terça-feira, 4 de julho de 2017

PRISÃO DE "BOCA DE JACARÉ" FAZ DISPARAR O CONSUMO DE "ANTIDEPRESSIVOS" NO PLANALTO


Faltam dois

Por Carlos Fernandes

No dia em que veio a público o estado de abatimento, preocupação e tristeza do presidente Michel 
Temer, uma nova bomba promete estremecer o já moribundo cenário político brasileiro.
A prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima na Bahia na tarde desta segunda (3) complica ainda 
mais a situação do governo num momento em que este luta desesperadamente para tentar barrar a 
denúncia da PGR na Câmara dos Deputados.
Após a prisão de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Geddel é o segundo ex-ministro da estrita 
corriola de Temer a ser preso preventivamente, ou seja, sem prazo determinado, pela Polícia Federal.
Amigo íntimo e longevo parceiro de Temer e Eduardo Cunha, o potencial de devastação de uma 
possível delação premiada do “Suíno” pode jogar a pá de cal que falta no que resta do golpe.
Ao contrário do que possa parecer, não é cedo para falarmos em delação do nosso mais novo ilustre 
presidiário. O efeito dominó que vem derrubando um a um os “heróis” do impeachment, segue 
fazendo estragos.
Cunha, que tudo sabe em matéria de corrupção, já havia afirmado que a delação do doleiro Lúcio 
Funaro levaria Geddel e Moreira Franco para a prisão. Confirmado o primeiro, a única coisa que 
impede o segundo de ver o sol nascer quadrado é o seu cobiçado foro privilegiado.
Geddel sabe que à medida que o tempo passa mais insustentável fica a sua situação e a situação dos 
seus comparsas. Delatar o que resta da máfia que tomou de assalto o Palácio do Planalto é sua 
melhor, se não a única, opção.
Na esteira da miséria que se revela esse projeto de ruminantes no poder, sua base aliada, cuja 
lealdade é diretamente proporcional à sua honestidade, ou seja, nenhuma, abandona cada dia mais a 
barca furada em que segue à deriva todo o Brasil.
Temer, que já começa a não sentir o chão sob os seus pés, segue cumprindo a sua sina de decorativo. 
Ignorado pelo resto do mundo, voltou atrás e decidiu comparecer à reunião do G-20 completamente 
alheio sobre o que irá fazer lá.
Com a nova tormenta a frente, é capaz que desminta mais uma vez a si mesmo e desista de passar 
por mais um vexame internacional. Como bom senso não é exatamente uma qualidade desse senhor, 
pode acontecer de um tudo, inclusive nada.
Noves fora toda a insegurança política, institucional, jurídica e econômica que vivemos no Brasil 
pós-golpe, a única certeza que podemos ter para o futuro próximo é que a família Temer aumentará, 
e muito, o consumo nacional de antidepressivos no país.
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PESQUISA 2018: LULA LIDERA NO PARAZINHO DE JAMENTE E WLAD

Ganhar na casa do adversário não 
tem preço.

Veja o caso da pesquisa no Pará, 
governado pelo tucano Simão Jatene.
Lula (PT) lidera com 28% das 
intenções de voto, seguido por Jair 
Bolsonaro (PSC), que tem 18%.
Em terceiro lugar aparece Marina 
Silva (REDE) com 13%. Joaquim 
Barbosa (sem partido) tem 12%.
Ciro Gomes (PDT) surge com 6%; 
Geraldo Alckmin (PSDB) tem 5%; e, 
em último, com 3% Alvaro Dias 
(O Botox do Podemos).
O levantamento da Paraná Pesquisas 
foi realizado em 52 municípios, entre 
os dias 28 de junho a 1 de julho de 
2017, ouviu 1.500 eleitores maiores 
de 16 anos. A margem de erro é de 
2,5%.
Resumo da ópera: o ilegítimo Michel 
Temer, o juiz parcial Sérgio Moro e a 
velha mídia golpista são os principais cabo eleitorais de Lula para 2018.
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VÍDEO: "ROLA BOSTA" ENTREVISTA O POSTIÇO, E NÃO PERGUNTA SOBRE "BOCA DE JACARÉ"


A risada sabuja do "Rola Bosta"que antecede a entrevista chapa branca com Temer sobre o 
nada.

Reinaldo Azevedo “entrevistou” Michel Temer na noite de 2ª feira, dia 3, em seu programa na 
BandNews FM.
Temer falou por 5 minutos e meio. Azevedo conseguiu não perguntar sobre a prisão de seu braço 
direito Geddel Vieira Lima.
Falou que tem “quase certeza absoluta” de que a Câmara barrará a denúncia apresentada pela 
Procuradoria Geral da República.
Uma vergonha jornalística, padrão Noblat de chapa branca. Alguns trechos:


segunda-feira, 3 de julho de 2017

PARA ESCONDER ENCONTROS COM JOÃO PLENÁRIO NO JABURÚ, POSTIÇO MANDA ERGUER PAREDÃO DE PLANTAS

Jornal GGN - O governo Michel Temer mandou construir uma espécie de corredor verde que resguarda a entrada do Jaburu. Na prática, vários vasos de planta foram colocados lado a lado para impedir a visão do que acontece embaixo da marquise da residência oficial do vice-presidente - ocupada por Temer desde que ele passou a sentir uma "energia ruim" no Palácio do Alvorada, antiga moradia da presidente afastada Dilma Rousseff.
Folha publicou, na tarde desta segunda (3) que o governo não quis comentar a informação de que o corredor foi construído para evitar registros da imprensa sobre os encontros mantidos por Temer.
No mês passado, a Lava Jato revelou que Temer vinha mantendo encontros secretos - à noite e fora da agenda oficial - no Jaburu. Um deles foi gravado em áudio pelo empresário Joesley Batista, que acusa o presidente de dar aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, além de indicar Rodrigo Rocha Loures para interceder pela JBS junto ao governo. Loures foi filmado com uma mala de R$ 500 mil em propina, da mesma empresa.

URGENTE: "BOCA DE JACARÉ" DO GOVERNO TEMER É PRESO !!!


O ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos principais "batedores de carteiras" de Michel 
Temer, foi preso nesta segunda-feira 3 pela Polícia Federal, na Bahia; a decisão é do juiz 
Vallisney de Souza, titular da 10ª Vara Federal de Brasília, tomada no âmbito da Operação Cui 
Bono, deflagrada em janeiro deste ano, e que investiga fraudes em créditos da Caixa 
Econômica Federal, onde ele ocupava o cargo de vice-presidente.

A prisão de Geddel Vieira Lima, embora já afastado há meses do cargo de ministro-chefe da 
Secretaria de Governo de Michel Temer tem um efeito avassalador nas articulações do atual 
ocupante do Palácio do Planalto para barrar na Câmara a denúncia de Rodrigo Janot contra ele.
É que Geddel – se é que não era ainda – o maior articulador de Temer entre os deputados e, como tal, 
é senhor de acordos e negócios que, antes e depois do impeachment de Dilma Rousseff, foram feitos 
para desmontar o governo legítimo e montar as estruturas do ilegítimo.
Do núcleo da quadrilha do PMDB na Câmara, excluindo o próprio Michel Temer, seu “capo”, mais 
da metade está presa: Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e, agora, Geddel.
A certeza da impunidade e esta própria escassez de comparsas livres levou Geddel a cometer o erro 
de pressionar a mulher do doleiro Lúcio Funaro, por mensagens de celular, onde era identificado por 
“Carainho”. Foi o “gancho” para dar bambu para flecha do Dr. Janot, através de seus subordinados 
do MP do Distrito Federal, fazer um estrago na defesa de Michel Temer.
Ao contrário da baiana da cancão, tem deputado de sobra querendo que Geddel caia pra longe de si.
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PERFEITO (PREFEITO) IDIOTA GAÚCHO DO PSDB DIZ QUE PARTIDOS iQUE NÂO SÂO VERMELHOS PODEM "FORMAR QUADRILHAS"


Ao trollar petistas e partidos de esquerda no Facebook, o prefeito de Porto Alegre, Nélson 
Marchezan Júnior, dá a entender que os partidos da direita brasileira não se submetem ao 
rigor da lei; "Se você pertence a certos partidos vermelhos, está proibido de formar 
quadrilha", escreveu Marchezan em sua página

RS 247 - Em post no Facebook, o prefeito de Porto Alegre, Nélson Marchezan Júnior (PSDB), 
ironizou os petistas após o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello devolver o 
mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Marchezan Jr. escreveu o seguinte post:
"Se você pertence a certos partidos vermelhos, está proibido de formar quadrilha. Porto Alegre, 30 
de junho de 2017. Nélson Marchezan Júnior. Após esta zoeira, desejo um ótimo final de semana a 
todos".
O que parece ser uma simples piada com as festas juninas, mostra-se um ato falho imenso. 
Marchezan deixa implícito que os partidos vermelhos não podem formar quadrilha, mas pelo visto os 
tucanos azuis e amarelos podem, no entendimento do STF.
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"DEBI" MUDA DE IDEIA E VAI JUNTO AO "LOIDE" AO G20 PASSAR VERGONHA


Depois dos soviéticos, agora é a Alemanha Oriental

Do Valor:


O presidente Michel Temer (PMDB) voltou a mudar de ideia e agora decidiu ir à Alemanha no fim
desta semana para participar em Hamburgo da reunião de cúpula do G-20, em um roteiro mais 
abreviado do que previsto originalmente, que incluía um jantar com a chanceler Angela Merkel. 
Temer havia desistido da viagem para articular sua sobrevida no cargo junto à Câmara.
Em função da imprevisibilidade do cenário político e da própria logística da viagem, o Palácio do 
Planalto ainda verifica a viabilidade de a viagem ocorrer.
Na última semana, Temer tinha optado por permanecer no Brasil para articular a derrubada da 
denúncia contra ele por corrupção feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Temer é 
investigado ainda por obstrução de Justiça e organização criminosa.
Após delação da JBS e áudio gravado pelo empresário Joesley Batista de conversa entre ele e Temer, 
a Polícia Federal passou a investigar o pemedebista, entre outras coisas, por dar aval a compra do 
silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e por se omitir diante da confissão de Joesley de que estava 
subornando um procurador.
(…)
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ALÔ, ALÔ OTÁRIO !! SATANDER GANHA PERDÃO DE R$ 338 MILHÕES NO CARF; ITAÚ GANHOU R$ 25 BILHÕES CONTRA A RECEITA


Esse Carf é uma mãe, para os banqueiros. Veja se eu não tenho razão, caríssimo leitor.

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais deu ganho de causa para o Banco Santander, no
último dia 20 de junho, no valor de R$ 338 milhões, acerca de cobranças de Imposto de Renda 
Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
O Santander alegou que as broncas foram “herdadas” pela instituição financeira após a aquisição do 
ABN AMRO. Tratava-se da amortização de ágio.
Nunca é demais recordar que a mesma mãe, isto é, o Carf, somente numa canetada, livrou o Itaú de 
pagar R$ 25 bilhões. A dívida perdoada em abril deste ano também era a respeito de Imposto de 
Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) na fusão com o Unibanco.
Num país sério, ‘no mínimo’, os conselheiros do Carf teriam sido sumariamente destituídos. Mas 
não vem ao caso em tempos de Michel Temer e de golpe de Estado.
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COMENTÁRIO DO DIA: MORO SE TRANCOU NUMA ENCRUZILHADA

JOÃO PLENÁRIO ESTÁ EM TODAS !! Empresário dos ônibus preso tem relações com políticos e Gilmar


Jornal GGN - Herdeiro do "Rei dos Ônibus", o empresário Jacob Barata Filho foi preso na noite deste domingo (02) pela Lava Jato, sob a suspeita de pagar milhões de reais em propina a políticos do Rio de Janeiro. Além da influência no setor, o alvo da Operação também guarda relações com políticos ruralistas e a esposa do ministro Gilmar Mendes.
 
Jacob é sócio de diversas empresas de ônibus no Rio, o que trouxe a fama do nome ao empresário. A pedido de procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) e autorizado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, ele foi detido no Aeroporto Internacional do Galeão, quando estava prestes a embarcar para Lisboa, em Portugal, com passagem apenas de ida.
 
Os investigadores monitoravam o empresário e solicitaram a detenção quando descobriram que Barata Filho havia comprado uma passagem apenas de ida à Europa, levantando a suspeita de fuga do país.
 
O empresário já tinha conhecimento que estava sendo alvo das investigações e portava consigo, dentro de sua bagagem, um ofício do banco informando que a quebra de seu sigilo bancário. A prisão iria ocorrer posteriormente, mas a possibilidade de fuga fez com que os procuradores antecipassem a Operação.
 
Herdando de seu pai os negócios do ramo dos transportes de ônibus no Rio de Janeiro, o patriarca Jacob Barata é fundador do Grupo Guanabara, e seu filho, agora preso, era um dos gestores das empresas de transporte de passageiros. 
 
Em nota oficial, a assessoria de imprensa do empresário afirmou que ele não estava fugindo, mas "realizando viagem de rotina a Portugal, onde possui negócios há décadas e para onde faz viagens mensais". Os advogados decidirem se pronunciar somente após o acesso aos autos da investigação.
 
Relações de parentesco
 
O nome do empresário estampou o noticiário em 2013, quando foi realizado o luxuoso casamento da filha de Jacob, Beatriz Perissé Barata com Francisco Feitosa Filho. Em pleno ápice de atos contro o aumento das tarifas de ônibus no Brasil, manifestantes protestaram em frente ao Copacabana Palace, na zona sul do Rio, onde ocorria a festa de calculados R$ 2 milhões.
 
Entre os convidados presentes no evento, estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. As relações de Gilmar vão além de um simples convidado, ele foi padrinho do casamento. Se a noiva é neta do "Rei dos Ônibus", o noivo Francisco é filho do ex-deputado federal cearense Chiquinho Feitosa, irmão de Guiomar Feitosa, a esposa do ministro. 
 
O pai, Chiquinho, é um político ruralista, com milhões de bens declarados em empresas agropecuárias e publicamente dono de grandes fazendas no Ceará. Chiquinho é cunhado do ministro do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além de carregar como tia a esposa de Gilmar Mendes, Francisco Feitosa Filho, agora marido da filha do empresário preso, também é sobrinho também do ex-deputado federal Mário Feitoza (PMDB). 

Alemanha vence Chile e é campeã da Copa das Confederações


Seleção da Alemanha e a taça da Copa das Confederações 2017, após partida contra o Chile, 
na Arena Zenit, em São Petersburgo, na Rússia.

Gol único da partida surgiu de falha da defesa chilena, que buscava o primeiro título de nível 
mundial para o futebol do país. Edição russa pode ter sido a última do torneiopor Redação RBA publicado 02/07/2017 19h18, última modificação 03/07/2017 12h10 
Alemanha campeã da Copa das Confederações.

São Paulo – A Alemanha confirmou sua hegemonia no futebol mundial e conquistou a Copa das Confederações. A equipe europeia aproveitou falha da zaga do Chile, seu adversário na final para marcar, ainda no primeiro tempo, e vencer por 1 a 0, neste domingo (2), na Arena Zenit, em São Petersburgo. Stindl fez o único gol do jogo. É a primeira vez que a tetracampeã mundial conquista o torneio.
A Alemanha levou para a Rússia jogadores bastante jovens – média de 23 anos. Mas, mesmo sem as principais estrelas que devem ir à Copa no ano que vem, conseguiu mais um título. O Chile, que venceu as últimas duas edições da Copa América, tentava o que seria o primeiro título de nível mundial de sua história e subir no ranking das seleções.
Horas antes, na Arena Otkrytie, em Moscou, Portugal venceu o México por 2 a 1 e saiu com o terceiro lugar da Copa das Confederações.
Esta pode ter sido a última edição. A Fifa planeja acabar com o torneio, que não tem despertado interesse das principais seleções do mundo do futebol. Foram oito edições, de 1997 a 2017, e o maior vencedor é o Brasil, com quatro títulos (1997, 2005, 2009 e 2013).
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OS ATOS ESTRANHOS DO MINISTRO FACHIN


Luis Nassif

Nos últimos dias aconteceram vários episódios que, de certo modo, enfraquecem o Procurador Geral da República (PGR) Rodrigo Janot e dão algum alento à organização que tomou conta do Executivo. Mas não indicam  mudança radical na correlação de. Mesmo porque ainda  há um enorme acervo de malfeitos de Michel Temer e seu bando a serem revelados.
O STF (Supremo Tribunal Federal) continua sendo uma incógnita.  Não  se sabe para que lado vai e o que motivou a mudança surpreendente de posição do Ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato.
Há algo de podre no ar, mas ainda não há clareza sobre tamanho e consistência.
Nos últimos dias houve uma confluência de fatores que permitiu algum contra-ataque da turma de Michel Temer.
Passo 1 – críticas gradativas dos jornais aos métodos da Lava Jato, por aplicar o direito penal do inimigo nos amigos.
Passo 2 – o impacto da nomeação da nova Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, marcando simbolicamente o fim da era Janot.
Passo 3 – Mudanças no comportamento do STF. Aumentou a intenção de enquadrar a Lava Jato nos limites da lei. Mas  não está claro se já começou, em definitivo, a operação pizza.
Passo 4 – movimentos de reação da Lava Jato contra Raquel Dodge, valendo-se de suas parcerias com a mídia. Não duraram meio dia. Foi a verdadeira batalha de Itararé, na qual Dodge venceu sem precisar combater. Dodge se consolida antes de precisar atuar.
Vamos entender em mais detalhes o que se passa.

Peça 1 – a mudança de Luiz Edson Fachin

Fiscaliza-se um juiz pela análise de suas sentenças.
Todo juiz tem direito à liberdade de julgar, de formar suas próprias convicções. Mas não o de usar um critério para cada caso. E quando usa dois critérios distintos para o mesmo caso, tem algo estranho no caminho.
Dr. Fachin era garantista com veleidades sociais. Depois se tornou um vingador impiedoso.
Um pequeno balanço de algumas decisões recentes dele :
No dia 26 de abril de 2017, investiu contra a libertação de presos da Lava Jato.
Mostrou-se indignado com a libertação de João Cláudio Genu, ex-tesoureiro do PP, e com a pena alternativa de prisão domiciliar para José Carlos Bumlai, ambos condenados por Sérgio Moro. Os jornalistas perguntaram se as decisões facilitariam outras medidas semelhantes. E Fachin respondeu: “Saí daqui ontem com vontade de reler o Ibsen, ‘Um Inimigo do Povo’ e a história do doutor Stockmann".
No dia 2 de maio de 2017 foi derrotado na votação que decidiu pela libertação de José Dirceu. Sua justificativa: “Eventual excesso na duração de prisões cautelares não deve ser analisado diante de prazos estanques, não se trata de uma questão aritmética. É indispensável que tal circunstância seja aferida de modo particularizado, à luz das peculiaridades de cada caso (...) Estamos aqui nesse caso a tratar em acusação, digo e repito, a tratar da criminalidade do colarinho branco”. Anote suas palavras.
No dia 4 de maio negou habeas corpus para Antônio Pallocci.  Fez mais: para impedir que a 2a turma revogasse sua decisão, decidiu levar a questão para plenário.
No dia 3 de junho de 2017, autorizou a prisão preventiva do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures. Considerou que Loures, em liberdade, representaria risco às investigações: “o teor dos indícios colhidos demonstra efetivas providências voltadas ao embaraço das investigações, de modo que não é difícil deduzir que a liberdade do representado põe em risco, igualmente, a apuração completa dos fatos”. “Não é difícil deduzir” significa que os fatos não deixam margem a dúvidas.
Ai aparece uma pedra no caminho do nosso templário.
No dia 10 de junho de 2017 a revista Veja informou que a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) teria sido acionada por Michel Temer para investigar a vida de Fachin.
No mesmo dia, Fachin prosseguiu em sua sanha penalista, negando habeas corpus ao procurador da República Ângelo Goulart Vilella, acusado de levar propina da JBS, e preso há 45 dias sem sequer ter sido interrogado. “Tratando-se de decisão de natureza cautelar, eventual modificação do panorama fático-processual que autorize a sua revisão deve ser objeto de deliberação pela autoridade judiciária competente que, no caso em análise, não é mais o Supremo Tribunal Federal, mas o Tribunal Regional Federal da 3ª Região”.
Aí se entra o caso Loures.

O que é solicitado pela defesa

Segundo consta da própria decisão de Fachin, os advogados de Loures solicitaram uma das três alternativas: prisão domiciliar, remoção para o 19Batalhão Militar ou retorno ao presídio da Papuda.

O tempo de julgamento na Câmara

Volte ao argumento de Fachin ao negar a libertação de José Dirceu.
Compare com o argumento utilizado para libertar Rocha Loures:
“A necessidade de se aguardar a autorização pela Câmara dos Deputados implica em alongamento da prestação jurisdicional que, neste momento, não merece ser suportada com a privação da liberdade. O tempo para o cumprimento da regra constitucional que impõe exame dessa autorização prévia não pode se converter em redobrado gravame ao ora denunciado”.

O que Fachin oferece a Loures

Os advogados de Loures tinham requerido transferência para outros presídios ou prisão domiciliar. Fachin oferece mais do que isso, a liberdade:
a) recolhimento domiciliar no período noturno (das 20h às 6h) e nos  dias de sábados, domingos e feriados, a ser fiscalizado por monitoração eletrônica;
b) proibição de manter contato com qualquer investigado, réu ou testemunha relacionadas aos feitos a que responde;
c) proibição de ausentar-se do País, devendo entregar seu passaporte em até 48 (quarenta e oito) horas;
d) comparecimento em juízo para informar e justificar atividades sempre que requisitado, devendo manter atualizado o endereço em que poderá ser encontrado.

O álibi da isonomia

Vale-se, para tanto, do uso escandaloso do conceito de isonomia.
Andrea Neves não tem cargo parlamentar, não tem proximidade com o grupo de Temer e foi detida por supostamente ter negociado o apartamento da mãe com a JBS. Do primo de Aécio, a única coisa que se sabe é que se ofereceu para servir de mula e transportar o dinheiro.
Loures é operador de Temer, homem da estrita confiança, foi gravado negociando propinas em troca de facilidades com o setor público.
No entanto, ele apela para a libertação de Andrea como álibi para libertar Loures.
Acompanhe a cronologia abaixo:
·       No dia 16 de março de 2017, Loures reuniu-se com Joesley Batista que lhe solicitou resolver negócio no Cade (Conselho Administrativo de Direito Econômico) envolvendo a venda de gás da Petrobras para a Âmbar, empresa do grupo. Na gravação, negocia 5% do lucro da operação para Temer.
·       No dia 13 de abril a Petrobras assinou o contrato com a Âmbar.
·       No dia 8 de junho o contrato é cancelado.
Tem todos os elementos de convencimento de um ato de corrupção:
1.     A indicação, por Temer, do seu homem de confiança para negociar com Joesley.
2.     A negociação entre Loures e Joesley Batista em torno dos interesses da JBS na Âmbar.
3.     Loures sai do encontro com uma mala de R$ 500 mil.
4.     Logo depois, a Petrobrás assina o contrato com a Âmbar.
Havia sinais nítidos de que Loures iria aceitar o acordo de delação.
Mesmo assim, Fachin esqueceu completamente o que escreveu menos de um mês antes.

A governabilidade

Em nenhum momento invocou-se o chamado periculum in mora, o risco da decisão tardia, para segurar o impeachment de Dilma.
O Supremo (ou seria apenas Fachin?) envereda agora, por um garantismo tardio, visando preservar o equilíbrio entre os poderes.
Ora, para se manter a organização criminosa controlando o Executivo, a condição essencial – justamente para evitar o periculum in mora seria manter detido o principal operador de Michel Temer. Enquanto  o presidente permanece, pela necessidade de aprovação do julgamento pelo Congresso,  se mantém fora do jogo seu operador.
O fato é que Fachin voltou atrás radicalmente sem uma explicação plausível. Não havendo, há três hipóteses:
1.     Cedeu às ameaças do grupo de Temer.
2.     Foi seduzido por alguma conversa com o velho Rocha Loures, grande ex-presidente da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), conterrâneo de Fachin.
3.     Produziu um documento fake pelo fato de Loures ter concordado com a delação.
Não há hipótese benigna para o ato de Fachin.

Peça 2 – a retórica afasta-de-mim este cálice

A Suprema Corte brasileira desenvolveu uma metodologia tupiniquim para não correr riscos desnecessários (para seus autores), embora essenciais (para a garantia constitucional).

O princípio do comigo-não-violão

Um ou outro Ministro assume uma atitude, ainda que pequena, contra a unanimidade. Dada sua contribuição, ele faz mentalmente uma contagem de sacrifícios individuais em defesa da Constituição. E diz para si próprio: comigo não, violão, já cumpri a minha parte.

O álibi da referência jurídica

Primeiro, desenvolve-se a tese que atenda aos interesses pessoais, políticos ou ideológicos da corte. Depois, busca-se uma referência jurídica para avalizá-la.
No caso do mensalão, o Ministro (e ex-procurador) Joaquim Barbosa adotou a “Teoria do Fato”, do alemão Claus Roxin para condenar acusados, pelo simples fato de estarem no comando de partidos ou do governo, sem a necessidade da busca de provas maiores.
A interpretação foi criticada pelo próprio  Roxin em entrevista á Tribuna do Advogado .
Agora, para bater em retirada, o bravo STF recorreu ao jurista português José Joaquim Gomes Canotilho. Durante duas semanas Canotilho foi servido ao molho pardo nas discussões do Supremo, para fortalecer a tese de que a casa deve exercer poder moderador, para evitar instabilidade política e confronto entre poderes.
E, depois de deglutir Canotilho com quiabo, decidiram – na competente descrição do jornalista José Casado – “reafirmar seu poder até o limite (...) em nome da confiança do Estado e da segurança jurídica”. Alvíssaras!
E chamam a debandada de “reafirmação de poder”.

A tilápia e a piranha

Para embasar uma decisão esdrúxula, encontre um caso anterior qualquer e o trate como precedente para uma decisão de isonomia, mesmo que não tenha nada a ver com o caso presente. Tipo, posso liberar uma piranha para nadar no rio, porque há um precedente liberando a tilápia e, sendo ambos peixes, há que se garantir a isonomia de tratamento.

As interpretações a posteriori

A Constituição escolheu o modelo presidencialista. Por ele, não há maneira de tirar o presidente por problemas administrativos. Isso só ocorre no parlamentarismo, com o voto de desconfiança.
Depois de consumado o impeachment de Dilma, em entrevista à Globonews o Ministro Luís Roberto Barroso resolve “olhar retrospectivamente” para admitir o ataque à Constituição : “Olhando pelo retrovisor, eu penso que se utilizou um instrumento parlamentarista para a destituição de um chefe de governo no modelo presidencial, e, portanto, houve um abalo institucional”.
Pela manipulação política constante da interpretação jurídica, fica-se sem saber para onde sopra o vento do STF.

Peça 3 – o fim do estrelismo da Lava Jato

São promissores os primeiros sinais da futura gestão da nova PGR Raquel Dodge.
Mal foi indicada, já sofreu o primeiro ataque de procuradores da Lava Jato lotados na força tarefa da PGR.
O recado foi curto e grosso – mais grosso do que curto . Esses procuradores não gostam de Raquel Dodge, acreditam que não terão a mesma liberdade que tiveram com a falta de comando de Rodrigo Janot e, se não receberem atenção especial dela, pedirão demissão.
Valeram-se dos canais habituais que consolidaram na imprensa.
Na parte da tarde, soltaram uma nota oficial de apoio a Raquel.
De Brasília, provavelmente não restará ninguém da Lava Jato. No novo grupo que assumirá a PGR a opinião é que o grupo de Brasília foi montado às pressas, sem colocar especialistas. Os que entraram primeiro convidavam conhecidos. Em alguns casos, um procurador entrou porque a cônjuge foi convocada para um trabalho em Brasília.

O estilo Raquel Dodge

Em reportagem do Valor Econômico, antes de ser indicada, Raquel Dodge resumiu o estilo que pretende implantar na PGR:
·       Mecanismos que permitam um controle maior sobre os inquéritos e dificultem os vazamentos.
·       Cooperação entre órgãos da administração pública para agilizar os acordos de leniência.
·       Diagnóstico das ações civis públicas, para impedir que a paralisação de uma obra, ainda que seja por questão de corrupção, não acabe sendo mais onerosa para o país do que o próprio custo da corrupção. “A obra foi paralisada, mas resolveu-se o problema do asfalto esburacado?”pergunta.
·       Criação de grupo de trabalho para monitorar o cumprimento, pelos delatores, do que foi acertado no acordo de delação.
·       Manter o sigilo das investigações para garantir a dignidade das pessoas envolvidas, já que vazamentos podem induzir a erros, como o de tratar uma testemunha como suspeito.
Foi um discurso não apenas para o pessoal de dentro, mas uma promessa de trazer o MPF de volta ao leito institucional e aios princípios que devem nortear a ação de um procurador – isenção, discrição, respeito aos direitos individuais, não-exibicionismo.
Não apenas isso.
A indicação de Raquel Dodge renovou as esperanças do Ministério Público suíço, de montar uma colaboração com o Brasil. 15 meses depois de anunciada a criação de uma força-tarefa conjunta, para investigar casos de corrupção, a proposta não andou, bloqueada pelo Ministério da Justiça do Brasil.
Talvez, aí, destrave as investigações sobre as relações de Ricardo Teixeira com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que jamais avançaram no período Rodrigo Janot.
Vamos aguardar mais desdobramentos dos últimos capítulos antes de arriscar os desdobramentos desses dias imprevisíveis.
PS - Como o Ministro Marco Aurélio de Mello não é de panelinhas, preferi ter mais informações antes de analisar sua atitude em relação a Aécio Neves.

ELISEU "QUADRILHA" SE CALA EM DEPOIMENTO À PF SOBRE ODEBRECHT


O braço direito de Michel Temer, Eliseu Padilha, escolheu o silêncio ao ser questionado no 
inquérito que investiga a propina de R$ 10 milhões paga pela Odebrecht ao PMDB, após um 
jantar no Palácio do Jaburu, com a presença de Michel Temer; "Confirma que nessa reunião 
foi reafirmado um pedido de Michel Temer para Marcelo Odebrecht relacionado a R$ 10 
milhões para a campanha do PMDB?", foi uma das perguntas da PF; Padilha silenciou e 
deverá ser denunciado pelo Ministério Público – o que, em tese, o obrigaria Temer a demiti-lo.

247 – O braço direito de Michel Temer, Eliseu Padilha, escolheu o silêncio ao ser questionado no 
inquérito que investiga a propina de R$ 10 milhões paga pela Odebrecht ao PMDB, após um jantar 
no Palácio do Jaburu, com a presença de Michel Temer, segundo informa a jornalista Camila 
Mattoso.
"Confirma que nessa reunião foi reafirmado um pedido de Michel Temer para Marcelo Odebrecht 
relacionado a R$ 10 milhões para a campanha do PMDB?", foi uma das perguntas da PF.
Padilha silenciou e deverá ser denunciado por corrupção passiva pelo Ministério Público – o que, em 
tese, o obrigaria Temer a demiti-lo, uma vez que ele se comprometeu a afastar os ministros 
denunciados. No entanto, como o próprio Temer se tornou denunciado por corrupção, é provável que 
ele rasgue a promessa.
"De acordo com delatores, uma parcela dos R$ 10 milhões foi entregue em um escritório de Padilha 
no Rio Grande do Sul a uma pessoa chamada Luciano Pavão e outra, no escritório do ex-assessor de 
Temer José Yunes, a uma pessoa de nome Cida", informa Camila Mattoso.
Quando o escândalo veio à tona, Yunes, melhor amigo de Temer, disse ter sido "mula" de Eliseu 
Padilha, usando uma expressão utilizada no tráfico de drogas.
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sábado, 1 de julho de 2017

COM "DEBI" AUSENTE NO G20, "LOIDE" REPRESENTARÁ O BRASIL

"LOIDE" o Parceiro de "DEBI" no Zorra Brasil.....  "Loide" cancelou viagem na 4ª feira


O ministro da Fazenda Henrique Meirelles representará o Brasil no encontro do G20, grupo dos 
países com as maiores economias do mundo. Ele deve embarcar no dia 6 de julho.
O evento é em Hamburgo, na Alemanha.
Na 4ª feira (28.jun.2017), o presidente Michel Temer anunciou que não irá ao encontro. Ele foi 
aconselhado a não deixar o país em meio à crise polícia causada pela delação da JBS.
Oficialmente, o Planalto não informou o motivo do cancelamento.
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Imprensa internacional destaca protestos contra Temer e repressão policial no Brasil


'Greve, barricadas, mobilização e mais desemprego', escreveu argentino Página/12, enquanto 
russo RT destacou uso de gás lacrimogêneo e balas de borracha pela polícia e prisão de 
manifestantes
A imprensa internacional repercutiu a greve e os protestos realizados no Brasil nesta sexta-feira 
(30/06) contra as reformas do governo de Michel Temer (PMDB) e pela realização de eleições 
diretas já. Os atos pelo país foram destaque em jornais e sites de notícias de países como Argentina, 
Chile, Cuba, Estados Unidos, Rússia, Venezuela e outros.
Veja como os veículos reportaram o dia de protestos no Brasil:
Página/12 – Argentina
“Greve, barricadas, mobilização e mais desemprego”, destacou o jornal argentino Página/12, 
relacionando os protestos de ontem à divulgação pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística) dos números do desemprego no segundo trimestre de 2017 no Brasil.
A segunda greve geral convocada por centrais sindicais no Brasil esse ano, escreve o jornal, 
“coincidiu com a divulgação do índice de desemprego, que chegou a 13,3% e mostrou a perda de 2,3 
milhões de postos de trabalho em um ano”, em contraste com o índice de 11,2% de um ano atrás.
Clarín – Argentina
O jornal argentino Clarín destacou os bloqueios no trânsito das maiores cidades do país durante a 
“jornada de luta” promovida por centrais sindicais contra as reformas de Temer. “O governo 
impulsiona uma série de reformas pró-mercado para recuperar a confiança dos investidores, como 
estratégia para tirar a maior economia latino-americana da pior recessão de sua história”, escreveu o 
jornal.
Segundo o Clarín, a principal dessas reformas, a previdenciária, “enfrenta sérias resistências e está 
atravancada pela crise provocada pelas denúncias de corrupção que têm o próprio Temer como alvo”.
El Desconcierto – Chile
“Greve geral no Brasil pede anulação de reforma trabalhista e renúncia de Temer”, escreveu o El 
Desconcierto. O site chileno também destacou os bloqueios de vias pelo país e a revolta popular pela 
denúncia de corrupção passiva contra Michel Temer e pelas reformas trabalhista e previdenciária do 
governo do peemedebista.
“A reforma trabalhista chega em um contexto em que a economia do país se encontra em forte 
recessão, o nível de inflação é alto e o número de desempregados é cada vez maior. O índice de 
desocupação chega a 14,2 milhões de desempregados entre janeiro e março deste ano”, escreve o El 
Desconcierto.
Cubadebate – Cuba
O Cubadebate noticiou o dia de paralisações e manifestações no Brasil destacando o início de uma 
greve por tempo indeterminado de trabalhadores de 10 refinarias da Petrobras. A razão para a greve 
dos petroleiros é que “a direção da Petrobras, sem nenhuma negociação com os sindicatos, reduziu 
postos de trabalho”, diz o site cubano.
O veículo também afirmou que “a devastadora reforma trabalhista, denunciada pelas centrais 
sindicais como o mais brutal ataque lançado pelo governo de Michel Temer contra os direitos dos 
trabalhadores, deve ser votada pelo Senado Federal antes de 17 de julho, quando começará o recesso 
parlamentar.”
The New York Times – Estados Unidos
O jornal norte-americano The New York Times reproduziu texto da agência de notícias Associated 
Press que afirmou que a greve geral “perturbou grandes cidades do Brasil em meio a protestos de 
sindicalistas contra a proposta do presidente Michel Temer de afrouxar regras trabalhistas e cortar 
benefícios previdenciários”.
O NYT destacou os protestos no Rio de Janeiro e a situação dos milhares de trabalhadores do Estado 
que não têm recebido seus salários nos últimos meses devido à crise agravada durante os governos 
de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão (PMDB). “A polícia atirou gás lacrimogêneo e balas de 
borracha para dispersar o protesto depois que alguns manifestantes atearam fogo em pilhas de lixo”, 
diz o jornal, que também comentou a possibilidade de Temer perder seu mandato graças à denúncia 
por corrupção.
RT – Rússia
“Protestos agitam o Brasil em meio à revolta pela iminente reforma da Previdência”, escreveu o RT, 
que destacou que “em muitas cidades, manifestantes entraram em confronto com a polícia, que atirou 
gás lacrimogêneo e balas de borracha”.
O site russo também destacou a repressão policial e a detenção de manifestantes em cidades como 
Fortaleza e em Santa Catarina, assim como um protesto em Belo Horizonte no qual o ministro da 
Saúde, Ricardo Barros, foi atacado com ovos – e que acabou com quatro pessoas presas.
Telesur – Venezuela
O site da rede Telesur destacou a manifestação no Rio de Janeiro no fim do dia de ontem, 
acrescentando que “paralisações contra Michel Temer e para pedir eleições diretas se realizaram em 
vários pontos de norte a sul do Brasil”.
A greve geral de sexta-feira aconteceu “em rechaço às reformas neoliberais do governo de fato de 
Michel Temer”, escreveu a Telesur, também destacando a repressão policial a atos pelo país e a 
prisão de seis estudantes na manifestação que aconteceu na Av. Paulista, em São Paulo, no fim do dia.

VIRA LATA QUE PRESIDE A PETROBRAS APROVA AUMENTO DO COMBUSTIVEL A QUALQUER MOMENTO, INCLUSIVE DIARIAMENTE

Presidente da Petrobrás Pedro Parente de olho na Ração de Donald Tump

Área técnica terá delegação para realizar ajustes a qualquer momento, inclusive diariamente

A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou, quinta-feira (29/6), a revisão da política de preços de diesel e gasolina comercializados em suas refinarias, visando aumentar a frequência de ajustes nos preços, que passará a vigorar no dia 3 de julho.  A partir desta data, a área técnica de marketing e comercialização da companhia terá delegação para realizar ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada (-7% a +7%), respeitando a margem estabelecida pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP). Qualquer alteração fora dessa faixa terá que ser autorizada pelo GEMP.  
A avaliação feita pelo GEMP, composto pelo Presidente da Petrobras, Diretor Executivo de Refino e Gás Natural e Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores, é de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política em outubro de 2016, não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados, recomendando uma maior frequência nos ajustes

GOVERNO POSTIÇO SUSPENDE REAJUSTE DO BOLSA FAMILIA

 
Jornal GGN - O governo do presidente Michel Temer suspenderá o reajuste do Bolsa Família que deveria ser anunciado em julho. A ideia era elevar o benefício em 4,6%, mas a equipe econômica do governo disse que não há espaço do Orçamento para o aumento.
 
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, assessores da Presidência dizem que a discussão sobre o reajuste foi adiada e não há prazo para que ela seja retomada. O aumento teria um impacto de R$ 800 milhões no Orçamento deste ano. 
 
O objetivo do governo era anunciar o aumento, que ficaria um pouco acima da inflação registrada nos últimos doze meses. Temer se encontrou com o ministro Osmar Terra, do Desenvolvimento Social na noite de quinta e definiu que o reajuste não seria realizada. A Caixa Econômica Federal já foi avisada pelo Ministério que os valores pagos não sofrerão mudanças. 
 
Com a piora das contas do governo e as dificuldades em melhorar a arrecadação, a equipe econômica começou a cobrar um maior controle de gastos para fazer com que a meta fiscal seja cumprida. 
 
Para compensar a falta de reajuste, o governo Temer pretende anunciar a inclusão de mais 150 mil novas famílias no programa. No fim de 2016, 500 mil famílias esperavam uma vaga. A fila foi zerada após três meses, mas, em maio, 422 mil famílias pediam para entrar no programa. 
 
Em estudo publicado em fevereiro, o Banco Mundial defendeu que o governo brasileiro precisa ampliar o Bolsa Família para evitar o aumento da pobreza durante a recessão econômica, falando no aumento no investimento do programa de R$ 28 bilhões em 2016 para R$ 30,4 bilhões neste ano. 

ESCARNIO !!! SUPREMO MAIS UMA VEZ REAFIRMOU QUE CADEIA NO BRASIL A CADEIA É PARA POBRE, PRETO, PUTAS E PETISTAS



O diabo veste a Toga..... é que o Supremo provou nos últimos dias que a cadeia, o xilindró, a prisão,
é coisa para petista, preto, pobre e puta — o famoso PPPP, segundo o ator Zé de Abreu.
O seletivismo do STF pode ser constatado com a prisão ad eternum do ex-deputado André Vargas 
cuja liberdade poucos reclamam por ele ser um “Da Silva”, de origem humilde; ou no sequestro 
político do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, mantido preso por uma birra do juiz Sérgio Moro, 
inimigo fidalgo de Lula e dos petistas, mesmo absolvido pelo TRF-4.
E quem olha para os jovens pretos e pobres, quase 700 mil, depositados no cárcere sem ao menos 
uma condenação? Ninguém. Muito menos o Supremo.
O que se pede é apenas uma coisa: ISONOMIA.
Aliás, foi em homenagem à isonomia [da decisão que pôs os parentes de Aécio em prisão domiciliar] 
que o ministro Fachin também colocou Rocha Loures em prisão domiciliar.
Portanto, caríssimos ministros, apliquem a ISONOMIA aos demais presos brasileiros.