No Tijolaço
Não é possível deixar de assistir o discurso da presidenta argentina
Cristina Kirchner, ontem, na celebração dos 30 anos da Guerra das
Malvinas.
Uma fala que toca qualquer coração sensível, qualquer cérebro lúcido.
Editei um trecho, logo após ela saudar os ex-combatentes.
Cristina percorre o sentido de três palavras.
A memória daqueles fatos dolorosos, sim.
Mas a necessidade de que todos possam conhecer toda a verdade,
explicando sua ordem parta que se desclassificasse o sigilo sobre o
Informe Rattenbach, elaborado ainda sob o período ditatorial e jamais
conhecido em sua íntegra, apesar dos vazamentos que vinha tendo pela
mídia.
E, evocada pela memória e esclarecida pela verdade, a necessidade de justiça.
Uma justiça que venha desde o direito de cada mãe poder, ao menos, ter o
corpo de seu filho sob uma lápide e poder chorá-lo e que chegue à ideia
obvia de não podem haver mais colônias no mundo, que um país não possa
se arvorar a detentor de terras a 14 mil quilômetros de distância de si,
pelo simples razão de ser forte.
Kirchner pronuncia um libelo contra a guerra, mas também um libelo contra a mentira e a injustiça.
Depois de ouvi-la, dá pena ler a forma caricata, quase folclórica, com que nossa imprensa trata esta questão.
Chega a ser ridículo mostrar aquelas típicas cabines telefônicas
vermelhinhas dos ingleses como “prova” de que as Malvinas, quando todos
sabem que ali se disputa o ponto de apoio para o controle do Sul do
Atlântico, agora ainda com o plus de vir gratinado em petróleo.
Chega a ser vergonhoso que haja a necessidade de uma chefe de Estado,
nos extremos da Patagônia, ter de lembrar ao mundo que todas as nações e
povos merecem o mesmo respeito.
Todo cidadão do mundo deveria ouvir este discurso.
Nossos militares, nossos diplomatas, nossos jornalistas, para que
deixassem de lado as visões mesquinhas, frias e sem paixão, com que
olham esta questão.
Mas também nós, cidadãos descrentes da política, que nos acostumamos a ver pequenez e cinismo nas palavras dos governantes.
Cristina Kirchner nos faz sentir orgulho de sermos dignos, decentes,
humanos e – porque tanto se nega esta palavra? – patriotas. Com isso, ao
afirmarmos o direito de autodeterminação dos povos e o respeito a todos
eles, abraçarmos a única ideia de cosmopolitismo possível: a que embute
a paz e a igualdade.
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terça-feira, 3 de abril de 2012
PIG: Operação “Some, Demóstenes”
Os grandes jornais pedem a renúncia do Senador Demóstenes Torres. A TV Globo fez o mesmo hoje de manhã.
Parece haver uma cruzada nacional para varrer rapidamente Demóstenes Torres das páginas dos jornais, fazendo com que entregue o mandato e não se inicie um processo de cassação, com audiências, testemunhas, versões e, sobretudo, fatos vindo à tona.
O Demóstenes grego, ao ver-se cercado pelos soldados de Antípatro, suicida-se.
O goiano, entretanto, não parece disposto a isso. Na carta de desfiliação que apresentou ao DEM, teve o cuidado de destacar que a alegação que contra ele se fazia (descumprimento reiterado do programa partidário) estaria contemplada pela Resolução nº 22.610, de 25 de outubro de 2007 do TSE, que o protegeria de um processo de perda de mandato.
Ou seja, que vai ficar no cargo.
Ora, experiente que é, Demóstenes sabe que não há a menor perspectiva política de sobreviver no Senado. Seu esforço não visa a preservação do mandato, inexoravelmente perdido.
Está, sim, sinalizando que tem como despejar cachoeiras de lama a torto a direito. O fato de ter representado o papel de paladino da moralidade, enquanto recebia presentes e fazia favores a um bicheiro já mostra como este homem é frio e cínico.
É por isso que querem sepultá-lo rápido, tirando, pela renúncia, um mandato de senador que, pelos trâmites legais, vai permitir muitas e muitas sessões – com direito a televisão – de defesa, de testemunhos e de acusações a muitos que estão posando de vestais.
Demóstenes ameaça tornar-se um cadáver político insepulto e e seus odores ameaçam “meio submundo” da política.
Parece haver uma cruzada nacional para varrer rapidamente Demóstenes Torres das páginas dos jornais, fazendo com que entregue o mandato e não se inicie um processo de cassação, com audiências, testemunhas, versões e, sobretudo, fatos vindo à tona.
O Demóstenes grego, ao ver-se cercado pelos soldados de Antípatro, suicida-se.
O goiano, entretanto, não parece disposto a isso. Na carta de desfiliação que apresentou ao DEM, teve o cuidado de destacar que a alegação que contra ele se fazia (descumprimento reiterado do programa partidário) estaria contemplada pela Resolução nº 22.610, de 25 de outubro de 2007 do TSE, que o protegeria de um processo de perda de mandato.
Ou seja, que vai ficar no cargo.
Ora, experiente que é, Demóstenes sabe que não há a menor perspectiva política de sobreviver no Senado. Seu esforço não visa a preservação do mandato, inexoravelmente perdido.
Está, sim, sinalizando que tem como despejar cachoeiras de lama a torto a direito. O fato de ter representado o papel de paladino da moralidade, enquanto recebia presentes e fazia favores a um bicheiro já mostra como este homem é frio e cínico.
É por isso que querem sepultá-lo rápido, tirando, pela renúncia, um mandato de senador que, pelos trâmites legais, vai permitir muitas e muitas sessões – com direito a televisão – de defesa, de testemunhos e de acusações a muitos que estão posando de vestais.
Demóstenes ameaça tornar-se um cadáver político insepulto e e seus odores ameaçam “meio submundo” da política.
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Globo segura a vela do mensalão e da Veja
O amigo navegante se lembra do post “Cachoeira filmou corrupção dos Correios para vingar Demóstenes”.
Ali, o ex-prefeito de Anápolis Ernani de Paula desmonta o “mensalão” (que ainda está por provar-se, segundo o Mino Carta) e atribui a uma trapaça de Cachoeira com Demóstenes o vídeo que deu origem ao Golpe do Mensalão para derrubar o Presidente Lula.
(Terá o Padim Pade Cerra, com seu notório estilo do “Jogo Limpo”, contribuido para isso, pergunta o autor Renato Santos.)
Na mesma entrevista, Ernani de Paula mostrou que um determinado “repórter” da Veja (Clique aqui para ler “Nassif, deixe o Policarpo pra lá; quem manda é o Robert(o) Civita”) frequentava a empresa de genéricos (êpa ! êpa !) do Cachoeira em Anápolis.
Pois, nada disso interessa ao Globo, especialista em blindar a Veja e ainda pedir desculpas.
Saiu no Globo, na pág. A4, entrevista com Ernani de Paula, mas, sob um prisma muito específico: matar o Demóstenes e salvar os dedos:
Ali, o ex-prefeito de Anápolis Ernani de Paula desmonta o “mensalão” (que ainda está por provar-se, segundo o Mino Carta) e atribui a uma trapaça de Cachoeira com Demóstenes o vídeo que deu origem ao Golpe do Mensalão para derrubar o Presidente Lula.
(Terá o Padim Pade Cerra, com seu notório estilo do “Jogo Limpo”, contribuido para isso, pergunta o autor Renato Santos.)
Na mesma entrevista, Ernani de Paula mostrou que um determinado “repórter” da Veja (Clique aqui para ler “Nassif, deixe o Policarpo pra lá; quem manda é o Robert(o) Civita”) frequentava a empresa de genéricos (êpa ! êpa !) do Cachoeira em Anápolis.
Pois, nada disso interessa ao Globo, especialista em blindar a Veja e ainda pedir desculpas.
Saiu no Globo, na pág. A4, entrevista com Ernani de Paula, mas, sob um prisma muito específico: matar o Demóstenes e salvar os dedos:
Senador teria recebido R$ 3 milhões de Cachoeira na campanha para governador em 2006
Ex-prefeito de
Anápolis pelo DEM, Ernani De Paula afirmou na segunda-feira que o
contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, engordou com
R$ 3 milhões a campanha do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) ao governo
de Goiás em 2006. Ernani e Demóstenes foram aliados políticos até o
final da campanha de 2006. O ex-prefeito foi cassado em 2003 e hoje não
pertence mais ao DEM.
Sandra Melon, a ex-mulher de
Ernani, foi primeira suplente de Demóstenes no Senado por oitoanos.
Ernani se engajou na campanha de Demóstenes porque, se o senador fosse
eleito governador, a ex-mulher assumiria uma vaga no Senado.
— O Cachoeira me disse que deu em torno de R$ 3 milhões para a campanha do Demóstenes — contou Ernani.
O ex-prefeito conta que foi ao
escritório de Cachoeira na Vitapan, uma das empresas do contraventor, em
Anápolis, para pedir dinheiro. Os recursos entrariam a título de
publicidade num jornal e numa TV comunitária controlados por Ernani.
— Foi na Vitapan, no final da
tarde, eu não estava sozinho. Tinha outras pessoas. Ele (Cachoeira) fez o
comentário, disse que já tinha colocado aí em torno de R$ 3 milhões na
campanha dele (Demóstenes). Disse que não aguentava mais (dar dinheiro)
porque a campanha já estava cara — afirmou Ernani.
Ele disse que a conversa foi
presenciada por duas pessoas. Uma seria o jornalista Henrique Morgatini,
hoje assessor de imprensa da Prefeitura de Anápolis. Ernani disse,
porém, que não viu a entrega do dinheiro. Os recursos, segundo ele, não
foram declarados à Justiça Eleitoral. Procurado pelo GLOBO por meio da
assessoria de imprensa, Demóstenes não retornou.
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CPIs podem não sair. Cadê o PT ?
Há duas CPIs com alto potencial de influir nas eleições municipais deste ano, a da Privataria Tucana e a do Carlinhos Cachoeira. Mas, em função das normas regimentais da casa, apenas uma poderá sair ainda este ano. E a negociação será feita entre as bancadas. “Há, sim, o risco de que fique tudo para depois das eleições”, afirma o deputado Protógenes Queirós (PCdoB-SP), autor dos pedidos de instalação das CPIs.
Najla Passos (Carta Maior)
Duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) com alto potencial de influir nas eleições municipais deste ano, a da Privataria Tucana e a do Carlinhos Cachoeira, continuam paradas na Câmara dos Deputados, aguardando decisão de instalação exclusiva do presidente da casa, deputado Marco Maia (PT-RS). Mas, em função das normas regimentais, apenas uma poderá sair ainda este ano. E a negociação será feita entre as bancadas.
De acordo com o deputado Protógenes Queirós (PCdoB-SP), autor dos pedidos de abertura das duas CPI´s, ambos atenderam aos requisitos formais da casa, como o quórum mínimo necessário de assinaturas, que é de 171 deputados. Entretanto, como o presidente já instalou três outras CPI´s em 2012 e há uma quarta na lista, haverá espaço para apenas mais uma delas neste ano legislativo. “Pelas normas da Câmara, só podem ser instaladas cinco CPI´s por ano”, explica.
A decisão sobre qual delas deve ter prioridade é controversa e pode ficar nas mãos de interesses partidários e pressões sociais diversas. “São escândalos de grande envergadura, pois batem nas estruturas dos poderes da República e na política partidária”, justifica Protógenes, que defende a urgência de ambas. O deputado admite, porém, que as negociações com os colegas de parlamento serão difíceis. “Há, sim, o risco de que fique tudo para depois das eleições”, afirma.
Segundo ele, a CPI da Privataria Tucana investigará denúncias de desvios de recursos durante privatizações ocorridas no governo Fernando Henrique Cardoso, tendo como principal alvo o ex-ministro tucano e atual candidato à Prefeitura de São Paulo, José Serra. A base das acusações é o livro A Privataria Tucana, de autoria do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
“Já havia uma articulação dos deputados para dar início à CPI da Privataria, mas a candidatura de José Serra às eleições municipais de São Paulo embaralhou o cenário. Eu, particularmente, acho que uma coisa independe da outra, mas muitos partidos que assinam o pedido temem a acusação de uso político da CPI”, explica o deputado.
Para ele, José Serra não deveria sequer sair candidato, já que “será investigado por fatos muito graves”.
O temor de uso político pode prejudicar também a abertura da CPI do Cachoeira, que investigará um dos maiores escândalos da atualidade: o envolvimento de parlamentares com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal em fevereiro, sob a acusação de comandar uma quadrilha especializada em jogos ilegais, com ramificações na máquina do estado e na imprensa.
A cada dia surgem novas revelações sobre o envolvimento de parlamentares com o bicheiro. As mais contundentes delas são sobre a participação do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) no esquema. Demóstenes é acusado, inclusive, de usar seu mandato parlamentar a serviço do crime organizado e já está sendo investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
O deputado federal e ator Stepan Necessian (PPS-RJ) se licenciou do partido após a divulgação das notícias de que teria recebido cerca de R$ 175 mil de Cachoeira. Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça apontam, ainda, as ligações do contraventor com os deputados Carlos Leréia (PSDB-GO) e Sandes Júnior (PP-GO).
“As relações do Congresso com o crime organizado são muito ruins para o país, porque fragilizam o Estado brasileiro. Nós [parlamentares] não podemos ficar omissos e esperar que a solução venha via burocracia judicial. Apurar quem são os parlamentares envolvidos e quais eram suas participações no esquema criminoso é nossa obrigação moral”, acrescenta.
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Em 2010, Demóstenes redigiu prefácio de livro da OAB sobre Lei Ficha Limpa
“Na época, 'ninguém tinha idéia do que
estava acontecendo', afirmou o presidente da entidade Ophir Cavalcante...
No Estado de S. Paulo
O presidente nacional da Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, pediu no final de semana a
renúncia do senador Demóstenes Torres. Mas em 2010 coube ao hoje parlamentar
investigado a tarefa de redigir o prefácio de um livro editado pela OAB em
comemoração à aprovação da Lei da Ficha Limpa.
No texto, após elogiar a atuação da
entidade no processo de aprovação da lei, Demóstenes Torres afirmou: "Por
causa da nova lei, a nação vai conquistar muito, pois o volume de recursos para
beneficiar a população é inversamente proporcional ao número de bandidos
abrigados na vida pública."
Demóstenes Torres foi o relator na Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ) do Senado do projeto que resultou na Lei da Ficha Limpa. A norma
que impede a candidatura de políticos condenados e daqueles que
renunciam a mandatos para escapar do risco de cassação foi considerada
constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
No prefácio, o senador citou uma frase dos autores do livro, Ophir Cavalcante e Marcus Vinícius Furtado Coelho, segundo a qual a sociedade brasileira não aceita mais políticos com comportamento inadequado: "A norma se fez realidade por intermédio da atenta participação da sociedade brasileira, que não mais admite que os destinos da nação possam ser geridos por representantes que não possuem conduta adequada à dignidade das relevantes funções públicas."
A assessoria de imprensa da OAB informou que o livro "Ficha Limpa: A vitória da sociedade" foi lançado em comemoração à aprovação da lei. Segundo Ophir Cavalcante ninguém tinha ideia do que estava acontecendo. O que foi feito, foi feito. Não há o que mexer.
No prefácio, o senador citou uma frase dos autores do livro, Ophir Cavalcante e Marcus Vinícius Furtado Coelho, segundo a qual a sociedade brasileira não aceita mais políticos com comportamento inadequado: "A norma se fez realidade por intermédio da atenta participação da sociedade brasileira, que não mais admite que os destinos da nação possam ser geridos por representantes que não possuem conduta adequada à dignidade das relevantes funções públicas."
A assessoria de imprensa da OAB informou que o livro "Ficha Limpa: A vitória da sociedade" foi lançado em comemoração à aprovação da lei. Segundo Ophir Cavalcante ninguém tinha ideia do que estava acontecendo. O que foi feito, foi feito. Não há o que mexer.
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
JATENE E A CHANTAGEM COM OS VEREADORES DE SANTARÉM
No Blog do Espalha BrasaAmanhã terça (3), é esperado na Câmara Municipal de Santarém o Governador Simão Jatene, que vai trazer primeiro o papel e assinar na frente dos vereadores para a ampliação do prédio da Casa do Povo.
Só depois deve sair o dinheiro.
Vejam como são as coisas, os vereadores que após o plebiscito repudiaram Jatene por jurar que não iria se meter na campanha do plebiscito, mas se meteu e muito, depois que pegou umas bordoadas no lombo, aplicadas pelos vereadores, rapidinho resolveu agrada-los e tu sabe o que significa isso ?
A campanha 2012 que está aí nas portas, ora essa!
Só tem uma coisa; o vereador justamente do PSDB Jailson do Mojuí, já disse hoje na Câmara que vai cobrar a ponte da cidade dele, prometida no governo itinerante do Jatene, mas que até hoje nadica de nada...rs!
Quem não chora não mama!
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Por Luis NassifNesta manhã, o Google tirou do ar a série "O caso de Veja" - certamente provocado por alguma manobra dos personagens em questão.
Aqui vai um PDF (ainda que incompleto) da série, preparado pelos
professores do IESB, de Brasilia, quando palestrei por lá. Tinha
colocado um, incompleto. Agora vai o PDF completo da série.
Nele, se chega até a armação de Cachoeira com a Veja para derrubar o delegado Paulo Lacerda.
Aí vão também os dois vídeos da palestra que dei no IESB sobre "O caso de Veja".
Entrarei em contato com o Google, para saber o que está acontecendo.
Por favor, divulguem a série.
Nele, se chega até a armação de Cachoeira com a Veja para derrubar o delegado Paulo Lacerda.
Aí vão também os dois vídeos da palestra que dei no IESB sobre "O caso de Veja".
Entrarei em contato com o Google, para saber o que está acontecendo.
Por favor, divulguem a série.
Há mais de 200 telefonemas entre o diretor da Veja Policarpo Jr e
Carlinhos Cachoeira. Há uma intensa parceria entre ambos até algum tempo
atrás.
Porque não divulgam os demais grampos?
O CASO VEJA: BAIXE AQUI O ARQUIVO PDF
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Demos: Vem aí uma gigantesca operação-abafa ?
É compreensível que gente como Reinaldo Azevedo e Ricardo Noblat esteja tentando vender a teoria de que as provas dos crimes do senador Demóstenes Torres não podem ser usadas porque, devido ao cargo que ocupa, só poderia ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal ou sob sua autorização.
Chega ao blog informação de que Demóstenes estaria fazendo ameaças à mídia, aos seus pares do DEM e até a pelo menos um membro do STF no sentido de que, caso seja estraçalhado, levará muitos ex-amigos consigo para o cadafalso.
O senador bandido está disposto a tudo para não perder o mandato simplesmente porque, sem imunidade parlamentar, dificilmente deixará de ir fazer companhia ao seu amigão Carlinhos Cachoeira lá no PF Hilton.
Demóstenes estaria ameaçando revelar que veículos como a Veja saberiam de suas atividades criminosas e que nada revelavam porque ele os municiava com informações contra o PT, entre outros favores que lhes prestaria na “Câmara Alta”.
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O mundo maravilhoso do capitalismo
A busca da verdade política sempre será uma tarefa dura, mesmo em nossos tempos, quando a ciência pôs em nossas mãos um grande número de conhecimentos. Um dos mais importantes foi conhecer e estudar o fabuloso poder da energia contida na matéria.
Por Fidel Castro
O descobridor dessa energia e seu possível emprego foi um homem pacífico e bonachão que, apesar de seu repúdio à violência e à guerra, solicitou seu desenvolvimento aos Estados Unidos, então presidido por Franklin D. Roosevelt, de conhecida posição antifascista, líder de um país capitalista em profunda crise, que tinha contribuído para salvar com fortes medidas que mereceram o ódio da extrema direita de sua própria classe. Hoje esse Estado impõe ao mundo a mais brutal e perigosa tirania que nossa frágil espécie já conheceu.
Os despachos procedentes dos Estados Unidos e seus aliados da Otan se referem aos crimes cometidos por eles e seus cúmplices.
As cidades mais importantes dos Estados Unidos e da Europa refletem constantes batalhas campais entre os manifestantes e a polícia bem treinada e alimentada, com carros blindados e escafandros, distribuindo golpes, pontapés e gases contra mulheres e homens, torcendo mãos e pescoços de jovens e velhos, mostrando ao mundo as covardes ações que são cometidas contra os direitos e a vida dos cidadãos de seus próprios países.
Até quando podem durar semelhantes barbaridades?
Para não ser extenso, já que estas tragédias irão sendo apresentadas cada vez mais pela televisão e a imprensa em geral, e serão como o pão que a cada dia se nega aos que menos têm, citarei o despacho recebido hoje, de uma importante agência de notícias ocidental:
“Boa parte das costas japonesas do Pacífico poderiam ficar inundadas por uma onda gigantesca superior a 34 metros se se produzisse um terremoto poderoso, segundo os cálculos revisados de um painel do governo.
Qualquer tsunami desencadeado por um terremoto de magnitude 9 na depressão de Nankai, que vai desde a principal ilha japonesa de Honshu até a ilha sulista de Kyushu, poderia alcançar os 34 metros de altura, assinalou o comitê.
Um cálculo anterior em 2003 estimava que a altura máxima de tal onda seria inferior aos 20 metros.
A usina de Fukushima tinha sido projetada para resistir a um tsunami de 6 metros, menos da metade da altura da onda que a impactou em 11 de março de 2011.”
Mas não há razões para preocupação. Outro despacho, datado 30 de março, pode nos tranquilizar. Procede de um meio realmente bem informado. Sintetizarei em breves palavras: “Se você fosse jogador de futebol, xeique árabe ou executivo de uma grande multinacional, que tipo de tecnologia lhe faria suspirar?
Recentemente, umas conhecidas lojas de luxo em Londres inauguraram uma seção inteira dedicada a amantes da tecnologia com carteiras abarrotadas.
Televisores de um milhão de dólares, câmeras de vídeo Ferrari e submarinos individuais são alguns dos fetiches para fazer as delícias do milionário.
O televisor de um milhão de dólares é a joia da coroa.
No caso da Apple, a empresa se compromete a entregar seus novos produtos no mesmo dia do lançamento no mercado.
Imaginemos que saimos de nossa mansão e já estamos cansados de rondar por aí com nosso iate, limousine, helicóptero ou jet. Ainda nos resta a opção de comprar um submarino individual ou para duas pessoas.”
A oferta prossegue com celulares com capa de aço inoxidável, processador de 1,2 Gigahertz e 8 Gigas de memória, tecnologia NFC para realizar pagamentos através do celular, câmera de vídeo de marca Ferrari.
É verdade, compatriotas, que o capitalismo é uma coisa maravilhosa! Talvez nós sejamos culpados de que cada cidadão não tenha um submarino particular na praia.
Foram eles e não eu quem misturou no mesmo saco os xeques árabes e os executivos das grandes transnacionais com os jogadores de futebol. Pelo menos estes últimos entretêm milhões de pessoas e não são inimigos de Cuba. Devo esclarecê-lo.
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O estranho sumiço de CartaCapital em Goiânia
“A fotocópia da matéria custa cinco reais, quer que eu reserve? Não tenho mais como tirar outra, porque a tinta da máquina acabou”, oferece, por telefone, a vendedora de uma revistaria de Goiânia. CartaCapital ligava para saber se o estabelecimento ainda tinha em estoque a edição 691, que traz em sua capa reportagem sobre os laços dos negócios ilegais do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres e o governador de Goiás, Marconi Perillo, identificados pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.A revista, que teve acesso exclusivo ao relatório da operação da PF, recebe desde a manhã deste domingo 1 inúmeras mensagens em seu portal e contas nas redes sociais Twitter e Facebook a alertar sobre a estranha dificuldade em encontrar a edição nas bancas da capital goiana.
A reportagem de capa, assinada pelo jornalista Leandro Fortes, aborda documentos, gravações e perícias da Operação Monte Carlo que indicam uma sinergia total entre o esquema do bicheiro, Demóstenes e o governador de Goiás, Marconi Perillo.
Uma gravação telefônica de 5 de janeiro de 2011 entre Cachoeira e seu principal auxiliar, Lenine Araújo de Souza, vulgo Baixinho, captada por agentes federais, mostra a interferência do bicheiro no governo de Perillo.
De Miami, o empresário recebe a notícia de que um de seus indicados para o governo de Goiás, identificado apenas por Caolho, foi preterido sem maiores explicações, aparentemente sem o conhecimento do governador. “Marconi, hora que souber disso (sic) vai ficar puto”, reclama o bicheiro, no telefonema a Souza. E acrescenta, a seguir: “Já mandei avisar ele (sic)”.
A reportagem também informa que Demóstenes recebeu ordem de Souza para falar diretamente com o governador – que nega envolvimento no caso – sobre o assunto.
Esta, no entanto, não foi a única interferência do bicheiro no governo de Perillo, segundo a PF. Há registro de conversas em que Cachoeira se mostra incomodado com a atuação de um coronel em Anápolis, que poderia atrapalhar os seus negócios.”
Matéria Completa, ::Aqui::
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Greenpeace denuncia madeireira dentro de assentamento do Incra
O Greenpeace encontrou uma madeireira operando a todo vapor dentro de um
assentamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma
Agrária), no município de Santarém (PA), sem autorização do governo, nem
consentimento dos assentados. Foram fotografados pátios de madeira,
toras cortadas, desmatamento recente e uma serraria.
Greenpeace encaminhará ao governo um relatório com fotos e mapas da área documentada, pedindo a investigação do caso. A extração predatória e, segundo assentados, ilegal, acontece dentro do projeto de Assentamento Corta Corda, na região do Rio Curuá-Una. Em quatro dias de investigação noturna na região, o Greenpeace também identificou um tráfego intenso de caminhões carregados de toras.
Os assentados já denunciaram diversas vezes ao Incra a ação ilegal de madeireiros no Corta-Corta. Mas, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, a solução proposta pelo Incra, em vez de fiscalização, foi tentar destinar quase toda a área coberta com florestas do assentamento – rica de madeiras de lei – para grileiros que exploram madeira na região. Pelo projeto, o Corta Corda seria reduzido de 52 mil para 11 mil hectares. A área continua em disputa.
Há cinco anos, o Greenpeace expôs a extração ilegal de madeira dentro de assentamentos no Pará no relatório “Assentamentos de papel, madeira de lei”. Porém, até hoje o problema permanece. “É um absurdo que as motosserras ainda operem sem controle na Amazônia. O Ibama deveria fiscalizar e punir, mas está desaparelhado para cumprir sua missão”, diz Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
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Greenpeace encaminhará ao governo um relatório com fotos e mapas da área documentada, pedindo a investigação do caso. A extração predatória e, segundo assentados, ilegal, acontece dentro do projeto de Assentamento Corta Corda, na região do Rio Curuá-Una. Em quatro dias de investigação noturna na região, o Greenpeace também identificou um tráfego intenso de caminhões carregados de toras.
Os assentados já denunciaram diversas vezes ao Incra a ação ilegal de madeireiros no Corta-Corta. Mas, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, a solução proposta pelo Incra, em vez de fiscalização, foi tentar destinar quase toda a área coberta com florestas do assentamento – rica de madeiras de lei – para grileiros que exploram madeira na região. Pelo projeto, o Corta Corda seria reduzido de 52 mil para 11 mil hectares. A área continua em disputa.
Há cinco anos, o Greenpeace expôs a extração ilegal de madeira dentro de assentamentos no Pará no relatório “Assentamentos de papel, madeira de lei”. Porém, até hoje o problema permanece. “É um absurdo que as motosserras ainda operem sem controle na Amazônia. O Ibama deveria fiscalizar e punir, mas está desaparelhado para cumprir sua missão”, diz Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
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Civita e Cachoeira quase derrubam Lula
Cachoeira filmou a corrupção nos Correios para vingar o Demóstenes e derrubar o Lula.
O detrito de maré baixa do Robert(o) Civita publica, a Folha dá guarida ao grande estadista Thomas Jefferson, o Ali Kamel dá a máxima visibilidade, instala-se o “mensalão” (que ainda está por provar-se, como diz o Mino), o Supremo vota com a faca do pescoço do PiG e o Governo Lula ia cair.
Um dos motivos por que não caiu foi a “Teoria do Sangramento”, que entrará para a biografia do Fernando Henrique – tente aqui entender por que o FHC saiu na foto ao lado do Lula – ao lado da “Teoria da Dependência (eterna aos EUA)”.
Quando o Duda Mendonça disse à CPI dos Correios que tinha recebido “lá fora”, o PiG só não decretou o impeachment do Lula, por causa da Teoria do Sangramento.
O Farol de Alexandria convenceu o Agripino Maia – cuja batata está assando – de que não valia a pena impeachar o Lula.
Era melhor fazê-lo sangrar.
Sangrar para derrotá-lo nas eleições e voltar o poder.
(Só que o Padim Pade Cerra ia providenciar um dossiê e seria ele e, não o FHC, o candidato.)
Não deu certo.
Entre outros motivos porque o Feijóo não deixou.
E o Lula e o Feijóo sabem do que se trata.
Mas, quase que o Governo cai.
Que Governo é esse ?
Tão frágil, a ponto de quase cair porque o Demóstenes, o Cachoeira, o Robert(o) Civita, a Globo e o … quiseram.
Não basta botar a culpa no PiG, na Veja, na Globo e no …
Que Governo é esse que passa 30 anos na oposição, que passa trinta anos a se preparar para governar e chega lá e não se protege ?
E não cria os mecanismos institucionais para enfrentar uma conspirata de quinta categoria com meliantes de décima.
O Robert(o), o Demóstenes, o Cachoeira e o … se reúnem na calada da noite e subjugam o Legislativo.
Mobilizam o Judiciário, que submete o Presidente da República eleito pelo povo ao constrangimento de um “chamar às falas” e “queremos cabeças” !
E agora se descobre que era uma conjura udenista como a Carta Brandi do Lacerda para derrubar o Jango.
E o Governo inerte, no canto, nas cordas.
Até o PT fugiu e deixou o Lula falando só, como um cão danado.
Mas, o PT, nesse entrecho, é irrelevante.
O que se precisa estudar é por que uma Democracia, da quinta Economia do mundo, se ajoelha diante de meliantes desse naipe.
Como se permite construir uma Democracia de pés de barro ?
A Argentina mandou os Civita embora, que tinham a sua Veja, a “Panorama”.
Os Kirchner trocaram os Ministros da Suprema Corte do Menem.
E fizeram a Ley de Medios para enfrentar a Globo.
Não é preciso buscar as instituições que preservaram a democracia inglesa do Murdoch.
Basta dar um pulo a Buenos Aires.
Quando Deng assumiu, ele podia botar a culpa de tudo no Mao, na Revolução Cultural e no Grande Passo à Frente.
Não, ele deve ter pensado, a culpa está em nós mesmos.
E criou as instituições que mantiveram a essência do sistema político (se fosse uma Democracia seria melhor, claro) e permitiram que a China se torne a maior potência econômica do mundo, com inclusão e distribuição de riqueza.
O Brasil é uma sub-democracia também porque meia dúzia de meliantes pode derrubar o Presidente da República.
E nada muda.
O Demóstenes e o Cachoeira podem ir em cana.
Mas, o Robert(o) Civita e o … sobreviverão.
E contratarão outros beleguins.
E o Governo tremerá.
Sempre alerta, Feijóo !
Paulo Henrique Amorim
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As matérias que Cachoeira plantou na Veja
Por Luis Nassif
Em 2008 dei início à primeira batalha de um Blog contra uma grande publicação no Brasil.
Em 2008 dei início à primeira batalha de um Blog contra uma grande publicação no Brasil.
A partir dos "grampos" em Carlinhos Cachoeira foi possível identificar as matérias que montava em parceria com a revista. A maior parte delas tinha sido abordada na série, porque estavam justamente entre as mais ostensivamente falsas.
Com o auxílio de leitores, aí vai o mapeamento das matérias:
DO GRAMPO DA PF DIVULGADO PELA REVISTA VEJA ESTE FIM DE SEMANA:
Cachoeira: Jairo,
põe um trem na sua cabeça. Esse cara aí não vai fazer favor pra você
nunca isoladamente, sabe? A gente tem que trabalhar com ele em grupo. Porque os grande furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz. Todos eles fomos nós que demos (...).
Cachoeira: Eu fiquei puto porque ontem ele xingou o Dadá tudo pro Cláudio, entendeu? E você dando fita pra ele, entendeu? (...)
Cachoeira: Agora,
vamos trabalhar em conjunto porque só entre nós, esse estouro aí que
aconteceu foi a gente. Foi a gente. Quer dizer: mais um. O
Jairo, conta quantos foram. Limpando esse Brasil, rapaz, fazendo um bem
do caralho pro Brasil, essa corrupção aí. Quantos já foram, rapaz. E
tudo via Policarpo.
Graças ao grampo, é possível mapear alguns dos “furos” mencionados
pelo bicheiro na conversa entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira com o
PM-araponga Jairo Martins, um ex- agente da Abin que se vangloria de
merecer um Prêmio Esso por sua colabiração com Veja em Brasília. Martins
está preso, junto com seu superior na quadrilha de Cachoeira, o
sargento aposentado da Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá, fonte
contumaz de jornalistas - com os quais mantém relações de agente duplo,
levando e trazendo informações do submundo da arapongagem.O primeiro registro da associação entre Veja e Cachoeira está numa reportagem de 2004, que desmoralizou uma CPI em que o biicheiro era invetigado. Em janeiro daquele ano, Cachoeira foi a fonte da revista Época, concorrente de Veja, na matéria que mostrou Waldomiro Diniz, sub de José Dirceu, pedindo propina ao bicheiro quando era dirigente do governo do Rio (2002). Depois disso, Cachoeira virou assinante de Veja.
As digitais do bicheiro e seus associados, incluindo o senador Demostenes Torres, estão nos principais furos da Sucursal de Brasília ao longo do governo Lula: os dólares de Cuba, o dinheiro das FARC para o PT, a corrupção nos Correios, o espião de Renan Calheiros, o grampo sem áudio, o “grupo de inteligência” do PT.
O que essas matérias têm em comum:
1) A origem das denúncias é sempre nebulosa: “um agente da Abin”, “uma pessoa bem informada”, “um espião”, “um emissário próximo”.
2) As matérias sempre se apoiam em fitas, DVDs ou cópias de relatórios secretos – que nem sempre são apresentados aos leitores, se é que existem.
3) As matérias atingem adversários políticos ou concorrentes nos negócios de Cachoiera e Demostenes Torres (o PT, Lula, o grupo que dominava os Correios, o delegado Paulo Lacerda, Renan Calheiros, a campanha de Dilma Rousseff)
4) Nenhuma das denúncias divulgadas com estardalhaço se comprovou (única exceção para o pedido de propina de 3 mil reais no caso dos Correios).
5) Assim mesmo, todas tiveram ampla repercussão no resto da imprensa.
CONFIRA AQUI A CACHOEIRA DOS FUROS DA VEJA EM ASSOCIAÇÃO COM DEMÓSTENES, ARAPONGAS E CAPANGAS DO BICHEIRO PRESO:
1) O CASO DO BICHEIRO VITIMA DE EXTORSÃO
Revista Veja Edição 1.878 de 3 de novembro de 2004http://veja.abril.com.br/031104/p_058.html
Trecho da matéria: Na semana passada, o deputado federal André Luiz, do PMDB
do Rio de Janeiro, não tinha amigos nem aliados, pelo menos em público. Seu
isolamento deveu-se à denúncia publicada por VEJA segundo a qual o deputado
tentou extorquir 4 milhões de reais do empresário de jogos Carlos Cachoeira. As
negociações da extorsão, todas gravadas por emissários de Cachoeira, sugerem
que André Luiz agia em nome de um grupo de deputados.
NOTA: A fonte da matéria são “emissários de Cachoeira”, o “empresário de jogos”
que Veja transformou de investigado em vítima na mesma CPI.
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sábado, 31 de março de 2012
Reinaldo Azevedo, o candidato oculto
No Blog do RovaiO blogueiro da Veja, Reinaldo Azevedo, era o candidato oculto de uma chapa de direita (o nome já diz tudo, Reação) que disputou o DCE em eleição que se encerrou ontem.
A chapa, inflada por seus posts, numa ação que mostra em que nível a Veja chegou, o de ficar disputando eleição em DCE, teve apenas 2.660 votos de um conjunto de 13.134.
Todas as outras chapas eram vinculadas a movimentos de esquerda, sendo que a vencedora, “Não vou me adaptar”, recebeu 6.964 votos.
A forma como a Veja e seu blogueiro “disputaram” a eleição foi o que motivou o recorde de votos neste processo eleitoral. Em média, participam de 7 a 8 mil alunos. Neste ano os votantes quase dobraram.
Como não há segundo turno nas eleições do DCE, houve um voto útil compreensível para derrotar a direita para a chapa “Não vou me adaptar”, onde boa parte dos integrantes têm vínculos com o PSoL e o PSTU.
Como Reinaldo ainda é jovem (deve estar com uns 50) ele tem tempo para aprender com a derrota. Este blog que já passou da fase de se envolver em disputas estudantis, parabeniza os vencedores e lhes deseja sucesso nas lutas que virão, pois o processo na USP da gestão Rodas não anda nada fácil.
Mas parabeniza principalmente a comunidade acadêmica, incluindo professores e funcionários, que souberam se mobilizar pra derrotar nas urnas a direita da universidade e seus propagandistas e “pensadores”.
Não sei o que está sendo pior para o Reinaldo, perder a eleição para o DCE da USP ou ver o que está acontendo com a dupla Demóstenes Torres e Policarpo Jr.
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Pará: A máfia do desmatamento ilegal
No Oeste do Pará, a Operação Mamuru II, contra o desmatamento e a exploração ilegal de madeira - no rio Mamuru, afluente do rio Amazonas, no município de Juruti -, desarticulou duas madeireiras ilegais que agiam na região. A Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), iniciou investigação para chegar até os responsáveis pela exploração das florestas.
A madeira era retirada de comunidades do Mamuru e levada para Parintins (AM) e Belém. A Polícia investiga ainda suposto acordo para repasse financeiro que teria sido feito em 2010 entre a Associação dos Produtores Rurais do Rio Mamuru (Aprim) e os madeireiros, com o aval da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A Mamuru II percorreu mais de 10 comunidades no entorno do rio. Denúncias apuradas pelo Estado e o trabalho de fiscalização via satélite apontaram vários pontos de exploração, inclusive em áreas destinadas a concessão, que o Governo do Pará está licitando para a extração legal sustentável da madeira. A operação é coordenada pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), em parceria com a Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil, Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), da Polícia Militar, e Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves.
Entre as áreas exploradas está uma próximo a comunidade Mirizal. Uma estrada aberta, ainda com rastros de caminhões, levou a equipe até um caminhão abandonado, ainda com carotes de gasolina. A Polícia afirma que o veículo era utilizado para o transporte de toras. Uma carroceria e tanque para levar diesel para os equipamentos também foram abandonados. Alguns quilômetros à frente, um acampamento completo foi encontrado. Segundo os peritos do CPC, o local tinha uma boa infraestrutura, com eletrodomésticos e mantimentos, e parecia ter sido abandonado às pressas.
Na área denominada Mocambo, localizada próximo a uma vila com o mesmo nome, outra demonstração da exploração madeireira. O local mostra a ousadia e ao mesmo tempo a infraestrutura que os madeireiros aplicavam na exploração ilegal. Na beira do rio, uma pista de pouso feita de brita, material resistente, medindo mais de 800 metros. Próximo a pista dois portos para o embarque da madeira derrubada ilegalmente. Os três pontos de embarque e desembarque eram ligados por uma estrada principal, com vários ramais. O caminho levava ao ponto de extração, a 20 km do começo da estrada.
Nesse ponto, localizado na área onde o Estado irá realizar a concessão para a extração legal, um acampamento bem estruturado, com gerador de energia, eletrodomésticos, televisão, antena parabólica e até mantimentos foi encontrado pelos agentes da Mamuru II. No acampamento estava um morador da comunidade do Mocambo, Vicente de Paulo Ferreira, que prestava serviço para a madeireira, tomando conta do local. Ele recebia o valor de R$ 700,00 pelo trabalho, mas há dois meses não era pago. Vicente prestou depoimento à Polícia, que iniciou investigação a partir das informações fornecidas por ele.
Segundo o morador, dois homens, Claudecy Pereira, que reside em Paritins (AM), e “Mica”, de Santarém (PA), trabalhavam para a GC Madeiras, que teria como dono um homem chamado Ciro, de Belém. Ainda de acordo com Vicente, no mês de abril Claudecy e “Mica” retornariam com o maquinário para a área a fim de continuar a exploração. A partir do depoimento de Vicente, a Polícia foi informada também sobre uma negociação entre a Aprim e a madeireira ilegal de Ciro. Por mil metros cúbicos de madeira, do tipo Maçaranduba e Ipê, a associação teria recebido de Claudecy e “Mica” um barco com capacidade para 45 passageiros e mais uma lancha de alumínio com motor de potência 40 cavalos.
O delegado da Dema Marcos Lemos ouviu, além de Vicente, os presidentes da Aprim e da Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (Acorjuve), Antônio Carmo e Gerdeonor Pereira, respectivamente. De acordo com o depoimento de Antônio, a GC Madeiras teria chegado à região do Mamuru em outubro de 2010, depois de arrematar 5 mil metros cúbicos de madeira em um leilão feito pela Sema. Após este leilão, a Aprim teria firmado o acordo financeiro com a GC Madeiras, de Belém, para garantir 5% de toda madeira leiloada pela Sema. O acordo teria sido feito com a interveniência da Sema. Em virtude disto, o delegado solicitou por ofício informações a respeito do leilão e do acordo.
“A madeireira, a partir do leilão, detinha o direito de retirar os 5 mil metros cúbicos de madeira, mas, segundo o Antônio, teria mantido a exploração na região desde então. Vamos solicitar à Sema informações sobre este suposto leilão, a fim de dar continuidade às investigações. Além disso, a Polícia vai apurar o suposto apoio que a Sema teria dado ao acordo feito entre a Aprim e a GC Madeiras”, afirmou o delegado Marcos, que já solicitou também apoio à Polícia do Amazonas para localizar Claudecy. “A Polícia Civil do Amazonas, em Paritins, já identificou Claudecy e irá ouví-lo. Vamos dar prosseguimento à investigação para chegar aos cabeças dessa rede de exploração madeireira”. Conforme o rumo das investigações, e os próximos depoimentos, a Polícia Civil do Pará poderá indiciar os culpados pela exploração.
Fonte: Thiago Melo
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“O crime no poder.”
Leandro Fortes: Na Carta Capital
“O crime no poder.”
Segundo investigação da Policia Federal, Carlinhos Cachoeira mandava e desmandava no Estado de Goiás, que, na teoria, é governado por Marconi Perillo, um tucano frente e verso.
Leandro já tinha demonstrado que Demóstenes ficava com 30% da receita do Cachoeira.
E, quando tentaram desmenti-lo, Leandro matou a cobra.
Agora, nesta edição que chega às bancas, ele mostra:
“Em conversas telefônicas, o bicheiro jacta-se da influência sobre Perillo e sempre recorria a Demóstenes Torres, vulgo ‘gordinho’ “
O juiz Paulo Lima disse: “É assustador o alcance dos tentáculos da organização criminosa.”
Leandro também conta que o sargento Jairo Martins, da PM de Brasilia, foi quem gravou o famoso vídeo da propina nos Correios, que deu origem ao chamado “mensalão” aquele que, segundo o Mino, ainda está por provar-se.
O sargento Martins operava para Cachoeira.
Leandro reafirma que Policapo Jr., insigne representante do detrito de maré baixa em Brasília, deu mais de 200 telefonemas para Carlinhos Cachoeira.
Mas, afinal, explica-se: a Veja odeia o Brasil, porque o dono, o Robert(o) Civita não passa de um perdedor.
E, perdido por um, perdido por mil.
Ainda mais que ele não está na Argentina.
Porque, na Argentina, mandaram os Civita embora.
Viva o Brasil !
Paulo Henrique Amorim
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sexta-feira, 30 de março de 2012
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