O Supremo Tribunal Federal afirmou que há falta de tempo hábil para analisar, antes do
recesso, o pedido de afastamento de Eduardo Cunha (PMDB) da presidência da Câmara e do
mandato de deputado, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e recebido
ontem pelo relator do caso, ministro Teori Zavascki; PGR alega que Cunha usa o mandato
para interesse próprio e fins ilícitos, e que o afastamento é necessário para a garantia da ordem
pública e regularidades dos procedimentos criminais a que Cunha responde no STF; com a
decisão ficando para 2016, Cunha ganha fôlego para continuar manobras na Câmara.
BRASÍLIA (Reuters) - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido do procurador-
BRASÍLIA (Reuters) - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido do procurador-
geral da República, Rodrigo Janot, pelo afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de seu
mandato parlamentar e da presidência da Casa ficará para fevereiro, informou o tribunal nesta quinta-
feira.
O STF informou, por meio de sua assessoria, que há falta de tempo hábil para analisar o pedido antes
O STF informou, por meio de sua assessoria, que há falta de tempo hábil para analisar o pedido antes
do início do recesso, a partir da semana que vem.
Janot afirmou em seu pedido ao STF, apresentado na quarta-feira, que Cunha usa o mandato para
Janot afirmou em seu pedido ao STF, apresentado na quarta-feira, que Cunha usa o mandato para
interesse próprio e fins ilícitos e que o afastamento é necessário para a garantia da ordem pública e
regularidades dos procedimento criminais a que Cunha responde no STF.
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