quarta-feira, 25 de março de 2015

LAVA JATO: ADVOGADOS ABREM FOGO CONTRA O JUIZ COXINHA DA GLOBO


Defensor do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, Alexandre Lopes aponta 
irregularidades na Lava Jato e afirma que 'a pressão é tão grande sobre os tribunais que os 
ministros acabam violentando suas convicções pessoais': "Os tribunais estão amedrontados 
pelo clamor das ruas", afirma; ele contesta ‘prisões contra a Constituição’: "Para o juiz Sergio 
Moro, vigora o princípio contrário: o de presunção da culpa"; Nelio Machado também afirma 
que a prisão de seu cliente, o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, visa que ele se 
transforme em delator, como já ocorreu com outros 15 investigados da Operação Lava Jato: 
"Delações são provas precárias e inconfiáveis. O delator tem outros interesses do que dizer a 
verdade pelo instinto de autodefesa"

247 – Advogados que defendem os investigados pela Operação Lava Jato apontam irregularidades 
na condução dos processos e afirmam que os Tribunais estão cedendo à pressão popular.
Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, Alexandre Lopes, defensor do ex-diretor de Serviços da 
Petrobras Renato Duque, afirma que "a pressão é tão grande que os ministros acabam violentando 
suas convicções pessoais": "Os tribunais estão amedrontados pelo clamor das ruas", afirma.
No caso de seu cliente, ele contesta que a Justiça Federal de Curitiba não deveria julgar Duque 
porque as supostas ilegalidades de que é acusado ocorreram no Rio. Além disso, afirma que a prisão 
dele viola o princípio da presunção da inocência estabelecido pela Constituição: "Para o juiz Sergio 
Moro, vigora o princípio contrário: o de presunção da culpa".
Solto por decisão do STF, Duque foi preso novamente após movimentação de R$ 70 milhões que 
tinha na Suíça para Mônaco.
Outro advogado do caso, Nelio Machado afirma que a prisão de seu cliente, o lobista Fernando 
Soares, o Fernando Baiano, visa que ele se transforme em delator, como já ocorreu com outros 15 
investigados da Operação Lava Jato.
"Delações são provas precárias e inconfiáveis. O delator tem outros interesses do que dizer a verdade 
pelo instinto de autodefesa", afirma (leia mais).
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