
“Como adiante se demonstrará, o pedido que deu origem à instauração deste inquérito foi
devidamente acompanhado não só de notícia de novas provas como também de efetivamente
novas provas, suficientes à convicção do Ministério Público Federal de que, para uma completa
elucidação dos fatos, faz-se imperioso o prosseguimento das investigações", disse o procurador-
geral Rodrigo Janot no despacho de 41 páginas em que pede investigação sobre a ligação de
Aécio com o caso Furnas; ele também fez uma crítica à blindagem judicial, ao dizer que “a
conduta de Aécio Neves no que diz respeito ao nominado ‘esquema de Furnas’, a rigor, nunca
foi efetivamente investigada”; ministro Gilmar Mendes defendia o arquivamento do caso.
Minas 247 – Os jornalistas Julia Affonso, Mateus Coutinho e Fausto Macedo obtiveram o despacho
Minas 247 – Os jornalistas Julia Affonso, Mateus Coutinho e Fausto Macedo obtiveram o despacho
de 41 páginas em que o procurador-geral da República defende que o senador Aécio Neves (PSDB-
MG) seja investigado pelo caso Furnas – onde havia um mensalão para pagamento de parlamentares
operado pelo ex-diretor Dimas Toledo.
“Como adiante se demonstrará, o pedido que deu origem à instauração deste inquérito foi
“Como adiante se demonstrará, o pedido que deu origem à instauração deste inquérito foi
devidamente acompanhado não só de notícia de novas provas como também de efetivamente novas
provas, suficientes à convicção do Ministério Público Federal de que, para uma completa elucidação
dos fatos, faz-se imperioso o prosseguimento das investigações”, diz Janot em seu despacho.
Ele também fez uma crítica à blindagem judicial, ao dizer que “a conduta de Aécio Neves no que diz
Ele também fez uma crítica à blindagem judicial, ao dizer que “a conduta de Aécio Neves no que diz
respeito ao nominado ‘esquema de Furnas’, a rigor, nunca foi efetivamente investigada”.
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