqueles que tem outro projeto de sociedade e 
acumulam suficiente poder social a ponto de se impor ao poder dominante. Aí haverá uma troca de 
sujeito de poder com capacidade de impor novas regras do jogo político, mais democrático, 
participativo e ético.
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PM QUE CHAMOU MANIFESTANTE DE TERRORISTA EM GOIÁS É ACUSADO DE EXECUÇÃO, AMEAÇAR JUIZ E MAIS




“AGRESSÃO SERIA EVITADA se não tivessem terroristas protestando”, justificou o tenente-coronel da PM Alessandri da Rocha ao defender seu colega de farda, o capitão Augusto Sampaio, que quebrou o cassetete na cabeça de Mateus Ferreira da Silva, de 33 anos, durante um protesto na greve geral no fim de abril, em Goiânia. Mateus sobreviveu ao ataque, passou por uma cirurgia para reconstruir ossos da face, e Sampaio segue a sua vida apoiado por seus compadres de farda.
Alessandri e Sampaio têm mais coisas em comum do que a farda: uma vida “interessante”, cheia de processos e acusações. Alessandri da Rocha Almeida, que atualmente preside a Associação dos Oficiais da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (Assof PM-BM), é acusado de duplo homicídio junto com seu primo, Frederico da Rocha Talone. Vinte anos depois de serem acusados de matar a facadas Martha Maria Cozac (44) e seu sobrinho, Henrique Talone Pinheiro (11), eles foram absolvidos pelo por 4 x 3 pelo Tribunal do Júri em agosto passado. O Ministério Público pede a anulação do julgamento e uma nova sessão.
Durante essas duas décadas em que o processo rastejou na justiça, foram ouvidas 31 testemunhas e surgiram diversas controvérsias. Os jurados chegaram a admitir que uma testemunha apresentada pela defesa dos réus mentiu. Já o Ministério Público afirma que as provas foram “equivocadamente ignoradas” pelo juri e que “há nítida contrariedade entre o conjunto de provas com o veredicto”. A prisão preventiva de ambos chegou a ser decretada em dezembro de 2010, mas eles não chegaram a ser presos.

Parte da apelação do Ministério Público, que pede a anulação do Juri que absolveu Alessandri e 
Frederico

Mas Alessandri – e outros 16 policiais militares de Goiás – viram o sol nascer quadrado em 2016, graças à Operação Sexto Mandamento, da Polícia Federal, que investiga a atuação de um grupo de extermínio em Goiás. O tenente-coronel se vê como vítima e diz que foi denunciado apenas por já ter sido citado em outros casos, como no duplo homicídio – como se isso fosse pouco.
O nome de Alessandri voa alto. Aparece inclusive na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington.
Isto por causa de sua ação na desocupação de uma área particular do Setor Parque Oeste Industrial, em Goiânia, em fevereiro de 2005, que resultou em dois mortos, 14 feridos e 800 detidos. A desocupação é classificada como uma das maiores já feitas no país, com 1800 policiais. A investigação da Polícia Civil identificou Alessandri como autor de uma execução sumária e policiais que estavam sob seu comando, de terem tentado matar outras três pessoas durante a desocupação. À época, Alessandri era capitão. Nada disso impediu sua ascensão na carreira. O caso chegou à OEA em 2014. Depois dos seis acusados serem absolvidos, a absolvição foi cassada porque segundo o Tribunal de Justiça, o julgamento foi prejudicado por falta de testemunhas.

Documento do MPF – Procuradoria da República em Goiás, sobre o Caso Parque Oeste 
Industrial datado de abril de 2006

O juiz outrora responsável pelo caso, Jesseir Coelho de Alcântara, é o mesmo que – segundo o MP, citando a PF – foi ameaçado pelo militar durante o julgamento do caso Cozac. Alessandri o acusa de perseguição na Operação Sexto Mandamento.
“Quando teve a apuração do fato, da Operação Sexto Mandamento, a polícia [federal] fez algumas interceptações telefônicas e teve a palavra do Alessandri de que a minha hora iria chegar. Foi o termo usado ‘a hora dele vai chegar’. Uma expressão até certo ponto lacônica, mas que denota ameaça”, disse o juiz ao The Intercept Brasil.
Alcântara afirmou ainda que não há perseguição ou rixa pessoal e que seus atos estão dentro da legalidade. “Quando ele fala que foi tudo ilegal, o tribunal confirmou a prisão e eles foram para Campo Grande. O Alessandri não estava dentre as prisões que eu pedi, pode estar em outras. Aqui de Goiânia não estava”, reiterou. Alessandri passou quatro meses preso em Campo Grande.

Parte da apelação do Ministério Público, que pede a anulação do Juri que absolveu Alessandri e 
Frederico

Procurado por The Intercept Brasil, Alessandri da Rocha Almeida informou por meio de sua secretária que não tem nada a declarar sobre o caso, “que foi julgado e absolvido”.
Um crime nem de longe perfeito
O duplo homicídio pelo qual Alessandri responde ocorreu em 6 de outubro de 1996, quando os corpos de Martha e Henrique foram encontrados no interior de um imóvel em Goiânia. Eles foram mortos a facadas, e estavam com com pés e mãos atados com cadarços, vendados e amordaçados. Martha estava nua. Sua camisola foi usada como mordaça.
Inicialmente se pensou em latrocínio – roubo seguido de morte -, já que o carro de Martha, objetos pessoais e um cheque tinham sido levados. Mas, não apenas não havia indícios de arrombamento, como os autores do crime trancaram a porta na saída e cobriram os corpos. De acordo com o MInistério Público, isso mostra que as pessoas que adentraram o local eram conhecidas das vítimas e tinham familiaridade com o funcionamento e a rotina do local. Os poucos bens levados seriam para dissimular a situação, segundo o MP.


Acusados de duplo homicídio, Alessandri e Frederico, no dia do julgamento, em junho de 
2016Foto: Hernany César/TJGO

Frederico era empregado de Martha, responsável por serviços de contabilidade da empresa dela e ainda, primo em terceiro grau do garoto.. Tanto a firma quando a casa em que Martha morava – e onde foi encontrada morta ficavam em um terreno do pai de Frederico. De acordo com a denúncia, o álibi de Frederico – que disse estar na academia – não foi comprovado, nem os hematomas que apresentava em seu corpo, justificados. O carro de Martha foi encontrado a 400 metros da casa de Frederico, e um cartão de banco da vítima foi achado na casa da avó do acusado.
Depois de interrogado, a primeira pessoa para quem Frederico ligou foi Alessandri, seu primo. O militar tinha ainda o comportamento “pouco usual”, de acordo com o MP, de acompanhar as investigações e frequentemente tentar intervir no processo.
Aceso o alarme, o MP verificou os antecedentes criminais de Alessandri, onde “verificou-se que ele ostentava personalidade violenta”, era envolvido com o tráfico de drogas, participou de roubo a banco e era réu em quatro processos judiciais por crimes de lesão corporal e ameaça”.

Parte da apelação do Ministério Público, que pede a anulação do Juri que absolveu Alessandri e 
Frederico

Investigado, seu álibi no Rio de Janeiro não foi comprovado. Sem álibi, ele forjou um recibo de hotel em Roraima, que depois foi declarado falso pela perícia.
Uma ligação telefônica de Alessandri interceptada pela polícia mostrou uma mulher dizendo “não era para matar o menino, somente a mulher”. Ademais, o áudio da Polícia Federal indica que Alessandri ameaçou, além do Juiz do caso, também o delegado Carlos Fernandes de Araújo e coagiu testemunhas. Não sendo pouco, criou “fraudulentamente suspeitos diversos para o crime, a fim de afastar suas responsabilidades” e adulterou provas. Os acusados ainda tentaram subornar policiais civis com R$ 200 mil e uma caminhonete. O delegado do caso à época foi substituído.

VENEZUELA: CRISE E A HIPOCRISIA DA OEA


Que mensagem a OEA quer passar a seus aliados na região ao reconhecer pública e 
explicitamente que trabalha ativamente para prejudicar o governo venezuelano? 


Se ainda restava alguma dúvida sobre qual é a função da OEA (Organização dos Estados
Americanos) e como esse organismo atua em relação à Venezuela, a proposta de orçamento do 
Departamento de Estado e a ação do Estados-membros na última reunião do Conselho Permanente 
deixou tudo mais claro do que nunca.
Primeiro, o Departamento de Estado afirmou, no documento entregue ao Congresso estadunidense – 
e que aqui cito literalmente – veja bem, exatamente como está no texto, que “a Organização dos 
Estados Americanos promove os interesses políticos e econômicos dos Estados Unidos no 
Hemisfério Ocidental através do combate da influência de países anti-Estados Unidos, tais como a 
Venezuela”.
Se o conteúdo dessa afirmação já é por si só bastante preocupante, a constatação de que esse é um 
documento público, facilmente acessado por qualquer pessoa, é ainda mais preocupante.
Esse é um tipo de linguagem geralmente encontrado em comunicações que são feitas bem longe dos 
olhos públicos.
O que significa fazer essa afirmação tão abertamente? Não é de hoje que se sabe que a OEA é uma 
extensão do Departamento de Estado. Mas, nesse documento, eles estão reconhecendo explicita e 
publicamente que a OEA está trabalhando ativamente para prejudicar o governo venezuelano. Foi 
um erro de algum estagiário? Ou estaria o Departamento de Estado passando uma clara mensagem
aos seus aliados na região?
Não bastasse isso, no último dia 24, o embaixador equatoriano na OEA se utilizou dos mesmos 
artifícios que vem sendo usados contra a Venezuela dentro da organização e colocou na pauta da 
reunião do Conselho Permanente uma discussão sobre a crise política no Brasil, à revelia da 
delegação brasileira, obviamente.
O objetivo do equatoriano não podia ser mais claro: demonstrar a parcialidade com que a 
organização trata assuntos relativos à Venezuela. E conseguiu. O que se seguiu à fala do embaixador 
equatoriano foi uma enxurrada de críticas e citações de artigos da Carta da OEA que haviam sido 
violados ao discutir “assuntos internos” do Brasil – artigos que vêm sendo repetidos à exaustão pela 
delegação venezuelana, e que caem sempre em ouvidos moucos.
O absurdo da situação não para por aí. Oito países rejeitaram a inclusão do tema na pauta. 
Coincidentemente, esses mesmos oito países fazem parte do grupo de Estados que está convocando 
uma reunião extraordinária de chanceleres para o próximo dia 31 para discutir o quê? A crise política 
na Venezuela.
A OEA tem um longo histórico de intervenções, começando com o golpe militar de 54 na 
Guatemala, passando pelo bloqueio à Cuba e a vergonhosa cumplicidade com os regimes militares 
na América Latina, para citar alguns exemplos.
A instituição, que deveria ser um organismo multilateral de concertação entre Estados iguais, é 
empregada cada vez mais abertamente como instrumento de promoção dos interesses 
estadunidenses, enquanto, ao mesmo tempo, busca obstruir a criação de outros foros que questionem 
essa hegemonia dos Estados Unidos.
Certos mesmo estão os cubanos, que há décadas chamam a OEA pelo nome que melhor expressa sua 
função: “Ministério de Colônias dos Estados Unidos”.
Clique aqui para acessar o vídeo da reunião do Conselho Permanente da OEA sobre a situação do Brasil (a partir dos 47 minutos do vídeo).
Clique aqui para acessar a justificativa de orçamento do Departamento de Estado dos Estados Unidos 
(a parte citada pode ser encontrada na página 186 do documento).
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EXCLUSIVO: O ACORDÃO DO POSTIÇO COM TUCANOS, É O GOLPE DENTRO DO GOLPE PARA CONTINUA ROUBANDO


Atenção movimentos sociais e lideranças populares: os golpistas estão rascunhando um golpe 
dentro do golpe para salvar a pele (não o cargo) de Michel Temer, formar um governo de 
maioria tucana e jogar por terra a campanha por eleições diretas já.

Por Fernando Morais  

Um grande acordo da Casa Grande começou a ser costurado no último sábado em uma reunião 
“social” ocorrida no Palácio do Jaburu. Participaram do encontro, além de Temer, o general Sérgio 
Etchegoyen (ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional), os ministros Aloysio Nunes 
(Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e 
Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidencia) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. 
Para disfarçar, Marcela Temer recebeu em outro ambiente do palácio as esposas presentes. Por meio 
de mídia eletrônica o encontro foi acompanhado à distância pelo ex-presidente Fernando Henrique 
Cardoso.
Os principais termos do acordão são os seguintes:
  • Temer deve sair logo, para evitar a cassação pelo TSE e a eventual convocação de eleições diretas já para presidente da República.
  • Esvaziar a Operação Lava Jato.
  • Formar um governo de maioria tucana, no qual Henrique Meirelles seria substituído no Ministério da Fazenda por Armínio Fraga.
  • Garantir o silêncio de Eduardo Cunha com a preservação da liberdade de sua mulher e sua filha.
  • Controlar a delação de Palocci, que se torna irrelevante com o acordão.

Como o plano não contempla todos os problemas dos golpistas, há dúvidas sobre como solucionar 
algumas questões-chave e sobre a mesa ainda há obstáculos a serem superados:
Oferta de anistia aos crimes de Caixa 2, com o que livrariam a pele, entre outros, de Moreira Franco, 
Eliseu Padilha e demais congressistas que fazem parte da “lista de Fachin”. Com isso os golpistas 
imaginam neutralizar o ex-presidente Lula e seus familiares, que seriam beneficiados pela medida.
Não há consenso a respeito do nome que seria eleito indiretamente com a saída de Temer. O mais 
cotado parece ser mesmo o ex-ministro Nelson Jobim. O lançamento informal pelos tucanos do 
nome do senador Tasso Jereissati teria sido apenas uma cortina de fumaça, um “boi de piranha” 
previamente acordado com o político cearense.
Ainda não se conseguiu solucionar o “problema Rodrigo Maia” e a fórmula legal para oferecer 
garantias a Temer após sua saída – seja ela indulto, perdão ou salvo-conduto.
Aparentemente não há objeções maiores ao acordão por parte das Forças Armadas – aí incluídos os 
oficiais da reserva, que não mandam mas fazem barulho.



HOMEM MALA DE TEMER ESTEVE COM FRANGOTE DA GLOBO JATO ANTES DO IMPEACHMENT


Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), flagrado pela PF recebendo uma mala com R$ 500 mil em 
propina da JBS endereçada a Michel Temer, se reuniu com os procuradores da operação Lava 
Jato Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon na véspera da sessão do Senado que confirmou o 
golpe parlamentar contra Dilma Rousseff e alçou Michel Temer à presidência; no encontro, de 
quase duas horas, ocorreu em Brasília e foi acertada a manutenção no cargo do 
superintendente da Polícia Federal no Paraná, Rosalvo Franco, responsável pela Lava Jato; 
"Eu disse para os procuradores que se o conforto era dar essa garantia, iria levar o pedido ao 
presidente", relatou o ex-deputado.

Paraná 247 - O deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), flagrado recebendo uma mala 
com R$ 500 mil da JBS endereçada a Michel Temer, se reuniu com os procuradores da operação 
Lava Jato Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon na véspera da sessão do Senado que confirmou o 
golpe parlamentar contra Dilma Rousseff e alçou Michel Temer à presidência.
Segundo informação divulgada pela Folha de S. Paulo, o encontro, de quase duas horas, ocorreu em 
Brasília e tratou de uma espécie de "acordo de procedimento" que não colocasse em risco as 
investigações.
Na conversa entre Loures e os procuradores, foi acertada a manutenção no cargo do superintendente 
da Polícia Federal no Paraná, Rosalvo Franco, responsável pela Lava Jato. Loures ouviu dos 
investigadores que a permanência de Franco seria sinal importante e prometeu consultar Temer.
"Eu disse para os procuradores que se o conforto era dar essa garantia, iria levar o pedido ao 
presidente", relatou o ex-deputado à Folha. Na mesma noite, o assessor levou o pleito a Temer, que 
aceitou o pedido.
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JOESLEY: AÉCIO É O MAIS CHATO!


Ele a irmãzinha são uma sarna!  O tucanato vai todo em cana: Alckmin, Anastasia e Beto 
Richa (Reprodução: Estadão)
O executivo da J&F Ricardo Saud afirmou, em delação premiada, que após a campanha de 2014 Aécio Neves (PSDB-MG) ‘saiu endividado’ e que o tucano, seu primo, Frederico Pacheco, o Fred, e sua irmã, Andrea, ligavam ’24 horas por dia’ para pedir propinas. O jeito para se livrar, por um período, das solicitações do tucano, foi, segundo delatores, comprar a antiga sede do jornal Hoje em Dia, em Minas.



“Estamos tentando vender pela metade do preço e não vende. Está a venda. Não precisávamos dele, nada, foi único e exclusivamente para atender os interesses do senador Aécio”, afirmou Saud.



De acordo com a JBS, a pedido de Aécio, foi feito um caixa de aproximadamente R$ 100 milhões para ‘comprar apoio de partidos’ ao tucano nas eleições presidenciais em 2014. (...) Ao fim das eleições, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) acabou reeleita, e , segundo os delatores, o tucano, ‘endividado’. As tratativas para pedido de propinas, então, teriam se intensificado. “O Aécio então entrou numa loucura, que eu acho que todo mundo correu dele”.
“Um dia precisou de um amigo comum do Aécio e do Joesley ir atrás do Joesley para pedir para atender a irmã do Aécio. Pra você ver ao ponto que chegou de desespero. A gente não conseguia mais. Depois, ainda tivemos mais 2 milhões, que pagamos em espécie agora há pouco tempo”, relatou.
Os R$ 2 milhões, entregues em espécie, aos quais o delator se refere, foram alvo de ação controlada da Polícia Federal. À época do depoimento, Aécio, seu primo, Frederico Pacheco e sua irmã, já eram investigados e os repasses foram filmados.
Joesley Batista disse ainda ter repassado R$ 17 milhões a Aécio Neves por meio da compra superfaturada do prédio em Belo Horizonte, de propriedade de um aliado do senador. “Precisava de R$ 17 milhões e tinha um imóvel que dava para fazer de conta que valia R$ 17 milhões”, afirmou.



Ao Estado, Flávio Jacques Carneiro, dono da editora responsável pelo veículo à época da transação, confirmou a venda realizada, em 2015, pelo valor de R$ 17,3 milhões, do prédio onde ficava o jornal Hoje em Dia, mas reiterou que o valor não foi repassado a Aécio Neves, e sim para quitar dívidas do jornal, ‘tais como salários de funcionários, pagamentos de fornecedores, tributos e contratos de empréstimos que financiavam a operação do Jornal, estando devidamente contabilizado na empresa Ediminas’.
Outro documento entregue pela JBS é referente a um contrato de R$ 2,5 milhões, que a empresa firmou com a Bel Editora. Segundo os delatores, o valor também foi estabelecido por Aécio Neves. Flávio Carneiro, dono da Ediminas à época da negociação, nega o envolvimento do tucano na negociação, e reitera que a publicidade foi declarada ao fisco.
Flávio Jacques Carneiro esclarece que a venda do prédio onde funcionava o Jornal Hoje em Dia, realizada em setembro de 2015, aconteceu dentro da legalidade com assinatura de contrato e escritura entre a Ediminas e a J&F Investimentos.
Os contratos entre a J&F e a Bel Editora, que controla a Ediminas, também estão nas mãos da Procuradoria Geral da República. (...)

MULTIDÃO EM COPACANA ABRE O TOUR NACIONAL DAS #DIRETASJÁ ENFRENTANDO OS BARÕES DA MÍDIA, TEMER E AÉCIO; VEJA A ÍNTEGRA DO LINDO SHOW DE CAETANO E MILTON


Fotos e vídeo do Mídia Ninja
No dia em que o usurpador Michel Temer fez mais uma manobra para barrar a Operação Lava Jato, trocando o ministro da Justiça Osmar Serraglio — definido pelo então presidente do PSDB, Aécio Neves, como um “bosta” — a multidão tomou a praia de Copacabana no lançamento da campanha nacional das #DiretasJá.
Serraglio trocou de posição com o ministro da Transparência, Torquato Jardim, que não descartou mexer na direção da Polícia Federal.
Na conversa gravada pelo delator Joesley Batista, da JBS, Aécio disse que Serraglio era fraco para implementar o plano de colocar determinados delegados para tocar determinados inquéritos de políticos investigados por corrupção.
O pleno do Supremo Tribunal Federal deverá decidir pela prisão ou não do senador afastado, um pedido da Procuradoria Geral da República.
Solto, Aécio continua articulando em sua casa em Brasília. A irmã e o primo dele estão presos em Minas Gerais.
A campanha das #DiretasJá, organizada por partidos políticos, movimentos sociais, centrais sindicais e artistas, emocionou quem esteve em Copacabana — organizadores calcularam o público de todo o dia de atividades em 100 mil pessoas.
Os maiores adversários dela serão os barões da mídia, que de forma unânime defendem a escolha do sucessor de Temer, se e quando acontecer a queda dele, de forma indireta e através de um Congresso corrupto.
Os que pregam respeito estrito ao previsto na Constituição são os mesmos que atropelaram a Carta para derrubar Dilma Rousseff.
Dentre os apoiadores do Fora Temer há divisões entre os que prefeririam anular o impeachment de Dilma, os que pregam eleições gerais e os que preferem deixar o governo golpista sangrar ao menos mais alguns meses.
A própria Dilma defende DiretasJá.
Para tentar desqualificar a campanha, políticos da base de Temer se referem a qualquer PEC para permitir eleições agora como a PEC do Lula, já que o ex-presidente lidera as pesquisas para as eleições de 2018.
O baronato midiático sabe que qualquer governo eleito agora seria incapaz de levar adiante as reformas que o rolo compressor corrupto da coalizão PMDB/PSDB/DEM pretende fazer avançar no Congresso, especialmente as reformas trabalhista e da Previdência.
A Globo, que já embarcou na derrubada de Temer, vai trabalhar por um governo “tecnocrático” que dê andamento as reformas sem a sombra da corrupção.
Para a elite rentista que sustenta Temer, as reformas são essenciais para recolocar o Brasil na divisão internacional do trabalho como mero fornecedor de mão-de-obra barata, especialmente num momento em que a China planeja um salto adiante através do qual deixaria de ser a grande produtora mundial de badulaques, investindo na formação de uma classe média sustentada pela exportação de produtos sofisticados.
A semana promete novas investidas da Lava Jato contra Temer e Aécio Neves, a partir do resultado das operações de busca e apreensão realizadas em endereços ligados aos dois.
Como resposta, o governo tenta em várias frentes dilapidar a Lava Jato, reduzindo verbas, questionando as delações da JBS e promovendo ataques indiretos ao relator da operação no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.
Além de Temer e Aécio, o ministro Gilmar Mendes é visto como outro articulador importante do movimento para salvar o PMDB e o PSDB do escândalo. O objetivo é repetir o que aconteceu no “mensalão”, com punição severa para os acusados do PT mas nenhum tucano preso pelos mesmos crimes em Minas Gerais.
Veja nas fotos e no vídeo abaixo um dos momentos mais emocionantes do show de Copacabana, quando a dupla Caetano Veloso-Milton Nascimento estava no palco.













PREFEITO DESTINA NOVO CAMINHÃO CAÇAMBA PARA COLETA DE LIXO EM ALTER DO CHÂO

Nélio Aguiar e ao fundo o veículo doado ao município de Santarém

O caminhão-caçamba doado ontem, 27, para Santarém pelo Ministério da Integração Nacional, em parceria com a bancada de deputados federais e senadores do Pará, já tem destino certo definido pelo prefeito Nélio Aguiar (DEM).
O veículo circulará nas ruas do distrito turístico de Alter do Chão, no serviço de transporte de piçarra e entulhos.
– Além do caminhão, conseguimos ainda uma indicação do deputado federal Beto Salame (PP), que vai destinar uma emenda a Santarém para ser investida na área da saúde -, antecipou o prefeito.
Ao todo, foram entregues 46 caminhões-caçamba, e doados a 41 municípios paraenses.
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