Murrow fala com Deus e STF tem medo da Globo
O dia em que Gilmar repercutiu as denúncias sobre a indústria
da delação no Supremo
Jornal GGN - Era o início do julgamento do habeas corpus (HC 143333) de Antonio Palocci na
Lava Jato, que está preso provisoriamene há mais de um ano por ordem de Sergio Moro.
Gilmar Mendes, então, pediu licença ao ministro Ricardo Lewandowski e abriu, diante dos
colegas ministros, uma informação de bastidor que endossa o que GGN vem denunciando há
tempos: que existe uma indústria da delação premiada em Curitiba, que escolhe quais
escritórios de advocacia vão participar das negociações e ganhar fortunas e quais ficarão de
fora.No caso, Gilmar citou o exemplo do advogado Rodrigo Castor de Mattos, que atuou na
delação de João Santana, mesmo sendo irmão do procurador da Lava Jato Diogo Castor de
Mattos.
Trecho do voto do Ministro Gilmar Mendes na quarta-feira, 11/IV, quando o Plenário do STF
analisava pedido de Habeas Corpus do ex-Ministro Pulhocci:
0:00 - 2:00: Ministros tremem de medo diante do PiG2:00 - 5:55: Querem empoderar quem já tem poder demais? A corrupção chegou ao MP e à Lava
Jato!
5:55 - 7:00 : Auxílio-Moradia do Juiz Marcelo Bretas
7:00: É notório que houve corrupção na Lava Jato!
10:10: As prisões provisórias do Dr Moro viraram prisões preventivas! É melhor suprimir a
5:55 - 7:00 : Auxílio-Moradia do Juiz Marcelo Bretas
7:00: É notório que houve corrupção na Lava Jato!
10:10: As prisões provisórias do Dr Moro viraram prisões preventivas! É melhor suprimir a
Constituição!
10:50": Moro fala com Deus?
10:50": Moro fala com Deus?
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