
A revista expôs fotos e alegados fatos obtidos em circunstâncias obscuras, no que o jornalista Alberto Dines classificou como “um torpe atentado ao pudor e à ética jornalística”.
Não é o primeiro processo de Dirceu contra a Veja. Ele já a tinha processado quando um repórter da revista tentou invadir, por meio de ardis, o quarto de hotel que Dirceu ocupava em Brasília.
Não existem ilusões, na equipe de Dirceu, em relação ao destino dos processos. Até o presidente do STF, Joaquim Barbosa, admitiu recentemente que a falta de regras sobre os limites do jornalismo beneficia apenas os “poderosos”.
Mas há o entendimento do valor simbólico de processar quem comete abuso de poder jornalístico.
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