sábado, 15 de abril de 2017

VÍDEO IMPERDÍVEL !!! CUZÂO MERCENÁRIO DA DIREITA DÁ CHILIQUE EM VIDEO ....ASSISTA, UMA DELICIA !!!


Nervoso, puxando o cabelo, querendo ouvir cely campello o Foragido cuzão mercenário, 
ameaça em video editor-chefe da Fórum após matéria sobre o depoimento do ex-vice 
presidente da Odebrecht Henrique Valladares, que afirmou ter visto Mainardi em jantar com Aécio Neves.

Diogo Mainardi divulgou nesta sexta-feira (14) um vídeo com xingamentos à Fórum e ao editor-
chefe da publicação, Renato Rovai, que é chamado por ele de “safado”, “bandido” e “criminoso”. 
“Eu vou quebrar essa joça. Eu vou quebrar você”, ameaça, transtornado, o responsável pelo site O 
Antagonista.
O motivo da irritação foi uma matéria publicada pelo portal sobre o fato de Mainardi ter sido citado 
pelo ex-vice presidente da Odebrecht Henrique Valladares em delação premiada envolvendo o 
senador Aécio Neves (PSDB-MG). Em depoimento, o executivo disse ter visto o jornalista jantando 
com o tucano no restaurante Gero, no Rio de Janeiro, junto também com o empresário Alexandre 
Accioly (assista ao vídeo abaixo).



NO BLOG DA CIDADANIA

Marqueteiro de Aécio fez o site Antagonista para Mainardi 



O senador Aécio Neves (MG), quando foi candidato do PSDB à Presidência da República, em 2014, contratou o marqueteiro Paulo Vasconcelos, dono da empresa
Em 2002 e 2006, o tucano fez suas campanhas ao governo de Minas, ambas vitoriosas.
Em 2010, coordenou as campanhas de Aécio ao Senado e Antônio Anastasia ao governo de Minas.
Foi o responsável pela propaganda eleitoral de Márcio Lacerda (PSB), prefeito de Belo Horizonte e parceiro dos tucanos, em 2008.
Paulo Vasconcelos é, também, o dono da Webcitizen, empresa que há vários anos vem mantendo relações com o site O Antagonista, pertencente ao jornalista Diogo Mainardi.
Segundo a imprensa vem divulgando, delações da Odebrecht afirmam que o senador Aécio Neves era pago por meio de repasses a uma das agências de publicidade de Paulo Vasconcelos
Ocorre que Vanconcelos e/ou sua agência, Webcitizen, prestaram vários serviços a Mainardi, como ele mesmo admitiu em seu site.



Ano passado, o Blog da Cidadania recebeu a informação de que a empresa do marqueteiro de Aécio Neves também foi a responsável pela confecção do site Antagonista e, assim, entrou em contato com o Vasconcelos, mas não obteve resposta.



Porém, o Blog da Cidadania também manteve contato com o sócio de Vasconcelos, senhor Fernando Barreto, e obteve respostas às suas perguntas. Confira, abaixo, a troca de e-mails.


Nesta quinta-feira, 13 de abril, espalhou-se a notícia de que o jornalista Diogo Mainardi, responsável pelo site O Antagonista e também comentarista na GloboNews, foi citado pelo ex-vice presidente da Odebrecht Henrique Valladares em delação premiada envolvendo o senador Aécio Neves (PSDB-MG); segundo o executivo, Mainardi foi visto jantando com o tucano no restaurante Gero, no Rio de Janeiro, junto também com o empresário Alexandre Accioly, em um encontro em que teriam sido negociadas propinas da empreiteira; Diogo negou o fato; “Isso é mentira. O jantar nunca ocorreu. Cruzei com os dois no Gero – mais de uma vez – e sempre os cumprimentei. É evidente que eu não teria o menor problema em admitir um jantar com Aécio Neves e Alexandre Accioly”

EM 22 PONTOS, FERNANDO MORAIS EXPLICA POR QUE A GLOBO É UMA GANGUE INIMIGA DO BRASIL

LULA APONTA VÍNCULO ENTRE GLOBO E ODEBRECHT

NurPhoto
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota para informar que o Jornal
Hoje, da Globo, não leu a íntegra de um comunicado que comentava a citação de Lula nas
delações da Odebrecht; "Delações são versões unilaterais de réus que buscam sair da prisão ou
obter benefícios pessoais. Todas as referências contidas nas delações devem ser investigadas
com isenção e imparcialidade não apenas em relação ao ex-Presidente Lula, mas também em
relação a todos os que foram citados, incluindo a sociedade que a Globo manteve com o Grupo
Odebrecht, citada na delação de Emílio Odebrecht"

247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota para informar que o Jornal 
Hoje, da Globo, não leu a íntegra de um comunicado que comentava a citação de Lula nas delações 
da Odebrecht.
O texto lembra que a Globo também foi citada pelo empresário Emilio Odebrecht.
Leia abaixo a nota:
Íntegra da Nota com trechos não lidos pelo Jornal Hoje (Globo)
"Delações são versões unilaterais de réus que buscam sair da prisão ou obter benefícios pessoais. 
Todas as referências contidas nas delações devem ser investigadas com isenção e imparcialidade não 
apenas em relação ao ex-Presidente Lula, mas também em relação a todos os que foram citados, 
incluindo a sociedade que a Globo manteve com o Grupo Odebrecht, citada na delação de Emílio 
Odebrecht.
Lula sempre atuou para promover o Brasil no exterior, e não para promover determinadas empresas 
ou empresários"
Cristiano Zanin Martins

APÓS ATAQUE TERRORISTA DOS EUA.... RÚSSIA LEMBRA QUE TEM "PAI DE TODAS AS BOMBAS"


Depois que os Estados Unidos lançaram a bomba GBU-43, a mais potente do arsenal não-
nuclear americano, conhecida como "mãe de todas as bombas", os meios de comunicação 
russos lembraram nesta sexta-feira que Moscou guarda em seus arsenais o "pai", um projétil 
quatro vezes mais potente; embora tudo o que rodeie esta arma seja informação confidencial, 
se sabe que se trata de uma bomba termobárica, conhecida na Rússia como Bomba Aérea de 
Vácuo de Potência Aumentada (AVBPM, na sigla em russo), segundo informaram hoje a 
emissora RT e a agência Sputnik

Agência Brasil

Depois que os Estados Unidos lançaram a bomba GBU-43, a mais potente do arsenal não-nuclear americano, conhecida como "mãe de todas as bombas", os meios de comunicação russos lembraram hoje (14) que Moscou guarda em seus arsenais o "pai", um projétil quatro vezes mais potente.
Embora tudo o que rodeie esta arma seja informação confidencial, se sabe que se trata de uma bomba termobárica, conhecida na Rússia como Bomba Aérea de Vácuo de Potência Aumentada (AVBPM, na sigla em russo), segundo informaram hoje a emissora RT e a agência Sputnik.
O "pai de todas as bombas" se encontra nos arsenais da força aérea russa e, após ser desenvolvida no início dos anos 2000, foi testada com sucesso em 2007.
Então foi lançada de um bombardeiro estratégico SU-160, e arrasou por completo um bloco de apartamentos, com um poder destrutivo nunca visto antes em uma bomba que não fosse nuclear.
É uma bomba de um peso mais leve que a GBU-43/B, mas com uma potência de explosão quatro vezes maior que o projétil americano, equivalente a 44 toneladas de TNT, devido ao amplo emprego que faz das últimas novidades em nanotecnologia.
Devido ao caráter confidencial deste armamento, não se conhece nem o fabricante, nem a quantidade de bombas produzidas.
"Os resultados dos testes do projétil demonstram que sua eficiência e capacidade se assemelham à de uma ogiva nuclear. Ao mesmo tempo - quero insistir nisto -, não tem nenhum efeito contaminante para o meio ambiente, diferente do que acontece com as armas atômicas", disse em 2007 o chefe de pessoal adjunto das forças armadas russas, general Alexander Rukshin.
A bomba está principalmente destinada a liquidar complexos de cavernas e túneis subterrâneos utilizados como esconderijo por grupos terroristas.
Para descrever o poder destrutivo da bomba, Rushkin detalhou que "todo ser vivo é literalmente vaporizado".
Os Estados Unidos lançaram um bombardeio na província oriental afegã de Nangarhar com um projétil GBU-43, que acabou com uma estratégica base do Estado Islâmico (EI) e a vida de pelo menos 36 de seus membros, segundo o governo afegão.
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EUA destruiu no Afeganistão túneis construídos com próprio dinheiro


Jornal GGN - Ex-analista da CIA, Edward Snowden, usa sua conta no Twitter para lembra 
que complexo destruído pela "mãe de todas as bombas" foi construído com recursos de 
Washinton, nos anos 1980. 
próprio dinheiro

A chamada 'mãe de todas as bombas' foi lançada sobre terroristas do Estado Islâmico na província de Nangarhar, no leste do país e perto da fronteira com o Paquistão
O ex-analista da CIA, Edward Snowden, que atualmente reside em Moscou (Rússia), escreveu em sua conta no Twitter, que o complexo de túneis destruído na última quarta-feira pela bomba não nuclear mais potente dos Estados Unidos, chamada foi construído com recursos de Washington.
"E essas redes de túneis usada pelos rebeldes do Afeganistão que foi bombardeada? Nós pagamos por eles", disse por mensagem, acompanhada com um fragmento de um artigo do jornal 'The New York Times', de 2005.
A nota afirma que a construção das chamadas covas de Tora Bora, da província de Nangarhar, no leste do Afeganistão, foi financiada na década de 1980 pela CIA. Washington, então, ajudou os chamados muyahidines (rebeldes afegãos) a lutar contra as forças do limitado contingente de tropas soviéticas no território do Afeganistão.
A poderosa bomba GBU-43/B (MOAB) pesa cerca de 9,5 toneladas e o lançamento foi feito em um avião MC-130 pertencente a um corpo de operações especiais da Força Armada dos Estados Unidos. O secretário de Imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, confirmou o lançamento na última quarta-feira (12), sobre terroristas do Estado Islâmico na província de Nangarhar, no leste do país, perto da fronteira com o Paquistão. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

TERRORISTAS DE TOPETES DOS EUA, LANÇAM NO AFEGANISTÂO (PRIMEIRA VEZ EM AREA DE CONFLITO), MÂE DE TODAS AS BOMBAS


GBU-43 Massive Ordnance Air Blast (MOAB), a "mãe de todas as bombas", foi lançada hoje 
no Afeganistão.

Projétil é o mais potente não nuclear do arsenal norte-americano; objetivo era destruir esconderijos 
subterrâneos que o EI estaria construindo no leste do país.
Os Estados Unidos, liderados pelo republicano Donald Trump, usaram nesta quinta-feira (13/04), 
pela primeira vez em um conflito, sua maior bomba não-nuclear, a chamada “mãe de todas as 
bombas”. Ela foi lançada contra um complexo de túneis que pertenceria ao grupo terrorista Estado 
Islâmico (EI), na província de Nangarhar, no Afeganistão. 
Segundo o Pentágono, o lançamento da bomba GBU-43 Massive Ordnance Air Blast (MOAB), um 
gigantesco projétil de 10 toneladas, criado para destruir complexos de cavernas e túneis 
subterrâneos, foi feito às 19h32 (hora local, 12h02 de Brasília). Esse tipo de ataque é normalmente 
feito por uma aeronave Hércules C130.
A província de Nangarhar, no leste afegão e perto da fronteira com Paquistão, é uma região remota 
do país, onde jihadistas do EI se assentaram para estender sua presença na que chamam província de 
Khorasan, que faz parte do autodeclarado califado.
"O bombardeio foi pensado para minimizar o risco para as forças afegãs e americanas que realizam 
operações sobre o terreno nessa área, ao mesmo tempo que maximiza a destruição de combatentes e 
instalações do EI-Khorasan", explicou o Pentágono em um comunicado.
"Esta é a munição adequada para reduzir os obstáculos e manter o ritmo da ofensiva contra o EI-
Khorasan", acrescentou o general John W. Nicholson, comandante das forças americanas no 
Afeganistão, que afirmou que os jihadistas estariam trabalhando em defesas subterrâneas e bunkers.
O uso da "Mãe de todas as bombas", que mata com a pressão de ar que gera, indicaria que a área 
estava amplamente ocupada por operativos e instalações do EI, sem evidente presença civil.
O Pentágono disse que "foram tomadas as precauções para evitar vítimas civis", apesar de o projétil, 
que é guiado ao alvo apenas durante a queda, não ser considerado de precisão. O uso da bomba 
também é uma mensagem de combate clara para o EI e serve de amostra ao mundo do poderio 
militar americano.
Segundo a emissora CNN, o Pentágono enviou drones de reconhecimento e está utilizando satélites 
para verificar os danos e resultado do lançamento da bomba.
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O FORAGIDO DIOGO MAINARDI, O "ANTA..GONISTA", É CITADO POR DELATOR DA ODEBRECHT



Achamos o trecho em que o executivo da Odebrecht cita o global (seu programa, Manhattan
Conection, é da Globo e seu blog hoje se tornou o porta-voz oficial da Lava Jato, ou seja, é um blog 
oficial da Globo também) e ex-Veja Diogo Mainardi, um dos mais sanguinários justiceiros da Lava 
Jato. Sem prejulgamento, sem justiçamento como eles fazem: ouçam e dêem sua opinião. Se algum 
samaritano quiser transcrever a fala, seremos profundamente gratos.



MARCELO ODEBRECHT ESQUECEU R$ 50 MILHÔES DE CUNHA CONTRA DILMA... PORQUE SERÁ ?



POR FERNANDO BRITO 

Começam a aparecer os sinais de que a Odebrecht se meteu numa conspiração com a turma do 
PMDB, capitaneada por Michel Temer e Eduardo Cunha, para detonar a autoridade política de Dilma 
Rousseff na presidência.
Fica-se sabendo, por uma pequena nota no Valor, de uma pequena pérola de R$ 50 milhões , não 
mencionados por Marcelo Odebrecht, dados pela empreiteira a Eduardo Cunha para que comprasse 
apoio para minar a posição de Dilma Rousseff, contrária à entrada de Furnas no negócio da 
Hidrelétrica do Jirau, em Rondônia, em 2009.
““Doutor Marcelo [Odebrecht] me deu o número de R$ 50 milhões para eu colocar na mesa como 
oferecimento ao doutor deputado Eduardo Cunha para que ele, com esse dinheiro, buscasse o apoio 
político a critério dele, buscasse distribuir de tal forma que obtivesse o apoio político necessário para 
neutralizar esta ação, principalmente da Casa Civil”, disse o o ex-presidente da Odebrecht Energia, 
Henrique Valladares, em sua delação premiada.
A Casa Civil, à época, era comandada por Dilma Rousseff.
Repare bem, a Odebrecht pagaria (ou pagou) a Eduardo Cunha R$ 50 milhões para sabotar a posição 
de Dilma Rousseff.
Isso é coisa de quem é “amigo” da ex-presidente? Ou de quem acertava negócios às suas costas e, 
depois, no máxim, saía pela tangente, como no caso do contrato com a Petrobras que ele narrou 
ontem, curiosamente o mesmo que motivou a reunião, presidida por Temer, para o achaque de US$ 
40 milhões (R$126 milhões).
Juntem as histórias, senhoras e senhores, e vejam porque Graça Foster e Dilma Rousseff estavam de 
cabelo em pé com os boatos e qual a razão de Odebrecht ter mandado fazer chegar aos ouvidos de 
Michel Temer que a ex-presidenta estava querendo saber se seu vice “metera a mão”?
Não nego a possibilidade de que alguém do PT, como disse Odebrecht, tenha entrado no negócio e, 
amadores como são perto da turma do PMDB, tenham levado alguma “merreca” – Odebrecht não 
menciona o valor – para entrar na lambança e ficar enlameado.

FUNDO DO POÇO: APROVAÇÃO DO POSTIÇO CAI A 5%


Ele

À frente de um governo com oito ministros investigados por corrupção e acusado pela Odebrecht de presidir uma reunião em que se acertou uma propina de R$ 126 milhões para o PMDB, Michel Temer é aprovado por apenas 5% dos brasileiros; é o que aponta pesquisa CUT/Vox Populi, divulgada nesta quinta-feira; o levantamento também apontou que nada menos que 93% dos brasileiros são contra o desmonte da Previdência – uma reforma que vem sendo conduzida por Eliseu Padilha, braço direito de Temer, e também um dos mais envolvidos na arrecadação de propinas; confira os dados
A popularidade de Michel Temer não para de cair, aponta uma nova rodada da pesquisa do instituto Vox Populi encomendada pela Central Única dos Trabalhadores.
Segundo o levantamento realizado entre 6 e 10 de abril, apenas 5% dos entrevistados consideram o desempenho do presidente ótimo ou bom. Esse percentual era de 8% em dezembro do ano passado e de 14% em outubro.
No outro extremo, 65% classificaram a atuação de Temer como ruim ou péssima. A deterioração da imagem do peemedebista impressiona. Em outubro passado, em sua melhor fase, o presidente era reprovado por 34%.

VIDEO: SEN. PETISTA PAULO ROCHA EM SETE MINUTOS COMANDA A APROVAÇÂO DA MUTILAÇÂO DE ÁREAS PROTEGIDAS NO PARÁ


Presidente e relator da comissão que aprovou redução de proteção à floresta são alvo de 
inquéritos divulgados ontem da Operação Lava Jato

No final da manhã de hoje (12/4), numa votação que durou sete minutos, parlamentares aprovaram o relatório do deputado José Reinaldo (PSB-MA) da Medida Provisória (MP) 758/2016, que reduz a proteção de 510 mil hectares de áreas protegidas, no oeste do Pará. O texto segue agora para o plenário da Câmara e, se lá for aprovado, para o Senado. A MP precisa ser apreciada até 29/5, ou ela perderá validade.
A sessão da comissão mista especial estava esvaziada, mas, por meio de uma manobra - que usou o quórum da sessão de ontem, quando o relatório foi lido - os poucos parlamentares presentes puderam votar por sua aprovação, ainda de forma simbólica, sem registro formal dos votos individuais. Estavam na sessão e votaram a favor da MP os deputados Zé Geraldo (PT-PA), Josué Bengtson (PTB-PA) e Joaquim Passarinho (PSD-PA) e o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) (veja vídeo abaixo da sessão).



O texto original da MP, enviado pelo governo ao Congresso no fim de 2016, ampliava o Parque Nacional (Parna) do Jamanxim em 50 mil hectares. O relatório lido ontem não apenas exclui essa ampliação como prevê a transformação de 101 mil hectares do Parna em Área de Proteção Ambiental (APA) e a transferênica de outros 70 mil hectares para a Floresta Nacional (Flona) do Trairão. Além disso, estabelece que 169 mil hectares da Floresta Nacional de Itaituba II também sejam recategorizados como APA.
No último minuto da votação de hoje, por um pedido do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), foi aprovada uma emenda dos deputados Francisco Chapadinha (PTN-PA) e José Priante (PMDB-PA) para transformar em APA mais 172 mil hectares do Parna do Jamanxim (veja tabela abaixo).
A APA é uma Unidade de Conservação (UC) que permite em seu interior terras privadas, que podem ser regularizadas e vendidas. Na APA, o desmatamento é permitido, ao passo que em Parnas ele é proibido e nas Flonas só pode ser feito o corte seletivo conforme plano de manejo. Portanto, podemos considerar que 510 mil hectares tiveram seu grau de proteção reduzido, sendo que destes 442 mil hectares podem vir a se tornar área privadas, englobadas em APAs.
O Parna do Jamanxim tem hoje quase 860 mil hectares. Se for aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Michel Temer a MP, só essa área perderá 344 mil hectares ou 40% de sua extensão total. A Flona de Itaituba II tem mais de 427 mil hectares e ela perderia também cerca de 40%.
“Essa modificação [prevista na emenda aprovada na última hora], na verdade, estava incluída. Ela foi esquecida na redação do relatório e eu voltei a acatar. É uma área antropizada e não se vê sentido nenhum em não acatar a emenda”, defendeu Reinaldo, quando questionado sobre a inclusão da emenda aos 45 do segundo tempo.
Além da ocupação de agricultores, a construção da Ferrovia EF-170, conhecida como Ferrogrão, e a pavimentação da rodovia BR-163, que atravessam o Parna, estão sendo usadas como justificativa para a aprovação da MP. Na área transformada em Flona, a mudança pode beneficiar mineradoras. Parnas, diferente de Flonas, não permitem a mineração em seu interior.
Ontem, já havia sido aprovada outra MP, a 756/2016, que retirou 480 mil hectares da Flona do Jamanxim e outros 180 mil hectares da Reserva Biológica (Rebio) Nascentes da Serra do Cachimbo, na mesma região, além de 10 mil hectares, do Parna São Joaquim (SC), a milhares de quilômetros do Pará (saiba mais).
Portanto, no total,1,1 milhão de hectares em áreas protegidas estão ameaçadas só no Pará. Se somarmos outro 1 milhão de hectares protegidos que parlamentares do Amazonas tentam retalhar no sul do Estado, falamos de quase 2,2 milhões de hectares protegidos sob risco, o equivalente ao território de Sergipe (leia mais).

“A aprovação das duas medidas provisórias é um crime contra o Brasil. Todas essas agressões em conjunto terão efeito nocivo para a biodiversidade e o transporte de chuvas para o centro-sul do Brasil. Quem vai sofrer isso vão ser as pessoas nas cidades, os agricultores, a geração de energia, o país como um todo”, diz Ciro Campo, assessor do ISA. Ele ressalva que existem pessoas que estavam na área antes da criação do Parna do Jamanxim e merecem ter suas ocupações regularizadas, mas critica as MPs por elas beneficiarem também grileiros e ocupantes de má fé.
“Eu acho que foi um relatório feito muito às pressas, sob pressão de alguns proprietários que estão na região e que pretendem documentar suas propriedades”, opinou o deputado Zé Geraldo (PT-PA), vice presidente da comissão mista. Apesar da crítica, ele votou favoravelmente ao relatório.
“Minha posição pessoal é que não deveria ser resolvido por Medida Provisória. O governo faz maioria e passa o que quer”, disse o presidente do colegiado, senador Paulo Rocha (PT-PA). Mesmo assim, foi ele o responsável por conduzir uma sessão de votação em sete minutos, com o quórum esvaziado.
José Reinaldo e Paulo Rocha, relator e presidente da comissão, são alvo de inquéritos divulgados ontem pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Édson Fachin em processos relacionados à Operação Lava Jato. O primeiro é suspeito de, na época em que era governador do Maranhão, ter sido conivente com propina paga pela empreiteira Odebrecht para o procurador-geral do estado. Paulo Rocha, por sua vez, é suspeito de solicitar verbas não contabilizadas para a campanha eleitoral de Helder Barbalho ao governo do Pará, em 2014.


Redução de Jamanxim beneficia grileiros recentes, diz estudo

Nova análise feita pela ONG Imazon reforça acusações de que a redução da Floresta Nacional do Jamanxim premia e incentiva seus invasores.

PAU MANDADO DA GLOBO PRESENCIOU VAZAMENTO ILEGAL, EM TEMPO REAL PARA ANTAGONISTA


Moro sabia do vazamento para O Antagonista!

No Blog da Cidadania

Como alvo de ofensiva judicial por conta de ter divulgado vazamento de informações relativas à Operação Lava Jato, causa-me espécie episódio bizarro ocorrido durante depoimento sigiloso do delator Marcelo Odebrecht ao juiz Sergio Moro no início do ano.
Em março do ano passado, Moro decretara sigilo sobre todo processo que decorreria das planilhas apreendidas pela Polícia Federal, que listavam doações feitas pelo Grupo Odebrecht a mais de 200 políticos do país, pertencentes a mais de dez partidos.
As planilhas relacionaram políticos a valores pagos pela Odebrecht, vários desses políticos com foro privilegiado.
O resultado dessas delações você vai acompanhar na íntegra em cinco vídeos listados abaixo e que, juntos, somam mais de duas horas de duração.
Porém, é preciso destacar episódio ocorrido no vídeo da delação de Marcelo Odebrecht na minutagem 2:15:50.
A defesa de Marcelo Odebrecht protesta porque aquela oitiva era sigilosa e, enquanto transcorria, um dos advogados do depoente descobre que o site Antagonista estava transmitindo em tempo real tudo que ocorria na sala de audiência.
Confira o diálogo travado entre a defesa de Marcelo Odebrecht e Sergio Moro:


Defesa de Marcelo Odebrecht — Antes que Vossa Excelência encerre a gravação, estou vendo aqui, no site Antagonista, que o depoimento do senhor Marcelo está sendo transmitido, neste exato momento, em tempo real, de sorte a desrespeitar a determinação de Vossa Excelência do segredo de Justiça. Está aqui. Quer que eu coloque para Vossa Excelência? (…) E só pode ser vazado daqui de dentro. Então, nós estamos numa situação de flagrância. É só entrar no site e ver.

Juiz Sergio Moro — Tá… Ehhh… A gente trata disso sem precisar da gravação aqui.
Defesa de Marcelo Odebrecht – Não, não, faço questão que isso fique registrado aqui.

Juiz Sergio Moro – Não, sim, mas…
Defesa de Marcelo Odebrecht – Vossa excelência não quer ver a fidelidade da transmissão?
Juiz Sergio Moro – Sim, doutor. Mas é uma questão pertinente ao interrogatório dele [Marcelo Odebrecht]. Nós tratamos na ata. Pode interromper a gravação.
Se o próprio juiz Sergio Moro decretou sigilo daquele depoimento, certamente o vazamento do que estava sendo dito por Odebrecht poderia constituir algum tipo de embaraço às investigações da Lava Jato.
A defesa de Odebrecht afirma que alguém do Judiciário ou do Ministério Público que estava presente ao depoimento estava – nada mais, nada menos – com um celular em punho, conectado prestando serviço ao site Antagonista e transmitindo para ele o que se passava sigilosamente na sala de audiência.
A defesa de Odebrecht aponta que estaria ocorrendo, naquele instante, flagrante de um crime que envolveria quem gravava e quem transmitia o que estava sendo gravado.
A pergunta que não quer calar é: alguém foi preso e processado por “obstrução da justiça” e por “quebra de sigilo”? O Antagonista todos sabemos que não foi incomodado. Será que o membro do judiciário ou do Ministério Público que transmitiu as imagens e o áudio para o Antagonista está sendo processado?
Aliás, a defesa afirma que um crime foi flagrado. Quem estava gravando a audiência sem autorização não deveria ter sido preso em flagrante?
Finalmente, a reação do juiz Sergio Moro que você leu acima e irá ouvir no vídeo abaixo condiz com o ímpeto demonstrado pelo magistrado em relação a “outros” vazamentos?
Confira, abaixo, o momento em que a defesa de Marcelo Odebrecht reclama do vazamento, a reação do juiz Moro e, em seguida, todos os vídeos das delações da Odebrecht.
Flagrante de quebra de sigilo para Antagonista













DIRETOR DO INSTITUTO ETHOS DEFENDE ELEIÇÕES DIRETAS


O diretor-presidente do Instituto Ethos, Caio Magri, defendeu a realização de eleições 
presidenciais antecipadas; para ele, a crise política chegou a um ponto tão agudo que vai exigir 
"um passo ousado" da sociedade brasileira; "Espero de Temer a grandeza de avaliar a 
possibilidade efetiva de contribuir para que as eleições sejam antecipadas e democráticas", 
disse

247 - Caio Magri, diretor presidente do Instituto Ethos, diz que a crise política chegou a um ponto 
tão agudo, que vai exigir um "passo ousado" da sociedade brasileira.
Ele defende a instalação de uma constituinte exclusiva para a reforma política e a antecipação das 
eleições previstas para 2018.
As informações são de reportagem de Raquel Landim na Folha de S.Paulo.
"Espero do presidente Temer a grandeza de avaliar a possibilidade efetiva de contribuir para que as 
eleições sejam antecipadas e democráticas", disse à Folha.
Magri, que dirige uma organização governamental formada por mais de 500 empresas, reconhece a 
responsabilidade do setor privado na crise. "Se temos um setor político venal, existe também um 
setor privado estruturado para competir apenas nessas condições".
"O sistema político está em xeque há muito tempo, mas agora chegamos num ponto agudo, porque a 
crise atinge todas as gerações políticas do período democrático pós-ditadura. Não existe uma geração 
nova capaz de superar o que está aí.
Isso vai exigir que a sociedade tenha serenidade e cobre que o processo vá até o fim. Os excessos da 
Operação Lava Jato devem ser corrigidos, mas sem haver impunidade.
Precisamos dar um passo ousado. Especialistas já propuseram a convocação de uma constituinte 
exclusiva. Seria fundamental para reorganizar o sistema político e aperfeiçoar a prevenção e combate 
a corrupção."
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ENQUANTO OS GLOBALHAS ESTÃO ENTUPINDO A SUA PASCOA COM UM FESTIVAL DE DELAÇÕES.... DEBI & LÓIDE... VÂO IMPOR O DESMONTE DA PREVIDÊNCIA


"Provavelmente, como sempre acontece, trancado entre as paredes de suntuosos palácios em 
Brasília, Michel Temer não sabe o que se passa no dia a dia dos brasileiros. Talvez nem tenha 
tomado conhecimento que os franciscanos os compararam a Judas Iscariotes. Pode descobrir 
no próximo sábado, quando a tradição faz com que em diversas esquinas pelo Brasil adentro 
ocorra a malhação aos traidores, na figura de Judas, que traiu Jesus. Não será surpresa se 
surgirem bonecos do presidente"
Previdência: Debi e Lóide Meirelles blefam e mentem 
chantageando o Brasil !!!   Ouça !! 

Lula reage a acusações e diz que “não para no meio do caminho”. Assista


POR FERNANDO BRITO
Em entrevista à Radio Metrópole, de Salvador, o ex-presidente Lula disse que as acusações de executivos da Odebrecht mexeram com seu “brio” e com sua “honra” mais isso lhe deu “mais disposição de brigar”.”Não nasci para parar no meio do caminho”, disse Lula, reafirmando sua disposição de enfrentar as eleições de 2018:
“Eu estou na disputa. Vou disputar se me deixarem disputar e vou provar que esse país pode voltar a ser feliz”
Lula disse estar entristecido com o fato de que se tenha generalizado o dinheiro na política, dizendo preferir que ela seja feita apenas com recursos oficiais, fiscalizados pela Justiça Eleitoral.Mas criticou a hipocrisia com que tudo tem sido tratado, agora desmontada pela presença de seus próprios acusadores:
(…)quando aparecem outros partidos que criminalizaram o PT, primeiro você tem um alívio. A máscara está caindo.
Ele voltou a dizer que está ansioso para que cheque logo o dia de seu depoimento a Sérgio Moro:
“Vou analisar corretamente, ler cada peça do processo para que possa dizer claramente o seguinte: a delação tem que ser provada. Não basta o cidadão falar uma coisa, por mais a sério ou por mais bobagem que seja, tem que provar. Não posso perder a cabeça com cada coisa dessa [acusações]. Tenho noção do que está me jogo neste momento. Hoje vou conversar com meu advogado, vou me preparar para o meu depoimento, vou continuar fazendo política.”
Assista a entrevista, em vídeo.

PAU MANDADO DA GLOBO AJUDOU O POSTIÇO A ENCOBRIR O ACHAQUE


Janete pode, sim, investigar o Treme

Do Tijolaço: Moro ajudou Temer a encobrir reunião do 

O mais importante, agora, é que se investiguem os fatos nos depoimentos dos executivos da Odebrecht com muito mais afinco do que as alegações e, de toda a batelada de informações que ontem vieram à tona um fato com local, hora e participantes absolutamente definidos, caracterizando um verdadeiro achaque, coordenado pessoalmente pelo então candidato a vice-presidente da República e hoje o homem no comando do país.
Um fato que não pode permanecer no limbo pela simples alegação de que ele, por salvaguarda constitucional, não pode ser criminalmente responsabilizado até que se encerre a sua passagem pelo Palácio do Planalto, até porque há outros participantes que detinham (e um deles ainda detém) funções públicas.
Foi essa situação, chocante e escusa, da qual Sérgio Moro protegeu o Sr. Michel Temer ao vetar a pergunta de número 34 da lista de questões feitas por Eduardo Cunha a ele, que transcrevo, literalmente:
34-“Vossa Excelência tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobrás com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na Avenida Antônio Batuíra, nº 470, em São Paulo/SP, juntamente com João Augusto Henriques?”
Pois agora surge a informação precisa desta reunião: foi neste endereço, no dia 15 de julho de 2010, às 11h30. Não é preciso muito esforço, está na lista telefônica que ali é o escritório de Michel Elias Lulia Temer, telefone 3816-39XX
Temos um fato concreto, com data, hora, local e lista de participantes. Há fartos meios de prova, como passagens aéreas e agendas dos envolvidos. E não há um pedido de ajuda para campanha, mas um ato de exigir vantagens financeiras para a assinatura de um contrato.
Esta é a primeira providência: confirmar, objetivamente, a reunião do achaque, o destino e a forma dos pagamentos da impressionante quantia de US$ 40 milhões (por favor, evite-se histórias de mochilas, para que não se tenha de fazer as contas do volume, porque é maior do que uma caixa d’água de mil litros cheia até à boca com notas de R$ 100).
Isto é, faço questão de apresentar aos neojornalistas e neopoliciais-procuradores, abastecidos de convicções, o que antigamente chamávamos de “Sua Excelência, o fato”.
Ou para esta imensa teia que temos aí só interessam as “moscas selecionadas”?
As denúncias em relação a Lula, Dilma e outros que estão fora do poder devem ser apuradas, mas estão na base do “tenho certeza de que era para eles”.
Esta tem nome, sobrenome, endereço e fartas impressões digitais.
Vai prevalecer o veto do Doutor Moro e a Procuradoria e a mídia também vão deixar para lá, pois não vem ao caso?

Em tempo: segundo Eugênio Aragão , o Dr. Janot pode, sim, segundo a Constituição, investigar o MT. A propósito, vote na trepidante enquete: "quando o Dr. Janot vai investigar o MT"? O ansioso blogueiro votou em "quando Michelzinho voltar de Harvard". Quá, quá, quá! - PHA

A PARCERIA MIDIA-MPF QUE ESTÁ DESTRUINDO O PAÍS

ACUSAÇÔES AO LULA SÂO O MESMO CALDO RESCALDADO: Jornais picotaram e trocaram falas de Marcelo Odebrecht para prejudicar Lula



Cíntia Alves


Jornal GGN - É sintomático que, na era digital, quando informações são colocadas na rede à disposição de quem tiver interesse em conhecer os dois lados de uma mesma moeda, ainda haja espaço para manipulações. É o que ocorre na cobertura de uma parte da grande mídia em relação ao depoimento de Marcelo Odebrecht ao juiz Sergio Moro.
 
O canal do Estadão no Youtube foi um dos primeiros a divulgar os quatro vídeos, no final da manhã desta quarta (12). À tarde, as páginas principais dos jornalões estavam divididas da seguinte maneira: metade do espaço era usado para manchetes que acusavam Lula de receber milhões em propina, e a outra metade, para distribuir entre os citados na lista de Janot 2.0.
 
A chamada da Folha talvez seja uma das criações mais escandalosas. "Lula tinha R$ 40 mi em propina para sacar após o mandato, diz Odebrecht". Na matéria, frases de Marcelo foram picotadas e trocadas de ordem para parecer que Lula tomou um xeque-mate. Mais do que isso: Folha escondeu deliberadamente o trecho em que Marcelo Odebrecht diz que não tem nenhuma prova de que Lula, de fato, sabia ou pediu para usar os recursos do fundo que a Odebrecht criou e chamou de "saldo Amigo".
 
 
Folha publicou:
 
"A gente entendia que o Lula ainda ia ter influência no PT. O Lula nunca me pediu diretamente isso; eu combinava com o [ex-ministro Antonio] Palocci", afirmou Marcelo.
 
"Quando ele pedia isso, eu sabia que estava se referindo a Lula", declarou o empreiteiro.
 
Na íntegra, Marcelo disse:
 
"Veja bem, o Lula nunca me pediu diretamente. Essa informação eu combinei com [Antonio] Palocci. Obvio que, ao longo de alguns usos [do saldo controlado por Palocci], ficou claro que realmente era para o Lula, porque teve uns usos que ficou evidente isso para mim. Teve uns que o pedido era feito e saia via espécie, e o Palocci pediu para mim que isso fosse descontado do saldo 'Amigo'. Então, quando ele pedia para descontar do saldo 'Amigo', eu sabia que ele estava se referindo a Lula, mas não tinha como comprovar."
 
"A gente sabia que ia ter demandas de Lula, para questão de Instituto e outras coisas. Então a gente disse: 'vamos provisionar uma parte desse saldo, uns 35 milhões, e colocamos no saldo Amigo, que é Lula'. Então, [o saldo era] para uso que era de orientação de Lula, porque a gente entendia que Lula ainda ia ter influência na presidência e no PT." 
 
O G1 tratou como se Lula tivesse recebido incontestavelmente R$ 40 milhões.
 
 
 
UMA OUTRA NARRATIVA
 
Mas tirar frases de contexto ou ignorar revelações que favorecem os acusados não foram os únicos expedientes adotados pela grande mídia no caso Odebrecht. 
 
O exercício inverso, o de colocar cada peça ofertada pelo delator em seu devido lugar, permite uma visão mais ampla do tabuleiro.
 
Essa é a narrativa que não teve espaço nos jornais:
 
- Marcelo começou sua relação com Antonio Palocci em 2008, ocasião em que criou um fundo que foi "gerenciado" pelo ex-ministro, em sintonia com interesses do PT. 
 
- Esse fundo só teve depósitos até 2010, depois disso, nunca mais. Mas Palocci teria gerenciado recursos para o PT até 2013. 
 
- Ao explicar o significado de alguns valores lançados numa planilha apreendida pela Lava Jato, Marcelo revelou que de tudo que ele doou ao PT, via caixa 2 ou doação regular, apenas dois repasses tiveram uma contrapartida: um de R$ 50 milhões, que foi o primeiro a entrar no fundo, tinha relação com a aprovação do "Refis da crise"; outro, de R$ 64 milhões, dizia respeito a uma negociação do governo Lula com Angola para liberação de uma linha de crédito da ordem de R$ 1 bilhão. Marcelo afirmou que Lula teria concordado em liberar parte do crédito à Odebrecht em troca de uma contribuição de 40 milhões de dólares ao PT. Tudo, de novo, discutido apenas com Palocci. Como a Veja enquadrou esse a história: 
 
 
- A partir dos 22 minutos do vídeo, Sergio Moro pula para o que interesse: valores ligados a um Programa B, que Marcelo disse se referir a Branislav Kontic, assessor de Palocci. Todos os recursos ali disponíveis (R$ 13 milhões) teriam sido sacados em dinheiro vivo, entre 2012 e 2013. 
 
- No vídeo, fica claro que as listas de Moro e Marcelo eram diferentes. Só na do juiz, que é um documento que aparece no relatório da Polícia Federal, um valor foi adicionado logo abaixo de seis repasses do Programa B. Foram os R$ 4 milhões que foram doados ao Instituto Lula. A Lava Jato usa isso para insinuar que além dos R$ 4 milhões, Lula teria sido o destinatário dos R$ 13 milhões em dinheiro vivo.
 
- Brani nunca conversou sobre valores ou pagamentos. Só cuidava da agenda de Palocci.
 
- Sobre a compra do terreno do Instituto Lula, Marcelo diz que foi procurador por Paulo Okamotto ou José Carlos Bumlai (não se lembra direito), porque Roberto Teixeira e o pecuarista teriam acertado a compra de um terreno, de R$ 12 milhões, que serviria à construção do IL. Marcelo diz que eles pediram para a Odebrecht comprar como uma "doação" e, depois, desistiram. O terreno foi vendido e o valor foi depositado num fundo chamado "saldo Amigo". O valor do terreno saiu do caixa gerido por Palocci. 
 
- Sobre a doação de R$ 4 milhões: Marcelo disse que a intenção da Odebrecht era doar uma bolada de uma vez só ao Instituto Lula, mas que os responsáveis não aceitaram. Os R$ 4 milhões teriam saído do "saldo Amigo", solicitados a Alexandrino Alencar.
 
- Sobre os R$ 40 milhões: Marcelo disse que quando Lula saiu da presidência da República, a Odebrecht entendeu por bem separar recursos - o "saldo Amigo" - para atender qualquer "demanda" que pudesse surgir relacionada a Lula, pois o petista, ainda que aposentado, com certeza manteria influência sobre o governo Dilma e o PT. A existência do "saldo Amigo" foi avisada a Palocci. Os R$ 13 milhões do Programa B sairam desse caixa a pedido de Palocci e, apenas por isso, Marcelo entendeu que era uma "demanda" de Lula. Mas "não tinha como provar isso".
 
- O depoimento de Monica Moura sobre pagamentos por campanhas do PT descontrói o de Marcelo. Ele diz que disse a Dilma Rousseff que sua campanha de 2014 seria "contaminada" por caixa 2 pago na Suíça ao marqueteiro João Santana. Mônica Moura diz que os valores citados pelo empresário não estão relacionados à campanha de 2014 e tampouco foram pagos em contas no exterior.

"Essa imprensa sabia de tudo e agora fica nessa demagogia", diz Emílio Odebrecht







Jornal GGN - Em depoimento diante do procuradores da República, em Brasília, Emílio Odebrecht, patriarca da empreiteira alvo da Lava Jato, disse que fica "incomodado" com a cobertura jornalística que parte da grande mídia faz sobre a operação, tratando com doses exageradas de "surpresa" as revelações sobre esquemas que, na verdade, são praticados no País há pelo menos 30 anos.
"O que me surpreende é quando vejo todos esses poderes, até a impresa, todos [agindo] realmente como se fosse uma surpresa. Me incomoda isso. Não exime em nada nossa responsabilidade. Não exige em nada nossa benevolência. Não exime em nada que nós praticamente passamos a olhar isso com normalidade. Porque em 30 anos, é difícil não ver isso como nornalidade."
"O que me entristesse (...) é que a imprensa toda sabia que efetivamente o que acontecia era isso. Por que agora estão fazendo tudo isso? Por que não fizeram há 10 ou 15 anos atrás? Porque tudo isso acontece há 30 anos!", disse.
Emílio disse que compreende que os procuradores da Lava Jato, como são jovens, estão empolgados com as descobertas e que admira o trabalho e é o primeiro a querer colaborar com as investigados.
"Agora, os mais velhos, os das minha geração? Me perdoem, mas não aceitou essa omissão, de nenhuma área. É importante que haja compreensão disso, isso é realidade: A própria imprensa... Pode botar na conta, essa imprensa sabia de tudo e agora fica nessa demagogia. Eu acho que todos deveriam fazer uma lavagem de roupa nas suas casas", disparou.
Os vídeos da delação de Emílio à PGR foram divulgados pelo Estadão. Eles tratam principalmente do Anexo 10 da delação premiada, sobre um encontro com Lula, em 2009, para tratar do chamado Refis da crise. 
No depoimento, Emílio diz que foi conversar com Lula para que o então presidente discutisse o projeto com Guido Mantega, titular da Fazenda, pois haveria impacto para as finanças da Braskem e empresas de diversos outros setores. Emílio disse ainda que Lula ficou de conversar com Mantega, numa resposta protocolar. O patriarca da Odebrecht disse que, assim, atendia a um pedido de Marcelo Odebrecht, e que não havia, pelo menos de acordo com o que conhecia, nenhuma propina envolvida.

A MANIPULAÇÃO GROSSEIRA DA BOBONEWS


Como diz o Mino: jornalistas piores que os patrões ... O jogo é inverter o sentido e dizer que é 
jornalismo

GROSSEIRA MANIPULAÇÃO

A BoboNews acaba de botar no ar longo trecho de depoimento de Marcelo Odebrecht em que ele 
cita Dilma.
Uma história com flagrante tom de fofoca.
A emissora vende a notícia como se fosse uma denúncia de envolvimento da ex-presidenta.
Mas o vídeo demonstra exatamente o oposto: Dilma não sabia do caso de suborno abordado no 
interrogatório e, quando soube, cobrou responsabilidades dos supostos envolvidos. Marcelo relata 
que o então ministro Edison Lobão contou a ele que foi duramente interpelado por Dilma, depois 
deste encontro. E diz que Dilma surpreendeu-se, inclusive, ao ser informada por ele que gente do PT 
também poderia estar recebendo propina. Marcelo ressalta que esta foi a única vez em que tratou este 
tipo de assunto com Dilma.
Posteriormente, depois desta suposta conversa, Dilma afastou vários executivos da Petrobras, 
justamente por ter passado a suspeitar da idoneidade deles.
Mas a imprensa transforma a declaração do delator no seu exato oposto.
Interpreta como sinal de suspeita o que na verdade é uma indicação de lisura.
Os comentaristas da Globo News fazem este jogo.
Invertem o sentido da declaração do delator.
AS TVs e os jornais impressos de amanhã farão o mesmo.
Cinco minutos depois de ter ido ao ar, o trecho é repetido, introduzido pela chamada: "Neste trecho 
do depoimento Marcelo Odebrecht cita a ex-presidente Dilma".
Esta farsa será repetida à exaustão, até que ganhe ares de verdade.

Em tempo: há minutos, a âncora da Globo News entendeu que precisava incitar ainda mais os dois 
comentaristas: "Marcelo revelou que Lula e Dilma sabiam do A-P-O-I-O que a Odebrecht deu às 
campanhas do PT".
Como não saberiam? A Odebrecht apoia as campanhas de praticamente todos os partidos desde 
sempre.
No depoimento exibido, Marcelo não diz em nenhum momento que Lula e Dilma conheciam alguma 
irregularidade nas doações. E acrescenta que sempre patrocinou as candidaturas de Aécio e que o 
senador tucano nem precisava pressionar porque receberia o que fosse necessário a qualquer 
momento.
Bastava ligar ou mandar algum preposto ligar.
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quarta-feira, 12 de abril de 2017

POSTIÇO ABRE A TAMPA DO BESTIALÓGICO


"Paralisar o Governo"... não foi o que eles fizeram com a Dilma?  

Numa solenidade para receber mulheres e, finalmente, inscrever Zuzu Angel no "Livro do Panteão da Pátria", o MT da lista de alcunhas da Odebrecht, aquele que, segundo o Aragão, pode, sim, ser investigado, abriu a tampa do bestialógico.
Balbuciou um conjunto de asnices, voltou a mastigar o lado direito da boca, naquele esgar de pânico incontido, e gesticulou com a mão esquerda, como se ela tivesse livre arbítrio.
Mais do que isso, placas vermelhas se espalhavam pelo rosto indormido, exausto, da corrupção acuada.
E saiu-se com isso, no dia seguinte a Fachin botar o Golpe na cadeia:

Porque aqui no Brasil, se nós não tomarmos cuidado, daqui a pouco nós achamos que o Executivo não opera, o Legislativo não opera, o Judiciário não opera, e não é assim.
Quando nós criamos a repartição dos órgãos do poder, foi precisamente para dar agilidade a toda atividade pública. Então cada um cumpre o seu papel. É uma frugalidade o que estou dizendo, uma trivialidade, mas é importante sempre recordar esse fato.
E eu pessoalmente, que tenho tido um apoio especial, especialíssimo, do Congresso Nacional, eu quero muito ressaltar sempre que o governo só funciona, o Executivo, porque tem o apoio do Congresso. E evidentemente, nas eventuais divergências ou interpretações equivocadas, quem vai dar a palavra final é o Judiciário. É isso que nós temos que prestigiar cada vez mais.
Portanto, nós não podemos jamais paralisar o governo, nós temos que dar sequência ao governo, nós temos que dar sequência a atividade legislativa, nós temos que dar sequência a atividade judiciária.

Vídeo revela que Marcelo Odebrecht não tem provas de que Lula sabia do "saldo Amigo"


A narrativa é a seguinte: Marcelo Odebrecht criou um fundo para agradar Lula 
e avisou Antonio Palocci, que decidiu mexer na conta em uma oportunidade 
envolvendo saques em dinheiro vivo. Em outra, a Odebrecht teria comprado 
terreno para o Instituto Lula com os recursos do "saldo Amigo". Mas Marcelo 
admitiu que não tem como "comprovar" que o ex-presidente estava por trás 
das demandas

Cíntia Alves

Jornal GGN - A divulgação do vídeo que registra o depoimento de Marcelo Odebrecht ao juiz Sergio Moro mostra que o empresário e delator da Lava Jato admitiu, sim, que o "Amigo" que aparece em planilhas apreendidas pela Lava Jato era, em sua concepção, o ex-presidente Lula. Porém, os principais jornais do País ignoraram o trecho em que Marcelo afirmou que o fundo destinado ao "Amigo" nunca foi movimentado por Lula. Além disso, Marcelo, apesar de ter convicção de que Lula sempre soube de tudo e se beneficiou do esquema, não tinha "como comprovar" isso.
 
"Veja bem, o Lula nunca me pediu diretamente. Essa informação eu combinei com [Antonio] Palocci. Obvio que, ao longo de alguns usos [do saldo controlado por Palocci], ficou claro que realmente era para o Lula, porque teve uns usos que ficou evidente isso para mim. Teve uns que o pedido era feito e saia via espécie, e o Palocci pediu para mim que isso fosse descontado do saldo 'Amigo'. Então, quando ele pedia para descontar do saldo 'Amigo', eu sabia que ele estava se referindo a Lula, mas não tinha como comprovar."
 
Segundo Marcelo, sua relação com Palocci começou em 2008, quando o ex-ministro teria pedido doações ao PT para a eleição municipal, visando bancar os custos do marqueteiro João Santana. A partir daí, Palocci teria recebido da Odebrecht uma espécie de conta cujos recursos serviam aos interesses do PT. Parte dessas verbas foi registrada no Programa Especial Italiano. "Sempre que eu falei Italiano [nos e-mails encontrados pela Lava Jato], eu estava me referindo a Palocci", disse.
 
Quando Palocci deixou o governo, a Odebrecht validou um fundo que passou a ser gerido pelo "Pós Itália", ou seja, o ex-ministro Guido Mantega. "Quando chegou em meados de 2010, tinha um saldo ainda da minha relação com ele [Palocci]. Desse saldo, 50 milhões eu combinei com Palocci que seria gerido por Mantega, pois foi uma solicitação específica que Mantega fez a mim. Palocci sabia dos 50 milhões, mas só podia mexer com anuência de Mantega."
 
Marcelo ainda disse que do saldo combinado com Palocci, havia um crédito de R$ 40 milhões que não era de uma relação com o PT do Brasil, mas com a presidência da República. "Vai mudar o governo, vai entrar a Dilma, então esse saldo passa a ser gerido a pedido dela", disparou.
 
Mas, na visão de Marcelo, ainda era necessário separar um saldo que deveria "atender as demandas de Lula". "A gente sabia que ia ter demandas de Lula, para questão de Instituto e outras coisas. Então a gente disse: 'vamos provisionar uma parte desse saldo, uns 35 milhões, e colocamos no saldo Amigo, que é Lula'. Então, [o saldo era] para uso que era de orientação de Lula, porque a gente entendia que Lula ainda ia ter influência na presidência e no PT." 
 
Depois de expôr o contexto em que o "Amigo" foi criado por Marcelo, o delator deixou claro que tinha convicção de que Lula sabia dos fundos mas, na prática, não tinha como comprovar isso, porque quem teve acesso aos recursos foi Palocci.
 
Segundo Marcelo, dois episódios o levaram a crer que Lula tinha ciência do saldo Amigo. O primeiro foi quando "veio um pedido para a compra do terreno do IL, que não consigo me lembrar se foi via Paulo Okamotto ou [José Carlos] Bumlai, mas com certeza foi um dos dois - e depois eu falei com os dois - e eu deixei bem claro que se fosse comprar o terreno, sairia do valor provisionado."
 
O segundo episódio foi uma doação ao Instituto Lula, em 2014, que teria saído do saldo "Amigo", disse Odebrecht. "São as duas únicas coisas que eu saberia dizer. O resto vinha de informações de Palocci. Quando ele dizia para Brani [Branislav Kontic] pegar o dinheiro em espécie, ele dizia 'olha, é para abater do saldo Amigo ou do saldo Itália, que era gerido por ele."
 
Ao todo, o depoimento de Marcelo Odebrecht teve pouco mais de duas horas de duração, e foi dividido em quatro vídeos. No primeiro, ele relatou como a empresa operacionalizava os pagamentos de propina e doações via caixa 2 desde a década de 1990, esclareceu como começou sua relação pessoal com Antonio Palocci e denota que a destinação de fundos ao "Amigo" foi iniciativa da Odebrecht para agradar Lula, já que mesmo fora da presidência, ele poderia manter influência sobre Dilma Rousseff e PT, mas não há como afirmar que o ex-presidente tinha conhecimento disso.