Em seus anos de atuação no Ministério Público Federal, a atual procuradora-geral da
República, Dodge 61, defendeu a primazia de tratados internacionais e recomendações das
Nações Unidas, inclusive acima de determinações estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal
(STF). Mas sobre a recente decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU a favor de Lula, a
PGR informou à jornalista Patrícia Faermann, do GGN, que não irá se manifestar.
Por Patrícia Faermann, no GGN- Em seus anos de atuação no Ministério Público Federal, a atual
procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu a primazia de tratados internacionais e
recomendações das Nações Unidas, inclusive acima de determinações estabelecidas pelo Supremo
Tribunal Federal (STF). Mas sobre a recente decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU a
favor de Lula, a PGR informou ao GGN que não irá se manifestar.
O Brasil é Estado membro do Comitê de Direitos Humanos desde 1992 [acesse aqui], órgão criado
O Brasil é Estado membro do Comitê de Direitos Humanos desde 1992 [acesse aqui], órgão criado
para fiscalizar e julgar violações do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, criado em
dezembro de 1966, durante a XXI Sessão da Assembléia Geral da ONU. Não somente a nível
internacional e das Nações Unidas, o Brasil decidiu aprovar por meio do Decreto Legislativo nº 311,
em 2009, a sua adesão voluntária ao Protocolo, validando a nível nacional a soberania jurídica do
Pacto.
Leia a íntegra no GGN
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