
Apesar do enorme barulho que faz no Twitter, Janaína Paschoal foi a última colocada entre
quatro candidatos em concurso para duas vagas de professor titular de direito penal da
Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP); Janaína, que defendia a tese
"Direito Penal e Religião - As Várias Interfaces de Dois Temas que Aparentam ser Estanques",
teve notas entre 6.4 e 7.2. Alamiro Velludo, primeiro colocado, teve notas entre 9.3 e 9.6.
SP 247 - A jurista Janaína Paschoal, uma das redatoras do pedido de impeachment contra a
presidenta Dilma Rousseff em 2016, foi a última colocada em um concurso que escolheu os dois
novos professores titulares de direito penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
(USP). Uma das vagas em disputa era a de Miguel Reale Júnior, que se aposentou. Reale também era
signatário do pedido de impeachment. A outra era a de Vicente Greco Filho, também já aposentado
Janaína concorreu com Alamiro Velludo e Ana Elisa Liberatore, que ficaram com as vagas, e
Mariângela Magalhães Gama. Janaína, que defendia a tese "Direito Penal e Religião - As Várias
Interfaces de Dois Temas que Aparentam ser Estanques", teve notas entre 6.4 e 7.2. Alamiro,
primeiro colocado, teve notas entre 9.3 e 9.6.

“Sobre Janaina Paschoal e o concurso. Deixando de lado o que podemos sentir por ela, triste figura,

“Sobre Janaina Paschoal e o concurso. Deixando de lado o que podemos sentir por ela, triste figura,
o fato de ter sido reprovada no concurso de titularidade da USP – diferente de aprovada em último
lugar, pois sua média não chegou a 7,0 – é muito bem feito. Janaina representa o pior direito, o uso
enganoso , oportunista, sensacionalista, e é também ícone do impeachment sem lastro constitucional
e do jogo espúrio que resultou no Golpe de 2016. Parabéns à USP", diz a professora da UFRJ
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