terça-feira, 23 de novembro de 2010
Abdelmassih pega 278 anos. Gilmar deixa ele solto
Roger Abdelmassih é condenado a mais de 200 anos de prisão
Ex-médico foi acusado de estupros de pacientes em clínica de São Paulo. Ele era um dos mais renomados especialistas em reprodução assistida.
Do G1 SP, com informações da TV Globo
O médico Roger Abdelmassih, de 66 anos, que teve seu registro profissional cassado, foi condenado nesta terça-feira (23) a 278 anos de prisão pela juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16ª Vara Criminal de São Paulo. Ele foi acusado de 56 estupros de pacientes em sua clínica, localizada em uma área nobre da capital paulista. Abdelmassih pode recorrer da decisão em liberdade. O advogado dele, José Luís de Oliveira Lima, disse que o cliente ficou “abalado” com a decisão e que vai recorrer. Foram três condenações por estupro, houve sete absolvições e as outras foram por atentado violento ao pudor.
Abdelmassih, um dos mais renomados especialistas em reprodução assistida do Brasil, com um luxuoso escritório na Avenida Brasil, chegou a ficar preso de 17 de agosto a 24 de dezembro de 2009. O então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu ao médico o direito de responder o processo em liberdade. Por causa dessa liminar, que ainda não tem uma decisão definitiva, o condenado poderá aguardar em liberdade. (…)
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Nicolelis lança manifesto da Ciência Tropical: "Ela vai ditar a agenda mundial do século XXI"
por Conceição Lemes
Ao pensar o futuro da ciência no Brasil, boa parte dos pesquisadores brasileiros volta os olhos, automaticamente, sem pestanejar, para Estados Unidos, Europa e Ásia. Miguel Nicolelis, um dos mais respeitados neurocientistas do mundo, não.
Formado em Medicina pela USP, ele está há 20 anos nos Estados Unidos, onde é professor e pesquisador na Universidade Duke. Já ganhou 38 prêmios internacionais por suas pesquisas. Dois deles, em 2010, dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos.
Desde 2003 vive na “ponte aérea” Durhan, Carolina do Norte (campus da Duke) – Macaíba, Rio Grande do Norte, onde implantou o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lilly Safra.
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Ao pensar o futuro da ciência no Brasil, boa parte dos pesquisadores brasileiros volta os olhos, automaticamente, sem pestanejar, para Estados Unidos, Europa e Ásia. Miguel Nicolelis, um dos mais respeitados neurocientistas do mundo, não.
Formado em Medicina pela USP, ele está há 20 anos nos Estados Unidos, onde é professor e pesquisador na Universidade Duke. Já ganhou 38 prêmios internacionais por suas pesquisas. Dois deles, em 2010, dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos.
Desde 2003 vive na “ponte aérea” Durhan, Carolina do Norte (campus da Duke) – Macaíba, Rio Grande do Norte, onde implantou o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lilly Safra.
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Comunidades amazônicas se unem contra exploração de madeira
* Felipe Milanez/Terra MagazineSantarém (PA)
A exploração de madeira nobre na Amazônia segue um dilema antigo na sua exploração. Aquele nunca alcançado, em que poderia utilizar as riquezas da floresta e ao mesmo tempo beneficiar as comunidades que vivem lá e preservar o meio ambiente. Por enquanto, no Oeste do Pará, esse antigo problema segue sua sina de extrair o recurso da floresta, deixando pouco desenvolvimento local e também descontentes os habitantes tradicionais.
Reunidos na comunidade Atodi, nas margens belo rio Arapiuns, um afluente do Tapajós, representantes de 27 comunidades ribeirinhas, assentados e povos indígenas da região manifestaram insatisfações com a instalação, cada vez mais forte, da indústria madeireira. Fizeram um documento em que expõe rejeição à construção de três portos no rio Arapiuns, que servem ao escoamento da madeira. Afirmam que os portos não possuem licença dos órgãos ambientais.
"Estão destruindo o leito dos rios", afirma Dinael Cardoso, representante indígena e uma das lideranças do Movimento em Defesa da Vida e da Cultura do Rio Arapiuns. O movimento surgiu exatos um ano atrás, quando uma mobilização dos comunitários fechou o rio e impediu a passagem de balsas carregando tora de madeiras. Nessa ocasião, duas balsas foram queimadas, conforme foi mostrado nesta reportagem.
"Se nós não lutarmos, se não unirmos nossas forças para retirarmos os empresários que estão aqui dentro, a natureza vai morrer", afirmou Pedro, da comunidade São José 1. Segundo ele, o assoreamento do rio é visível, e a água antes cristalina, esta barrenta. "Estamos bebendo e tomando banho em barro".
Barcos e canoas estacionados no rio Arapiuns, em frente à comunidade Atodi(Foto: Felipe Milanez/Terra Magazine)
Em depoimento aos comunitários, ele apontou a dinâmica econômica da região que inclui, alem da indústria madeireira, também a pressão pela exploração de bauxita e de agricultores de soja.
O rio Arapiuns é um afluente do Tapajós, que banha a cidade de Santarém. A área de terras no oeste do Pará, fronteira com o Amazonas, é uma das mais preservadas do estado, e está em processo de titulação e regularização fundiária. As comunidades tradicionais, ribeirinhos e indígenas, reivindicam a ocupação ancestral, em oposição à chegada, cada vez mais crescente, da indústria madeireira.
O encontro do movimento do Arapiuns ocorreu entre os dias 13 e 14 de novembro, e se estendeu ao longo dessa última semana espalhado pelas mais de 30 comunidades que estavam representadas entre cerca de 360 participantes. Um dos objetivos da reunião no Atodi foi consolidado em um abaixo assinado demandando o fechamento dos portos, e que deve ser seguido por uma série de manifestações que podem ocorrer no Fórum Social Pan-Amazônico ¿ evento que ocorre em Santarém entre 25 e 29 de novembro.
"A situação no rio Arapiuns é grave. Se não tomarmos ações concretas esse rio pode deixar de existir", afirma Cardoso. "A gente assiste, dia e noite, balsas descendo o rio carregadas de madeira. Aqui não fica nada, só migalha."
Entre as criticas apontadas na reunião, além da construção dos portos, esta a falta de demarcação da terra indígena Borari - em processo na Funai -, e uma concessão florestal para exploração de madeira feita recentemente pelo governo do Pará, na Gleba Mamuru, e que teria aberto nova frente de expansão econômica.
- Sai tanta madeira daqui, e não fica uma escola, um posto de saúde. Para onde vai essa riqueza? - questiona Cardoso.
"Por um lado, nos últimos meses, houve avanço na regularização de muitos assentamentos e demandas das populações", pondera Tiberio Alloggio, do Saúde e Alegria. "Mas a concessão florestal na Gleba Mamuru, alem de aumentar os conflitos ainda não dirimidos com as comunidades que estão pedindo a regularização de suas terras, nessa área, abre também um corredor de exploração até Juriti", afirma.
Segundo ele, isso pode colocar em risco a preservação da floresta em uma área ainda de baixa pressão.
Enquanto as comunidades que vivem nas margens do rio não são recompensadas pela riqueza econômica presente em suas terras, a exploração destes recursos segue o caminho sempre trilhado: extraindo o que existe, deixando pouco para quem vive lá. A união das comunidades do Arapiuns mostra que, ao menos nessa parte da Amazônia, as reivindicações locais podem começar a mudar essa sina histórica.
* Felipe Milanez é jornalista e advogado, mestre em ciência política pela Universidade de Toulouse, França. Foi editor da revista Brasil Indígena, da Funai, e da revista National Geographic Brasil, trabalhos nos quais se especializou em admirar e respeitar o Brasil profundo e multiétnico.
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Henrique Meirelles, o "posudo" de Goiás
Por Luis Nassif“Não é de surpreender a entrevista de Henrique Meirelles ao Globo, dizendo ter sido convidado por Dilma Rousseff para continuar no cargo de presidente do Banco Central – mas ter condicionado o aceite à manutenção da autonomia do banco.
Cobrado pela equipe de Dilma sobre a declaração, Meirelles disse não ter conversado com ninguém sobre o assunto – comprometendo a jornalista que deu a matéria.
Conheço Meirelles desde os anos 80. No antigo “Cash”, depois “Dinheiro Vivo", na TV Gazeta, devo ter sido o primeiro jornalista a abrir espaço para ele. Conheci-o quando o procurei para me explicar a matemática financeira do leasing – para a seção “Cartilha do Investidor” que tinha na coluna “Dinheiro Vivo”, da Folha.
Ele era o diretor de leasing do banco; posteriormente, tornou-se presidente da filial brasileira.Inteligente, articulado mas sem nenhum conhecimento mais aprofundado sobre economia e sobre mercados, já era dotado de uma megalomania nítida, que chocava o meio financeiro paulista.
Como, por exemplo, sair para compromissos prosaicos – como almoçar em um restaurante – acompanhado por uma comitiva de seguranças, algo que, na época, nem mesmo os presidentes de grandes bancos ostentavam.
O grande vendedor
Reencontrei-o na volta de sua passagem pelos Estados Unidos, em dois seminários dos quais participamos, ele já eleito deputado federal por Goiás e ainda não convidado para o Banco Central.
Surpreendi-me com o jogo de cena de Meirelles. Apresentava-se como o mago das finanças, o sujeito capaz de resolver os problemas nacionais. Todas as matérias sobre ele o apresentavam como o presidente internacional do BankBoston – o Global President.
Em um dos encontros, no Congresso de Fundos de Pensão na Bahia, os organizadores me pediram que participasse do debate, depois da apresentação de Meirelles.
Quando alguém do público pediu a receita para resolver os problemas brasileiros, o mago das finanças foi definitivo:
-Eu juntaria todos os credores e diria: vamos obter o superávit nominal (receita menos despesa incluindo juros). Aí acabaria com o déficit nominal e imediatamente eles baixariam os juros.
Com a taxa de juros em dois dígitos, só mágico para obter superávit nominal da noite para o dia. Perguntaram o que eu achava da proposta de Meirelles. Respondi:
-Temos duas estradas cortadas por uma cordilheira. Como fazer para juntar as duas estradas? Simples: basta remover a cordilheira. Falta responder apenas quem e como a cordilheira será removida.
Houve alguns risos irônicos na plateia, que incomodaram Meirelles.
O segundo encontro foi em um Seminário do Sebrae em Goiás, sobre a “cara” do Estado – em cima de um trabalho do sociólogo italiano Domenico Massi, sobre a cara do Brasil.”
Artigo Completo, ::Aqui::
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Dez blogs entrevistarão o Presidente Lula.
O Presidente Lula concederá a primeira entrevista à blogosfera, nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto.
Dez blogs foram convocados para a missão.
Os blogueiros confirmados para a entrevista são: Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Cloaca (Cloaca News), Conceição Lemes (Viomundo), Eduardo Guimarães (Cidadania), Leandro Fortes (Brasilia Eu Vi), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).
A entrevista acontecerá às 9 horas da manhã, e será transmitida ao vivo pelo Blog do Planalto, e pelos 10 blogs que estarão presentes.
Será uma entrevista coletiva. O público também poderá fazer perguntas ao presidente.
Só hoje pudemos divulgar a entrevista, porque a agenda presidencial sofre constantes mudanças, mas o Palácio já confirmou.
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Dez blogs foram convocados para a missão.
Os blogueiros confirmados para a entrevista são: Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Cloaca (Cloaca News), Conceição Lemes (Viomundo), Eduardo Guimarães (Cidadania), Leandro Fortes (Brasilia Eu Vi), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).
A entrevista acontecerá às 9 horas da manhã, e será transmitida ao vivo pelo Blog do Planalto, e pelos 10 blogs que estarão presentes.
Será uma entrevista coletiva. O público também poderá fazer perguntas ao presidente.
Só hoje pudemos divulgar a entrevista, porque a agenda presidencial sofre constantes mudanças, mas o Palácio já confirmou.
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Internauta cria "gerador de manchetes" para ironizar Folha de S.Paulo
Portal IMPRENSA
“Satirizar o jornal Folha de S.Paulo por meio de um site rendeu aos irmãos Mário e Lino Bochini um processo que pode lhes custar alguns milhares de reais por danos contra a imagem da publicação, sem falar da liminar que derrubou a paródia sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
Nada disso, no entanto, impediu que outros simpatizantes da causa dos Bochini continuassem a ironizar a Folha. Dessa vez, um internauta criou um gerador de manchetes com o título Falha de S.Paulo e layout parecido ao do site homônimo, retirado do ar por ordem judicial.
O comando é bem simples. Você clica na barra abaixo do logo e escreve o que bem entender. Salva a primeira página de sua autoria e envia o endereço para quem quiser.
O mecanismo, dessa vez, não tem o aval dos irmãos, apesar de a brincadeira ser lisonjeira, na opinião de Lino Bochini. "A gente acha divertido. Só ficamos com receio de que achem que fomos nós. E nós não podemos responder pelo conjunto da Internet, isso seria ridículo e insano", afirmou.
Segundo o jornalista, que já trabalhou na Folha, caso a publicação ganhe o processo por danos morais e uso indevido da marca, haverá uma jurisprudência "perigosa". "A preocupação geral das pessoas é o precedente que se abre no caso de vitória [da Folha]. Quando isso acontece, você passa a mensagem 'pode alegar uso indevido de marca'", disse Lino considerando a hipótese de que protestos contra empresas e corporações podem ser drasticamente comprometidos.
Depois das ações movidas pela Folha, os irmãos Bochini mantêm o blog Desculpe a Nossa Falha, para informar a respeito dos processos e sobre a repercussão do caso.”
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“Satirizar o jornal Folha de S.Paulo por meio de um site rendeu aos irmãos Mário e Lino Bochini um processo que pode lhes custar alguns milhares de reais por danos contra a imagem da publicação, sem falar da liminar que derrubou a paródia sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
Nada disso, no entanto, impediu que outros simpatizantes da causa dos Bochini continuassem a ironizar a Folha. Dessa vez, um internauta criou um gerador de manchetes com o título Falha de S.Paulo e layout parecido ao do site homônimo, retirado do ar por ordem judicial.
O comando é bem simples. Você clica na barra abaixo do logo e escreve o que bem entender. Salva a primeira página de sua autoria e envia o endereço para quem quiser.
O mecanismo, dessa vez, não tem o aval dos irmãos, apesar de a brincadeira ser lisonjeira, na opinião de Lino Bochini. "A gente acha divertido. Só ficamos com receio de que achem que fomos nós. E nós não podemos responder pelo conjunto da Internet, isso seria ridículo e insano", afirmou.
Segundo o jornalista, que já trabalhou na Folha, caso a publicação ganhe o processo por danos morais e uso indevido da marca, haverá uma jurisprudência "perigosa". "A preocupação geral das pessoas é o precedente que se abre no caso de vitória [da Folha]. Quando isso acontece, você passa a mensagem 'pode alegar uso indevido de marca'", disse Lino considerando a hipótese de que protestos contra empresas e corporações podem ser drasticamente comprometidos.
Depois das ações movidas pela Folha, os irmãos Bochini mantêm o blog Desculpe a Nossa Falha, para informar a respeito dos processos e sobre a repercussão do caso.”
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Plateia grita “bolinha de papel” para Cerra no show do McCartney
A bolinha vai perseguir Serra o resto da vida
Saiu no Estadão:
Público grita ‘bolinha de papel’ para Serra durante show de Paul McCartney
O ex-governador de São Paulo José Serra, candidato derrotado à presidência da República, esteve ontem na área VIP do show de Paul McCartney. Assim que foi reconhecido pelo público, ouviu o coro “bolinha de papel! bolinha de papel!”, referência ao episódio do dia 21 de outubro quando, durante a campanha, foi atingido por um rolo de fita adesiva e também por uma bolinha de papel durante uma caminhada no Rio de Janeiro.
Serra retirou-se da frente do público, embora não corresse risco já que os organizadores proíbem a entrada, entre outras coisas, de “papel em rolo de qualquer espécie, jornais e revistas”. (…)
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Saiu no Estadão:
Público grita ‘bolinha de papel’ para Serra durante show de Paul McCartney
O ex-governador de São Paulo José Serra, candidato derrotado à presidência da República, esteve ontem na área VIP do show de Paul McCartney. Assim que foi reconhecido pelo público, ouviu o coro “bolinha de papel! bolinha de papel!”, referência ao episódio do dia 21 de outubro quando, durante a campanha, foi atingido por um rolo de fita adesiva e também por uma bolinha de papel durante uma caminhada no Rio de Janeiro.
Serra retirou-se da frente do público, embora não corresse risco já que os organizadores proíbem a entrada, entre outras coisas, de “papel em rolo de qualquer espécie, jornais e revistas”. (…)
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Alexandre Padilha é o mais cotado a assumir a pasta da Saúde
O ministro das Relações Institucionais, o médico sanitarista Alexandre Padilha, é o nome mais cotado para assumir a Saúde no futuro governo de Dilma Rousseff.
Segundo a Folha apurou, Padilha reuniu apoio político e da classe médica.
Ele tem a confiança da presidente eleita, que, anteontem, se reuniu com médicos em São Paulo.
Padilha além do domicilio eleitoral, tem em Santarém militancia politica e na área da Saúde Pública.
O PMDB já informou Dilma que aceita abrir mão da Saúde (ocupada atualmente por José Gomes Temporão) em benefício de uma pasta com peso político importante, como o Ministério das Cidades.
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Segundo a Folha apurou, Padilha reuniu apoio político e da classe médica.
Ele tem a confiança da presidente eleita, que, anteontem, se reuniu com médicos em São Paulo.
Padilha além do domicilio eleitoral, tem em Santarém militancia politica e na área da Saúde Pública.
O PMDB já informou Dilma que aceita abrir mão da Saúde (ocupada atualmente por José Gomes Temporão) em benefício de uma pasta com peso político importante, como o Ministério das Cidades.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
FRASE DO DIA
"Ficha de órgão político é lixo puro, se você acreditar nas acusações, precisa acreditar também que o jornalista Wladimir Herzog se matou"
José Dirceu criticando as acusações contra Dilma no processo que a levou à prisão durante a ditadura militar.
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José Dirceu criticando as acusações contra Dilma no processo que a levou à prisão durante a ditadura militar.
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Dilma é Dilma
Mauricio Dias, na CartaCapital
Dilma não é Lula. A criatura é diferente do criador. Assim, ela sabe que Lula é um político de carisma e popularidade insuperáveis e, por isso, não buscará esse caminho.
Parte da imprensa não percebeu que ela foi ministra de Lula, foi escolhida candidata por Lula, foi eleita pela popularidade do governo e com apoio do presidente Lula, mas, embora mantenha estreita relação política com Lula, é, agora, a futura presidente. Dilma tem quebrado padrões de referência na corte brasiliense. Fez isso ao se transferir, discretamente, para a Granja do Torto. E faz isso, ostensivamente, ao evitar a imprensa que, nesta fase, pratica o jogo natural da especulação em torno da composição do ministério. Um campo propício para as intrigas.
É o início da metamorfose necessária e essencial entre o que ela foi e o que ela será: uma mulher na Presidência.
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Os movimentos iniciais da presidente eleita Dilma Rousseff reafirmam a temida visão dos inseguros, homens e mulheres, de que ela é pessoa de personalidade forte. É sim e tem, também, mostrado identidade própria.
Dilma não é Lula. A criatura é diferente do criador. Assim, ela sabe que Lula é um político de carisma e popularidade insuperáveis e, por isso, não buscará esse caminho.
Parte da imprensa não percebeu que ela foi ministra de Lula, foi escolhida candidata por Lula, foi eleita pela popularidade do governo e com apoio do presidente Lula, mas, embora mantenha estreita relação política com Lula, é, agora, a futura presidente. Dilma tem quebrado padrões de referência na corte brasiliense. Fez isso ao se transferir, discretamente, para a Granja do Torto. E faz isso, ostensivamente, ao evitar a imprensa que, nesta fase, pratica o jogo natural da especulação em torno da composição do ministério. Um campo propício para as intrigas.
É o início da metamorfose necessária e essencial entre o que ela foi e o que ela será: uma mulher na Presidência.
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Governo Dilma: Mantega fica; Meirelles vai
Tudo indica que a futura presidente ouviu Maria da Conceição Tavares, segundo a qual a conjuntura econômica pede uma equipe “coesa” (para ver, clique aqui).
Guido Mantega fica na Fazenda; tudo indica que, apesar do lobby, Henrique Meirelles sai do Banco Central.
Meirelles plantou no Globo e no Estadão que só ficaria com mais “autonomia”. Puro jogo de cena de quem não conseguiu o que queria.
E o Ministro de tudo Jobim, será que o lobby dele dará resultado?
Aguardem: vem aí o rolo compressor da mídia com Dilma “terrorista”, “assaltante” e o diabo.
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Guido Mantega fica na Fazenda; tudo indica que, apesar do lobby, Henrique Meirelles sai do Banco Central.
Meirelles plantou no Globo e no Estadão que só ficaria com mais “autonomia”. Puro jogo de cena de quem não conseguiu o que queria.
E o Ministro de tudo Jobim, será que o lobby dele dará resultado?
Aguardem: vem aí o rolo compressor da mídia com Dilma “terrorista”, “assaltante” e o diabo.
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Por que cresce o ódio racial da elite branca
Por Eduardo Guimarães
Apesar das negativas da grande imprensa, é inegável que nos últimos anos o Brasil começou a operar uma forte distribuição de renda de um grupo étnico minoritário e privilegiado para outro amplamente majoritário e eternamente prejudicado na divisão da riqueza.
Por estar a serviço do setor privilegiado – pois, em última instância, pertence a ele –, a mídia corporativa meramente canaliza um sentimento de “revolta” de classe e racial desses setores da sociedade que, até há pouco, vinham ganhando a luta de classes – que alguns tentam apresentar como anomalia ou desejo de grupos políticos, mas que, em um país tão injusto, é mera conseqüência de sua realidade social.
Estudo recente, pois, explica o ódio da elite branca contra um governo que desencadeou esse necessário processo redistribuidor de renda em prol da maioria étnica brasileira que sempre ostentou condições de vida infinitamente piores do que as de uma casta branca e descendente de europeus.
[Leia Mais...]
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Apesar das negativas da grande imprensa, é inegável que nos últimos anos o Brasil começou a operar uma forte distribuição de renda de um grupo étnico minoritário e privilegiado para outro amplamente majoritário e eternamente prejudicado na divisão da riqueza.
Por estar a serviço do setor privilegiado – pois, em última instância, pertence a ele –, a mídia corporativa meramente canaliza um sentimento de “revolta” de classe e racial desses setores da sociedade que, até há pouco, vinham ganhando a luta de classes – que alguns tentam apresentar como anomalia ou desejo de grupos políticos, mas que, em um país tão injusto, é mera conseqüência de sua realidade social.
Estudo recente, pois, explica o ódio da elite branca contra um governo que desencadeou esse necessário processo redistribuidor de renda em prol da maioria étnica brasileira que sempre ostentou condições de vida infinitamente piores do que as de uma casta branca e descendente de europeus.
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Lula vai trabalhar pelo fortalecimento da esquerda
Esse foi o último compromisso oficial do dia, antes do presidente partir para o Rio de Janeiro, onde cumpre agenda na sexta-feira. Aproveitando o nome do local, Lula falou para os presentes sobre a sua relação com Leonle Brizola e com o PDT. "Quem viu o PT e PDT certamente não tem noção de quantas coisas nós tínhamos em comum", disse Lula.
Em diversas ocasiões públicas, o presidente falou sobre o que deve fazer quando passar o cargo para a sua sucessora, Dilma Rousseff.
Quando questionado sobre seu futuro, o presidente deixa em aberto a possibilidade de retorno à política na campanha eleitoral em 2014 para disputar um novo mandato na Presidência da República.”
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Petrobras está 'destinada a dominar' setor, afirma 'The Guardian'
A Petrobras quer se tornar a maior produtora mundial de petróleo de capital aberto até 2015, segundo afirma o diretor financeiro da companhia em uma entrevista publicada pelo diário britânico The Guardian nesta terça-feira.
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TRF manda juíza parar de boicotar o ENEM
Haddad: é duro levar o pobre à faculdade.
deu no UOL
TRF derruba decisão que permitia que todos que se sentissem prejudicados refizessem o Enem
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife, derrubou nesta quinta-feira (18) a liminar da Justiça Federal no Ceará que permitia que todos os alunos que se sentiram prejudicados pelas falhas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010 pudessem refazer a prova. A decisão atende a um pedido da AGU (Advocacia Geral da União), protocolado nesta quinta.
Na liminar de ontem, a juíza Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal, determinava, também, a prorrogação do prazo para fazer o requerimento da prova até a próxima sexta-feira (26).
Com a derrubada da decisão, o prazo volta a ser esta sexta-feira (19), até 23h59. O MEC, informado da decisão, afirmou que toda a programação está inalterada e que vai procurar atender os alunos prejudicados.
De acordo com a AGU (Advocacia Geral da União), em nota divulgada pelo MEC (Ministério da Educação) na quarta, as medidas já tomadas são “justas”:
“A AGU entende que as providências adotadas pelo Ministério da Educação no sentido de permitir aos alunos eventualmente prejudicados que requeiram a correção invertida, através de requerimento eletrônico disponível no site do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais], e a possibilidade de nova prova para quem não teve o caderno de questões amarelo com defeitos de impressão substituído pelos fiscais, é a medida mais justa para assegurar o direito aos alunos prejudicados, sem prejuízo daqueles que fizeram a prova regularmente, ou da apuração de outras ocorrências registradas em ata”, afirma o ministério. (…)
Clique aqui para ler “O que quer a juíza Karla ? Fechar o ENEM ?”
E aqui para ler “O PiG e o Serra odeiam o ENEM por causa dos pobres”.
E também aqui para ler “Exame de SP leva bomba !”
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
REVIRAVOLTA: Promotor que persegue Tiririca pode perder mandato
A Corregedoria do Ministério Público de São Paulo abriu investigação para apurar se o comportamento do promotor Maurício Antonio Lopes, ao conduzir o processo contra o deputado eleito Tiririca (PR-SP), tem sido adequado.
Quem entrou com representação foi o Conselho Nacional do Ministério Público 9 (CNMP), órgão de controle externo das atividades do MP.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, o conselheiro do CNMP, Bruno Dantas, disse que “o promotor realizou manifestações públicas inadequadas, exageradas e preconceituosas” contra o humorista.
Para Dantas, o promotor Lopes “optou pela desmoralização pública do candidato eleito, em vez de pautar sua atuação na técnica processual, como faz a maioria dos membros do Ministério Público que não depende dos holofotes”.
A representação se fundamentou em entrevistas do promotor nas quais ele classifica o caso como “questão de honra” e disse que a eleição de Tiririca foi um “estelionato eleitoral”.
Agora quem pode perder o “mandato” é o promotor e não o comediante-deputado. O povo tem o direito de eleger quem bem entender. E o promotor sabe disso. Mas também sabe que nossa mídia elitista acha o máximo perseguir pessoas que não representam seus interesses e nem fazem parte da sua patota. Por isso ele fica criando factóides diários contra o Tiririca. Quer aproveitar o caso do palhaço para tentar ganhar fama no circo.
A ação da corregedoria vem em boa hora. E melhor seria se resultasse numa punição exemplar. Perda de mandato nesse caso talvez fosse um exagero, mas a exigência de um pedido de desculpas público para que possa seguir a vida atuando como promotor, cairia muito bem.
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Quem entrou com representação foi o Conselho Nacional do Ministério Público 9 (CNMP), órgão de controle externo das atividades do MP.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, o conselheiro do CNMP, Bruno Dantas, disse que “o promotor realizou manifestações públicas inadequadas, exageradas e preconceituosas” contra o humorista.
Para Dantas, o promotor Lopes “optou pela desmoralização pública do candidato eleito, em vez de pautar sua atuação na técnica processual, como faz a maioria dos membros do Ministério Público que não depende dos holofotes”.
A representação se fundamentou em entrevistas do promotor nas quais ele classifica o caso como “questão de honra” e disse que a eleição de Tiririca foi um “estelionato eleitoral”.
Agora quem pode perder o “mandato” é o promotor e não o comediante-deputado. O povo tem o direito de eleger quem bem entender. E o promotor sabe disso. Mas também sabe que nossa mídia elitista acha o máximo perseguir pessoas que não representam seus interesses e nem fazem parte da sua patota. Por isso ele fica criando factóides diários contra o Tiririca. Quer aproveitar o caso do palhaço para tentar ganhar fama no circo.
A ação da corregedoria vem em boa hora. E melhor seria se resultasse numa punição exemplar. Perda de mandato nesse caso talvez fosse um exagero, mas a exigência de um pedido de desculpas público para que possa seguir a vida atuando como promotor, cairia muito bem.
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