Depois de derrotar o Palmeiras, e faltando apenas uma rodada, na qual enfrentará em casa o rebaixado Guarani, o Fluminense do campeoníssimo Muricy está com a mão no título.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Lula quer que o Jobim seja o Marechal Lott da Dilma
Saiu no O Globo, página 4:
“Convencida por Lula, presidente eleita se reune com Jobim. Dilma já considera possível mantê-lo no Ministério da Defesa.”
“Lula tem dito a Dilma que Jobim é fundamental para evitar crise numa área delicada.”

Jobim produziu uma babá eletrônica e demitiu o grande brasileiro Paulo Lacerda.
Jobim substituiu o grande brasileiro Waldyr Pires e, ao assumir o Ministério da Defesa, foi grosseiro e anti-republicano.
O Marechal Lott foi quem deu posse a Juscelino.
Foi quem garantiu o mandato de Juscelino.
E se impôs como candidato à sucessão de Juscelino.
Lula quer enfraquecer a presidente eleita ao colocar a Espada do Lott atrás da porta do gabinete da Dilma.
A Dilma não é uma presidente fraca.
Ela não se elegeu com menos de 50% dos votos, como o JK.
Ao contrário.
Ela teve 56% num segundo turno em que derrotou José Serra, o Papa, o PiG e a Treva.
A Dilma não precisa do Lott.
Paulo Henrique Amorim
“Convencida por Lula, presidente eleita se reune com Jobim. Dilma já considera possível mantê-lo no Ministério da Defesa.”
“Lula tem dito a Dilma que Jobim é fundamental para evitar crise numa área delicada.”
Jobim é o ministro Serrista do Lula.
Jobim detonou o plano de defesa dos direitos humanos e a revogação da Lei da Anistia.Jobim produziu uma babá eletrônica e demitiu o grande brasileiro Paulo Lacerda.
Jobim substituiu o grande brasileiro Waldyr Pires e, ao assumir o Ministério da Defesa, foi grosseiro e anti-republicano.
O Marechal Lott foi quem deu posse a Juscelino.
Foi quem garantiu o mandato de Juscelino.
E se impôs como candidato à sucessão de Juscelino.
Lula quer enfraquecer a presidente eleita ao colocar a Espada do Lott atrás da porta do gabinete da Dilma.
A Dilma não é uma presidente fraca.
Ela não se elegeu com menos de 50% dos votos, como o JK.
Ao contrário.
Ela teve 56% num segundo turno em que derrotou José Serra, o Papa, o PiG e a Treva.
A Dilma não precisa do Lott.
Paulo Henrique Amorim
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Vitória arrasadora do Rio no Alemão cria constrangimento
PHA ordinário blogueiro entrevista Fuzileiros Navais.
A retomada do território do Alemão pelas forças da Lei durou das 8h da manhã às 9h30 da manhã deste domingo.
Foram cerca de 1200 homens e carros anfíbios, blindados, e helicópteros numa ação coordenada pelo exemplar policial federal José Mariano Beltrame, Secretário de Segurança do Rio.
Os traficantes tinham fugido da Vila Cruzeiro para o Alemão.
As 44 saídas do Alemão foram fechadas.
Os traficantes ficaram presos lá dentro.
E as forças do delegado Beltrame, aos poucos, identificarão os criminosos e as áreas em que armazenavam drogas e armamento.
Este ordinário blogueiro entrevistou Beltrame para o Domingo Espetacular, e ele informou que tropas federais manterão a ocupação do Alemão e da Vila Cruzeiro até que novos policiais militares sejam formados e possam instalar as UPPs.
Nunca dantes na história deste país houve uma ação tão extensa, maciça e fulminantemente eficaz quanto esta no Rio de Janeiro.
A vitória de Sérgio Cabral e Beltrame cria inevitáveis constrangimentos.
Mostra, de forma escancarada, que nenhum governante pode mais fechar os olhos, sentar em cima das mãos, conciliar, ou fazer acordo secreto com o crime organizado.
O Rio de Janeiro era e é uma área de forte consumo e tráfico de droga.
Mas não é a única.
E um dia e, um dia, a casa cai.
O crime organizado vai para a rua, queima ônibus, atira em postos da polícia, tranca ruas e cospe na cara do governante.
Sérgio Cabral e Beltrame demonstraram que é possível enfrentar o crime organizado.
Só não enfrenta quem fez acordo com ele ou dele tem medo.
Paulo Henrique Amorim
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O controle do Complexo do Alemão é um exemplo de integração policial
Estão na Vila Cruzeiro e na entrada do Alemão, neste momento, carros anfíbios da Marinha, Caveirões da polícia do Rio, Fuzileiros Navais, policiais federais, policiais civis e militares do Rio, soldados do Exército e, imagina-se, um contingente de agentes de inteligência das diversas forças.
A tomada de controle do Complexo do Alemão demonstra muito mais do que a eficácia de uma política centrada na construção de Unidades Policiais Pacificadoras.
O tráfico fugiu das UPPs, reagiu e passou a ser combatido de forma maciça.
O governador Sérgio Cabral e o secretário de Segurança José Maria Beltrame conseguiram, primeiro, integrar as polícias do Rio.
Não é coisa fácil.
O amigo navegante se lembra das cenas de guerra civil em frente ao Palácio do Padim Pade Cerra que se transformaram as divergências entre as polícias Civil e Militar da Chuíça.
O segundo trabalho político de Cabral e Beltrame foi criar as condições morais e técnicas para ter direito à participação de contingentes da Marinha e Exército.
O tráfico não vai acabar.
Sempre haverá o consumidor.
Mas, quando os policiais do Rio de Janeiro cruzaram as ruas estreitas da Vila Cruzeiro e, enfim, chegaram ao topo do morro, ficou estabelecido que o cidadão tinha recuperado uma boa parte de seus direitos.
Direito à Educação, à Saúde, ao Comércio e à Paz.
Quando o secretário Beltrame começou a ofensiva para re-instalar o poder do Estado nas favelas do Rio, a classe média, os ricos, e as Organizações (?) Globo ficaram contra.
Com o argumento hipócrita de que haveria sangue e abusos, escondiam um outro temor, mais profundo.
O temor de que as favelas se tornassem bairros em que cidadãos pobres pudessem viver com dignidade.
E o que a classe média, os ricos e as Organizações (?) Globo mais queriam e querem é a Sowetização do Rio e do Brasil.
O que eles querem é o Carlos Lacerda.
Cabral e Beltrame fizeram o funeral do Lacerda no alto da Vila Cruzeiro.
Aleluia !
Paulo Henrique Amorim
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A tomada de controle do Complexo do Alemão demonstra muito mais do que a eficácia de uma política centrada na construção de Unidades Policiais Pacificadoras.
O tráfico fugiu das UPPs, reagiu e passou a ser combatido de forma maciça.
O governador Sérgio Cabral e o secretário de Segurança José Maria Beltrame conseguiram, primeiro, integrar as polícias do Rio.
Não é coisa fácil.
O amigo navegante se lembra das cenas de guerra civil em frente ao Palácio do Padim Pade Cerra que se transformaram as divergências entre as polícias Civil e Militar da Chuíça.
O segundo trabalho político de Cabral e Beltrame foi criar as condições morais e técnicas para ter direito à participação de contingentes da Marinha e Exército.
O tráfico não vai acabar.
Sempre haverá o consumidor.
Mas, quando os policiais do Rio de Janeiro cruzaram as ruas estreitas da Vila Cruzeiro e, enfim, chegaram ao topo do morro, ficou estabelecido que o cidadão tinha recuperado uma boa parte de seus direitos.
Direito à Educação, à Saúde, ao Comércio e à Paz.
Quando o secretário Beltrame começou a ofensiva para re-instalar o poder do Estado nas favelas do Rio, a classe média, os ricos, e as Organizações (?) Globo ficaram contra.
Com o argumento hipócrita de que haveria sangue e abusos, escondiam um outro temor, mais profundo.
O temor de que as favelas se tornassem bairros em que cidadãos pobres pudessem viver com dignidade.
E o que a classe média, os ricos e as Organizações (?) Globo mais queriam e querem é a Sowetização do Rio e do Brasil.
O que eles querem é o Carlos Lacerda.
Cabral e Beltrame fizeram o funeral do Lacerda no alto da Vila Cruzeiro.
Aleluia !
Paulo Henrique Amorim
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SIM, PODEMOS!!!
Se o Estadão pode apoiar explicitamente um político, como fez ao declarar voto em José Serra durante a recente campanha eleitoral, blogueiros também podem.
Há milhões de coisas a dizer sobre a entrevista coletiva que o presidente Lula concedeu aos auto-proclamados blogueiros progressistas. Antes, porém, há que abordar os ataques da grande imprensa a eles.
Diante das críticas a esses setores da imprensa que permearam tal entrevista coletiva, esse colegiado de impérios de comunicação passou recibo do fato de que surgiu um ente capaz de se contrapor ao seu engajamento político na oposição partidária ao governo federal.
Essa grande imprensa que teve que ficar do lado de fora do Palácio do Planalto enquanto acontecia uma entrevista coletiva do presidente da República a simples blogueiros – alguns sem formação jornalística, como este que escreve –, não hesitou e partiu furiosamente para o ataque contra eles.
[Leia Mais...]
Há milhões de coisas a dizer sobre a entrevista coletiva que o presidente Lula concedeu aos auto-proclamados blogueiros progressistas. Antes, porém, há que abordar os ataques da grande imprensa a eles.
Diante das críticas a esses setores da imprensa que permearam tal entrevista coletiva, esse colegiado de impérios de comunicação passou recibo do fato de que surgiu um ente capaz de se contrapor ao seu engajamento político na oposição partidária ao governo federal.
Essa grande imprensa que teve que ficar do lado de fora do Palácio do Planalto enquanto acontecia uma entrevista coletiva do presidente da República a simples blogueiros – alguns sem formação jornalística, como este que escreve –, não hesitou e partiu furiosamente para o ataque contra eles.
[Leia Mais...]
ATÉ QUE ENFIM
Programa "Casseta & Planeta" vai acabar no ano que vem
O decadente e pseudo- humorístico "Casseta & Planeta" (Globo) finalmente vai acabar.
A produção da atração confirmou que o programa deixará de ser exibido em 2011.
O "Casseta & Planeta" está há quase 20 anos na grade da emissora.
O último programa vai ao ar no dia 21 de dezembro.
A emissora informou, via assessoria, que "o grupo sentiu necessidade de pensar em um novo formato e pediu à Globo para esticar o período de férias e trabalhar nisso, pois os compromissos de um programa semanal no ar comprometem essa tarefa." A Globo informa ainda que "espera novidades para o segundo semestre de 2011".
Nos últimos meses, o humorístico vinha amargando uma das piores audiências da década, chegando a registrar médias na casa dos 20 pontos de audiência (cada ponto corresponde a 60 mil domicílios na Grande SP). Há dois anos, o programa registrava 30 pontos de média.
A informação é de que apesar do fim do programa, o grupo não vai se separar e já pensa em outro projeto para a TV.
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O decadente e pseudo- humorístico "Casseta & Planeta" (Globo) finalmente vai acabar.
A produção da atração confirmou que o programa deixará de ser exibido em 2011.
O "Casseta & Planeta" está há quase 20 anos na grade da emissora.
O último programa vai ao ar no dia 21 de dezembro.
A emissora informou, via assessoria, que "o grupo sentiu necessidade de pensar em um novo formato e pediu à Globo para esticar o período de férias e trabalhar nisso, pois os compromissos de um programa semanal no ar comprometem essa tarefa." A Globo informa ainda que "espera novidades para o segundo semestre de 2011".
Nos últimos meses, o humorístico vinha amargando uma das piores audiências da década, chegando a registrar médias na casa dos 20 pontos de audiência (cada ponto corresponde a 60 mil domicílios na Grande SP). Há dois anos, o programa registrava 30 pontos de média.
A informação é de que apesar do fim do programa, o grupo não vai se separar e já pensa em outro projeto para a TV.
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RIO é agora
Beltrame botou o tráfico para correr.
O delegado Beltrame ganhou a batalha.
Ele não acabou com o tráfico nem com o crime organizado no Rio – o que é impossível.
Mas, ele botou o tráfico para correr.
E as milícias também correram, apesar do apoio que elas deram, nas eleições, ao Marcelo Lunus Itagiba, braço direito e esquerdo do Padim Pade Cerra.
Beltrame ganhou a batalha porque pôs para funcionar a ideia que o governador Sérgio Cabral trouxe da Colômbia: as Unidades Policiais Pacificadoras.
Beltrame expulsou os traficantes das favelas.
Pôs para correr.
E quando os traficantes reagiram, ele foi para cima dos traficantes, com a ajuda do Presidente Lula.
O tráfico no Rio perdeu espaço, está desarticulado.
Assim como as milícias, uma etapa superior da organização do crime.
Clique aqui para ler interessante artigo de Claudio Beato, na pág. 3 da Folha:
Beltrame ganhou a principal batalha, que foi o conceito: re-instalar o Estado na área criminosa.
O Estado tem que governar.
Com a fuga dos traficantes e a re-ocupação do espaço criminoso, surgirão problemas sérios.
Para onde vão os traficantes foragidos ?
Numa entrevista à RecordNews, o senador Marcelo Crivella chamou a atenção deste ordinário blogueiro para o deslocamento dos traficantes das favelas ocupadas pelas UPPs para cidades próximas ao Rio.
Beltrame vai ter que ir atrás deles lá, também.
Como desarticulou as milícias fora do Rio.
(Será essa a razão para o Marcelo Lunus Itagiba não se re-eleger deputado federal ?)
Também muito importante: a relação republicana que Sérgio Cabral manteve com Beltrame.
Não há no Governo Sérgio Cabral nomeação política de chefe de delegacia ou de comando da Polícia Militar.
E a população do Rio gosta do trabalho do Beltrame.
O que ajudou a re-eleger Sérgio Cabral.
Beltrame também vai atrás de criminoso do colarinho branco.
E aí, de novo, ele esbarra em interesses políticos que começam a se afligir com a ação destemida do Secretário de Segurança do Rio.
Dilma já disse que vai ampliar o conceito de UPPS pelo Brasil afora.
Dilma poderia devolver à Polícia Federal a característica republicana, que se foi para Portugal, no avião com Paulo Lacerda.
(Uma das – poucas – páginas cinzentas do Governo Lula.)
O substituto de Lacerda, Luiz Fernando Corrêa, foge de crime do colarinho branco como foge do áudio grampo.
E se dedica a perseguir o ínclito delegado Protógenes Queiroz.
Clique aqui para ler “Delegados federais aplaudem Mercadante quando elogia Protógenes – frente do Corrêa ”.
Já ouvi dizer que a Dilma vai nomear o Ministro da Justiça e o Diretor Geral da Polícia Federal.
Ou seja, o Ministro da Justiça NÃO vai nomear o DG da Polícia Federal.
É da cota dela.
Foi o que fez o Dr Tancredo.
Quando chamou o sábio Fernando Lyra para Ministro da Justiça já disse, ali, no ato, quem ia ser o DG da Polícia Federal.
O Diretor Geral da Policia Federal é importante para combater o crime.
Mas, o DG da Polícia Federal também pode chantagear, constranger o Presidente da República.
O Fernando Henrique Cardoso poderia dar um bom depoimento sobre isso, numa das suas 674 entrevistas semanais ao PiG.
Não há notícia de que Beltrame tenha constrangido o Governador do Rio.
Nem tenha ameaçado à la Henrique Meirelles, o novo entrevistado de prateleira do PiG : só fico com autonomia !
Beltrame hoje representa o policial de que os cidadãos se orgulham.
Como foi Paulo Lacerda.
Em tempo: sobre a cobertura do PiG paulista à caça aos traficantes no Rio.
O amigo navegante poderia responder às seguintes perguntas, por favor ?
Onde se consome mais automóvel ? No Rio ou em São Paulo ?
Onde se consome mais pizza aos domingos ? No Rio ou em São Paulo ?
Onde se consome mais camisinha nos fins de semana ? No Rio ou em São Paulo ?
E onde se consome mais cocaína ?
No Rio, dirão os membros do PiG.
Em São Paulo, por esse raciocínio, ninguém consome crack nem cocaína.
Da mesma forma que nenhuma tucana de São Paulo fez ou fará aborto.
Por isso, não há traficantes nem cenas de “guerra” em São Paulo.
É uma área santificada, uma gigantesca Cidade do Vaticano, governada pelo Padroeiro de Aparecida, com as bênçãos do Padim Pade Cerra.
É assim, amigo navegante ?
Não.
É porque, no Rio, o Cabral e o Beltrame combatem o tráfico.
Em São Paulo, o tráfico se consorciou com o Estado.
Como diz o especialista na matéria, o traficante colombiano Abadía, a melhor maneira de acabar com o tráfico em São Paulo é fechar a delegacia que combate o tráfico, o Denarc.
Por isso, São Paulo não tem caveirão nem UPP.
Paulo Henrique Amorim
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Não Quer Calar
Helenilson Pontes, o tributarista "paraguaio" de SantarémNo Blog Franssinete
Se o governo atual e o futuro concordam que a Aços Laminados do Pará, investimento de R$6 bilhões da Vale em Marabá, é bom para o Pará - e isto foi dito durante a campanha -, a pergunta que não quer calar é: por que agora o vice de Simão Jatene, Helenilson Pontes, está liderando movimento na Alepa para dificultar o diferimento tributário (tratamento especial para os impostos) da Alpa?
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Paulo Bernardo deve ser o ministro das Comunicações
Paulo Bernardo, ministro da Dilma e, não, da Globo.
Teletime
Paulo Bernardo, atual ministro do Planejamento, deve ser o novo ministro das Comunicações do governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo apurou este noticiário, Bernardo já trabalha para se inteirar dos temas da pasta e teria aceito o cargo dentro da perspectiva de que o Minicom será, no próximo governo, um ministério importante, responsável pelo Plano Nacional de Banda Larga, pela recuperação dos Correios (que voltarão a ter gestão técnica e não devem mais ser objeto de negociação política com a base do governo), Telebrás recuperada e operante, por fim, responsável pelas (complicadas) negociações para a Lei de Comunicação Eletrônica. Vale lembrar que Paulo Bernardo esteve à frente da intervenção nos Correios realizadas depois da saída da ex-ministra Erenice Guerra.
Segundo fontes de alto escalão do governo, Paulo Bernardo só não ficará com as Comunicações se tiver que ser escalado para uma função mais importante. Nesse caso, a Casa Civil, que estaria definida em favor de Antônio Palocci.
Esta semana, Paulo Bernardo foi formalmente confirmado para compor o ministério de Dilma, mas não se informou qual seria a pasta. Casa Civil, Comunicações e Cidades estavam entre as possibilidades.
O Ministério das Comunicações deve ter seu papel de formulador de políticas na área de telecomunicações e radiodifusão recuperado, com secretarias fortes e atuantes em todos os setores. Deve ser criada, inclusive, uma secretaria de inclusão digital.
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Cloaca derrota José Serra. De novo
Em editorial de capa, o jornal O Globo alertou: “Como já ensinaram Colômbia e Itália, quadrilhas acuadas respondem com técnicas de terror”.
O jornal levou a opinião ao pé da letra e, na mesma capa, respondeu com terror à entrevista do presidente Lula aos blogueiros.
Sob o título de No reino da lulosfera, escreveu: “Estava presente o blog Cloaca News, que diz publicar ‘as últimas do jornalismo de esgoto e dos coliformes fecais da imprensa golpista’”.
O Cloaca, apenas para relembrá-los, foi o autor do furo de reportagem sobre Ali Kamel, o pornoator (nenhuma relação com diretor de Jornalismo de mesmo nome).
Na página 13, o Cloaca derrotou José Serra. De novo.
Manchete de ponta a ponta: Lula recebe Cloaca e outros amigos no Planalto.
Abaixo da dobra:
Serra alerta sobre ‘herança adversa’.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Dói o fígado de “O Globo”
De braços dados com a ditadura: a família Marinho sempre escolheu um lado.
Rodrigo Vianna
O jornal da família Marinho publicou chamada na capa sobre a entrevista de Lula aos blogueiros.
E, numa página interna, estampou matéria de alto de página sobre a coletiva no Palácio do Planalto. O objetivo, evidentemente, era esculhambar os blogueiros e o presidente da República.
Achei muito engraçado: a turma de Ali Kamel está perdida. Passar recibo dessa forma a meia dúzia de blogueiros? Isso mostra o que? Que eles temem a blogosfera. Já não falam sozinhas. O fígado dos que dirigem as “Organizações Globo” dói por dois motivos:
- já não formam opinião como antes, e não decidem eleição (por mais que eu seja o primeiro a reconhecer que a velha mídia segue a concentrar algum poder; erra quem menospreza esse poder hoje cadente);
- já não falam sozinhos no Brasil.
Alguns amigos escreveram pra perguntar se não seria necessária uma “resposta” a “O Globo”. Outro bom amigo, o Beto Pandini, ligou logo cedo pra avisar: “você não pode deixar de ler O Globo, a cobertura deles sobre a entrevista com Lula é de rolar de rir”.
Concordo com o Beto. É engraçado”O Globo” chamar os blogueiros de “chapa-branca”.
He, he.
As “Organizações Globo” cresceram sob a ditadura, de braços dados com os militares. Depois, nomearam ACM para Ministro das Comunicações de Sarney. Na sequência, elegeram Collor. E ajudaram o país a vender suas estatais na era FHC. Essa é a história da Globo e de “O Globo”. Conheço bem, até porque lá trabalhei por 12 anos.
A história é autoexplicativa.
Globo, Folha, Abril e outros estão esperneando contra os blogueiros. É o ódio de quem já não pode ditar os rumos do país, sentado na varanda da Casa-Grande – esse tempo se foi. Ódio a Lula, ódio à mudança. Sentem ódio do país que, pouco a pouco, se torna mais democrático.
Leia a matéria completa »
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Franklin Martins diz que é preciso refundar o Ministério das Comunicações
Hélio Globo, o último ministro do afundamento das Comunicações.
O ministro chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo federal, Franklin Martins, afirmou nesta quarta-feira que o Ministério das Comunicações precisa ser refundado e abarcar as discussões sobre o marco regulatório da mídia e todos os temas de convergência digital que deverão ser discutidos no governo de Dilma Rousseff.
Franklin Martins: “Eu faço parte de um governo que garantiu a liberdade de imprensa o tempo todo, mesmo apanhando muito”
Martins participou nesta manhã de um seminário sobre liberdade de imprensa no Brasil, promovido pela TV Cultura de São Paulo, e disse que o governo Lula “ficou devendo muito” na área de Comunicação Social, não avançando nas discussões pertinentes ao setor. O ministro afirmou que o Ministério das Comunicações, que até o ano passado foi gerido pelo peemedebista Hélio Costa, precisa de “transformações sérias” que modernizem as discussões sobre futuro do setor.
“O Ministério das Comunicações precisa passar pelo mesmo processo do Ministério das Minas e Energia no primeiro mandato do presidente Lula. Se o governo não tivesse refundado o Ministério das Minas e Energia, dando condições de planejar, acompanhar, estudar e elaborar políticas públicas, nós teríamos tido uma sucessão de apagões no País. E não haveria tranquilidade jurídica, não haveria segurança jurídica para que tivesse investimentos do porte das hidrelétricas que estamos tendo hoje no País”, disse o ministro.
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Mercadante elogia Protógenes e delegados aplaudem
Mazloum e Correa: o perseguido é o mesmo.
O Senador Aloizio Mercadante recebeu ontem, em Brasília, na Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, a “Medalha Tiradentes”.
Estavam presentes o ministro José Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, Romeu Tuma Júnior, que foi receber uma homenagem ao pai, e aquele que até hoje não achou o áudio do grampo, o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Correa.
Clique aqui para ler “Lula diz que Polícia Federal conclui investigação sobre Daniel Dantas ainda no mandato dele”.
A “Medalha Tiradentes” é a honra máxima que os delegados conferem a um homem público.
Mercadante disse que a Polícia Federal tem que ser uma polícia de Estado.
Uma polícia que não persegue e nem protege.
Disse que no Governo Lula teve mais autonomia e mais recursos.
A certa altura, Mercadante observou que não podia deixar de citar o delegado Protógenes Queiroz, que ali estava.
E que, como delegado, sempre se motivou pela defesa do interesse público.
Mercadante observou que não pode aceitar a perseguição de que o delegado foi vítima, desde que prendeu Daniel Dantas duas vezes.
É provável que, ao falar da perseguição, Mercadante se referisse a recente condenação pelo juiz Ali Mazloum, que deve o exercício da Magistratura, a uma decisão do ex-Supremo Presidente do Supremo, Gilmar Dantas (*).
(Cabe lembrar que outro objeto de uma decisão de Gilmar Dantas (*), o doutor Roger Abdelmassih, está solto e condenado a 278 anos de prisão).
Mercadante poderia ter observado que o ali presente doutor Correa não tem tempo de prender criminoso do colarinho branco, porque se dedica a perserguir o delegado Protógenes Queiroz.
Ao falar em Protógenes Queiroz, Mercadante foi entusiasticamente aplaudido pelos delegados federais, colegas do ínclito delegado Protógenes Queiroz.
O Conversa Afiada lamenta que o também ínclito delegado Paulo Lacerda, que iniciou a Operação Satiagraha, também não tenha sido homenageado.
Paulo Henrique Amorim
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O GRITO DE SERRA
Com o desemprego nas regiões metropolitanas brasileiras atingindo o menor nível da série histórica do IBGE em outubro: 6,1%, contra 11,7% em 2002.
Em várias capitais a taxa já se aproxima do pleno emprego, com índices de desocupação abaixo de 5%.
Ontem, em Brasília, o derrotado, José Serra, em pleno controle de suas faculdades mentais, disse:
"Lula deixa herança adversa ao país".
(SIC!)
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Para ex-Bope, UPP funciona e Rio vive "agora ou nunca"
No Terra Magazine
O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e roteirista dos dois filmes Tropa de Elite, Rodrigo Pimentel diz que o Rio de Janeiro passa por um momento de "agora ou nunca" na reação à onda de violência dos últimos dias.
"É um momento único na história do Rio de Janeiro", diz otimista.
Crítico da repressão violenta ao tráfico, ele defende as invasões de favelas e policiamento nas ruas que foram intensificadas desde os ataques que começaram no domingo (21).
Pimentel reforça a declaração do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, para quem os ataques são uma reação de traficantes ao processo chamado de pacificação das favelas. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) se instalaram de forma permanente em favelas da capital carioca e, para Pimentel, diminuíram o poder do tráfico.
Um dos autores do livro Elite da Tropa, Pimentel e sua experiência no Bope inspiraram a criação do personagem capitão Nascimento, dos filmes. Lembrando de sua atuação na polícia, ele ressalta:
- Quando eu era da polícia, eu tinha a nítida sensação de estar enxugando uma pedra de gelo. Eu nunca fui otimista em 12 anos de polícia e hoje eu sou otimista... Se isso aí não fizesse parte de um pacote mais completo de segurança, eu diria que é a repetição de um ciclo que a gente já conhece. Mas não é isso.
Leia a entrevista na íntegra.
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O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e roteirista dos dois filmes Tropa de Elite, Rodrigo Pimentel diz que o Rio de Janeiro passa por um momento de "agora ou nunca" na reação à onda de violência dos últimos dias.
"É um momento único na história do Rio de Janeiro", diz otimista.
Crítico da repressão violenta ao tráfico, ele defende as invasões de favelas e policiamento nas ruas que foram intensificadas desde os ataques que começaram no domingo (21).
Pimentel reforça a declaração do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, para quem os ataques são uma reação de traficantes ao processo chamado de pacificação das favelas. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) se instalaram de forma permanente em favelas da capital carioca e, para Pimentel, diminuíram o poder do tráfico.
Um dos autores do livro Elite da Tropa, Pimentel e sua experiência no Bope inspiraram a criação do personagem capitão Nascimento, dos filmes. Lembrando de sua atuação na polícia, ele ressalta:
- Quando eu era da polícia, eu tinha a nítida sensação de estar enxugando uma pedra de gelo. Eu nunca fui otimista em 12 anos de polícia e hoje eu sou otimista... Se isso aí não fizesse parte de um pacote mais completo de segurança, eu diria que é a repetição de um ciclo que a gente já conhece. Mas não é isso.
Leia a entrevista na íntegra.
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Entrevista de Lula aos blogueiros causa ciúmes no PiG e seus bobos da corte
Lula deu uma entrevista histórica a alguns blogueiros assumidamente de esquerda que, assim como eu, ajudaram a furar o bloqueio do PiG (Partido da imprensa Golpista) a favor do candidato da extrema-direita, o Zé Aborto.
Essa atitude do nosso Presidente da República, obviamente, causou profunda irritação nos donos do PiG e seus mordomos da blogosfera.
O panfleto tucano Folha de S.Paulo reclamou e causou estranheza na Secretaria de Imprensa da Presidência da República ao questionar sobre quando “exatamente os blogueiros pediram a entrevista com o presidente Lula e quando tiveram a resposta positiva. “Uma pergunta inédita.
O Presidente já concedeu 960 entrevistas à imprensa ao longo dos dois mandatos. A Folha nunca teve a mesma curiosidade em relação a outras entrevistas do Presidente”, diz o Blog do Planalto.
Outro que ficou putinho da vida foi o pseudo-jornalista e dublê de DJ do Senado Ricardo Noblat, o Walter Mercado do panfletarismo anti-esquerda.
Em seu blog, ele afirmou de maneira maliciosa que "avesso a entrevistas, presidente abre agenda para blogueiros chapas-brancas no palácio".
Justo ele, o chapa-branquíssima do PIG, tingido a profissional isento e imparcial que ainda engana meia dúzia de neonazistas e membros da Opus Dei.

Também ficou nervosinho com o fato o bobo da corte neoliberal Marcelo Tas, o ET de Varginha, o qual insinuou de maneira grosseira que a entrevista foi "um stand-up de Lula para claque de simpatizantes", sendo que em seguida entrega o ouro e demonstra o motivo de seu veneno: "Uma grande chance perdida, 'cumpanhero'".

O bobo da corte, sem querer, deixou claro o motivo de tanto ódio e revolta desse pessoal: o candidato deles, o Zé Bolinha de Papel, levou um pé na bunda da maioria da população do Brasil e, por causa disso, eles perderam a chance de serem convidados ao Planalto para entrevistá-lo!
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Essa atitude do nosso Presidente da República, obviamente, causou profunda irritação nos donos do PiG e seus mordomos da blogosfera.
O panfleto tucano Folha de S.Paulo reclamou e causou estranheza na Secretaria de Imprensa da Presidência da República ao questionar sobre quando “exatamente os blogueiros pediram a entrevista com o presidente Lula e quando tiveram a resposta positiva. “Uma pergunta inédita.
O Presidente já concedeu 960 entrevistas à imprensa ao longo dos dois mandatos. A Folha nunca teve a mesma curiosidade em relação a outras entrevistas do Presidente”, diz o Blog do Planalto.
Outro que ficou putinho da vida foi o pseudo-jornalista e dublê de DJ do Senado Ricardo Noblat, o Walter Mercado do panfletarismo anti-esquerda.
Em seu blog, ele afirmou de maneira maliciosa que "avesso a entrevistas, presidente abre agenda para blogueiros chapas-brancas no palácio".
Justo ele, o chapa-branquíssima do PIG, tingido a profissional isento e imparcial que ainda engana meia dúzia de neonazistas e membros da Opus Dei.

Também ficou nervosinho com o fato o bobo da corte neoliberal Marcelo Tas, o ET de Varginha, o qual insinuou de maneira grosseira que a entrevista foi "um stand-up de Lula para claque de simpatizantes", sendo que em seguida entrega o ouro e demonstra o motivo de seu veneno: "Uma grande chance perdida, 'cumpanhero'".

O bobo da corte, sem querer, deixou claro o motivo de tanto ódio e revolta desse pessoal: o candidato deles, o Zé Bolinha de Papel, levou um pé na bunda da maioria da população do Brasil e, por causa disso, eles perderam a chance de serem convidados ao Planalto para entrevistá-lo!
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