
Grynner era o dono da bola - como levantador e cortador. Os chefões do esporte olímpico
brasileiro, Nuzman e Grynner, geneticamente unidos à Globo Overseas, como a CBF e a FIFA,
foram encaminhados à cadeia pela Lava Jato do Rio:
O ansioso blogueiro conheceu e conviveu com Grynner.
Grynner era o todo-poderoso diretor de Esportes da Globo Overseas.
Basta o amigo navegante se dar conta do espaço estratégico que o Esporte tem na programação da
Grynner era o todo-poderoso diretor de Esportes da Globo Overseas.
Basta o amigo navegante se dar conta do espaço estratégico que o Esporte tem na programação da
Globo para ter uma ideia do poder de Grynner - e seus sucessores.
Eficiente, discreto, gentil, Grynner não escondia as genéticas relações com Nuzman.
Nuzman presidia o vôlei brasileiro e demonstrava desde ali que planejava subir a montanha.
Grynner na Globo e fora dela acompanhou e contribuiu para essa escalada fulminante.
O ansioso blogueiro foi trabalhar em Nova York e, na cobertura da Olimpíada (um fiasco) de
Eficiente, discreto, gentil, Grynner não escondia as genéticas relações com Nuzman.
Nuzman presidia o vôlei brasileiro e demonstrava desde ali que planejava subir a montanha.
Grynner na Globo e fora dela acompanhou e contribuiu para essa escalada fulminante.
O ansioso blogueiro foi trabalhar em Nova York e, na cobertura da Olimpíada (um fiasco) de
Atlanta, reencontrou Grynner.
Já então Grynner estava fora da Globo e se tornou - ostensivamente - o braço-direito de Nuzman.
Perdeu os escrúpulos de jornalista e, antes de uma entrevista, sugeriu que perguntas fazer ao
Perdeu os escrúpulos de jornalista e, antes de uma entrevista, sugeriu que perguntas fazer ao
Nuzman...
Uma investigação sobre Nuzman e Grynner explode - se vier ao caso - no colo da Globo.
Assim como uma investigação sobre a patifaria na CBF e no malogrado futebol que se pratica no
Uma investigação sobre Nuzman e Grynner explode - se vier ao caso - no colo da Globo.
Assim como uma investigação sobre a patifaria na CBF e no malogrado futebol que se pratica no
Brasil explode no colo da Globo e de seu inesquecível funcionário Marcelo Campos Pinto.
Mas, como se sabe, isso não vem ao caso.
Como os tucanos, a Globo é inimputável.
PHA

Mais uma mensagem enviada por Papa Diack ao presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman - Reprodução
(...)
Mas, como se sabe, isso não vem ao caso.
Como os tucanos, a Globo é inimputável.
PHA
empresário Arthur Soares, acusado de pagar milhões em subornos ao ex-governador Sérgio Cabral e
atualmente foragido.
O “Rei Arthur”, apelido de Soares, é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como
O “Rei Arthur”, apelido de Soares, é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como
responsável pelo pagamento de US$ 2 milhões (R$ 3,5 milhões, na cotação da época) em propina ao
senegalês Papa Massata Diack.
Segundo o MP francês, em troca, o pai dele, Lamine Diack, à época presidente da Federação
Segundo o MP francês, em troca, o pai dele, Lamine Diack, à época presidente da Federação
Internacional de Atletismo (IAAF), votaria na candidatura do Rio durante a eleição realizada pelo
Comitê Olímpico Internacional (COI), no dia 2 de outubro de 2009, na Dinamarca.
As novas provas que basearam o pedido de prisão temporária — com duração de cinco dias
As novas provas que basearam o pedido de prisão temporária — com duração de cinco dias
renováveis por mais cinco — contra o presidente do COB e seu braço-direito são e-mails
encontrados no Comitê trocados entre Nuzman, Gryner e Papa Diack. Numa das mensagens, Papa
Diack escreveu para Nuzman sobre Gryner:
"Nós estamos na sexta feira, 11 de dezembro de 2009, e meu banco Societé General de Senegal ainda
não recebeu nenhuma transferência SWIFT de sua parte. Eu tentei falar com Leonardo Gryner
diversas vezes mas não houve resposta. Você poderia verificar com ele [Gryner] se ele pode
confirmar 100% que as transferências foram feitas a meus endereços em Dacar ou em Moscou
(BSGV) [Banque Societé General Vostok]".
Mensagem de e-mail trocada por Papa Diack e Carlos Arthur Nuzman - Reprodução
Em outra mensagem, o Ministério Público aponta que há indícios de que podem haver outros

Mensagem de e-mail trocada por Papa Diack e Carlos Arthur Nuzman - Reprodução
Em outra mensagem, o Ministério Público aponta que há indícios de que podem haver outros
delegados envolvidos na compra de votos para eleger o Rio a cidade sede dos Jogos de 2016.
Segundo o e-mail, Papa Diack (como consultor de marketing da IAAF e CEO da empresa Pomodzi
Sports Marketing) pede, mais uma vez, a Carlos Nuzman que dê a posição para “resolver o problema
para a satisfação de todas as partes”, pois “tem encontrado todo tipo de problemas com a
implementação/execução do problema anexo”.
Ao esclarecer o citado “problema” diz: "(...) Estou me referindo à sua amável assistência para
Ao esclarecer o citado “problema” diz: "(...) Estou me referindo à sua amável assistência para
resolver isso. Nós temos enfrentado de nosso lado todo tipo de constrangimento de pessoas que
confiaram no nosso comprometimento em Copenhague. Por favor, me dê uma posição final e oficial
a respeito de como podemos resolver esse assunto com a satisfação de todas as partes. Por favor
aceite as desculpas e mensagem de amizade do meu pai [Lamine Diack]. Eu tenho notado a bondade
e diligência da Sra. Maria Pedroso que tem se comunicado comigo quase toda semana", escreveu.

Mais uma mensagem enviada por Papa Diack ao presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman - Reprodução
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