quarta-feira, 20 de junho de 2018

APESAR DO MINISTRO FAKE HIN E DO DECÁLOGO DO GOLPE, STF ABSOLVE GLEISI: A CANOA DO MURROW ESTÁ VIRANDO !!


Delações premiadas valem tanto quanto um Powerpoint...

Edson Fake-hin, que se dispôs a ser uma espécie de supremo escudeiro de Sérgio Moro na Lava Jato,
deu um voto de contorcionista para pedir a condenação de Gleisi Hoffman no absurdo processo da 
Lama Jato. As acusações são pífias e baseadas apenas em delações – que, aliás, se contradizem e 
mudam ao longo de todo o processo – e em rabiscos de iniciais “PB” que, insiste a promotoria, se 
refeririam a Paulo Bernardo, marido da hoje senadora e presidente do PT. Não há provas, embora 
Fake -hin tenha preferido usar a expressão “insuficiência de provas”. 
Segundo o delator Correa, Paulo Roberto Costa teria transferido R$ 1 milhão para a campanha de 
Gleise por ordem de Dilma. Mas Paulo Roberto Costa diz que Dilma nunca lhe pediu nada e que deu 
o dinheiro para ficar “amigo” de Paulo Bernardo. Duas histórias totalmente diferentes e 
contraditórias, mas que, para o raciocínio rastejante de Fachin servem como prova de que o milhão 
existiu. E, com pase nesta “prova” imaterial, pediu a condenação, já que não tinha como pedir por 
corrupção, por “falsidade ideológica” eleitoral, por não ter declarado o dinheiro como doação. 
Decididamente um Ministro FAKE ! 
Os ministros Lewandowski, Toffoli e o ministrário Gilmar Mendes derrotaram Fake-hin e o decalogo 
golpista Celso de Mello na Segunda Turma e absolveram a presidente do PT, Gleisi Hoffmann das
"acusações" do "procuradores" da Lava jato, que, como sempre, se baseiam em "delações" que são 
confirmadas no jornal nacional, mas não nos fatos.
Semana que vem o jornal nacional e Moro serão de novo julgados no Supremo.
O Supremo vai analisar se Lula pode acompanhar, em liberdade, os desdobramentos de sua 
condenação e o direito de se candidatar à Presidência.
Pouco a pouco a casa do Moro cai.
E do próprio Supremo, porque não fosse o Supremo, Moro não passava de Maringá - como explicou 
o mestre Janio de Freitas, no artigo que o Conversa Afiada republicou como "o criminoso é o 
Supremo". 
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