
Em seu show em São Paulo, o ex-líder do Pink Floyd, Roger Waters, manifestou-se diversas
vezes contra as ameaças fascistas no mundo, com destaque para o Brasil; o nome de Bolsonaro
apareceu num telão do show como fascista; no fim, foi projetado por um canhão de luz um
imenso #EleNão; Waters disse: "vocês têm uma eleição muito importante daqui a três semanas.
apareceu num telão do show como fascista; no fim, foi projetado por um canhão de luz um
imenso #EleNão; Waters disse: "vocês têm uma eleição muito importante daqui a três semanas.
Sei que isso não é da minha conta, mas devemos sempre combater o fascismo. Não dá para ser
conduzido por alguém que acredita que uma ditadura militar pode ser uma coisa boa";
Waters, de volta ao Brasil após seis anos, começou o show tocando muitas músicas do Pink Floyd, a
banda da qual fez parte da década de 1960 até o início dos anos 1980. Tocou sucessos do grupo,
tiradas dos álbuns 'The Dark Side of the Moon' (1973), 'Wish You Were Here' (1975), 'Animals'
(1977) e 'The Wall' (1979).
No meio do show, texto no telão pediu resistência contra os neofascistas, exibindo uma lista de
No meio do show, texto no telão pediu resistência contra os neofascistas, exibindo uma lista de
países, destacando um político de cada lugar. Bolsonaro apareceu ao lado de Donald Trump e da
líder da extrema-direita francesa Marie Le Pen.
Waters se apresenta novamente no Allianz Parque na noite desta quarta (10). Depois sua turnê segue
para Brasília (dia 13), Salvador (17), Belo Horizonte (21), Rio (24), Curitiba (27) e Porto Alegre (30).
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