sábado, 10 de janeiro de 2015

Inflação fecha dentro da meta



Saiu no IBGE: IPCA DE DEZEMBRO FICA EM 0,78% E FECHA 2014 EM 6,41%



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês de dezembro apresentou variação
de 0,78% e ficou acima da taxa de 0,51% registrada em novembro em 0,27 ponto percentual. É a
segunda maior taxa mensal do IPCA no ano, superada pela taxa de março, quando atingiu 0,92%. O
ano de 2014 fechou, então, em 6,41%, acima dos 5,91% do ano anterior. Em dezembro de 2013, a
taxa havia ficado em 0,92%.
A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm
Transportes tiveram a maior aceleração no mês
A maioria dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, conforme a tabela a seguir, mostrou
aceleração na taxa de crescimento de um mês para o outro.




As passagens aéreas, cujo impacto foi de 0,20 ponto percentual no índice, o item carnes, com 0,10
p.p., e a refeição fora de casa, com 0,07 p.p., foram os principais destaques individuais do mês.
Somando 0,37 p.p. esses itens se apropriaram de quase a metade do IPCA do mês, 47%.
A elevação das passagens aéreas atingiu 42,53% e levou Transportes para 1,38%, o maior resultado de
grupo no mês. Entre as regiões pesquisadas destacam-se Salvador e Campo Grande, ambas com
54,82%. No entanto, mesmo com o expressivo aumento de dezembro, o item fechou o ano com 7,79%
já que haviam registrado queda de 24,37% no acumulado até novembro.
Etanol (1,31%), automóvel novo (0,69%), ônibus intermunicipal (0,64%) e gasolina (0,61%) também
são destaques no grupo Transportes. Na gasolina, a variação de 0,61% é reflexo, nas bombas, de parte
do reajuste de 3,00% ocorrido nas refinarias desde 07 de novembro. No caso do etanol, o aumento de
1,31% já manifesta o início da entressafra da cana-de-açúcar.
No grupo dos alimentos, vários deles ficaram mais caros de novembro para dezembro, sobressaindo as
carnes, 3,73% mais caras, e a refeição fora de casa que subiu 1,41%. O feijão com arroz, prato típico
do brasileiro, também ficou mais caro. Os feijões chegaram a subir 9,26%, em média, enquanto o arroz
ficou mais caro em 1,81%. A seguir, os principais produtos em alta.
(…)


Nos Governos Lula e Dilma, só uma vez, como parte da “herança maldita” feagaceana.

1999 = (Inflação: 8,94%) (Meta: 8,0%) (Teto da Meta:10,0%) (FHC)
2000 = (Inflação: 5,97%) (Meta: 6,0%) (Teto da Meta: 8,0%) (FHC)
2001 = (Inflação: 7,67%) (Meta: 4,0%) (Teto da Meta: 6,0%) (FHC)
2002 = (Inflação:12,53%) (Meta: 3,5%) (Teto da Meta: 5,5%) (FHC)
2003 = (Inflação: 9,30%) (Meta: 4,0%) (Teto da Meta: 6,5%) (Lula)
2004 = (Inflação: 7,60%) (Meta: 5,5%) (Teto da Meta: 8,0%) (Lula)
2005 = (Inflação: 5,69%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 7,0%) (Lula)
2006 = (Inflação: 3,14%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Lula)
2007 = (Inflação: 4,46%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Lula)
2008 = (Inflação: 5,90%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Lula)
2009 = (Inflação: 4,31%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Lula)
2010 = (Inflação: 5,91%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Lula)
2011 = (Inflação: 6,50%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Dilma)
2012 = (Inflação: 5,84%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Dilma)
2013 = (Inflação: 5,91%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Dilma)
2014 = (Inflação: 6,41%) (Meta: 4,5%) (Teto da Meta: 6,5%) (Dilma)
____________________________________________________________

Nenhum comentário: