
Que o governo Jatene vai de mal a pior não é novidade. Que o índice de avaliação do governador está péssimo não é fato novo. O projeto da reeleição está ameaçado por conta do contexto político. Jatene vai acompanhando a sua base política ruir aos poucos. Desidratar, diminuir, encolher. Primeiro o próprio descontentamento dos que defendem a gestão tucana.
A escassez de emendas, recursos liberados é o maior problema apontado pelos parlamentares que o defendem, ou pelo menos, tentam. Segundo, diz respeito à falta de engenharia política para acalmar os ânimos e os espaços no governo.
Os partidos, alguns brigam por espaços restritos. Outros para aumentar o pedaço que já contam. Foi nessa esquizofrenia que o DEM, aliado histórico, abandonou o barco tucano. Lira Maia, presidente do partido ordenou o desembarque. No dia seguinte estavam ao lado do PMDB, apoiando Helder Barbalho. Para isso garantiram a Lira Maia o que ele mais queria de Jatene: ser vice-governador.
Jatene ainda tem contra si o PT que embarcou na campanha dos Barbalhos. Ordem de Brasília. Mesmo sem a mesma força política de antes, os petistas ainda contam com cerca de 30% do eleitorado. Pesam na balança. Agora o Pros, partido novo liderado pelo prefeito de Marabá, João Salame, anunciou apoio ao PMDB. O PR dos Vales deve anunciar até a próxima semana a entrada na campanha de Helder Barbalho.
Jatene já percebeu que a oposição se fortalece a cada dia. Para isso resolver agir com o principal instrumento que dispõe no cargo de governador: espaços políticos no governo. Começou a mexer as cadeiras, reestruturando o 1º escalão para acomodar novos aliados ou garantir os que se mantém ainda no ninho tucano.
Pesquisas eleitorais, ainda as de consumo interno dos partidos, apontam que Helder Barbalho está na frente. Lidera com certa folga nas regiões sul, sudeste e oeste do Pará. Na RMB e nordeste Jatene na frente, dentro da margem de erro (com variação de 2 a 5 pontos). Ou seja, os votos estão regionalizados antes da campanha começar. Cabe a cada um garantir a manutenção de votos em seus redutos e avançar sobre os do adversário.
Para completar a difícil situação política de Jatene, há claramente crise no ninho tucano. O senador Mário Couto esperava o apoio incondicional do governador a sua reeleição. Não veio. Jatene irá lançar o seu vice, Helenilson Pontes ao Senado. Atitude que despertou fúria em Couto. Que já critica publicamente Jatene e ameaça bater chapa com ele na convenção tucana para decidir o representante do partido ao Palácio dos Despachos. Para amenizar a crise interna o PSDB paraense lançou nota oficial em apoio ao governador.
Os partidos, alguns brigam por espaços restritos. Outros para aumentar o pedaço que já contam. Foi nessa esquizofrenia que o DEM, aliado histórico, abandonou o barco tucano. Lira Maia, presidente do partido ordenou o desembarque. No dia seguinte estavam ao lado do PMDB, apoiando Helder Barbalho. Para isso garantiram a Lira Maia o que ele mais queria de Jatene: ser vice-governador.
Jatene ainda tem contra si o PT que embarcou na campanha dos Barbalhos. Ordem de Brasília. Mesmo sem a mesma força política de antes, os petistas ainda contam com cerca de 30% do eleitorado. Pesam na balança. Agora o Pros, partido novo liderado pelo prefeito de Marabá, João Salame, anunciou apoio ao PMDB. O PR dos Vales deve anunciar até a próxima semana a entrada na campanha de Helder Barbalho.
Jatene já percebeu que a oposição se fortalece a cada dia. Para isso resolver agir com o principal instrumento que dispõe no cargo de governador: espaços políticos no governo. Começou a mexer as cadeiras, reestruturando o 1º escalão para acomodar novos aliados ou garantir os que se mantém ainda no ninho tucano.
Pesquisas eleitorais, ainda as de consumo interno dos partidos, apontam que Helder Barbalho está na frente. Lidera com certa folga nas regiões sul, sudeste e oeste do Pará. Na RMB e nordeste Jatene na frente, dentro da margem de erro (com variação de 2 a 5 pontos). Ou seja, os votos estão regionalizados antes da campanha começar. Cabe a cada um garantir a manutenção de votos em seus redutos e avançar sobre os do adversário.
Para completar a difícil situação política de Jatene, há claramente crise no ninho tucano. O senador Mário Couto esperava o apoio incondicional do governador a sua reeleição. Não veio. Jatene irá lançar o seu vice, Helenilson Pontes ao Senado. Atitude que despertou fúria em Couto. Que já critica publicamente Jatene e ameaça bater chapa com ele na convenção tucana para decidir o representante do partido ao Palácio dos Despachos. Para amenizar a crise interna o PSDB paraense lançou nota oficial em apoio ao governador.
A executiva nacional seguiu o mesmo caminho e declarou apoio irrestrito.
Independente de lado político, quem acompanha diariamente o processo sabe que o governo Jatene vai de mal a pior. Base ruindo indica isso. Aliados históricos tornando-se adversários confirma isso. Crise dentro do próprio partido é o fato mais contundente. O governador precisa primeiro, evitar ou diminuir a desidratação de sua gestão, que a cada dia perde espaço e apoio. Caso contrário a dinastia tucana poderá se encerrar antes do planejado.
Independente de lado político, quem acompanha diariamente o processo sabe que o governo Jatene vai de mal a pior. Base ruindo indica isso. Aliados históricos tornando-se adversários confirma isso. Crise dentro do próprio partido é o fato mais contundente. O governador precisa primeiro, evitar ou diminuir a desidratação de sua gestão, que a cada dia perde espaço e apoio. Caso contrário a dinastia tucana poderá se encerrar antes do planejado.
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