O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, que representa a JBS, se disse
surpreso com a transferência de dois de seus clientes: o empresário Joesley Batista e lobista
Ricardo Saud; enquanto Joesley veio para São Paulo, Saud foi para uma ala da Papuda onde
estão presos seis personagens que ele delatou; "um deles, inclusive, o jurou de morte", diz o
advogado; Kakay afirma que o Estado brasileiro é responsável pela segurança dos presidiários,
mas alerta que eles delataram pessoas muito poderosas; confira o vídeo.
Brasília 247 – O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, que representa a JBS, se disse
Brasília 247 – O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, que representa a JBS, se disse
surpreso com a transferência de dois de seus clientes: o empresário Joesley Batista e lobista Ricardo
Saud.
Enquanto Joesley veio para São Paulo, Saud foi para uma ala da Papuda onde estão presos seis
Enquanto Joesley veio para São Paulo, Saud foi para uma ala da Papuda onde estão presos seis
personagens que ele delatou. "Um deles, inclusive, o jurou de morte", diz o advogado.
Kakay afirma que o Estado brasileiro é responsável pela segurança dos presidiários, mas alerta que
Kakay afirma que o Estado brasileiro é responsável pela segurança dos presidiários, mas alerta que
eles delataram pessoas muito poderosas.
Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre a transferência de Joesley e Saud:
Agência Brasil - O empresário Joesley Batista, da JBS, deixou a Superintendência da Polícia Federal
Agência Brasil - O empresário Joesley Batista, da JBS, deixou a Superintendência da Polícia Federal
em Brasília e está a caminho de São Paulo, onde deverá prestar um depoimento. A informação foi
passada à Agência Brasil pela Polícia Federal (PF), que acrescentou que ele deve retornar ainda hoje
à capital federal.
Os policiais, no entanto, não souberam informar se o motivo do deslocamento seria uma oitiva na
Os policiais, no entanto, não souberam informar se o motivo do deslocamento seria uma oitiva na
superintendência da capital paulista ou uma audiência de custódia, que seria feita na Justiça Federal.
O executivo do grupo J&F Ricardo Saud foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda.
O executivo do grupo J&F Ricardo Saud foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda.
Como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, transformou a prisão
temporária de Joesley e Saud em preventiva, o mais provável, segundo a PF, é que o empresário
participe de uma audiência de custódia.
Joesley deixou a superintendência em Brasília por volta das 8 horas da manhã de hoje (15). Ontem,
ele e o ex-executivo da J&F Ricardo Saud ficaram calados durante interrogatório na PF. Os dois
foram ouvidos em investigação instaurada por determinação da presidente do STF, ministra Cármen
Lúcia, para apurar o episódio envolvendo o conteúdo de conversa gravada entre os dois em que
mencionam ministros da Corte.
O advogado de Joesley e Saud, Antonio Carlos Castro Machado, o Kakay, disse à Agência Brasil
que orientou os dois a ficarem calados em razão da possibilidade de o procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, rescindir o acordo de delação premiada firmado com o empresário, o que
acabou se confirmando depois.
Janot rescindiu o acordo de delação premiada que dava imunidade para os dois em troca de
informações e incluiu Joesley e Saud na denúncia apresentada no final da tarde contra o presidente
Michel Temer pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa.
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