por Miguel do Rosário, no “Oléo do Diabo”
O principal colunista político das Organizações Globo, Merval Pereira, registrou em sua coluna a manifestação da juventude diante do Clube Militar. Mais uma vez, parabéns Monique Lemos, presidente da UJS-RJ e Theófilo Rodrigues, secretário de Formação da UJS.
Também devo cumprimentar o candidato a deputado estadual, Igor Bruno, o mais importante quadro do movimento estudantil do Rio de Janeiro, que na verdade foi quem fez toda a articulação para que o protesto acontecesse.
O homem (Merval) sentiu o tranco. Eles todos (os golpistas) sentiram, de maneira que o protesto realmente teve importância política e histórica. Infelizmente, Merval não se conteve e fez acusações ofensivas e caluniosas a nós, os blogueiros; é uma honra, porém, sermos chamados, por esses golpistas, para a linha de frente da guerra.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Veja jogou a toalha
A capa desta semana de Veja dá a dimensão do que foi essa campanha.
A mídia comercial tentou de tudo para alavancar a candidatura de Serra e não obteve sucesso. Quando viu que o fardo era pesado demais, decidiu começar a trabalhar para enquadrar o próximo governo. No caso o de Dilma.
A capa aborda a questão da liberdade de imprensa. Claro que não é disso que o texto trata. É de impedir que se discuta a democratização da comunicação.
Nessa edição eles tratam do ato organizado contra o golpismo midiático como um evento que buscava calar a mídia livre e convocado pelo PT.
Atacam Franklin Martins a quem chamam de ex-sequestrador e ex-jornalista. E depois, elogiam Palocci, que dizem ter sido o fiador da estabilidade financeira no governo Lula e que poderia ser o fiador da estabilidade democrática no governo Dilma.
Ou seja, desistiram da eleição e resolveram cuidar da vida.
E já elegeram aquele que consideram a ponte entre eles e o governo, Palocci.
A mídia comercial tentou de tudo para alavancar a candidatura de Serra e não obteve sucesso. Quando viu que o fardo era pesado demais, decidiu começar a trabalhar para enquadrar o próximo governo. No caso o de Dilma.
A capa aborda a questão da liberdade de imprensa. Claro que não é disso que o texto trata. É de impedir que se discuta a democratização da comunicação.
Nessa edição eles tratam do ato organizado contra o golpismo midiático como um evento que buscava calar a mídia livre e convocado pelo PT.
Atacam Franklin Martins a quem chamam de ex-sequestrador e ex-jornalista. E depois, elogiam Palocci, que dizem ter sido o fiador da estabilidade financeira no governo Lula e que poderia ser o fiador da estabilidade democrática no governo Dilma.
Ou seja, desistiram da eleição e resolveram cuidar da vida.
E já elegeram aquele que consideram a ponte entre eles e o governo, Palocci.
Chávez vence as eleições
O povo venezuelano obteve uma grande vitória no caminho para a consolidação do Poder Popular nas eleições parlamentares realizada neste domingo (26), ratificando com seu voto a escolha pela coalização dos socialistas com os comunistas, base de sustentação do governo Chávez.
Com os resultados irreversíveis até as 02h20 desta madrugada, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e seus aliados obtiveram 91 das 165 cadeiras da Assembleia Nacional, o que constitui a maioria do parlamento, de acordo com o primeiro boletim Conselho Nacional Eleitoral (CNE), embora ainda restam 11 vagas para serem definidos.
Os candidatos do PSUV e do Conselho Nacional Indígena da Venezuela (Conive) também ganharam 6 dos 12 deputados do Parlamento Latino-americano, faltando ainda a definição de uma cadeira.
A partir da sede do Conselho Nacional Eleitoral, a presidente do órgão regulador, Tibisay Lucena, disse que se produziu uma participação histórica nas eleições legislativas, com a participação de 66,45% dos eleitores.
Os socialistas venceram em Aragua, Barinas, Bolívar, Carabobo, Cojedes, Delta Amacuro, Distrito Federal, Falcón, Guárico, Mérida, Monagas, Lara, Portuguesa, Trujillo, Yaracuy e Vargas, e empataram em Miranda e Sucre. Entretanto, não existem resultados definitivos de Apure.
As mais altas autoridades eleitorais ressaltaram o civismo, o caráter democrático e de maturidade política demonstrada pelo povo venezuelano.
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Com os resultados irreversíveis até as 02h20 desta madrugada, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e seus aliados obtiveram 91 das 165 cadeiras da Assembleia Nacional, o que constitui a maioria do parlamento, de acordo com o primeiro boletim Conselho Nacional Eleitoral (CNE), embora ainda restam 11 vagas para serem definidos.
Os candidatos do PSUV e do Conselho Nacional Indígena da Venezuela (Conive) também ganharam 6 dos 12 deputados do Parlamento Latino-americano, faltando ainda a definição de uma cadeira.
A partir da sede do Conselho Nacional Eleitoral, a presidente do órgão regulador, Tibisay Lucena, disse que se produziu uma participação histórica nas eleições legislativas, com a participação de 66,45% dos eleitores.
Os socialistas venceram em Aragua, Barinas, Bolívar, Carabobo, Cojedes, Delta Amacuro, Distrito Federal, Falcón, Guárico, Mérida, Monagas, Lara, Portuguesa, Trujillo, Yaracuy e Vargas, e empataram em Miranda e Sucre. Entretanto, não existem resultados definitivos de Apure.
As mais altas autoridades eleitorais ressaltaram o civismo, o caráter democrático e de maturidade política demonstrada pelo povo venezuelano.
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O JÉNIO
Na foto, o que o Serra pensava que era.
Por Paulo Henrique Amorim
O jenio é mais preparado.
O jenio se expressa melhor.
O jenio tem biografia.
O jenio fez os genéricos, acabou com AIDS, inventou a penicilina, fez o mutirão da próstata, acabou com a peste negra, é engenheiro, economista, editorialista da Folha, especialista em cálculo de porcentagem, o mais consistente, construiu a torre Eiffel, professor da Unicamp, instalou o bondinho do Pão de Açúcar, autor dos livros do David Ricardo, social-democrata, salvou as APAES, desalagou o Jardim Romano – o jenio é um gênio.
Como em 2002, ele ia para o debate da Record, o decisivo, para destroçar a Dilma.
Ia ser impiedoso, fulminante, contundente, feroz, incontrastável – um Russel Crowe do “Gladiador” combinado com Winston Churchill.
Aí, começou o debate.
Primeiro, a fotografia.
Como diz o Zé Simão, mais importante que a entrevista é a foto.
E o jenio está um caco.
Exausto.
As olheiras se aproximam das gengivas.
Está mais cansado que professor de escola pública de São Paulo.
Este ordinário blogueiro desconfia que ele começa a ter um problema de audição.
No dia 4, ele deveria dar um pulo num Otorrino.
Ele parece o Nixon daquele debate com o Kennedy.
Deus lhe beijou na testa, e concedeu a oportunidade de abrir o debate com a primeira pergunta.
Pelos cálculos (sempre falhos) deste ordinário blogueiro, àquela altura o IBOPE deveria estar na casa dos 15 pontos.
Pau a pau com o Fantástico.
O Serra ia falar para uma audiência gigantesca.
Um público capaz de levá-lo, com sua precisão de raio laser, ao primeiro lugar no Datafalha.
Era bater o pênalti aos 45 minutos do segundo tempo, com o goleiro adversário manco, prostrado ao chão num canto da trave.
Era só correr para o abraço.
A jenialidade se encontrava com a Fortuna.
Aí, o jenio começa.
“Plinio” – ele, jenial, ia interpelar o não-candidato.
Ia fazer escada nas costas do Plínio e subir a rampa do Planalto de costas, tal a oportunidade que se abria à sua frente.
Deus é paulista !
Aí, veio a pergunta jenial: sobre o Irã.
Lá em Marechal, onde este ordinário blogueiro estudou as primeiras letras, o Irã, careca, de pernas tortas, joga um bolão no time dos “casados”.
O Irã.
Agora a Dilma não valia um fósforo queimado.
O Irã que ameaça a Mooca, com uma bomba atômica muti-fásica, pluri-letal.
Quem mandou ousar competir com o jenio ?
O Irã !
Como a Dilma não tinha pensado nisso ?
E o Irã, Plínio ?
Aí, o Plínio virou o Russel Crowe.
Deixa de ser hipócrita, Serra.
Quer dizer que o Irã não pode ter bomba atômica, mas os Estados Unidos e Israel podem.
Te manca, Serra.
E o Serra foi reduzido à condição de … O Serra virou … o Serra.
Isso foi aos 5’ do primeiro tempo.
Daí em diante, as olheiras desabavam, a cada bloco.
O jenio perdeu o caminho de casa.
Não dizia mais coisa com coisa.
Até a Bláblárina Silva ousou desmoralizá-lo.
Quando chove, cai uma tempestade, dizem os americanos.
A tempestade foi uma posição que o jenio adotava e fazia com que a iluminação aplicasse uns traços verticais escuros, abaixo das olheiras.
A fotografia é tudo …
No ponto mais alto da audiência, quando o jenio ia destruir a Dilma, ele confirmou o que o grande amigo Fernando Henrique Cardoso preferiu dizer em inglês: bye-bye Serra forever.
Quem nasceu para José Serra não chega a Carlos Lacerda.
O futuro do Brasil está nas mãos do Ali Kamel.
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Dilma: recompramos o que FHC vendeu da Petrobrax
Dilma em Porto Alegra pendurou o FHC e a Petrobrax no pescoço do Zé Baixaria:
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Tracking: Nanicos tiram um ponto de Dilma
A variação de Dilma foi a única registrada pelo rastreamento, que manteve Serra com 24%, Marina com 10%, brancos e nulos com 4% e indecisos com 11%.
O ponto perdido por Dilma passou para os candidatos nanicos, que pela primeira vez chegaram a 1%. Dilma perdeu três pontos percentuais nessa semana, acima da margem de erro de 2,2 pontos, mas Serra ganhou apenas um. Sua vantagem sobre o tucano é de 26 pontos, apenas dois a menos que no início do rastreamento, dia 1º de setembro.
Apesar da oscilação, Dilma continua vencendo a eleição no primeiro turno, com 58,82% dos votos válidos, contra 28,23% de Serra e 11,76% de Marina.
Na pesquisa espontânea, Dilma e Serra oscilaram um ponto negativamente. Dilma passou de 44% para 43%, e Serra, de 21% para 20%. Marina continuou lembrada por 8% dos eleitores. Hoje não foram divulgados os resultados por região.
O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente.
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O Brasil dos brasileiros
Presidente Lula comemorando a maior capitalização da história da Petrobras, uma empresa que embora os tucanos tenham arduamente tentado privatizar não conseguiram.
Viva a brava resistência dos petroleiros que impediram que FHC desse nossas riquezas para o capital estrangeiro.
O Brasil dos tucanos:
Serra batendo o martelo para privatizar patrimônio público, Escelsa, a primeira companhia de energia elétrica a ser privatizada na era da privataria neoliberal tucana). Hoje, várias empresas de telefonia (setor também privatizado na Era FHC) e a Escelsa estão no topo da lista de reclamações do Procon.
RELAXE E GOZE
As vítimas são uma repórter da RBS, o Heródoto (devidamente demitido) Barbero, a Márcia Peltier e a urubóloga (até ela !) Miriam Leitão:
Uma pequena contribuição informativa sobre as eleições 2010, para que os amigos navegantes possam ver a nova estratégia do jênio para levar sua campanha para o 2º turno. O candidato Alckmin ficou irritado com o vazamento destas informações…
Uma pequena contribuição informativa sobre as eleições 2010, para que os amigos navegantes possam ver a nova estratégia do jênio para levar sua campanha para o 2º turno. O candidato Alckmin ficou irritado com o vazamento destas informações…
Petrobrás é a segunda maior do mundo; e os tucanos queriam desmontar a empresa
O estadista de São Borja está vivo; o tucanismo, morto e enterrado
Por Rodrigo Vianna
FHC queria enterrar a Era Vargas. Foi o que disse num discurso histórico no Senado em 1994, pouco antes de tomar posse para o primeiro mandato na presidência da República.
Depois, um dos ideólogos do tucanismo, o ministro Sergio Mota (aquele que dizia: “os tucanos tem um projeto de 20 anos de poder”) anunciou que era preciso “desmontar, osso por osso” a Petrobras – a empresa, segundo ele, era um “paquiderme”.
Hoje, o Brasil anuncia que a Petrobras é a segunda maior empresa do Mundo. A captação de 120 bilhões de reais, com lançamento de novas ações no mercado, foi a maior da história. Prestem atenção: maior captação de recursos da história no mercado mundial!
Além disso, com a engenhosa operação planejada pelo governo Lula, a União pode passar a deter mais de 50% das ações da Petrobrás.
Com o sucesso da Petrobrás, o Brasil mostra ao mundo a força de sua economia; e mostra que o Estado tem – sim – papel fundamental no desenvolvimento, sobretudo em economias que tentam sair da periferia para entrar no centro do jogo econômico mundial.
Ano passado, o Brasil já tinha enfrentado a crise mundial com a força do BNDES – outra criação de Vargas. Agora, a Petrobras vira uma gigante quase do tamanho da Exxon (EUA).
Como já escrevi aqui, tem um caráter simbólico o fato de a provável sucessora de Lula ser uma ex-militante do PDT, formada na tradição do brizolismo e do trabalhismo de esquerda.
A eleição de Dilma significa o reencontro do PT com Vargas. Mais que isso, significa o reencontro do Brasil com a melhor herança do varguismo: defesa do Estado, distribuição de renda, direitos trabalhistas e nacionalismo econômico.
O resto é UDN, é entreguismo, é tucanismo dos anos 90.
Tenho a leve impressão que o estadista gaúcho ganhou essa parada. Enterrado há 56 anos em São Borja, Vargas segue mais vivo do que nunca. Foi o Brasil que enterrou a era FHC.
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A mídia comercial em guerra contra Lula e Dilma
Por Leonardo Boff
“Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o "silêncio obsequioso" pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o "Brasil Nunca Mais", onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.
Esta história de vida me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de ideias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.
Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando veem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como "famiglia" mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos de O Estado de São Paulo, de A Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja, na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem desse povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.
Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido a mais alta autoridade do país, ao Presidente Lula. Nele veem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.”
Artigo Completo, ::Aqui::
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“Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o "silêncio obsequioso" pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o "Brasil Nunca Mais", onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.
Esta história de vida me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de ideias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.
Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando veem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como "famiglia" mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos de O Estado de São Paulo, de A Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja, na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem desse povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.
Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido a mais alta autoridade do país, ao Presidente Lula. Nele veem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.”
Artigo Completo, ::Aqui::
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Lula na Bovespa: “Não estamos aqui para alienar patrimônio público”
Emocionado, com o colete laranja da Petrobrás, o Presidente Lula encerrou na Bolsa de São Paulo a cerimônia de lançamento das ações da Petrobrás.
“Ao contrário do passado, não estamos aqui para debilitar o estado ou alienar patrimônio público”, disse Lula.
“Tivesse emergido em outros tempos, esse patrimônio poderia ter sido alienado. Alienado na voragem de liquidações impostas pelo estrangulamento de uma economia fragilizada e no vazio de um estado dissociado dos interesses nacionais”.
“Há dez anos atrás eu passava aqui na porta da Bolsa, as pessoas tremiam de medo: aonde é que vai esse comedor de capitalismo!?”.
“Ao contrário do passado, não estamos aqui para debilitar o estado ou alienar patrimônio público”, disse Lula.
“Tivesse emergido em outros tempos, esse patrimônio poderia ter sido alienado. Alienado na voragem de liquidações impostas pelo estrangulamento de uma economia fragilizada e no vazio de um estado dissociado dos interesses nacionais”.
“Há dez anos atrás eu passava aqui na porta da Bolsa, as pessoas tremiam de medo: aonde é que vai esse comedor de capitalismo!?”.
Mino coloca a Dra Cureau de saia justa
Mino Carta (CartaCapital)
Permito-me sugerir à doutora Sandra Cureau, vice-procuradora-geral da Justiça Eleitoral, que volte a se debruçar sobre os alfarrábios do seu tempo de faculdade, livros e apostilas, sem esquecer de manter à mão os códigos, obras de juristas consagrados e, sobretudo, a Constituição da República.
O erro que cometeu ao exigir de CartaCapital, no prazo de cinco dias, a entrega da documentação completa do nosso relacionamento publicitário com o governo federal nos leva a duvidar do acerto de quem a escolheu para cargo tão importante.
Refiro-me, em primeiro lugar, ao erro, digamos assim, técnico. Aceitou uma denúncia anônima para proceder contra a revista e sua editora.
Diz ela conhecer a identidade do denunciante, acoberta-o, porém, sob o manto do sigilo condenado pelo texto constitucional e por decisões do Supremo Tribunal Federal. Protege quem, pessoa física ou jurídica, condiciona a denúncia ao silêncio sobre seu nome.
Ou seja, a vice-procuradora comete uma clamorosa ilegalidade.
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Permito-me sugerir à doutora Sandra Cureau, vice-procuradora-geral da Justiça Eleitoral, que volte a se debruçar sobre os alfarrábios do seu tempo de faculdade, livros e apostilas, sem esquecer de manter à mão os códigos, obras de juristas consagrados e, sobretudo, a Constituição da República.
O erro que cometeu ao exigir de CartaCapital, no prazo de cinco dias, a entrega da documentação completa do nosso relacionamento publicitário com o governo federal nos leva a duvidar do acerto de quem a escolheu para cargo tão importante.
Refiro-me, em primeiro lugar, ao erro, digamos assim, técnico. Aceitou uma denúncia anônima para proceder contra a revista e sua editora.
Diz ela conhecer a identidade do denunciante, acoberta-o, porém, sob o manto do sigilo condenado pelo texto constitucional e por decisões do Supremo Tribunal Federal. Protege quem, pessoa física ou jurídica, condiciona a denúncia ao silêncio sobre seu nome.
Ou seja, a vice-procuradora comete uma clamorosa ilegalidade.
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Ameaçado pela Ficha Limpa, Roriz desiste e lança sua mulher como candidata
A nove dias das eleições e com o risco de ser barrado pela Lei da Ficha Limpa, o candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) decidiu retirar sua candidatura para lançar sua mulher, Weslian, na disputa.
A informação foi divulgada há pouco no site da filha de Roriz, Liliane, que é candidata a deputada distrital. "Depois de passar a manhã em reunião, o ex-governador Joaquim Roriz decide lançar a esposa Weslian Roriz como candidata a governadora do Distrito Federal", escreveu a filha de Roriz.
A Folha ainda não conseguiu localizar a assessoria de Roriz. Assim como o marido, Weslian é filiada ao PSC. A foto na urna, entretanto, continuará sendo a de Joaquim Roriz, uma vez que o prazo para troca já expirou.
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A informação foi divulgada há pouco no site da filha de Roriz, Liliane, que é candidata a deputada distrital. "Depois de passar a manhã em reunião, o ex-governador Joaquim Roriz decide lançar a esposa Weslian Roriz como candidata a governadora do Distrito Federal", escreveu a filha de Roriz.
A Folha ainda não conseguiu localizar a assessoria de Roriz. Assim como o marido, Weslian é filiada ao PSC. A foto na urna, entretanto, continuará sendo a de Joaquim Roriz, uma vez que o prazo para troca já expirou.
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LULA DEVOLVE A PETROBRAS AOS BRASILEIROS
Nesta sexta-feira, o Presidente Lula vai a Bolsa de Valores de São Paulo; não para vender o patrimônio público, como fez o governo tucano nos anos 90, mas para coroar o êxito no maior lançamento de ações da história econômica mundial.
A capitalização da Petrobrás eleva a participação do Estado brasileiro no controle acionário da empresa e reverte o desmonte arquitetado pela gestão FHC destinado a fatiar e pulverizar o comando da mais estratégica empresa do Brasil.
O sucesso assegurado da capitalização torna a Petrobrás a segunda maior petroleiro do mundo e viabiliza a soberania brasileira na exploração das jazidas do pré-sal, reconhecidas como a mais importante descoberta de petróleo dos últimos 30 anos. As forças e interesses reunidos em torno da coalizão demotucano mais de uma vez manifestaram sua preferencia por entregar a guarda desses recursos à 'eficiencia dos livres mercados', leia-se, às petroleiras internacionais.
Na votação dos marcos regulatórios que asseguram o controle nacional sobre prováveis 50 bilhões de barris de petróleo armazenados no fundo do oceano, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), cogitado como vice de Serra, foi categórico: 'Resistiremos o máximo'.
O Presidenciável não deixou por menos.
Serra insistiu até o último minuto no adiamento dessa decisão e sinalizou que poderia revertê-la , se vitorioso nas urnas. Acima de tudo , porém, o que o ex-governador de SP mais temia era o simbolismo histórico explosivo, intrinsecamente desfavorável a sua candidatura, condensado na cerimonia protagonizada por Lula nesta sexta-feira que, a nove dias das eleições, contrapõe, objetivamente, dois projetos de país.
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A capitalização da Petrobrás eleva a participação do Estado brasileiro no controle acionário da empresa e reverte o desmonte arquitetado pela gestão FHC destinado a fatiar e pulverizar o comando da mais estratégica empresa do Brasil.
O sucesso assegurado da capitalização torna a Petrobrás a segunda maior petroleiro do mundo e viabiliza a soberania brasileira na exploração das jazidas do pré-sal, reconhecidas como a mais importante descoberta de petróleo dos últimos 30 anos. As forças e interesses reunidos em torno da coalizão demotucano mais de uma vez manifestaram sua preferencia por entregar a guarda desses recursos à 'eficiencia dos livres mercados', leia-se, às petroleiras internacionais.
Na votação dos marcos regulatórios que asseguram o controle nacional sobre prováveis 50 bilhões de barris de petróleo armazenados no fundo do oceano, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), cogitado como vice de Serra, foi categórico: 'Resistiremos o máximo'.
O Presidenciável não deixou por menos.
Serra insistiu até o último minuto no adiamento dessa decisão e sinalizou que poderia revertê-la , se vitorioso nas urnas. Acima de tudo , porém, o que o ex-governador de SP mais temia era o simbolismo histórico explosivo, intrinsecamente desfavorável a sua candidatura, condensado na cerimonia protagonizada por Lula nesta sexta-feira que, a nove dias das eleições, contrapõe, objetivamente, dois projetos de país.
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Liberdade de expressão: um ato para a história
O Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo viveu um dos seus melhores dias nesta quinta-feira à noite.
Eram 18h15 quando este blogueiro chegou ao local e mais de cinquenta pessoas já se aglomeravam no auditório Wladimir Herzog, que tem capacidade para 100 pessoas sentadas.
O ato começaria às 19h, registre-se.
Entramos numa das salas da diretoria da entidade pra discutir os encaminhamentos do evento e quando saimos, umas 18h45, o auditório já está lotado.
O ato começou às 19h20. Éramos umas 300 pessoas no auditório e uma fila de mais de 100 tentando entrar.
Ao fim, os mais pessimistas falavam em 600 presentes. E os otimistas em mais de 1 mil. Este blogueiro arrisca dizer que de 700 a 800 pessoas estiveram no Sindicato dos Jornalistas nesta quinta à noite.
Havia gente no corredor, no saguão do prédio e na rua. Algo impressionante.
Além da presença de muitos veículos da mídia independente e livre, o que surpreendeu foi a presença maciça de órgãos da mídia tradicional. Provavelmente esses veículos esperavam que algo fosse dar errado. Ou imaginavam que a gente repetiria o fiasco do ato que ajudaram a promover na tarde de ontem na Faculdade do Largo São Francisco. E que não juntou nem 100 pessoas.
De qualquer forma é importante que se registre aqui que a relação com a imprensa comercial foi absolutamente respeitosa. Nenhum jornalista teve qualquer dificuldade pra realizar o seu trabalho.
Posso assegurar, porque fiz essa mediação, que todos foram tratados de forma democrática e respeitosa.
Havia gente do Globo, do Estadão, da Folha, da Record, da Veja etc.
Da mesa do participaram representantes da CUT, CTB, CGTB, Nova Central Sindical, MST, Altercom, Barão de Itararé, Sindicato dos Jornalistas, PDT, PCdoB e PSB.
Pelo PSB falou a deputada federal Luiza Erundina. Ela encerrou o encontro e foi a mais aplaudida da noite.
Segue a carta lida pelo Altamiro Borges, em nome do Centro de Estudos Barão de Itararé.
É importante que ela seja divulgada para todos os cantos possíveis.
Pra ter uma idéia de como o evento estava lotado
Diante destas distorções, que mais uma vez mancham a história da imprensa brasileira, é preciso muita calma e serenidade. Não vamos fazer o jogo daqueles que querem tumultuar as eleições e deslegitimar o voto popular, que querem usar imagens da mídia na campanha de um determinado candidato. Esta eleição define o futuro do país e deveria ser pautada pelo debate dos grandes temas nacionais, pela busca de soluções para os graves problemas sociais. Este não é momento de baixarias e extremismos. Para evitar manipulações, alguns esclarecimentos são necessários:
Erundina falou pelo PSB: a mais aplaudida da noite
2. O ato, como já foi dito e repetido – mas, infelizmente, não foi registrado por certos veículos e colunistas –, foi proposto e organizado pelo Centro de Estudos Barão de Itararé, entidade criada em maio passado, que reúne na sua direção, ampla e plural, jornalistas, blogueiros, acadêmicos, veículos progressistas e movimentos sociais que lutam pela democratização da comunicação. Antes mesmo do presidente Lula, no seu legítimo direito, criticar a imprensa “partidarizada” nos comícios de Juiz de Fora e Campinas, o protesto contra o golpismo midiático já estava marcado. Afirmar o contrário, insinuando que o ato foi “orquestrado”, é puro engodo. Tentar partidarizar um protesto dos que discordam da cobertura da imprensa é tentar, isto sim, censurar e negar o direito à livre manifestação, o que fere a própria Constituição. É um gesto autoritário dos que gostam de criticar, mas não aceitam críticas – que se acham acima do Estado de Direito.
3. Esta visão autoritária, contrária aos próprios princípios liberais, fica explícita quando se tenta desqualificar a participação no ato das centrais sindicais e dos movimentos sociais, acusando-os de serem “ligados ao governo”. Ou será que alguns estão com saudades dos tempos da ditadura, quando os lutadores sociais eram perseguidos e proibidos de se manifestar? O movimento social brasileiro tem elevado sua consciência sobre o papel estratégico da mídia. Ele é vítima constante de ataques, que visam criminalizar e satanizar suas lutas. Greves, passeatas, ocupações de terra e outras formas democráticas de pressão são tratadas como “caso de polícia”, relembrando a Velha República. Nada mais justo que critiquem os setores golpistas e antipopulares da velha mídia. Ou será que alguns veículos e até candidatos, que repetem o surrado bordão da “república sindical”, querem o retorno da chamada “ditabranda”, com censura, mortos e desaparecidos? O movimento social sabe que a democracia é vital para o avanço de suas lutas e para conquista de seus direitos. Por isso, está aqui! Ele não se intimida mais diante do terrorismo midiático.
4. Por último, é um absurdo total afirmar que este ato é “contra a imprensa” e visa “silenciar” as denúncias de irregularidades nos governos. Só os ingênuos acreditam nestas mentiras. Muitos de nós somos jornalistas e sempre lutamos contra qualquer tipo de censura (do Estado ou dos donos da mídia), sempre defendemos uma imprensa livre (inclusive da truculência de certas redações). Quem defende golpes e ditaduras, até em tempos recentes, são alguns empresários retrógrados do setor. Quem demite, persegue e censura jornalistas são os mesmos que agora se dizem defensores da “liberdade de imprensa”. Somos contra qualquer tipo de corrupção, que onera os cidadãos, e exigimos apuração rigorosa e punição exemplar dos corruptos e dos corruptores. Mas não somos ingênuos para aceitar um falso moralismo, típico udenismo, que é unilateral no denuncismo, que trata os “amigos da mídia” como santos, que descontextualiza denúncias, que destrói reputações, que desrespeita a própria Constituição, ao insistir na “presunção da culpa”. Não é só o filho da ex-ministra Erenice Guerra que está sob suspeição; outros filhos e filhas, como provou a revista CartaCapital, também mereceriam uma apuração rigorosa e uma cobertura isenta da mídia.
5- Neste ato, não queremos apenas desmascarar o golpismo midiático, o jogo sujo e pesado de um setor da imprensa brasileira. Queremos também contribuir na luta em defesa da democracia. Esta passa, mais do que nunca, pela democratização dos meios de comunicação. Não dá mais para aceitar uma mídia altamente concentrada e perigosamente manipuladora. Ela coloca em risco a própria a democracia. Vários países, inclusive os EUA, adotam medidas para o setor. Não propomos um “controle da mídia”, termo que já foi estigmatizado pelos impérios midiáticos, mas sim que a sociedade possa participar democraticamente na construção de uma comunicação mais democrática e pluralista. Neste sentido, este ato propõe algumas ações concretas:
- Desencadear de imediato uma campanha de solidariedade à revista CartaCapital, que está sendo alvo de investida recente de intimidação. É preciso fortalecer os veículos alternativos no país, que sofrem de inúmeras dificuldades para expressar suas idéias, enquanto os monopólios midiáticos abocanham quase todo o recurso publicitário. Como forma de solidariedade, sugerimos que todos assinemos publicações comprometidas com a democracia e os movimentos sociais, como a Carta Capital, Revista Fórum, Caros Amigos, Retrato do Brasil, Jornal Brasil de Fato, Revista do Brasil, Hora do Povo entre outros; sugerimos também que os movimentos sociais divulguem em seus veículos campanhas massivas de assinaturas destas publicações impressas;
- Solicitar, através de pedidos individuais e coletivos, que a vice-procuradora regional eleitoral, Dra. Sandra Cureau, peça a abertura dos contratos e contas de publicidade de outras empresas de comunicação – Editora Abril, Grupo Folha, Estadão e Organizações Globo –, a exemplo do que fez recentemente com a revista CartaCapital. É urgente uma operação “ficha limpa” na mídia brasileira. Sempre tão preocupadas com o erário público, estas empresas monopolistas não farão qualquer objeção a um pedido da Dra. Sandra Cureau.
- Deflagrar uma campanha nacional em apoio à banda larga, que vise universalizar este direito e melhorar o PNBL recentemente apresentado pelo governo federal. A internet de alta velocidade é um instrumento poderoso de democratização da comunicação, de estimulo à maior diversidade e pluralidade informativas. Ela expressa a verdadeira luta pela “liberdade de expressão” nos dias atuais. Há forte resistência à banda larga para todos, por motivos políticos e econômicos óbvios. Só a pressão social, planejada e intensa, poderá garantir a universalização deste direito humano.
- Apoiar a proposta do jurista Fábio Konder Comparato, encampada pelas entidades do setor e as centrais sindicais, do ingresso de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) por omissão do parlamento na regulamentação dos artigos da Constituição que versam sobre comunicação. Esta é uma justa forma de pressão para exigir que preceitos constitucionais, como o que proíbe o monopólio no setor ou o que estimula a produção independente e regional, deixem de ser letra morta e sejam colocados em prática. Este é um dos caminhos para democratizar a comunicação.
- Redigir um documento, assinado por jornalistas, blogueiros e entidades da sociedade civil, que ajude a esclarecer o que está em jogo nas eleições brasileiras e que o papel da chamada grande imprensa tem jogado neste processo decisivo para o país. Ele deverá ser amplamente divulgado em nossos veículos e será encaminhado à imprensa internacional.
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Baixaria contra Dilma gera “barraco” no serrismo
A Folha Online publica uma matéria da ótima repórter Cátia Seabra dando conta de que a campanha de (mais) baixaria contra Dilma Rousseff por parte da campanha de Serra está causando um “barraco” entre o marqueteiro tucano, Luiz González, e o presidente do partido, Sérgio Guerra.
Guerra quer que os comerciais – que , aliás, ferem a lei ao usar efeitos de computação, como aquele “morphing” que é usado para modificar o rosto das pessoas, e até cachorros da raça rottweiller – sejam exibidos imediatamente.
González diz que submeteu as peças a grupos de pesquisa e a reação foi ruim.
Não são apenas ruins, são abjetas. Usa-se até uma mulher que imita a voz de Dilma, como se imitou a voz de Elba Ramalho e se falsificou uma favela no início da campanha. Queima-se uma revista Veja, como se algo estivesse sendo feito contra ela.
As peças são puro terrorismo, e já estão sendo divulgadas pela mídia, como faz a revista Época.
O martelo – ou a marreta, no caso – está nas mãos do próprio Serra.
Guerra quer que os comerciais – que , aliás, ferem a lei ao usar efeitos de computação, como aquele “morphing” que é usado para modificar o rosto das pessoas, e até cachorros da raça rottweiller – sejam exibidos imediatamente.
González diz que submeteu as peças a grupos de pesquisa e a reação foi ruim.
As peças são puro terrorismo, e já estão sendo divulgadas pela mídia, como faz a revista Época.
O martelo – ou a marreta, no caso – está nas mãos do próprio Serra.
Petrobras capta R$ 120 bi e vira segunda maior petroleira do mundo
"Nunca na história desse PLANETA", se fez tamanha capitalização . E não foi a Petrobrax. Foi a PETROBRAS. _____________________
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