sábado, 23 de fevereiro de 2019

VENEZUELA RESISTE A INVASÃO, MADURO ROMPE RELAÇÕES COM COLÔMBIA E ENFIA O CAMINHÃOZINHO DE LEITE EM PÓ GOELA ABAIXO DOS BOLSONARIOS


No dia em que os Estados Unidos tentaram iniciar a intervenção na Venezuela com a "ajuda 
humanitária", o presidente Nicolás Maduro saiu vencedor; caminhões enviados pelo governo 
Donald Trump não conseguiram cruzar a fronteira; nem mesmo o apoio do Brasil e da 
Colômbia foi suficiente para o êxito das ações, numa primeira indicação de que a retirada de 
Maduro do poder pode ser mais difícil do que se imaginava.

“Ajuda humanitária”
do Brasil à Venezuela
enviada no “Dia D”
cabe no lombo de um jegue.
A imagem de uma das 
camionete carregadas 
de “ajuda humanitária” do 
governo brasileiro à 
Venezuela diz tudo.
247 - No dia (23/02) em que os
Estados Unidos, com apoio do Brasil e da Colômbia,
tentaram iniciar a intervenção na Venezuela com a chamada ajuda humanitária, o presidente Nicolás Maduro saiu 
vencedor deste duelo contra o imperialismo americano, que tentam explorar o petróleo do país sul-
americano e frear a influência de países como China e Rússia no continente.
Caminhões enviados pelos Estados Unidos não conseguiram cruzar a fronteira. Tanto no caso da 
fronteira com a Colômbia tanto na fronteira com o Brasil. No lado colombiano dois veículos foram 
incendiados. Do lado brasileiro caminhões ficaram parados e depois foram movidos para um local 
afastado da divisa entre os dois países.
Os EUA são os maiores importadores de petróleo do mundo. São cerca de 2,9 bilhões de barris por 
ano. Algo em torno de 500 milhões de barris são provenientes da Venezuela, país considerado 
estratégico do ponto de vista logístico - custo de importação é menor do que o importado do Golfo 
Pérsico, no Oriente.
A frustração da direita acontece às vésperas de um encontro do presidente dos EUA, Donald Trump, 
com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, no Vietnã, sobre a desnuclearização da península 
coreana. O tema da agenda deve mudar por causa dos desdobramentos nada favoráveis à maior 
potência econômica mundial.
Resta saber se os EUA e o Brasil continuarão optando por uma zona de conflito ou respeitarão um 
princípio constitucional chamado soberania nacional.

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