
Nenhum desdobramento da investigação será divulgado....O ministro do Turismo, Marcelo
Álvaro Antônio, rejeitou nesta segunda-feira 7 se afastar do cargo após ser indiciado pela
Polícia Federal e denunciado pela Promotoria de Minas Gerais em meio ao escândalo das
candidaturas laranjas do PSL.
Álvaro Antônio, rejeitou nesta segunda-feira 7 se afastar do cargo após ser indiciado pela
Polícia Federal e denunciado pela Promotoria de Minas Gerais em meio ao escândalo das
candidaturas laranjas do PSL.
A Justiça decidiu decretar sigilo sobre o processo que aponta o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro
Antônio (PSL), como protagonista de um esquema de candidaturas laranjas do partido de Jair
Bolsonaro em 2018.
Ele foi denunciado na sexta-feira 4 por falsidade ideológica, apropriação indébita eleitoral e
Ele foi denunciado na sexta-feira 4 por falsidade ideológica, apropriação indébita eleitoral e
associação criminosa.
A decisão de impor ao caso segredo de justiça foi do juiz Flávio Catapani, titular da 26ª Zona
A decisão de impor ao caso segredo de justiça foi do juiz Flávio Catapani, titular da 26ª Zona
Eleitoral de Belo Horizonte, que informou que nenhum desdobramento da denúncia será divulgado.
O indiciamento do ministro pela Polícia Federal foi na quinta-feira 3, pelo crime eleitoral de omissão
O indiciamento do ministro pela Polícia Federal foi na quinta-feira 3, pelo crime eleitoral de omissão
na prestação de contas e pelo crime de associação criminosa. As investigações foram realizadas em
conjunto por PF e Ministério Público.
Reportagem da Folha de hoje, reproduzida pelo Conversa Afiada, revelou que a PF sugeriu uma
Reportagem da Folha de hoje, reproduzida pelo Conversa Afiada, revelou que a PF sugeriu uma
nova investigação sobre o ministro do Turismo, com base em suspeitas de caixa dois na campanha. O
depoimento de um assessor e uma planilha apreendida indicaram pagamentos por fora para abastecer
as campanhas de Álvaro Antônio e de Bolsonaro.
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