domingo, 9 de setembro de 2018

NARCISO DA GLOBO CENSURA A PALAVRA LULA PARA PREJUDICAR HADDAD E O PT


Operário padrão Globo
Depois de afrontar o Comitê de Direitos Humanos da ONU, que determinou ao Brasil que 
garantisse os direitos políticos de Lula, mantido como preso político para não disputar uma 
eleição que ele venceria com facilidade, o ministro Luis Roberto Barroso acaba de tomar mais 
uma decisão inusitada: censurou a palavra Lula nos comerciais do PT; "Luís Roberto Barroso 
acaba de mandar que o PT tire qualquer referência 'escrita, oral, pictográfica ou gráfica' à 
candidatura de Lula da propaganda, para não induzir o eleitor ao erro", informa o colunista 
Lauro Jardim; derrotar o PT interessa sobretudo à Globo e às petroleiras internacionais

Jornal GGN - Atendendo a um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE), o ministro do 
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luis Roberto Barroso, exigiu a retirada das imagens de 
Lula da propaganda eleitoral presidencial da coligação "O Povo Feliz de Novo", formada 
pelo PT, PCdoB e PROS, sob ameaça de suspender as transmissões da coligação no rádio e 
na televisão.
A reclamação do MPE é que os partidos estariam desrespeitando a decisão da maioria do 
plenário do TSE, proferida no dia 1º de setembro, quando negou o registro de candidatura 
do ex-presidente. "Mesmo após o transcurso de uma semana da decisão, as propagandas 
eleitorais da coligação continuam a apresentar Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à 
Presidência da República, tanto de forma direta quanto indireta".
Na decisão deste domingo (9), Barroso destacou que o TSE, por 5 a 2, suspendeu também 
a propaganda com a imagem de Lula como candidato. "As sucessivas veiculação de 
propaganda eleitoral em desconformidade com o decidido revelam que a atuação da 
coligação se distanciou dos compromissos por ela assumidos, a exigir uma atuação em 
caráter mais abrangente", argumentou. 
Entretanto, o mesmo Tribunal aceitou um recurso da defesa do ex-presidente para que 
fossem impedidas apenas propagandas de atos de campanha mostrando Lula como 
candidato. Ou seja, Lula poderia continuar participando das propagandas, contanto que não 
mais como presidenciável e o pedido do MPE abre margem para colocar em dúvida o 
marketing político do partido ao dizer que a apresentação do ex-presidente como candidato 
estaria acontecendo “tanto de forma direta quanto indireta”. 
O que determina que Lula continua sendo apresentado como candidato do PT de forma 
“indireta”? 
Ainda neste domingo, os advogados de Lula entraram com um pedido no TSE, entregue à 
presidente da Corte Eleitoral, Rosa Weber pedindo a prorrogação, até o dia 17 de setembro, 
para o partido apresentar um novo candidato.
A data limite concedida pelo Tribunal no dia 1º de setembro são de dez dias corridos, após 
o julgamento, logo terminará nesta terça-feira, dia 11. O PT alega que todos os partidos 
têm, por lei, até o dia 17 para realizar trocas, logo o prazo apertado poderá se configurar 
como "outra quebra de jurisprudência". 

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