quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

MOTORA SACAVA A GRANA NA ALERJ E ASSESSOR DE FLAVINHO “GANHOU” R$ 86MIL EM 16 MESES, MAS PASSOU METADE DO TEMPO EM PORTUGAL !!


COAF: Fabrício fez 36 operações no local em 2016
Maioria dos saques de ex-motorista de Flávio 

Bolsonaro foi na AlerjA maior parte dos saques efetuados pelo ex-policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-motorista de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), monitorados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foi feito em uma agência bancária do Banco Itaú na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde o filho do presidente eleito Jair Bolsonaro é deputado estadual e Fabrício foi seu assessor.
Ao todo, segundo relatório do Coaf, o ex-motorista sacou na mesma agência 159.983,71 reais em 36 operações ao longo de 2016, a maior parte delas em retiradas de até 5.000 reais — que podem ser feitas diretamente no caixa eletrônico. O segundo maior volume de saques (45.000 reais) se deu em outras duas agências também no centro do Rio, seguidos de 42.250 reais sacados em duas agências na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, bairro onde a família Bolsonaro tem residência.
“A conta teria apresentado aparente fracionamento nos saques em espécie, cujos valores estão diluídos abaixo do limite diário. Foi considerado fator essencial para a comunicação pela possibilidade de ocultação de origem/destino dos portadores”, afirma o relatório do Coaf.
O órgão também chamou atenção para uma concentração de saques em espécie nos guichês de atendimento também com indícios de fracionamento devido valores diluídos abaixo do limite diário na mesma data em locais próximos. O relatório destaca dez transações “aparentemente fracionadas” que totalizaram 49 mil reais na agência da Alerj e outra na Rua da Assembleia, no Centro do Rio.
(...)
Assessor de Flávio Bolsonaro “ganhou” R$ 86 
mil em 16 meses, mas passou metade do tempo 
em Portugal.

por Conceição Lemes 
agora senador eleito, recolheu mais de R$ 86 mil em dinheiro público como funcionário da 
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj, embora tenha passado metade do tempo em 
Portugal.
É um novo indício de que funcionários podem ter sido contratados sem trabalhar repassando parte do 
dinheiro para a família Bolsonaro.
Wellington Sérvulo Romano da Silva é tenente-coronel da Polícia Militar do Rio. Trabalhou duas 
vezes com Flávio. Primeiro como assessor da vice-liderança do PP, partido ao qual o deputado 
pertencia em 2015, depois no gabinete do filho do presidente eleito.
De acordo com o JN, a “Alerj informou que, durante todo o período em que ele esteve na casa, nunca 
tirou licença. Em um ano e quatro meses em que trabalhou para Flávio, Wellington ficou fora do país 
por 248 dias — a metade do período”.
Como o salário de Wellington, com gratificações, era de R$ 5.400,00 mensais, isso significa que ele 
recebeu sem trabalhar R$ 43.200,00. No total, foram R$ 86.400,00.
Wellington está na lista de nove assessores e ex-assessores de Flávio e Jair Bolsonaro que 
repassaram dinheiro para a conta de Fabrício Queiroz, motorista de Flávio Bolsonaro. Foram R$ 
1.800,00.

Nenhum comentário: