
No dia em que os Estados Unidos tentaram iniciar a intervenção na Venezuela com a "ajuda
humanitária", o presidente Nicolás Maduro saiu vencedor; caminhões enviados pelo governo
Donald Trump não conseguiram cruzar a fronteira; nem mesmo o apoio do Brasil e da
Colômbia foi suficiente para o êxito das ações, numa primeira indicação de que a retirada de
Maduro do poder pode ser mais difícil do que se imaginava.
A imagem de uma das
camionete carregadas
de “ajuda humanitária” do
governo brasileiro à
Venezuela diz tudo.
247 - No dia (23/02) em que os
Estados Unidos, com apoio do Brasil e da Colômbia,
tentaram iniciar a intervenção na Venezuela com a chamada ajuda humanitária, o presidente Nicolás Maduro saiu
Estados Unidos, com apoio do Brasil e da Colômbia,
tentaram iniciar a intervenção na Venezuela com a chamada ajuda humanitária, o presidente Nicolás Maduro saiu
vencedor deste duelo contra o imperialismo americano, que tentam explorar o petróleo do país sul-
americano e frear a influência de países como China e Rússia no continente.
Caminhões enviados pelos Estados Unidos não conseguiram cruzar a fronteira. Tanto no caso da
fronteira com a Colômbia tanto na fronteira com o Brasil. No lado colombiano dois veículos foram
incendiados. Do lado brasileiro caminhões ficaram parados e depois foram movidos para um local
afastado da divisa entre os dois países.
Os EUA são os maiores importadores de petróleo do mundo. São cerca de 2,9 bilhões de barris por
Os EUA são os maiores importadores de petróleo do mundo. São cerca de 2,9 bilhões de barris por
ano. Algo em torno de 500 milhões de barris são provenientes da Venezuela, país considerado
estratégico do ponto de vista logístico - custo de importação é menor do que o importado do Golfo
Pérsico, no Oriente.
A frustração da direita acontece às vésperas de um encontro do presidente dos EUA, Donald Trump,
A frustração da direita acontece às vésperas de um encontro do presidente dos EUA, Donald Trump,
com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, no Vietnã, sobre a desnuclearização da península
coreana. O tema da agenda deve mudar por causa dos desdobramentos nada favoráveis à maior
potência econômica mundial.
Resta saber se os EUA e o Brasil continuarão optando por uma zona de conflito ou respeitarão um
Resta saber se os EUA e o Brasil continuarão optando por uma zona de conflito ou respeitarão um
princípio constitucional chamado soberania nacional.

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