sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

MULHERES DE PMS FECHAM QUARTÉIS NO RIO


No 6o. Batalhão da PM, na Tijuca .... Xoque de jestão já matou 121 no ES!  

Rio tem 27 batalhões com protestos, mas maior parte da PM está trabalhando

Há protestos de parentes nas portas de 27 batalhões da Polícia Militar, mas a maior parte dos 
policiais está em operação. Em quatro batalhões, entretanto, os manifestantes impedem a saída de 
veículos, como o 6º BPM (Tijuca), 16º (Olaria), e de outros municípios, como 39º (Belford Roxo) e 
Volta Redonda. 
Mais cedo, o porta-voz da PM, major Ivan Blaz, disse que 95% dos militares estão em operação. Os 
sistemas de transportes operam normalmente: metrô, trens, barcas e ônibus.


Familiares de PMs fecham a entrada do 16º BPM, em Olaria  

Ainda segundo o major Blaz, “o patrulhamento está transcorrendo normalmente. De fato, estamos 
lidando com uma grande insatisfação da tropa, uma vez que ainda estamos ansiando pelo 13º salário, 
o pagamento do salário em dia e várias questões que são direito dos policiais”.


Entrada do batalhão de Jacarepaguá, na Zona oeste da cidade  


Familiares protestam na entrada do batalhão de Olaria, na Zona Norte do Rio 


Familiares de policiais colocam cartazes na entrada do Comando de Polícia Pacificadora 

No Espírito Santo, que enfrenta paralisação da Polícia Militar desde a manhã de sábado (04/02),
secretário de Segurança Pública, André Garcia afirmou que 703 policiais foram indiciados pelo 
crime de revolta. Eles terão o ponto cortado e, caso sejam condenados, poderão pegar de 8 a 20 anos 
de detenção.

Um panelaço foi feito por moradores de bairros de Vitória durante a entrevista do governador Paulo 
Hartung à Miriam Leitão, na Globonews, na noite desta quinta-feira (9). O movimento de pessoas 
insatisfeitas com a onda de violência vivida nos últimos dias, no estado, foi marcado pelas redes 
sociais.
(...) O Espírito Santo está sem a Polícia Militar nas ruas porque protestos de familiares dos policiais 
bloqueiam as saídas dos batalhões. As famílias pedem reajuste salarial para a categoria, que é 
proibida de fazer greve, e o governo nega. Desde sábado (4), o estado vive uma onda de violência 
com mortes, saques e assaltos.


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