quarta-feira, 30 de junho de 2010

O vice de Serra e a merenda escolar


Índio da Costa, o vice do jênio

Já que não conseguiu montar um palanque competente no Rio, o jênio escolheu um vice de reputação inigualável: o deputado Índio da Costa do DEMO do Rio. 
Depois de desmontar o Paraná, o jênio se entrega ao clã dos Maia, César e Rodrigo.

O Blog do Noblat acaba de anunciar que o vice do Serra será o deputado Índio da Costa, do DEM. Apresenta-o como o relator do ficha-limpa. Mas não é bem assim. Ele foi um dos alvos da CPI na Câmara dos Vereadores que investigou superfaturamento e má-qualidade nos alimentos comprados para a merenda escolar, quando eu ainda era vereador.
A CPI foi pedida pelo meu amigo e deputado Edson santos (PT) e relatada pela – atenção – vereadora tucana Andrea Gouvêa Vieira. Vou transcrever o texto que está numa das páginas dela na internet, de onde tirei também a ilustração:
O relatório de Andrea concluiu que a licitação para a compra de gêneros alimentícios para a merenda, entre julho de 2005 e junho de 2006, realizada pela Secretaria Municipal de Administração e pela Secretaria Municipal de Educação, no valor de R$ 75.204.984,02, causaram prejuízo aos cofres públicos. 99% do fornecimento ficaram concentrados numa única empresa, a Comercial Milano, que apresentou uma engenhosa combinação de preços em suas propostas.
A licitação ocorreu num único dia, mas foi dividida 10 coordenadorias de educação (CREs). O "curioso" foi que esta empresa ofertou preços diferentes para o mesmo alimento.
O preço do frango da proposta da Milano, por exemplo, para Santa Cruz, era cerca de 30 % mais caro do que o preço ofertado para Campo Grande. Detalhe: em Santa Cruz a Milano não teve concorrentes e em Campo Grande sim.
Como ela soube da falta de concorrentes, um mistério.
E a Prefeitura aceitou isso! Pagou à mesma empresa, pela mesma mercadoria, preços muito diferentes. Essa foi a característica geral dessa licitação: uma combinação de preços que otimizaram os ganhos de uma única empresa fornecedora em prejuízo dos cofres públicos. 
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Vitória da liberdade de expressão.

"Por unanimidade, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negaram recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) que pedia a retirada do ar de um blog que promove a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República.
Ao proferir seu voto, o ministro Henrique Neves, relator do processo, concluiu que não pode ser atendido o pedido do MPE, pois suspender todo o conteúdo implicaria em determinar a retirada não só daquelas informações que, eventualmente, infrijam a legislação, mas também todas as demais que constituem meras opiniões e estão abarcadas pela garantia da livre expressão do pensamento."
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DEM escolhe o genro de Cacciola para vice de Serra

O Deputado Federal do DEM do Rio de Janeiro Indio da Costa foi escolhido para vice de José Serra (PSDB/SP).

Índio da Costa foi escolhido depois da reação do DEM contra a indicação do senador tucano Alvaro Dias (o Botox)) para o posto.

A indicação é uma vitória pessoal do ex-prefeito do Rio Cesar Maia (o vaia) e do filho dele, o atual presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ).

Indio Costa já foi secretário de administração do Rio no governo Cesar Maia.

Para quem ainda não sabe, trata-se do genro do ex-banqueiro Salvatore Cacciola (foto), atualmente cumprindo pena de prisão.
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ENTREVISTANDO A SI MESMO

Por Luis Nassif

Nos anos 80, no período em que foi editorialista da Folha, José Serra cometeu alguns atos jornalísticos polêmicos: enviava entrevistas com ele, para a redação, em que perguntas e respostas eram de sua própria autoria.
Lembrei-me desse ato a propósito da entrevista de Páginas Amarelas da Veja, supostamente concedida a Eurípedes Alcântara e Fábio Portela.
Mino Carta ironizou-a no debate da revista Fórum. Hoje foi a vez de Marcos Coimbra. Fiquei curioso e fui atrás.
Trechos principais de um feito jornalístico: Das Amarelas, de Veja.
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O PV EMPRESARIAL

Ana Paula Grabois no Valor
De um lado, o movimento Nossa São Paulo, criado por Oded Grajew, um dos precursores do lulismo empresarial. Do outro, empresários como Israel Klabin, acionista da empresa de papel e celulose que leva seu nome, com proximidade de longa data dos projetos do PSDB. No eixo desse arco de empresários, pontifica Guilherme Leal, um dos sócios controladores da Natura, um ex-eleitor dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (2002) e Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998). Leal tanto participou do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea) na gestão Lula quanto fez doação de R$ 100 mil à campanha presidencial de Geraldo Alckmin em 2006.

A senadora Marina Silva tem a mais aberta participação empresarial da disputa presidencial. "Tem um arco muito diversificado de empresários", diz Ricardo Young, ex-presidente do Instituto Ethos, outra organização de empresários em prol do desenvolvimento sustentável, e candidato ao Senado por São Paulo na chapa do ex-deputado Fábio Feldman ao governo do Estado.

Dono da rede de idiomas Yázigi, Young disputará pela primeira vez um cargo eletivo. O empresário filiou-se ao PV em setembro junto com Leal e Roberto Klabin, diretor da Klabin e presidente da Ong SOS Mata Atlântica e com outros empresários, como Fernando Garnero, presidente da Brasilinvest. Milita ainda no movimento Nossa São Paulo ao lado de Oded, ex-assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início do governo.

Guilherme Leal acredita que a participação de empresários é decorrente das características de uma campanha com maior envolvimento da sociedade civil, mas diz que o engajamento é contido: "Empresário não sai em praça pública para fazer candidatura de ninguém."

A candidatura Marina foi gestada em encontros de um grupo de empresários chamado "Brasil com S", conta Young. Quando deixou o Ministério do Meio Ambiente no governo Lula, em 2008, Marina foi convidada a participar das reuniões. "O movimento foi congelado a partir do momento em que ela tomou a decisão de sair como candidata", disse. O "Brasil com S" contava com empresários ligados ao desenvolvimento sustentável vindos do Instituto Ethos, Cebeds, Instituto Sócio Ambiental e WWF.

As reuniões tomaram corpo e chegaram a ter 60 empresários de grandes empresas. Hoje, Marina tem apoio de empresários de diversos segmentos vindos desde a construção civil e papel e celulose, até o agronegócio e a indústria de açúcar e álcool. "Ela trouxe ao movimento a definição de sua candidatura. Foi decidido que a candidatura ajudaria a expandir as ideias sobre desenvolvimento sustentável", conta. O engajamento partidário dos empresários veio junto. "Minha candidatura é resultado desse processo. Quando o Guilherme Leal decidiu ir para o Partido Verde, decidimos que não deveria ser um ato isolado", diz Young.

Para o comando financeiro da campanha de Marina foi escolhido o executivo Alvaro de Souza por indicação de Guilherme Leal, de quem é amigo desde os tempos de escola, em Santos, no litoral paulista. Ex-presidente do Citibank, Souza licenciou-se recentemente do conselho de diversas empresas, como Gol e AmBev, e da presidência da ong WWF Brasil. Souza também presidiu a Câmara Americana de Comércio.

Após a indicação de Souza, a campanha de Marina ganhou interesse de mais empresas. Além dos bancos que costumam fazer doações eleitorais aos principais concorrentes, grandes e pequenas empresas têm procurado a coordenação da campanha. A expectativa do comitê é de que as grandes empresas doem mais a Marina do que costumam fazer em outras eleições para candidatos que permaneciam na terceira colocação durante a maior parte da disputa.

O PV não vai especificar os nomes dos doadores antes do prazo legal, indo contra a iniciativa de Fernando Gabeira de 2008. Hoje candidato ao governo estadual do Rio pelo PV, Gabeira abriu as doações na internet durante sua campanha eleitoral para a prefeitura do Rio. Segundo as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os partidos têm a obrigação de informar os nomes de doadores e candidatos beneficiados somente após as eleições. Até lá, o PV apenas irá informar quanto arrecadou com empresas e com pessoas físicas.

A campanha do PV tem limite de R$ 90 milhões, quantia que pode ser considerada alta a uma candidatura em terceiro lugar nas pesquisas e sem coligação. "Os grandes bancos e as grandes empresa vão dar mais para o favorito e igual para os outros dois candidatos. A candidata tem aura de ser do bem", diz uma liderança da campanha. No núcleo empresarial da campanha, está, além de Roberto Klabin, o dono da Caloi, Edson Musa. A candidatura conta com a adesão de integrantes das famílias controladoras do Itaú, a socióloga Maria Alice Setubal e a pedagoga Ana Lucia Villela, dirigentes de Ongs e longe dos negócios do banco. Também no PV, a socialite Ana Paula Junqueira, casada com o sueco Johan Eliash, dono da empresa de material esportivo Head e de terras na Amazônia, tentará se eleger como deputada federal pela terceira vez. "O desenvolvimento sustentável é a tendência do mundo. Todas as empresas sérias querem se associar a essa visão, que não é radical.
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A eleição que foi à Copa

EDUARDO GUIMARÃES NO CIDADANIA

A situação política na América do Sul é uma bola. Talvez por isso a disputa eleitoral entre PT e PSDB tenha ido à África. Sim, porque está em curso um fenômeno que jamais vi, por mais que já tenha visto muita coisa nesta terra surpreendente.
Não é que essa aliança estapafúrdia entre um partido e os maiores grupos de mídia do país conseguiu politizar a Copa do Mundo? Aliás, o que é que a direita brasileira não consegue politizar, em tempos de desespero eleitoral?
Tudo começou quando tiveram a brilhante idéia de externar a possibilidade de a sensação de bem-estar do brasileiro diante de uma economia nacional que passou sob a crise financeira internacional como o Brasil passou sobre o Chile – ou seja, como um trator – vir a aumentar em caso de conquistarmos o hexacampeonato mundial de futebol masculino.
Enquanto isso, o técnico da Seleção Brasileira, Carlos Caetano Bledorn Verri, mais conhecido como Dunga, decide peitar a Globo.
Primeiro, escalou uma seleção diferente da que queria a emissora, o que lhe rendeu ataques revigorados por meio dela, os quais depois se espalharam por jornais, revistas, outras emissoras de tevê e as maiores de rádio, além dos portais de internet.
E a situação se agravou quando o mesmo Dunga, não contente com peitar a cabeça do PIG (Partido da Imprensa Golpista), proibiu os jogadores do seu time de darem entrevista exclusiva à emissora da familia Marinho.
E quando ele mandou um dos globo-boys  à #*@!%&*!!, aí a bomba explodiu de vez.
Mas confesso que a politização do futebol não foi só culpa da mídia. Vendo Dunga fazer com o PIG o que vem querendo fazer há muito tempo, a esquerda decidiu entrar em campo.
E já entrou catimbando com o “Cala a Boca, Galvão”. Depois, apoiando Dunga contra a Globo, o que gerou editoriais indignados da própria Globo e de Folhas, Vejas, Estadões etc., denunciando a “campanha de Dilma” por estar “aplaudindo” a reação de Dunga aos constantes ataques globais.
Contudo, em tempos de derretimento de sua candidatura à Presidência da República, a mídia – sobretudo a Globo – passa a temer que a população acabe culpando-a por uma eventual derrota do Brasil na Copa – ou, pior, que a Seleção conquiste o hexa e desminta os vaticínios midiáticos de fracasso.
Então, passamos a ver Fátima Bernardes e Willian Bonner com sorrisos que parecem que lhes vão rachar as caras ao terem que comentar não só mais uma vitória de Dunga, mas uma vitória que, como o mundo todo reconheceu ter sido brilhante, Globo e companhia tiveram que reconhecer também.
Contudo, desde os primeiros jogos do campeonato o conclave tucano-midiático tenta vender aos brasileiros a Seleção da Argentina e a da Alemanha. Aliás, tenta vender qualquer time que jogue um pouco melhor.
Hoje mesmo, na Folha de São Paulo, um dos Mauricinhos que escrevem na monótona página A2 se desmanchou todo em elogios à Alemanha e em depreciação de Dunga, daquilo que chamou de “dunguices” e do futebol que o Brasil vem apresentando. Já o principal blogueiro da Veja, está encantado é com o argentino Messi. E por aí vai…
Para ser franco, acho mais fácil venderem Serra aos brasileiros.
A torcida falsa da Globo a favor da Seleção ou a torcida contra explícita da imprensa escrita estão tirando a paciência do fanático torcedor verde-amarelo. Ao misturarem política com futebol, Globos, Folhas, Vejas e Estadões estão cometendo a maior burrada que já vi cometerem – e não são poucas.
Ganhe ou perca, a Seleção será considerada vítima da imprensa. Já começo a apostar que o resultado da Copa, seja ele qual for, influirá na eleição presidencial.
Anotem aí: a bala de prata que a mídia irá atirar contra Dilma na reta final da disputa eleitoral, será prejudicada. Aliás, talvez a raiva que o país está sentindo da mídia por conta de futebol possa ser atenuada, caso a Seleção vença.
Como sou um homem generoso, sugiro aos veículos supra mencionados – e aos que não mencionei – que torçam (muito) para a Seleção vencer a Copa. Não que isso possa facilitar a eleição de Serra, mas, pelo menos, não agravará o descrédito midiatico.

Gabeira não serve nem para apoiar o Serra


Saiu no Globo (clique aqui para ler):

Gabeira não contará com Marina nem Serra no programa eleitoral no rádio e na TV
Roberto Malthick

BRASÍLIA – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu no final da noite desta terça-feira que os candidatos à Presidência José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) não poderão aparecer no programa eleitoral do deputado Fernando Gabeira, candidato do PV ao governo do Rio. Em análise de consulta feita pelo PPS, os ministros do TSE entenderam que as coligações regionais não podem se favorecer de alianças feitas em nível nacional.
- O candidato não pode puxar para o regional a coligação que não existe – afirmou o corregedor do TSE, ministro Aldir Passarinho. 
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Sai o trailer de Tropa de Elite 2

Já está disponível o trailer daquele que promete ser o maior sucesso do cinema nacional deste ano: Tropa de Elite 2.
Pelo que se vê, o Capitão Nascimento acabou assumindo um posto burocrático, levando seu Bope a um novo patamar.
É daqueles filmes que não dá para não assistir, mesmo que não goste do gênero.

Osmar Dias fecha acordo com PT e PMDB e sai candidato ao Governo do Paraná

A situação de Serra fica cada dia pior.
Depois de ver seu principal aliado, o Democratas, ficar em fúria com a indicação de Alvaro Dias ( o Botox) para vice, eis que a principal moeda de troca do novo vice se evaporou.
Seu irmão, o também Senador Osmar Dias, resolveu fechar um acordo com o PT e o PMDB e se lançvar candidato.
Para quem não lembra, Osmar Dias perdeu a eleição passada por um percentual irrisório de votos. É conhecido como um político sério e honesto. Com isso Dilma ainda ganhou um palanque fortíssimo no Paraná.
Para aumentar o desconforto, ontem um dos quadros mais respeitados do Democratas, o Senador Demóstenes Torres, resolveu azucrinar ainda mais a tucanada, com uma frase para lá de irônica: “É sempre bom lembrar que ninguém é obrigado a acompanhar velório”.
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CONVERSA AFIADA

Para a elite de São Paulo, Lula é um jumento e um caloteiro

Na foto, o Presidente da República, segundo a elite branca (e separatista) de São Paulo.

Saiu no Estadão, editorial na pág.A3, de hoje, a propósito de um artigo do Presidente Lula no respeitado jornal de economia da Inglaterra, o Financial Times:
“Trata-se de uma versão comparativamente austera, como convém aos textos do mais influente diário econômico do mundo, da exuberante teoria do ‘nunca antes na História deste país’ … Mas a megalomania se livra dos arreios …”
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O infinito provincianismo da elite paulista leva a sério um artigo do presidente Lula num suplemente especial sobre o Brasil no Financial Times.
“Suplemente especial” é matéria paga.
Até o Financial Times, nesses tempos bicudos para a imprensa escrita, precisa fazer uma marreta aqui, outra acolá.
Mas, os provincianos da página de editoriais do Estadão ficaram enfurecidos.
O Financial Times, o Financial Times !, dar guarida a esse muar.
A esse equino. É assim que a elite branca (e separatista) de São Paulo trata um nordestino metalúrgico que vai derrotar o jenio paulista, pela terceira vez.
Mais adiante, a elite provinciana vocifera e trata os argumentos de Lula de “embromação”.
Palavra que, segundo o Houaiss, significa: calotear usando de lábia; enganar Ex.: embroma a clientela com produtos falsificados.
Ou seja, além de ser um asno, o Presidente da República é um “caloteiro” – entrega ao povo brasileiro produtos falsificados.
Nenhuma instituição (decadente) representa melhor a elite branca (e separatista) de São Paulo do que o Estadão.
É o que se vê.
Clique aqui para ler o que Mauricio Dias, na Carta Capital, escreveu sobre o preconceito contra Lula.

Paulo Henrique Amorim
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Folha derrota a seleção brasileira

O Otavinho vai enterrar a Folha.... e o Serra

Eis a “pisada na bola” que a Folha deu ao trocar um anúncio e “eliminar” o Brasil da copa, por conta dos supermercados Extra e Pão de Açúcar, o que deixou o empresário Abílio Diniz dizendo cobras e lagartos do jornal paulista. 





































Uma charge bem humorada com algo que poderia ser pupublicado depois de mais uma pesquisa que mostra Serra afundando. 

terça-feira, 29 de junho de 2010

CHARGE

Copa sul-americana

do blog O Mundo é uma Bola:
Nas semi-finais, Brasil x Uruguai e Argentina x Paraguai. Copa América? Bem que poderia ser. Mas é Copa do Mundo, com sotaque e futebol bem latino.
Tudo bem que será muito difícil essa combinação de resultados, mas a presença maciça dos sul-americanos nas quartas-de-final do Mundial mostra a força das seleções emergentes do continente, seguindo o embalo dos gigantes Brasil e Argentina.
O Chile, único sul-americano fora da próxima etapa da Copa, foi elimanado por outro “vizinho”: o Brasil. As seleções do Mercosul têm, inclusive, mais representantes até que a Europa, que contará com Alemanha, Holanda e Espanha.
É o sinal dos tempos. Apesar da concentração de dinheiro nos clubes do Velho Continente, a mão-de-obra continua sendo excelência nossa, dos sul-americanos. Brasileiros e argentinos comandam os maiores times do mundo. E, nas seleções, a força fica concentrada aqui.
Para um duplo encontro do Mercosul na semi-final, o Uruguai precisa vencer Gana e os brasileiros têm a obrigação de bater a forte Holanda. No outro lado da chave, a Argentina lutará para bater a Alemanha, em um clássico mundial. O Paraguai, por sua vez, terá a tarefa mais árdua: surpreender os favoritos espanhois.
Mas mesmo que não sejam quatro os representantes da América do Sul nas semi-finais, o sucesso do continente já está garantido. O mundo viu que a qualidade é marca registrada dos sul-americanos.
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Dilma 40% x Serra 35%. Bye bye Serra 2010

Saiu o Vox Populi

Vox Populi: Dilma Rousseff (PT) 40% x 35% José Serra (PSDB)

Pesquisa Vox Populi sobre a eleição presidencial indica que Dilma Rousseff (PT) tem 40% das intenções de voto. José Serra (PSDB) tem 35%. Marina Silva (PV), 8%. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O Blog vai publicar mais resultados obtidos pelo Vox Populi assim que eles estiverem disponíveis.

Os resultados acima são da pesquisa estimulada (em que o entrevistador apresenta uma lista com nomes dos candidatos para o entrevistado). Na modalidade espontânea (em que o eleitor diz qual é seu candidato sem ver nenhuma lista de nomes), Dilma tem 26% e Serra tem 20%.

A pesquisa foi feita de 24 a 26.jun.2010 com 3 mil eleitores. Seu registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é o 16944/2010.

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Dilma "esculacha" o "Agripino" da Folha de Zé Serra

Lula, sobre Vargas

Da coluna Painel, da Folha de S. Paulo:


“Em entrevista para o documentário “Os Herdeiros de Vargas, Memórias do Brasil”, Lula, que tinha oito anos quando Getúlio se matou, disse que só foi entendê-lo “muito tempo depois, quando virei político”.
“No começo da vida sindical, eu não gostava dele. Depois, verifiquei que o povo gostava de Vargas. Foi ele quem criou tudo o que existe aí, como a Petrobras.”
Segundo Lula, a culpa pelo golpe de 1964 “não foi dos americanos”, mas “da UDN, que se aliou às elites e aos militares para derrubar Jango”, assim como, prosseguiu o presidente, havia derrubado Getúlio. “A diferença dos meus dois governos para os de Vargas, JK e Jango é que no tempo deles os militares estavam na oposição, eu sou respeitado por eles e vice-versa.”
Na entrevista a Yacy Nunes e Daniel Zarvos, diretores do documentário, Lula opinou que o “peso udenista” ainda existe no país, mas está acabando. O filme será lançado no primeiro semestre de 2011.
O presidente disse ainda que, assim como Getúlio, JK e Jango, ele governa “com o coração”. “É melhor do que com a cabeça.”
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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ciro reaparece no Ceará e pede votos para Dilma

Do R7 / AE

O deputado federal Ciro Gomes (PSB) fez neste domingo (27), em Fortaleza, seus primeiros pronunciamentos públicos desde que teve rifada a sua candidatura à Presidência da República. Em duas oportunidades diferentes, ele pediu votos para a candidata Dilma Rousseff (PT).
A primeira delas aconteceu na convenção do PDT cearense, onde a ex-mulher dele, a senadora Patrícia Saboya, teve a candidatura a deputada estadual oficializada. Ao falar sobre o Brasil que, segundo ele, "está no rumo certo", Ciro referiu-se à Dilma como "nossa candidata".
Depois, na convenção do PSB cearense, onde o irmão dele, o governador do Ceará, Cid Gomes, deu o pontapé inicial na disputa pela reeleição, Ciro encerrou seu discurso pedindo votos para Dilma e para os candidatos ao Senado, Eunício Oliveira e José Pimentel.
Na convenção de Cid, realizada no ginásio de um colégio no centro de Fortaleza, Ciro começou o discurso lembrando o sonho de ser presidente do Brasil.

- Sonho para o qual eu tenho procurado me preparar. Mas a vida pública, especialmente para quem não faz dela meio de vida, não é um lugar para a gente fazer o que a gente tem vontade, nem mesmo o que a gente sonha. A vida pública é para a gente fazer o que for necessário pelo país, pela sua comunidade, pelo seu Estado.”
Matéria Completa, ::Aqui::
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CHARGE

sexta-feira, 25 de junho de 2010

RELAXE E GOZE

O dia sem Globo é o dia de um novo tempo

TIJOLAÇO DE Brizola Neto

Ninguém espere que o Ibope da Globo vá despencar, porque despencar no Ibope, para quem é da Globo, é missão lenta e persistente, e taí o José Serra para o provar. Mas hoje é um novo dia, de um novo tempo, que já começou, nas barbas dos donos do poder da mídia.
O movimento “Dia Sem Globo” já é um sucesso por uma razão muito simples.
Porque nos mexemos, nos vimos uns nos outros, nos descobrimos muitos, e com muita força.
Nós não somos mais mudos, embora a voz da mídia siga sendo um trovão.
Nos não somos mais indefesos, embora o poder da mídia seja gigantesco.
Mas não podemos mais dizer que é avassalador.
Porque já não somos vassalos.
Porque falamos, e o que falamos ecoa em outras vozes que falam também.
Estamos vivendo o final da era da comunicação de mão única. O tempo onde falar significa ter ouvir e ouvir nunca mais será algo sem o direito de falar, também.
A civilização de massas, que anulava o indivíduo, paradoxalmente construiu , com a tecnologia da comunicação de massas, o direito de um único indivíduo poder ser o estopim de grandes mudanças.
Exatamente como o menino que gritou na praça que o vaidoso rei estava nu.
Um bom dia para todos, este Dia Sem Globo. Porque é o dia em que cada um de nós descobre que pode existir, pensar, falar e decidir.
Nesta multidão que dissemina o movimento na internet, há gente de todas as idades, de todos os partidos, de todas as idéias, de todas as maneiras.
Mas um coisa toda esta gente tem em comum: quer ter direito de escolher sozinha, sem tutelas, como será sua vida, como será o seu país e o seu mundo.
E que de cada uma destas escolhas livres possam sair melhor as nossas vidas, o nosso país e o nosso mundo.
Viva a democracia de verdade, onde todos podem falar e ninguém pode deixar de ouvir.
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Band teve maior audiência da Copa hoje

O Blog Noticias da TV Brasileira acaba de divulgar os números da audiência das concorrentes da Globo no jogo de hoje, leia; “A Band obteve hoje com a transmissão do jogo Brasil X Portugal o seu melhor resultado de audiência até agora na Copa do Mundo: pela prévia do Ibope, média de 13 pontos.
Nos dois primeiros jogos do Brasil a média da emissora tinha sido de 10 pontos. O resultado de hoje mais uma vez garantiu à Band o segundo lugar isolado. No horário do jogo, SBT deu 1,1, Record 0,9 e Rede TV 0,1.”

Não foram noticiados os numeros da Globo. Ela teve 45 pontos no primeiro jogo do Brasil e 41 no segundo. Posto ao lado o número oficial do Ibope sobre a audiência da Copa de 2006. Estes números referem-se à Grande SP, onde cada ponto de audiência representa 60 mil residências.
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BOTOX O VICE DE SERRA?

Da Folha
O senador tucano Álvaro Dias (o Botox)  será o vice do correligionário José Serra na chapa presidencial que disputará as eleições deste ano.
Fontes do PSDB ouvidas pela Folha já dão como certa a escolha de Dias para a vaga, que, conforme revelou o "Painel" da Folha na última quinta-feira, já vinha pressionando a cúpula do partido para ocupar a vice.
Por meio do microblog Twitter, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, adiantou a informação: "Falei agora com o Sergio Guerra [presidente nacional do PSDB]. O vice será o Álvaro Dias", disse.
A escolha do senador paranaense vai contra os interesses do DEM, principal aliado do PSDB no plano nacional. Os democratas tentavam evitar uma chapa puro-sangue tucana para emplacar nomes como o deputado José Carlos Aleluia (BA) ou Valéria Pires Franco (PA), vice-presidente do partido.
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A pedido do PT,PF investigará dossiê criado pelo PSDB para prejudicar campanha da Dilma

O jornal do PSDB a Folha de São Paulo, PSDB  e o candidato José Serra, acusam a campanha da candidata Dilma Rousseff (PT), de quebra do sigilo fiscal e bancário do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira.No entanto, nem Eduardo Jorge, nem PSDB,nem José Serra, acionaram a Polícia Federal para investigar o caso. Estanho não?. Se o PSDB tem tanta certeza de que a campanha da Dilma quebrou o sigilo do Eduardo Jorge, não seria natural pedir para a Polícia Federal investigar?
Pois bem. Diante das acusações, sem provas,  que o  candidato José Serra, tem feito na imprensa nos últimos dias, o PT ingressou com um pedido na PF para que fosse instaurado um inquérito para apurar "a veracidade" e a "autoria" do ato ilegal.
Ontem, a Corregedoria-Geral da PF emitiu parecer pela abertura da investigação, a ser conduzida pela Superintendência Regional do órgão no Distrito Federal.Ou seja. A Polícia Federal decidiu abrir investigação sobre a quebra do sigilo fiscal e bancário do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira.
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HOJE É JOGO DO BRASIL... SEM GLOBO

CHARGE

O fim do besteirol esportivo

Por Leandro Fortes


Foi na Copa do Mundo de 1986, no México, com Fernando Vanucci, então apresentador da TV Globo, que a cobertura esportiva brasileira abandonou qualquer traço de jornalismo para se transformar num evento circense, onde a palhaçada, o clichê e o trocadilho infame substituíram a informação, ou pelo menos a tornaram um elemento periférico. Vanucci, simpático e bonachão, criou um mote (“alô você!”) para tornar leve e informal a comunicação nos programas esportivos da Globo, mas acabou por contaminar, involuntariamente, todas as gerações seguintes de jornalistas com a falsa percepção de que a reportagem esportiva é, basicamente, um encadeamento de gracinhas televisivas a serem adaptadas às demais linguagens jornalísticas, a partir do pressuposto de que o consumidor de informações de esporte é, basicamente, um retardado mental.
Por diversas razões, Vanucci deixou a Globo, mas a Globo nunca mais abandonou o estilo unidunitê-salamê-minguê nas suas coberturas esportivas, povoadas por sorridentes repórteres de camisa pólo colorida. Aliás, para ser justo, não só a Globo. Todas as demais emissoras adotaram o mesmo estilo, com igual ou menor competência, dali para frente.
Passados quase 25 anos, o estilo burlesco de se cobrir esporte no Brasil passou a ser uma regra, quando não uma doutrina, apoiado na tese de que, ao contrário das demais áreas de interesse humano, esporte é apenas uma brincadeira, no fim das contas. Pode ser, quando se fala de handebol, tênis de mesa e salto ornamental, mas não de futebol. O futebol, dentro e fora do país, mobiliza imensos contingentes populacionais e está baseado num fluxo de negócios que envolve, no todo, bilhões de reais. Ao lado de seu caráter lúdico, caminha uma identidade cultural que, no nosso caso, confunde-se com a própria identidade nacional, a ponto de somente ele, o futebol, em tempos de Copa, conseguir agregar à sociedade brasileira um genuíno caráter patriótico. Basta ver os carros cobertos de bandeiras no capô e de bandeirolas nas janelas.
É o momento em que mesmos os ricos, sempre tão envergonhados dos maus modos da brasilidade, passam a ostentar em seus carrões importados e caminhonetes motor 10.0 esse orgulho verde-e-amarelo de ocasião. Não é pouca coisa, portanto.
Na Copa de 2006, na Alemanha, essa encenação jornalística chegou ao ápice em torno da idolatria forçada em torno da seleção brasileira penta campeã do mundo, então comandada pelo gentil Carlos Alberto Parreira. Naquela copa, a dominação da TV Globo sobre o evento e o
time chegou ao paroxismo. A área de concentração da seleção tornou-se uma espécie de playground particular dos serelepes repórteres globais, lá comandados pela esfuziante Fátima Bernardes, a produzir pequenos
reality shows de dentro do ônibus do escrete canarinho. Na época, os repórteres da Globo eram obrigados a entrar ao vivo com um sorriso
hiperplastificado no rosto, com o qual ficavam paralisados na tela, como em uma overdose de botox, durante aqueles segundos infindáveis de atraso de sinal que separam as transmissões intercontinentais.

Quatro anos antes, Fátima Bernardes havia conquistado espaço semelhante na bem sucedida seleção de Felipão. Sob os olhos fraternais do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, foi eleita a musa dos jogadores, na Copa de 2002, no Japão. Dentro do ônibus da seleção. Alguém se lembra disso? Eu e a Globo lembramos, está aqui.
O estilo grosseiro e inflexível de Dunga desmoronou esse mundo colorido da Globo movido por reportagens engraçadinhas e bajulações explícitas confeitadas por patriotadas sincronizadas nos noticiários da emissora. Sem acesso direto, exclusivo e permanente aos jogadores e
aos vestiários, a tropa de jornalistas enviada à África do Sul se viu obrigada a buscar informações de bastidores, a cavar fontes e fazer gelados plantões de espera com os demais colegas de outros veículos.

Enfim, a fazer jornalismo. E isso, como se sabe, dá um trabalho danado. Esse estado de coisas, ao invés de se tornar um aprendizado, gerou uma reação rançosa e desproporcional, bem ao estilo dos meninos mimados que só jogam porque são donos da bola. Assim, o sorriso plástico dos repórteres e apresentadores se transformou em carranca e, as gracinhas, em um patético editorial.
Dunga será demitido da seleção, vença ou perca o mundial. Os interesses comerciais da TV Globo e da CBF estão, é claro, muito acima de sua rabugice fronteiriça e de sua saudável disposição de não se submeter à vontade de jornalistas acostumados a abrir caminho com um
crachá na mão. Mas poderá nos deixar de herança o fim de uma era medíocre da crônica esportiva, agora defrontada com um fenômeno com o qual ela pensava não mais ter que se debater: o jornalismo. 

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RESULTADO DA PESQUISA

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Serra parece ter escolhido a nossa Sarah Palin

As últimas notícias dão conta de que Serra estaria pra anunciar a des-conhecidíssima Valéria Franco para ser sua vice.
Claro que os amigos deste blogue conhecem ela de longa data.
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, afirmou que é boa ideia ter uma mulher como vice de José Serra.
‘Uma mulher que tenha opinião, que tenha representatividade, que tenha liderança, uma mulher que os homens prestem atenção a ela".
McCain vivia o mesmo drama de Serra. Não tinha um nome que empolgasse o eleitorado e  escolheu Sarah Palin talvez por achar que ela poderia “ter mais atenção dos homens”.
Não deu certo para McCain.
Mesmo assim os tucanos ao que tudo indica vão imitá-lo. Eles são tão americanizados, reacionários e machistas que escolhem uma mulher para a chapa para ver “se os homens prestam atenção a ela”.
Valeria é uma politica eminentemente "decorativa", foi jornalista em Belém,  filiada ao DEM e casada com o demo-deputado gostosão Vic Pires.
Tão bela quanto insignificante. Com uma carreira de Vice dos governadores tucanos no Estado do Pará.
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Dilma a dois pontos da vitória no 1o turno

 NO BLOG DO NASSIF

A divulgação da pesquisa do IBOPE - mostrando Dilma com 38,3% e Serra com 32,3% - escondeu um ponto crucial. A vitória, no primeiro turno, é para quem tiver mais de 50% dos votos válidos. Os percentuais divulgados se referem a todo o universo de eleitores.
Se descontar Brancos/Nulos (6,3%) e Não Sabe (13,8%), Dilma passa a contar com 47,9% dos votos válidos.
Tem mais. 25% dos eleitores ainda não sabem que Dilma é candidata de Lula. Se 3/5 deles, depois de informados, decidirem pelo voto nela, serão 15 pontos adicionais.

Total Válidos

100 79,7
Dilma 38,2 47,93%
Serra 32,3 40,53%
Marina 7
Outros 2,2
Brancos/nulos 6,3
não sabe 13,8
A grande dúvida é como será a campanha de Serra, à luz dessas conclusões. Pode radicalizar, falando para dentro, para seu núcleo duro; ou poderá, num ato de despreendimento, pensar no futuro das oposições e se decidir por um discurso construtivo. Como lembrou um analista, ou se comporta como o PT em 1994 ou como o PT em 1998.
A radicalização irá comprometer a construção mais que necessária da oposição. Resta saber qual o grau de despreendimento do candidato Serra.
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PROTEJA-O

CNI-Ibope: Dilma abre 5,9 pontos de vantagem sobre Serra

SANTAREM 349 ANOS - FESTAS - SHOWS E INAUGURAÇÕES




quarta-feira, 23 de junho de 2010

A Globo contra Dunga. Contra a seleção. Contra o Brasil

POR TRÁS DA "GREVE DE FOME" DE PETISTAS DO MARANHÂO

É como se pode classificar a abertura ampla, geral e irrestrita que o candidato a governador do Maranhão, deputado Flávio Dino (PC do B) estabeleceu para os partidos que quiserem integrar sua coligação e dar um palanque no Estado ao candidato da oposição a presidente da República, José Serra (PSDFB-DEM-PPS).

A única condição para se integrar à sua coligação, explicou Flávio Dino, é que o partido queira mudar a política no Maranhão e concorrer à eleição de outubro em oposição à governadora Roseana Sarney (PMDB).

É uma posição de incoerência, também. Nós fomos oposição a Roseana enquanto o PC do B do deputado participou de seus oito anos de governo anteriores; nós apoiamos Flávio Dino para prefeito de São Luís em 2008 enquanto o grupo de petistas que hoje o apóiam como candidato a governador fez campanha para João Castelo, que se elegeu prefeito da capital maranhense pelo PSDB.

Sem contar que a campanha do tucano Castelo contou com todo apoio do então governador do Estado, Jackson Lago (PDT), há muito aliado do PSDB do Maranhão. E é com Lago que Flávio Dino agora negocia para se aliarem e dar um palanque a Serra, e se for o caso, um dos dois retirar a candidatura ao governo maranhense.

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Arraiá do Lula, o último

 
 
O presidente Lula comanda 'procissão' na festa junina da Granja do Torto, em Brasília na festa junina da Granja do Torto, em Brasília

TV Globo: Os meninos mimados perderam privilégios

 Rodrigo Vianna no Escrevinhador

A política suicida da Globo parece não ter limites. Primeiro foi na cobertura política. Depois de anos de esforço para superar a marca de emissora golpista e manipuladora (esse esforço se deu na  gestão de Evandro Carlos de Andrade como Diretor de Jornalismo, e com a participação ativa de Amauri Soares na sucursal de São Paulo),  a Globo mostrou as garras na eleição de 2006. Acompanhei tudo de perto; eu era repórter de política na Globo, e estive no grupo de jornalistas que internamente não aceitaram a linha de cobertura adotada pela emissora. Por causa disso, saí da Globo, e expus meus motivos numa carta interna aos colegas de Redação; carta essa que acabou vazando na internet – http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1309377-EI6584,00.html.
Agora, a direção da Globo empurra a emissora para o suicídio também na cobertura esportiva. A Globo manda no futebol brasileiro. Isso todo mundo sabe. Muitos clubes sobrevivem da grana que a Globo adianta, como pagamento por “direitos de transmissão”. A Globo sempre teve, também, privilégios na cobertura da seleção brasileira. Todo jornalista sabe disso. Aqui na África do Sul, um colega lembrava da Copa da França, em que a Globo tinha uma “salinha” exclusiva para as entrevistas com jogadores. Tudo acertado com a CBF. As outras emissoras esperneavam, e a Globo manobrava nos bastidores. Com habilidade.
Pois bem. A atual direção da Globo resolveu explicitar as coisas. Fez um striptease público. Tudo porque o técnico Dunga decidiu acabar com as “salinhas” da Globo. No domingo, Dunga brigou com o Alex Escobar (comentarista da Globo). O motivo? Escobar queria entrevistas exclusivas com jogadores, e Dunga vetou. O jornalista Mauricio Stycer conta tudo aqui -  http://copadomundo.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/22/globo-negociou-entrevistas-com-ricardo-teixeira-mas-dunga-vetou.jhtm.
No passado, a Globo manobraria  nos bastidores, e talvez arrancasse alguma concessão de Dunga. Mas a arrogância (e a burrice) da atual direção da emissora não tem limites. Resolveram fazer um editorial contra o Dunga! É tudo muito didático para o público…
É como se houvesse um menino rico acostumado a comer sempre o primeiro pedaço do bolo nas festinhas da escola. Um dia chega o professor novo e diz: “você pode ser rico, mas aqui tem que pegar fila pra comer o bolo”. O menino rico, em vez de avisar o pai e manobrar em silêncio pela demissão do professor, resolve chorar no meio do pátio, e ainda pendura um manifesto na porta da escola: “eu sou rico, tenho direito ao primeiro pedaço do bolo”.
O menino rico, e mimado, joga a escola inteira contra ele. Talvez consiga a demissão do professor. Mas a comunidade inteira agora sabe que esses privilégios existem.
A Globo conseguiu isso. Na guerra entre Globo e Dunga, o Brasil fica ao lado do técnico.Vejam a enquete do UOL sobre o assunto: o Dunga dá uma surra na Globo – http://noticias.uol.com.br/enquetes/enquete.jhtm?id=8524#r
O povo não aguenta mais a arrogância da Globo. Os Marinho vão pagar caro por ter dado poder a gente como Ratzinger e sua turma. 
Mas o Dunga que se cuide. A Globo vai tentar triturá-lo. Diante da primeira derrota, ele será demolido. O Dunga devia bater um papo com o Lula…
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EDIÇÔES E MANIPULAÇÔES GLOBO

Luis Nassif: o modo José Serra de perseguir jornalistas

Para entender a reação grosseira de José Serra à pergunta de Heródoto Barbeiro, é preciso retomar 2005. Naquele ano formou-se a frente jornalística destinada a depurar as redações de qualquer voz discordante em relação à nova linha acertada. entre jornais, mais a Veja. José Serra esteve à frente dessas articulações.

Naquele ano, ele tentou por várias vezes emplacar um programa de Reinaldo Azevedo na TV Cultura. Desistiu depois de resistências gerais. Mas pressionou por diversas vezes o Roda Viva para incluir o blogueiro entre os entrevistadores.

Ao assumir o governo de São Paulo, deixou claro sua ojeriza a Heródoto, a quem acusava de ser petista. Provavelmente por pressão dele, o Paulo Markun afastou Heródoto da ancoragem do Jornal da Cultura. Foi uma medida incompreensível para quem não acompanhava os bastidores já que, até então, os únicos jornalistas da Cultura com premiações permanentes nas eleições do portal Comunique-se (que congrega mais de 100 mil jornalistas de todo o país) eram Heródoto e eu, além do próprio Markun. Heródoto, aliás, uma unanimidade como âncora de rádio e de TV.

Markun liquidou com o modelo histórico do Jornal. Ante uma avalanche de reclamações, Heródoto voltou à ancoragem — mas dentro de um formato anódino em que praticamente foi anulado. Entre os que acompanham sua carreira, só paranoicos da ultradireita ousariam tachá-lo de petista.

Quanto à resposta do Serra à questão do pedágio, revela a dificuldade em casar discursos. Defende genericamente queda na carga tributária. Mas a argumentação em favor dos pedágios mostra claramente a opção pelo aumento da carga.
Quando diz que “aprimorou” os pedágios, os pontos que levanta são a obrigatoriedade das concessionárias investirem nas próprias estradas e de pagarem pelas concessões para investimentos em estradas vicinais.”
Artigo Completo, ::Aqui::
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Usuários do Twitter organizam boicote a TV Globo durante o jogo do Brasil


“A briga entre Dunga e a imprensa ainda repercute na Internet, com internautas à favor e contra o técnico da seleção brasileira. Depois do termo 'Cala Boca Tadeu Schmidt' ter alcançado o topo entre as palavras mais mencionadas do mundo dentro do serviço, os usuários se mobilização para boicotar a transmissão do jogo Portugal e Brasil na sexta-feira na TV Globo.
Segundo os idealizadores do boicote, a iniciativa quer promover uma baixa na audiência da emissora durante a partida do Brasil como um forma de protestar contra a 'manipulação' da emissora. Alguns usuários do Twitter defendem ainda que as pessoas devam ficar 24 horas sem assistir ao canal.
Toda essa briga começou quando o técnico Dunga xingou o repórter Alex Scobar durante a coletiva de imprensa realizada após a vitória do Brasil sobre a Costa do Marfim por 3 a 1. 
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SANTAREM 349 ANOS - FESTAS - SHOWS E INAUGURAÇÕES




DUNGA GOLEIA A GLOBO

TOMOU!Dunga dá de goleada na Globo terça-feira, 22 junho, 2010 às 16:48


O torcedor brasileiro tomou o lado de Dunga no conflito com a TV Globo, criado depois que a emissora não se conformou com o veto do técnico a entrevistas exlusivas.
Além das manifestações em diversas mídias sociais e a proposta do “diasemglobo” no próximo jogo do Brasil, os torcedores estão mostrando sua posição em enquete promovida pelo UOL com a pergunta “De que lado você está na guerra entre a Globo e o técnico Dunga?”
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Prefeita Maria do Carmo na inauguração do:
RESTAURANTE POPULAR - FEIRA DO PESCADO - PRAÇA DE SANTA RITA - RECEBE MAQUINAS PESADAS DA GOVERNADORA ANA JULIA - SHOWS DE FABIO JUNIOR E DO FIUK DA BANDA HORI





































segunda-feira, 21 de junho de 2010

"Cala boca Tadeu Schmidt"

Os internautas brasileiros ficaram irritados com a crítica de Tadeu Schmidt a Dunga, depois que o técnico xingou o repórter da TV Globo, Alex Escobar, de "cagão". No Fantástico deste domingo, o Schmidt disse que Dunga tem uma postura "incompatível" (http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&idnot=56138... )com seu papel na Seleção.
Inspirados no "Cala Boca, Galvão" (http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&idnot=56077... ), os twitteiros lançaram o "Cala boca Tadeu Schmidt", que nesta segunda-feira (21/06) ocupa o primeiro lugar no Trending Topics do microblog. Alguns estrangeiros até questionam se o termo seria uma nova campanha para salvar pássaros, explicação falsa usada pelos brasileiros para explicar o "Cala Boca, Galvão" aos twitteiros de outros países.
"Xingou o técnico, é jornalismo; xingou os jornalistas, é crime contra a liberdade de imprensa. CALA BOCA TADEU SCHMIDT", foi uma das mensagens mais retwittadas.
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PERGUNTAR NÂO OFENDE

“Esse Bolsa-Família que o candidato Serra promete ampliar e fortalecer não é o mesmo que o PSDB tachou de assistencialista e eleitoreiro, várias vezes?”
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CHARGE

Colombianos elegem presidente em meio a violência

Com 99% das urnas apuradas, o candidato governista Juan Manuel Santos foi eleito o novo presidente da Colômbia neste domingo, obtendo 69% dos votos contra 27,5% de seu adversário do Partido Verde, Antanas Mockus.
Ex-ministro da Defesa de Uribe, Santos foi eleito com pouco mais de 9 milhões de votos no segundo turno.
Pouco após a divulgação dos resultados, Mockus reconheceu a derrota e disse que seu partido terá uma relação de independência com o novo governo.
“Essa relação se resume em duas palavras, independência e deliberação. Apoiaremos o bom e nos oporemos ao que for mau (...) temos obrigação de fazer controle político ao novo governo”, disse.
Santos chega à Presidência de um país com 45,5% de pobres, 5,2 % menos que há oito anos, com uma taxa de desemprego de 12%, uma das mais altas da América Latina, e com um déficit fiscal estimado em mais de 4% do Produto Interno Bruto.

O governo colombiano confirmou que sete efetivos da polícia foram mortos em um ataque de supostos guerrilheiros no departamento [estado] de Norte de Santander. Outros três foram assassinados em Meta, centro do país.
As baixas foram confirmadas pelo ministro da Defesa, Gabriel Silva. Mais cedo, o titular da pasta do Interior, Fabio Valencia, reportou que até as 12h locais (14h no horário de Brasília) foram registradas três ações violentas em distintas regiões. "Comparadas a outras ocasiões, houve uma melhora de mais de 50%", 
Segundo reportes da imprensa, no departamento [estado] de Huila, vários homens, que se diziam membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), entraram em confronto com militares. Jornais locais também apontam que bombas foram desativas e um veículo de transporte coletivo foi incendiado em outros pontos do país. 

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Renda maior faz 2,2 milhões de famílias saírem do Bolsa Família

Dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informam que até janeiro deste ano mais de 4,1 milhões de famílias tiveram o benefício do Programa Bolsa Família cancelado.
O principal motivo do corte é a renda per capita familiar superior à renda mínima estabelecida pelo programa. Mais de 2,2 milhões de famílias (54% dos casos) abriram mão do benefício ou tiveram o auxílio suspenso pela elevação da renda.
Toda família com renda mensal por integrante de até R$ 140 tem direito ao benefício. 
O valor varia conforme o tamanho da família, o número de crianças e adolescentes na escola. O auxílio vai de R$ 22 a R$ 200 por mês.

CONVERSA AFIADA


Algum problema, Galvão?
O cala a boca Galvão agride o espectador com a sua máquina bombástica de lugares comuns – segundo o New York Times.
E se sente no direito de governar a seleção.
Toda a Globo se acha no direito de governar a seleção.
O cala a boca Galvão, por exemplo, acha que a expulsão do Kaká foi “desnecessária”.
E que o Dunga errou porque não o tirou antes de ser expulso.
Claro, o Dunga não deveria ter escalado o Kaká – um jogador imaturo, irresponsável, que prejudicou o time, porque se deixou levar pelas provocações.
Isso poderia ter acontecido aos 5’ do primeiro tempo.
A culpa seria do Dunga?
O cala a boca Galvão e seus inúteis comentaristas espinafraram a seleção até o primeiro gol do Luis Fabiano.
O torcedor precisa ter certeza de que a seleção está bem – era uma das teses estapafúrdias que se ouviam.
E aí,  depois do primeiro gol do Luis Fabiano, naquela linguagem pré-rústica, o cala a boca Galvão começou a dizer que o Brasil só joga bem por causa da “individualidade” e, não, da “coletividade”.
Ou seja, o Dunga, o responsável pela “coletividade”,  não presta.
A Globo sempre quis derrubar o Dunga.
A Globo perdeu o controle da seleção.
O Dunga não é o Zagalo.
O Dunga não é o Parreira.
Zagalo e Parreira estão para a Globo como o Fernando Henrique.
Só que mudou o técnico e mudou o Presidente.
O Brasil mudou e só a Globo ainda não percebeu.
A Globo não está mais com aquela bola toda.
O Lula é presidente contra a Globo e o Dunga, técnico da seleção, contra a Globo.
O Dunga não deixa a Globo entrar no quarto do Ronaldinho Gaucho quando a Globo precisa.
Não dá folga ao Adriano, o Imperador, para encher o espaço dos jornais da Globo.
Não deixa a Globo escalar jogador, como nos bons tempos do Ronaldo, o Fenômeno, compadre do cala a boca Galvão.
Foi preciso o Dunga explodir na coletiva depois do jogo, para isso ficar muito claro: clique aqui para assistir!
E a Globo fazer um editorial no ar e dizer que “torce pelo Brasil”.
Como é que é isso? “Torce”? A Globo “torce”?
Com que direito a Globo “torce”?
Se tem o direito de “torcer” tem o de “distorcer”.
O cala a boca Galvão e a tentativa de derrubar o Dunga são patrocinados pelo Itaú,  a Coca-Cola, a Brahma, a Oi, a Olympikus e a Fiat.
Eles também são contra o Dunga?
Também acham que os jogadores devem ter folga, cair na gandaia e depois aparecer com cara de santinho para a Fátima Bernardes fazer aquelas entrevistas de escola maternal?
Além de ganhar do Bradesco, o Roberto Setúbal também quer escalar a seleção?
O Roberto Setúbal acha que o Dunga tinha que ter tirado o Kaká antes?
O Itaú, a Fiat, a Coca-Cola, a Olympikus, a Oi e a Brahma acham que o torcedor é burro e ainda não percebeu que a Globo é contra o Dunga?
Vocês também são?
Vocês gostam de aquela máquina bombástica de dizer lugar comum infernizar o espectador?
Aquela máquina de dizer lugar comum associar a marca de vocês à falta de informação?
Não dar o nome de um jogador do time adversário?
Atormentar a paciência do povo brasileiro com observações do tipo “o juiz tem que ter o controle do jogo, de um lado e de outro”?
Seria muito bom se o Brasil fizesse outro gol.
O que vocês acham disso: que bom seria se o Brasil fizesse outro gol, não, Setúbal?
Vocês pagam por isso?
O que vocês acham de a marca de vocês ficar associada ao Galvão?
E se o Dunga ganhar a Copa?
Como é que fica?
O Roberto Setúbal quer que o Itaú seja o banco que não gosta do Dunga?
Cuidado com o Bradesco, Roberto! 

Paulo Henrique Amorim 
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FANTASTICO!! DUNGA XINGA JORNALISTA DA GLOBO

Tijolada de Brizola Neto
 
Não sou fã do Dunga, mas reconheço nele personalidade e, sem ela, não se vai longe em profissão alguma. Também não acho que o nosso futebol na Copa, até agora, tenha enchido os olhos do mundo e dos brasileiros, mas igualmente acho que, nesta manada de zebras que está passando na primeira fase do Mundial, os resultados do Brasil não estão nada maus até agora. Aliás, todos os times da América do Sul estão muito bem até o momento.
Por isso, como dizia aquela comediante, “num tô intendendendo” porque a Globo está fazendo um cavalo de batalha com o “pega” que Dunga teve com um repórter esportivo na coletiva após o jogo. O fato de ele ter balbuciado umas palavras menos diplomáticas, fora do microfone, embora não seja das melhores atitudes, é “pinto” perto do que a emissora, deliberadamente, coloca no ar em suas novelas e no tal “Big Brother”. Ué, lá pode e de cabeça quente, depois de um jogo que, no final, virou uma batalha campal, é algo tão grave?
Discussão e “implicância” entre técnico e jornalista esportivo é algo tão antigo que deve ter começado na primeira semana depois da invenção do futebol. Eu assisti a entrevista coletiva e, olha, só prestando muita atenção dá para ouvir o que Dunga balbuciou (“merda” e “cagão”), fora do microfone, numa rusga evidentemente pessoal com o repórter Alex Escobar. Poderia ter evitado, mas eu já vi coisa dez mil vezes piores no futebol e não aconteceu nada demais. Como já vi jornalista esportivo chamar técnico de burro y otras cositas más.
O que está acontecendo para a Globo transformar isso em  matéria editorializada, dando lições de moral? Não vi nada que desrespeitasse “a imprensa”, mas uma rusga pessoal com um repórter. A reação da Globo foi desproporcional e tudo o que está conseguindo com ela é despertar apoio a Dunga.
O video que posto aí em cima é da matéria do Fantástico e o mesmo texto foi lido por diversos apresentadores ali e na Globonews.  Os comentários, quase invariavelmente, são de apoio ao treinador.
Vamos na calma, não é? Não houve nenhuma cena que justificasse isso. Ninguém partiu para cima de ninguém, ninguém saiu berrando palavrões…Como dizemos aqui no Rio: menos, menos…
Até porque, em matéria de vocabulário, na programação da Globo, os xingamentos de Dunga parecem coisa de colégio de freiras.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

PROCURADORA QUE QUER CALAR A BLOGOSFERA DEFENDE A BANDALHEIRA DA “GRANDE MÍDIA”

NO BLOG CLOACA NEWS 
A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, que propôs ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ação cautelar contra a Google para que seja retirado do ar o blog Os Amigos do Presidente Lula, não pode ser incluída no rol das flores que podemos cheirar.
Esta mesma senhora, que anteontem, 16/6, protocolou este tosco tolete jurídico, recheado de locuções latinas de almanaque, participou, dias atrás (7/5), de um seminário promovido pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), ao lado de Arnaldo Versiani, ministro do TSE.
Batizado de "Encontro Imprensa e Eleições", o evento contou com a gentil cobertura da Folha de S.Paulo, feita pelo repórter Ranier Bragon. A certa altura da reportagem, encontramos a seguinte passagem, com a singela manifestação do pensamento da venerável Madame Cureau:
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“Tanto Versiani quanto a vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, disseram ser contra a punição de órgãos da mídia por dar maior espaço a candidatos cuja posição “exerça um poder maior de atração sobre a imprensa”.
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Se você não bota fé no que dizemos – afinal, somos apenas um blog hidrófobo - , confira aqui com seus próprios olhos.
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Como diz um sábio pensador cearense: Lends Picantis In Ânus Autrem Q'sucus Est.
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Acordo no PT, Dutra e Manoel da Conceição encerram greve de fome

O deputado Domingos Dutra (PT-MA) e seu companheiro de partido, Manoel da Conceição, encerraram a greve de fome nesta sexta-feira (18) depois de conseguir articular um acordo com o aval da direção do PT Nacional.
“O acordo foi o reconhecimento do direito dos companheiros de apoiar o deputado Flavio Dino (PCdoB). Foi assinado pela liderança da bancada e tem o aval do presidente nacional, José Eduardo Dutra”, afirmou ao UOL Eleições o deputado federal Geraldo Magela (PT-DF).
Com a decisão, o parlamentar poderá pensar em se reeleger como deputado federal e os filiados do Maranhão terão liberdade para apoiar Dino, candidato ao governo pelo PCdoB em coligação com o PSB,  ou seguir a orientação do PT nacional e dar suporte à campanha da atual governadora, Roseana Sarney (PMDB).
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Morre escritor português José Saramago, aos 87 anos

O escritor José Saramago, primeiro Prêmio Nobel português, morreu aos 87 anos nesta sexta-feira em sua casa nas Ilhas Canárias, informou a editora que publica seus livros na Espanha, a Alfaguara. O autor, cuja frágil saúde provocou temores sobre sua vida há alguns anos, publicou no final de 2009 seu último romance "Caim", um olhar irônico sobre o Velho Testamento, muito criticado pela Igreja Católica.
Cético e pessimista contumaz, Saramago levantou sua voz por inúmeras vezes contra as injustiças, a Igreja e os grandes poderes econômicos, que ele via como grandes doenças de seu tempo.
"Estamos afundados na merda do mundo e não se pode ser otimista. O otimista, ou é estúpido, ou insensível ou milionário", disse o escritor em dezembro de 2008, durante apresentação em Madri de "As Pequenas Memórias", obra em que recorda sua infância entre os cinco e 14 anos. 

Autobiografia-José Saramago

Nasci numa família de camponeses sem terra, em Azinhaga, uma pequena povoação situada na província do Ribatejo, na margem direita do rio Almonda, a uns cem quilómetros a nordeste de Lisboa. Meus pais chamavam-se José de Sousa e Maria da Piedade. José de Sousa teria sido também o meu nome se o funcionário do Registo Civil, por sua própria iniciativa, não lhe tivesse acrescentado a alcunha por que a família de meu pai era conhecida na aldeia: Saramago. (Cabe esclarecer que saramago é uma planta herbácea espontânea, cujas folhas, naqueles tempos, em épocas de carência, serviam como alimento na cozinha dos pobres). Só aos sete anos, quando tive de apresentar na escola primária um documento de identificação, é que se veio a saber que o meu nome completo era José de Sousa Saramago... Não foi este, porém, o único problema de identidade com que fui fadado no berço. Embora tivesse vindo ao mundo no dia 16 de Novembro de 1922, os meus documentos oficiais referem que nasci dois dias depois, a 18: foi graças a esta pequena fraude que a família escapou ao pagamento da multa por falta de declaração do nascimento no prazo legal.

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Talvez por ter participado na Grande Guerra, em França, como soldado de artilharia, e conhecido outros ambientes, diferentes do viver da aldeia, meu pai decidiu, em 1924, deixar o trabalho do campo e trasladar-se com a família para Lisboa, onde começou a exercer a profissão de polícia de segurança pública, para a qual não se exigiam mais "habilitações literárias" (expressão comum então...) que ler, escrever e contar. Poucos meses depois de nos termos instalado na capital, morreria meu irmão Francisco, que era dois anos mais velho do que eu. Embora as condições em que vivíamos tivessem melhorado um pouco com a mudança, nunca viríamos a conhecer verdadeiro desafogo económico. Já eu tinha 13 ou 14 anos quando passámos, enfim, a viver numa casa (pequeníssima) só para nós: até aí sempre tínhamos habitado em partes de casa, com outras famílias. Durante todo este tempo, e até à maioridade, foram muitos, e frequentemente prolongados, os períodos em que vivi na aldeia com os meus avós maternos, Jerónimo Melrinho e Josefa Caixinha.
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Marqueteiro de Serra insinua que Lula financie o Conversa Afiada. O Mainardi começou assim

Marqueteiro, pergunta ao Mainardi como acaba esse filme.

Governo apoia ataques na web, diz marqueteiro de Serra

Caruso citou o blogueiro Paulo Henrique Amorim como exemplo de profissional que atuaria em favor do presidente. “Não estou dizendo que o governo federal está usando todo o dinheiro no blog no Paulo Henrique Amorim. Estou dizendo que o governo tem tido a oportunidade, sim, de fazer enormes investimentos em mídia para demonstrar aquilo que ele tem feito em prol do povo brasileiro.”

O Marqueteiro do Serra precisa tomar cuidado.
Foi assim que começou o Diogo Mainardi.
Tentou estabelecer uma ligação entre este ordinário blog e dinheiro do Governo Lula.
Foi condenado no Cível e no Crime.
Ele e o patrão, a Editora Abril.
Cuidado, marqueteiro.
Pense bem no que você quer dizer.
Essa é opinião do seu patrão, também ?

Paulo Henrique Amorim
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quinta-feira, 17 de junho de 2010

DEMOCRACIA NORTE AMERICANA EM HONDURAS

Alguém leu no PIG algo sobre o assassinato do ex ministro Roland Valenzuela ?

A democracia de Obama em Honduras está de vento em popa.

Até a corretíssima Hillária, ministra das relações exteriores dos EUA, pediu para que os países das Américas aceitassem a "democrática" Honduras de volta em sei seio.

O ex ministro foi assassinado por "desconhecidos" na última terça em São Pedro Sula.
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BrOi naufraga

Navalha

Saiu na primeira página do Valor (clique aqui para ler): acionistas minoritários rejeitam proposta da Oi e Oi volta à estaca zero.


A junção da Brasil Telecom com a Oi foi uma patranha, como sempre disse o Conversa Afiada.
Os únicos que se deram bem na patranha foram o Citibank, que era sócio da Brasil Telecom, o grupo de investidores GP, que estavam na Oi, e o passador de bola apanhado no ato de passar bola, Daniel Dantas.
Para permitir que a patranha se construísse, Daniel Dantas recebeu um cala-a-boca de US$ 1 bilhão.
Quem entrou com o dinheiro foi o BNDES, através de recurso do Erário e do FAT, ou seja, o povo brasileiro.
O BNDES esposa a teoria que nutriu o Partido Comunista Brasileiro por muitos anos, que consistia em criar uma “burguesia nacional”.
Funcionaria mais ou menos assim: pega um Matarazzo, junta com um Klabin e isso dá um Rockefeller.
Com isso, o partidão achava que se criaria uma “burguesia nacional” para enfrentar o imperialismo yankee.
Hoje o imperialismo yankee se escreve com as letras SLIM.
O BNDES não criou uma “burguesia nacional” mas, sim, uma P-36, que o governo FHC/Serra gloriosamente afundou na Bacia de Campos.
A BrOi vale cada vez menos.
Esta cada vez mais endividada, pois tem uma dívida de R$ 30 bilhões.
As ações do povo brasileiro através do BNDES na BrOi encaminham-se para se tornar um patrimônio tão sólido quanto um saco de pó.
Os empresários (?) Sérgio Andrade e Carlos Jereissati terão todos os motivos para sugar a BrOi até onde der e entregar a laranja chupada ao BNDES para reestatizá-la.
Quanto aos trabalhadores do FAT, recomenda-se reclamar com o Bispo.
A BrOi alega que tem que dar muito pouco dinheiro aos acionistas minoritários porque precisou fazer uma provisão adicional, inesperada, para cobrir perdas judiciais inevitáveis, calculadas em mais de R$ 2 bilhões.
O interessante é que essas ações foram movidas por Daniel Dantas contra a Brasil Telecom, enquanto Daniel Dantas administrava a Brasil Telecom para defender a Brasil Telecom em nome dos fundos de pensão Previ, Petros, e Funcef.
Ou seja, Dantas processava ele próprio.
Dantas levou US$ 1 bilhão para permitir a construção da BrOi.
E agora com as ações judiciais em curso, detona a BrOi.
Como diz o Fernando Henrique, ele é “brilhante”.
E viva o Brasil !
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