
Azevedo, sobre a decisão da juíza Gabriela Hardt, que valida o acordo entre a República de
Curitiba e os Estados Unidos – sem respaldo em nenhuma lei brasileira – para receber R$ 2,5
bilhões da Petrobras. "Por enquanto, é um Estado dentro do Estado. O projeto mesmo é
capturar o Estado". "Não demora, e membros do MPF e setores do Judiciário afinados com
esse projeto começarão a suar as suas fundações para criar escolas, distribuir bolsa de estudo e
fornecer sopão para os necessitados. Por enquanto, é um Estado dentro do Estado. O projeto
mesmo é capturar o Estado. Não. Não vai dar certo no fim das contas. Nunca dá. Mas,
enquanto isso, o país vai se enterrando mais um pouco. O despacho da juíza Gabriela Hardt
não é uma homologação. É uma litania fúnebre para o Estado de Direito".
Lula pede acesso a acordo bilionário do MPF com a Petrobras
A defesa do ex-presidente Lula pediu à Justiça para ter acesso à íntegra de um acordo bilionário
A defesa do ex-presidente Lula pediu à Justiça para ter acesso à íntegra de um acordo bilionário
firmado entre o MPF (Ministério Público Federal) de Curitiba e a Petrobras. (...) O acordo, pelo qual
a estatal depositará R$ 2 bilhões em uma fundação que será administrada por pessoas e entidades
selecionadas pelo próprio MPF, está sendo fortemente questionado por políticos, advogados e até
ministros do STF. Eles entendem que os recursos são públicos e deveriam ser destinados à União. O
MPF, portanto, não teria legitimidade para participar da administração do dinheiro.
(...) os advogados de Lula acreditam que os termos do acordo podem ter impacto em um processo do
ex-presidente em que a Petrobras se coloca como vítima dos desvios de recursos e foi aceita como
assistente de acusação. Eles acreditam que há aspectos contraditórios que podem ser esclarecidos na
comparação dos argumentos de vítima da Petrobras na ação de Lula com o papel que ela assume no
acordo do MPF, em que tem que pagar indenizações.
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