
“Temos o caso do Queiroz e o do ministro do Turismo, e o presidente tenta encobrir esses dois
assuntos ao mesmo tempo em que desfere ataques indevidos ao PSL”, diz o deputado Júnior
Bozella (PSL-SP), que ajuda a elaborar um manifesto contra os ataques do clã Bolsonaro a seu
próprio partido; o motivo da briga é o comando de um fundo partidário de R$ 359 milhões.
247 – O ataque feito por Jair Bolsonaro a seu próprio partido, em razão da briga pelo comando de
247 – O ataque feito por Jair Bolsonaro a seu próprio partido, em razão da briga pelo comando de
um fundo partidário de R$ 359 milhões, pode terminar mal. Isso porque uma ala do partido saiu em
defesa do atual presidente da legenda, Luciano Bivar, que foi alvo dos ataques do clã Bolsonaro.
"Um manifesto que começou a circular hoje exalta a importância da sigla nas eleições de 2018 e
prega que Bivar redistribua postos de comando da legenda nos municípios –medida que poderia
inclusive desfazer arranjos impostos por Flávio Bolsonaro no Rio e Eduardo Bolsonaro em São
Paulo", informa a coluna Painel.
Um dos defensores do texto é o deputado Júnior Bozella (PSL-SP), que deixou no ar uma ameaça
Um dos defensores do texto é o deputado Júnior Bozella (PSL-SP), que deixou no ar uma ameaça
velada a Bolsoanro. “Temos o caso do Queiroz e o do ministro do Turismo, e o presidente tenta
encobrir esses dois assuntos ao mesmo tempo em que desfere ataques indevidos ao PSL”, diz
Bozella.
“O partido é um partido de bem, conduzido por pessoas de bem. Se Bivar não tivesse abrido as
“O partido é um partido de bem, conduzido por pessoas de bem. Se Bivar não tivesse abrido as
portas, o presidente fatalmente não teria tido legenda para concorrer em 2018. Se hoje ele é o que é,
deve isso ao deputado Bivar e ao PSL”, acrescenta o deputado.
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