Os movimentos sociais liderados pela Frente Brasil Popular, da qual a CTB faz parte da
coordenação, estão mobilizando suas forças em todo o país para a realização de manifestações
descentralizadas no dia 18 de março (sexta-feira). O ato servirá de intermediário para a
Marcha Nacional Unficada, que levará centenas de milhares de trabalhadores e trabalhadoras
a Brasília no dia 31
“A CTB está ativa na organização do grande ato do dia 18. Realizaremos protestos nas principais
“A CTB está ativa na organização do grande ato do dia 18. Realizaremos protestos nas principais
capitais e cidades do Brasil, com um caráter bastante definido: pela democracia, contra qualquer
tentativa golpista, pela retomada do crescimento econômico e pela defesa dos direitos dos
trabalhadores e do direito previdenciário”, explicou o vice-presidente da Central, Nivaldo Santana.
“Por isso achamos importante que as CTBs estaduais, as entidades sindicais filiadas e o conjunto dos
trabalhadores contribuam com essa grande mobilização. O povo mobilizado, organizado e consciente
será capaz de deter e superar a atual onda conservadora no nosso país”, conclamou.
A manifestação dará continuidade às várias ações promovidas em defesa da democracia desde 2013,
A manifestação dará continuidade às várias ações promovidas em defesa da democracia desde 2013,
e terá importância central na resistência contra o ato conservador do próximo domingo (13). “Temos
que lutar para convencer a sociedade de que é preciso avançar, e não retroceder. Quem viveu no
Brasil na época da ditadura militar, na época do projeto neoliberal, tem obrigação de participar no
dia 18 para garantir nossos direitos e um Brasil democrático”, disse Celina Areas, secretária nacional
de Formação e Cultura da CTB.
Para o presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Adilson Araújo, as
manifestações conservadoras colocam um desafio de resposta aos movimentos sociais e sindicais
brasileiros. “É evidente que se manifestar é um direito do Estado democrático, mas a incitação ao
ódio, agressões, preconceito contra pobres e negros, sobretudo aos nordestinos e imigrantes,
presentes naquelas organizadas pelas lideranças conservadoras, trazem de volta o racismo e a
xenofobia, coisas que se enfraqueciam neste país. Penso que isso tem que ser combatido
veementemente”, analisou. Para ele, trata-se sobretudo de uma tentativa de reconquista do poder por
vias autoritárias, distantes do voto popular. “A direita perdeu as eleições, seria sensato esperar 2018
para disputar novamente. Nesse quadro de instabilidade, com um Congresso desmoralizado e
paralisado, perdemos todos, o Brasil e o povo brasileiro”, concluiu.
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