quarta-feira, 16 de julho de 2014

O BANCO DOS BRICS E A BOMBA ATÔMICA


Nao vai haver BRICs....... Quem disse ao mundo que o Brasil queria ser vira-latas para sempre ?

O Brasil será o responsável pelo cargo de “Presidente de turno”, presidirá a diretoria executiva do Banco dos BRICs.
É uma função estratégica, honrosa.
Daqui a cinco anos, pelo sistema de rotatividade de todos os cargos, será sucedido pela Rússia.
Mas, o PiG tentará transformá-la numa derrota retumbante, do tipo “não houve BRICs.”
Poderá dizer que o Brasil perdeu a Presidência, como já diz o portal do Globo, a maior vítima do sucesso retumbante da Copa.
O Brasil conquistou aquilo que cabia no seu tamanho.
O tamanho de uma bomba atômica.
Porque, como dizia um chinês famoso, o poder está na ponta de uma baioneta
Quem tem mais bomba atômica, entre os BRICs ?
A Russia.
É dela a Presidência.
Depois, quem tem mais bomba atômica ?
A China.
A sede será em Xangai.
Depois, quem tem mais bomba atômica ?
A Índia (que, aliás, tem menos que o Paquistão e, talvez, menos que Israel).
Logo, coube à India a Presidência do banco.
Quem assinou o Tratado de Não-Proliferação das Armas Nucleares – o TNP – e avisou ao mundo que o Brasil que queria ser, para sempre, um vira-latas ?
O Fernando Henrique Cardoso.
Simples, meu caro Mao.
Enquanto isso.....
O jn boicotou a prestação de contas da Dilma e do Ministério sobre o sucesso da Copa das Copas.
Deu mais espaço ao Agripino, coordenador do Arrocho, e que, só agora, elogia o Bolsa Família.
Para a Globo, a Urubóloga e o faustinho, como demonstra Haroldo Lima, ainda não houve Copa.
Na verdade, segundo eles, o que houve foi a simpátia dos brasileiros.
Foi a Copa da Fanfest !
Agora, o Brasil obtém uma de suas maiores vitórias diplomáticas: é a sede da reunião dos BRICs em Fortaleza, no Nordeste; fundou o Banco dos BRICs; e abriu as portas para se livrar da hegemonia americana e suas extensões: ONU, FMI e Banco Mundial.
A reunião mereceu insossa reportagem que omitiu o papel que um brasileiro desempenhará: presidir a diretoria executiva.
Dá para entender: a Globo faz parte de um mundo que não existe mais.

Paulo Henrique Amorim
____________________________________

Nenhum comentário: