sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Janot é confirmado por Dilma para a Procuradoria-Geral da República


Jornal GGN - A presidente Dilma Rousseff enviou a indicação de Rodrigo Janot para o 
Senado, reconduzindo o procurador-geral da República para mais um mandato de dois anos. 
Janot foi o mais votado nas eleições para PGR, com 799 votos, contra 462 de Mário Bonsaglia e 
402 de Raquel Dodge. No total, 983 procuradores votaram, sendo que cada um tem direito a 
escolher três nomes. Rodrigo Janot terá de passar por uma sabatina na Comissão de 
Constituição de Justiça no Senado e, caso aprovado, seguirá para análise do plenário da Casa, 
onde precisará de pelo menos 41 votos de um total de 81 votos.

Dilma decide indicar Rodrigo Janot à Procuradoria-Geral da República

A presidente Dilma Rousseff escolheu nesta quinta (6) reconduzir Rodrigo Janot para mais um mandato de dois anos à frente da Procuradoria-Geral da República e já enviou a indicação para a apreciação do Senado.
Nesta quinta pela manhã, a presidente recebeu a lista tríplice dos mais votados da categoria das mãos do presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), José Robalinho Cavalcanti.
O procurador-geral obteve 799 votos, seguido de Mário Bonsaglia, com 462 votos. Raquel Dodge, em terceiro, recebeu 402 votos. Ao todo, votaram 983 procuradores, sendo que cada um pode escolher três nomes.
O resultado folgado da eleição mostrou que a categoria apoia o trabalho de Janot à frente da Procuradoria. Ele tem sido criticado e alvo de ameaças de retaliações de congressistas devidos às investigações que atingem políticos no Operação Lava Jato.
Janot terá que passar por uma sabatina e votação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e, se seu nome for aprovado, seguirá para análise do plenário da Casa onde precisará de pelo menos 41 votos dos 81 votos. Dos 27 titulares da comissão, oito são investigados por suposta participação no esquema de corrupção da Petrobras.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal a pedido de Janot, nega disposição para dificultar a escolha do procurador.
Renan chegou a acusar Janot de agir politicamente na definição dos investigados. Nas últimas semanas, o senador diminuiu o tom dos ataques publicamente, numa estratégia para sair do foco.
Como o mandato de Janot termina no dia 17 de setembro, no Senado há quem aposte em manobras para atrapalhar a recondução do procurador como, por exemplo, adiar a sabatina.
____________________________________________

Nenhum comentário: