quinta-feira, 3 de maio de 2018

TACLA DURAN JÁ FOI OUVIDO POR PROMOTORES DE SEIS PAÍSES, MAS BRASIL SE NEGA A INTERROGÁ-LO COMO TESTEMUNHA; DEFESA DE LULA TENTA DE NOVO, AGORA NO STJ

Ministérios Publicos do Equador, México, Andorra, Antigua, Peru, Argentina, dentre outros, 
me localizam, sempre que necessitam, através do Ministério Público Espanhol p/ assistência 
internacional na qualidade de testemunha. O MPF brasileiro alega que sou foragido e não 
comparece. Tacla Duran, no twitter.

A defesa do ex-presidente Lula recorreu ao Superior Tribunal de Justiça para reformar a decisão de 
segunda instância que não obrigou o juiz Sergio Moro a permitir que Rodrigo Tacla Duran seja 
ouvido como testemunha do petista.
Os advogados insistem no depoimento porque Duran avalia que provas apresentadas pela Odebrecht 
à força-tarefa do Ministério Público na Lava Jato foram adulteradas.
No último dia 30, a defesa protocolou um recurso ordinário em habeas corpus contra a 8ª Turma do 
Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que, por unanimidade, rejeitou uma ação movida 
contra a decisão de Sergio Moro.
“A decisão que denegou o pedido [para que Duran seja testemunha], por óbvio, gera evidente 
prejuízo ao paciente [Lula], que se vê impedido de produzir prova essencial para demonstração da 
sua inocência, embora não seja ônus que lhe caiba, em claro ato atentatório ao contraditório à ampla 
defesa”, diz a petição.
No documento, a defesa explica que durante o julgamento da ação penal em que Lula é acusado de 
receber vantagens indevidas da Odebrecht (um imóvel nunca usado pelo Instituto Lula e um 
apartamento que pertence a Glaucos da Costamarques), documentos apresentados por Marcelo 
Odebrecht e pelos procuradores de Curitiba tiveram sua idoneidade questionada.
Na tentativa de acabar com as dúvidas, Moro determinou a abertura de um processo que tramita em 
paralelo, chamado de incidente de falsidade, que deve apurar se o material da Odebrecht pode ou não 
servir como prova.
Foi no âmbito deste incidente de falsidade que a defesa de Lula requereu, em novembro de 2017, a 
oitiva de duas testemunhas “relevantes ao desfecho da ação”: “Paulo Sérgio da Rocha Soares, 
proprietário da empresa Draftsystems do Brasil, desenvolvedora do sistema Drousys, e Rodrigo 
Tacla Duran, ex- advogado da Odebrecht que afirmou em depoimento à CPMI da JBS e em 
depoimento prestado aos advogados de Lula, dentre outras coisas, que tem conhecimento de que 
documentos da Odebrecht foram adulterados e não podem ter qualquer valor probatório.”
Moro deu sinal verde ao depoimento de Soares, mas rejeitou o de Duran após o estouro do caso 
Zucolotto: amigo pessoal de Moro e ex-sócio da esposa do juiz, Carlos Zucolotto foi acusado de ter 
cobrado propina para ajudar Duran a fechar um acordo de delação premiada com os procuradores de 
Curitiba.
Para rejeitar Duran, Moro disse que ele é um “foragido” e que sua palavra não merece crédito pois 
ele responde a uma ação penal por lavagem de dinheiro, entre outras justificativas.
A defesa recorreu e Moro negou novamente, afirmando a “ausência de qualquer elemento probatório 
mínimo que indique envolvimento específico dele [Rodrigo Tacla Duran] nas operações que 
constituem objeto da presente ação penal”. Na petição ao STJ, os advogados de Lula destacam que 
esse entendimento de Moro é “clara confusão entre o objeto do Incidente de Falsidade e a Ação 
Penal principal.”
Sem mais chances com o juiz de Curitiba, a defesa, então, apresentou um recurso ao TRF-4, e o 
desembargador relator do tribunal, João Gebran Neto, negou o pedido de liminar. Em 21 de 
fevereiro, a 8ª Turma do TRF-4 analisou o mérito do habeas corpus e decidiu pelo não conhecimento 
da ordem. Os embargos apresentados na sequência também foram rejeitados.
No novo recurso, agora ao STJ, a defesa questiona o fato de que o TRF-4 tomou decisão 
contraditória: ao mesmo tempo em que disse que não cabia o HC, analisou o pedido no mérito e 
assinalou que o depoimento de Duran não era “imprescindível”.
Para isso, porém, ignoraram o que Duran já revelou sobre o sistema da Odebrecht em entrevistas e 
na CPMI da JBS (ver íntegra em vídeo acima).
O STJ receberá trechos da audiência no Congresso e também da videoconferência em que o ex-
advogado da Odebrecht conversa com advogados de Lula e se coloca à disposição para depôr.
Ao STJ, a defesa afirma que é o depoimento de Duran é “de completa relevância e potencial 
contribuição”, pois ele “afirma categoricamente que de onde foram extraídas as informações 
constantes no material entregue [à Lava Jato] teria sido manipulado em variados momentos pelos executivos do Grupo Odebrecht, com o objetivo de dar sustentação e atender aos acordos que 
firmaram. Logo, as provas provenientes daquele sistema seriam viciadas e não correspondestes ao 
original.”
Além disso, atacam a decisão de Moro, lembrando que “não se pode criar a figura de pessoa 
absolutamente impedida de depor por critérios subjetivos das autoridades envolvidas no caso 
concreto.”
“Assim, diante do cerceamento de defesa e da negativa de prestação jurisdicional, socorre-se o 
paciente [Lula] a este Egrégio Superior Tribunal de Justiça, a fim de ver respeitados os seus direitos, 
de modo que se possa produzir a prova pretendida, eis que não cabe ao julgador, a sua própria 
conveniência e baseado num juízo sem concretude, embasar o seu indeferimento em elementos não 
previstos pela lei processual.”

quarta-feira, 2 de maio de 2018

DEPUTADOS VOLTAM À PGR PARA COBRAR APURAÇÃO DE DENÚNCIAS DE TACLA DURÁN


Pela terceira vez, os deputados do PT Paulo Lula Pimenta (RS), Wadih Damous e Paulo 
Teixeira cobraram junto à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em audiência nesta 
quarta-feira 2, que o órgão investigue denúncias feitas pelo ex-advogado da Odebrecht 
Rodrigo Tacla Durán contra a operação Lava Jato; documentos e declarações de Tacla Duran 
colocam em xeque delações dos executivos da Odebrecht, provas entregues pela empreiteira e 
em suspeita os próprios procuradores da força-tarefa.

- Pela terceira vez num período de cinco meses, os deputados do PT Paulo Lula Pimenta, líder na Câmara, Wadih Damous e Paulo Teixeira cobraram da Procuradoria-Geral da República (PGR) investigação das denúncias feitas pelo ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán contra a operação Lava Jato. Os parlamentares tiveram audiência nesta quarta-feira (2) com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
As denúncias do advogado são baseadas em farta documentação que coloca em xeque não apenas a totalidade das delações dos executivos da Odebrecht no âmbito da operação, mas também de todas as denúncias construídas a partir dessas delações e de outros dados coletados a partir de sistemas de informações da empreiteira.
"Levamos extensa documentação, boa parte dela periciada na Espanha, além de depoimento de mais de quatro horas de Tacla Durán, em que ele detalha uma série de irregularidades que envolvem procedimentos adotados por procuradores, juízes, empresas e delatores na chamada operação Lava Jato", explicou Pimenta após a reunião com Raquel Dodge, em que cobrou da PGR o resultado das investigações a partir do material protocolado em dezembro de 2017.
Naquela ocasião, os três parlamentares entregaram representação ao subprocurador-geral da República Carlos Alberto Vilhena, com quem se reuniram novamente, em fevereiro deste ano, para saber dos desdobramentos das denúncias e provas apresentadas no ano passado. "De lá pra cá, não temos nenhum indicativo de que a PGR tenha realizado qualquer investigação a respeito dos fatos que apresentamos", destacou o líder petista, lembrando que em outras situações PGR e Ministério Público Federal têm instaurado procedimentos, inclusive, a partir de simples notícias de jornal.
Pimenta argumentou ser de extrema relevância o conteúdo dos documentos que foram entregues à Procuradoria demonstrando ter havido manipulação dos sistemas Drousys e MyWebDay, que eram os sistemas de informações operados pela Odebrecht, dentro e fora do Brasil, com dados acerca das transações da empreiteira. Tal relevância exigiria, portanto, um posicionamento do órgão, já que a PGR na última segunda-feira (30) apresentou denúncias com base em planilhas, cujos conteúdos foram formalmente questionados – a partir de provas – desde dezembro do ano passado.
"Além disso, existem indícios da participação de escritórios de advocacia e de procuradores, que facilitam ou dificultam delações, facilitam ou dificultam liberação de recursos, o que está absolutamente fora do que prevê a lei. Na medida em que isso for investigado, teremos um fato que poderá, sim, levar à nulidade dessas delações", completou Paulo Lula Pimenta, também chamando a atenção para a necessidade de a PGR investigar o modus-operandi da Lava Jato em "oferecer" delações.
"Pela lei, delação é um ato espontâneo. E Tacla Durán apresentou uma minuta de uma proposta de delação, com os termos daquilo que deveria constar na sua delação e com os benefícios que seriam oferecidos a ele caso aquela delação fosse feita. Este advogado que encaminhou essa minuta a Tacla Durán recebeu esse conteúdo do e-mail do Ministério Público Federal lá em Curitiba. Queremos saber se esse e-mail é verdadeiro ou não", reivindicou, fazendo referência ao esquema ilegal revelado por Tacla Durán de obtenção de delações pela Lava Jato.
Durán denunciou o chamado "esquema Zucolotto", em que o advogado Carlos Zucolotto – amigo próximo do juiz Sérgio Moro, ex-sócio de sua esposa, Rosângela Moro, e padrinho de casamento do casal – teria funcionado como intermediador do seu acordo de delação com o Ministério Público. Disse ainda que o amigo da família Moro foi autor de uma proposta de redução de US$ 10 milhões na multa a ser cobrada de Durán, caso ele fizesse um pagamento de US$ 5 milhões "por fora", além de um abrandamento de pena – de regime fechado para domiciliar.
Diante da cobrança dos parlamentares, a procuradora-geral agendou nova reunião, a ser realizada em uma semana, para que a PGR apresente que providências adotou a partir do que foi apresentado. "Não estamos falando de suposições, estamos falando de depoimentos, de provas, de planilhas de pericias, estamos oferecendo testemunha [Tacla Durán] e esperamos que, de fato, nesse prazo de uma semana possamos ter uma resposta conclusiva da PGR. Queremos saber o que foi feito da denúncia e quando seremos chamados a colaborar. A testemunha está à disposição, e novos documentos poderão ser apresentados", detalhou Pimenta.
Diante da relevância de tudo o que foi entregue à PGR, o deputado Wadih Lula Damous argumentou não haver outra alternativa senão ouvir Tacla Durán em depoimento. "São fatos que apontam a possibilidade de tráfico de influência no âmbito da Lava Jato; favorecimento de advogados ligados a esse ou aquele procurador, inclusive com relação de parentesco entre advogado e procurador; e fraude em planilhas que serviram para condenar pessoas. Uma série de elementos de suma gravidade. Então, nossa expectativa na próxima quarta-feira é que a PGR nos apresente o andamento das investigações do que foi levado a conhecimento há cinco meses", reforçou.
Para o deputado Paulo Lula Teixeira, é fundamental ouvir Tacla Durán, considerar suas denúncias com relação à Lava Jato e às delações da Odebrecht e investigar o conteúdo das planilhas apresentadas pelos delatores, já que existem fortes indícios de que foram manipuladas. "Ora, se a árvore é podre, o fruto também é podre. Então essa pessoa tem que ser ouvida. E o que nos causa espécie é a recusa do judiciário brasileiro de não ouvir Tacla Durán a respeito de crimes que estariam sendo praticados no âmbito da Lava Jato e que precisam ser investigados", disse Teixeira.

O BICHO PEGOU !! MAIS DE 400 ADVOGADOS REPUDIAM ABUSO DE MORO EM CASO DE PORTUGUÊS


Manifesto assinado por mais de 400 advogados repudiou a conduta do juiz Sérgio Moro contra 
os advogados Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay) e Diogo Malan; os dois defendem o 
português Raul Schmidt, que teve uma ordem de extradição emitida pelo Ministério da Justiça 
e depois cassada pelo TRF-1; Moro se recusou a cumprir a decisão do TRF-1 e acusou os 
advogados de omitirem informações ao tribunal para induzir a uma decisão favorável; "A 
criminalização da advocacia pelo magistrado que deveria conduzir os autos com 
imparcialidade e isenção configura-se abuso de autoridade e desvio de função"; leia o 
manifesto 

Do Conjur - Um grupo de cerca de 400 advogados divulga nesta quarta-feira (2/5) um manifesto em defesa dos advogados Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay) e Diogo Malan. Eles defendem o português Raul Schmidt, que teve uma ordem de extradição emitida pelo Ministério da Justiça e depois cassada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O juiz Sergio Moro, titular da “lava jato” em Curitiba e que toca as investigações contra Schmidt, se recusou a cumprir a decisão do TRF-1 e acusou os advogados de omitirem informações ao tribunal para induzir a uma decisão favorável.
Moro se referia a um Habeas Corpus impetrado no Superior Tribunal de Justiça que ainda não havia sido julgado. Kakay e Malan demonstraram, no entanto, que a cópia da petição inicial foi enviada ao TRF-1 junto com o pedido de suspensão da extradição e que o tribunal cassou a ordem por entendê-la ilegal, e não por ter sido manipulado.
Todas as decisões, tanto a de Moro quanto a extradição e sua cassação, foram cassadas pelo STJ. De acordo com o ministro Sérgio Kukina, só o STJ pode julgar pedidos contra atos de ministérios.
O caso ainda não teve desfecho. Mas, de acordo com os advogados que assinam o manifesto, Moro cometeu abuso de autoridade por tentar desqualificar a defesa de um investigado que vai julgar depois. “A escalada de desprezo pelo direito de defesa e pela própria advocacia alcança agora outro patamar”, diz o texto.
Depois que Moro “orientou” a Polícia Federal a descumprir a decisão do TRF-1, o presidente do tribunal, desembargador Ney Bello Filho, acusou o magistrado de se deixar contaminar pela vaidade. “Inimaginável, num Estado Democrático de Direito, que a Polícia Federal e o Ministério da Justiça sejam instados por um juiz ao descumprimento de decisão de um tribunal, sob o pálido argumento de sua própria autoridade”, escreveu o desembargador.
Leia a nota:

As entidades representativas da classe e os advogados abaixo assinados, em defesa das prerrogativas da advocacia, vêm de público lançar um grave alerta em vista de decisão do juiz federal Sergio Fernando Moro, que determina expressamente que as autoridades envolvidas num processo de extradição desconsiderem liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região e prossigam com a tramitação da sua ordem. Afirma que os advogados omitiram informação para poderem obter tal liminar. O referido magistrado, em uma só assentada, ofende a jurisdição do tribunal, os advogados de defesa e ultrapassa seus deveres funcionais como magistrado.
A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região manifestou em nota pública “[ser] inimaginável, num Estado Democrático de Direito, que a Polícia Federal e o Ministério da Justiça sejam instados por um juiz ao descumprimento de decisão de um tribunal, sob o pálido argumento de sua própria autoridade”. É inimaginável, ainda, acrescentamos, que um magistrado se utilize dos autos do processo para colocar em dúvida a ética profissional dos advogados de uma das partes, sem qualquer fundamentação.
É preciso reafirmar, alto e bom som, que o advogado é indispensável à administração da Justiça, a ele é garantido tratamento igualitário perante os demais agentes do sistema, seja o membro do Ministério Público, seja o próprio magistrado, tudo como garantia do pleno exercício de sua atividade profissional na defesa dos direitos e garantias individuais daqueles que representa.
A escalada de desprezo pelo direito de defesa e pela própria advocacia alcança agora outro patamar, que precisa ser derrubado antes que possa se estabelecer como praxe. A criminalização da advocacia pelo magistrado que deveria conduzir os autos com imparcialidade e isenção configura-se abuso de autoridade, desvio de função e, se não incontroversamente contido, dá impulso aos cada vez mais frequentes abalos que afetam pilares fundamentais do Estado de Direito.
Rendemos nossas homenagens aos advogados Antonio Carlos de Almeida Castro (Kakay) e Diogo Malan, ofendidos em seu ofício, e instamos as autoridades de controle do Judiciário a assumirem seu papel institucional. É preciso conter de imediato o avanço de posturas voluntaristas e autocráticas no Judiciário, que poderão ter um custo insolvável à democracia no Brasil.

DEFESA DE LULA PROVA QUE FHC PEDIU DINHEIRO A MARCELO ODEBRECHT PARA SEU INSTITUTO E PEDE INCLUSÃO DE EMAILS DE FHC A ODEBRECHT EM PROCESSO


Defesa de Lula aproveitou bem os 15 dias concedidos pelo juiz Sérgio Moro para examinar 
milhares de mensagens de e-mails recuperados por Marcelo Odebrecht depois de sair da 
prisão; foram encontrados cinco e-mails que se referem a contribuições da empresa ao 
Instituto FHC; em dois deles, o ex-presidente pede pessoalmente doações a Marcelo, em 2010; 
para a defesa, são provas de que doações a institutos de Lula e de FHC são legítimas.

Em uma petição encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), os advogados do ex-presidente
Lula solicitam que e-mails enviados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao empresário
Marcelo Odebrecht sejam incluídos num processo contra o petista referente ao Instituto Lula.
Nas mensagens, o ex-presidente tucano pede pessoalmente ao empresário doações ao Instituto FHC.
Os emails foram trocados em setembro de 2010. Para a defesa, a conversa eletrônica prova que
doações aos institutos de Lula e FHC são legítimas e legais.
Os peritos da equipe de Lula também pedem mais 45 dias para examinar o HD de Odebrecht e
alegam que Sergio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná, não é o juiz competente para
julgar o caso.
As mensagens foram entregues por Marcelo Odebrecht à força-tarefa da Lava Jato com o argumento
de que mostram, por exemplo, a movimentação feita para comprar um terreno para o Instituto Lula.
Confira aqui a íntegra da petição.
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A "GRANDE FAMÍLIA" DO BRASIL E A TEORIA DO CAOS


Luis Nassif

Conforme previsto há tempos, encerrado o ciclo Lula-PT, ingressa-se em uma nova etapa da Lava Jato, superando o período no qual todos os abusos eram perdoados.  Cessada a blindagem, a Lava Jato começa a ser questionada pelos tribunais superiores, em alguns casos em defesa das prerrogativas desses tribunais, em outros, em defesa prévia sobre os avanços contra políticos aliados.

Tem-se um quadro complexo.
Aberta a caixa de pandora, os procuradores querem avançar além do fator PT. Ficou nítido nas manifestações da Lava Jato paulista sobre a perda do foro privilegiado do ex-governador Geraldo Alckmin. Agora, na mira, está também um dos principais operadores do PSDB, o banqueiro Ronaldo César Coelho, estreitamente ligado a José Serra, e com as contas bloqueadas na Suíça. Sua prisão, e uma investigação séria, promoveria uma verdadeira hecatombe no que restou do partido.
Esse episódio precipitou uma série de movimentos.

Peça 1 – o fator tribunais superiores

Nas últimas semanas, os tribunais superiores – STF (Supremo Tribunal Federal) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) – resolveram enfrentar, finalmente, o juiz Sérgio Moro.
O STF, através dos votos de Gilmar Mendes, Dias Tofolli e Ricardo Lewandowski, retirou de Moro vários processos contra Lula, todos baseados na mesma “teoria do fato”, juntando medidas que beneficiaram as empreiteiras com os casos tríplex e sítio de Atibaia.
Ao mesmo tempo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) passou para um juiz do Distrito Federal a decisão sobre um habeas corpus para um português envolvido na Lava Jato.
Moro reagiu, em franca desobediência a ambos os tribunais, provocando reações vigorosas da parte dos desembargadores do STJ.
Ao mesmo tempo, o STF pediu providências para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), contra manifestações do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, o mais agressivo dos procuradores da Lava Jato. E avisou que, se não forem tomadas providências, o próprio STF agirá de ofício.
E há, no CNJ, uma representação contra Sérgio Moro pela divulgação ilegal das conversas de Lula com Dilma – que foi um dos principais fatores políticos para o golpe do impeachment. A divulgação foi autorizada pelo então PGR Rodrigo Janot.
Lewandowski está onde sempre esteve. A mudança de posição de Gilmar Mendes – que voltou a ser o garantista de antes do mensalão – se deve ao fator Ronaldo César Coelho. O algoritmo mágico do STF distribuiu para Gilmar as denúncias contra José Serra, Aloizio Nunes, Aécio Neves e Cunha Lima, os principais nomes do PSDB envolvidos com os escândalos.
Em todo caso, seja bem-vindo de volta ao mundo dos garantistas.
À medida em que vai sendo cercada, a Lava Jato tenderá a produzir mais foguetório. E, aí, entra em cena, o fator Raquel Dodge.

Peça 2 – o fator Raquel Dodge

Sem controle sobre a base, a Procuradora Geral Raquel Dodge tratou de se blindar perante a mídia – especialmente a Globo – através de um movimento desmoralizante, que a equipara ao antecessor Rodrigo Janot e às manipulações dos jovens procuradores da Lava Jato – que, pelo menos, têm o álibi da juventude.
Dodge seguiu o mesmíssimo figurino de ilações manipuladas da Lava Jato, a chamada “teoria do fato”, segundo o MPF (leia aqui sobre o tema) – que é uma versão particularíssima da metodologia adotada.
Trata-se de uma metodologia adotada por qualquer bom repórter investigativo e que foi introduzida no MPF pelo procurador Douglas Fischer. Consiste em criar uma narrativa inicial sobre o tema que está sendo investigado, para ajudar a organizar as informações.
Os bons investigadores e os bons jornalistas criam uma narrativa experimental no início das investigações e vão alterando, à medida em que vão aparecendo novos fatos. O fato é soberano. Maus repórteres e maus investigadores se aferram à narrativa inicial, ignorando todos os fatos que possam comprometê-la.
Esperava-se que, com mais experiência na área, a PGR Raquel Dodge não comprometesse o MPF com esse estilo, adotado por seu antecessor. Esperança vã!
Vamos entender seu jogo, por partes.

A falsa isenção

Raquel Dodge tem o desafio de não se comprometer com o PSDB e, ao mesmo tempo, aparentar alguma isenção nas suas investigações.
Para atender às duas necessidades, no caso do PT, atira em quem está no jogo; no caso do PSDB, mira nos patos mancos – Aécio Neves e Eduardo Azeredo – e preserva quem está no jogo, José Serra e, especialmente, Geraldo Alckmin.
Tome-se a denúncia recente contra Lula, Gleise Hofman e Paulo Bernardo. E compare-se com o caso Geraldo Alckmin. A diferença é escandalosa.

A propina

A Lava Jato identificou um financiamento de campanha da Odebrecht para Gleise; e outro para Alckmin. Ambos nas eleições de 2014, parte dos pagamentos pelo caixa 2. Para Gleise, o intermediário foi o marido Paulo Bernardo, ex-Ministro do Planejamento; para Alckmin, seu cunhado Adhemar Ribeiro. Não poderia criminalizar Gleise apenas pelo Caixa 2, pois teria que aplicar a mesma medida contra Alckmin. Qual a saída encontrada pela “teoria do jogo” de Dodge?

A contrapartida

Na denúncia de cada propina, há a necessidade de se identificar a contrapartida oferecida
Gleise Hoffman
A denúncia se reporta a uma decisão de 2010 (quatro anos antes do financiamento eleitoral da Odebrecht!), da Câmara de Comércio Exterior, ampliando o financiamento às exportações de serviços para Angola, medida fiel à estratégia de expansão brasileira na África.
A decisão passou pela Camex, constituída pelos seguintes órgãos:
•          Conselho de Ministros da CAMEX, órgão de deliberação superior e final;
•          Comitê Executivo de Gestão – Gecex;
•          Secretaria-Executiva;
•          Conselho Consultivo do Setor Privado – Conex;
•          Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações – Cofig;
•          Comitê Nacional de Facilitação de Comércio – Confac;
•          Comitê Nacional de Investimentos – Coninv; e
•          Comitê Nacional de Promoção Comercial – Copcom (tema em discussão).
O Comitê de Ministros é composto dos seguintes Ministros:
•          Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República;
•          Ministro de Estado da Indústria, Comércio Exterior e Serviços;
•          Ministro de Estado das Relações Exteriores;
•          Ministro de Estado da Fazenda;
•          Ministro de Estado dos Transportes, Portos e Aviação Civil;
•          Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
•          Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e
•          Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Paulo Bernardo era um dos oito Ministros do Conselho, com status inferior aos Ministros da Casa Civil, da Fazenda, das Relações Exteriores, e da Secretaria-Geral da Presidência. Pouco importou à PGR. Foi o responsável pelo aumento das linhas de financiamento, e não se fala mais isso. A partir daí, repetiu a teoria do fato apud MPF – que consiste em enfiar provas a martelada na narrativa escolhida. E denunciou a “organização criminosa” comandada por Lula. O que demonstra que a parcialidade e falta de senso não são prerrogativas da 1ª instância do Ministério Público Federal.
Geraldo Alckmin
De acordo com delação premiada de ex-executivos das empreiteiras Odebrecht e Camargo Corrêa, Geraldo Alckmin recebeu R$ 10,3 milhões em caixa 2, através de seu cunhado, Adhemar Ribeiro. Todas foram beneficiadas por obras do governo paulista, autorizadas diretamente por Alckmin, do Rodoanel ao Metrô. Mas o caso foi tratado meramente como financiamento de campanha, sem sequer criminalizar o caixa 2, e remetido para o Tribunal Regional Eleitoral, integrado, em sua maioria, por juízes e procuradores estaduais aliados de Alckmin.

Peça 3 – o terror e o aparato policial

Há um conjunto de evidências mostrando que o crime organizado e a violência política estão cada vez mais entronizada entre integrantes de corporações armadas.
O deputado Antônio Francisquini foi Secretário da Segurança no Paraná, em 2015, no governo tucano de Beto Richa. Antes disso, ocupou cargo de relevância no Espírito Santo. Pertence a ala mais barra-pesada da Polícia Federal e, por seus cargos anteriores, têm relações estreitas com o aparelho policial do Paraná. No seu Twitter trata-se os membros do acampamento como “bandidos órfãos de Lula”
Por aí se entende a quase impossibilidade de apuração, pela polícia do Paraná, dos atentados cometidos contra a caravana de Lula e contra o acampamento do MST em Curitiba.
Esses atentados, mais os que resultaram na morte da vereadora carioca Marielle Franco, mais a identificação de munição das forças de repressão encontradas nos locais dos atentados, são um indicativo preocupante. Indicam que há uma força armada, provavelmente com integrantes dos aparelhos policiais, enveredando cada vez mais pelas sendas dos atentados políticos. Falta pouco para saírem totalmente de controle.
Mas não apenas político.
A mesclagem entre forças de repressão e crime organizado ficaram nítidas em dois episódios. O primeiro, no poder crescente das milícias no Rio, e na influência do PCC em São Paulo. No âmbito federal, o tratamento dado pela Polícia Federal ao caso da helicoca – o helicóptero do senador Perrela, com 500 quilos de cocaína. Qualquer adolescente, detido com quantidades irrisórias de droga, é inapelavelmente preso e condenado. No caso do helicoca, o piloto foi solto em questão de dias, para voltar a delinquir, sendo apanhado em outra operação, a serviço do PCC.

Peça 4 – a teoria do caos

Tem-se, então, os seguintes componentes do caos atual:
  1. O embate entre tribunais superiores e a Lava Jato.
  2. As principais instituições sendo comandas por Michel Temer (Executivo), Carmen Lúcia (STF), Raquel Dodge (MPF) e Rodrigo Maia (Legislativo). É mole?
  3. O racha do STF, anulando completamente seu papel anti-majoritário. Em pleno tiroteio, com atentados explodindo, com a violência política se espalhando, o inacreditável Luís Roberto Barroso se prestava a um trabalho de auditoria para conferir se os condenados da Lava Jato estavam pagando ou não suas multas. E, obviamente, tratando de espalhar o meritório trabalho pelas colunas de jornais.
  4. A economia sem nenhuma perspectiva de recuperação.
  5. O grupo do golpe sem nenhum candidato competitivo.
A partir desses dados, montem suas apostas.

O PREFAKE CANALHA DIZ QUE PRÉDIO ERA OCUPADO POR CRIMINOSOS. E BOULOS VAI PROCESSAR BOLSONARO FILHO POR FAKE NEWS DE QUE O MTST OCUPAVA O PRÉDIO DESABADO


Declarações de um canalha: Enquanto mais de 400 pessoas perderam tudo o que tinham e que 
tinham pouco; enquanto o desespero se apossa do coração desses abandonados da vida e da 
história; enquanto milhões de pessoas não conseguem se dar um destino no Brasil por não 
terem renda e bens; enquanto pessoas se mobilizam para dar algum conforto aos desesperados 
desabrigados, um canalha como o Doria, que não cumpriu com seu dever como prefeito, que 
enganou o povo, que mora no conforto de uma mansão nos Jardins, e que quer continuar 
enganando o povo ao candidatar-se como governador, diz que o prédio desabado era ocupado 
por criminosos. Eis como se comportam os canalhas e os covardes.


Nota de esclarecimento 
O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) tem mais de 20 anos de história de luta por 
moradia no Brasil. Nesse período colaborou para que milhares de pessoas tivessem acesso à moradia 
digna, um direito constitucional negado a mais de 6 milhões de famílias no país.
Nos últimos dois anos, estivemos na linha de frente das lutas e denúncias contra os cortes no 
orçamento da habitação. No ano de 2017, o governo Temer destinou apenas 9% dos valores previstos 
com moradia no orçamento. A faixa mais afetada foi a de baixa renda, que compreende famílias que 
recebem até 1.800 reais. Enquanto isso a Caixa Econômica ampliou o limite de financiamento para 
imóveis de luxo, uma completa inversão de prioridades.
O incêndio no edifício no Centro de São Paulo essa madrugada (1º de maio) deixou mais de 150 
famílias desalojadas; não se sabe ainda o número exato de vítimas.
A solidariedade às famílias que perderam tudo nessa tragédia é dever de todos nesse momento. Não 
podemos aceitar que uma catástrofe como essa seja utilizada para criminalizar aqueles que lutam por 
uma vida mais digna. Por isso repudiamos notícias tendenciosas da imprensa e comentários como o 
do governador Marcio França, que culpam as próprias famílias pelo seu infortúnio. Repudiamos 
também comentários preconceituosos que se amontoam nas redes.
Reafirmamos mais uma vez: as ocupações não são uma escolha, mas a única opção para milhares de 
famílias, diante da grave crise que assola o país e da falta de políticas públicas de habitação.
Aproveitamos o momento para esclarecer alguns pontos:
1) A ocupação vítima do incêndio não era organizada pelo MTST e sim por outro movimento de 
moradia, o MLSM – Movimento de Luta Social por Moradia;
2) Desde que tivemos acesso às notícias do incêndio, integrantes do MTST, juntamente com outros 
movimentos de moradia de São Paulo se mobilizaram para discutir estratégias de solidariedade às 
famílias;
3) O MTST não tem ocupações no centro de São Paulo e não pratica a cobrança de nenhum valor das 
famílias organizadas em nossas ocupações.

JUDGE MURROW NÃO CONSEGUE VENDER O TRIPLEX, ATRIBUÍDO AO LULA E REGISTRADO COMO PROPRIEDADE DA OAS EMPREENDIMENTOS ....KKKKKKKKKKKKK.......


O triplex atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua a gerar problemas 
para a justiça, informa a jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. O leilão do 
imóvel está encalhado e sem previsão de desenlace; até o fim da semana passada, nenhum lance 
foi feito pelo imóvel, cujo valor foi estipulado em R$ 2,2 milhões; o site ‘Canal Judicial’ dá 
informações detalhadas sobre a situação jurídica do apartamento: o imóvel está “registrado 
em nome da OAS Empreendimentos” e suas dívidas de condomínio são de R$ 47 mil, “que 
serão de responsabilidade do arrematante”.

247 – O triplex atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua a gerar problemas para 
a justiça, informa a jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. O leilão do imóvel está 
encalhado e sem previsão de desenlace. Até o fim da semana passada, nenhum lance foi feito pelo 
imóvel, cujo valor foi estipulado em R$ 2,2 milhões. O site ‘Canal Judicial’ dá informações 
detalhadas sobre a situação jurídica do apartamento: o imóvel está “registrado em nome da OAS 
Empreendimentos” e suas dívidas de condomínio são de R$ 47 mil, “que serão de responsabilidade 
do arrematante”.
“A página afirma que os móveis do tríplex como armários e camas estão “em bom estado de 
conservação”. Mas não pode garantir o mesmo sobre o elevador, já que “a luz da unidade não está 
ligada”. Cerca de 32 mil pessoas já visitaram o site em que o tríplex está sendo anunciado, sem 
oficializar, no entanto, interesse por ele.
Outro leilão determinado por Moro, o dos bens de José Dirceu, também fracassou na semana 
passada. A confusão no caso é até maior que a do tríplex: tanto o Banco do Brasil quanto a Receita 
Federal dizem ter direitos sobre os imóveis ou dinheiro a receber do petista que deveriam ser 
garantidos por eles.”
Leia mais aqui.
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INCÊNDIO: MÍDIA GOLPISTA, MIDIOTAS E PREFAKE JÁ ARRANJARAM UM CULPADO!


Ocupação desaba após incêndio no Largo do Paissandu, centro de São Paulo (Créditos: Willian 
Moreira/Futura Press/Folhapress)
Querem jogar a responsabilidade para os moradores e os 
movimentos
A respeito do desabamento de uma ocupação no centro de São Paulo que deixou 120 famílias sem 
moradia, uma colonista do PiG já arranjou um culpado:
(...) Movimentos como o MTST de [Guilherme] Boulos, ao incentivarem e coordenarem invasões a 
prédios sem nenhuma condição de segurança, são co-responsáveis em tragédias como essas. Ignoram 
os riscos à segurança das pessoas em nome de uma causa política. (...)
João Agripino Doria, o ex-prefake de São Paulo, também não tardou a responsabilizar os moradores 
(...) "o prédio foi invadido, e parte dela por uma facção criminosa" (...) "porque ali era um centro de 
distribuição de drogas" (...)
Ainda na manhã de ontem (1/V), Guilherme Boulos, dirigente do Movimento dos Trabalhadores 
Sem-Teto (MTST), declarou:
(...) Querer culpar os sem-teto pelas condições precárias do imóvel é de uma perversidade 
inacreditável. Ninguém ocupa porque quer, mas por falta de alternativa. (...)

Em tempo: em vídeo, Boulos lembrou que, ao contrário do que disseram certos colonistas do PiG,
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A MENSAGEM HISTÓRICA DE LULA AOS TRABALHADORES

No momento em que o Brasil é governado por um golpista rejeitado por 94% da população, o 
que ficou evidente quando Michel Temer tentou sair à rua, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da 
Silva, maior líder da história do País, mandou uma mensagem histórica aos trabalhadores. 
Lula disse que nem a propaganda massiva da Globo é capaz de esconder o fracasso do golpe e 
pediu confiança no futuro. "A esperança que retomamos neste 1.º de Maio unificado não é 
apenas um desejo, é algo que buscamos em nossa luta democrática em todos os dias. Ela nos 
fortalece para superarmos o triste momento presente e para construir um futuro de paz e 
prosperidade".
CHOMSKY: LULA É ALVO DE ATAQUE DA ELITE
Em entrevista à jornalista Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S. Paulo, o linguista americano 
Noam Chomsky, uma referência mundial da esquerda e do pensamento teórico, afirma que a prisão 
do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma injustiça e uma vingança das classes dominantes, 
inconformadas com as reformas do governo petista. O linguista diz que “Lula está sendo punido 
pelas políticas reformistas que deram um apoio muito necessário à massa da população que é 
reprimida”.
Chomsky também afirma que a esquerda e o PT precisam passar por um profundo processo de 
autocrítica, para entender por que alguns de seus quadros cederam às tentações de corrupção e 
também por que os governos progressistas que marcaram a consolidação de suas força política 
perderam a oportunidade de diversificar a economia durante o período favorável das commodities.
Sobre a prisão de Lula, Chomsky diz que “o rigor da punição, além da rejeição do pedido de habeas 
corpus, vai muito além do crime alegado, e essa punição só pode ser interpretada como parte de um 
ataque generalizado das classes privilegiadas contra tudo o que o governo Lula representou.”
O linguista afirma que “Lula está sendo punido pelas políticas reformistas que deram um apoio 
muito necessário à massa da população que é reprimida. O fato de "essa gente" ter voz na 
determinação dos rumos do governo, em vez de ficar em seu lugar na base da pirâmide social, é 
ainda mais intolerável para as classes dominantes. O objetivo mais imediato é impedir Lula de se 
candidatar em uma eleição que ele certamente venceria, de acordo com pesquisas recentes.” 
O linguista americano de 89 anos, professor aposentado do MIT (Instituto de Tecnologia de 
Massachusetts) e fundador da teoria gerativa da linguagem - a mais complexa e sofisticada teoria que 
explica o funcionamento sintático das línguas humanas, consolidada na cena acadêmica desde os 
anos 60 e responsável por grande parte da pesquisa lingustica contemporânea – acrescenta que 
“apesar de todas as falhas do governo Lula, que foram reais, suas políticas beneficiaram muita gente, 
dando sustentação econômica, oportunidade de educação, dignidade e uma sensação de que essas 
pessoas tinham um papel a desempenhar na vida do país.”
Também chamado de filósofo da linguagem, Chomsky reitera que “o silêncio imposto a Lula e o 
colapso do PT - em parte, há que se reconhecer, autoinfligido -são um golpe duro contra as 
esperanças de o Brasil realizar seu potencial de chegar a um grau maior de justiça social e 
desenvolvimento econômico e cultural.”
Leia mais aqui.

terça-feira, 1 de maio de 2018

NOVA DENÚNCIA CONTRA LULA É INEPTA. CARRO VELHO DE TEMER NA PGR "DODGE 61", SEGUE A FARSA DO TRIPLEX

A "DODGE 61" 

Por Afranio Silva Jardim, professor associado de Direito Processual Penal da Uerj. Mestre e 
Livre-Docente de Direito Processual Penal pela Uerj.

– MAIS UM CASO LULA. MAIS UMA ACUSAÇÃO TEMERÁRIA !!!
– COLOCAR À DISPOSIÇÃO DE ALGUÉM OS VALORES DE UMA CONTA BANCÁRIA 
NÃO SIGNIFICA QUE ESTE ALGUÉM RECEBEU ESTES VALORES OU MESMO PARTE 
DELES.
– DENÚNCIA QUE MAIS PARECE A PEÇA PROCESSUAL CHAMADA DE ALEGAÇÕES 
FINAIS !!!
Mais uma vez, o Ministério Público Federal demonstra uma absoluta falta de técnica ao elaborar uma 
denúncia (petição inicial da ação penal pública). Desta feita, o defeito é da própria Procuradoria 
Geral da República.
A criticada denúncia – que pode ser acessada através do link abaixo – além de repetitiva, transcreve 
trechos de depoimentos de testemunhas e delatores, reproduz documentos, etc., sendo absolutamente 
contraditória no que diz respeito à imputação feita ao ex-presidente Lula.
Ela começa afirmando que o ex-presidente Lula e outros acusados “receberam de MARCELO 
ODEBRECHT quarenta milhões de dólares (ou R$ 64 milhões de reais)”.
Entretanto, no parágrafo seguinte, a própria denúncia demonstra que o ex-presidente Lula NÃO 
recebeu dinheiro algum do Marcelo Odebrecht, afirmando:
“O valor milionário ficou à disposição do PT dali em diante em uma conta mantida pela 
ODEBRECHT para despesas que fossem indicada pelos integrantes do Partido dos Trabalhadores, 
ora denunciados”. (trecho da denúncia. O erro de concordância verbal é do original !!!).
Ora, dizer que eu tenho disponível algum valor na conta bancária de outrem significa que eu recebi 
este dinheiro ??? Lógico que o dinheiro não me foi entregue, que eu não o recebi !!!
O escandaloso é que, ao que parece, não existe uma conta bancária. Na verdade, trata-se de uma 
escrituração unilateral da empresa Odebrecht !!! A denúncia fala em “conta corrente para o futuro” …
Em outras palavras, uma mera promessa de disponibilização de numerário em favor do Partido dos 
Trabalhadores. Como acusar o ex-presidente de ‘RECEBER” se nenhuma verba pecuniária lhe foi 
entregue ou transferida ???
Vale dizer, o dinheiro continuou no patrimônio do titular da conta corrente (escritural da empresa) !!!
Esta acusação está parecendo com aquela temerária acusação do Triplex que o Lula teria recebido 
sem receber !!!
Importante notar que a própria acusação diz que a tal conta corrente da Odebrecht foi aberta em 
2008, “para arrecadação de vantagens indevidas no interesse do Partido do Trabalhadores”, (página 
22 da denúncia).
A inépcia da acusação é evidente. Disponibilizar alguma coisa não é transferir a propriedade desta 
coisa. É uma questão de lógica.

EM MENSAGEM DO DIA DO TRABALHADOR, LULA DESTACA DESMANCHE NA ECONOMIA E ADVERTE CONTRA AS MENTIRAS DA MÍDIA



Mensagem ao Povo Brasileiro no Dia do Trabalhador
do Facebook do Lula


Meus amigos, minhas amigas, o Brasil vive esse 1º de maio com tristeza mas esperança.
É com tristeza que vivemos um momento onde a nossa democracia está incompleta, com um 
presidente que não foi eleito pelo povo no poder.
O desemprego cresce e humilha o pai de família e a dona de casa.
Em uma força de trabalho superior a 100 milhões de pessoas, apenas 33 milhões têm carteira 
assinada, o número mais baixo em 6 anos.
Uma multidão de mais de 13 milhões está desempregada e outros tantos milhões em subempregos ou 
na informalidade.
O país sofreu com a reforma do governo Temer o mais duro golpe nos direitos conquistados pelos 
trabalhadores ao longo do século XX.
É com tristeza que vemos a economia patinar, conquistas democráticas serem revogadas e a maioria 
da população fazendo sacrifícios diariamente.
O direito ao trabalho, a proteção da lei, ao estudo, ao lazer tem sido cada vez mais restritos.
A mesa já não é farta, e até para cozinhar o pouco que tem muitas famílias catam lenha porque não 
podem mais pagar o bujão de gás.
Crianças e jovens perdem o futuro que lhes garantimos e a porta de acesso ao ensino superior que 
tiveram nos governos nos quais servimos em benefício daqueles que mais precisavam.
Vocês se lembram da prosperidade do Brasil naqueles tempos. Quando o Brasil ia bem e parte da 
imprensa reclamava o tempo inteiro.
Agora o Brasil vai mal e os mesmos falam em “retomada da economia”.
A sabedoria popular contra essa propaganda massiva, em especial das Organizações Globo, que 
controlam a maior parte das comunicações desse país, revela-se nas pesquisas, onde o povo mostra 
que sabe o caminho para voltar a ter um Brasil melhor, com mais inclusão social, democracia e 
felicidade.
Um Brasil onde os trabalhadores tenham direito a ter direitos.
Onde os trabalhadores possam ter uma vida digna.
Onde as crianças possam ter uma boa educação.
Onde nenhum menino ou menina passe fome ou fique pedindo esmola em um farol.
Onde o filho do pedreiro possa fazer uma faculdade e virar doutor.
Um país do qual possamos ter orgulho.
Sabemos que esse Brasil é possível.
Mais do que isso, já vivemos nesse Brasil há muito pouco tempo atrás.
Por isso a esperança!
A esperança que retomamos neste 1.º de Maio unificado não é apenas um desejo, é algo que 
buscamos em nossa luta democrática em todos os dias.
Ela nos fortalece para superarmos o triste momento presente e para construir um futuro de paz e 
prosperidade.
Viva o Dia dos Trabalhadores! Viva os trabalhadores brasileiros! Viva o Brasil!
Luiz Inácio Lula da Silva
Curitiba, 1 de maio de 2018

PRIMEIRO DE MAIO: MILHARES SE REÚNEM EM CURITIBA PARA DAR BOM DIA A LULA


Ex-presidente, que está preso na Superintendência da Polícia Federal, próximo à Vigília Lula 
Livre, recebeu um "bom dia" histórico neste Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador; nos 
arredores da Polícia Federal, os manifestantes gritavam: "Queriam prender Lula, mas não 
sabiam que ele não estava só!"; no início da tarde, um ato unificado de sete centrais sindicais 
terá como pauta a liberdade de Lula e os retrocessos trabalhistas do pós-golpe e do governo 
Temer; 



Paraná 247 - O ex-presidente Lula, que está preso na Superintendência da Polícia Federal, próximo à
Vigília Lula Livre, recebeu um "bom dia" histórico na manhã deste Primeiro de Maio, Dia do 
Trabalhador.
Nos arredores da Polícia Federal, os manifestantes gritavam: "Queriam prender Lula, mas não 
sabiam que ele não estava só!".
No início da tarde, um ato unificado de sete centrais sindicais (CUT, Força Sindical, CTB, NCST, 
UGT, CSB e Intersindical) terá como pauta a liberdade de Lula e os retrocessos trabalhistas do pós-
golpe e do governo Temer. O ato contará com a presença dos dirigentes das centrais, líderes de 
movimentos sociais e artistas (leia mais).
Assista:



1 DE MAIO NO BRASIL: TEMER ESCORRAÇADO E LULA OVACIONADO



Temer, de que adianta ser presidente se não pode sair à rua?





Manhã de primeiro de maio, milhares de pessoas dão bom dia ao ex-presidente Lula, em Curitiba.
"Bom dia, Presidente Lula!"
Enquanto isso, em São Paulo, uma multidão vaia Temer, chamando-o de ladrão e vagabundo.
"Vai embora, vagabundo... ladrão..."
E Temer sai correndo feito um Rocha Lourens, com o rabo entre as pernas.
Eis o resultado final do golpe: desemprego, desamparo, desespero, desestruturação econômica, social
e política.
O que promoveu o caos tá solto, o que pode trazer a paz social de volta está preso.
Um é perseguido, o outro protegido. um é presidente, o outro, ex.
Eis aí a síntese do Brasil de hoje.
Um líder polular preso para não ser eleito, e o eleitor esculhambando o impopular sem votos.
Mas o que diabos Temer foi fazer na rua?, pergunta-me uma senhorinha na fila do pão.
Ora, minha senhora, ele foi testar a sua impopularidade que, segundo Nizan Guanaes, é o seu maior 
trunfo.
- O que o senhor fará hoje, meu presidente?
- Irei às ruas ser vaiado pelo povo.
- Sàbia decisão. diz um deputado, enquanto lhe afaga os ovos.
As eleições se aproximam e, por isso mesmo, ninguém se aproxima de Temer, que virou um leproso.
Enquanto isso há uma romaria em Curitiba, todo dia chega gente querendo visitar o preso político.
Inclusive gente das estranjas.
Cartas lhe são enviadas do Brasil inteiro.
Lhe fazem visitas, vigílias, poemas, canções, cordéis, serenatas...
Parlamentares e intelectuais mundo afora condenam a sua condenação.
De um lado, solidariedade, do outro, demofobia.
Cheios de ódio anti povo, os caipiras de Curitiba chicoteiam trabalhador e atiram pra matar.
A mídia segue usando a tática do Ricupero, "o que é bom (pra nós) a gente mostra, o que é ruim a 
gente esconde".
Ruiu um prédio ontem em São Paulo, ocupado por brasileiros sem teto.
A turma do relho e do auxílio moradia está a culpar as vítimas.
Há ainda uma outra síntese possível.
Tivemos três friados seguidos: para celebrar um carpinteiro crucificado, o outro em homenagem ao 
alferes esquartejado e este para comemorar o dia do trabalhador, que leva tiro de pistola 9 mm e 
chicotada no lombo.
Deus tenha piedade de nós.
Palavra da salvação.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

BOM PRIMEIRO DE MAIO PARA TODOS NÓS !

O Primeiro de Maio no Brasil e no Mundo pedem #LulaLivre

Sete centrais, artistas pela democracia e um 1º de Maio 
histórico em Curitiba.
Pela primeira vez desde a redemocratização do país, as sete maiores centrais sindicais brasileiras farão, este ano, um 1º de Maio unificado. O ato de Curitiba terá como mote “Em Defesa dos Direitos e por Lula Livre”. O que unificou CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CST, UGT, CSB e Intersindical foi a defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mantido como preso político na sede da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba há 20 dias, e a certeza de que eleição de Lula para presidente da República em outubro é a chance que a classe trabalhadora tem de conseguir resgatar direitos perdidos nos últimos anos.
Os sindicalistas estão também unificados em torno de uma pauta comum de interesse da classe trabalhadora, como uma política econômica de geração de empregos e renda, defesa da seguridade e da Previdência Social pública, o fim da lei do congelamento de gastos e a revogação da reforma Trabalhista. Os presidentes das sete centrais participam do ato, além de representantes de movimentos sociais como MST, MTST, UNE e Central de Movimentos Populares, entre outros integrados pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.
Como tem ocorrido desde a instalação do acampamento Lula Livre na capital paraense, a manifestação de terça-feira, a partir das 14h na Praça Santos Andrade (Praça da Democracia), no centro histórico de Curitiba terá um forte ingrediente cultural, com apresentação de artistas conhecidos por seu posicionamento em defesa da democracia, como Beth Carvalho, Ana Cañas, Maria Gadu, o rapper Renegado e muitos artistas locais.
No ABC, 1º de Maio começa com procissão e missa
REPRODUÇÃO/SMABC
missa
Metalúrgicos fazem assembleia na Matriz de São Bernardo: greve de 1980 durou 41 dias
Na região do ABC paulista, o Sindicato dos Metalúrgicos também fará um ato por democracia e pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que permaneceu três dias na sede da entidade, em São Bernardo do Campo, até rumar para a Polícia Federal, no dia 7. Com uma concentração a partir das 7h, os metalúrgicos farão procissão em homenagem a São José Operário, padroeiro dos trabalhadores, em direção à Igreja Matriz, na região central, onde às 9h será celebrada a Missa do Trabalhador. Segundo a Diocese, haverá coleta de alimentos para famílias de desempregados.
Tanto a praça como a igreja são locais conhecidos dos metalúrgicos. Na greve de 1980, por exemplo, eles fizeram assembleia na própria Matriz, como no próprio 1º de Maio. De lá, a multidão saiu em passeata até o estádio de Vila Euclides. Vários diretores do sindicato, entre eles Lula, estavam presos. A paralisação durou 41 dias.
1º de Maio, na República, em São Paulo
Com organização de CTB ,CUT e Intersindical, a manifestação do Dia do Trabalhador em São Paulo será na Praça da República, a partir do meio-dia. Movimentos sociais que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo participam do ato, que terá como mote a defesa dos direitos atacados pela “reforma” trabalhista e da democracia, pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por seu direito a disputar a Presidência da República. A bandeira da revogação da nova legislação, e de outras medidas como a emenda constitucional do congelamento de gastos sociais, moverá o movimento sindical nas eleições deste ano.
O 1º de Maio da República terá também apresentações de artistas, como a banda Liniker e os Caramelows, que mescla black music, a rapper Preta Rara, a sambista Leci Brandão, o grupo Mistura Popular, o compositor de sambas enredo André Ricardo, e os cantores e intérpretes, Grazzi Brasil e Celsinho Mody, destaques do carnaval em 2018 pela escola de samba Paraíso do Tuiuti.
Pelo país
No Rio de Janeiro, às 14h, tem início a concentração na Praça XV (próximo à Rua do Mercado). Haverá um esquete com o grupo Emergência Teatral. Em seguida, começa a batucada com o Bloco da Democracia e caminhada pelo Boulevard Olímpico até a Praça Mauá. Em Vitória, haverá ato na Praça Costa Pereira, das 9h às 13h.
Minas Gerais terá evento do 1º de Maio em Belo Horizonte, das 8h às 11h, na Escola Municipal Pedro Guerra, na Rua João Ferreira da Silva, 230. Em Contagem, a partir das 7h30, manifestação na Praça da Cemig, Cidade Industrial, seguida da 42ª Missa do Trabalhador.
Em Maceió, a partir das 8h30, no Posto 7, na Jatiúca, tem início o ato com a participação da CUT, frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e as centrais sindicais CSP, Conlutas, Nova Central e CTB. Em Macapá, às 9h, será realizada vigília na sede da CUT, Avenida Manoel da Nóbrega,537 , bairro Laguinho. Em Manaus, a partir das 15h, tem início o ato na esquina da Sete de Setembro com Avenida Eduardo Ribeiro.
A Bahia terá ato unificado em Salvador, a partir das 13h, na Barra, com uma série de serviços gratuitos, como retirada de carteira de trabalho, orientações jurídicas, atendimento à saúde da mulher, entre outras ações. Em Feira de Santana (BA), das 8h às 16h, será realizada missa em memória à vereadora Marielle Franco, e ato por Lula Livre, com atrações musicais. Em Santo Antônio de Jesus, a partir das 8h, terá caminhada nos bairros e palestra sobre a reforma Trabalhista, sindicalismo e o golpe de 2016. Em Santo Estevão, às 9h, será celebrado um ato ecumênico. Em Canavieiras, às 8h, está agendado um café da manhã com trabalhadores na nova sede do Sindicato. Em Conceição de Feira, a partir das 8h, tem missa campal seguida pelo ato Lula Livre.
Em Fortaleza, a partir das 15h começa o ato público que reunirá as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, CUT, CTB e Intersindical no Centro Poliesportivo de Parangaba, na Avenida General Osório de Paiva, Bairro Parangaba. No mesmo local, às 9h, tem o lançamento estadual do Congresso do Povo – pela revogação das medidas do governo Temer, em defesa da soberania nacional e contra o fascismo. Em Iracema, às 7h, tem início a Carreata dos Trabalhadores, que começa na Praça Casimiro Costa (Praça da Mangueira). Ainda no Ceará, ato unificado do Vale do Jaguaribe, acontece às 10h, em Tabuleiro do Norte. E em Caucaia, o 2º Acampamento Estadual do Levante Popular da Juventude encerra sua programação.
Em Brasília, a partir das 9h, a concentração será no estacionamento entre a Funarte a Torre de TV. Haverá debate político com as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e CUT, além de apresentações culturais e atividades para as crianças, com o samba da Tapera.
Em Goiânia, às 14h, as atividades começam na Praça Universitária com apresentação da banda Sã Consciência, além de rodas de conversa, oficina e exibição de curtas-metragens, com curadoria de Benedito Ferreira. Às 15h, tem Diego Mascate, seguido por Mundhumano, Cocada Coral, Terra Cabula e Maíra Lemos.
Em Campo Grande, os atos começam no dia 30 (segunda-feira), com om a Noite Cultural do Trabalhador, a partir das 18h, na Esplanada Ferroviária, sob a organização da CUT, UGT, Nova Central, CTB, Fórum dos Servidores Públicos Estaduais do MS. No dia 1º, a partir das 7h, o ato será na Associação Colônia Paraguaia, R. Ana Luísa de Souza, 610, no Bairro Pioneiros. Das 8h às 13h, haverá atos esportivos e políticos no Pagode dos Bancários, no Clube de Campo dos Bancários. Às 11h, organizado pelo PCdoB, haverá a “Feijoada do Trabalhador”, no Bar da Valu. Às 17h, tem início a manifestação por Lula Inocente, na esquina da Afonso Pena com 14 de Julho.
Ainda em Mato Grosso, em Corumbá, a partir das 9h30, ato internacional do Dia do Trabalhador será realizado na Fronteira Brasil-Bolívia, organizado pela CUT e Central Obrera Boliviana. Em Dourados, às 16h, ato no Parque Rego D'água Jardim Água Boa.
Em Belém, às 9h, haverá ato na Praça da República. O Pará tem programações também nas cidades de Abaeté, Altamira, Barcarena, Cametá e Igarapé Miri.
Em João Pessoa, os atos acontecem desde esta sexta-feira (27), com o café da manhã dos trabalhadores na Federação dos Trabalhadores na Agricultura, seguida de caminhada até a Superintendência Regional do Trabalho e ato público no Pavilhão do Chá. Em Recife, a partir das 8h30, começa o 1º de Maio na Praça do Derby.
Em Porto Alegre, às 10h, o ato será no Parque da Redenção e começa com apresentações de Nei Lisboa, Raul Ellwanger, Grupo Unamérica e outros artistas.
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VÍDEO: Quem é o “especialista Otário” usado pela Globo para dizer que desemprego é culpa dos governos petistas