quinta-feira, 5 de outubro de 2017

NUZMAN E GRYNNER EXPLODEM NO COLO DA GLOBO... SERÁ QUE VAI DAR EM ALGUMA COISA?


Grynner era o dono da bola - como levantador e cortador. Os chefões do esporte olímpico 
brasileiro, Nuzman e Grynner, geneticamente unidos à Globo Overseas, como a CBF e a FIFA, 
foram encaminhados à cadeia pela Lava Jato do Rio:

O ansioso blogueiro conheceu e conviveu com Grynner.
Grynner era o todo-poderoso diretor de Esportes da Globo Overseas.
Basta o amigo navegante se dar conta do espaço estratégico que o Esporte tem na programação da 
Globo para ter uma ideia do poder de Grynner - e seus sucessores.
Eficiente, discreto, gentil, Grynner não escondia as genéticas relações com Nuzman.
Nuzman presidia o vôlei brasileiro e demonstrava desde ali que planejava subir a montanha.
Grynner na Globo e fora dela acompanhou e contribuiu para essa escalada fulminante.
O ansioso blogueiro foi trabalhar em Nova York e, na cobertura da Olimpíada (um fiasco) de 
Atlanta, reencontrou Grynner.
Já então Grynner estava fora da Globo e se tornou - ostensivamente - o braço-direito de Nuzman.
Perdeu os escrúpulos de jornalista e, antes de uma entrevista, sugeriu que perguntas fazer ao 
Nuzman...
Uma investigação sobre Nuzman e Grynner explode - se vier ao caso - no colo da Globo.
Assim como uma investigação sobre a patifaria na CBF e no malogrado futebol que se pratica no 
Brasil explode no colo da Globo e de seu inesquecível funcionário Marcelo Campos Pinto.
Mas, como se sabe, isso não vem ao caso.
Como os tucanos, a Globo é inimputável.
PHA

empresário Arthur Soares, acusado de pagar milhões em subornos ao ex-governador Sérgio Cabral e 
atualmente foragido.
O “Rei Arthur”, apelido de Soares, é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como 
responsável pelo pagamento de US$ 2 milhões (R$ 3,5 milhões, na cotação da época) em propina ao 
senegalês Papa Massata Diack.
Segundo o MP francês, em troca, o pai dele, Lamine Diack, à época presidente da Federação 
Internacional de Atletismo (IAAF), votaria na candidatura do Rio durante a eleição realizada pelo 
Comitê Olímpico Internacional (COI), no dia 2 de outubro de 2009, na Dinamarca.
As novas provas que basearam o pedido de prisão temporária — com duração de cinco dias 
renováveis por mais cinco — contra o presidente do COB e seu braço-direito são e-mails 
encontrados no Comitê trocados entre Nuzman, Gryner e Papa Diack. Numa das mensagens, Papa 
Diack escreveu para Nuzman sobre Gryner:
"Nós estamos na sexta feira, 11 de dezembro de 2009, e meu banco Societé General de Senegal ainda 
não recebeu nenhuma transferência SWIFT de sua parte. Eu tentei falar com Leonardo Gryner 
diversas vezes mas não houve resposta. Você poderia verificar com ele [Gryner] se ele pode 
confirmar 100% que as transferências foram feitas a meus endereços em Dacar ou em Moscou 
(BSGV) [Banque Societé General Vostok]".
Mensagem de e-mail trocada por Papa Diack e Carlos Arthur Nuzman - Reprodução

Em outra mensagem, o Ministério Público aponta que há indícios de que podem haver outros 
delegados envolvidos na compra de votos para eleger o Rio a cidade sede dos Jogos de 2016. 
Segundo o e-mail, Papa Diack (como consultor de marketing da IAAF e CEO da empresa Pomodzi 
Sports Marketing) pede, mais uma vez, a Carlos Nuzman que dê a posição para “resolver o problema 
para a satisfação de todas as partes”, pois “tem encontrado todo tipo de problemas com a 
implementação/execução do problema anexo”.
Ao esclarecer o citado “problema” diz: "(...) Estou me referindo à sua amável assistência para 
resolver isso. Nós temos enfrentado de nosso lado todo tipo de constrangimento de pessoas que 
confiaram no nosso comprometimento em Copenhague. Por favor, me dê uma posição final e oficial 
a respeito de como podemos resolver esse assunto com a satisfação de todas as partes. Por favor 
aceite as desculpas e mensagem de amizade do meu pai [Lamine Diack]. Eu tenho notado a bondade 
e diligência da Sra. Maria Pedroso que tem se comunicado comigo quase toda semana", escreveu.

Mais uma mensagem enviada por Papa Diack ao presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman - Reprodução
(...)

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