Jornal GGN - Jorge Alberto de Oliveira Marum, promotor de Justiça e professor de Direito em Sorocaba (SP), afirmou que Guilherme da Silva Neto, jovem morto pelo pai, era “vagabundo”. O pai do garoto discordava de sua participação nas ocupações das escolas.
“Não precisava tanto. Era só cortar a mesada do vagabundo e chorar no banho”, escreveu Marum ao compartilhar a notícia do assassinato do jovem. Depois, ele voltou atrás e disse que foi um comentário “infeliz”, dizendo que não falou como promotor.
No ano passado, o promotor já havia sido alvo de críticas ao comentar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), dizendo que “mulher nasce uma baranga francesa que não toma banho, não usa sutiã e não se depila”, e que “só depois é pervertida pelo capitalismo opressor e se torna mulher”, em referência à uma questão que trazia uma citação da pensadora Simone de Beauvoir.
Na ocasião, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançou uma nota de repúdio à fala de Marum.
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