terça-feira, 5 de abril de 2016

AINDA NEM PASSARAM OS CU...NHAS E TEMER DA VIDA ... E LÁ VEM O RAUPP E A BLA...BLA...BLA.... DE GOLPE CINZA....

A frente de um partido com apenas cinco deputados e um senador e sem vocação para alianças, Marina lança uma campanha pedindo novas eleições. Bla Bla lançou sua tese um dia depois da Folha publicar o editorial "Nem Dilma nem Temer", que vai pelo mesmo caminho; nesta terça-feira, 5. A Rede anunciou que irá se aliar ao PSDB nas ações que pedem a cassação da chapa Dilma-Temer no TSE. Enquanto isso.... sobre quem é o dono do jatinho que matou Eduardo Campos.... nada !
Com o impeachment fazendo água, o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), veio com essa: defendeu uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para antecipar as eleições presidenciais para outubro, na mesma data do pleito municipal.
Raupp sentiu o cheiro de queimado da proposta de impeachment, que está sendo rechaçada e partiu para um argumento que poderia ser tratado como pueril se não fosse pura picaretagem mesmo.


O peemedebista Raupp está buscando uma saída para o dia seguinte da derrota do impeachment. Pela esquerda, alguns dirigentes do PSOL e a Bla Bla da Rede estão propondo eleições gerais. Parece algo interessante, mas é um golpe cinza, que nem chega a ser branco.
Enquanto isso, a Bla Blarina da Rede anunciou que vai se associar formalmente às ações que pedem a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com a iniciativa, Marina se junta (de novo) ao também derrotado nas eleições de 2014 Aécio Neves, na tentativa de derrubar o mandato de Dilma.
A Rede lançará uma campanha intitulada "Nem Dilma nem Temer. Nova eleição é a solução", mesmo argumento defendido pelo jornal Folha de S. Paulo. Apesar da ofensiva no TSE, a Rede liberou seus parlamentares a votarem o impeachment do modo que julgarem conveniente.

Ocorre que o mandato de Dilma precisa ser respeitado, a despeito de seus muitos defeitos, ou nunca mais um governo com qualquer contorno progressista chegará ao fim no Brasil. Porque, como sabe o bom caipira, por onde passa um boi passa toda a boiada.
E além disso, é óbvio que deputados e senadores não vão aceitar eleições gerais. Porque isso coloca em risco os seus mandatos.
Os golpistas, como já se disse aqui, nunca desistem. Eles conspiram noite e dia e vivem de golpe em golpe. Mal um deu errado, já estão tentando outro.
Com o impeachment fazendo água, o senador Raupp, que segundo o vice-presidente Temer é um mentiroso, veio com essa. E muitos outros caminharão na mesma avenida. Fazendo discursos supostamente republicanos.
Anotem aí, depois do enterro do impeachment, a palavra de ordem será eleições já.
E aí vai ter gente dizendo que não há nada mais democrático que eleições, mesmo que seja no meio do mandato.
A seriedade democrática dessa gente é algo excepcional.
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