quarta-feira, 3 de julho de 2019

COMENTÁRIO DO DIA: OS MELHORES MOMENTOS DO MORO NA CÂMERA


Moro ia encanar Monica Bergamo! Fazer o que fez com o 
Eduardo Guimarães....
Do Painel da Fel-lha:
(...) Por pouco Na oitiva na Câmara, nesta terça (2), o ex-juiz disse que nunca processou jornalistas. 
Mensagens enviadas por fonte anônima ao The Intercept e analisadas pela Folha e pelo site mostram 
que ele quase subverteu as próprias regras em 2017, após a colunista Mônica Bergamo publicar 
acusações feitas por Rodrigo Tacla Duran à Lava Jato.
Por pouco 2 “Ridículo”, escreveu o então juiz a Deltan Dallagnol. “Estou pensando em entrar com 
ação por danos morais contra ela.” Não entrou. (...)
Em tempo: vale a pena rever como esse incansável defensor da liberdade de imprensa submeteu o 
blogueiro sujo Eduardo Guimarães à tecnica da "condução coercitiva"; a mesma técnica a que sua 
notória assessora, a delegada Marena, que deu início ao processo que levou ao suicídio do reitor 
Cancelier, submete o ansioso blogueiro, com a notável colaboração daquele que deve ser um 
excelente cantor de chuveiro, conhecido entre os delatores da Lava Jato como Freddy Mercury 
PHA

BNDES E PULHOCCI, AS NOVAS FAKES NEWS DA BOLSONADA


No mês passado o então presidente do BNDES, Joaquim Levy, foi demitido pelo Jair Bolsonaro
(PSL). Poderia ter sido uma desavença pontual em relação aos “rumos” da política de investimentos 
do banco público. Poderia, mas não. O ex-agente do sistema financeiro caiu porque se recusou a 
forjar provas na instituição contra o PT, partido dos ex-presidentes Lula e Dilma.
Dito isso, a velha mídia golpista ficou no cio nesta terça-feira (2) com o depoimento do ex-ministro 
da Fazenda Antônio Palocci na CPI do BNDES. Delator na Lava Jato, cuja narrativa é contra seu ex-
partido, o PT, ele repetiu o que os procuradores de Curitiba gostam de ouvir: os empréstimos a 
empresas como JBS e Odebrecht eram cedidos em troca de recursos de campanha para petistas em 
campanhas majoritárias e proporcionais.
Mentira ou verdade nesses tempos de fake news pouco importa para os jornalões alinhados à 
dilapidação do patrimônio público (vide o caso das criminosas privatizações e da reforma da 
previdência). Em época de Lava Jato e de pós-verdade, quando a versão é mais importante do que os 
fatos, o depoimento de Palocci a portas fechadas caiu como uma luva.
A delação de Palocci poderia ser retratada a qualquer momento, caso ele desse uma nova versão aos 
supostos empréstimos do BNDES nos governos petistas. A consequência seria sua volta à prisão. Ou 
seja, o depoimento de ontem ocorreu sob signo do vício da falta de vontade.
Palocci jurou que teria repetido à CPI, segundo os jornalões, os anexos da delação em poder da 
Procuradoria-Geral da República que versam sobre o “pagamentos de vantagens indevidas ao Partido 
dos Trabalhadores, intermediado por Paulo Bernardo , no valor de R$ 64 milhões de reais, em razão 
do auxílio político concedido à empresa Odebrecht, no tocante ao aumento de linha de crédito junto 
ao BNDES para atuação da empresa nos empreendimentos existentes em Angola”.
Note o caríssimo leitor que o depoimento de Palocci só ganhou relevância para abafar o chocolate 
que o ministro Sérgio Moro levou na CCJ da Câmara. Durante mais de 7 horas, o ex-juiz da Lava 
Jato “apanhou” como gente grande. Até foi chamado de “juiz ladrão” pelo deputado Glauber Braga 
(PSOL-RJ). Moro aproveitou a confusão para fugir da sessão.

VIDEOS BOZO SHOW!! Veja o VÍDEO de humorista que o Instagram censurou por considerar falta de respeito a Bolsonaro



VÍDEO: Em base aérea de SP, soldado da Aeronáutica chama 
FAB de “Força Aérea da Biqueira”

VÍDEO: O momento em que Glauber Braga chama Moro pelo 
nome: “juiz ladrão”
O dia em que Moro, sentado no banco dos réus, ouviu: “O 
senhor ou sua esposa têm conta no exterior”
Contarato desmoralizou Moro e sofre ameaça de morte

Bolsonaro vaiado, Moro "juiz ladrão"; o país virou


O 2 de julho da independência da Bahia passa a ser, quase 200 anos depois, a data do início da 
virada do Brasil; depois do mergulho no tempo sombrio do ódio e da extrema-direita, o país 
parece acordar: Bolsonaro foi alvo de uma estrondosa vaia no MIneirão, enquanto Moro foi 
massacrado em audiência na Câmara e pela imprensa internacional
247 - O Brasil acordou diferente nesta quarta-feira, sob o impacto de outro 2 de julho histórico.
Quase 200 anos depois da Independência da Bahia, a terça-feira 2 de julho de 2019 marca a virada, o 
grito de independência depois do tempo sombrio do ódio e da extrema-direita: Bolsonaro foi alvo de 
uma estrondosa vaia no Mineirão, foi chamado de "traidor", aos gritos, por delegados no Congresso 
Nacional, enquanto Sérgio Moro era chamado de "juiz ladrão" e massacrado na audiência sobre a 
Vaza Jato na Câmara dos Deputados e na imprensa internacional.
Veja a impressionante sequência de vídeos desta terça feira logo abaixo, assim como uma imagem 
representativa de como a imprensa internacional retrata Sérgio Moro:
A vaia estrondosa no Mineirão no intervalo do jogo entre Brasil e Argentina:


O final tumultuado da audiência de Sérgio Moro ontem, na Câmara dos Deputados, talvez tenha 
resumido a diferença de sua situação política agora, frente àquela que tinha há 15 dias, quando esteve 
no Senado.
O Sérgio Moro de antes, um figura que deveria ser tratada com reverência, virou um político como 
qualquer outro.
Não é mais, de fato, o “mito”, para usar uma palavra adequada a seu campo ideológico.
Pior, vai se revelando um “Rolando Lero” monocórdio, repetindo que todo o problema é a ação 
criminosa de hackers e insistindo na negativa, a cada dia mais insustentável, de que tudo se deu 
numa inacreditável normalidade.
Ontem, porém, ficou claro que isso entrou num processo de radicalização que não foi, 
absolutamente, criado pela oposição ou pelo The Intercept de Glenn Greenwald.
A notícia – publicada por um site de comparsas do ministro – repercutiu de forma muito negativa na 
imprensa que ainda serve de altar a Moro.
Mais do que o não-dito ou do dito das acusações feitas ontem, este foi o saldo do dia de ontem e não 
foi bom para o ex-juiz.
A sua defesa, como se viu ontem, está mais e mais agarrada ao fanatismo do “herói” e esta condição 
vai nitidamente se perdendo e se perderá ainda mais à medida que novos fatos forem surgindo.
Como já me referi antes, havia uma espécie de “campo de força” em torno de Moro e da Lava Jato e 
nenhuma revelação, por mais forte que fosse, poderia atingi-lo.
Esta blindagem está derretendo e atingindo graus perigosos, para ele, de fragilidade.
Agora, Moro não é mais santo. Sujeito, portanto, a que sejam mortais os pecados que dele se 
revelarem.

Salles, o Ficha Suja do MMA proíbe participação de servidores em evento e manda arrancar portas do Ministério do Meio Ambiente


Jornal GGN – O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, mandou retirar todas as portas e 
divisórias do prédio do Ministério do Meio Ambiente. A informação é do blog de Bela Megale, no 
jornal O Globo.
Oficialmente, o MMA diz que a proposta é tornar o ambiente do prédio na Esplanada dos 
Ministérios mais aberto, transparente e acessível para os servidores. Mas, funcionários têm outra 
leitura: o objetivo é ampliar a vigilância em cima dos servidores.
Ricardo Salles também proibiu que servidores participassem de um fórum de gestão ambiental 
realizado em Campinas (SP) na semana passada. Em carta enviada à organizadora do evento, a 
Anamma (associação de órgãos municipais do setor), que o jornal Folha de S.Paulo teve acesso, os 
funcionários públicos lamentaram o fato de não poderem participar.
“Como fomos informados [da proibição de participar no fórum] de maneira informal, constrangedora 
e sem nenhuma justificativa (conforme, infelizmente, tem sido a prática nesses últimos meses), não 
sabemos qual foi o critério para que nossos dirigentes tomassem essa decisão”, consta em um trecho 
da carta assinada pela Associação de Servidores do Ministério do Meio Ambiente.
O ministro vetou a participação de representantes no vento porque os organizadores foram contra o 
apoio dado pelo ministro às fabricantes de motos no debate sobre a redução de poluição desse 
veículos.
Em abril, funcionários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) uma 
intimidação de Salles, porque o corpo diretivo realizou um evento que não era parte da agenda oficial 
do órgão. O ministro do Meio Ambiente tornou público seu descontentamento e ameaçou abrir um 
processo administrativo contra os servidores. O caso levou o então presidente do ICMBio, Adalberto 
Eberhard, a pedir exoneração. Em seguida, outros dois diretores também pediram exoneração.
Em junho, o ministro anunciou um programa de reestruturação do ICMBio reduzindo de 11 para 
cinco as bases da entidade. Além do enxugamento, Salles tirou ambientalistas dos postos principais 
postos de gestão do Instituto, que foram substituídos por militares.
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) também vem sendo alvo de ataques do ministro. 
Na semana passada, servidores do órgão em seis estados e do Distrito Federal acusaram Salles de 
“assédio moral coletivo”, em uma representação enviada ao Ministério Público Federal do DF.
Servidores do MMA e de órgãos ligados à pasta dizem que vivem um clima de “caça às bruxas”. 
Entre as perseguições está a proibição de funcionários do Ibama e do ICMBio atenderem diretamente 
a pedidos de informação. As demandas, agora, devem ser encaminhadas antes à área de comunicação 
do ministério. Além disso, ações administrativas consideradas como rotineiras até o ano passado 
ganharam status de documento sigiloso na gestão Salles.

terça-feira, 2 de julho de 2019

Glenn reage à investigação da PF e diz que Marreco age como um tirano

O jornalista Glenn Greenwald, editor do site The Intercept, reagiu à notícia de que a Polícia 
Federal pediu ao Coaf um relatório de suas movimentações financeiras; "Grupos de liberdade 
de imprensa em todo o mundo terão muito a dizer sobre isso. Enquanto você usa táticas 
tirânicas, eu continuarei reportando junto com muitos outros jornalistas de muitos outros 
jornais e revistas", respondeu, acusando o ministro ainda de "abuso de poder".
247 - O jornalista estadunidense Glenn Greenwald, editor do site The Intercept, reagiu no Twitter à 
notícia de que a Polícia Federal pediu ao Coaf um relatório de suas movimentações financeiras. Para 
ele, o ministro da Justiça, Sergio Moro, que comanda a PF, age como um tirano.
"Você, @SF_Moro, vai e "investiga" tudo o que quiser. Grupos de liberdade de imprensa em todo o 
mundo terão muito a dizer sobre isso. Enquanto você usa táticas tirânicas, eu continuarei reportando 
junto com muitos outros jornalistas de muitos outros jornais e revistas", rebateu.
Ele também denunciou "abuso de poder" e informou que nada irá parar a publicação das reportagens 
sobre os vazamentos da Lava Jato.

VÍDEOS BOZO SHOW – “Bolsonaro traidor”, gritam policiais na Câmara


VÍDEO: espécie de Eduotario Bolsonaro de calças, filha de 
Trump paga mico tentando participar de conversa no G-20


Vídeo incorporado

 
VÍDEO: Na Paulista, manifestante pró-Moro diz que diálogos 
foram “plantados pelo PT”

VÍDEO – Zorra, programa de humor da Globo, faz o que seu 
jornalismo não faz e zoa Bolsonaro na Marcha pra Jesus


Vídeo incorporado

VÍDEO: Bolsonaro deslocado em foto do G-20 é a coisa mais 
patética que você verá hoje

Vídeo incorporado

Tá psicologicamente explicado o motivo de tanto ódio e rancor pela humanidade.

Os antigos falariam que bozo é um complexado.

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VÍDEO: Mulher é quase agredida em protesto pró-Moro por 
estar com cabelo tingido de vermelho


Vídeo incorporado

Uma pessoa do trio disse que uma senhora de cabelo vermelho era petista. Em seguida falaram que se ela não saísse iria apanhar. Os amigos dela defenderam: “ELA É BOLSONARO!”, tentando convencer as pessoas a não a agredirem . É esse o nível das “pessoas de bem” que defendem Moro

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ASSISTA AO VIVO: MARRECO CANTA NA CÂMARA


AO VIVO – Moro fala na Câmara sobre 
vazamento de mensagens

Levy: não existe caixa preta no BNDES, mas Bolsonaro acredita nas suas fake news

Demitido do governo de maneira truculenta por não ter aberto a chamada "caixa-preta" do 
BNDES, Joaquim Levy afirmou que "às vezes as pessoas talvez passem informações 
incompletas (para Jair Bolsonaro) e houve mal-entendidos"; após encontrar o banco sob 
desmonte, Levy foi taxativo: "os desembolsos para exportação de engenharia estavam 
paralisados, já havia algum tempo".
247 - Vitima da Ignorância e da truculência de Jair Bolsonaro por não ter aberto a chamada "caixa-
preta" do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Joaquim Levy afirmou que o chefe do 
Planalto "tem uma preocupação com o tema", mas "às vezes as pessoas talvez passem informações 
incompletas (para ele) e houve mal-entendidos". Questionado sobre a situação do banco ao chear à 
presidência da instituição, Levy disse que "os desembolsos para exportação de engenharia estavam 
paralisados, já havia algum tempo".
Levy encontrou o banco sob desmonte contínuo, iniciado após o golpe contra Dilma Rousseff em 
2016, quando a agenda neoliberal voltou com força sob o então governo Michel Temer, que, assim 
como o atual presidente Jair Bolsonaro, vê mercado financeiro como o grande proveder de obras de 
infraestrutura do País.
Já em 2017, funcionários do banco criticaram a mudança em curso na metodologia de cálculo da 
TJLP, que prevê que a taxa de juros do banco flutue como uma taxa de mercado (confira aqui). O 
vice-presidente da Associação dos Funcionários do BNDES, Arthur Koblitz, também havia 
ressaltado que o governo Bolsonaro usa recursos do banco para pagar a dívida bruta (relembre).
Após destacar a paralisação de algumas operações do banco, Levy disse que "algumas exportações, 
como as do porto Mariel (Cuba), já tinham finalizado". "O principal item que o TCU aponta é a 
questão de desequilíbrio do financiamento. A parte de serviços é grande e difícil de demonstrar, 
porque o processo da área de exportação do banco não foi desenhado para isso, mas para exportação 
de bens", complementou em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo.
Em junho deste ano, o presidente ameaçou Levy publicamente, nos portões do Palácio do Alvorada. 
Após acusar o então presiente do BNDES de desleal, Bolsonaro disse que Levy "está com a cabeça a 
prêmio há algum tempo" e revelou o motivo do que era possibilidade de demissão.
"Eu já estou por aqui com o [Joaquim] Levy [nesse momento levou a mão ao pescoço, como se 
estivesse cortando-o]. Falei pra ele demitir esse cara [Marcos Barbosa Pinto] na segunda-feira ou eu 
demito você, sem passar pelo Paulo Guedes", afirmou. "Governo tem que ser assim: quando coloca 
gente suspeita em cargos importantes e essa pessoa, como Levy, já vem há algum tempo não sendo 
leal àquilo que foi combinado e àquilo que ele conhece a meu respeito, ele (Levy) está com a cabeça 
a prêmio há algum tempo", acrescentou (veja aqui).
Se não bastasse o desmonte no banco, o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, 
informou ao jornal Folha de S.Paulo que o Ministério da Economia pretende começar neste ano a 
redução do volume de financiamento concedido pela instituição (leia aqui).
Na tentativa de disfarçar a falta de proposta para alavancar investimentos, o governo Bolsonaro 
seguiu criticando "inimigos imaginários" (defensores do socialismo) e queria a identificação de onde 
foram investidos o dinheiro enviado a obras de infraestrutura em Cuba e na Venezuela.
Sem conquistar o confiança do mercado, o presidente vê as estimativas de crescimento do Produto 
Interno Bruto (PIB) caírem semanalmente - o mercado financeiro reduziu pela 18ª vez consecutiva as 
projeções para o PIB deste ano. De acordo com boletim Focus do BC, a perspectiva de expansão 
neste ano caiu 0,02 ponto percentual, a 0,85%. Ou seja, o País corre sério risco de fechar 2019 em 
recessão.

ALTER DO CHÃO, O CARIBE DA AMAZÔNIA ORGANIZA SEU PRIMEIRO FESTIVAL DE CINEMA


Deputado Federal Airton Faleiro o idelizador do Festival

Festival de Cinema de Alter do Chão
INSCRIÇÕES ABERTAS: 
Em menos de 24 horas, o Fest Alter já possui dezenas de inscritos! Até agora, são mais de 10 países 
participantes, contemplando filmes em várias categorias, dos iniciantes à produção profissional. Isso 
mostra o quanto produtores do mundo inteiro se interessam em participar de um Festival de Cinema 
realizado no coração da Amazônia.
As inscrições são feitas através do preenchimento da ficha de inscrição, disponibilizada no site: 
https://festivaldealterdochao.com.br/#inscricao
Quem ainda não se inscreveu, é bom correr! Além da Mostra Competitiva, será realizada uma 
Mostra Paralela com filmes de produção local da Amazônia, filmados com pouco recurso e até com 
câmera de smartphone.
O Fest Alter acontece entre dos dias 21 e 27 de outubro, na vila turística de Alter do Chão, município 
de Santarém - PA. Para saber mais detalhes sobre o evento, acesse o regulamento no site oficial.
Nos encontramos lá!
👉 Sua inscrição pela publicação do deputado Airton Faleiro (PT-PA):
http://bit.ly/2J6J0pJ