sexta-feira, 11 de março de 2016

MST FECHA ESTRADA NA BAHIA!


Não vai ter Golpe!   Manifestantes bloqueiam estradas que cortam regiões econômicas 
estratégicas. Se vier, tem !

Manifestantes fecham BRs em toda Bahia e pedem fortalecimento da democracia

Uma jornada de luta iniciada nesta sexta-feira (11), em toda a Bahia, levou ao fechamento das BRs 
101, 242 e 210. Os protestos são em defesa da democracia, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da 
Silva e contra os retrocessos nos direitos dos trabalhadores brasileiros, envolvendo diferentes 
movimentos populares. Na 101, os trabalhadores trancaram a via na altura de Teixeira de Freitas e 
Wenceslau Guimarães. Na 242, em Oliveira dos Brejinhos e Luiz Eduardo Magalhães. Já na 210, na 
região de Sobradinho, a estrada também segue parada.
Além dessas interdições de vias federais, os protestos ainda atingem a BA 052, conhecida como 
Estrada do Feijão, no entroncamento de Cafarnaum, na região da Chapada Norte. Também estão 
fechadas as vias na região de Casa Nova, em frente à Chesf. A BR 242, na altura de Barreiras, segue 
interditada. Já em Salvador, após concentração na Paralela, desde às 7h, os manifestantes pretendem 
mobilizar trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade para uma caminhada nesta manhã de 
sexta.
Essas manifestações contam com o apoio e participação de trabalhadores do Movimento dos 
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Coletivo de Entidades Negras (CEN), Coletivo Quilombo, 
Consulta Popular, Levante Popular da Juventude, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), 
Central dos Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil (CTB), União da Juventude Socialista (UJS), 
Juventude do Partido dos Trabalhadores (JPT), a Esquerda Popular Socialista (EPS-PT) e do Partido 
Comunista do Brasil (PCdoB).
A direção do movimento afirma que a democracia brasileira, conquistada a muito esforço está 
correndo risco. “A burguesia e a Rede Globo possuem um projeto para o Brasil: repetir o golpe 
militar de 1964 e criar um sentimento de ódio, medo na sociedade brasileira e a criminalização de 
diversos militantes que mudaram o país”, apontam os manifestantes. Diante do atual cenário político, 
as organizações destacam a necessidade de realizar ações em todo estado, mobilizando a sociedade baiana.







Em tempo: Em nota, MST repudia falsa notícia sobre sequestro de jornalistas da TV Tarobá

Não temos nada contra os trabalhadores jornalistas, mas discordamos da linha editorial adotada pelos 
seus patrões.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vem a público esclarecer e repudiar as 
informações divulgados pela TV Tarobá, de Cascavel, afiliada à Rede Bandeirantes, sobre um 
suposto sequestro de sua equipe de jornalistas ocorrido em Quedas do Iguaçu, no início da tarde da 
última quarta-feira (09).
1- Lamentamos muito o fato da emissora não se atentar para devidos cuidados na apuração de uma 
pauta, como, por exemplo, contatar a assessoria de impressa do MST.
2. Os jornalistas chegaram de longe, as escondidas fazendo imagens sem nenhum acordo com 
Movimento, em nenhum momento existiu violência, armas ou algo coerção. Tanto que não existe 
nenhuma imagem que comprove qualquer tipo de agressão. Essa emissora há muito tempo 
criminaliza as ações do MST, com notícias raivosas e posicionamentos preconceituosos, exemplo 
mais recente, as ocupações do Movimento nas áreas griladas pela empresa Araupel.
3. Existe uma orientação para todas as famílias do Movimento, para que não concedam entrevistas a 
essa emissora devido a outras situações em que as versões do MST foram distorcidas pela empresa, e 
pela constante criminalização do canal de comunicação aos movimentos sociais, rurais, urbanos, 
sindicatos e outros movimentos ligado a classe trabalhadora.
4. É um direito do Movimento, como de qualquer entidade, escolher para quais emissoras irá dar 
entrevistas, prova disso é que o MST não se negou a receber outras emissoras, sempre tratando os 
profissionais da comunicação com muito profissionalismo e respeito.
5. O Movimento Sem Terra afirma: Defendemos a liberdade de expressão, somos contra o 
monopólio do meios de comunicação, defendemos que eles sejam democratizados, para isso, é 
preciso regulamentar a mídia, que não expressa a pluralidade e diversidade em seus posicionamentos.
Não temos nada contra os trabalhadores jornalistas, mas discordamos da linha editorial adotada pelos 
seus patrões. A assessoria de imprensa do MST esta à disposição para maiores esclarecimentos.




Lideres do MST estiveram com o Lula nessa quinta-feira

















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