O deputado Arlindo Chinaglia, candidato do PT a presidente da Câmara Federal, disse que
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) “está baixando o nível” da campanha à presidência da Câmara e
cobrou do adversário que tenha “coragem” ao fazer acusações; “Eu prefiro não responder
declarações de baixo nível de alguém que critica o outro pelas costas. Ele tenta me
desqualificar”, afirmou; mais cedo, Cunha disse que denúncia contra ele de envolvimento com o
doleiro Alberto Youssef foi "alopragem de adversário".
O deputado federal Arlindo Chinaglia, candidato do PT a presidente da Câmara Federal, criticou, nesta
quarta-feira (14), em Aracaju, o seu principal adversário, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB).
O petista disse que Cunha “está baixando o nível” da campanha. Ele também cobrou do adversário que
O petista disse que Cunha “está baixando o nível” da campanha. Ele também cobrou do adversário que
tenha “coragem” ao fazer acusações.
Também na capital sergipana, mais cedo, Cunha disse que a candidatura de Chinaglia representava
Também na capital sergipana, mais cedo, Cunha disse que a candidatura de Chinaglia representava
submissão ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). O candidato do PMDB também se disse
vítima de “alopragem de adversário” na denúncia de que teria recebido propina do doleiro Alberto
Youssef (leia aqui).
“Eu prefiro não responder declarações de baixo nível de alguém que critica o outro pelas costas e fala
algo dessa natureza. Ele tenta me desqualificar. Eu não vi a declaração dele, mas sou do tempo de não
valorizar carta anônima. Quando alguém quer fazer uma acusação tem que dar nome, tem que coragem
para dizer quem fez o quê. Senão eu fico respondendo algo que não me diz respeito”, afirmou
Chinaglia em resposta a questionamento do 247.
Sobre a sua atuação enquanto presidente da Câmara, caso seja eleito, o deputado petista disse que
Sobre a sua atuação enquanto presidente da Câmara, caso seja eleito, o deputado petista disse que
sempre soube agir com independência e respeito a todos os partidos, especialmente aos da oposição.
“Podem procurar qualquer deputado, de qualquer partido, especialmente os da oposição, para saber
como eu exerci a presidência da Câmara”, disse. Chinaglia foi presidente da Câmara entre 2006 e 2008.
Sobre a campanha, o petista disse que está “bastante otimista”. Ele afirmou que já trabalha pensando
no segundo turno, tendo inclusive já conversado com o candidato do PSB, Júlio Delgado, para um ter
o apoio do outro, no enfrentamento a Cunha.
“A campanha está indo bem. Estou bastante otimista. Estou na Câmara há muito tempo, já fui
presidente. Os parlamentares já têm opinião a meu respeito. Isso me dá tranquilidade de um patamar de
votos bastante alto. Na campanha, estamos trabalhando pelo convencimento, especialmente pensando
no segundo turno, para que se chegarmos lá, tenhamos o apoio de quem não for. Estamos trabalhando
inclusive com o Júlio Delgado para se somar no segundo turno”, afirmou.
Na coletiva, Chinaglia defendeu uma pauta menos relacionada ao cotidiano para a Câmara. Ele
defendeu que o parlamento discuta na nova legislatura as reformas política e tributária. Ele também
disse que, se eleito, criará novos grupos de discussão, com a participação de todos os deputados, para
discutir temas fundamentais ao país, como saúde, segurança e desenvolvimento.
Chinaglia tem viajado todo o país, em busca do apoio dos deputados, assim como também está fazendo
Eduardo Cunha. “Esta semana já fomos ao Piauí, Ceará, Paraíba e ainda hoje viajo a Bahia. Também
estamos falando com os deputados por telefone e tentando encontra-los em suas cidades”, informou.
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