sábado, 18 de agosto de 2018

DEFENSORA DA PRIMAZIA DOS TRATADOS INTERNACIONAIS, DODGE 61 SE CALA SOBRE SOBRE ORDEM DA ONU PARA QUE LULA DISPUTE A ELEIÇÃO E FICA PARADO NO ESTACIONAMENTO DO GOLPE

Em seus anos de atuação no Ministério Público Federal, a atual procuradora-geral da 
República, Dodge 61, defendeu a primazia de tratados internacionais e recomendações das 
Nações Unidas, inclusive acima de determinações estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal 
(STF). Mas sobre a recente decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU a favor de Lula, a 
PGR informou à jornalista Patrícia Faermann, do GGN, que não irá se manifestar.

Por Patrícia Faermann, no GGN- Em seus anos de atuação no Ministério Público Federal, a atual 
procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu a primazia de tratados internacionais e 
recomendações das Nações Unidas, inclusive acima de determinações estabelecidas pelo Supremo 
Tribunal Federal (STF). Mas sobre a recente decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU a 
favor de Lula, a PGR informou ao GGN que não irá se manifestar.
O Brasil é Estado membro do Comitê de Direitos Humanos desde 1992 [acesse aqui], órgão criado 
para fiscalizar e julgar violações do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, criado em 
dezembro de 1966, durante a XXI Sessão da Assembléia Geral da ONU. Não somente a nível 
internacional e das Nações Unidas, o Brasil decidiu aprovar por meio do Decreto Legislativo nº 311, 
em 2009, a sua adesão voluntária ao Protocolo, validando a nível nacional a soberania jurídica do 
Pacto.
Leia a íntegra no GGN

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