sábado, 23 de dezembro de 2017

NATAL TEM QUE SER TODO DIA... DENTRO DA ALMA DAS PESSOAS.... FELIZ NATAL PARA TODOS !!!!

POSTIÇO DIZ QUE MARCELA NÃO QUER QUE ELE SEJA CANDIDATO EM 2018


Do O Globo:
Durante a entrevista, aos risos, Temer confessou que se depender da esposa, Marcela Temer, não será
candidato à reeleição em 2018.
— Ela quer sossego, quer paz. Se eu perguntar para ela, ela não vai querer. E eu mesmo sou 
candidato a fazer um bom governo, isso sim. Quero entregar o Brasil nos trilhos em 2019 para 
aquele que venha me suceder.
Já em relação a alianças previstas entre o MDB e o ex-presidente Lula em alguns estados – 
principalmente no Norte e no Nordeste, o peemedebista foi enfático:
— Tudo o que se falar hoje pode não valer em março, abril, maio do ano que vem.
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BEÓCIO 50 MILHÕES !!! NOVO RECORDE !!!


Investigadores da PGR e da Polícia Federal encontraram novos indícios de que o senador 
Aécio Neves recebeu propina para atuar em nome de empreiteiras na construção da Usina de 
Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia; tema de inquérito em curso no Supremo 
Tribunal Federal (STF), a acusação contra o tucano foi relatada por ex-executivos da 
Odebrecht em acordos de colaboração premiada; de acordo com os executivos da Odebrecht, 
Aécio recebeu R$ 50 milhões, repassados pela Odebrecht (R$ 30 milhões) e pela Andrade 
Gutierrez (R$ 20 milhões); Odebrecht sustenta a acusação com comprovantes bancários, 
entregues nos últimos meses, que comprovam depósitos para Aécio por meio de uma conta de 
offshore em Cingapura.

Minas 247 - A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) encontraram novos 
indícios que, de acordo com os investigadores, reforçam a suspeita de que o senador Aécio Neves 
recebeu propina para atuar em nome de empreiteiras na construção da Usina de Santo Antônio, no 
Rio Madeira, em Rondônia.
Tema de inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), a acusação contra o tucano foi 
relatada por ex-executivos da Odebrecht em acordos de colaboração premiada. E teve impacto direto 
na delação de outra empreiteira, a Andrade Gutierrez, que foi obrigada a esclarecer sua participação 
no episódio. De acordo com os executivos da Odebrecht, Aécio recebeu R$ 50 milhões, repassados 
pela Odebrecht (R$ 30 milhões) e pela Andrade Gutierrez (R$ 20 milhões).
A Odebrecht sustenta a acusação com comprovantes bancários, entregues nos últimos meses, que, 
segundo a empresa, comprovam depósitos para o senador tucano, por meio de uma conta de offshore 
em Cingapura, que havia sido citada por um de seus ex-executivos, Henrique Valladares, em 
depoimento à PGR. A identificação do titular da conta ainda não foi revelada, mas Valladares diz que 
está vinculada ao empresário Alexandre Accioly, padrinho de um dos filhos de Aécio e integrante do 
grupo mais restrito de amigos do tucano. Aécio nega as acusações. Accioly rejeita com veemência a 
afirmação do delator, o único que sustentava, até aqui, seu envolvimento.
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ESSE CARA: 90 MINUTOS DE TÉDIO, MEDIOCRIDADE E MESMICE DE SEMPRE


Roberto e Ísis Valverde em mais um especial de fim de ano

Por Kiko Nogueira 

Na vida só há três certezas: a morte, os impostos e o especial de fim de ano de Roberto Carlos.
A Globo exibiu na noite desta sexta-feira (22) o 43º programa em que o rei faz tudo igual, alterando 
apenas perfumarias como o título.
Desta vez a coisa se chamava “Esse cara sou eu”. Em uma hora e meia de show, ele distribuiu aquele 
conforto às famílias que não têm nada melhor a fazer.
Para dar um ar de modernidade, recebe no palco alguns “jovens” artistas. Desta vez eram Tiago Iorc,
Simone e Simaria e a compositora panamenha Erika Ender, uma das autoras do insuportável hit 
“Despacito”, que ganhou uma versão emprenhada de dormonid de RC.
Roberto, ídolo inconteste, vai morrer se repetindo e sem prestar o maior serviço que um senhor de 
idade, cuja fonte criativa já secou, poderia prestar: assumir sua deficiência.
Aos 6 anos, perdeu parte da perna direita, abaixo do joelho, num acidente de trem em Cachoeiro do 
Itapemirim, no Espírito Santo.
Ele contou a história na linda “O Divã”, de 1972: “Relembro bem a festa, o apito/E na multidão, um 
grito”. O refrão é dolorido: “Essas recordações me matam”.
Desde então, calou-se e fez o possível para esconder sua condição. Em 2013, no meio da polêmica 
sobre a censura à sua excelente biografia, falou à Globo que ia narrar o caso em um livro que nunca 
viu a luz do dia.
“Ninguém pode contar melhor sobre esse episódio do que eu”, alegou. “Isso aí só eu sei”.
Roberto vive com esse segredo de polichinelo no armário. Seus assessores, medrosos e puxa sacos, 
têm que fingir que isso não existe.
Assumir a amputação e mostrar como ele a superou (ao menos fisicamente): eis a grandiosidade e a 
surpresa que Roberto teria a oferecer hoje a seu público. Essa atitude faria diferença e o colocaria 
numa agenda da modernidade.
Mas ele prefere dar a seus velhos fãs, a cada dezembro, 90 minutos de tédio, mediocridade e 
mesmice.
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PARA INTIMIDAR QUEM FOR AO JULGAMENTO DE LULA, PORTO ALEGRE APROVA LEI QUE COBRA R$ 400 MIL POR PROTESTO NÃO AUTORIZADO

Aprovada lei que prevê pesadas multas a manifestações que não tiverem autorização do 
governo. Proposta aprovada aumenta poder de fiscalização, e o trabalho, da Guarda Municipal 
/ Ederson Nunes / CMPA
O relógio marcava 22h40 de quarta-feira (20/12), quando por 23 votos a oito a Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou o Projeto de Lei Complementar 006/17, do Executivo, que altera atribuições da Guarda Municipal e quatro artigos da Lei Complementar Nº 12 de 1975, sobre o código de condutas.
A “Lei Antivandalismo” (chamado assim pelo governo) prevê multa de até R$ 395 mil para quem “embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nos logradouros públicos”.
O artigo pode atingir manifestações de rua a até mesmo blocos de carnaval. Esta é a maior multa prevista, mesmo valor que se aplica a quem “causar dano ao patrimônio público municipal”. Anteriormente a multa máxima aplicada não ultrapassava R$ 100.
Quando protocolou o projeto no Legislativo, em maio deste ano, Marchezan defendeu a necessidade de “coibir retrocessos na conduta dos cidadãos” e citou como retrocessos o aumento na ocupação de espaços públicos, a prática de necessidades fisiológicas e, principalmente, a pichação.
A proposta também cria a possibilidade de que multas sejam emitidas a partir de denúncias feitas por qualquer cidadão, por internet ou telefone. Também são alteradas funções desempenhadas pela Guarda Municipal, que passa a colaborar com a fiscalização
Fica assegurado à guarda o direito de garantir o acesso universal ao uso dos espaços públicos, discipline o dever do Poder Público e da população, de conservação dos espaços públicos em boas condições de uso e fruição; e ainda promova a responsabilização dos infratores pelos danos causados à fruição do espaço público, ao patrimônio e ao meio ambiente; e fomente o comércio da capital e o empreendedorismo.
Vereadores contra o projeto, como a líder da oposição Fernanda Melchionna (PSOL), acusaram o governo de usar a Guarda Municipal como pretexto para coibir manifestações e protestos que possam vir acontecer contra o governo: “esta PLC é na verdade contra os movimentos sociais que protestam contra este governo. Em nada melhora a segurança da cidade e sim aumenta as atribuições da Guarda sem nem ao menos compensar financeiramente a categoria.”
O líder do Governo, o vereador Moisés Barboza (PSDB), admitiu o aumento das competências da Guarda, principalmente para combater o comércio irregular no Centro da Capital e comemorou o resultado do pleito: “As manifestações não estão proibidas, mas devem haver regramentos”.
Dispositivos da Lei podem ser considerados inconstitucionais
A nova lei altera diversos artigos e dispositivos da Lei Complementar 12 de 1975. Implementada durante a Ditadura, esta lei prevê regramentos em logradouros públicos.
Vários vereadores e assessores parlamentares argumentaram dizendo que os artigos 18 e 20, alterados na sessão de hoje, já são inconstitucionais, pois confrontam o inciso XVI do art.5 da Constituição de 1988 que diz que “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.
A oposição não confirmou, mas, pode entrar na justiça alegando inconstitucionalidade no projeto aprovado nesta quarta-feira.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

FUNDADOR DO CLÃ DA GLOBO ROBERTO MARINHO USAVA PÔ DE ARROZ PARA CLAREAR A PELE


“Doutor Roberto” passava pó de arroz para atenuar a tez morena
Meu amigo Manuel Enriquez lembrou, a respeito do imbroglio William Waack, que a Globo tem um 
passivo racista “complicado” — Enriquez gosta dessa palavra.
Pedro Bial narra em sua biografia autorizada que Roberto Marinho usou pó de arroz até o fim da 
vida em razão de um “desconforto” com a cor da pele.
O eufemismo esconde que o doutor Roberto não queria parecer mulato.
Ali estava, segundo Paulo, o melhor perfil de Roberto Marinho. Diz ele:
A imagem de um país de próspera tranquilidade na ditadura foi, em grande parte, forjada pela Globo. 
Medici dizia que gostava de ver o Jornal Nacional porque ali não havia nada do mundo em 
convulsão que existia na realidade no Brasil e fora dele.
Roberto Marinho soube cobrar o preço de seus favores para a ditadura. Daí os bilhões de sua fortuna 
pessoal, hoje distribuída entre os três filhos.
Um outro aspecto interessante do perfil de Cuadros é a relação da Globo com as questões raciais 
brasileiras. Ele não deixou escapar de sua análise o infame livro do diretor de telejornalismo da 
Globo Ali Kamel, Não Somos Racistas.
Cuadros volta atrás e lembra que na novela A Cabana do Pai Tomás a Globo utilizou um ator branco, 
Sérgio Cardoso, pintado de negro, e com artifícios para inflar suas narinas.
Ele recorda uma fala, também, de um ator que numa novela tinha se apaixonado por uma empregada. 
“Que importa se ela é negra, se sua alma é branca e pura?”
Waack está sendo usado de bode expiatório para purgar os pecados de quem lhe deu emprego e quer 
lavar seu passado.
Sérgio Cardoso, branco, era o Pai Tomás na novela
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JUSTIÇA DE NY CONDENA MARIN: AGORA FALTA A GLOBO!


É tudo a mesma sopa, diria o Mino... 

Pela primeira vez na história, um chefão do futebol brasileiro foi condenado pela Justiça. Não do 
Brasil, mas dos Estados Unidos. José Maria Marin, de 85 anos, presidente da CBF entre 2012 e 
2015, foi considerado culpado de seis das sete acusações de crimes - ele foi inocentado da acusação 
de lavagem de dinheiro na Copa do Brasil, mas condenado por três crimes de fraude (Copa América, 
Copa Libertadores, Copa do Brasil), dois crimes de lavagem de dinheiro (Copa América e 
Libertadores) e um crime por integrar uma organização criminosa.
Marin foi condenado pelo júri popular no Tribunal Federal do Brooklyn, em Nova York, onde corre 
o "Caso Fifa". O tamanho de sua pena será definido pela juíza Pamela Chen, que não tem prazo para 
publicar a sentença. Até lá, ele espera pela decisão em prisão domiciliar, em seu apartamento na 
Trump Tower, em Manhattan.
(...)
Em tempo: sobre a JUSTISSA, não deixe de consultar o ABC do C Af...
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LULA: EM 2018, VOLTAREMOS A SER UM PAÍS SOBERANO


Em mensagem de fim de ano divulgada nesta tarde, o ex-presidente Lula disse que 2018 será 
um ano melhor para o País; "O Brasil precisa ser um país de oportunidades, temos um 
território imenso, com muita terra para plantar, temos grandes recursos naturais e temos o 
mais importante: 210 milhões de brasileiros, que são nossa maior riqueza", afirmou; Lula, que 
lidera a preferência da maioria dos eleitores brasileiros e poderia vencer as eleições em 
primeiro turno, prometeu lutar para o Brasil retomar sua soberania; "Precisamos voltar a 
crescer e gerar empregos, garantir os direitos dos trabalhadores e proteger o que mais precisa. 
Assim, voltaremos a ser um país soberano, que defenda o seu patrimônio e dá o merecido valor 
ao seu povo", disse Lula em vídeo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou na tarde desta sexta-feira 22 um vídeo em que
faz um balanço sobre o ano de 2017 e promete esperança por um País melhor para o próximo ano.
"Mais um ano vai começar e eu espero que 2018 seja um ano diferente para você, sua família, para o
povo brasileiro. Um ano melhor, que faça a gente retomar a confiança e a esperança que sempre
tivemos no nosso País", diz o ex-presidente.
"Nós já fomos capazes de superar tempos difíceis e aprendemos muito nessa caminhada. O Brasil
precisa ser um país de oportunidades, temos um território imenso, com muita terra para plantar,
temos grandes recursos naturais e temos o mais importante: 210 milhões de brasileiros, que são
nossa maior riqueza", afirmou.
Lula, que lidera a preferência da maioria dos eleitores brasileiros e poderia vencer as eleições em
primeiro turno, segundo pesquisa CUT/Vox Populi, destaca que 2018 será um ano em que o Brasil
vai retomar sua soberania.
"Precisamos voltar a crescer e gerar empregos, garantir os direitos dos trabalhadores e proteger o que
mais precisa. Assim, voltaremos a ser um país soberano, que defenda o seu patrimônio e dá o
merecido valor ao seu povo", disse Lula.

TEMER VENDE FORÇA AÉREA AO PENTÁGONO

O GAMBÁ ENTRARÁ PARA A HISTÓRIA COMO GOLPISTA E MENTIROSO’

Golpista, corrupto e mentiroso

Por Joaquim de Carvalho

Cristovam Buarque passou boa parte da vida tentando criar um personagem: o senador da Educação. 
Mas ele passará à história como golpista. Há evidências para considerá-lo também corrupto e 
mentiroso.
“Posso ser golpista para você, mas não sou corrupto perante minha consciência e perante o Brasil”, 
escreveu no Twitter.
Não é bem assim.
As histórias que relacionam Cristovam à corrupção são antigas e se mantêm ao longo do tempo.
Em1994, Cristovam, então filiado ao PT, gerou uma crise no partido quando se descobriu que ele 
havia aceitado 400 mil reais (o equivalente a 500 mil dólares na época, o equivalente a 2 milhões de 
reais hoje) de doação da Odebrecht para sua campanha a governador.
Quem fez a doação foi o então diretor de contratos da empreiteira, Ricardo Ferraz, cujo nome voltou 
à tona na delação do ex-vice-presidente da Odebrecht, Cláudio Melo Filho, no ano passado.
Ricardo Ferraz é o RF das planilhas da empreiteira, e ele aparece como veículo para a entrega de 
recursos a um certo Reitor, que seria o apelido de Cristovam nos registros de contabilidade 
clandestina da Odebrecht.
Em 2006, quando foi candidato a presidente pelo PDT, recebeu recursos não contabilizados de um 
ex-banqueiro, por indicação do governador Geraldo Alckmin.
A revelação foi feita por um dos ex-coordenadores de sua campanha, o jornalista Luiz Fernando 
Emediato.
“Cristovam infelizmente foi obrigado pelas circunstâncias a aceitar doações não contabilizadas de 
pelo menos uma empreiteira, de um ex-banqueiro, por recomendação da campanha de Geraldo 
Alckmin, também candidato à presidência, e da própria campanha de Alckmin, em troca de apoio no 
segundo no segundo turno contra Lula”, disse Emediato.
Em 2010, o presidente do PDT no Distrito Federal, Ezequiel Nascimento, também denunciou o caixa 
2 na campanha de Cristovam Buarque. Segundo Ezequiel, ele teria recebido doações no valor de R$ 
950 mil, mas deste valor apenas R$ 250 mil foram contabilizados.
Na época em que fez a denúncia, Ezequiel Nascimento se colocou à disposição do Conselho de Ética 
do Senado para dar outras informações. Porém nunca foi chamado.
Num perfil devastador de Cristovam Buaque, de Robert Max Steffens, publicado pelo GGN, mostra 
que a corrupção também atingiu o entorno do senador.
Veja um trecho da reportagem:
Marcelo Aguiar, pupilo do Senador Cristovam até pouco tempo, assume a Secretaria Extraordinária 
de Ensino Integral, por indicação do Senador Cristovam, durante o governo José Roberto Arruda 
(ex-DEM). O Instituto Sangari, do amigo pessoal de Cristovam, Jorge Werthein, que contribuiu para 
sua campanha ao Senado em 2010, com ao menos 200 mil reais oficialmente, foi contratado pelo 
governo do Distrito Federal por quase R$ 300 milhões, sem licitação, e suspeito de participar do 
esquema de arrecadação paralela do então governador Arruda, quando a secretaria de Educação 
do DF terceirizou, na prática, o ensino científico das escolas públicas para a Sangari do Brasil 
(vinculada ao Instituto Sangari), citada no inquérito da Operação Caixa de Pandora.
Em auditoria a Segunda Divisão de Auditoria da Secretaria de Auditoria do Tribunal de Contas do 
Distrito Federal afirma que em razão das evidências de inexecução contratual pela empresa 
SANGARI DO BRASIL LTDA., defende-se a proposta de determinar à Secretaria de Educação a 
instauração de processo administrativo, com vistas à aplicação das sanções previstas no art. 87 da 
Lei de Licitações. Também se apresenta a sugestão de alertar à Secretaria de Educação que a 
execução dos contratos no âmbito dessa Secretaria deve ser precedida da implementação de 
estrutura de acompanhamento e controle, compatível com as características e valor do objeto, de 
modo a garantir a regular liquidação e pagamento das despesas.
O mesmo Tribunal afirma que a omissão dos gestores, dentre eles Marcelo Aguiar, que deixaram de 
adotar medidas corretivas para sanar as irregularidades na execução do Programa Ciência em 
Foco e para promover as necessárias alterações contratuais. O fato de o TCDF, por meio da 
Decisão n.º 4.571/09, ter determinado expressamente a necessidade de reavaliação do Programa em 
termos quantitativos e qualitativos, além de caracterizar o descumprimento da Decisão Plenária, 
agrava a conduta negligente dos gestores, aplicando-se, no caso, o art. 60 da Lei Orgânica do 
TCDF. O UAG, na condição de ordenador de despesas, e o Secretário, em razão da relevância do 
Programa, tinham ciência da situação e permitiram a continuidade do Programa, mesmo diante das 
irregularidades apontados em diversos relatórios.
Os fatos mostram que Cristovam Buaque nunca foi o que talvez ele pense ser. Ou queira ser. Ou 
finge ser.
Vaidoso, mantém em seu gabinete no Senado um espaço com arquivos de sua história pessoal, como 
se fosse um Darcy Ribeiro, fundador da Universidade Federal de Brasília, a UnB, onde ele foi reitor.
Darcy e Cristovam eram interlocutores de Fernando Henrique Cardoso, quando este era presidente.
Darcy no PDT e Cristovam no PT, partidos que lhe faziam oposição.
Nas memórias de Fernando Henrique, Darcy, então senador, aparece como instigante, intelectual de 
ideias originais e entusiasmante.
Já Cristovam, na época governador, mostrava nos encontros noturnos com Fernando Henrique a 
personalidade que agora se torna conhecida de todos.
O PT era contra o projeto de emenda da reeleição, Cristovam a favor. O então governador do Distrito 
Federal também era favorável a reformas constitucionais de Fernando Henrique Cardoso, mas 
lamentava não poder dizer isso publicamente. Falava mal dos sindicalistas e do PT, para 
aparentemente deleite de Fernando Henrique Cardoso, a quem incentivava para assumir papel de 
liderança no mundo.
Cristovam quis entrar para história como um quadro da educação, mas será, no máximo, citado como 
nota de rodapé, como político provinciano, nada confiável, golpista, com um pé na corrupção e sem 
nenhum compromisso com a verdade.
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VÍDEO: FELIZ DA VIDA APÓS REUNIÃO ENTRE TEMER E SEU PATRÃO, OTÁRIO BONNER VIRA PIADA ENSINANDO A FILMAR COM CELULAR NO JORNAL DA BOBO



LADRÕES SE ACERTAM PARA FERRAR TRABALHADORES


A nova conversa oculta do postiço com a Gangue dos Marinhos. Michel Temer e os Irmãos 
Metralhas donos da Globo se reuniram secretamente, em outubro, para definir pauta comum 
contra os trabalhadores. Globo Temer acertaram, por exemplo, a estratégia de votação da 
reforma da previdência, qual seja, o fim das aposentadorias. Temer aproveitou para enquadrar 
a emissora, que, segundo ele, tentou derrubá-lo na cobertura da delação da JBS.

Marina Dias e Bruno Boghossian, na Folha, revelaram ontem, na Folha, outro encontro secreto de 
Michel Temer, agora com família Marinho, a cúpula da Globo.
A conversa, num jantar na casa do “mais velho” Roberto Irineu, foi para pedir que a Globo 
amenizasse as pancadas e a emissora passou a dar-lhe depois das denúncias da JBS.
O preço?
A reforma da previdência, para a qual pediu apoio do Império, o que a trupe de comentaristas da 
Globo faria sem pedido algum.
Mas você não viu, nem verá, a Globo sacudindo bandeirinhas por Temer e, provavelmente, por 
candidato algum.
Não vão fazer a vontade de Lula que, várias vezes, disse que tudo o que queria “era enfrentar um 
candidato da Globo”.
Ela o terá, mas não vai lhe apor o estigma na testa.
Não há porque o patrão se sacrificar pelo empregado.
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ELE É O "CARA" !! O MAIS GENUÍNO PRODUTO DA DITADURA !!

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé, barba e atividades ao ar livre
COMPARE !!! 



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Fernando Morais entrevista Fernando Haddad


Assista à entrevista com Haddad, ex-ministro da Educação, ex-
prefeito de São Paulo e atual coordenador do programa de 
governo de Lula

Paulo Augusto Pinochet Maluf


Atenção autoridades: Maluf está muito doente e pode não resistir à prisão que lhe foi imposta 
hoje pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Mirem-se no exemplo do 
general Augusto Pinochet.

Ao ver a foto de Paulo Maluf hoje, a caminho da prisão, lembrei do ditador Augusto Pinochet.
Para se livrar da cana em que estava, em Londres, Pinochet alegou que sofria de asma, neuropatia 
diabética, cardiopatia, hipotiroidismo, diabetes do tipo 2, gota, rinite, bócio multinodular, artrose no 
joelho esquerdo, surdez, descompensação da zona lombar, sintomas prostáticos, ataques isquêmicos, 
falhas de memória e traços característicos do mal de Parkinson.
Os britânicos caíram na armadilha e deixaram o tirano voltar ao Chile. Pinochet embarcou no 
aeroporto londrino de Heathrow encorujado em uma cadeira de rodas e amparado por guarda-costas.
Quando o avião executivo que o levava pousou no aeroporto, em Santiago, Pinochet desceu as 
escadas, lépido e pimpão, e atravessou, em passos marciais, a pista do aeroporto de Pudahuel.
Pela aparência do Maluf na foto de hoje, desconfio que ele sofre de asma, neuropatia diabética, 
cardiopatia, hipotiroidismo, diabetes do tipo 2, gota, rinite, bócio multinodular, artrose no joelho 
esquerdo, surdez, descompensação da zona lombar, sintomas prostáticos, ataques isquêmicos, falhas 
de memória e traços característicos do mal de Parkinson.
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JÔ SOARES REVELA A VERDADEIRA FACE DO PREFAKE. VIDEO


Apresentador conta o encontro nada agradável que teve com o atual prefeito de São Paulo em 
1989, na época da eleição presidencial.

O apresentador Jô Soares não fez questão de esconder a antipatia que sente pelo atual prefeito de São 
Paulo, João Doria (PSDB). E não é de hoje. Durante uma entrevista à TV Jovem Pan, o artista revela 
o contato que teve com o político, durante a eleição presidencial de 1989, que levou Fernando Collor 
de Mello à presidência, cujo destino todos sabem.


À época, Jô votava na mesma zona eleitoral de Doria. O apresentador, que votou no então candidato 
Mário Covas, foi surpreendido com um gesto, no mínimo, deselegante do atual prefeito de São 
Paulo, que apoiava e fazia campanha para o “caçador de marajás”. Doria abraçou Jô e sem que ele 
percebesse colou um adesivo nas costas do artista com os dizeres “Vote em Collor”.
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"JUSTISSA" : ACUSAÇÃO CONTRA GLEISI E GLOBERNARDO TEM SETE VERSÕES DISTINTAS E DESENCONTRADAS

Gleisi Hoffmann e o ex Ministro GloBernardo

Publicado no Conjur 

A ação penal em que o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-SP) são acusados de corrupção tem versões desencontradas sobre os mesmos fatos, todas narradas nas delações premiadas que serviram de ponto de partida para a operação, ainda em 2014.
É o que ambos afirmam em alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal. Gleisi é defendida pelos advogados Rodrigo Mudrovitsch e Felipe Fernandes de Carvalho, do Mudrovitsch Advogados. Paulo Bernardo é representado pela advogada Verônica Sterman, do Abdalla Sterman Advogados.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República, o ex-ministro pediu R$ 1 milhão ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para ajudar a financiar a campanha da mulher para o Senado, em 2010.
Esse dinheiro, segundo a PGR, foi entregue a um terceiro “estranho à campanha”, Ernesto Kugler Rodrigues. Mas, segundo as defesas, não há provas de que isso tenha acontecido.
Só o que a PGR apresentou para embasar seus argumentos são as delações premiadas de Paulo Roberto Costa, do doleiro Alberto Yousseff e de seu assessor Rafael Ângulo e de outro doleiro, Antonio Carlos Pieruccini. E cada um com a sua versão sobre quem pediu o dinheiro para quem, e quem entregou para quem, e de que forma.
A principal prova citada pela PGR é uma agenda mantida por Paulo Roberto Costa em que há uma inscrição “PB – 1”. Para a acusação, a anotação quer dizer “Paulo Bernardo – R$ 1 milhão”.
Essa agenda, porém, já foi descartada como prova pela 2ª Turma do Supremo no dia 12 de dezembro, quando o colegiado rejeitou denúncia de outro caso da “lava jato”. De acordo com o relator desse outro caso, ministro Dias Toffoli, a agenda é “uma anotação unilateral” que “não tem o condão de corroborar o depoimento do colaborador”.
Eu, não
A primeira versão para o crime pelos quais os réus são acusados veio de Paulo Roberto Costa. Segundo ele, Alberto Youssef o procurou no início de 2010 com um pedido de Paulo Bernardo para a campanha de Gleisi. Youssef, no entanto, disse que ele é quem foi procurado por Paulo Roberto com o pedido, e que não conhecia – e nem conhece – o ex-ministro, e nem a senadora.
“Paulo Roberto Costa quem repassou o pedido de Paulo Bernardo, assim como o telefone do contato”, disse Youssef, em delação premiada. “Paulo Roberto me pediu que entregasse esse um milhão, falando que era para a campanha da senadora Gleisi.”
Segundo a defesa de Paulo Bernardo, esse conflito de versões, nunca resolvido durante o processo, prova que nenhum delator teve contato direto com o ex-ministro. O que derruba a versão da acusação.
A PGR, então, começou a trabalhar com a tese de que Ernesto Kugler foi o emissário de Paulo Bernardo, responsável pelos contatos com Youssef. O relatório da quebra do sigilo telefônico do doleiro mostrou uma ligação entre ele e Kugler. Mas os relatórios policiais mostraram que, além de Kugler não ter ido a São Paulo nenhuma vez durante o período investigado, não há qualquer registro de entrada dele em nenhum dos prédios em que Youssef tem ou tinha escritórios na época.
A delação que salva
Depois disso, o Ministério Público passou a trabalhar com a tese de Kugler foi de Curitiba a São Paulo de carro, e por isso não havia registros de passagens aéreas. Segundo a defesa da senadora Gleisi, “tudo no campo da suposição”.
Foi quando o MPF em Curitiba recorreu à delação que praticamente sustenta a acusação: Antonio Carlos Pieruccini, sócio de Youssef desde a época do famoso caso Banestado e representado pelos mesmos advogados que fizeram a delação do doleiro.
Ele apareceu na “lava jato” apenas para delatar como fez os repasses de dinheiro a Paulo Bernardo, para que ele abastecesse a campanha de Gleisi. Em troca, recebeu a garantia da suspensão de “todos os feitos e procedimentos” instaurados contra ele e de que o MPF não ajuizaria nenhuma ação de improbidade administrativa contra ele ou suas empresas.
Mas, segundo a defesa de Gleisi, há diversas contradições em seus depoimentos. Ele contou, por exemplo, que ia quase toda semana de Curitiba a São Paulo, mas nunca pernoitava, sempre fazia “bate-volta”. Logo depois, ele disse levar a filha em suas viagens, mas só quando passava “dois ou três dias”.
Ao mesmo tempo, a defesa de Gleisi não encontrou nas “provas de corroboração” nenhum registro de pedágio que mostrasse que Pieruccini fizesse bate-volta.
A defesa de Paulo Bernardo demonstrou outra incoerência: Pieruccini disse não ter ficado mais de dois dias sem “dinheiro dos outros” com ele. Mas ficou, de acordo com os registros de pedágio, 18 dias sem ir a São Paulo.
Depois o delator disse que levou o dinheiro numa caixa de papelão com uma ficha escrito “PB/Gleisi”. Mas tanto Youssef quanto Rafael Ângulo negaram ter o hábito ou o procedimento de etiquetar as caixas com dinheiro. “Não me lembro de ter feito isso”, disse o doleiro. “Nunca se deixava nenhum nome. Talvez quem pegou colocou posteriormente quando pegou comigo”, completou Ângulo.
“Resta por demais explícita a tentativa da incriminação a todo custo, que se furta a analisar e despreza as provas angariadas”, diz a petição da defesa de Gleisi.
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Lula visita pela primeira vez acervo presidencial que Moro tentou roubar dele


Nota da assessoria de Lula:

O ex-presidente Lula visitou hoje pela primeira vez parte do acervo presidencial guardado em um 
galpão do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Os presentes estavam bloqueados por ordem do juiz 
Sérgio Moro desde março de 2016.
Acompanhado do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e de um escrevente do 4º Tabelião 
de Notas de São Bernardo do Campo, Lula rompeu o lacre do depósito e reencontrou lembranças e 
presentes recebidos durante seus dois mandatos à frente da Presidência.
São centenas de caixas acumuladas entre 2003 e 2010, que abrigam milhares de cartas, livros, faixas 
e souvenirs recebidos em viagens da presidência pelo Brasil e pelo mundo. “Se juntar todos os 
presentes recebidos por JK, Getúlio, Collor e FHC… Se juntar todo mundo, não vão superar o tanto 
de lembranças que recebi em oito anos”, disse Lula, impressionado com o volume de caixas 
arquivadas no local. Ao todo, o acervo possui mais de 9 mil itens.
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SI FU !!! Com desaprovação crescente, a questão para Moro é sair de cena sem grandes vexames


Por Kiko Nogueira

A fama é cruel. “Os homens dormiam com Gilda e acordavam comigo”, dizia Rita Hayworth.
O juiz Sergio Moro acreditou no personagem que Globo e quejandos criaram para ele. Saiu nas capas de revistas, virou estandarte de malucos na Paulista, foi paparicado por artistas, premiado, ganhou página no Facebook da mulher.
Hoje é não tem como recuar da acelerada que deu e lhe fizeram dar.
A nova pesquisa Ipsos indica que mais da metade da população o desaprova: 53%, contra 40% que o aprovam. É a primeira vez que o levantamento, iniciado em 2015, mostra esse contraste.
Em novembro, Moro era aprovado por 50% da população. Caiu 10 pontos, portanto. Em contrapartida, o sujeito que ele deveria matar, Lula, teve alta de aprovação: 45%.
A Lava Jato cansou. O enredo é o mesmo, os argumentos não evoluem, os atores são canastrões. Moro e os procuradores acharam normal ir a pré-estreias de filmes picaretas, dar palestras a torto e a direito, dar lições de moral aos mortais.
(Some-se a isso as inúmeras irregularidades, denunciadas aqui mesmo no DCM).
Chama-se super exposição. Se Fu .
A questão agora é: como sair dessa enrascada com o menor dano possível?
A mesma indústria que alçou o magistrado à condição de celebridade já o está chutando. Depois de quatro anos de perseguição insana a Lula, o resultado é o crescimento do petista em todas as sondagens eleitorais, com a diminuição da taxa de rejeição.
O TRF 4 vai condenar Lula no dia 24 de janeiro porque se meteu num beco sem saída. Mas eles já são perdedores — ética, moral e eleitoralmente. E ninguém gosta de perdedores. Principalmente quem manda neles.
Foi assim com Joaquim Barbosa. Sergio Moro precisa sair de cena, para outro entrar no seu lugar.
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TEMER E DONO DA GLOBO SE REUNIRAM PARA COMBINAR COBERTURA DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA


Filho do Roberto Marinho pediu ​a bênção ao presidente ladrão.

Segundo a Folha, Temer teve um encontro reservado no início de outubro em São Paulo com João Roberto Marinho, um dos donos da Globo.
O motivo era discutir a cobertura de seu governo pelos veículos da empresa e pedir apoio para a reforma da Previdência.
A reunião foi um pedido de João Roberto, conta o jornal. Segue:
O presidente reclamou da cobertura do caso JBS pelos veículos do grupo, que tinha, segundo o político, o objetivo de derrubá-lo.
Procurada, a empresa declarou, via assessoria, que a conversa foi “absolutamente republicana, sem pedidos ou promessas de qualquer das partes”. A assessoria de Temer não comentou.
Em 4 de outubro, João Roberto promoveu um jantar na casa de seu irmão Roberto Irineu Marinho para receber Temer e o vice-presidente de Relações Institucionais da Globo, Paulo Tonet. Um dos principais aliados do presidente, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) costurou o encontro.
Na avaliação do presidente, o comportamento do grupo desde 17 de maio, quando o jornal “O Globo” divulgou a conversa entre ele e o empresário Joesley Batista, cristalizou a percepção de que deu aval à compra de silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ).
(…)
Uma das reclamações centrais de Temer foi o editorial de “O Globo” em 19 de maio. Intitulado “A renúncia do presidente”, defendia a saída de Temer do cargo como a melhor opção para o país.
O argumento do presidente é que o editorial foi veiculado depois que a divulgação da íntegra dos áudios revelou, na avaliação de Temer, que não houve aval para a compra do silêncio de Cunha.
Temer fez questão de dizer a Marinho que o conteúdo de delações nem sempre é conclusivo e citou informações acerca do acordo de colaboração do empresário J. Hawilla, da agência Traffic, com a Justiça dos EUA. A delação abriu a caixa preta de um esquema de corrupção na Fifa.
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O PiG cheiroso faz acompanhar a moribunda edição impressa um mega-merchã, um caça-níqueis: o encarte "Grandes Grupos - as 200 maiores, com organogramas de participações acionárias - ranking por faturamento".
Um colosso!!
Ali se comprova que dos dez maiores grupos que operam no Brasil, CINCO são bancos.
(Um sexto grupo, J&F, dos famigerados irmãos Batista - "famigerados", mas isso tem que continuar, viu? - aparece como empresa de "investimentos". Seriam, portanto, seis empresas financeiras entre as seis maiores. Precisa desenhar, amigo navegante?)
No 42o. lugar dos "grandes grupos" vem a Gobo Overseas com um retumbante prejuízo:
• uma queda de (-) 5,5% na receita bruta;
• e um lucro líquido de retumbante queda: - 31,7%.
Isso no exercício de 2016 sobre 2015.
Quando tratar de 2017 sobre 2016 se anunciará a hecatombe!
Porque, como já informou esse Conversa Afiada, a Globo terá prejuizo em 2017 e, no primeiro trimestre de 2018, o Google começa a googlar a Globo.
O PiG cheiroso revela que a Globo tem 19 mil funcionários.
Por isso o Valdir Macedo não se cansa de repetir: não se interessa por comprar a Globo, porque a receita não paga a folha...
A folha da Globo é 1/3 da folha da Petrobras, que fatura 18 vezes mais!
Precisa desenhar, amigo navegante?
(Não se pode, porém, menosprezar o fato de, próximo à Globo, na lista do Valor, estar a Mapfre, maior empresa de previdência privada do país, controlada pela Globo - o que explica o entusiasmo do jornal nacional e seus colonistas pela "reforma" da previdência... Precisa desenhar, amigo navegante?)
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Informa a Fel-lha que um dos filhos do Roberto Marinho implorou para que o presidente ladrão o recebesse em audiência privada, fora da agenda (como aquelas em que o Ministro Gilmar vai discutir o semipresidencialismo para que ele, Gilmar, seja o primeiro-ministro. Não perca a TV Afiada "de que, de quem corre o Gilmar?").
Segundo a Fel-lha, o MT da lista de alcunhas da Odebrecht reclamou da cobertura da Globo às deslavadas roubalheiras da quadrilha que se instalou no Palácio do Planalto.
Segundo a Fel-lha, numa nota a Globo Overseasdisse que a conversa foi "absolutamente republicana".
Republicana da República Federativa da Cloaca.
Tão republicana quanto aquela nota em que a Globo diz que não paga propina na MaFIFA e observa que não achou o endereço do Marcelo Campos Pinto.
Melhor mesmo só Santo do Alckmin dizer que é vítima da tungagem no Robanel dos Tunganos!
Quá, quá, quá!

PHA
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