quarta-feira, 30 de maio de 2018

"JUSTISSA" RELÂMPAGO ATACA PETROLEIROS, QUE MANTÉM GREVE, DENUNCIAM POLÍCIA DENTRO DE REFINARIA PARA INTIMIDAR E CONVOCAM FRENTISTAS À PARALISAÇÃO


Petroleiros iniciam paralisação de 72 horas mesmo contra 
decisão do TST.


Petroleiros paralisam atividades por 72 horas

A FUP (Federação Única dos Petroleiros) deflagrou na madrugada desta 4ª feira (30.mai.2018) uma 
paralisação com previsão de durar 72 horas. Os petroleiros decidiram parar as atividades em 
solidariedade ao movimento dos caminhoneiros, em protesto contra os altos preços dos combustíveis 
e do gás de cozinha e em crítica à gestão da Petrobras.
A greve começou mesmo após decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) na 3ª (29.mai), que 
declarou o movimento ilegal e estipulou multa de R$ 500 mil por dia aos sindicatos. A ação havia 
sido apresentada pela Petrobras e a AGU (Advocacia Geral da União).
A paralisação atinge refinarias, terminais e plataformas da Bacia de Campos. O movimento 
programou atos e manifestações ao longo do dia. Comunicado da FUP afirma que os funcionários 
“não entraram para trabalhar” em refinarias de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, 
Amazonas e Pernambuco.
As unidades atingidas por paralisações são: Reman (Manaus), Abreu e Lima (Pernambuco), Regap 
(Minas Gerais), Duque de Caxias (Reduc), Paulínia (Replan), Capuava (Recap), Araucária (Repar), 
Refap (RS), além da Fábrica de Lubrificantes do Ceará (Lubnor), da Araucária Nitrogenados (Fafen-
PR) e da unidade de xisto do Paraná (SIX).
Nos terminais de Suape (PE) e de Paranaguá (PR) não houve troca de turnos, segundo a FUP.
CAMINHONHEIROS
A paralisação dos motoristas começou o 10º dia com um número reduzido de bloqueios e protestos. 
O abastecimento começa a ser restabelecido na maioria das cidades, mas caminhoneiros ainda 
realizam manifestações em pontos de rodovias importantes como a Presidente Dutra, a Washington 
Luiz e a BR-101. Há ainda paralisações em pelo menos 10 Estados.

terça-feira, 29 de maio de 2018

NÃO FALTAM JUIZECOS EM CURITIBA!! COXINHA DETERMINA MULTA E USO DA FORÇA CONTRA ACAMPAMENTO PRÓ-LULA

O juiz Jailton Tontini determinou que seja usada a força 
policial para remover a vigília Lula Livre, no entorno da 
Polícia Federal, em Curitiba, onde está preso o ex-
presidente Lula; juiz já havia determinado aplicação de multa 
de R$ 500 mil por dia e que, em função do descumprimento, 
deverão ser pagos, até o momento, por determinação do juiz, 
R$ 5,5 milhões pelo PT e o mesmo valor pela CUT.

O juiz Jailton Tontini, da 3ª Vara da FazendaPública de Curitiba, 
determinou o uso da força policial para retirada dos apoiadores do 
ex-presidente Lula do Bairro Santa Cândida na Capital Paranaense. 
O juiz também determina a aplicação de multa contra o PT e a 
CUT. 
A decisão publicada nesta segunda-feira (28) foi motivada por informações fornecidas por um oficial 
de justiça de que os manifestantes continuam no Bairro Santa Cândida.
Acontece que os apoiadores de Lula estão abrigados num acampamento montado em terreno
particular, alugado pelo PT, em cumprimento a decisão do mesmo juiz. Houve inclusive um acordo
firmado pelo Partido com a Prefeitura de Curitiba, que resultou na remoção do acampamento do seu
local original, em frente à Superintendência da Polícia Federal de Curitiba.
Agora, o juiz quer que o governo do Estado use a Polícia Militar para retirar os militantes do Bairro
Santa Cândida, mas não deixa claro se quer que eles saiam do terreno alugado, o que seria extrapolar
os poderes do juízo, ou se quer impedir a continuidade da Vigília Lula Livre.
As multas seriam de R$ 500 mil diários que somados já atingem mais de R$ 5 milhões para o PT e
para a CUT. Em seu despacho, Jailton Tontini mandou comunicar a governadora Cida Borghetti, o
secretário de Segurança Pública do Estado e a comandante da Polícia Militar, solicitando o uso de
força policial para o imediato cumprimento da decisão.
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CIRO PODE SER ESPERANÇA PARA DIAS MELHORES


“Alertei para a crise 
dos preços na 
Petrobras. 
Agora alerto para a 
crise do teto. Vai faltar 
escola e hospital. 
Vão me ouvir?” (Ciro 
Gomes, candidato a 
presidente pelo PDT).

NO BALAIO DO KOTSCHO

Errei em post anterior ao pedir a
renúncia do presidente Michel Temer como solução para esta crise sem fim. Ao contrário, como me
alertaram vários leitores, pode até agravá-la.
A esta altura dos acontecimentos, a saída de Temer só poderia dar mais força aos que pedem
intervenção militar e querem melar as eleições.
E a eleição de 7 de outubro _ faltam apenas quatro meses e pouco _ é o melhor e único caminho para
definirmos democraticamente que rumos queremos para o nosso país.
O que está em jogo agora, acima de tudo, é o futuro da nossa democracia ameaçada.
Em meio ao país conflagrado, sem ninguém saber para onde vamos, encontrei na noite de segunda-
feira um fio de esperança.
Mesmo cansado e com sono diante do massacre do noticiário negativo, aguentei firme para assistir
ao programa Roda Viva na TV Cultura.
Na série de entrevistas com os presidenciáveis, encontrei ali um candidato que sabe o que quer e fala
o que pensa, sem rodeios.
Ciro Gomes mostrou-se em sua terceira candidatura presidencial como o mais preparado entre os que
apareceram até agora para assumir essa bucha chamada Brasil.
Nestes anos em que ficou sem mandato, o ex-ministro de Itamar e Lula foi estudar nossos problemas
para apresentar soluções e não ficar só nos diagnósticos dos seus principais concorrentes.
Sem medo de desagradar o mercado, foi direto ao ponto: se for eleito, vai taxar lucros e dividendos,
aumentar a cobrança de impostos sobre heranças e grandes fortunas.
Em poucas palavras, pretende cobrar de quem tem e ganha mais para poder aliviar a vida dos mais
pobres e investir em projetos sociais e de infra-estrutura, virando de ponta cabeça o atual sistema
tributário, injusto e excludente.
Sabe que vai apanhar por isso, mas está disposto a encarar essa briga, que nenhum outro governo até
agora comprou.
Vale a pena ouvir o que Ciro Gomes tem a dizer (o programa está disponível no site da TV Cultura).
Escrevo com pressa porque tenho um compromisso em seguida, mas queria deixar aqui registrado
meu erro de avaliação no texto anterior e minha fé de que Ciro Gomes poderá ser a solução
democrática para esta crise que a todos nós mais atormenta a cada dia.
Podemos sobreviver mais algum tempo a este desgoverno, mas ninguém vive sem esperança.
Vida que segue.

MANIFESTO MUNDIAL DE INTELECTUAIS PEDE A LIBERTAÇÃO DE LULA

Trezentos acadêmicos e intelectuais acabam de lançar um manifesto intitulado "Lula da Silva é 
um prisioneiro político. Lula Livre!"; o documento declara que a comunidade internacional 
deve pedir sua imediata libertação. O manifesto é assinado por juristas, intelectuais e 
acadêmicos de grande peso, como Tariq Ali, Noam Chomsky, Angela Davis, Leonardo Padura, 
Thomas Piketty, Boaventura de Sousa Santos e Slavoj Žižek.

247 - Trezentos acadêmicos e intelectuais acabam de lançar um manifesto intitulado "Lula da Silva é um prisioneiro político. Lula Livre!", denunciando a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A petição discute em detalhe a natureza arbitrária do processo conduzido pelo juiz federal Sérgio Moro contra Lula, afirmando que ele é nada menos do que um prisioneiro político. O documento declara que a comunidade internacional deve trata-lo como tal e demanda sua imediata libertação. O manifesto é assinado por juristas, intelectuais e acadêmicos de grande peso, como Tariq Ali, Noam Chomsky, Angela Davis, Leonardo Padura, Thomas Piketty, Boaventura de Sousa Santos, Slavoj Žižek, Karl Klare e Friedrich Müller.
O manifesto é apoiado por acadêmicos e intelectuais de todo o mundo, mas principalmente dos EUA e da Europa. Ele será traduzido para outras línguas e está aberto para apoio acadêmico adicional no site https://chn.ge/2kpoxzi.
A petição declara que "os abusos do poder judiciário contra Lula da Silva configuram uma perseguição política mal disfarçada sob manto legal. Lula da Silva é um preso político. Sua detenção mancha a democracia brasileira. Os defensores da democracia e da justiça social no Oriente e no Ocidente, no Norte e no Sul do globo, devem se unir a um movimento mundial para exigir a libertação de Lula da Silva."
O manifesto é endossado por juristas mundialmente famosos, tais como Karl Klare, Friedrich Müller, António José Avelãs Nunes e Jonathan Simon. Eminentes pesquisadores do poder e da perseguição judicial (Lawfare), como John Comaroff, Eve Darian-Smith, Tamar Herzog e Elizabeth Mertz, também são apoiadores.
Adicionalmente, a petição é subscrita por intelectuais de renome global como Tariq Ali, Robert Brenner, Wendy Brown, Noam Chomsky, Angela Davis, Axel Honneth, Fredric R. Jameson, Leonardo Padura, Carole Pateman, Thomas Piketty, Boaventura de Sousa Santos e Slavoj Žižek.
Sociólogos proeminentes como Fred Block, Mark Blyth, Michael Burawoy, Peter Evans, Neil Fligstein, Marion Fourcade, Frances Fox Piven, Michael Heinrich, Michael Löwy, Laura Nader, Erik Olin Wright, Dylan Riley, Ananya Roy, Wolfgang Streeck, Göran Therborn, Michael J. Watts e Suzi Weissman também assinaram o manifesto.
O documento é apoiado por especialistas reconhecidos e diretores de centros de pesquisa em Estudos Latino-Americanos como Alex Borucki, Aviva Chomsky, Brodwyn Fischer, Barbara Fritz, James N. Green, Victoria Langland, Mara Loveman, Carlos Marichal, Teresa A. Meade, Tianna Paschel, Erika Robb Larkins, Aaron Schneider, Stanley J. Stein e Barbara Weinstein.
Ademais, é endossado por economistas globalmente reconhecidos como Dean Baker, Ha-Joon Chang, Giovanni Dosi, Gérard Duménil, Gary Dymski, Geoffrey Hodgson, Costas Lapavitsas, Marc Lavoie, Thomas Palley, Robert Pollin, Pierre Salama, Guy Standing, Robert H. Wade e Mark Weisbrot.

VOVÔ ADAMS ARMA O GOLPE PARLAMENTARISTA

No momento em que Lula alcança 39% nas pesquisas, a presidente do Supremo Tribunal 
Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, agenda para o mês que vem uma ação que questiona se 
é possível migrar do sistema presidencialista para o parlamentarismo por meio de emenda à 
Constituição; Lúcia está a dois meses de encerrar o seu mandato como presidente do Supremo

Carmen Leitão pretende rasgar a Constituição num estupro executado dentro de um tanque do 
Exército!
Ela quer rasgar uma clausula pétrea da Constituição - o regime de governo - num votinho 
secreto/eletrônico de onze ministros do Supremo.
No fundo, ela deve querer assumir a Presidência e apunhalar pelas costas o Rodrigo Maia (Botafogo 
na lista de alcunhas da Odebrecht) , o ministro Gilmar Mendes e o Gilberto Freire com "i"
pretendentes ao cargo, num
Golpe parlamentarista.
Por essas e outras patranhas é que o PiG fomenta o Golpe militar- para não deixar o povo votar!
Como diz o Ciro, o melhor é aderir à greve nas refinarias, amanha, já que, estuprado, o Pedro Malan 
Parente relaxou e calou

PHA

O CAMINHÃO AMIGO DE BOLSONARO: Emílio Dalçóquio, e dono de 600 caminhões é um dos radicais do movimento dos caminhoneiros


Dalçóquio faz um discurso incendiário no sentido literal da palavra, autorizando a plateia a 
botar fogo nos caminhões da sua transportadora que estivessem circulando e furando a greve. 
Hoje, líderes que negociaram a interrupção da greve dos caminhoneiros denunciaram que algumas
lideranças estão fazendo uso político da mobilização dos caminhoneiros tanto para tentar ter
vantagem eleitoral quanto para difundir ideias a favor da intervenção militar.
Os nomes desses personagens seriam entregues ao Cade e ao governo, segundo José Fonseca Lopes,
da Associação Brasileira dos Caminhoneiros.
Um dos nomes que deveria estar entre eles é o de Emílio Dalçóquio que será apresentado neste texto
ao leitor.
No dia 25 de maio, sábado, a Revista Piauí fez circular uma reportagem escrita pela jornalista Josette
Goulart. Ela conseguiu acesso a alguns grupos de whatsapp de caminhoneiros e trouxe à tona
bastidores da mobilização. Num dos trechos, a repórter escreve:
“Se por um lado não há sinal de movimentos sociais, por outro são fortes os indícios de apoio ao pré-
candidato à Presidência Jair Bolsonaro e palavras de ordem de ‘Intervenção Já’. Citando a
reivindicações econômicas da classe, Habacuque afirmou que a força do movimento está em ‘não ser
político’. Ele mesmo, porém, já foi candidato a deputado federal em 2014, pelo PSL, o mesmo
partido de Bolsonaro, e não esconde o apreço pelo pré-candidato. ‘Sabe que todo caminhoneiro vota
no Bolsonaro, né?’, disse. ‘É porque o plano dele para nossa classe é claro. Ele vai nos valorizar e
cuidar da segurança.’ E onde está esse plano? Segundo o líder do bloqueio em Barueri, o responsável
por essa parte do programa de governo de Bolsonaro é o empresário Emílio Dalçóquio, dono de uma
transportadora em Santa Catarina com frota de 600 caminhões, e que apoia publicamente o
movimento e a candidatura do militar reformado. Procurado, o empresário não atendeu ao pedido de
entrevistas até a publicação desta reportagem”.
A partir de agora você vai conhecer um pouco melhor quem é Emílio Dalçóquio, o responsável pelo
programa de governo de Bolsonaro nesta área relativa ao transporte de carga e um dos líderes mais
radicais do movimento. Preste bastante atenção nos vídeos abaixo porque eles são bastante
elucidativos.
No vídeo a seguir, realizado na quarta-feira, Dalçóquio faz um discurso incendiário no sentido literal
da palavra, autorizando a plateia a botar fogo nos caminhões da sua transportadora que estivessem
circulando e furando a greve. Assista:
Depois, da repercussão e com as denúncias de que alguns líderes estariam acirrando os ânimos da
mobilização, Emílio Dalçóquio fez uma gravação na tarde de hoje recuando e dizendo que está fora
da empresa desde 2015. Assista:
Ele diz que está fora da empresa, mas não explica o motivo. No final de 2016 a Transportadora
Dalçoquio entrou em recuperação judicial e formalizou uma proposta de pagamento de R$ 130
milhões em dívidas aos credores, com dois anos de carência. Entre as dívidas da Dalçoquio haviam
várias de ordem trabalhista que foram parcelados em 12 vezes. Se quiser saber mais a respeito você
pode ler esta matéria.
Por fim, se você quiser conhecer um pouco mais do que pensa Emílio Dalçóquio que se apresenta
como um dos coordenadores do programa de governo de Bolsonaro e que está entre os que estão
operando politicamente esta greve, assista a este último vídeo.
Nele, ele afirma que não teve ditadura no Brasil, xinga os professores universitário de “comunistas
de merda” e elogia o general Augusto Pinochet, condenado por genocídio, tortura, fuzilamentos e
desaparecimentos de 3197 pessoas.
PS: Um leitor da Fórum acaba de enviar mais um caso no qual a transportadora Dalçóquio é objeto
de investigação, a relacionada à Máfia do Imposto sobre Serviços (ISS) da Prefeitura de São Paulo.
Vale a pena dar uma lida nesta reportagem de O Estado de S. Paulo. Mas a denúncia é que a empresa
trocava a “sonegação” pelo pagamento de notas frias ao esquema do irmão do deputado estadual
Rodrigo Garcia.

O GOLPISMO DO STF E DO JUDICIÁRIO NO CAOS BRASIL


O papel da turma de Cármen: a destruição do Brasil. Perto deles, os caminhoneiros são ursos 
pandas.
Carmen Lúcia não cumpriu sua missão constitucional, fosse ela qual fosse, nem tampouco trouxe a
prometida “pacificação” das instituições, como admitiu candidamente.
Sem o protagonismo exacerbado do Judiciário, o show diário de ministros boquirrotos do STF, o vôo 
solo de Sergio Moro, o presente pandemônio que vivemos não seria possível.
A greve dos caminhoneiros tem o dedo do Supremo. No entanto, seus membros agem como se não 
tives
Luiz Fux participou, na manhã desta segunda-feira, dia 28/, de um evento sobre os 30 anos da 
Constituição no Rio de Janeiro.
Um dos patrocinadores era o jornal O Globo, como de hábito.
Segundo Fux, a paralisação “acendeu um sinal quanto à própria realização das eleições”.
Se um movimento semelhante ocorrer em outubro, a distribuição de urnas eletrônicas e a locomoção 
de pessoas até os locais de votação pode ser afetada, acredita.
Como “cidadão” — sempre a mesma lenga lenga, como se fosse possível dividir o sujeito entre duas 
entidades, bastando-lhe usar um chapéu diferente —, considera a greve “absolutamente 
irresponsável”.
A seletividade da Justiça, a demonização dos políticos por parte de Luís Roberto Barroso, o 
populismo mequetrefe — tudo isso ia dar no quê?
O desastre institucional passa pelo impedimento de Lula assumir a Casa Civil; a orquestração do 
impeachment de Dilma liderado por Eduardo Cunha; a não votação das ADCs sobre a prisão em 
segunda instância.
Em fevereiro, Cármen participou de um jantar com representantes de petroleiras estrangeiras. 
Reuniu-se com Temer em sua casa para tomar um chá.
Sob as barbas do Supremo, a Lava Jato contribuiu para o desmonte das empresas nacionais. Houve 
um esfacelamento das empreiteiras e de produtores agropecuários como o grupo J&F.
A sombra que cresce agora é a da queda de Michel Temer.
É um salto no escuro.
Para quem assumir? Rodrigo Maia? Cárminha? Quem acredita que teremos eleições diretas?
Quem acredita na Constituição?
O cenário menos pior é Temer ficar até o final do mandato para que não corramos o risco de não 
termos nem sequer eleições.
Eis o papel da turma de Cármen: a destruição do Brasil. Perto deles, os caminhoneiros são ursos 
pandas.

FALA CIRO !!! CIRO GOMES NO RODA VIVA


CIRO APOIA GREVE DOS PETROLEIROS, CRITICA “OPOSIÇÃO FASCISTA” DA 
VENEZUELA E DENUNCIA “GOLPE DE ESTADO” NO BRASIL
Só no Brasil e na Estônia as seis famílias do Itaúúú embolsam R$ 9 bilhões sem pagar imposto.

Ciro Gomes enfrentou o programa Roda Morta, na TV Tucano-Cultura de São Paulo, nessa segunda-
feira 28/V.
Depois de enfrentar auto-declarado representante do "mercado" e um "cientista" político que não 
conseguia fazer perguntas, Ciro avisou que apóia a greve dos petroleiros, marcada para amanhã.
Porque essa é uma greve "em socorro do Brasil", disse ele e, não, um movimento para defender 
interesses corporativos.
Ciro lembrou que o preço cobrado pelo Pedro Malan Parente é lesivo ao Brasil, uma fraude.
E a primeira providência dos canalhas e canalhas golpistas foi terminar com o regime de partilha de 
exploração do pré-sal.
E que o Bolnossauro votou a favor de acabar com o regime de partilha…
(E ainda se acha nacionalista…)
Logo de saída, Ciro chamou de "fraudulenta" a política de preços do Malan Parente, porque o custo 
do barril no Brasil é de US$ 17 e ele cobra como se fosse de US$ 80, a cotação internacional.
Além disso, Ciro lembrou que Parente deixa ocioso 1/3 da capacidade de refino do Brasil, para que 
empresas estrangeiras importem diesel.
Além de Parente ser um fraudador, Ciro chamou Temer de "escroque", que usurpou a Presidência da 
República.
Ciro também disse (aqui reproduzido de forma não literal):
- O Brasil precisa investir em ferrovias e cabotagem;
- Temer parou a construção da Transnordestina, a ferrovia Leste-Oeste, na Bahia, a Bi-
Oceânica, com os chineses; e não conclui a Norte-Sul;
- Mercado? O mercado são seis plutocratas;
- Quatro famílias do Itaúúú receberam CADA UMA! - R$ 9 bilhões de dividendos sem pagar 
um centavo de imposto;
- Ele já decidiu que vai cobrar imposto sobre isso – dividendos sobre lucros – e sobre herança;
- Só o Brasil e a Estônia permitem que os donos do Itaúúú embolsem essa grana sem pagar 
nada de imposto!;
- O imposto sobre herança nos Estados Unidos é de 29%, aqui, de 4%;
- O mercado não pode tutelar a Democracia;
- Sobre uma CPMF para cobrir o rombo do Orçamento ele ainda estuda;
- Quase metade do Orçamento é para pagar juros;
- A Emenda 95, a PEC da Morte é selvagem: nascem dois milhões de crianças por ano no 
Brasil e eles limitam os gastos com Saúde e Educação por 20 anos!
- Agora, pagar os juros eles pagam…;
- Não sou candidato a Madre Superiora;
- O Brasil precisa de autoridade;
- Vou acabar com o MDB, dentro da Democracia.
- É só cortar a torneira da roubalheira – o MDB só vive para isso;
- O MDB desestabilizou o governo Fernando Henrique e os governos do PT;
- Meu irmão Cid chamou o Eduardo Cunha de escroque. Dilma ficou com o Eduardo Cunha. 
Eduardo Cunha está na cadeia e a Dilma caiu. Quem estava certo?
- Dilma levou para Ministro da Fazenda um Levy que era do quinto escalão do Bradesco. O 
Ilan Goldfajn pelo menos é do primeiro escalão do Itaú;
- "Eu não sou PT". É preciso respeitar o PT (que enfrenta o drama da prisão do Lula). E o PT 
não vai apoiá-lo no primeiro turno, porque terá candidato.
- Reforma da Previdência não passa pelo Congresso – tem que ser com plebiscito ou referendo;
- Marina é do bem;
- O núcleo forte do meu Governo, "meu cimento, as tábuas fortes" serão, se tudo der certo, o 
PSB e o PCdoB;
- Nenhum Presidente do Brasil, desde Dutra, se elegeu com maioria no Congresso. E nenhum 
deixou de fazer reformas nos primeiros seis meses de Governo;
- Não serei Presidente de Costumes. Num país cristão, a questão do aborto tem que ser 
submetida à população;
- Também a descriminalização das drogas tem que ser submetida à população;
- Talvez seja o caso de se estudar a solução de Portugal (a do Uruguai fracassou), em que o 
dependente recebe do Estado o mínimo necessário para seu consumo e se consumir acima disso 
é criminalizado.
- Um livro? Qualquer biografia do Churchill.
- Música? Carinhoso.

O BRASIL DE JOELHOS, A FARSA E A TRAGEDIA - ASSISTA







Os ‘blackblocs’ do Bolsonaro

Não vê quem não quer que o que remanesce no bloqueio das estradas é a parte – e não necessariamente pequena – de caminhoneiros e – autonomos e empregados de transportadoras – ligados ou manipulados por gente de extrema direita ensandecida.
Impossível ignorar as dúzias de faixas, vídeos e reportagens de um sem-número de empresários, de todos os portes, dizendo que “não é só pelos 46 centavos” e exigindo a intervenção militar.
Eu mesmo assisti um empresário de Sorocaba conclamando a derrubar o Governo Temer por ser…comunista!
Os relatos de que grupos destes sujeitos intimidam com ameaças ou até com depredações os postos que recebem combustível não deixam dúvidas sobre o grau de fanatismo que praticam.
Recomenda-se a leitura de matéria da Folha, esta tarde:
No fim da tarde desta segunda, um grupo de cerca de mil manifestantes obstruíram parcialmente a região da Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Eles pediam a volta da ditadura militar, a saída do presidente Michel Temer e a queda do preço da gasolina.
Meter-se com este grau de irracionalidade política, como querem alguns, é mais que imprudência, é suicídio político.
A esquerda é passageira neste caso e não deve pedir carona.
O foco é a necessidade de que a Petrobras seja uma empresa pública que olhe pelo interesse público. Sua reestatização, não sua privatização como vem sendo feita pela dupla Temer-Parente.
Não há razão para aderir ehá todas para recusar a promiscuidade com os blackblocks do Bolsonaro.

VIRA LATA PARENTE E O GOLPE DO SECULO


Luis Nassif
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, virou o fio. E não propriamente pela política de preços com reajuste diário. Sua estratégia de esvaziamento da Petrobras se tornou muito óbvia, tornando-o vulnerável a qualquer investigação, assim que o país sair do torpor atual
A lógica:
Passo 1 – Petrobras é uma empresa sem problemas de crédito, cujas colocações de títulos no exigente mercado norte-americano tiveram uma demanda várias vezes superior. Mesmo assim, Parente optou por vender ativos para antecipar pagamento de dívidas, comprometendo a receita futura da empresa.
Passo 2 -  Praticou uma política de preços para derivados visando viabilizar a competição dos importados, gerando uma capacidade ociosa de 25% nas refinarias próprias. Ou seja, entregou mercado de graça (ou não) para a concorrência, ao mesmo tempo que está colocando refinarias à venda.
Passo 3 – Fechou um acordo bilionário, de US$ 3 bilhões, com acionistas norte-americanos, muito superior ao que o próprio mercado esperava.
Passo 4 -  agora, entra-se na fase final, que consiste em inviabilizar o mercado de títulos para a Petrobras e, com isso, forçar a venda das reservas do pré-sal.
Como fica nosso quebra-cabeças:

Peça 1 – a jogada da Eletrobras

Pedro Parente segue o mesmo modelo de atuação da 3G – de Jorge Paulo Lehmann – na Eletrobras. No artigo “A 3G e o negócio do século com a Eletrobras” detalhei essa estratégia.
Primeiro, fincou posição na empresa, tendo acesso ao conselho. Depois, divulgou estudos para justificar um valor contábil ridículo. Uma companhia com ativos avaliados em 400 a 600 bilhões de reais, com dividas de 39 bilhões e passivos ocultos de 64 bilhões, mas que podem ser liquidados por um terço disso, cujo controle poderia ser comprado por R$15 bilhões.
A 3G é um sócio minoritário da Eletrobrás. A empresa está sendo preparada para ser vendida aos chineses. No plano de privatização está embutido a descontratação da energia. Ou seja, a possibilidade de toda a energia produzida pela empresa ser jogada no mercado livre – com a previsível explosão das tarifas.
Sem investir um tostão, os grandes acionistas, como a 3G e o grupo Jabbur, ganharão literalmente bilhões de dólares com a mera valorização de sua participação.

Peça 2 – a jogada da Petrobras

Parente fez pior ainda. Sua estratégia é inviabilizar o mercado de crédito internacional para a Petrobras. E, com isso, tornar inevitável a venda de ativos e a posterior privatização da empresa por preço vil.
A SEC norte-americana exige, anualmente, o preenchimento do relatório 20-F, uma espécie de prestação de contas ao mercado, com perspectivas e riscos das empresas listadas em Bolsa.
Esses relatórios listam alguns fatores de risco. E, depois, tentam demonstrar como a estratégia adotada visará criar um ambiente positivo para a empresa. Todo relatório busca apresentar uma visão positiva da empresa e expectativas favoráveis à implementação da estratégia adotada.
Parente montou um relatório tão alarmista, que ficaram nítidas, como as impressões digitais no guardanapo de um sujeito que se lambuza de ketchup, suas intenções em relação à empresa.
A colocação desses papéis depende fundamentalmente da previsibilidade do investimento. O que Parente faz é apresentar uma série infindável de fatores imprevisíveis, visando fechar o mercado para a empresa.

1.Dramatiza problemas trabalhistas

Na página 16, o relatório diz que os planos da Petrobras incluem a venda de aproximadamente US$ 21 bilhões em ativos, para melhorar a liquidez. Essa venda obrigará a transferir os funcionários para outras áreas da empresa, “o que pode gerar custos adicionais, inquéritos judiciais relativos a ações trabalhistas, greves e pode prejudicar nossa reputação”.

2.Lança dúvidas sobre o Compliance

A Petrobras está pagando centenas de milhões de dólares a escritórios de advocacia norte-americanos, para montar seu programa de compliance.
Na página 18, mesmo após a Lava Jato, Parente diz que “para nós é difícil garantir que todos os nossos funcionários e contratados, aproximadamente 185.000, seguirão nossos princípios éticos”.  E aí, a dramatização inacreditável. “Qualquer um que não siga – de fato ou que aparentemente não siga – tais princípios ou que não cumpra as obrigações de governança ou regulatórias aplicáveis pode prejudicar nossa reputação, limitar nossa capacidade de obter financiamento ou afetar de maneira negativa os resultados de nossas operações e condição financeira”.

3.Coloca em dúvida seus próprios relatórios financeiros

Na página 19, o relatório lança dúvida sobre todos os relatórios financeiros dos últimos anos, inclusive o último, de 2017: “Qualquer falha em manter nosso controle interno sobre relatórios financeiros pode afetar negativamente nossa capacidade de reportar nossos resultados financeiros em períodos futuros com precisão e em tempo hábil”.

4.Lança incertezas sobre as ações do Departamento de Justiça

O relatório revela a informação reservada, de que a empresa já está sob a lupa do Departamento de Justiça norte-americano (DoJ), nos mesmos moldes da Embraer. Ou seja, todos as informações estratégicas da empresa ao alcance do DoJ.
Diz o relatório: “O DoJ [Departamento de Justiça dos EUA] está realizando uma investigação semelhante e, tanto a sindicância interna quanto as demais conduzidas pelo governo a respeito de tais questões, estão em curso. Apesar de nossa total cooperação com tais investigações, há o risco de que seu alcance seja expandido ou de que as autoridades decidam realizar uma denúncia formal na esfera civil ou criminal”.
E trata de jogar mais imprevisibilidade no caldeirão:
“Pode ser exigido de nós o pagamento de multas ou outras assistências financeiras, além do cumprimento de medidas liminares, determinações ligadas a condutas futuras ou, ainda, a imposição de outras multas, que podem surtir efeito material adverso. Também é possível que informações que prejudiciais à nossa imagem e aos interesses venham à tona durante as investigações de corrupção deflagradas pelas autoridades brasileiras”.

5.Lança incertezas sobre as multas pagas

Diz, à página 20:
“Se, no futuro, surgirem informações adicionais substanciais demonstrando que, em retrospectiva, nossos ativos pareçam ter sido consideravelmente subestimados ou superestimados em nossas demonstrações financeiras, é possível que sua reformulação seja exigida, o que pode ter um efeito material adverso nos resultados de nossas operações e condição financeira, além de afetar o valor de mercado de nossos valores mobiliários”.

6.Incertezas sobre as concessões públicas

“Caso alegações que envolvam um valor significativo e para os quais não tenhamos provisões sejam decididas em nosso desfavor, ou caso as perdas estimadas se revelem significativamente superiores às provisões disponíveis, o custo agregado de decisões desfavoráveis pode ter efeito adverso significativo sobre os resultados das nossas operações e condição financeira. Também podemos estar sujeitos a disputas judiciais e processos administrativos ligados a nossas concessões e demais autorizações governamentais, que podem resultar na revogação de tais concessões e autorizações governamentais. (…)”

7.Incertezas sobre os passivos fiscais

“No futuro, pode ser que tenhamos de lidar com situações semelhantes nas quais nossa interpretação das leis fiscais possa ser diferente da interpretação das autoridades fiscais ou, ainda, em que as autoridades fiscais contestem nossa interpretação e possamos ter de assumir provisões e custos não previstos”.

8.Incertezas sobre desinvestimento e o fluxo futuro

Explicita a estratégia óbvia de reduzir o fluxo de resultados com a venda de ativos:
“A impossibilidade de implantar com sucesso nosso programa de desinvestimento pode ter um impacto negativo em nossa empresa, nos resultados de nossas operações e condição financeira, inclusive nos deixar com liquidez limitada em curto e médio prazo. Além disso, a venda de ativos estratégicos sob nosso programa de desinvestimento resultará na diminuição de nossos fluxos de caixa advindos de operações, o que pode ter impacto negativo em nossa perspectiva de crescimento operacional de longo e médio prazo”.

9.Incertezas sobre as eleições

“As eleições no Brasil ocorrem a cada quatro anos, e as mudanças nos representantes eleitos podem levar a uma mudança dos membros de nosso conselho de administração nomeados pelo acionista controlador, o que pode impactar ainda mais a gestão de nossa estratégia e diretrizes de negócios.
Além disso, o governo federal brasileiro pode tentar alcançar alguns de seus objetivos macroeconômicos e sociais através de nós”.

10. Incertezas sobre corrupção política

“Nossa condição financeira e resultado das operações podem ser prejudicados pelos seguintes fatores e pela reação do governo federal brasileiro a tais fatores: (...) -alegações de corrupção contra partidos políticos, agentes eleitos ou outros agentes públicos, incluindo alegações feitas relativas à investigação da Lava Jato;

11.Incertezas sobre a economia

“Historicamente o cenário politico tem influenciado o desempenho da economia brasileira e crises políticas tem afetado a confiança de investidores e do público em geral, o que resultou num declínio econômico e aumentou a volatilidade dos títulos emitidos no exterior por empresas brasileiras. (...) qualquer desdobramento na investigação da Lava Jato (previsível e imprevisível) poderia prejudicar relevantemente a economia brasileira assim como nossos resultados operacionais e condição financeira”.

12.Incertezas sobre novas denúncias

Assim que assumiu a Petrobras, Parente contratou a Pinheiro Neto para um pente fino nos e-mails da empresa – remontando ao começo da década de 2.000. Já foram identificados e-mails de políticos com solicitações para a empresa. Agora, o escritório tenta estabelecer relações de causalidade entre os e-mails e obras. Tudo indica que haverá uma leva de novas denúncias, levantadas agora pela própria gestão Parente, visando tornar a Petrobras mais vulnerável ainda.
No relatório à SEC, há indícios:
“Atualmente, funcionários eleitos e outros funcionários públicos no Brasil estão sendo investigados por alegações de condutas antiéticas e ilegais identificadas durante a investigação Lava Jato realizada pela Procuradoria Federal do Brasil. O resultado potencial dessas investigações é desconhecido (...) Tais alegações podem levar a mais instabilidade, ou novas alegações contra funcionários do governo brasileiro e outros podem surgir no futuro, o que poderia ser relevantemente prejudicial para nós. Não podemos prever o resultado de tais alegações nem seu impacto na economia brasileira”.

Peça 3 – o desfecho do fechamento do mercado

Velho parceiro do PSDB na área de energia, no governo Fernando Henrique Cardoso,  o deputado baiano José Carlos Aleluia (DEM) apresentou projeto de lei autorizando a Petrobras a vender até 70% das áreas não concedidas da camada pré-sal.
“Entre os ativos passíveis de serem desinvestidos, os campos de petróleo são uma opção especialmente interessante, porque, além de angariarem recursos para abater a dívida, agregam parceiros para dividir os investimentos necessários para colocar esses campos em produção. No caso dos campos contratados no regime de cessão onerosa, a sua transferência viria para o bem da Petrobras e do Brasil, pois permitiria a antecipação da extração do petróleo que jaz enterrando nas profundezas do pré-sal”, justificou.

Peça 4 – o desafio das instituições

STF (Supremo Tribunal Federal), Procuradoria Geral da República (PGR), TCU (Tribunal de Contas da União), AGU (Advocacia Geral da União) foram personagens centrais do impeachment, em nome de uma suposta moralidade.
Agora, estão em andamento jogadas capazes de transformar a corrupção apurada pela Lava Jato em troco. Não se trata se contrapor estatismo e liberalismo. O que se tem são negociatas em andamento, com reflexos perpétuos sobre o país, na forma de aumento dos cistos de energia, vulnerabilidades na oferta de combustíveis.
Vai ser o grande teste para se saber se essas autoridades foram apenas conduzidas pelos ventos das manifestações populares, ou compactuam com esse jogo.

MIDIA GOLPISTA FOMENTA GOLPE MILITAR PARA NÃO TER ELEIÇÃO


Uma onda de saques a supermercados é mais provável que um Golpe Militar 

A leitura do PiG nessa terça-feira 29/V reforça a percepção dos incautos - como o ansioso blogueiro
- que assistiram ao jornal nacional da véspera.
O PiG fomenta um Golpe militar.
O PiG passou a atribuir o movimento grevista - ou o lock-out, como quiser... - a "infiltrados" que 
querem a Intervenção Militar.
(Não confundir com a Intervenssão Tabajara, sob a liderança do Minixtro da Çegurança, o ex-
comunista Raul Jungmann.)
O PiG descobriu um ou dois líderes "intervencionistas".
Como se sabe, o Brasil deve ter um milhão de caminhoneiros.
E um milhão de líderes de caminhoneiros.
A tentativa de fomentar um Golpe Militar derivado da greve é apenas uma desculpa para suprimir a 
eleição de 2018 e confiscar do povo - caminhoneiro ou não - o direito e o dever de escolher um 
presidente da República que não seja ladrão e entreguista.
O PiG quer um Golpe dentro do Golpe, escondido na farda verde-oliva e praticado no Congresso de 
Aí, o Presidente da República pode ser o Ministro Gilmar Mendes ou Gilberto Freire com “i”.
Desde que o Pedro Malan Parente continue a vender a Petrobras a preço de Vale do Rio Doce.

Em tempo: mais assustadora que o Intervencionismo é a onda de saques a supermercados e 
caminhões que se começa a observar.
Se o Gal Etchegóis não tem a menor ideia da dimensão da greve, imagine de uma onda de saques 
pelo pais afora...

PHA

segunda-feira, 28 de maio de 2018

A PERIFERIA CHEGA NA ACADEMIA: AGORA PARA PASSAR NA UNICAMP TEM QUE OUVIR OS RACIONAIS


Da Redação
“É a periferia na academia”. Assim o grupo de rap Racionais MCs reagiu no instagram à notícia de que a Unicamp, uma das universidades mais conceituadas do país, colocou seu quinto álbum, Sobrevivendo no Inferno, na lista de obras obrigatórias para o vestibular 2020. Lançado de forma independente em 1997, o álbum vendeu mais de 1 milhão de cópias.

A cada ano, a Unicamp renova parcialmente as 12 obras em língua portuguesa cuja leitura é obrigatória para os candidatos ao vestibular, para possibilitar o planejamento do professor e, ao mesmo tempo, acompanhar a renovação dos jovens que querem entrar para a universidade. A lista para o Vestibular 2020 apresenta três obras novas em relação à anterior: além do álbum dos Racionais, entraram na seleção A Falência, de Júlia Lopes de Almeida, e A Cabra Vadia, de Nelson Rodrigues.
Os Racionais estarão na boa companhia de nomes consagrados da literatura, como Guimarães Rosa (Sagarana), Machado de Assis (O Espelho), Dias Gomes (O Bem Amado), Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo), José Saramago (História do Cerco de Lisboa) e Ana Cristina César (A Teus Pés). É importante destacar que essa lista não é a mesma para o Vestibular Unicamp 2019, que ocorre ainda este ano, e cujas obras já foram divulgadas anteriormente. Ambas as listas podem ser consultadas aqui.
Os Racionais estarão na boa companhia de nomes consagrados, como Guimarães Rosa, Machado de Assis, Dias Gomes, Carolina Maria de Jesus, José Saramago e Ana Cristina César
O álbum Sobrevivendo no Inferno, que pode ser escutado no spotify ou no youtube, traz sucessos como o Diário de Um Detento, sobre o massacre do Carandiru, em 1992, quando 111 presidiários foram assassinados pela polícia paulista, sob o comando do governador Luiz Antônio Fleury. Após ser condenado em 2001 a 623 anos pelo massacre, o comandante da ação, coronel Ubiratan Guimarães, foi absolvido em 2006 e em seguida assassinado em circunstâncias até hoje não esclarecidas.
Em abril do ano passado, o TJ de São Paulo determinou que o julgamento dos 74 policiais que atuaram no massacre e condenados em 2014 terá que ser refeito, acatando a alegação da defesa de que foi “legítima defesa”, embora os únicos com armas de fogo fossem os PMs.

Saca só estes trechos se não é pura literatura:
“O ser humano é descartável no Brasil
Como modess usado ou bombril
Cadeia? Guarda o que o sistema não quis
Esconde o que a novela não diz”
“O Robocop do governo é frio, não sente pena
Só ódio e ri como a hiena
Ratatatá, Fleury e sua gangue
vão nadar numa piscina de sangue
Mas quem vai acreditar no meu depoimento?”
Com informações da assessoria da Unicamp

VOX POPULI: COM 39%, LULA VENCE NO PRIMEIRO TURNO


Mesmo preso há 52 dias e atacado ferozmente pela mídia golpista, o ex-presidente Lula 
mantém a vantagem sobre os demais candidatos a presidente da República e seria eleito no 
primeiro turno se as eleições fossem hoje, aponta pesquisa Vox Populi divulgada pela CUT; 
Lula alcançou 39% das intenções de voto contra 30% das soma dos adversários, realizada 
entre os dias 19 e 23 de maio; se houvesse segundo turno, Lula também derrotaria qualquer 
adversário por ampla margem de votos.

Mesmo preso há 52 dias e atacado ferozmente pela mídia golpista, o ex-presidente Lula mantém a 
vantagem sobre os demais candidatos a presidente da República e seria eleito no primeiro turno se as 
eleições fossem hoje. E se houvesse segundo turno, Lula também derrotaria qualquer adversário por 
ampla margem de votos.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula 
alcançou 39% das intenções de voto contra 30% das soma dos adversários, mostra pesquisa 
CUT/Vox Populi, realizada entre os dias 19 a 23 de maio e divulgada nesta segunda-feira (28).
O diretor do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, chama a atenção para o pífio desempenho dos 
candidatos ligados ao ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) que, juntos com o presidente, deram o 
golpe de estado e levaram o Brasil para o caos atual.
“Apesar do proselitismo de parte da imprensa brasileira, eles patinam em índices muito baixos. Entre 
eles, o que mais chama a atenção é o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que 
está aquém do que alcançaram outros candidatos tucanos no passado”.
“Parece que a opinião pública não perdoa o comportamento do partido de 2014 para cá”, diz 
Coimbra.
Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, os brasileiros não esquecem que Lula aqueceu a 
economia, gerou mais de 20 milhões de empregos e distribuiu renda, apesar da crise de 2008 que 
derrubou bolsas em todo o mundo e levou a economia da Europa e dos Estados Unidos à bancarrota.
“O que temos agora são quase 14 milhões de desempregados, fora os subempregados, aumentos 
absurdos da gasolina, diesel e gás de cozinha e um governo acuado, desacreditado e sem capital 
político sequer para negociar o fim de uma mobilização de caminhoneiros”, pontua Vagner.
Na pesquisa estimulada, o segundo colocado, com praticamente um terço das intenções de voto de 
Lula, está o deputado Jair Bolsonaro (PSL), com 12%; seguido de Marina Silva (Rede), com 6%; 
Ciro Gomes (PDT), com 4%; Geraldo Alckmin (PSDB), com 3% e Álvaro Dias (Podemos), com 2%.
Henrique Meirelles (MDB-GO), Manuela D’Ávila (PC do B) e João Amoedo (Novo-RJ) têm cada 
um 1% das intenções de votos. Já Flávio Rocha (PRB-RN), Guilherme Boulos (Psol-SP), João 
Vicente Goulart (PPL), Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Paulo Rabelo de Castro (PSC) não pontuaram. O 
percentual dos que não vão votar em ninguém, brancos e nulos totalizou 21% e não sabem ou não 
responderam, 9%.
No Nordeste, Lula tem 56% das intenções de votos, contra 7% de Bolsonaro e Ciro, que empatam na 
Região; Marina tem 6% e Alckmin apenas 1%. Os demais não pontuaram. No Sul, 31% dos 
entrevistados votariam em Lula, 18% em Bolsonaro e 10% em Álvaro Dias; Marina e Ciro empatam, 
com 4% cada e Alckmin aumenta para 2%, empatando com João Amoedo. Meirelles, Manuela e 
outros têm 1%.
Pesquisa espontânea
No cenário espontâneo, Lula também está bem na frente dos demais candidatos. O ex-presidente tem 
34% das intenções de votos, Bolsonaro surge em segundo lugar, com 10%; Ciro e Alckmin voltam a 
empatar, com 3% cada; Marina e Joaquim Barbosa, que desistiu da candidatura, surgem com 2% 
cada; e Álvaro Dias, com 1%. E 5% dos entrevistados disseram que vão votar em outros, 25% 
ninguém, brancos e nulos, e 16% não sabem ou não responderam.
Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, Lula venceria todos os adversários com larga vantagem. Venceria 
Marina com 45% contra 14% da candidata da Rede; Já contra Alckmin e Bolsonaro, Lula alcançaria 
47% dos votos contra 11% e 16%, respectivamente.
A pesquisa CUT/Vox Populi foi realizada com brasileiros de mais de 16 anos, residentes em áreas 
urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no 
interior, de todos os estratos socioeconômicos.
Foram ouvidas 2.000, em entrevistas feitas em 121 municípios. Estratificação por cotas de sexo, 
idade, escolaridade e renda.
A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.
Confira a íntegra

EX ADVOGADO DO PCC NO SUPREMO TENTA ASSUMIR O PAPEL DE XERIFE DA CRISE .... ENQUANTO ISSO JUIZECO AGRIDE E MANDA PRENDER DEFICIENTE FÍSICO EM BLOQUEIO NA PB


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deve se reunir hoje (28) 
com o comando da Polícia Federal (PF), do Exército e com o ministro da Segurança Pública, 
Raul Jungmann, para tratar da liminar que autorizou o desbloqueio, com uso de força policial, 
das rodovias do país, paralisadas pelo movimento nacional de caminhoneiros; o problema 
brasileiro, no entanto, não é estrada bloqueada, mas sim o caos generalizado provocado pela 
política de Pedro Parente na Petrobras.

Imagens feitas por uma pessoa não identificada mostram uma briga entre dois homens na BR-230 
em bloqueio de caminhoneiros próximo ao município de Marizópolis, a 457 km de João Pessoa.



Um dos envolvidos na discussão é o juiz Agílio Tomaz Marques, da 1ª e 2ª Vara Mista da Comarca 
de São João do Rio do Peixe. O outro é Altemir Noia, 45 anos, que é deficiente físico.
O magistrado aparece empurrando o manifestante e em seguida dando-lhe voz de prisão. “Eu sou um 
juiz, prenda esse cidadão e o leve para delegacia”, diz aos policiais.
Albaniza Fernandes, mulher de Altemir, falou a uma rádio que o marido passou mais de nove horas 
detido, sofreu uma crise convulsiva e precisou ser medicado.
“No início da tarde ele foi solto, mas o juiz ligou para a delegacia e mandou a polícia trazê-lo de 
volta, onde permaneceu em uma grade com cadeado durante várias horas”, contou.
O meritíssimo passa bem.

ENTREVISTA AO PEPE ESCOBAR: FOLHA E ESTADÃO SÃO JORNALECOS



VIDEOS: O BRASIL QUE CAMINHONEIRO QUER ..... KKKKKKKKKK...........


















EM SANTARÉM PROFESSORES DA REDE ESTADUAL PROTESTAM NO MINISTERIO PUBLICO CONTRA O DESCASO DO GOVERNO JAMENTE




ACREDITE SE QUISER!! ATOR PORNÔ DESFILOU COM UM MANIPULO DE OTÁRIOS NESTE DOMINGO NA AVENIDA PAULISTA


FROTA COMANDA COMBOIO DE ASNOS NA PAULISTA PEDINDO INTERVENÇÃO 
MILITAR E PAGA MICO. SAIBA

Quem passou pela Avenida Paulista, em São Paulo, no domingo (27), não acreditou no que viu.
Cerca de 200 retardados, paspalhos, dementes políticos, ou como o leitor preferir denominar, 
desfilavam destilando seu ódio, em um nível exagerado de histeria, sendo comandados por ninguém 
menos do que o louco ator pornô Alexandre Frota que pedia Intervenção Militar Já.
Como já o sabemos, Frota perdeu parafusos do cérebro durante sua vida profissional, se é que 
podemos chamar promiscuidade de trabalho. Depois que perdeu o apetite sexual (broxou) se 
aventurou em campanhas políticas em favor de Aécio Neves. A partir deste momento, algo 
aconteceu que o fez imaginar que poderia se tornar um cientista político. Talvez um confronto 
intelectual direto com esse pessoal da direita o tenha colocado em situação em que se viu rodeado de 
semelhantes.
No domingo, durante sua viagem extasiante, disse um sem número de asneiras, como era de se 
esperar porque sempre fala asneiras. Mas um episódio chamou a atenção de quem ali passava 
causando crises de risos àqueles com um mínimo de consciência histórica:
Em determinado momento da tragicomédia do retardado paspalho que animava a histeria coletiva 
dos gatos pingados da paulista, foi anunciada uma caminhada e Frota pediu que todos cantassem, ao 
passo que, prontamente, os patetas iniciaram a marcha entoando a canção de Geraldo Vandré 
“Caminhando e cantando e seguindo a canção…”. Foi quando o animador interrompeu rapidamente 
seus súditos gritando: “Não, não, não, não! Essa música não pode, ela é comunista!” 
Veja as fotos do comboio de asnos:


TEMER É UM MICRÓBIO POLÍTICO


– O jornalista Luis Nassif tuíta sobre o exótico comportamento de Michel Temer: hesitação
associada a autoritarismo e clemência. Nassif diz que Temer é um micróbio político e que só 
falou implorar para os caminhoneiros voltarem.
Depois de ameacar os transportadores com prisão, em seu pronunciamento só faltou o Temer implorar: voltem, peloamordedeus. Micróbio político.


A rendição de Temer e a não-solução para a greve

O tic de fechar a boca, como quem está engolindo a saliva que escorre do beiço; as mãos magras, 
desossadas, melífluas, espelhos da alma; a dissimulação de disfarçar a leitura do teleprompter 
com observações vazias, e, principalmente, o tom impositivo, ridículo para cenas de rendição, 
como que estivesse batendo em retirada de costas, para não levar projéteis no traseiro. Todo esse 
conjunto ajuda a compor a mais execrável personalidade política da história da República.
Depois de ameaçar os caminhoneiros com processo e prisão, depois de anunciar o fim dos
bloqueios várias vezes, o presidente Michel Temer encerra o dia pedindo peloamordeDeus
para os caminhoneiros voltarem ao trabalho. E paga a conta com recursos fiscais,
sangrando ainda mais um quadro fiscal desastroso. Aliás, em todos esses movimentos, não
foi notada a presença do Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.
A subordinação da política energética à lógica de mercado atropela o próprio documento
legal que dispõe sobre o tema, a Lei 9478/97, como informa a economista Ceci Juruna.
Aliás, a posição de parte majoritária da velha mídia, não aceitando qualquer decisão que
possa impor algum custo aos acionistas da Petrobras, ainda que à custa do bolso do
contribuinte e do consumidor, é significativa desses tempos de profunda ignorância
jurídica, de desconhecimento sobre o chamado interesse nacional e de adesão cega ao
mercadismo mais irresponsável.
É um tratamento escandaloso, a começar do mega-acordo da Petrobras, nas ações
propostas por minoritários norte-americanos.
Diz a lei:
CAPÍTULO I
Dos Princípios e Objetivos da Política Energética Nacional
Art. 1º As políticas nacionais para o aproveitamento racional das fontes de energia 
visarão aos seguintes objetivos: 
- preservar o interesse nacional;
II - promover o desenvolvimento, ampliar o mercado de trabalho e valorizar os 
recursos energéticos; 
III - proteger os interesses do consumidor quanto a preço, qualidade e oferta dos 
produtos; (...)
Sendo privada ou pública, como empresa quase monopolista, a Petrobras tem
responsabilidades impostas por qualquer princípio de direito econômico. Às vantagens do
monopólio deve corresponder a responsabilidade pela política de preços. Em nenhuma
sociedade minimamente civilizada, admite-se o poder absoluto de um monopólio em fixar
preços. Ainda mais em um preço chave da economia, como o dos combustíveis.

O encontro de contas

Aliás, se houvesse governo, seria o momento de experimentar o encontro de contas,
especialmente com estados e municípios. Há um enorme passivo acumulado pela Lei
Kandir – que obriga a União a ressarcir os estados de isenções tributárias para produtos
exportados. E, na outra ponta, dívidas consolidadas de 1995, que impõem custo alto aos
estados devedores. Aliás, dívidas profundamente infladas pelas taxas de juros praticadas
pelo Banco Central no período.
Muitos dos estados credores – na ponta da Lei Kandir – estão se inviabilizando na questão
previdenciária ou na quitação das dívidas com a União. O encontro de contas ajudaria a
normalizar o quadro fiscal, dando um fôlego aos estados e quitando passivos históricos da
União.