E dane-se o Meirelles!
Embora tenha chegado ao poder prometendo duros ajustes fiscais e apontando a "herança" de
um governo Dilma que teria quebrado o Brasil com suas "pedaladas fiscais", a primeira
medida prática do governo interino de Michel Temer foi avalizar uma pauta-bomba do
Congresso Nacional que amplia os gastos públicos em R$ 58 bilhões, com aumentos para várias
categorias do funcionalismo; o mais curioso é notar o silêncio complacente da mídia familiar,
agora convertida ao oficialismo, com o aval do governo Temer aos aumentos dos servidores;
missão do ministro Henrique Meirelles, de resgatar a "credibilidade", se tornou ainda mais
delicada, mas, agora, ficou mais simples entender por que Temer aprovou uma meta de déficit
fiscal de R$ 170 bilhões.
Com aval de Temer, Câmara aprova pauta-bomba de R$ 58 bi em reajustes
Com aval de Temer, Câmara aprova pauta-bomba de R$ 58 bi em reajustes
Apesar da expectativa de fechar 2016 com um rombo de R$ 170 bilhões nas contas públicas, o
governo interino de Michel Temer (PMDB) e sua base na Câmara concordaram com a aprovação de
um megapacote de reajuste para o funcionalismo federal –Executivo, Judiciário e Legislativo, além
do Ministério Público–, com impacto de ao menos R$ 58 bilhões até 2019.
Represados na gestão de Dilma Rousseff, 15 projetos de lei que estabelecem reajuste e benefícios ao
funcionalismo foram aprovados entre a noite desta quarta-feira (1º) e o início da madrugada desta
quinta (2).
A de maior impacto foi o aumento do salário dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). O
A de maior impacto foi o aumento do salário dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). O
rendimento, que delimita o teto do funcionalismo, passou de R$ 33.763 para R$ 39.293.
O efeito cascata gerado em todo o Judiciário deverá, segundo o Ministério da Fazenda, ter um
O efeito cascata gerado em todo o Judiciário deverá, segundo o Ministério da Fazenda, ter um
impacto de R$ 6,9 bilhões até 2019.
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