A Venezuela tem quase 30 milhões de pessoas, o Brasil manda um caminhãozinho 3/4 pela metade de mantimentos como ajuda humanitária. Essa brincadeira colocou gasolina na crise Venezuela e pessoas inocentes estão sendo vítimas dessa demagogia. pic.twitter.com/B5CuWggoTg- Telmário Mota (@TelmarioMotaRR) 23 de fevereiro de 2019

Em discurso para apoiadores neste sábado (23) em Caracas, capital da Venezuela, o presidente
Nicolás Maduro afirmou que o seu governo está disposto "a comprar todo o arroz, todo o açúcar,
todo leite em pó" que o Brasil quiser vender.
"Não somos maus pagadores, nem mendigos, somos gente honrada e que trabalha. Querem o que?
Trazer caminhões com leite em pó? Eu compro agora", disse.
O governo Maduro teria enviado um comunicado ao governo de Roraima, estado que faz fronteira
O governo Maduro teria enviado um comunicado ao governo de Roraima, estado que faz fronteira
com o país vizinho, manifestando o interesse em comprar esses produtos. O presidente venezuelano
ainda não teria recebido retorno do governador Antônio Denarium (PSL).


A imagem de uma das camionetes carregadas de “ajuda humanitária” do governo brasileiro à
Venezuela diz tudo.
No chamado ‘dia D’ da operação, o Brasil enviou apenas dois desses veículos. Dois.
No G1, a descrição do fiasco:
Os caminhões deixaram a capital de Roraima às 6h50 escoltados pela Polícia Rodoviária Federal e,
Os caminhões deixaram a capital de Roraima às 6h50 escoltados pela Polícia Rodoviária Federal e,
pelas regras estabelecidas pelo governo brasileiro, a ajuda deve ser transportada por caminhões
venezuelanos conduzidos por motoristas venezuelanos.
O primeiro deles chegou às 11h10 e já se posicionou na área que divide o Brasil da Venezuela. O
O primeiro deles chegou às 11h10 e já se posicionou na área que divide o Brasil da Venezuela. O
segundo atrasou depois que teve o pneu furado no trajeto entre Boa Vista e Pacaraima, chegando às
12h30
O chanceler Ernesto Araújo deu uma entrevista coletiva na sede da Polícia Federal, diz a Folha.
Declarou que não há uma “linha vermelha” para interromper a ação. “Só se o caminhão quebrar.”
O chanceler Ernesto Araújo deu uma entrevista coletiva na sede da Polícia Federal, diz a Folha.
Declarou que não há uma “linha vermelha” para interromper a ação. “Só se o caminhão quebrar.”
Os caminhões trouxeram quatro kits emergenciais do Ministério da Saúde com medicamentos de
baixa complexidade, arroz americano e leite made in Brazil.
Segundo o Itamaraty, essa mixaria daria para 6 mil pessoas por um mês. Então tá.
Como disse nosso leitor Edward Magro, para carregar isso “era só botar no lombo de um jeque e
Segundo o Itamaraty, essa mixaria daria para 6 mil pessoas por um mês. Então tá.
Como disse nosso leitor Edward Magro, para carregar isso “era só botar no lombo de um jeque e
soltar o bicho. Não precisava ameaçar entrar em guerra”.
Justo.
Mas aí não seria o bolsonarismo, suas mentiras, seus vexames e suas mamadeiras de piroca.
Justo.
Mas aí não seria o bolsonarismo, suas mentiras, seus vexames e suas mamadeiras de piroca.
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