terça-feira, 9 de julho de 2019

Bolsonaro agrada os evangélicos e afrouxa regra fiscal de igrejas


Bolsonaro apoia o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro Nacional 
de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R$ 1,2 milhão para R$ 
4,8 milhão) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas 
movimentações financeiras diárias.
247 – O presidente Jair Bolsonaro estabeleceu prazo de dois meses para o secretário especial da 
Receita Federal , Marcos Cintra, atender a solicitações de parlamentares que contestam multas 
cobradas de entidades religiosas, informam os jornalistas Bernardo Mello e Thiago Franco, em 
reportagem no jornal O Globo.
"A proposta, apresentada por intermédio do deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), já
conseguiu duas vitórias parciais: o fim da obrigação de igrejas menores se inscreverem no Cadastro 
Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), já editada pela Receita; e a elevação (de R$ 1,2 milhão para 
R$ 4,8 milhão) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas 
movimentações financeiras diárias. A bancada evangélica também pediu que as entidades sejam 
liberadas de determinadas demonstrações contábeis", aponta o texto. O deputado que apresentou a 
proposta é ligado ao pastor Silas Malafaia.

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